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A Polícia Civil do Rio de Janeiro identificou e intimou o streamer Jean Almeida Hilário, conhecido como GH Rell RJ, após acusações de homofobia feitas pelo ator João Victor Gonçalves. O incidente ocorreu na sexta-feira (4), quando João Victor chegava ao Rock in Rio e foi abordado de forma hostil por GH e seus amigos, que comentaram negativamente sobre sua aparência e vestimenta.
GH se apresentará na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) para prestar esclarecimentos. Em resposta às acusações, ele pediu desculpas e negou qualquer discriminação, afirmando que suas críticas se restringiram à roupa do ator.
O ator, que está no ar atualmente como Mau Mau em "Quem Ama Cuida", também será ouvido pela polícia, que investiga se houve crime de homofobia nas falas de GH. Além disso, a investigação poderá incluir uma acusação de racismo feita pelo streamer. Os advogados de João Victor contestam as alegações de GH, afirmando que o ator é a verdadeira vítima da situação.
Em nota, eles destacaram que o temor de João Victor em relação a um possível assalto durante a abordagem não possui conotação discriminatória, mas é uma reação legítima diante do contexto de insegurança.
Por outro lado, a defesa de GH reconheceu que o tom da transmissão foi inadequado, mas reafirmou que não houve homofobia. O streamer está colaborando com as autoridades e acredita que a investigação provará sua inocência.
O episódio, que foi transmitido ao vivo pela plataforma Kick, gerou grande repercussão nas redes sociais, levando GH a ser banido da plataforma horas após o incidente. João Victor, por sua vez, voltou ao Rock in Rio no domingo (6), onde foi visto se divertindo durante o show do Barão Vermelho.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro identificou e intimou o streamer Jean Almeida Hilário, conhecido como GH Rell RJ, após acusações de homofobia feitas pelo ator João Victor Gonçalves. O incidente ocorreu na sexta-feira (4), quando João Victor chegava ao Rock in Rio e foi abordado de forma hostil por GH e seus amigos, que comentaram negativamente sobre sua aparência e vestimenta.
GH se apresentará na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) para prestar esclarecimentos. Em resposta às acusações, ele pediu desculpas e negou qualquer discriminação, afirmando que suas críticas se restringiram à roupa do ator.
O ator, que está no ar atualmente como Mau Mau em "Quem Ama Cuida", também será ouvido pela polícia, que investiga se houve crime de homofobia nas falas de GH. Além disso, a investigação poderá incluir uma acusação de racismo feita pelo streamer. Os advogados de João Victor contestam as alegações de GH, afirmando que o ator é a verdadeira vítima da situação.
Em nota, eles destacaram que o temor de João Victor em relação a um possível assalto durante a abordagem não possui conotação discriminatória, mas é uma reação legítima diante do contexto de insegurança.
Por outro lado, a defesa de GH reconheceu que o tom da transmissão foi inadequado, mas reafirmou que não houve homofobia. O streamer está colaborando com as autoridades e acredita que a investigação provará sua inocência.
O episódio, que foi transmitido ao vivo pela plataforma Kick, gerou grande repercussão nas redes sociais, levando GH a ser banido da plataforma horas após o incidente. João Victor, por sua vez, voltou ao Rock in Rio no domingo (6), onde foi visto se divertindo durante o show do Barão Vermelho.
A TV Globo precisou adaptar alguns capítulos da novela 'Quem Ama Cuida', de Walcyr Carrasco, após uma notificação extrajudicial da Associação dos Advogados de São Paulo (AASP) à emissora. As informações são da coluna Outro Canal, da Folha de S.Paulo.
De acordo com a publicação, a associação contestou a exibição de sua marca em uma sequência de assédio sexual, cena que envolve Adriana (Letícia Colin), Ademir (Dan Stulbach) e Suely (Julia Stockler).
De acordo com a AASP, na cena em que ocorre o crime, placas com a identificação da AASP aparecem no cenário ao fundo.
A associação afirmou na notificação não ter autorizado o uso de sua imagem na sequência e questionou a relação da AASP com a cena.
Após a reclamação formal, a Globo substituiu o capítulo no serviço de streaming Globoplay pela versão reeditada, além de ter retirado de circulação chamadas comerciais e materiais promocionais com a identificação visual da associação.
Os capítulos seguintes, focados na denúncia formal de Suely contra Ademir, serão transmitidos sem referências a marcas ou instituições reais nos cenários.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A República enfrenta um teste de integridade inédito. As sucessivas crises que ocorrem em Brasília colocam as instituições em risco. Os recorrentes episódios podem lançar o Brasil num momento de especial gravidade, pois a confiança da população nos poderes públicos é alicerce da democracia".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao alertar para o risco que as instituições brasileiras correm com a crise vivida pelo Supremo Tribunal Federal (STF).