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ricardo braga
Primeira marca de vinhos a trazer ao mercado brasileiro uma linha completa de bag-in-box, a empresa Lekubi, nascida em Portugal, está lançando nesta semana a primeira embalagem Wine Bag do Brasil, durante a feira de vinhos e destilados das américas, intitulada ProWine São Paulo 2023. Aqueles que passarem pelo stand A39 na Expo Center Norte, até esta sexta-feira (5), vão poder conhecer a nova embalagem do produto e experimentar os rótulos disponíveis.
Fundada pelos empresários baianos Ricardo Braga e Deosdete Ribeiro Jr, a nova aposta da marca traz uma evolução da tradicional bag-in-box, que lidera o protagonismo das embalagens alternativas no cenário mundial. Já consolidado na França, Estados Unidos e Escandinávia, o modelo Wine Bag conta com tecnologia de ponta da Smurfyt Kappa, empresa líder global no segmento. A embalagem é recomendada para lugares onde não é adequado circular com garrafas de vidro, como piscinas e praias, trazendo um design versátil, que garante a conservação do vinho por até 2 meses depois de aberto.

"O público da Lekubi é bastante diversificado. Temos atuado no consumo doméstico e sobretudo, no segmento de bares, restaurantes e hotéis, com foco na venda de vinhos em taças. Graças a qualidade do nosso produto e a praticidade da embalagem, Lekubi tem conquistado espaço no segmento de eventos e festas", explicou Ribeiro Jr.
A proposta da marca é levar aos consumidores brasileiros soluções inovadoras, que transformem o momento de degustação em uma experiência descomplicada, além de democratizar o consumo da bebida no país através da comercialização do vinho em taça, que já é bastante difundido em países europeus.
“O mercado de vinho em embalagens alternativas vem crescendo muito nos últimos anos. Não só pela mudança de comportamento do consumidor, mas também como fruto da escassez e alto custo do vidro, além das questões relativas à sustentabilidade", afirmou Ricardo Braga, co-fundador da marca. Ainda segundo o co-fundador, a produção da Wine Bag é mais sustentável do que as embalagens de vidro, tendo uma pegada de carbono sete vezes menor do que os recipientes tradicionais.
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Escolha do próprio presidente Jair Bolsonaro (PSL), o novo titular da Secretaria Especial da Cultura, Ricardo Braga (clique aqui e saiba mais), é economista, com experiência no setor financeiro.
De acordo com nota do Ministério da Cidadania, pasta da qual a secretaria faz parte, Braga é formado em Economia pelas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU-SP) e possui MBA em Finanças Corporativas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Segundo a assessoria, ele “tem sólida carreira construída no segmento financeiro – bancos e corretoras – com experiência consolidada na gestão de operações e investimentos”.
Ainda segundo o comunicado oficial do governo, “paulistano, 50 anos, Braga atuava como diretor de Investimentos do Andbank Brasil até ser convidado para a secretaria. Anteriormente, foi superintendente de operações do Banco Votorantim”.
Na avaliação do ministro da Cidadania, Osmar Terra, a indicação de Ricardo Braga “corresponde às necessidades da pasta em imprimir um maior dinamismo e eficiência aos projetos da Secretaria Especial de Cultura, conforme também desejava o presidente da República, Jair Bolsonaro”.
O novo secretário da Cultura se reunirá pela primeira vez com o ministro na próxima segunda-feira (9), em Brasília.
Após Henrique Pires deixar o cargo por discordar dos “filtros ideológicos” impostos pelo governo (clique aqui e saiba mais), o presidente Jair Bolsonaro (PSL) nomeou Ricardo Braga para assumir a Secretaria Especial da Cultura, vinculada ao Ministério da Cidadania. A nomeação foi publicada no Diário Oficial da União, na noite desta quarta-feira (4).
Segundo a Folha de S. Paulo, o ministério não soube informar quem é o novo secretário vinculado à pasta, mas fontes que acompanham o caso garantiram que a escolha de Braga partiu do próprio presidente, sem consultar o ministro da Cidadania Osmar Terra.
A saída de Henrique Pires da secretaria, em agosto deste ano, envolveu muitas farpas. “Para mim, isso tem nome: é censura. Se eu estiver nesse cargo e me calar, vou consentir com a censura. Não vou bater palma para este tipo de coisa. Eu estou desempregado. Entre ficar e bater palma pra censura, eu prefiro cair fora”, afirmou o ex-secretário, afirmando ter decidido deixar o cargo após o governo suspender um edital voltado para produções ligadas ao movimento LGBT+.
O ministro da Cidadania, no entanto, rebateu seu ex-subordinado e afirmou que Pires foi demitido porque “não estava desempenhando as políticas propostas pela pasta”.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Léo Kret
"Estou aqui ó, com meu pai, com minha mãe, na minha casa. Dizendo que eu estou presa. Meu nome apenas foi mencionado numa investigação com um contrato que eu nem assino".
Disse a ex-vereadora de Salvador e cantora Léo Kret ao se pronunciar após ter se tornado alvo de busca e apreensão durante uma operação do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).