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presidencia feminina
Interlocutores do Partido Verde (PV) comentaram que a pretensão da sigla para a sucessão de Ivanilson Gomes na presidência estadual da legenda é colocar um nome feminino. Ao Bahia Notícias, pessoas que têm participado das negociações, quatro nomes são colocados para assumir o cargo a partir de julho deste ano: Ludmilla Fiscina, Edna França, Dona Lurdes e Vânia Almeida.
Entre os nomes, a preferência dos interlocutores do partido é por Ludmilla Fiscina, que atualmente possui um mandato de deputada estadual na Assembleia Legislativa (AL-BA). A parlamentar é vista com bons olhos por preencher o “requisito” de uma presidência feminina, mas também por possuir um mandato.
Apesar da preferência, portanto, as tratativas diretas com a deputada ainda não foram iniciadas, e devem começar após a votação para a indicação da AL-BA para a vaga de conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), que está prevista para a próxima quarta-feira (8).
O nome de Edna França também agrada boa parte das alas do PV, por ser vista como uma militante antiga do partido. Ela, inclusive, chegou a ser convidada para assumir a presidência dos verdes no início do ano passado, mas recusou pois era titular da Secretaria de Sustentabilidade e Resiliência de Salvador (Secis).
Contudo, Edna foi exonerada do cargo em abril de 2022 e agora teria disponibilidade para assumir a presidência do PV após o fim do mandato de Ivanilson Gomes, em julho deste ano. Em Salvador, Edna França também foi gerente de Articulação Interinstitucional, Coordenadora de Política para Mulheres e Diretora de Inovação Cidade Inteligente, na prefeitura.
Nos casos de Dona Lurdes, que é a atual vice-prefeita do município de Souto Soares, e de Vânia Almeida, que é da Superintendência de Inovação e Desenvolvimento Ambiental (Sida) da Secretaria do Meio Ambiente (Sema), são nomes bem avaliados, mas que estão em um “segundo plano” para a sucessão da presidência.
O deputado federal João Carlos Bacelar (PV) também chegou a ser cogitado para o cargo e não é um nome completamente descartado. O parlamentar é um dos líderes do partido e tem participado de decisões, mas o nome acabou perdendo força após a preferência por um nome feminino na presidência.
Dentro do partido, a saída de Ivanilson já é uma certeza. Ele teria indicado o desejo de sair para ter uma maior dedicação aos trabalhos na presidência da Fundação Verde Herbert Daniel (FVHD), entidade privada que tem o objetivo de promover ações voltadas à cultura, política, ecologia e meio ambiente, e atua muitas vezes em Brasília.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.