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Bruno Guimarães está a caminho do Arsenal. Segundo apuração da ESPN, o clube londrino fechou, na noite da última sexta-feira (31), a contratação do volante brasileiro junto ao Newcastle em uma operação que pode chegar a 80 milhões de libras, cerca de R$ 547 milhões na cotação atual.
O acordo prevê o pagamento de 70 milhões de libras, aproximadamente R$ 478,5 milhões, em valor fixo. Outros 10 milhões de libras, cerca de R$ 68,5 milhões, poderão ser pagos por metas previstas no contrato.
A assinatura do vínculo entre Bruno Guimarães e Arsenal deve acontecer já neste fim de semana, em Londres. O contrato será de longa duração, consolidando a chegada de um dos principais meio-campistas brasileiros em atividade na Premier League ao atual campeão inglês.
A negociação encerra semanas de movimentação dos Gunners pelo jogador. O Arsenal tratava Bruno como uma prioridade de mercado para reforçar o meio-campo e aumentar a competitividade do elenco para a temporada 2026/27.
O desejo do brasileiro também pesou no desfecho. Bruno via com bons olhos a possibilidade de defender o Arsenal, especialmente pelo projeto esportivo do clube e pela disputa de competições de maior peso na temporada.
Do lado do Newcastle, a ausência na próxima edição da Champions League contribuiu para a abertura de uma negociação. Os Magpies já haviam sinalizado ao jogador que poderiam facilitar uma saída em caso de proposta considerada adequada.
Bruno Guimarães deixa o Newcastle após se consolidar como um dos símbolos do projeto recente do clube. Contratado em 2022, depois de passagem pelo Lyon, o volante rapidamente virou peça central no meio-campo, ganhou identificação com a torcida e assumiu papel de liderança no elenco.
No Arsenal, o brasileiro chega para reforçar um setor que já conta com nomes de alto nível, como Oodegard, Zubimendi, Merino e Declan Rice, e que foi peça-chave na campanha do título da Premier League.
A transferência ainda não foi anunciada oficialmente pelos clubes. A expectativa, no entanto, é de que os últimos trâmites sejam concluídos em Londres, com exames médicos, assinatura de contrato e apresentação nos próximos dias.
O futebol segue ocupando espaço central na vida dos brasileiros, mas já não mobiliza o país no mesmo patamar de três anos atrás. A pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (1º) mostra que 64% da população com 16 anos ou mais declara ter muito ou algum interesse pela modalidade.
O índice representa uma queda de oito pontos percentuais em relação ao levantamento anterior sobre o tema, realizado em 2023. Na ocasião, 72% dos entrevistados afirmavam acompanhar futebol. Agora, o percentual dos que dizem não ter interesse pelo esporte chegou a 36%.
Dentro do grupo que ainda acompanha a modalidade, 28% dizem ter muito interesse, enquanto 35% afirmam ter algum interesse. O dado indica que, apesar da redução, o futebol ainda permanece como um dos principais elementos de consumo esportivo e cultural no país.
A pesquisa também aponta diferença relevante entre homens e mulheres. Entre o público masculino, 77% declararam acompanhar futebol. Entre as mulheres, o índice é de 52%, pouco mais da metade das entrevistadas.
O recorte por escolaridade também mostra variação. Entre pessoas com ensino fundamental, 49% afirmam acompanhar a modalidade. O percentual sobe para 67% entre entrevistados com ensino médio e chega a 75% entre aqueles com ensino superior.
O levantamento foi feito nos dias 22 e 23 de julho, com 2.004 pessoas em 139 municípios das cinco regiões do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Os números foram divulgados poucas semanas depois do fim da Copa do Mundo de 2026. A Seleção Brasileira caiu nas oitavas de final para a Noruega e encerrou a participação com a pior campanha do país desde 1990, resultado que ampliou as discussões sobre o distanciamento entre o torcedor e a equipe nacional.
A queda de interesse também aparece em um momento de transformação na forma como o público consome futebol. Calendário mais cheio, aumento dos preços para acompanhar jogos presencialmente, pulverização das transmissões e desgaste com a Seleção Brasileira ajudam a compor o cenário de menor mobilização em torno do esporte.
Ainda assim, o futebol terá uma nova oportunidade de voltar ao centro das atenções nacionais em 2027. O Brasil será sede da Copa do Mundo Feminina pela primeira vez, com jogos em oito cidades, incluindo Salvador, na Arena Fonte Nova.
O torneio feminino será disputado entre 24 de junho e 25 de julho de 2027 e deve recolocar o país no circuito dos grandes eventos internacionais.
Mais um, mais um, Bahia. O atacante Kauê Furquim, uma das maiores promessas da base do Tricolor, foi convocado para defender a Seleção Brasileira Sub-17, nesta sexta-feira (31). O atleta faz parte do grupo que vai defender o Brasil nos amistosos contra a Venezuela, nos dias 20 e 23 de agosto, disputado na Granja Comary, em Teresópolis, no Rio de Janeiro.
As partidas amistosas fazem parte do planejamento em preparação para a disputa da Copa do Mundo da categoria, que vai ser realizada em novembro deste ano, entre 19 de novembro e 13 de dezembro.
Não é o primeiro chamado do técnico Carlos Eduardo Patetuci por Kauê Furquim para jogar pela Seleção Brasileira Sub-17. Em junho, inclusive, o atacante disputou o amistoso contra os Estados Unidos, na Arena das Dunas, em Natal, no Rio Grande do Norte. Na vitória do Brasil por 1 a 0, o jovem deu a assistência para o gol.
Essa é a segunda convocação de um atleta da base do Bahia para defender a Seleção Brasileira na semana. Na última quarta-feira (29), foi a vez do atacante Ruan Pablo, que foi um dos selecionados para jogar pela Seleção Sub-20, em amistosos contra a Bolívia, em preparação para a disputa do Campeonato Sul-Americano Sub-20, previsto para janeiro de 2027.
Confira a lista dos 25 jogadores convocados para a Seleção Sub-17:
Goleiros
Arthur Sehn (Athletico-PR)
Gabriel Werneck (Flamengo)
Vitor Wachter (Grêmio)
Laterais
Marcos Pesseti (Athletico-PR)
Samuel Almeida (Atlético-MG)
Arthur Monteiro (Athletico-PR)
Juan Ramos (Palmeiras)
Zagueiros
Breno Sales (Vasco da Gama)
David Brendo (Grêmio)
Murilo Camargo (Athletico-PR)
Talles Beni (Red Bull Bragantino)
Meias
Andrey Oliveira (Fluminense)
Eduardo Conceição (Palmeiras)
Eduardo Pape (Cruzeiro)
Leonardo Cerci (Athletico-PR)
Niakson Vithor (Palmeiras)
Robert William (São Paulo)
Vinicius Rocha (Santos)
Atacantes
Aiyran Vieira (Cuiabá)
Bryan Lima (Athletico-PR)
João Bezerra (Internacional)
Kauê Furquim (Bahia)
Nadson Souza (Santos)
Riquelme Henrique (Atlético-MG)
Rodrigo Junior (Vasco da Gama)
O técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, homenageou nesta sexta-feira (31) o ex-zagueiro Franco Baresi, ídolo do Milan e da seleção italiana, que morreu aos 66 anos. Em publicação nas redes sociais, Ancelotti compartilhou uma foto ao lado de Baresi e escreveu: "Você permanecerá para sempre o meu capitão. Descanse em paz".
Os dois construíram parte da trajetória juntos no Milan. Ancelotti chegou ao clube em 1987, após passagens por Roma e Parma, e atuou ao lado de Baresi até encerrar a carreira, em 1992. No período, conquistaram um Mundial de Clubes (1989), duas edições da Liga dos Campeões da Europa (1988/89 e 1989/90) e dois títulos do Campeonato Italiano (1987/88 e 1991/92).
Ancelotti e Baresi também defenderam a seleção italiana na Copa do Mundo de 1990, disputada na Itália, quando a equipe terminou na terceira colocação. Quatro anos depois, na Copa do Mundo de 1994, Baresi integrou a seleção italiana vice-campeã diante do Brasil, enquanto Ancelotti fazia parte da comissão técnica comandada por Arrigo Sacchi como auxiliar.
De volta aos trabalhos no Brasil, o técnico da seleção masculina de futebol, Carlo Ancelotti, afirmou que Neymar, Casemiro e Danilo não fazem parte dos planos da Canarinho. Em entrevista ao ge, publicada nesta quinta-feira (30), o treinador afirmou que busca um elenco mais jovem para Copa América dde 2028.
"Acho que com essa Copa do Mundo termina uma geração de jogadores muito importantes. Começando por Neymar. Passando por Danilo, Casemiro, todos esses jogadores que na Copa do Mundo tinham mais de 30 anos", disse Ancelotti.
"Vamos mapear os novos jogadores que possam entrar, não digo na próxima Copa do Mundo de 2030, mas que possam já ser competitivos no primeiro objetivo, que é a Copa América de 2028."
Na última quarta-feira (29), o atacante Neymar, de 34 anos, anunciou sua aposentadoria da seleção, após a eliminação do Brasil na Copa do Mundo deste ano. O meio-campista Casemiro, de 34 anos, e o zagueiro Danilo, de 35, ainda não anunciaram suas aposentadorias da seleção.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) confirmou os primeiros compromissos da Seleção Brasileira masculina após a Copa do Mundo de 2026. A equipe comandada por Carlo Ancelotti enfrentará Austrália e Índia na Data Fifa entre os dias 21 de setembro e 6 de outubro, abrindo o ciclo de preparação para a Copa América de 2028 e a Copa do Mundo de 2030.
O Brasil disputará três amistosos no período. Os dois primeiros serão contra a Austrália. O confronto de estreia está marcado para o dia 25 de setembro, no Queensland Country Bank Stadium, em Townsville, cidade localizada no nordeste australiano. A arena, inaugurada em 2020, tem capacidade para mais de 25 mil torcedores.
Na sequência, a Amarelinha volta a enfrentar os australianos em 29 de setembro, desta vez no Suncorp Stadium, em Brisbane.
O terceiro compromisso será diante da Índia, em um duelo inédito entre as seleções principais. A partida está prevista para o dia 3 de outubro, no Estádio Vivekananda Yuba Bharati Krirangan, conhecido como Estádio Salt Lake, em Calcutá.
Coordenador executivo geral das Seleções Masculinas, Rodrigo Caetano destacou o início do novo ciclo e afirmou que os amistosos serão importantes para a formação da equipe visando ao Mundial de 2030.
“Representar a Seleção Brasileira em qualquer jogo é de enorme responsabilidade, ainda mais no início de um novo ciclo, em que esperamos ter uma maior tranquilidade, para que justamente cheguemos em 2030 com uma equipe e um elenco bastante sólidos e melhores do que em 2026”, reforçou.
Após Neymar confirmar que não voltará a atuar pela Seleção Brasileira, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) estuda homenagear o camisa 10 com um jogo de despedida. Segundo informações do jornal O Globo, a ideia ainda está em etapa embrionária e não tem uma data definida.
Segundo a CBF, um jogo de despedida para Neymar é uma possibilidade, mas, no momento, não há nada previsto, pois o jogador continua em atividade. O atacante tem contrato com o Santos até o fim de 2026, e seu futuro no futebol ainda é incerto.
Neymar confirmou que não voltará a defender a Seleção Brasileira. A declaração foi dada na noite da última terça-feira (28), após a vitória do Santos por 4 a 2 sobre a Universidad Central, da Venezuela, pela Copa Sul-Americana.
Na zona mista da Vila Belmiro, o camisa 10 afirmou que seu ciclo com a Amarelinha chegou ao fim. A decisão foi anunciada pouco mais de três semanas depois da eliminação do Brasil nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026.
“Meu momento na Seleção Brasileira já foi. Fiz história, fui muito feliz, dei meu sangue, minha vida, sempre briguei e lutei pela Amarelinha, mas eu acho que não quero mais, não”, declarou.
Pela Seleção Brasileira, Neymar marcou 80 gols e deu 58 assistências em 130 jogos. Seu único título com a camisa da equipe principal do Brasil foi a Copa das Confederações de 2013. Ele também conquistou a medalha de ouro na Olimpíada de 2016, porém pela equipe sub-23.
O atacante Ruan Pablo, do Bahia, foi novamente convocado para a Seleção Brasileira Sub-20. O técnico Paulo Victor anunciou, nesta terça-feira (28), a lista com 24 jogadores para os amistosos diante da Bolívia, marcados para os dias 9 e 12 de agosto, na Granja Comary, em Teresópolis (RJ).
Presença frequente nas convocações das categorias de base da Seleção Brasileira, Ruan Pablo segue integrado ao ciclo de preparação para o Campeonato Sul-Americano Sub-20, previsto para janeiro de 2027. O atacante do Tricolor vem sendo acompanhado pela comissão técnica e mantém sequência entre os atletas chamados desde o início do novo trabalho da equipe.
Os dois amistosos servirão para a observação dos jogadores e para o desenvolvimento do modelo de jogo adotado pela comissão técnica. Os horários das partidas ainda não foram divulgados.
Segundo Paulo Victor, enfrentar uma seleção sul-americana faz parte do planejamento para aumentar o nível de competitividade da equipe durante a preparação para o torneio continental.
"A lista traz uma mescla de jogadores que já vêm participando desse processo novo da Seleção Sub-20 desde março, em São Paulo, juntamente com atletas que estão vindo pela primeira vez, valorizando o processo de observação do Campeonato Brasileiro Sub-20, das Séries A e Série B, torneios muito positivos para nós, enquanto Comissão Técnica da Seleção Sub-20, observarmos esses atletas em alto nível", disse o treinador.
Além de manter jogadores que já fazem parte do grupo, a convocação também abre espaço para novos nomes observados nas competições de base nacionais, dando sequência ao processo de renovação da Seleção Brasileira Sub-20.
Confira abaixo a lista de convocação completa:
Goleiros
João Pedro (Santos)
Kauan Lima (Palmeiras)
Léo Nannetti (Flamengo)
Laterais
Ryan (Red Bull Bragantino)
Ângelo (São Paulo)
Pedro Gabriel (Grêmio)
Rafael Gonzaga (Santos)
Zagueiros
Breno (Red Bull Bragantino)
Bruno André (Vasco da Gama)
João Ananias (Santos)
João Souza (Flamengo)
Luis Eduardo (Grêmio)
Meio-Campistas
Chrystian (Red Bull Bragantino)
Djhordney (São Paulo)
João Paulo (Palmeiras)
Luis Pacheco (Palmeiras)
Pedro Ferreira (São Paulo)
Yuri Leles (FC Liefering-AUS)
Atacantes
Bruninho (Shakhtar Donetsk-UCR)
Dieguinho (Corinthians)
Erick Belé (Palmeiras)
Heittor (Palmeiras)
Jhuan Nunes (Red Bull Bragantino)
Ruan Pablo (Bahia)
Neymar confirmou que não voltará a defender a Seleção Brasileira. A declaração foi dada na noite da última terça-feira (28), após a vitória do Santos por 4 a 2 sobre a Universidad Central, da Venezuela, pela Copa Sul-Americana.
Na zona mista da Vila Belmiro, o camisa 10 afirmou que seu ciclo com a Amarelinha chegou ao fim. A decisão foi anunciada pouco mais de três semanas depois da eliminação do Brasil nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026.
“Meu momento na Seleção Brasileira já foi. Fiz história, fui muito feliz, dei meu sangue, minha vida, sempre briguei e lutei pela Amarelinha, mas eu acho que não quero mais, não”, declarou.
A última partida de Neymar pela Seleção foi a derrota por 2 a 1 para a Noruega, no dia 5 de julho, pelas oitavas de final do Mundial. Erling Haaland marcou os dois gols da equipe europeia, enquanto o atacante brasileiro descontou em cobrança de pênalti nos acréscimos.
Após o apito final, Neymar já havia indicado que poderia ter realizado seu último jogo pelo Brasil, mas ainda não havia confirmado oficialmente a aposentadoria da equipe nacional.
NÚMEROS PELA SELEÇÃO
Neymar encerra a trajetória pela Seleção Brasileira com 80 gols e 58 assistências em 130 partidas. O atacante deixa a equipe como o maior artilheiro da história do país nas contas da Fifa.
O único título conquistado pelo jogador com a Seleção principal foi a Copa das Confederações de 2013. Neymar também liderou o Brasil na conquista da medalha de ouro nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, competição disputada por uma equipe sub-23, com a presença de atletas acima da idade permitida.
O camisa 10 disputou quatro edições da Copa do Mundo: 2014, 2018, 2022 e 2026. Ao todo, marcou nove gols e entrou no grupo dos três maiores artilheiros brasileiros da história do torneio.
Na edição de 2026, Neymar entrou em campo diante da Escócia, pela fase de grupos, e contra a Noruega, nas oitavas de final.
No duelo de despedida, o atacante marcou de pênalti nos acréscimos, discutiu com o goleiro Ørjan Nyland e deixou o gramado chorando após mais uma eliminação brasileira no mata-mata do Mundial.
Neymar também chegou a 14 partidas disputadas em Copas do Mundo, mesmo número de Pelé, Gilmar e Leão.
A Seleção Brasileira já conhece a adversária na grande decisão da Liga das Nações Feminina de Vôlei (VNL). Na manhã deste sábado (25), a Turquia confirmou a classificação ao derrotar a China, dona da casa, por 3 sets a 0, em Macau.
As turcas venceram com parciais de 25/21, 25/15 e 25/20 e enfrentarão o Brasil neste domingo (26), às 8h30, pelo horário de Brasília.
Diferentemente da Seleção Brasileira, que busca o primeiro troféu da competição, a Turquia já conquistou a Liga das Nações. O título veio em 2023, quando as europeias superaram a própria China por 3 sets a 1, com parciais de 25/22, 22/25, 25/19 e 25/16.
O Brasil garantiu lugar na final ao vencer a Itália por 3 sets a 2, também neste sábado, após uma virada na semifinal. A equipe comandada por José Roberto Guimarães chega à decisão com retrospecto recente favorável diante das turcas.
A Seleção Brasileira venceu os últimos três confrontos entre as equipes. Em 2024, fez 3 sets a 0 na fase preliminar da VNL e voltou a superar a Turquia por 3 sets a 1 na disputa da medalha de bronze dos Jogos Olímpicos de Paris.
No ano passado, as seleções se reencontraram pela Liga das Nações, com novo triunfo brasileiro por 3 sets a 1.
Na semifinal contra a China, a Turquia apresentou superioridade ofensiva e marcou 54 pontos de ataque, contra 36 das adversárias. A equipe europeia também anotou cinco pontos de saque.
A oposta Melissa Vargas foi a maior pontuadora do confronto, com 23 pontos, sendo 21 de ataque. A ponteira Ilkin Aydin também teve participação importante na classificação, com 15 pontos.
Desde a criação da Liga das Nações, em 2018, o Brasil disputou quatro finais e terminou com a medalha de prata em todas elas. Neste domingo, a Seleção terá nova oportunidade de conquistar o título inédito.
O Brasil está na final da Liga das Nações Feminina de Vôlei (VNL). Neste sábado (25), a Seleção Brasileira saiu atrás, reagiu e venceu a Itália por 3 sets a 2, em Macau, na China, pela semifinal da competição.
As parciais do triunfo brasileiro foram de 21/25, 25/21, 26/24, 21/25 e 15/12. Ana Cristina marcou 23 pontos e terminou como a maior pontuadora da partida.
Com a vitória sobre as atuais bicampeãs da VNL, a equipe comandada por José Roberto Guimarães manteve vivo o sonho de conquistar o título inédito. Desde a criação do torneio, em 2018, o Brasil chegou quatro vezes à decisão, mas terminou com a medalha de prata em todas elas.
A disputa pelo ouro será neste domingo (26), às 8h30, pelo horário de Brasília. O adversário brasileiro sairá do confronto entre Turquia e China.
Ao longo da competição, a Seleção Brasileira precisou lidar com problemas físicos e desfalques importantes. Gabi não entrou em quadra na VNL por causa de um desconforto na região lombar.
Júlia Kudiess sofreu uma lesão no ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo durante a última partida da fase classificatória. Tainara também se lesionou no decorrer do torneio.
A líbero Nyeme também não participou da competição. A jogadora permaneceu no Brasil ao lado da filha Antonella, de pouco mais de um ano.
Mesmo com as baixas, o Brasil eliminou uma adversária que conquistou resultados importantes nos últimos anos. Além dos dois títulos consecutivos da VNL, a Itália ganhou a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Paris, em 2024, e no Campeonato Mundial de 2025.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) estava ciente do interesse italiano em Carlo Ancelotti, técnico da Seleção Brasileira. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (23) por Paolo Maldini, novo diretor de seleções da Federação Italiana de Futebol (FIGC). Segundo informações do colunista do jornal O Globo Diogo Dantas, a entidade soube da tentativa por meio do próprio treinador.
Ancelotti teria comunicado à CBF sobre o contato da seleção italiana e informou que apenas "agradeceu" o convite e não cogita deixar a Seleção Brasileira.
O técnico italiano renovou o contrato com a Seleção Brasileira até o fim da Copa do Mundo de 2030. O acordo foi oficializado pela CBF antes mesmo do Mundial de 2026, em que o Brasil foi eliminado nas oitavas de final pela Noruega.
Com a negativa do treinador, a Itália voltou seu interesse para o espanhol Pep Guardiola, sem clube desde que deixou o Manchester City, para substituir Gennaro Gattuso, demitido após o país não se classificar para a Copa do Mundo pela terceira edição seguida.
O ex-zagueiro italiano Paolo Maldini, atual diretor de seleções da Federação Italiana de Futebol (FIGC), revelou que a entidade procurou Carlo Ancelotti para assumir o comando da Azzurra antes de iniciar conversas com Pep Guardiola. Segundo ele, a prioridade foi consultar os principais treinadores do futebol mundial.
"Achamos justo começar pelos melhores do mundo, mas é preciso verificar a disponibilidade de cada um", disse Maldini durante entrevista coletiva.
Ancelotti, no entanto, tem contrato com a seleção brasileira até a Copa do Mundo de 2030, o que dificulta qualquer possibilidade de saída.
Segundo o jornal La Gazzetta dello Sport, Guardiola também está distante de um acordo. O espanhol teria pedido cerca de 20 milhões de euros por temporada, enquanto a FIGC trabalha com um orçamento próximo de 10 milhões de euros para o cargo.
Sem consenso nas negociações, a federação avalia outras opções para substituir Gennaro Gattuso, demitido após a Itália ficar fora da Copa do Mundo de 2026. Andrea Pirlo desponta como principal alternativa, seguido por Roberto Mancini e Antonio Conte.
Maldini e o brasileiro Leonardo foram anunciados recentemente para cargos executivos na FIGC e conduzem o processo de escolha do novo comandante da Azzurra.
Internado há 36 dias, o ex-técnico da Seleção Brasileira Carlos Alberto Parreira, de 83 anos, apresentou uma melhora global em seu quadro médico. Segundo o Hospital Samaritano Barra, o tetracampeão está lúcido, colaborativo e com a função renal estabilizada, não precisando mais de diálise.
Em nota, a unidade de saúde informou, nesta quarta-feira (22), que Parreira deve deixar a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) até o fim de semana, sendo transferido para uma unidade semi-intensiva – área hospitalar voltada para pacientes que apresentam um quadro estável, mas que ainda exigem atenção especial e monitoramento regular.
Parreira está na UTI desde o dia 16 de junho, quando deu entrada no Hospital Samaritano com o diagnóstico de inflamação pulmonar. Na época, ao Bahia Notícias, o ex-meia da Seleção Brasileira Zinho, campeão mundial em 1994, revelou que o ex-técnico havia precisado ser intubado.
Desde então, ele já foi submetido a alguns procedimentos. No fim do mês passado, passou por uma cirurgia na via aérea superior e, no dia 7, foi submetido a uma traqueostomia. Parreira permanece sendo acompanhado pelo pneumologista intensivista Arthur Vianna e pela equipe assistencial e multidisciplinar do Hospital Samaritano.
Figura histórica da Seleção Brasileira, Parreira participou diretamente de algumas das principais conquistas do futebol nacional. Integrante da comissão técnica campeã do mundo em 1970 como preparador físico, ele alcançou o auge da carreira ao comandar o Brasil no tetracampeonato mundial conquistado nos Estados Unidos, em 1994.
Além do título da Copa do Mundo, o treinador também esteve à frente da equipe nas campanhas vencedoras da Copa América de 2004 e da Copa das Confederações de 2005. Em 2013, retornou à Seleção como coordenador técnico para o ciclo da Copa do Mundo de 2014 e integrou a comissão que conquistou a Copa das Confederações disputada no Brasil.
Parreira ainda teve duas outras passagens pelo comando da equipe nacional, em 1983 e na Copa do Mundo de 2006. Ao longo de sua trajetória na Seleção, acumulou 177 partidas, consolidando seu nome entre os profissionais mais importantes da história do futebol brasileiro.
A seleção brasileira feminina de vôlei chega, nesta quarta-feira (22), às quartas de final da Liga das Nações (VNL). Terceira colocada na fase preliminar, a equipe comandada por José Roberto Guimarães enfrenta o Japão às 8h30 (horário de Brasília), em Macau, na China.
O jogo de mata-mata vale uma vaga nas semifinais em meio a caminhada da seleção brasileira em busca do título mundial inédito. Essa fase da Liga das Nações (VNL) Feminina de Vôlei conta com oito seleções na disputa. A final da competição está prevista para domingo (26), com a decisão do título.
Além do confronto das brasileiras, as quartas de final da Liga das Nações terão os seguintes jogos:
22 de julho, às 5h – Itália x Holanda;
22 de julho, às 8h30 – Brasil x Japão;
23 de julho, às 5h – Turquia x Canadá;
23 de julho, às 8h30 – Estados Unidos x China.
Um dos principais nomes da Seleção Brasileira na Copa de 2022, Richarlison ficou de fora dos 26 convocados para a edição deste ano, mas renovou o seu acervo de piadas contra a Argentina. Em vídeo gravado pela namorada e compartilhado por meio dos stories, no domingo (19), o atacante aparece dando um “peixinho” no chão após o gol de Ferran Torres, que garantiu a vitória da Espanha sobre os alvicelestes.
??VÍDEO: Richarlison comemora gol de Ferran Torres que garantiu a derrota da Argentina na Copa
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) July 20, 2026
????Redes sociais / VaiDesmaiar
Confira?? pic.twitter.com/MKT6E08WZU
O jogador do Tottenham já demonstrou antipatia pelos argentinos mais de uma vez. Defensor da rivalidade entre os brasileiros e os hermanos, Richarlison, em 2021, durante os Jogos Olímpicos de Tóquio, zoou a Argentina após a eliminação ainda na fase de grupos.
Ele e outros jogadores brasileiros publicaram "Tchau, hermanitos!" nas redes sociais após a queda argentina. Mais tarde, após conquistar a medalha de ouro, o atacante provocou os rivais durante uma live pós-título, recitando a frase: “jogaram como nunca, perderam como sempre”. Veja o momento abaixo.
quando vc tá na competição de quem odeia mais argentino e seu oponente é o richarlisson pic.twitter.com/H9Uj6wToWM https://t.co/ER89fjAwTV
— ???? ???? ???? ???? ???? (@kyloteez) July 20, 2026
Os argentinos, campeões em 2022, terminaram a edição de 2026 com o vice-campeonato. O jogo deste domingo foi finalizado em 1 a 0 para a Espanha, com o gol de Ferran na prorrogação, fazendo com que a La Furia conquistasse o mundo após 16 anos. A primeira taça havia sido levantada em 2010, na África do Sul, quando a seleção venceu a Holanda por 1 a 0, também na prorrogação.
O Brasil caiu na Copa de 2026 ainda nas oitavas de final contra a Noruega, por 2 a 1. Após uma temporada abaixo da média pelo Tottenham, que brigou para não cair na Premier League, o atacante, apesar de ter feito parte do ciclo, ficou fora da convocação para o torneio.
A Copa do Mundo de 2026 terminou e, para o Brasil, o debate já se deslocou para 2030. Depois da eliminação nas oitavas de final para a Noruega, pior campanha da Seleção desde 1990, o novo ciclo começa cercado de dúvidas sobre o futuro da equipe, da CBF e também de Neymar.
A última rodada do estudo Eu Vi o Brasil - O país do futebol?, realizado semanalmente pela agência de pesquisas de mercado IMO Insights, indica que parte relevante do torcedor brasileiro já enxerga o fim da passagem de Neymar pela Seleção. Segundo o levantamento, 46% dos entrevistados consideram encerrado o ciclo do atacante com a camisa amarelinha.
O número, no entanto, não representa uma maioria absoluta. Outros 36% defendem que Neymar ainda merece seguir na Seleção Brasileira, enquanto 18% não concordam nem discordam sobre a permanência do jogador no próximo ciclo.
A discussão passa também pela idade. Neymar tem 34 anos e chegará à Copa de 2030 com 38, mesma faixa etária em que Lionel Messi disputou o Mundial de 2026 pela Argentina. Ainda assim, os dados indicam que o debate deixou de ser apenas físico ou técnico e passou a envolver também a percepção do torcedor sobre renovação.
Segundo a pesquisa, 67% dos entrevistados concordam que a saída de Neymar abriria espaço para uma renovação da Seleção pensando em 2030. Apenas 14% discordam, enquanto 18% não têm opinião definida.
A diretora de Operações da IMO, Simona Karen Miranda, afirmou que os números mostram perda de força da imagem do jogador entre os brasileiros. De acordo com ela, Neymar perdeu seis pontos percentuais como jogador preferido em relação ao levantamento anterior à Copa, aumentou três pontos como atleta de quem os torcedores menos gostam e caiu cinco pontos como nome que melhor representa o espírito da Seleção.
"Os números sugerem que a discussão em torno de Neymar deixou de ser apenas técnica e passou a refletir um desejo de mudança de ciclo por parte de uma parcela significativa dos brasileiros. Não indica apenas uma perda de popularidade do jogador, mas também uma maior disposição do torcedor para enxergar o futuro da Seleção sem ele", avaliou Simona.
Neymar teve uma participação limitada na Copa do Mundo de 2026. O atacante conviveu com uma lesão grau dois na panturrilha direita durante a preparação e disputou apenas 55 minutos no torneio. Ele entrou por 15 minutos diante da Escócia, na fase de grupos, e atuou cerca de 40 minutos na derrota para a Noruega, quando marcou o gol brasileiro em cobrança de pênalti.
Fora da Seleção, o futuro profissional do camisa 10 também é acompanhado com cautela. Neymar tem contrato com o Santos até o fim de 2026 e se reapresentou ao clube na última sexta-feira (17), após período de descanso nos Estados Unidos.
Caso a trajetória pela Seleção tenha chegado ao fim, Neymar deixa números históricos. Pela contagem da Fifa, o atacante é o maior artilheiro da história do Brasil, à frente de Pelé. Também conquistou pela Seleção principal a Copa das Confederações de 2013 e, com a equipe olímpica, foi medalhista de ouro nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016.
A cobrança do torcedor, porém, não se limita a Neymar. O estudo também aponta pressão sobre a Confederação Brasileira de Futebol. Para 86% dos entrevistados, a CBF precisa passar por mudanças profundas para que o Brasil volte a ser uma potência no futebol mundial.
Além disso, 72% concordam que problemas de gestão contribuíram para a eliminação precoce da Seleção. O ciclo entre 2022 e 2026 foi marcado por instabilidade política na entidade e por quatro mudanças de treinador, do interino Ramon Menezes a Carlo Ancelotti, passando por Fernando Diniz e Dorival Júnior.
Mesmo assim, a responsabilidade pela queda nas oitavas foi dividida pelo público. Apenas 14% apontaram a CBF como principal culpada pela eliminação. O desempenho dos jogadores apareceu à frente, com 30%, seguido pelas decisões de Ancelotti, com 20%, e pela convocação, com 19%. Só 6% avaliaram que a Noruega simplesmente foi melhor.
Para Simona, os dados mostram que o torcedor reconhece a perda de protagonismo do futebol brasileiro, mas ainda resiste a interpretar a eliminação como reflexo de um problema definitivo de talento.
"Em outras palavras, embora 70% reconheçam que o Brasil perdeu protagonismo no cenário mundial, ainda prevalece a percepção de que o problema está na forma como esta Seleção jogou esta Copa e não em uma perda definitiva da capacidade do país de revelar talentos ou voltar a disputar títulos", finalizou.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) reuniu, na última terça-feira (14), vice-presidentes, diretores da entidade e presidentes das federações estaduais para apresentar um balanço do primeiro ano da atual gestão e detalhar o planejamento das Seleções Brasileiras para os próximos ciclos.
Durante o encontro, realizado após a eliminação da Seleção Masculina na Copa do Mundo de 2026, a CBF apresentou o cronograma de preparação da equipe feminina para o Mundial de 2027, que será disputado no Brasil, além dos primeiros objetivos traçados para o ciclo da Seleção Masculina até 2030.
De acordo com a entidade, o primeiro ano da gestão de Samir Xaud foi marcado pela reforma do calendário do futebol brasileiro, criação de grupos de trabalho voltados ao Fair Play Financeiro, arbitragem e categorias de base, além da retomada do diálogo institucional com clubes e federações.
Apesar do desempenho da Seleção Masculina na Copa do Mundo, o presidente da CBF afirmou que o trabalho desenvolvido pela entidade terá continuidade, com atenção imediata ao Mundial Feminino e ao próximo ciclo da equipe masculina.
"Claro que esperávamos um resultado mais positivo na Copa do Mundo Masculina, mas é importante mostrar tudo o que está acontecendo: o trabalho que vem sendo realizado na base, com integração entre as categorias, tanto no masculino como no feminino. Então, o trabalho não para, é contínuo. Viramos uma página e agora voltamos o foco para o Mundial Feminino, além do ciclo para 2030", declarou Samir Xaud.
O encontro também teve como objetivo prestar contas sobre os projetos executados pela atual gestão. O coordenador executivo das Seleções Masculinas, Rodrigo Caetano, e o técnico da Seleção Feminina Principal, Arthur Elias, participaram da apresentação.
SELEÇÃO MASCULINA
Rodrigo Caetano apresentou aos dirigentes o planejamento realizado pela Seleção Masculina desde a chegada do técnico Carlo Ancelotti, que teve 13 meses de trabalho antes da disputa da Copa do Mundo de 2026.
Segundo a CBF, a preparação incluiu a escolha de adversários de alto nível e representantes de diferentes escolas do futebol mundial. A integração entre as equipes de base e a Seleção Principal também foi destacada durante a reunião.
Dos 26 jogadores convocados para o Mundial, 23 tiveram passagens pelas categorias de base da Seleção Brasileira. A entidade também informou que todas as equipes inferiores tiveram aumento na quantidade de partidas disputadas durante a atual gestão, em comparação com temporadas anteriores.
Para o ciclo até a Copa do Mundo de 2030, a CBF estabeleceu dois objetivos principais: conquistar a Copa América de 2028 e terminar as Eliminatórias Sul-Americanas na primeira colocação.
COPA DO MUNDO FEMININA DE 2027
Arthur Elias apresentou o planejamento estruturado para a participação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo Feminina de 2027, que será realizada pela primeira vez no país.
A preparação prevê quatro Datas FIFA entre outubro de 2026 e abril de 2027, com amistosos contra adversários de alto nível. Entre os confrontos já previstos estão partidas diante do Japão, no fim deste ano. As demais seleções ainda serão definidas.
O cronograma também contempla a convocação da equipe em maio de 2027 e um período de preparação na Granja Comary, em Teresópolis, entre os dias 1º e 12 de junho.
O último amistoso antes da Copa está inicialmente previsto para 13 de junho. A chegada da delegação ao centro de treinamento que será utilizado durante o torneio deve ocorrer no dia seguinte. A estreia brasileira está projetada para 24 de junho, mas as datas ainda precisam ser confirmadas.
Segundo a CBF, o planejamento é baseado em pilares como identidade, modelo e plano de jogo. A intenção é preparar uma equipe competitiva e utilizar o fator casa na tentativa de conquistar o primeiro título mundial da Seleção Feminina.
ARBITRAGEM
Na área da arbitragem, o diretor Netto Góes apresentou a estrutura da recém-criada Diretoria de Arbitragem da CBF. O departamento tem como pilares governança, transparência, tecnologia, inovação, formação de profissionais e fortalecimento da representação brasileira no cenário internacional.
Durante o encontro, também foi apresentado aos presidentes das federações estaduais o novo presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, Sandro Meira Ricci.
Presidente da Federação Paulista de Futebol, Reinaldo Carneiro Bastos afirmou que a reunião serviu para destacar os projetos desenvolvidos durante o primeiro ano da atual administração da entidade.
"A gente precisa, nesta hora, olhar tudo o que foi feito no futebol brasileiro. No calendário, na arbitragem, na base, na segurança, no futebol feminino e na tranquilidade da gestão. Em todos esses aspectos, nós tivemos vitórias. Acho que é o momento de pensarmos na reconstrução do futebol, da Seleção Brasileira, e também focarmos muito na próxima Copa do Mundo que temos e no trabalho mais longevo, de muita qualidade, do Arthur Elias no futebol feminino", afirmou.
O presidente da Federação de Futebol do Distrito Federal, Daniel Vasconcelos, destacou a participação de clubes e federações nas discussões promovidas pela atual administração da CBF.
"Acho que toda a diretoria está de parabéns pela gestão do presidente Samir. Tivemos um ano com muita coragem na questão da formação da arbitragem, na comissão criada para a base e em vários temas importantes que antes não foram enfrentados. A gestão está de parabéns. Hoje, temos as nossas 27 federações muito alinhadas com a gestão da CBF", concluiu.
Projetando um possível hexacampeonato do Brasil na Copa do Mundo de 2030, o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), fez um apelo para que Neymar volte a defender a Seleção Brasileira no próximo Mundial. O atacante anunciou a aposentadoria da equipe nacional após a eliminação para a Noruega por 2 a 1, nas oitavas da edição de 2026.
A declaração foi feita durante entrevista ao Flow News, nesta quarta-feira (15). Ao comentar sua trajetória política, Flávio relembrou a eleição para deputado estadual, em 2002. "Eu fui o deputado mais jovem da história do Brasil, com 21 anos de idade. Foi em 2002 a minha eleição, já estou com uma estrada, já estou com cabelinho branco", afirmou.
Na sequência, o host do programa, Igor Coelho, lembrou que aquele também foi o ano da primeira eleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Flávio então relacionou o tema ao desempenho da Seleção Brasileira.
"Também foi o ano que o Brasil ganhou a última Copa. Desde que o Lula é presidente, o Brasil não ganhou mais nada. Campeão do mundo, esquece", declarou. Em seguida, fez uma promessa em tom de brincadeira: "Se eu for presidente do Brasil, nós vamos voltar a ser campeões do mundo. Bora, Brasil."
Ao falar sobre a próxima Copa, o senador direcionou um recado ao camisa 10 da Canarinho. "Neymar, prepara aí, bicho, tu tem que voltar. Olha o que o Messi tá fazendo, você pode também."
Flávio também contou que conversou com o presidente da Argentina, Javier Milei, sobre o desempenho de Lionel Messi, destaque da seleção argentina na Copa do Mundo de 2026. Segundo o senador, Milei teria afirmado que o atacante realiza um tratamento regenerativo envolvendo o próprio DNA para manter o alto rendimento aos 39 anos, e sugeriu que Neymar adotasse um procedimento semelhante.
"Por exemplo, eu tenho um problema no joelho, ele faz um tratamento que recompõe o joelho e deixa zerado. O Neymar tá com 34, ele tem que pegar umas dicas com o Messi e bora se dedicar. Não tem nenhum talento igual ao Neymar no Brasil. Imagina ele bem fisicamente, não tem pra ninguém, ele vai destruir", afirmou.
Até o momento, não há qualquer confirmação pública de que Lionel Messi realize um tratamento de "recomposição de DNA", como citado por Flávio Bolsonaro. O tratamento médico amplamente conhecido na carreira do argentino foi a reposição do hormônio do crescimento (GH), realizada na infância após o diagnóstico de deficiência do hormônio do crescimento (DGH), condição que comprometia seu desenvolvimento físico.
Caso volte a disputar uma Copa do Mundo, Neymar terá 38 anos, idade próxima à de Messi na edição de 2026, em que o argentino conduziu a seleção à final contra a Espanha, que ocorrerá no próximo domingo (19), às 16h (horário de Brasília), no MetLIfe Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou a postura e o desempenho dos jogadores da Seleção Brasileira após a eliminação na Copa do Mundo. A declaração foi feita nesta segunda-feira (13), durante um evento em São Paulo. Em tom de brincadeira, o chefe do Executivo afirmou que teria sido melhor levar um dos robôs desenvolvidos pelo Instituto Mauá de Tecnologia, pois ele chutaria a bola mais alto.
Confira a declaração:
Ao observar um robô criado por um dos estudantes da instituição, o presidente voltou a brincar sobre a atuação da Seleção Brasileira. “O menino fez um robô agressivo, parecia o Mbappé, parecia o Haaland. O robô joga a bola lá para cima. Eu falei para o Ancelotti: se quiser contratar, contrata esse robô, porque ele vai fazer o Brasil ganhar a Copa do Mundo”, critica.
Em referência ao fato de parte da delegação não ter retornado ao Brasil no avião fretado disponibilizado para a equipe após a derrota por 2 a 1 para a Noruega, nas oitavas de final do torneio, em 5 de julho, o presidente voltou a ironizar a situação.
“Mandei um recado para o Ancelotti, técnico da Seleção Brasileira. Aquela que foi com um monte de gente e voltou ‘sozinha’. Quase não tinha ninguém para voltar no avião da seleção, gente. Que vergonha. Só voltou um jogador no avião, gente; o resto ficou tudo para lá. Se tivesse ganho [o torneio], estava todo mundo dançando aqui”, disse Lula.
O ex-volante Kléberson, campeão da Copa do Mundo de 2002 com a seleção brasileira, foi submetido a exames nesta segunda-feira (13) no Hospital Cardiológico Costantini, em Curitiba, após relatar dores na região do peito. Depois de um check-up completo, ele recebeu alta médica.
De acordo com Dayane Willians, esposa do ex-jogador, os exames apontaram uma obstrução de 50% em três artérias. Apesar da constatação, os médicos descartaram a ocorrência de infarto, e Kléberson passa bem.
A atualização sobre o estado de saúde do ex-atleta foi divulgada por Dayane nas redes sociais. Na publicação, ela afirmou que o episódio serviu de alerta para a adoção de novos hábitos.
"Ele está bem! Agora é redobrar os cuidados e mudar o estilo de vida. Prometo cuidar bem do coração do nosso campeão."
Revelado pelo Athletico, Kléberson foi um dos principais nomes da equipe na conquista do Campeonato Brasileiro de 2001. O desempenho o levou à seleção brasileira, onde assumiu a titularidade durante a campanha do pentacampeonato mundial, em 2002. Na final contra a Alemanha, deu a assistência para um dos gols de Ronaldo na vitória que garantiu o quinto título da Copa do Mundo ao Brasil.
Andrey Santos agora veste vermelho. O Manchester United anunciou oficialmente nesta segunda-feira (13) a contratação do meio-campista brasileiro, que estava no Chelsea. Aos 22 anos, o jogador chega para reforçar o setor de meio-campo dos Red Devils.
Andrey assinou contrato por cinco temporadas com o clube inglês. A negociação, segundo informações do jornalista Fabrizio Romano, gira em torno de 56 milhões de euros, cerca de R$ 329 milhões, com mais 2,4 milhões de euros, aproximadamente R$ 12 milhões, em possíveis bônus. O The Guardian informou que o acordo foi fechado por 48 milhões de libras, com mais 2 milhões de libras em adicionais.
Revelado pelo Vasco, Andrey Santos surgiu como uma das principais promessas do futebol brasileiro. O volante ganhou espaço no profissional cruz-maltino em 2022 e deixou São Januário no ano seguinte, quando foi negociado com o Chelsea.
A chegada à Inglaterra, no entanto, não significou espaço imediato no elenco londrino. Sem sequência no Chelsea, Andrey passou por empréstimos ao Nottingham Forest e ao Strasbourg, da França. Foi no futebol francês que o brasileiro conseguiu seu melhor momento na Europa.
Pelo Strasbourg, clube ligado ao mesmo grupo controlador do Chelsea, Andrey ganhou minutagem, assumiu protagonismo e passou a ser observado com mais atenção no mercado europeu. O volante marcou 10 gols durante a passagem pela equipe francesa e se consolidou como um meio-campista de chegada à área e boa capacidade física.
De volta ao Chelsea, Andrey disputou mais espaço entre 2024 e 2026. O brasileiro somou 47 partidas pelo clube antes de ser negociado com o Manchester United.
O clube inglês, que busca fazer uma reformulação em seu setor de meio-campo, chegou a avançar por Éderson, da Atalanta, mas a negociação caiu após problemas nos exames médicos.
Andrey Santos esteve no radar da Seleção Brasileira. O volante soma seis partidas pela equipe principal, ainda sem gols marcados, e chegou a figurar entre os nomes observados por Carlo Ancelotti para a Copa do Mundo de 2026, mas ficou fora da lista final.
Após ser superado pela Tailândia em sets diretos, o Brasil encerrou a terceira semana da fase classificatória da Liga das Nações Feminina de Vôlei (VNL) com mais uma derrota. Neste domingo (12), em Osaka, no Japão, a Seleção Brasileira perdeu para os Estados Unidos por 3 sets a 0, com parciais de 26/24, 25/22 e 25/16.
Com o resultado, o Brasil sofreu a terceira derrota em 12 partidas na competição. Mesmo com o revés, a equipe brasileira manteve a terceira colocação na tabela de classificação, com 26 pontos.
A maior pontuadora do Brasil foi a ponteira Ana Cristina, com 18 pontos. Na sequência, apareceram a oposta Rosamaria, com 13, e a ponteira Julia Bergmann, com 10. Pelos Estados Unidos, o destaque foi a ponteira Skinner, que comandou a vitória com 21 pontos, sendo 18 de ataque e três de bloqueio.
O Brasil começou o primeiro set em ritmo forte e abriu 5 a 1 nos pontos iniciais, aproveitando os erros das norte-americanas e a boa eficiência no ataque. A vantagem chegou a 9 a 6, mas os Estados Unidos reagiram e empataram em 10 a 10.
A partir daí, a parcial ficou equilibrada, com trocas constantes de liderança. A Seleção Brasileira buscou a igualdade em 16 a 16 e 22 a 22, mas não conseguiu conter as adversárias na reta final. Mais eficientes nos pontos decisivos, as norte-americanas fecharam em 26 a 24.
No segundo set, as equipes começaram trocando pontos até o empate em 4 a 4. Os Estados Unidos abriram 6 a 4, mas o Brasil reagiu, igualou em 8 a 8, virou para 10 a 8 e ampliou a vantagem para 14 a 10.
As norte-americanas, no entanto, voltaram a crescer na parcial, empataram em 17 a 17 e passaram à frente em 22 a 19. O Brasil ainda tentou reagir, mas os Estados Unidos fecharam em 25 a 22 e abriram 2 sets a 0.
Na terceira parcial, os Estados Unidos começaram melhor e fizeram 5 a 2. O Brasil reagiu, empatou em 6 a 6, virou para 10 a 8 e chegou a abrir 13 a 10. A equipe norte-americana voltou a igualar o placar em 13 a 13 e, a partir daí, assumiu o controle do set.
Com uma sequência de pontos e destaque para Skinner, os Estados Unidos abriram vantagem e não deram chances de reação ao Brasil. As norte-americanas fecharam a parcial em 25 a 16 e confirmaram a vitória por 3 sets a 0.
O Brasil não contará com Júlia Kudiess na fase final da Liga das Nações de vôlei feminino. Segundo comunicado da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV), a central sofreu uma lesão no Ligamento Cruzado Anterior (LCA) do joelho esquerdo durante a derrota por 3 sets a 0 para os Estados Unidos, neste domingo, em Osaka, no Japão.
A jogadora se machucou no início do segundo set, após uma aterrissagem, e precisou deixar a quadra amparada por membros da comissão técnica. Depois da partida, exames de imagem confirmaram a lesão.
De acordo com a CBV, Júlia já iniciou o tratamento fisioterapêutico e retornará ao Brasil para passar por novas avaliações médicas.
Nas redes sociais, a central lamentou o novo problema físico e falou sobre a frustração de ficar fora dos jogos decisivos da Seleção Brasileira.
"Difícil acreditar que isso aconteceu de novo. Justo no momento em que eu estava vivendo uma das fases mais felizes da minha vida. É difícil encontrar palavras para descrever a dor e a frustração que estou sentindo agora", escreveu.
Com a derrota para os Estados Unidos, o Brasil encerrou a fase preliminar da Liga das Nações na terceira colocação. A Seleção agora aguarda os demais jogos da última rodada para conhecer o adversário nas quartas de final.
A fase final da VNL será disputada em Macau, na China, entre os dias 22 e 26 de julho. Oito equipes estarão na disputa das quartas de final. Por sediar os confrontos decisivos, a China já está classificada e se junta às outras sete seleções com melhores campanhas na fase preliminar.
Menos de uma semana após a eliminação do Brasil para a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo, Neymar passou a disputar outro tipo de competição. O craque entrou na World Series of Poker, torneio em Las Vegas cuja inscrição custa 10 mil dólares, cerca de R$ 51 mil na cotação atual. A participação do atacante foi divulgada pelo perfil oficial da competição nas redes sociais.
Welcome to the 2026 WSOP @neymarjr!
— WSOP - World Series of Poker (@WSOP) July 11, 2026
The Brazilian soccer superstar has entered the $10,000 six-max after his country was eliminated from the FIFA World Cup roughly one week ago. pic.twitter.com/Mjb3a7i0uG
"Bem-vindo ao WSOP 2026, Neymar Júnior. O superastro do futebol brasileiro entrou no torneio de $10.000 six-max após seu país ser eliminado da Copa do Mundo da FIFA há cerca de uma semana", publicou a organização.
A competição será disputada até a próxima quarta-feira, em Las Vegas, nos Estados Unidos.
Caso o Brasil tivesse avançado diante da Noruega, a Seleção entraria em campo neste sábado, contra a Inglaterra, pelas quartas de final da Copa do Mundo. Os noruegueses, no entanto, também acabaram eliminados, após derrota por 2 a 1 na prorrogação.
Depois da queda brasileira no Mundial, Neymar também foi visto na tarde da última quinta-feira no Epic Universe, novo parque do Universal Orlando Resort, na Flórida.
O atacante deve se reapresentar ao Santos na próxima sexta-feira. Antes disso, na quinta, o Peixe entra em campo contra o Botafogo, no Nilton Santos, pela retomada do Campeonato Brasileiro.
Eliminado da Copa do Mundo de 2026 após a derrota por 2 a 1 para a Noruega nas oitavas de final, o Brasil deixou de movimentar a concentração de torcedores em Nova Jersey. Para quem permanece na região de Nova York, uma das opções para manter o clima de futebol é visitar a loja Pelé Soccer, localizada na Times Square, em Manhattan.
O correspondente do Bahia Notícias na cobertura da Copa, Leonardo Baran, apresentou o espaço, considerado um ponto de encontro para fãs do esporte.
"O que faz o torcedor brasileiro em Nova York sem a presença da nossa seleção? Visitar a loja do Pelé. Fica bem no coração da Times Square e é uma verdadeira devoção ao maior jogador de futebol de todos os tempos."
Segundo o correspondente, o local reúne itens que marcaram a trajetória do Rei do Futebol.
"Lá você encontra pôster gigante do Pelé, a emblemática camisa do Santos que Pelé vestiu por tanto tempo, as camisas da seleção brasileira e do Cosmos, time aqui dos Estados Unidos que Pelé também defendeu. A loja lembra o tricampeonato conquistado pelo Pelé na seleção brasileira. No coração da Times Square, em Manhattan, Nova York, você encontra a loja do Pelé."
Inaugurada em novembro de 2019, a Pelé Soccer fica na esquina da Broadway com a 7ª Avenida, em frente à Times Square. A loja comercializa camisas oficiais de clubes e seleções, chuteiras, artigos esportivos e oferece serviço de personalização de uniformes, atraindo turistas e apaixonados por futebol de diferentes países.
O Brasil foi eliminado do Mundial ao perder por 2 a 1 para a Noruega, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Erling Haaland marcou os dois gols da seleção norueguesa, enquanto Neymar descontou para a equipe brasileira em cobrança de pênalti.
A eliminação da Seleção Brasileira nas oitavas de final da Copa do Mundo provocou uma queda significativa no interesse dos soteropolitanos pelo restante da competição. É o que aponta a sexta rodada da pesquisa realizada pela Duplamente Inteligência de Mercado em parceria com o Bahia Notícias, com 400 moradores de Salvador entrevistados na manhã desta sexta-feira (10), antes da partida entre Espanha e Bélgica pelas quartas de final.
De acordo com o levantamento, 42,5% dos entrevistados afirmaram que não estão torcendo por nenhuma seleção após a eliminação do Brasil, enquanto outros 26% disseram ter perdido completamente o interesse pelo Mundial. Somados, os dois grupos representam 68,5% da amostra, indicando uma redução expressiva do engajamento dos soteropolitanos com a competição.
Segundo a pesquisa, a saída precoce da Seleção Brasileira fez com que muitos torcedores deixassem de acompanhar a Copa com o mesmo envolvimento observado durante a participação da equipe nacional. O estudo também aponta que parte do público passou a assumir uma postura de mero espectador, enquanto outra parcela simplesmente interrompeu o acompanhamento do torneio.
Os dados foram coletados em Salvador com margem de erro de 4,9 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) promoverá, na próxima terça-feira (14), às 14h, uma reunião institucional com os presidentes das federações estaduais e os vice-presidentes da entidade. O encontro marcará o início do segundo ciclo da atual gestão, após o encerramento da participação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo.
Entre os principais temas da pauta estão os preparativos para a Copa do Mundo Feminina de 2027, que será disputada no Brasil, e o planejamento do ciclo de trabalho para o Mundial masculino de 2030.
A reunião também será utilizada para apresentar um balanço das ações implementadas no primeiro semestre de 2026. Entre as iniciativas destacadas pela CBF estão a reforma do calendário do futebol brasileiro, a criação do Sistema de Sustentabilidade Financeira (SSF), mudanças na arbitragem, investimentos no setor e a formação do Grupo de Trabalho da Base, voltado ao desenvolvimento das categorias de base.
O presidente da CBF, Samir Xaud, afirmou que a entidade pretende dar continuidade às mudanças iniciadas nos primeiros meses de gestão e ampliar o diálogo com os diferentes setores do futebol brasileiro.
"Nestes primeiros meses de gestão, demos início a mudanças estruturantes que o futebol brasileiro aguardava há muitos anos. Agora é o momento de consolidar esse trabalho, ouvir quem vive o dia a dia do futebol e construir, junto com clubes e federações, um projeto coletivo capaz de fortalecer o nosso esporte em todas as regiões do país. E com a Copa do Mundo Feminina temos oportunidade de deixar um legado histórico para o futebol brasileiro", afirmou.
Segundo a CBF, a ampliação da participação de clubes e federações nas decisões da entidade é apontada como uma das principais diretrizes da atual administração.
A eliminação da Seleção Brasileira, nas oitavas de final da Copa do Mundo, contra a Noruega, no último domingo (5), motivou a apresentação de um projeto de lei na Câmara dos Deputados que propõe restringir a convocação de atletas e integrantes da comissão técnica que atuem no exterior.
Protocolado na quarta-feira (8), o Projeto de Lei (PL) 3.582/2026 é de autoria do deputado Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR) e foi apresentado três dias após a derrota do Brasil por 2 a 1 para a Noruega, resultado que encerrou a participação da equipe no Mundial. Na partida, Haaland marcou os dois gols da seleção norueguesa, enquanto Neymar descontou nos acréscimos.
Pela proposta, as seleções brasileiras masculina, feminina e das categorias de base só poderiam convocar jogadores registrados por clubes sediados no Brasil e participantes de competições oficiais nacionais. A restrição também se estende ao treinador, auxiliares, preparadores físicos, preparadores de goleiros e demais profissionais da comissão técnica.
Na justificativa do projeto, Hauly argumenta que a saída precoce de atletas para clubes estrangeiros enfraqueceu o futebol brasileiro, reduziu a competitividade das competições nacionais e diminuiu a identificação da Seleção com os torcedores. Segundo o parlamentar, a iniciativa busca fortalecer o futebol nacional e incentivar a permanência de jogadores e técnicos no país.
O texto ainda prevê a proibição de contratos de patrocínio, publicidade e exposição comercial entre entidades esportivas, clubes e federações com empresas de apostas, jogos de azar e plataformas eletrônicas do segmento. Caso a proposta seja aprovada, os contratos vigentes deverão ser encerrados em até 180 dias.
Esta não é a primeira tentativa de Hauly de limitar a convocação de atletas que atuam fora do Brasil. Após a eliminação da Seleção para a França na Copa do Mundo de 2006, o então deputado apresentou o PL 7.283/2006, que estabelecia que apenas jogadores que tivessem atuado no futebol brasileiro nos 12 meses anteriores ao torneio poderiam defender a equipe nacional.
A proposta, no entanto, não avançou e acabou arquivada. Entre os principais entraves apontados à época estava o artigo 217 da Constituição Federal, que assegura autonomia às entidades esportivas em relação à sua organização e funcionamento, o que pode limitar a interferência do Congresso Nacional nos critérios de convocação adotados pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
O deputado federal Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR) teve uma "ótima" ideia para que o Brasil volte a ganhar uma Copa do Mundo. Ele apresentou um Projeto de Lei para proibir a convocação de jogadores que não atuam no Brasil... E aí? Curtiram a ideia? Qual seria a seleção 'nacional'… pic.twitter.com/SBFMTWbPPd
— Wilson Lima (@wilsonlimaslz) July 9, 2026
Antes da eliminação da Seleção Brasileira para a Noruega, nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, o torcedor de Salvador já apontava o meio de campo como o principal setor que precisava de melhora na equipe. É o que mostrou a 5ª rodada da Pesquisa Hexatômetro, realizada nesta semana pela Duplamente Inteligência de Mercado em parceria com o Bahia Notícias.
O levantamento ouviu 400 pessoas em Salvador na véspera do confronto entre Brasil e Noruega. Quando perguntados sobre qual área do campo a Seleção precisava melhorar, 54,5% dos entrevistados indicaram o meio de campo.
O dado ganha peso após a queda brasileira no mata-mata. Segundo o relatório, a principal crítica dos soteropolitanos ao setor estava ligada à falta de criação e de conexão com o ataque, vista como o maior gargalo da equipe antes do duelo decisivo.
A defesa apareceu em segundo lugar, citada por 26,5% dos entrevistados. A preocupação estava relacionada principalmente ao enfrentamento contra uma seleção de maior porte físico, com força na bola aérea e presença ofensiva de Erling Haaland.
O ataque foi apontado por 19% dos entrevistados como o setor que mais precisava evoluir. Apesar da cobrança por gols, a pesquisa indicava que a torcida demonstrava mais confiança na fase ofensiva, especialmente em nomes como Vini Jr. e Matheus Cunha.
Com a eliminação, o Brasil encerrou a participação na Copa do Mundo com 24 anos sem conquistar o título mundial, igualando o maior jejum da história da Seleção entre conquistas de Copa. O intervalo repete o período entre o tricampeonato de 1970 e o tetracampeonato de 1994.
Desde 1990, quando foi eliminada pela Argentina nas oitavas de final, o Brasil sempre havia alcançado, no mínimo, as quartas de final de uma Copa do Mundo. Com a derrota para a Noruega, a equipe iguala a pior campanha brasileira em Mundiais na era recente do mata-mata após a fase de grupos.
Com a eliminação da Seleção Brasileira para a Noruega, nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, a França segue como a principal favorita dos soteropolitanos para ganhar o torneio, considerando o cenário projetado antes da queda do Brasil. É o que aponta a 5ª rodada da Pesquisa Hexatômetro, realizada nesta semana pela Duplamente Inteligência de Mercado em parceria com o Bahia Notícias.
O levantamento ouviu 400 pessoas em Salvador antes do confronto entre Brasil e Noruega. Na pergunta sobre qual seleção ganharia a Copa caso o Brasil fosse desclassificado antes da final, 39% dos entrevistados apontaram a França como principal favorita.
A Argentina apareceu na segunda colocação, com 31,5% das respostas. Segundo o relatório, a escolha tem relação com o apelo emocional em torno de Lionel Messi e da possibilidade de uma reta final marcante para o camisa 10 argentino em Copas do Mundo.
Portugal ficou em terceiro lugar, com 14% das citações, impulsionado principalmente pela lembrança de Cristiano Ronaldo entre torcedores mais velhos. Inglaterra ou Espanha somaram 9,5%, enquanto uma possível zebra foi apontada por 4% dos entrevistados. Outros 2% não souberam ou não responderam.
O resultado mostra que, antes mesmo da eliminação brasileira, parte dos torcedores de Salvador já projetava um cenário alternativo para a disputa do título. A França aparecia como escolha mais pragmática, associada à força coletiva e à regularidade em mata-mata, enquanto Argentina e Portugal surgiam mais ligadas ao peso simbólico de seus principais ídolos.
Ao som de "Lá Vem a Zorra", de Igor Kannário, o nêmesis do Brasil, Haaland segue em clima festivo após a Noruega vencer a Seleção Brasileira por 2 a 1 e avançar para as quartas de final da Copa do Mundo de 2026. Em uma série de postagens realizadas nos stories do Instagram nesta segunda-feira (6), o atacante norueguês respondeu e republicou uma mensagem de Negrete, influenciador brasileiro que havia postado a foto de sua televisão quebrada com uma imagem do camisa 9 na tela. Confira o repost feito por Haaland abaixo:

Foto: Reprodução/Instagram/@erling
No comentário da postagem de Negrete, o jogador escreveu um pedido de desculpas acompanhado de um emoji de risada. Na legenda original, o influenciador cobrou o craque: “Você precisa me dar outra televisão, ok?”, marcando o perfil de Haaland, que depois compartilhou a foto em sua própria conta.
Responsável pelos dois gols que classificaram a Noruega, Haaland exaltou a partida feita pelos jogadores e afirmou que este foi o maior jogo da história da seleção de seu país.
“Essa partida é a maior da história da Noruega. A gente tem orgulho de ter vencido o Brasil e a Costa do Marfim. Temos muito orgulho disso. Contra o Brasil, fizemos uma grande partida. Isso vai inspirar muitos jovens, como eu fui inspirado quando era jovem. Temos muito orgulho do que conseguimos aqui”, disse na saída de campo.
A eliminação da Seleção Brasileira para a Noruega, nas oitavas de final da Copa do Mundo, encerrou o clima de celebração que tomava conta de diversas cidades do país. Em Recife, os tradicionais bonecos gigantes de Olinda protagonizaram uma cena que simbolizou a frustração dos torcedores após a derrota.
Na tarde deste domingo (5), antes mesmo do encerramento da partida, os bonecos deixaram um evento na capital pernambucana com as cabeças cobertas por tecidos. Horas depois, imagens dos personagens circulavam nas redes sociais, reforçando o sentimento de decepção com a queda precoce da equipe brasileira.
A eliminação foi confirmada com a vitória da Noruega, impulsionada por dois gols de Erling Haaland. O resultado representou a pior campanha do Brasil em Copas do Mundo desde 1990 e ampliou para 28 anos o jejum da seleção na busca pelo sexto título mundial.
A eliminação do Brasil para a Noruega, neste domingo (5), nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, também teve reflexos emocionais na zona mista do MetLife Stadium. Após a derrota por 2 a 1, o atacante Matheus Cunha concedeu entrevista à CazéTV e se emocionou ao falar sobre a frustração de não ter conseguido levar a Seleção adiante no Mundial.
Natural de João Pessoa, na Paraíba, o jogador relacionou a dor da queda ao orgulho de representar sua terra natal, sua família e o povo paraibano. Abalado, Matheus teve dificuldade para formular a resposta e pediu desculpas pelo fim do sonho brasileiro na Copa.
"É até emocionante. Você tenta formular respostas neste momento, mas... principalmente quando lembra da sua casa, do seu povo, da Paraíba, e do quanto você se orgulha de representá-los. Sentir essa frustração grande, de saber que não é sobre você nem sobre a sua família. É sobre todo esse povo que você tanto quis mostrar para o mundo que é o melhor em tudo que faz. O futebol é uma forma disso. Essa dor de não ter conseguido é muito grande", afirmou.
Matheus Cunha também agradeceu o apoio recebido durante a campanha brasileira. O atacante mandou uma mensagem direta para João Pessoa, para a Paraíba e para os torcedores que acompanharam a trajetória da Seleção na Copa.
"Agradeço de coração pelas palavras. Um beijo para João Pessoa, para a Paraíba e para todo mundo que mandou energia positiva de alguma forma. É muito difícil falar, mas peço desculpas por não ter levado esse sonho tão grande para a gente. É tentar encontrar forças para continuar", completou.
O atacante chegou à Copa como uma das referências ofensivas do Brasil e viveu um dos momentos mais importantes da carreira com a camisa da Seleção. Durante a competição, marcou três gols e se consolidou como um dos nomes de maior identificação com o torcedor brasileiro durante a competição.
A eliminação, no entanto, encerrou de forma amarga a caminhada da equipe comandada por Carlo Ancelotti. O Brasil foi superado pela Noruega após desperdiçar oportunidades durante a partida e viu Haaland decidir o confronto no segundo tempo. Neymar ainda descontou de pênalti nos acréscimos, mas não houve tempo para reação.
Com a queda, a Seleção Brasileira se despede da Copa do Mundo de 2026 ainda nas oitavas de final.
A eliminação do Brasil para a Noruega, neste domingo (5), nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, deixou marcas também no discurso dos jogadores. Após a derrota por 2 a 1 no MetLife Stadium, em Nova Jersey, o volante Casemiro concedeu entrevista à CazéTV e teve dificuldades para encontrar explicações para a queda da Seleção.
Ainda no gramado, o camisa 5 lamentou as chances desperdiçadas pelo Brasil e afirmou que a Noruega soube aproveitar as oportunidades que teve na partida.
"É difícil encontrar palavras. Encontrar o que foi feito e o que deixou de ser feito. Eles tentaram controlar o jogo sem atacar muito. Tivemos oportunidade de matar o jogo e não matamos. Tiveram um controle longe do nosso gol, mas depois acabaram tendo dois chutes e fazendo os gols", afirmou Casemiro.
Questionado sobre a estratégia brasileira para o confronto, o volante reconheceu que a Seleção recuou mais do que deveria na etapa final. Para Casemiro, o Brasil poderia ter mantido uma postura mais agressiva na marcação.
"Diria que, na segunda parte, baixamos um pouco as linhas quando não deveríamos ter baixado. Poderíamos ter caprichado na pressão. É difícil falar no que poderia ter sido feito. Ganha quem faz os gols, e eles fizeram", analisou.
A entrevista ganhou tom mais emocional quando Casemiro foi perguntado sobre o impacto da eliminação para as crianças brasileiras que acompanham a Seleção e sonham em jogar uma Copa do Mundo. O volante, que disputou seu terceiro Mundial, não escondeu o abatimento e pediu desculpas por não conseguir desenvolver a resposta como gostaria.
"É difícil achar palavras. Me desculpa. É difícil achar palavras neste momento. Sempre é um sonho quando se começa a jogar e se tem o sonho de jogar futebol. É o sonho de qualquer brasileiro jogar a Copa do Mundo. Tive minha terceira oportunidade e sou um privilegiado. Tenho muito orgulho do que eu e todos os jogadores fizemos aqui. E até mesmo da geração que não venceu", declarou.
Casemiro também reconheceu a frustração causada no torcedor brasileiro, mas reforçou que o grupo tentou construir uma campanha positiva durante o Mundial.
"No trabalho, a gente tenta, faz um bom trabalho. Sabemos que acabamos desapontando milhares, mas a vida segue. Acho que, nesses momentos, eu só quero estar com minha família e meus filhos. É muito difícil falar", completou.
A derrota encerrou a campanha do Brasil na Copa do Mundo de 2026 e aumentou o jejum da Seleção, que não conquista o título mundial desde 2002. Para Casemiro, que esteve presente nas Copas de 2018, 2022 e 2026, a queda marca mais uma frustração de uma geração que carregou o peso de tentar recolocar o país no topo do futebol mundial.
Em sua terceira Copa do Mundo como goleiro titular da Seleção Brasileira, Alisson lamentou a eliminação para a Noruega nas oitavas de final da competição. Após a derrota por 2 a 1, neste domingo (5), o camisa 1 afirmou que o Brasil criou oportunidades para vencer, mas acabou castigado pela eficiência dos adversários.
"Fizemos um jogo com muito volume, criamos bastante oportunidade. Até sofrer o gol estávamos defendendo bem, mas o futebol, por momentos é cruel. Tentamos neutralizar os cruzamentos para o Haaland, mas eles acabaram abrindo o placar. No segundo gol também podemos fazer melhor. Essa foi a diferença hoje. É ter a cabeça fria para suportar a pressão", disse Alisson.
O goleiro também saiu em defesa de Bruno Guimarães, que desperdiçou um pênalti ainda no primeiro tempo, quando a partida seguia empatada sem gols. Segundo Alisson, o volante era o cobrador definido pela comissão técnica e tem histórico positivo nas cobranças.
"O Bruno era o batedor. Bate bem pênalti, mas infelizmente não conseguiu. Há o mérito do goleiro também. Ele era para ser o batedor e é um dos nossos principais batedores", explicou.
Erling Haaland marcou os dois gols da equipe europeia, enquanto Neymar descontou nos acréscimos, mas não evitou a despedida brasileira da Copa do Mundo.
A eliminação do Brasil para a Noruega, neste domingo (5), nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, também marcou o possível encerramento de uma era na Seleção Brasileira. Após a derrota por 2 a 1, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, Neymar indicou que não deve mais defender o Brasil.
A declaração foi dada durante a transmissão pós-jogo da GE TV, em conversa com o comentarista Bruno Formiga. Abalado pela queda brasileira, o camisa 10 verbalizou o fim da tentativa de conquistar a Copa do Mundo com a camisa da Seleção.
"Tentei, tentei. Agora acabou. Comecei aqui, fechei aqui", disse Neymar à ge TV.
Neymar anunciando agora a pouco seu fim de ciclo na Seleção Brasileira, na GE TV.
— Thiago Tolentino (@thiagotoler) July 6, 2026
"Tentei, tentei. Agora acabou" pic.twitter.com/BRe8coBPWl
A fala faz referência ao próprio MetLife Stadium, palco da eliminação brasileira. Foi no estádio de Nova Jersey que Neymar estreou pela Seleção principal, em 2010, em amistoso contra os Estados Unidos. Na ocasião, ainda como jogador do Santos, o atacante marcou um dos gols da vitória brasileira por 2 a 0.
Dezesseis anos depois, Neymar voltou ao mesmo estádio em cenário oposto. O camisa 10 começou a partida contra a Noruega no banco de reservas, entrou no segundo tempo e marcou, de pênalti, o único gol do Brasil na derrota por 2 a 1. O gol saiu já nos acréscimos, quando a Seleção tentava reagir após ver os noruegueses abrirem vantagem.
A despedida, caso confirmada, encerra um dos ciclos mais longos e marcantes de um jogador com a camisa da Seleção Brasileira. Neymar disputou quatro Copas do Mundo: 2014, 2018, 2022 e 2026. Em nenhuma delas conseguiu conquistar o título mundial.
Ao longo da trajetória pela Seleção principal, Neymar se tornou o maior artilheiro da história do Brasil, superando Pelé, e construiu números expressivos. Segundo o ge, o atacante encerra o ciclo com 80 gols e 58 assistências em 130 jogos pela equipe principal. Seu principal título pelo Brasil foi a Copa das Confederações de 2013, quando foi protagonista da campanha comandada por Luiz Felipe Scolari.
Neymar também teve papel central na conquista da medalha de ouro nos Jogos Olímpicos do Rio, em 2016. Apesar de o torneio olímpico ser disputado por seleções sub-23, o camisa 10 foi um dos jogadores acima da idade permitidos e marcou o pênalti decisivo na final contra a Alemanha, no Maracanã.
Nas Copas, a relação de Neymar com a Seleção foi marcada por protagonismo, expectativa e frustrações. Em 2014, no Brasil, sofreu uma lesão nas costas nas quartas de final, contra a Colômbia, e ficou fora da semifinal diante da Alemanha. Em 2018, participou da campanha que terminou nas quartas contra a Bélgica. Em 2022, marcou um gol na prorrogação contra a Croácia, mas viu o Brasil ser eliminado nos pênaltis. Em 2026, voltou a balançar as redes, mas não evitou a queda diante da Noruega.
Com a eliminação, Neymar deixa a Copa como o segundo jogador brasileiro a disputar quatro edições do Mundial sem conquistar o título, repetindo a marca de Thiago Silva. A derrota também aumentou o jejum da Seleção, que não vence uma Copa do Mundo desde 2002.
O possível adeus de Neymar abre espaço para a reformulação citada por Carlo Ancelotti após a partida. O treinador afirmou que a derrota "não é o fim", mas "o princípio de um novo ciclo". Para Neymar, no entanto, o ciclo iniciado no mesmo MetLife Stadium parece ter chegado ao último capítulo.
O técnico Carlo Ancelotti foi apontado como o principal responsável pela eliminação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 para os torcedores de Salvador. É o que revela a nova rodada da pesquisa Hexatômetro, realizada neste domingo (5) após a derrota por 2 a 1 para a Noruega, nas oitavas de final, pela Duplamente Inteligência de Mercado em parceria com o Bahia Notícias.
Segundo o levantamento, 34% dos entrevistados atribuíram a queda da Seleção às decisões do treinador italiano. As falhas defensivas aparecem na sequência, citadas por 24% dos participantes, enquanto o pênalti desperdiçado por Bruno Guimarães, ainda com o placar zerado, foi apontado como o principal fator da eliminação por 18%.
O desempenho da Noruega também foi reconhecido por parte dos torcedores. Para 12% dos entrevistados, o brilho de Erling Haaland e Martin Ødegaard foi determinante para o resultado. Outros 8% atribuíram a derrota ao histórico tabu diante dos noruegueses, adversário que o Brasil ainda não conseguiu vencer no futebol masculino. Apenas 4% não souberam responder ou preferiram não opinar.
A pesquisa ouviu 400 pessoas nas principais regiões de Salvador e apresenta margem de erro de 4,9 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
Os recortes da pesquisa mostram diferenças na percepção entre os grupos entrevistados. Entre os homens, a responsabilidade de Ancelotti foi ainda maior, alcançando 39% das respostas. Já entre as mulheres, a principal crítica recaiu sobre o sistema defensivo da Seleção, citado por 31% das entrevistadas.
A faixa etária também apresentou diferenças. Entre os jovens de 16 a 24 anos, 28% consideraram o pênalti perdido por Bruno Guimarães o lance decisivo da eliminação. Já os entrevistados com mais de 60 anos foram os que mais associaram o resultado ao histórico desfavorável contra a Noruega, com 15% das respostas.
Os dados também variam conforme a classe social. Entre os entrevistados das classes A e B, 25% destacaram o mérito técnico da dupla Haaland e Odegaard, reconhecendo o desempenho dos noruegueses. Nas classes D e E, a maior parte das respostas se concentrou no pênalti desperdiçado e no aspecto psicológico do tabu diante da Noruega.
A rivalidade entre Bahia e Vitória também influenciou as respostas. Entre os torcedores do Vitória, 38% responsabilizaram Ancelotti pela eliminação, enquanto 26% apontaram as falhas da defesa. Já os tricolores dividiram mais as opiniões: 27% culparam o treinador, enquanto 24% preferiram destacar o desempenho de Haaland e Ødegaard como principal fator para a classificação da Noruega.
A eliminação da Seleção Brasileira nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 não foi tratada por Carlo Ancelotti como cenário de terra arrasada. Após a derrota por 2 a 1 para a Noruega, neste domingo (5), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, o treinador concedeu entrevista coletiva e lamentou o resultado, mas defendeu a continuidade do projeto à frente do Brasil.
Questionado sobre a frustração do torcedor brasileiro, Ancelotti afirmou que a equipe deixa o Mundial com sentimento de tristeza, mas também com a necessidade de transformar a queda em ponto de partida para uma nova etapa.
"É óbvio que estamos profundamente tristes. Acho que a equipe, até agora, fez uma boa Copa do Mundo. No jogo de hoje, merecíamos ganhar. Quando se passa por um momento assim, é preciso pensar que uma derrota é o começo de uma nova temporada. Temos que seguir melhorando, trabalhando e encontrando novas ideias. Não é o fim, é o princípio de um novo ciclo", afirmou.
O treinador também foi perguntado sobre o que não funcionou no plano montado para enfrentar a Noruega. Para Ancelotti, o Brasil teve momentos de controle, criou oportunidades e tentou mudar o cenário da partida com as substituições.
"Acho que, em parte, fizemos um bom jogo. Tivemos muitas oportunidades no primeiro tempo e também no segundo. Depois, mudei para deixar o time mais inteiro fisicamente e dar oportunidade para tentar ganhar o jogo", explicou.
Um dos pontos centrais da coletiva foi a cobrança de pênalti desperdiçada por Bruno Guimarães no primeiro tempo. O meio-campista parou em Nyland em uma das principais chances brasileiras antes dos gols noruegueses. Ancelotti explicou que a escolha do cobrador foi baseada em números levantados pela comissão técnica ao longo do último ano.
"Fizemos uma estatística de um ano dos nossos jogadores e dos rivais. O melhor no Brasil era Raphinha, que obviamente não estava em campo. O melhor é Neymar, depois Igor Thiago, depois Raphinha e, depois de Raphinha, Bruno Guimarães e Martinelli. Escolhemos Bruno porque pensávamos que era o melhor em campo naquele momento", revelou.
O italiano também negou que tenha superestimado a capacidade da Seleção de chegar mais longe no Mundial, mesmo com pouco mais de um ano de trabalho. Segundo ele, o elenco brasileiro tinha condições de competir pelo título.
"Acho que o Brasil, com esse plantel, poderia competir até o final da Copa do Mundo. No jogo de hoje, me pareceu uma partida que a equipe tinha controlado e em que teve oportunidades. Era muito mais difícil fazer pressão alta, porque a Noruega colocou muitos jogadores atrás e baixava muito o Ødegaard. Fazer pressão alta era um risco pela velocidade do Haaland no um contra um", avaliou.
Ancelotti também foi questionado sobre como espera que a torcida reaja à eliminação e ao trabalho da comissão técnica a partir de agora. O treinador disse não saber como será a resposta do público, mas reforçou o compromisso com a Seleção Brasileira.
"Não sei. Só posso dizer que seguirei trabalhando por esta Seleção, tentando melhorar e buscar novas ideias. É o mesmo que disse a vocês durante este ano. O futebol é assim, o esporte é assim. Às vezes, é preciso saber lidar com a tristeza de uma derrota. Estou bastante acostumado a isso. Vamos lidar com esse momento com um novo impulso no trabalho e na avaliação dos jogadores", declarou.
Por fim, Ancelotti avaliou o legado da participação brasileira na Copa. Apesar da decepção pela queda precoce, o treinador destacou o ambiente interno e agradeceu ao grupo de jogadores.
"Acho que é uma experiência decepcionante pelo resultado, óbvio. Estamos muito tristes. Mas foi uma experiência bonita. Tivemos um bom grupo. Agradeço aos jogadores, que se entregaram muito bem e criaram um bom ambiente. Mas nem sempre, no esporte, tudo sai perfeito. Pelo esforço de hoje, não merecíamos perder", concluiu.
Com a eliminação, o Brasil encerra a participação na Copa do Mundo de 2026 ainda nas oitavas de final e chega a 24 anos sem conquistar o título mundial, igualando o maior jejum da história da Seleção entre conquistas de Copa. O intervalo repete o período entre o tricampeonato de 1970 e o tetracampeonato de 1994.
A queda também recoloca a Seleção em um patamar histórico negativo. Desde 1990, quando foi eliminada pela Argentina nas oitavas de final, o Brasil sempre havia alcançado, no mínimo, as quartas de final de uma Copa do Mundo. Com a derrota para a Noruega, a equipe iguala a pior campanha brasileira em Mundiais na era recente do mata-mata após a fase de grupos.
O próximo compromisso da Seleção já está marcado para a primeira Data Fifa após o Mundial. O Brasil fará dois amistosos contra a Austrália, em território australiano: o primeiro no dia 25 de setembro, em Townsville, e o segundo no dia 29, em Brisbane. As partidas devem marcar o início prático do “novo ciclo” citado por Carlo Ancelotti após a eliminação.
O capitão Marquinhos lamentou a eliminação do Brasil para a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 e assumiu a responsabilidade pelo resultado. Após a derrota por 2 a 1, neste domingo (5), o zagueiro destacou que a Seleção desperdiçou oportunidades importantes e pediu paciência com os jogadores mais jovens para o próximo ciclo.
"É inexplicável. É difícil falar. Esses jogos são muito difíceis. A seleção da Noruega foi eficaz nas bolas que tivemos. Pecamos nas chances que tivemos, como o pênalti. Na Copa do Mundo quem erra menos passa para a próxima fase. Assumo a culpa como capitão para que as próximas gerações tenham tranquilidade para trabalhar", comentou.
Marquinhos também afirmou que o futebol está cada vez mais equilibrado e criticou o ciclo de preparação da Seleção para o Mundial. Desde a saída do técnico Tite, em 2022, o Brasil teve quatro treinadores: Ramon Menezes, Fernando Diniz, Dorival Júnior e Carlo Ancelotti. O defensor pediu compreensão da torcida com a renovação do elenco e reconheceu a frustração pelo resultado.
"É um novo ciclo. Não sabemos o que vai acontecer. Mas peço que tenham paciência com os mais jovens. Não podemos chegar na Copa com o ciclo que foi. O futebol hoje é muito nivelado. Queria pedir desculpas ao povo brasileiro e agora é aprender com os erros", completou.
O Brasil foi derrotado por 2 a 1 pela Noruega, com dois gols de Erling Haaland. Neymar ainda descontou nos acréscimos, mas não evitou a eliminação brasileira, que representa a pior campanha da Seleção em Copas do Mundo desde 1990. Com o resultado, o jejum brasileiro sem conquistar o título mundial chega a 28 anos.
A frase “vou fingir que não ligo, mas vou chorar no banho” lidera entre os torcedores de Salvador quando o assunto é uma possível eliminação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026. É o que aponta a 5ª rodada da Pesquisa Hexatômetro, realizada neste domingo (5) pela Duplamente Inteligência de Mercado em parceria com o Bahia Notícias.
Segundo o levantamento, 38,5% dos entrevistados escolheram a frase como a melhor definição para a reação em caso de queda do Brasil. A alternativa aparece na liderança e tem forte adesão entre o público jovem.
A segunda resposta mais citada foi “pelo menos o hexa vem em 2030”, escolhida por 31% dos entrevistados. A opção indica um sentimento de resiliência e aparece com maior força entre as classes populares e o público idoso.
A frase “a culpa é do Neymar”, mesmo em um cenário em que ele não esteja em campo, foi apontada por 14,5% dos entrevistados. Outros 11% afirmaram que passariam a torcer para a Argentina, enquanto 5% disseram que torceriam para Portugal.
O levantamento ouviu 400 pessoas em Salvador antes de Brasil x Noruega, pelas oitavas de final da Copa. Os dados mostram que o torcedor soteropolitano mistura frustração, humor e apego emocional ao imaginar uma possível eliminação brasileira.
Brasil e Noruega se enfrentam no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 17h (de Brasília). O estádio será palco da grande final da Copa do Mundo no dia 19 de julho.
Raça e vontade são as principais qualidades cobradas pelos torcedores de Salvador para a Seleção Brasileira no jogo contra a Noruega, válido pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. É o que aponta a 5ª rodada da Pesquisa Hexatômetro, realizada neste domingo (5) pela Duplamente Inteligência de Mercado em parceria com o Bahia Notícias.
De acordo com o levantamento, 43,5% dos entrevistados afirmaram que os jogadores do Brasil precisam demonstrar “raça e vontade”, com a ideia de “deixar o sangue em campo”. A resposta lidera entre as opções apresentadas.
A inteligência emocional aparece em segundo lugar, com 31%. Segundo o relatório, essa alternativa tem maior concentração entre entrevistados das classes A e B, que associam o mata-mata à necessidade de controle diante da pressão.
A habilidade técnica, como drible e passe, foi apontada por 21,5% dos entrevistados. Já a sorte, definida na pesquisa como “aquele gol cagado que decide o jogo”, recebeu 4% das respostas.
Brasil e Noruega se enfrentam no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 17h (de Brasília). O estádio será palco da grande final da Copa do Mundo no dia 19 de julho.
Vinícius Júnior é o jogador mais cotado pelos torcedores de Salvador para marcar pelo Brasil contra a Noruega, pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. É o que aponta a 5ª rodada da Pesquisa Hexatômetro, realizada neste domingo (5) pela Duplamente Inteligência de Mercado em parceria com o Bahia Notícias.
Segundo o levantamento, Vini Jr. aparece com 44% das menções sobre possíveis autores dos gols da Seleção Brasileira na partida. O atacante é apontado pelos entrevistados como o principal nome para decidir ofensivamente o confronto.
Matheus Cunha aparece logo em seguida, com 42,5%. O atacante, que vinha sendo um dos nomes mais lembrados pelos torcedores nas rodadas anteriores, segue em empate técnico com Vini Jr. na percepção do público soteropolitano.
Martinelli e jogadores do meio-campo somam 8,5% das menções. Outros nomes e a possibilidade de gol contra representam 5% das respostas.
O levantamento ouviu 400 pessoas em Salvador antes do jogo entre Brasil e Noruega. Os dados mostram uma disputa equilibrada entre Vini Jr. e Matheus Cunha na confiança do torcedor para balançar as redes no mata-mata.
Brasil e Noruega se enfrentam no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 17h (de Brasília). O estádio será palco da grande final da Copa do Mundo no dia 19 de julho.
A maioria dos torcedores de Salvador é contra a demissão imediata do técnico da Seleção Brasileira, independentemente do resultado na Copa do Mundo de 2026. É o que aponta a 5ª rodada da Pesquisa Hexatômetro, realizada neste domingo (5) pela Duplamente Inteligência de Mercado em parceria com o Bahia Notícias.
O levantamento ouviu 400 pessoas em Salvador antes do confronto entre Brasil e Noruega, válido pelas oitavas de final da Copa do Mundo. Segundo a pesquisa, 52% dos entrevistados afirmaram que o treinador deve permanecer no cargo até o fim do contrato.
Outros 34,5% adotam uma posição intermediária e defendem a saída do técnico apenas em caso de eliminação considerada vergonhosa. Já 13,5% dos entrevistados responderam que o treinador "já deu o que tinha que dar" e deveria ser demitido imediatamente.
De acordo com o relatório, a defesa pela estabilidade é puxada principalmente pelas classes populares e pelo público sênior. A cobrança moderada aparece com mais força na classe C, enquanto a crítica mais severa ao trabalho do treinador está concentrada entre jovens de 16 a 34 anos e entrevistados das classes A e B.]
Os dados mostram que, mesmo em meio à pressão da fase eliminatória, o torcedor soteropolitano tende a evitar uma ruptura imediata no comando técnico da Seleção.
A maioria dos torcedores de Salvador vai assistir ao jogo entre Brasil e Noruega, válido pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, em casa. É o que aponta a 5ª rodada da Pesquisa Hexatômetro, realizada neste domingo (5) pela Duplamente Inteligência de Mercado em parceria com o Bahia Notícias.
De acordo com o levantamento, 63% dos entrevistados afirmaram que pretendem acompanhar a partida no ambiente doméstico. O índice reforça uma tendência observada nos jogos anteriores da Seleção Brasileira, com maior concentração do público dentro de casa.
Os barzinhos e espetinhos de bairro aparecem como segunda opção, citados por 22,5% dos entrevistados. Segundo o relatório, esse tipo de escolha está associado ao consumo de proximidade, especialmente entre torcedores que preferem acompanhar a partida perto de casa.
Já as grandes festas e arenas privadas foram citadas por 14,5% dos entrevistados. O formato tem maior apelo entre o público jovem, mas aparece atrás da casa e dos bares de bairro na preferência geral dos soteropolitanos.
O levantamento ouviu 400 pessoas em Salvador na véspera do confronto entre Brasil e Noruega, pelas oitavas de final da Copa do Mundo. Os dados indicam que, mesmo em uma fase decisiva da competição, o torcedor da capital baiana mantém uma preferência pelo conforto do ambiente doméstico.
Fora de casa, os bares e espetinhos seguem como alternativa mais popular, enquanto as festas e arenas privadas ocupam uma fatia menor do público interessado em acompanhar a Seleção em espaços coletivos.
Brasil e Noruega se enfrentam no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 17h (de Brasília). O estádio será palco da grande final da Copa do Mundo no dia 19 de julho.
A TV Globo lidera a preferência dos torcedores de Salvador para acompanhar o jogo entre Brasil e Noruega, válido pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, nos Estados Unidos. É o que aponta a 5ª rodada da Pesquisa Hexatômetro, realizada neste domingo (5) pela Duplamente Inteligência de Mercado em parceria com o Bahia Notícias.
O levantamento ouviu 400 pessoas em Salvador na véspera do confronto decisivo da Seleção Brasileira. De acordo com a pesquisa, 58% dos entrevistados disseram que pretendem assistir à partida pela TV Globo, em sinal aberto.
A CazéTV, transmitida pelo YouTube e pela Twitch, aparece na segunda colocação, com 23,5% da preferência geral. Segundo o relatório, a plataforma digital é líder entre os jovens de 16 a 34 anos, consolidando a força das transmissões pela internet durante a Copa.
O SBT foi citado por 13,5% dos entrevistados. O canal aparece com audiência tradicional em regiões como Subúrbio e Cidade Baixa. Já o Sportv e os canais fechados somam 5% da preferência, com maior concentração entre as classes de maior poder aquisitivo.
O resultado mostra que a TV aberta segue como principal meio de acompanhamento da Seleção Brasileira em Salvador, especialmente entre o público acima de 35 anos. Ao mesmo tempo, o avanço da CazéTV entre os jovens reforça uma divisão geracional no consumo dos jogos da Copa.
Mesmo com a liderança da Globo no cenário geral, a presença da transmissão digital indica uma mudança no comportamento de parte do público, que passou a acompanhar o torneio também por meio de plataformas como YouTube e Twitch.
Brasil e Noruega se enfrentam no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 17h (de Brasília). O estádio será palco da grande final da Copa do Mundo no dia 19 de julho.
O Brasil venceu suas cinco Copas do Mundo sem perder nenhum jogo. Em levantamento feito pelo Bahia Notícias neste domingo (5), a Seleção Brasileira aparece como o país que mais vezes conquistou o Mundial de forma invicta, considerando todas as edições disputadas entre 1930 e 2022.
Os títulos brasileiros aconteceram em 1958, 1962, 1970, 1994 e 2002. Nas cinco campanhas, o Brasil terminou a competição sem derrotas. Em duas delas, a Seleção teve 100% de aproveitamento: em 1970, no México, e em 2002, na Coreia do Sul e no Japão.
Na primeira conquista, em 1958, o Brasil venceu Áustria, União Soviética, País de Gales, França e Suécia. O único jogo sem vitória foi o empate em 0 a 0 com a Inglaterra, ainda na fase de grupos. A campanha terminou com triunfo por 5 a 2 sobre os suecos, donos da casa, na final.
Quatro anos depois, em 1962, a Seleção voltou a ser campeã sem perder. O Brasil venceu México, Espanha, Inglaterra, Chile e Tchecoslováquia, além de empatar com a própria Tchecoslováquia na primeira fase. Na decisão, os brasileiros venceram por 3 a 1 e conquistaram o bicampeonato mundial.
Em 1970, o Brasil fez uma das campanhas perfeitas da história da Copa. A equipe comandada por Mário Zagallo venceu todos os seis jogos: Tchecoslováquia, Inglaterra, Romênia, Peru, Uruguai e Itália. A final terminou com vitória por 4 a 1 sobre os italianos e garantiu o tricampeonato brasileiro.
O tetracampeonato, em 1994, também veio sem derrota. O Brasil venceu Rússia e Camarões, empatou com a Suécia na primeira fase, passou por Estados Unidos, Holanda e Suécia no mata-mata, e empatou com a Itália na final. O título foi decidido nos pênaltis, após 0 a 0 no tempo normal e na prorrogação.
Em 2002, a Seleção voltou a fazer uma campanha com 100% de aproveitamento. O Brasil venceu Turquia, China, Costa Rica, Bélgica, Inglaterra, Turquia novamente e Alemanha. Na final, Ronaldo marcou duas vezes na vitória por 2 a 0 sobre os alemães.
O Brasil é o único país com cinco títulos mundiais e também o que mais vezes foi campeão sem perder. A Itália aparece em seguida, com quatro conquistas invictas, em 1934, 1938, 1982 e 2006.
Entre os demais campeões, Alemanha, Argentina, Espanha e França tiveram ao menos uma campanha de título com derrota ou empate, dependendo da edição. No caso brasileiro, todas as conquistas foram encerradas sem derrotas.
No segundo dia das oitavas de final da Copa do Mundo, o Brasil enfrenta a Noruega de Erling Haaland e tenta uma vaga nas quartas, neste domingo (5). Horas depois vai ser a vez de Harry Kane e a Inglaterra medirem forças com o anfitrião México.
Primeiro vai ser a vez do Brasil. A Seleção Brasileira enfrenta a Noruega às 17h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Às 21h, a seleção mexicana pega a Inglaterra no Estádio Azteca, na Cidade do México, no México.
CONFIRA OS HORÁRIOS E ONDE ASSISTIR AOS JOGOS DESTE DOMINGO (5)
17h - Brasil x Noruega
Local: MetLife Stadium, Nova Jersey (EUA)
Transmissão: SBT, Cazé TV, TV Globo, Sportv, N Sports, Ge TV (Globoplay)
21h - México x Inglaterra
Local: Estádio Azteca, Cidade do México (México)
Transmissão: Cazé TV
RESULTADOS DESTE SÁBADO (4)
Canadá X Marrocos
Paraguai X França
A torcida brasileira organizou uma manifestação para incentivar a Seleção antes do confronto contra a Noruega, pelas oitavas de final da Copa do Mundo. Em encontro realizado no Brooklyn, em Nova York, torcedores fizeram uma coreografia inspirada na dança do "créu", em resposta à tradicional "remada viking" adotada pelos noruegueses durante o torneio.
Confira abaixo:
A remada brasileira no Brooklyn, em Nova York: "Creu! Creu!" ???????? pic.twitter.com/GPj5jqtKKS
— LIBERTA DEPRE (@liberta___depre) July 3, 2026
A celebração da torcida da Noruega se tornou uma das marcas da Copa do Mundo. Desde o início da competição, o grupo tem repetido a chamada "remada viking" nos estádios e em espaços públicos dos Estados Unidos, Canadá e México, países que sediam o Mundial.
A coreografia foi criada pelo professor de ensino fundamental Ole Frøystad, conhecido como "Senhor Row Row", e ganhou popularidade entre os torcedores noruegueses. O gesto também passou a ser reproduzido pelos jogadores da seleção após as vitórias na competição.
Brasil e Noruega se enfrentam neste domingo, às 17h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, em partida válida pelas oitavas de final da Copa do Mundo. A equipe vencedora garantirá vaga nas quartas de final, onde enfrentará México ou Inglaterra.
Titular da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, o lateral-esquerdo Douglas Santos concedeu entrevista coletiva nesta sexta-feira (3), a dois dias do confronto contra a Noruega pelas oitavas de final. A partida será disputada no domingo (5), às 17h (de Brasília), em Nova Jersey.
Campeão olímpico com o Brasil em 2016, o jogador ganhou espaço na equipe comandada por Carlo Ancelotti e tem sido presença constante entre os titulares durante o Mundial. Confira o momento da declaração do jogo capturada pelo Bahia Notícias, logo abaixo:
Ao comentar as atuações na competição, Douglas afirmou que busca executar o básico com eficiência e fez referência ao apelido dado por amigos ao seu estilo de jogo. "Acho que esse feijão com arroz bem temperado que todo mundo está falando é fazer o simples com excelência", destacou.
O lateral destacou ainda a preparação para retornar à Seleção após um longo período e afirmou que pretende aproveitar a oportunidade. "Eu estou me preparando muito, me preparei muito para chegar à Seleção depois de nove anos. Então não queria perder essa oportunidade e estou fazendo tudo o que Mister e sua comissão vêm pedindo. Graças a Deus vem dando certo, vou continuar dando o meu melhor para que esse feijão com arroz bem temperado possa continuar alegrando todo torcedor brasileiro", afirmou.
Durante a entrevista, Douglas Santos também comentou o histórico desfavorável do Brasil diante da Noruega. Para o defensor, o retrospecto pode servir como incentivo para a equipe buscar a classificação às quartas de final.
"Acho que isso pode servir para nós como uma motivação para que a gente possa tirar essa escrita de não vencer a Noruega. A gente espera que nesse jogo, que é tão especial para nós, a gente possa dar o melhor e sair feliz e contente com a vitória", disse Douglas Santos.
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Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu estou vendo o quadro eleitoral, não sei quantos candidatos vão ter ainda. Eu, como presidente da República, não vou para debate para ouvir bobagem. Não vou".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao afirmar que não irá participar dos debates eleitorais se for "para ouvir bobagem". A declaração ocorreu durante entrevista ao podcast Inteligência Ltda.