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porteiro
A empresa Grupo Solução &Cia demitiu o funcionário que utilizou um capacete para bater na colega de trabalho, em um condomínio de Salvador, no último sábado (8). A informação da demissão foi confirmada nesta terça-feira (11) pela TV Bahia.
Segundo a reportagem, a organização responsável por administrar o condomínio no bairro de Itapuã desligou Diego Silva após ele se apresentar espontaneamente na 2ª Delegacia Territorial de Itapuã na terça. De acordo com a publicação, ele optou por ficar em silêncio durante o depoimento. Ele foi liberado em seguida. A empresa informou por meio de nota, que todas as medidas trabalhistas legais foram adotadas contra o agressor.
Conforme a entidade, a trabalhadora agredida está afastada do trabalho e recebe apoio psicológico e jurídico. A mulher deve voltar aos trabalhos após se sentir apta, como revelou a empresa. O síndico do condomínio explicou que o episódio ocorreu quando a colaboradora terminava um plantão quando sofreu as agressões. Ela não costumava trabalhar com o agressor.
A situação teria ocorrido após ela impedir que Diego entrasse no condomínio pela contramão.
VEJA A NOTA NA ÍNTEGRA:
"O grupo solução & cia manifesta seu mais profundo repúdio ao ato de violência física ocorrido em 08 de novembro de 2025, nas dependências de uma unidade de trabalho, envolvendo dois colaboradores.
Reiteramos que não compactuamos com qualquer forma de agressão, desrespeito ou violência, especialmente contra mulheres, e reafirmamos nosso compromisso com um ambiente de trabalho pautado no respeito, na dignidade e na civilidade.
Todas as medidas trabalhistas e legais cabíveis foram imediatamente adotadas. O autor do ato não compõe mais quadro de colaboradores do grupo Solução & Cia e já prestou depoimento na 12ª delegacia de itapuã, que dará prosseguimento às providências criminais pertinentes.
Uma mulher de 38 anos foi agredida por um colega de trabalho em um condomínio no bairro de Jardim das Margaridas, em Salvador. O caso que aconteceu no último sábado (8), foi registrado por uma câmera de segurança, dentro da portaria do condomínio.
?? Mulher é agredida por colega de trabalho com capacete em condomínio de Salvador
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) November 11, 2025
Confira ?? pic.twitter.com/32xWMtrruw
Segundo a denúncia, a agressão teria ocorrido após o homem receber uma reclamação da colega por tentar entrar no condomínio pela contramão. A mulher não autorizou que o agressor realizasse a ação no local. Depois de acessar o espaço, os dois começaram uma discussão na portaria.
Nas imagens, o agressor utiliza o capacete que estava na mesa e atacou sua colega com golpes. A mulher tenta se proteger com as mãos e se defender do homem. Na sequência, ele separa seus objetos e volta a agredir a funcionária com um tapa. A mulher chegou a ficar desacordada após a agressão. Ela registrou queixa na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam).
O paradeiro e a identidade do homem ainda não foram revelados pela polícia. Não há informações do estado de saúde da mulher.
Um homem foi preso sob suspeita de envolvimento na morte a tiros do porteiro Alef Mourana quinta-feira (28). Segundo a Polícia Civil, o suspeito teria recebido R$ 3 mil para intermediar o assassinato. O crime aconteceu em 17 de abril, em Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia.
Na ocasião, Alef Moura foi atingido por tiros enquanto estava em frente ao Colégio Estadual Constantino Catarino de Souza, na Rua Porto Seguro, no bairro Santa Cruz, local onde trabalhava.
As investigações apontaram que o autor dos disparos é um menor de idade. A Vara da Infância já foi acionada para lidar com o caso, mas o adolescente permanece em liberdade, as informações foram confirmadas pelo G1.
O mandante do crime foi preso em junho. A polícia revelou que ele teria encomendado o assassinato após descobrir que sua companheira mantinha um relacionamento extraconjugal com a vítima. Ambos trabalhavam na mesma escola e, segundo o delegado Joaquim Rodrigues, responsável pelo caso, teriam encontros sexuais no local. Horas antes do homicídio, a mulher e o porteiro teriam se encontrado dentro da unidade de ensino.
Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que um homem se aproximou da escola e chamou o porteiro. Após uma breve conversa, Alef Moura foi ferido com um tiro na região do tórax, e o suspeito fugiu a pé.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) socorreu o vigilante e o levou em estado grave para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade, mas ele não resistiu aos ferimentos. Na época do ocorrido, o Colégio Estadual Constantino Catarino de Souza publicou uma nota lamentando profundamente a morte de seu funcionário.
O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) decidiu nesta quarta - feira (10), que um homem acusado em 62 processos penais através de reconhecimento fotográfico, seja solto imediatamente. O porteiro, Paulo Alberto da Silva Costa, foi preso após ter suas fotos colocadas no mural de suspeitos, em uma delegacia da cidade de Belford Roxo, no Rio de Janeiro.
A prisão de Paulo aconteceu após as vítimas de crimes relatarem que ele tinha aparência física compatível com criminosos. O porteiro de 36 anos é um homem negro e teve racismo citado em seu caso. Após ser preso, Alberto foi transferido para o Complexo de Bangu, onde está preso desde março de 2020.
A absolvição do porteiro ocorreu após a relatora do processo, ministra Laurita Vaz, considerar o reconhecimento fotográfico falho. Através da Terceira Seção, o STJ comunicou também a decisão à Corregedoria da Polícia Civil do Rio de Janeiro, para resolução do caso e providências.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
José Guimarães
"Subiu no telhado".
Disse o líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE) ao comentar sobre a PEC da Segurança Pública, idealizada pelo governo federal para reorganizar e integrar o sistema de segurança no Brasil e dificilmente será votada no primeiro semestre deste ano.