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salarios atrasados
Com o elenco profissional paralisado por causa de salários atrasados, a Macaca enfrentará o América-MG neste domingo (30), às 16h, na Arena Independência, pela 25ª rodada da Série B, utilizando somente jogadores formados nas categorias de base. A medida foi adotada para evitar um W.O. na competição.
A delegação viajou para Belo Horizonte com apenas 17 atletas, o que significa que o técnico Gilson Kleina terá somente seis opções no banco de reservas. Os jogadores relacionados têm entre 17 e 23 anos.
Alguns dos jovens já vinham sendo aproveitados pelo profissional diante da redução do elenco ao longo da temporada. Entre eles estão os goleiros Guilherme Viana e Vinícius Ferrari, o lateral Júlio, os zagueiros Diego Leão e Gustavo Almeida, os volantes Gustavo Telles e Juan e o meia Miguel. Outros atletas foram incorporados às pressas durante a semana para que a Ponte tivesse condições de entrar em campo.
GREVE POR SALÁRIOS ATRASADOS
A situação ocorre depois de os jogadores do elenco principal decidirem, na última quarta-feira (26), suspender treinos e jogos até que as pendências financeiras sejam regularizadas.
Em nota assinada pelos atletas, o grupo afirmou que existem casos de salários atrasados há cerca de seis meses e fez críticas à condução da diretoria. Segundo apuração do ge, há situações específicas, incluindo integrantes do departamento de futebol, nas quais os débitos se aproximam de um ano.
A diretoria chegou a tentar encontrar uma solução que permitisse a participação de jogadores do profissional, mas a paralisação foi mantida. A utilização da base acabou sendo a alternativa encontrada para impedir que a equipe deixasse de comparecer à partida.
ESTREIA DE GILSON KLEINA
O jogo também marcará a estreia de Gilson Kleina, contratado para iniciar sua sexta passagem pela Ponte Preta. Em sua apresentação, o treinador classificou o atual momento como o maior desafio da carreira. Agora, terá logo no primeiro compromisso um time montado exclusivamente com jovens formados no clube.
Dentro de campo, a situação também é crítica. A Ponte é a lanterna da Série B, com dez pontos em 24 partidas, e não vence há 18 rodadas. O América-MG aparece imediatamente acima, na 19ª posição, com 11 pontos.
Caso não vença neste domingo, a Macaca chegará a 19 partidas consecutivas sem triunfo e igualará o pior jejum da história da Série B, registrado pelo ABC em 2015. A última vitória ponte-pretana foi justamente contra o América-MG, por 1 a 0, em 24 de abril.
O elenco da Ponte Preta, clube do interior paulista, paralisou as atividades devido salários atrasados. Por meio de uma nota oficial, divulgada nesta quarta-feira (26), os jogadores classificaram a situação como derrespitosa, para além do financeiro, mas também pelo "abandono da atual gestão."
A decisão é válida para treinos e jogos e foi comunicada ao gestor de futebol da equipe, João Brigatti. O presidente da Associação, Luiz Antônio Torrano, e departamento jurídico também foram notificados.
A próxima partida do clube alvinegro está marcada para o próximo domingo (30), contra o América-MG, em Belo Horizonte, sendo um confronto direto na tabela de classificação da Série B do Campeonato Brasileiro.
A Ponte não vence a 18 rodadas e é lanterna com 10 pontos, enquanto o clube mineiro está na 19ª colocação, com 11. Segundo informações iniciais, a diretoria espera evitar o W.O com o uso das categorias de base.
Antes do decreto de paralisação, os jogadores haviam dado um últimato na diretoria na semana passada, quando divulgaram que alguns deles estavam em receber há cerca de seis meses e iam parar o futebol do clube se as pendências não fossem regularizadas até a última quarta-feira (25). Os atletas estão sendo respaldados juridicamente pelos advogados Filipe e Thiago Rino.
CONFIRA O COMUNICADO NA ÍNTEGRA
“Nós, atletas da AA Ponte Preta, comunicamos à diretoria e à imprensa que: Como é de conhecimento público e geral, da imprensa e torcedores, a maioria de nós atletas não recebemos os últimos meses de salários e direito de imagem, que em alguns casos chegam a 6 meses sem o devido pagamento.
Há ainda uma nuvem de incertezas que pairam sobre nós, eis que a atual diretoria abandonou o dia a dia do clube e, além dos atrasos salariais, estamos sem qualquer satisfação ou garantia.
Nosso sentimento é de abandono!
O § 5º do artigo 90 da Lei Geral do Esporte permite ao atleta profissional paralisar as atividades profissionais, inclusive recursar-se a competir, quando os salários estiverem em atraso por 2(dois) ou mais meses: É lícito ao atleta profissional recursar-se a competir por organização esportiva quando seus salários, no todo ou em parte, estiverem atrasados em 2 (dois) ou mais meses.
Esperamos semanas e até meses para tomarmos essa drástica atitude, respeitando a torcida e principalmente a instituição AA Ponte Preta.
Porém, ante o descaso da atual diretoria, considerado como desrespeito a nós atletas, não apenas pelos salários em atraso, mas também pelo abandono da atual gestão, comunicamos que a partir desta quarta-feira, 26/08/206, após encerramento do prazo que estipulamos para a diretoria, suspenderemos as nossas atividades, até a regularização dos nossos pagamentos.
Atenciosamente, Elenco Profissional de Atletas da AA Ponte Preta”
Em meio a crise salarial em Lauro de Freitas, os servidores decretaram nesta segunda-feira (20) greve por tempo indeterminado do Centro Administrativo de Lauro de Freitas (CALF), após ocupar o prédio. A medida foi tomada em resposta ao não pagamento dos salários de dezembro, apesar das diversas tentativas de negociação com a prefeita Débora Regis.
A decisão de ocupar o prédio foi tomada após a prefeita oferecer o pagamento dos salários atrasados de modo parcelado em seis vezes, proposta considerada inaceitável pelos servidores. Os trabalhadores alegam que a medida não resolve a situação imediata e agrava ainda mais a crise financeira que enfrentam.
“Os trabalhadores, que já estão em mobilização há mais de 15 dias, passam sérias dificuldades financeiras, inclusive, muitas famílias estão vivenciando insegurança alimentar diária”, afirma os organizadores do sindicato dos Trabalhadores em educação da Rede Pública Municipal de Lauro de Freitas (ASPROLF) em nota.
A crise em torno do pagamento dos salários de dezembro para os servidores de Lauro de Freitas se agrava. Mesmo com o início da segunda quinzena de janeiro, a prefeita Débora Regis ainda não efetuou o pagamento, gerando revolta e mobilização entre os trabalhadores.
Na manhã desta sexta-feira (17), o sindicato protocolou um ofício no Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), denunciando a situação e solicitando uma investigação sobre o caso. O TCM acompanhará a situação e tomará as medidas cabíveis.
Desde o início do mês, servidores da educação, representados pela Asprolf, e de outras áreas como saúde, guarda municipal e administração, ocupam o Centro Administrativo de Lauro de Freitas (CALF) para pressionar a prefeita a quitar a dívida.
Imagem do manifestante com uma placa manifestante a falta de pagamento | Foto: Divulgação
Diante da falta de pagamento, os servidores estão enfrentando dificuldades financeiras significativas, com dificuldades para pagar contas e garantir a própria subsistência.
A situação se torna ainda mais grave diante da informação de que os fundos municipais estão abastecidos. Os servidores alegam que a prefeita tem recursos disponíveis para efetuar o pagamento, mas está atrasando intencionalmente.
Servidores públicos municipais de Quijingue realizaram um ato público nesta terça-feira (14) em frente à sede da Prefeitura, cobrando o pagamento dos salários atrasados. A paralisação de advertência de 24 horas contou com a participação de dezenas de servidores e dirigentes sindicais.
Com faixas e cartazes, os manifestantes expressaram sua insatisfação com a situação e cobraram uma solução imediata para o problema. O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Quijingue (SINSPUQ) questionou a justificativa da prefeitura, que alegou que os salários atrasados são de gestões anteriores.
O sindicato ressalta que a administração pública está sujeita aos princípios da legalidade e da impessoalidade, e que a prefeitura tem a obrigação de honrar seus compromissos com os servidores, independentemente de quem esteja à frente da gestão.
Informações do Calila Notícias, parceiro do Bahia Notícias, o Ministério Público da Bahia (MP-BA) já foi acionado e deu um prazo de 48 horas para a prefeitura apresentar uma resposta formal sobre a situação. Caso o pagamento não seja regularizado, o MP-BA poderá tomar medidas judiciais.
A prefeitura agendou uma reunião com o sindicato para a próxima sexta-feira (17), mas os servidores exigem uma solução imediata para o problema.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.