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posse de donald trump
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) comentou, nesta segunda-feira (20), pela primeira vez a um veículo de comunicação, a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, de negar, outra vez, a devolução de seu passaporte para comparecer à posse de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos.
Para Bolsonaro, a negativa é “inacreditável”, principalmente devido à menção de um suposto risco de fuga de sua parte. Ao jornal Auriverde Brasil, Bolsonaro afirmou: “Eu posso fugir agora, qualquer um pode fugir”. No sábado (18) à jornalistas, o ex-presidente disse estar muito chateado e abalado e afirmou enfrentar “uma enorme perseguição política”.
CHORO E SEMELHANÇAS COM DONALD TRUMP
Impossibilitado de comparecer à posse, o ex-presidente enviou como seus representantes, o filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e a esposa, Michelle Bolsonaro. “Minha esposa está lá, fazendo o trabalho dela, muito discreto. Logicamente, eu queria estar ao lado dela, e por isso a gente chora, por que não chora? Ou eu sou uma máquina?”, afirmou Bolsonaro ao Auriverde Brasil.
Na mesma entrevista, o ex-presidente se comparou ao estadunidense, afirmando que as suas trajetórias foram muito similares: “Eu levei uma facada aqui no Brasil, Trump levou um tiro lá nos EUA. Lá, eles tiveram o 6 de janeiro e aqui nós tivemos o 8 de janeiro. Muito semelhante”, afirmou Bolsonaro.
Em relação à polêmica sobre o convite à cerimônia de posse, que teria vindo de um endereço de e-mail incomum, o ex-presidente afirmou que foi convidado, “apesar das fake news de alguns”. “A imprensa do mundo todo divulgou [...] que eu não pude ir para lá por causa da decisão de um juiz, um juiz que é o dono de tudo aqui no Brasil, é dono da sua liberdade”, afirmou Bolsonaro, em crítica a Moraes.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Léo Kret
"Estou aqui ó, com meu pai, com minha mãe, na minha casa. Dizendo que eu estou presa. Meu nome apenas foi mencionado numa investigação com um contrato que eu nem assino".
Disse a ex-vereadora de Salvador e cantora Léo Kret ao se pronunciar após ter se tornado alvo de busca e apreensão durante uma operação do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).