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A Adidas anunciou seu projeto de revitalização de quadras esportivas no país. A ação acontece em parceria com a Central Única das Favelas (Cufa).
O projeto, que começou em São Paulo com a Arena Heliópolis, irá reformar quadras de comunidades de seis estados brasileiros. Locais como Goiânia, Manaus, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Salvador também fazem parte do cronograma na iniciativa.
Como parte do projeto, a Adidas também inicia “A Jornada”, um campeonato de futebol 3×3 que poderá ser disputado por equipes femininas e masculinas. Os vencedores de cada estado participarão da grande final em São Paulo.
O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, vai liberar a reabertura das quadras das escolas de samba da cidade para eventos, a partir do dia 1º de novembro.
De acordo com informações do jornal O Globo, a liberação já estava prevista e o decreto com a autorização saiu nesta terça-feira (20), no Diário Oficial do Município.
Segundo a publicação, o documento traz uma atualização da fase flexibilização das atividades na cidade, que desde o início de outubro já permitia o retorno das rodas de samba.
Nesta nova fase, com o objetivo de evitar aglomeração, as quadras devem ter cadeiras e mesas numeradas e os funcionários deverão fazer cursos de capacitação da Subsecretaria de Vigilância, Fiscalização Sanitária e Controle de Zoonoses. As equipes terão ainda que cumprir os protocolos sanitários específicos.
O decreto vale apenas para as escolas cujas quadras estão no município do Rio de Janeiro. As demais, localizadas em outras cidades, como Beija-Flor, em Nillópolis; da Grande Rio, em Duque de Caxias; e da Viradouro, em Niterói, devem ter a autorização das respectivas prefeituras.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.