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sargento
O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) estabeleceu, nesta sexta-feira (7), a soltura do sargento aposentado Valter Graciliano Sapucaia de Jesus. O policial militar é suspeito de atirar contra um jovem de 27 anos, na madrugada da última terça-feira (4), durante o Carnaval de Salvador. O caso aconteceu no Circuito Osmar (Campo Grande), nas proximidades do Forte de São Pedro.
Segundo o G1, na decisão judicial proferida pela juíza Gelzi Maria Almeida Souza Matos, foi argumentado que “supostas imagens do fato sugerem que o disparo que atingiu Bruno Souza Mendonça dos Santos poderia ter sido efetuada por outra pessoa, merecendo maior aprofundamento das investigações”.
De acordo com a reportagem, o pm teve a prisão preventiva revogada e está proibido de participar ou frequentar festas populares, blocos de carnaval, boates, casas de espetáculo ou shows musicais, em qualquer condição. Ele também não poderá prestar serviço de qualquer natureza.
O agente não poderá também manter contato com a vítima e testemunhas do fato, por qualquer meio de comunicação. Valter terá que comparecer mensalmente à Justiça para informar e justificar suas atividades. Ele ainda não poderá se ausentar da Comarca, sem autorização judicial.
Sapucaia chegou a ser autuado por tentativa de homicídio e porte ilegal de arma de fogo. Antes de ser solto, ele ficou preso no Batalhão de Choque da PM, em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador (RMS).
O sargento militar da reserva, conhecido como Sapucaia, preso sob acusação de tentativa de homicídio contra quatro pessoas no circuito Osmar, durante a apresentação de Robyssão no Carnaval de Salvador, nega a participação no episódio.
No entanto, imagens obtidas pelo site Alô Juca mostram que o verdadeiro autor dos disparos seria um homem que estava com a roupa do bloco “As Kuviteiras”. A Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) também exibe imagens em que Sapucaia caminha, próximo ao circuito, sem sinais de envolvimento com o crime.
A prisão do militar foi convertida em preventiva depois de passar por audiência de custódia. Assim, ele continua detido no Batalhão de Choque, em Lauro de Freitas, na região metropolitana da capital baiana. O acusado negou veementemente a acusação: “Se tiver que morrer negando, eu vou, porque não fui eu”.
A decisão da Justiça se apoiará no resultado do exame de balística, que analisará possíveis vestígios de pólvora nas mãos de Sapucaia.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Carlos Viana
"Sou uma pessoa pública. Todas as minhas ações são passíveis de questionamento".
Disse o senador Carlos Viana (Podemos-MG) ao declarar que responderá “com a maior tranquilidade” aos questionamentos do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, sobre possíveis irregularidades em emendas repassadas à Fundação Oásis, ligada à Igreja da Lagoinha.