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porto da ford
O governo da Bahia prorrogou por mais seis meses o contrato de estudos de exploração do Terminal Portuário Privativo Miguel de Oliveira, o chamado Porto da Ford. A previsão é de um custo de R$ 584,7 mil pela iniciativa. O espaço fica no Porto de Aratu, em Candeias, na Região Metropolitana de Salvador (RMS).
Conforme o documento, a medida foi tornada oficial por meio da Bahiainveste – empresa de economia mista ligado ao governo baiano. Com isso, a empresa pública Infra S.A. [antiga Valec – Engenharia, Construções e Ferrovias S.A.] vai tocar os estudos que tiveram o prazo estendido de 30 de junho para 30 de dezembro deste ano.
DESATIVADO
Inaugurado em 2005 pela Ford para atender às operações de exportação e importação de veículos produzidos no complexo industrial de Camaçari, o Terminal Portuário Privativo Miguel de Oliveira chegou a movimentar mais de 1 milhão de veículos durante o período em que esteve em operação.
As atividades do porto foram encerradas em 2021, após a decisão da montadora de encerrar a produção no Brasil e fechar a fábrica instalada em Camaçari.
CONCESSÃO
Desde 2024, o governo estadual conduz estudos para viabilizar a concessão do terminal à iniciativa privada. O processo já foi anunciado em diferentes ocasiões, mas ainda não foi concluído.
O chamado "Porto da Ford" permanece entre os ativos administrados pelo Estado da Bahia que aguardam definição sobre o modelo de exploração ou eventual concessão.
O terminal ocupa uma área de quase 18,7 hectares e tem capacidade para movimentar até seis mil veículos. A estrutura conta com rampas que permitem a operação simultânea de dez caminhões-cegonha e está apta a receber embarcações com até 200 metros de comprimento.
Como parte da estratégia de manter o terminal portuário Miguel de Oliveira, o chamado “Porto da Ford”, em condições plenas, o governo baiano vai instalar barreiras de contenção ao redor da área do píer e da ponte de acesso de uso privado ao terminal.
Para isso, a BahiaInvest – empresa de economia mista ligado ao governo baiano – contratou o serviço, por dispensa de licitação, por R$ 90 mil. O prazo do contrato é de seis meses.
Parado desde 2021 quando a Ford encerrou as atividades no país, o terminal Miguel de Oliveira não entrou na negociação para a vinda da BYD, empresa chinesa que ocupou o espaço da montadora norte-americana instalado em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS).
O “Porto da Ford” é um dos ativos do governo baiano, que ainda não conseguiu um comprador para o equipamento, situado no Porto de Aratu, em Candeias, também na RMS.
A área do porto é 18,7 hectares, o que dá ao local capacidade para movimentar até seis mil veículos, e conta com rampas que permitem a operação de dez caminhões cegonha de uma só vez. O porto também pode receber navios com até 200 metros de comprimento.
O governo baiano renovou o contrato de gestão ambiental do Terminal Portuário Miguel de Oliveira, conhecido como Porto da Ford, situado em Candeias, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). O contrato, sem licitação, foi firmado com a Bourscheid Engenharia e Meio Ambiente Ltda pelo valor de R$ 600,7 mil.
Em março deste ano, a empresa tinha sido contratada para o mesmo serviço e pela mesma BahiaInvest, empresa de economista mista vinculada ao governo do estado. O prazo era de seis meses [encerrado em setembro passado] pelo valor de R$ 278,1 mil.
O Porto da Ford é um dos ativos do estado e está parado desde 2021 quando a montadora decidiu encerrar as atividades no país. Na negociação que culminou na vinda da BYD para Camaçari, também na RMS, o porto não foi incluído no pacote, apesar de a empresa chinesa tentar a cessão do espaço. Até o momento, o estado ainda não conseguiu um comprador para o equipamento.
O porto tem 18,7 hectares, com capacidade para movimentar até seis mil veículos, e conta com rampas que permitem a operação de dez caminhões cegonha de uma só vez. Também recebe navios com até 200 metros de comprimento.
O terminal portuário Miguel de Oliveira, chamado Porto da Ford, em Candeias, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), teve prazo para a conclusão dos estudos de viabilidade técnica, econômico-financeira, ambiental e jurídica do projeto de exploração ampliado. Programado para maio, a análise feita pela BahiaInvest agora terá prazo válido até o último dia de dezembro deste ano.
A escolhida para implentar os estudos foi a empresa pública Infra S.A., antiga Valec. O valor total ajustado foi de R$ 584.749,66, buscando entender os investimentos para o terminal portuário e avaliar o potencial de mercado do modelo para exploração através do estado. Com isso, mesmo com a aquisição do espaço da Ford em Camaçari, na mesma região, a BYD procurou a cessão do porto, o que não foi atendido pelo governo.
Outro contrato foi firmado, porém, desta vez, para a prestação de serviços de engenharia ambiental. A escolhida pela BahiaInveste foi a Bourscheid Engenharia e Meio Ambiente LTDA. Divulgado no final de março, o contrato é de R$ 278,1 mil e visa fazer em seis meses a gestão ambiental da área assim como auxiliar na educação ambiental das comunidades do entorno do espaço.
O local é capaz de movimentar até 6 mil veículos e as rampas permitem a operação de dez caminhões cegonha de uma só vez, enquanto recebem navios de grande porte, com até 200 metros de comprimento.
ESPAÇO AMPLO
O Terminal Portuário Miguel de Oliveira foi construído visando o escoamento da produção do Complexo Industrial Ford Nordeste, ocupando dessa forma, uma área total de 360.833 m². Inaugurado em outubro de 2005, a infra-estrutura portuária desafogou o trânsito de carretas do centro urbano de Salvador, já que antes os embarques de veículos, eram realizados no terminal portuário de Salvador.
O espaço, na inauguração, era o único porto privativo da Ford no mundo opera hoje com produtividade de 150 a 180 carros/hora, acima da média mundial de 120 unidades/hora, sem gerar impacto ambiental e com registro zero de acidentes.
O governo baiano contratou uma empresa para prestar serviços de engenharia ambiental no terminal portuário Miguel de Oliveira, o chamado Porto da Ford, em Candeias, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). O termo foi firmado entre a BahiaInvest, empresa de economia mista ligada ao Estado, e a Bourscheid Engenharia e Meio Ambiente LTDA.
Divulgado nesta sexta-feira (22), o contrato é de R$ 278,1 mil e visa fazer em seis meses a gestão ambiental da área assim como auxiliar na educação ambiental das comunidades do entorno do espaço. Mesmo com a aquisição do espaço da Ford em Camaçari, na mesma região, a BYD procurou a cessão do porto, o que não foi atendido pelo governo.
Até o momento, a empresa faz movimentações portuárias por Pernambuco e Espírito Santo. O porto Miguel Oliveira foi concedido à Ford em 2004, três anos após o início da fabricação de veículos na Bahia. A área do terminal é de 18,7 hectares, com capacidade para movimentar até 6 mil veículos.
As rampas permitem a operação de dez caminhões cegonha de uma só vez, enquanto recebem navios de grande porte, com até 200 metros de comprimento.
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