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rafaela silva
Duas lendas que dividiram uma era do MMA brasileiro finalmente ficarão frente a frente — mas com luvas de boxe. Maurício Shogun e Glover Teixeira fazem a luta principal do Spaten Fight Night 3 neste sábado (29), no Mercado Livre Arena Pacaembu, em São Paulo. A terceira edição do evento terá cinco combates e ampliará o card com as estreias do judô e do jiu-jitsu, além de disputas de boxe e MMA.
O encontro entre Shogun e Glover encerra uma espera que atravessou mais de uma década. Em 2012, chegou a existir a possibilidade dos dois brasileiros se enfrentarem no MMA, mas o confronto não aconteceu. Agora, ambos já aposentados da modalidade, o duelo será realizado no boxe, pela categoria peso-pesado, em oito rounds de dois minutos.
Os dois construíram trajetórias de destaque internacional e chegaram ao cinturão do UFC. Shogun foi campeão dos meio-pesados da organização, além de conquistar o GP dos médios do Pride em 2005. Glover também chegou ao topo dos meio-pesados do UFC, tornando-se campeão em 2021.
JUDÔ ESTREIA COM REVANCHE OLÍMPICA
Outra novidade da terceira edição será a entrada do judô. E o evento terá duas campeãs olímpicas brasileiras no tatame: Rafaela Silva e Beatriz Souza.
Dez anos depois de conquistar o ouro nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, Rafaela enfrentará a mexicana Prisca Awiti Alcaraz, medalhista de prata olímpica.
Bia Souza, por sua vez, terá uma adversária bastante conhecida. A brasileira reencontrará a israelense Raz Hershko, repetindo a final dos Jogos Olímpicos de Paris 2024. Na ocasião, Bia venceu o confronto e conquistou a medalha de ouro na categoria acima de 78 kg.
MEREGALI X PREGUIÇA MARCA ESTREIA DO JIU-JITSU
O jiu-jitsu também fará sua estreia no Spaten Fight Night com um confronto marcado por rivalidade. Nicholas Meregali e Felipe “Preguiça” Pena voltarão a se enfrentar depois de duelos anteriores em 2018 e 2023
Desta vez, o confronto será realizado na modalidade No-Gi, sem quimono, pela categoria pesadíssimo, acima de 99 kg. A disputa seguirá as regras do BJJ Stars, com três rounds de cinco minutos e intervalos de um minuto.
BRASIL X ARGENTINA VALE CINTURÃO NO BOXE
O card ainda terá um duelo entre Brasil e Argentina. Invicto no boxe profissional, Luan Medeiros enfrenta o argentino Juan Cruz Unco, o “El Diablo”.
Luan chega ao combate com sete vitórias em sete apresentações profissionais, sendo quatro delas por nocaute.
Além da rivalidade entre os países, haverá título em disputa. O vencedor ficará com o Cinturão Latino-Americano, em combate reconhecido pelo Conselho Nacional de Boxe e pela Federação Latino-Americana de Comissões de Boxe Profissional.

Foto: Divulgação
O Spaten Fight Night 3 já tem data definida. A terceira edição do evento de lutas será realizada no dia 29 de agosto, em São Paulo, e terá novidades no card. Além do boxe, a programação deste ano contará com disputas de judô e jiu-jitsu.
Duas lutas de judô já foram confirmadas pela organização. Uma delas terá Rafaela Silva, campeã olímpica em 2016 e bicampeã mundial, contra a mexicana Prisca Awiti Alcaraz, medalhista de prata nos Jogos Olímpicos de Paris 2024 na categoria meio-leve, até 63kg.
O confronto também marcará a celebração dos dez anos da medalha de ouro conquistada por Rafaela nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.
"Estar no Spaten Fight Night este ano é especial. Olhar para trás e ver que já se passaram 10 anos daquele ouro inesquecível no Rio de Janeiro me enche de orgulho. Comemorar essa marca histórica fazendo o que eu mais amo, e em um palco tão grandioso quanto o evento, é um privilégio enorme", afirmou Rafaela Silva.
Outro duelo confirmado colocará Bia Souza frente a frente com Raz Hershko. As duas reeditarão a final olímpica de 2024, vencida pela brasileira, que conquistou o ouro diante da israelense.
"Subir no tatame do Spaten Fight Night para reviver um momento que mudou a minha vida é uma sensação indescritível. Vai ser uma noite histórica para o judô nacional", disse Bia Souza.
Além dos confrontos já anunciados no judô, o evento também terá lutas de boxe, além do já anunciado jiu-jitsu. Os demais nomes do card serão divulgados nas próximas semanas pela organização. O Spaten Fight Night 3 terá transmissão para todo o Brasil.
A última edição, também realizada em São Paulo, teve como destaue a luta principal entre Acelino "Popó" Freitas e Wanderlei Silva, que terminou no 4º round após Wanderlei desferir cabeçadas consecutivas, resultando em sua desclassificação.
A brasileira judoca Rafaela Silva, criticou a arbitragem olímpica nesta quinta-feira (29), por meio das redes sociais. A atleta comparou um golpe dado por Clarice Ribeiro, do sub-18, com o seu, que foi invalidado.
A 1 mês exatamente essa posição não era imobilização ???????????????????? (minha semi final olímpica) kkkkkkk parece piada https://t.co/uynLOyXEBc
— Rafaela Silva (@Rafaelasilvaa) August 29, 2024
O golpe foi contra a sul-coreana Mimi Huh, na semifinal dos Jogos Olímpicos de Paris 2024. O duelo foi para o Golden Score e Rafa já estava com dois shidos por falta de combatividade, não podendo receber o terceiro.
Rafaela conquistou uma medalha de bronze na disputa por equipes mista, apesar de não ter conquistado uma individual. A judoca foi quem desempatou e garantiu a medalha para o Brasil.
Aos 37 anos de idade, o judoca Rafael Silva é o mais velho a garantir uma medalha em Olimpíadas após a conquista do bronze neste sábado (3). O antigo recorde era assegurado por Arthur Schnabel, medalhista de bronze em Los Angeles 1984. Na ocasião, o alemão tinha 36 anos e dez meses.
Entre os inscritos em Paris-2024, Baby é o terceiro com maior idade, sendo William Tai Tin, de Samoa, o mais velho com 39 anos. O judoca que luta pela categoria -73kg nasceu em 1985, no dia 11 de junho. O segundo colocado é Bubacar Mane, de Guiné Bissau, da categoria +100kg, nascido em 1986, no dia 31 de dezembro.
Na categoria dos medalhistas de ouro, Teddy Riner é o mais velho com 35 anos. O francês ainda vai em busca do seu segundo, na categoria por equipes.
Nas equipes mistas do judô, o Brasil encerrou sua participação nos Jogos Olímpicos de Paris 2024 e venceu a Itália na manhã deste sábado (3). No desempate e aplicando um waza-ari, Rafaela Silva foi a responsável por garantir a primeira medalha de bronze para o judô brasileiro na categoria.
Na disputa entre brasileiros e italianos, Rafael Macedo venceu Christian Parlati na categoria de até 90kg; Beatriz Souza venceu Asya Tavano na categoria acima de 70kg; Léo Gonçalves perdeu para Gennaro Pirelli na categoria até 90kg; Rafaela Silva venceu Veronica Toniolo na categoria até 57kg; Willian Lima perdeu para Manuel Lombardo na categoria até 73kg e Ketleyn Quadros perdeu para Savita Russo na categoria até 70kg. No sorteio por desempate, Rafa Silva novamente, em 14 segundos, garantiu o bronze para o Brasil.
A judoca Rafaela Silva assumiu a liderança do ranking mundial da modalidade na categoria até 57kg. A atualização foi feita neste domingo (2) pela Federação Internacional de Judô (IJF).
Campeã olímpica e bicampeã mundial, Rafaela Silva havia conquistado, na última sexta-feira (31), a medalha de ouro no Grand Slam de Antália, na Turquia. Ela somou 5.833 pontos e pulou do terceiro para o primeiro lugar, desbancando a canadense Jessica Klimkait, que estava na liderança e agora fecha o top 3. A vice-liderança agora pertence a Christa Deguchi, que também é do Canadá, mas é a primeira na corrida olímpica, seguida de perto pela brasileira.
Além de Rafaela Silva, o Brasil conta com outros seis atletas no top 10. Bicampeã mundial e três vezes medalhista olímpica, Mayra Aguiar assumiu a vice-liderança do ranking da categoria 78kg. Primeira medalhista olímpica do judô, Ketleyn Quadros foi campeã em Antália e subiu para a quarta posição na categoria até 63kg. Daniel Cargnin (73kg) e Guilherme Schimidt (81kg) também ocupam o quarto lugar nos seus pesos. Atual vice-campeã mundial, Beatriz Souza subiu duas posições e agora é a quinta entre as atletas acima de 78kg. Acima de 100kg, o medalhista olímpico Rafael Silva manteve a oitava colocação.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Paulo Henrique Rodrigues
"O Brasil demorou para fazer políticas para entender que essa grande qualidade artística do nosso povo, um povo criativo, preparado intelectualmente e artisticamente, culturalmente muito rico, poderia significar renda, emprego, geração de uma indústria cultural ou criativa".
Disse o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Henrique Rodrigues Pereira ao ressaltar o impacto da economia criativa e a necessidade de estruturar o setor no país. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, o ministro fez um balanço sobre a relação entre cultura e negócios, reconhecendo que o Brasil tardou a transformar seu potencial em força econômica.