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secretaria municipal de desenvolvimento
De acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, divulgados nesta sexta-feira (15), Salvador lidera o ranking de geração de empregos nas regiões Norte e Nordeste do país.
Salvador ocupa a quinta posição entre as capitais e a sétima colocação em relação a todas as cidades brasileiras. Na capital baiana, em comparação com o mesmo mês do ano passado, houve um aumento de 128,6% na geração de empregos. Em janeiro de 2023, foram criados 1.072 postos formais na cidade.
No primeiro mês, o destaque do ano foi o setor de serviços, que foi responsável pelo saldo positivo de 2.243 na capital baiana. Neste grupo, as atividades administrativas e serviços complementares tiveram destaque, com 2.035 postos de trabalho. Em segundo lugar ficou a construção civil, com saldo de 1.090. Em seguida veio a indústria, com 74 empregos formais.
“Além disso, temos o programa Invista Salvador, que foi lançado no ano passado e já tem trazido frutos para a cidade. Temos, por exemplo, a loja da Leroy Merlin, que chegou graças à atuação do programa. Já temos mais de 40 atendimentos feitos desde o lançamento do Invista Salvador. Então, é graças a essa soma de esforços de toda a Prefeitura que temos conseguido resultados positivos”, afirmou a secretária Municipal de Desenvolvimento, Emprego e Renda, Mila Paes
Em toda a região Nordeste, foram gerados 11.606 postos - ou seja, Salvador sozinha representa mais de 21% do total de empregos criados na região em janeiro deste ano. Entre as capitais nordestinas, Fortaleza aparece na segunda posição, atrás de Salvador, com 1.915 novas vagas de emprego.
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Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Cuba não está passando fome porque não sabe produzir, porque não sabe construir sua energia. Cuba está passando fome porque não querem que Cuba tenha o que todo mundo deveria ter direito".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao afirmar que a crise alimentar em Cuba não é resultado de incapacidade produtiva, mas consequência de decisões políticas que, segundo ele, impedem a ilha de ter acesso ao que deveria ser um direito básico.