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saf botafogo
A relação entre o Botafogo associativo e a SAF do clube ganhou novos contornos de tensão nos bastidores. Dirigentes do clube social avaliam que a recente decisão da SAF de compartilhar informações de forma “voluntária” pode estar ligada ao receio de descumprimento de determinações judiciais por parte do empresário John Textor. As infomações foram veículadas pelo O Globo nesta sexta-feira (27).
Diante do cenário, o Botafogo social prepara uma lista detalhada com documentos considerados essenciais, que deverão ser apresentados em reunião marcada para a próxima semana.
Nos últimos dias, o clube intensificou a pressão pública ao solicitar acesso a dados financeiros da SAF e levantar questionamentos sobre os aportes realizados por Textor na aquisição do Botafogo, além de operações envolvendo outros clubes ligados à Eagle Football Holding, como Lyon e RWDM Brussels.
Paralelamente, o associativo recorreu à Justiça na tentativa de reverter decisões que levaram o caso para arbitragem, incluindo a liminar que mantém o empresário no controle da SAF. A principal preocupação, segundo dirigentes, está relacionada a possíveis prejuízos financeiros decorrentes da atual gestão.
Em resposta, a SAF afirmou, por meio de nota, que abriu seu escritório para apresentação completa dos documentos solicitados, ressaltando que a medida ocorre em nome da transparência e da boa-fé.
A empresa também destacou que parte das informações já é compartilhada regularmente com o Conselho Fiscal e o Conselho de Administração, órgãos dos quais o Botafogo social faz parte, e reforçou a necessidade de alinhamento institucional e responsabilidade no uso de dados confidenciais.
O encontro entre as partes deve ser decisivo para o avanço das tratativas e pode definir os próximos passos na relação entre clube associativo e SAF.
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Pérolas do Dia
Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.