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“Tentar transformar isso em traição é apenas uma tentativa de distorcer os fatos para alimentar uma narrativa política.” Com essa declaração, a ex-secretária de Saúde de Porto Seguro e candidata a deputada federal Raíssa Soares (PL) rebateu as críticas feitas pelo senador Jaques Wagner (PT) durante a Convenção da Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV), realizada no sábado (1º), em Salvador.
O posicionamento da aliada do PL ocorreu em resposta ao discurso no qual Wagner criticou a atuação da oposição no exterior, afirmando, sem citar nomes diretamente, que adversários teriam ido ao estrangeiro “falar mal do país” e “pedir para os gringos punirem o Brasil”. Na ocasião, o senador petista defendeu que a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assegura a democracia e a soberania nacional.
Ao contestar a fala de Wagner, Raíssa Soares saiu em defesa do ex-presidente, seu aliado de partido. “Jair Bolsonaro nunca trabalhou contra o Brasil. Pelo contrário, sempre colocou a nossa pátria em primeiro lugar e defendeu a liberdade, a soberania nacional e o povo brasileiro”, relata.
Raíssa também defendeu que o debate eleitoral seja focado em propostas para o país. “Os brasileiros conhecem a história de Bolsonaro e sabem do compromisso que ele sempre teve com o país. O momento exige discussão de soluções para os problemas da população, e não acusações sem fundamento para atacar adversários políticos”, conclui.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta quinta-feira que respeita a decisão do Partido Progressista (PP) de vetar a senadora Tereza Cristina (PP-MS) como sua candidata a vice na disputa pela Presidência da República, mas disse que "não desiste nunca". A legenda decidiu, por maioria, ficar neutra na eleição federal, o que impede a senadora de compor a chapa.
"A nota deixou bem claro que o partido tinha por maioria decidido pela neutralidade. Óbvio que eu respeito, mas eu sou brasileiro e não desisto nunca. Então vamos continuar nas conversas com os demais partidos com quem já vínhamos conversando também, mas podem ter certeza que a gente vai ter a melhor chapa para poder oferecer à população brasileira", afirmou.
Instantes antes de o PP confirmar a neutralidade, Flávio ainda demonstrava otimismo e dizia que negociava para ter Tereza Cristina como vice. Minutos depois, o partido anunciou que ficaria de fora da disputa federal e que, por isso, a senadora não integraria a chapa do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Apesar da negativa, o senador elogiou Tereza Cristina, disse que ficou "honrado" por ela ter aceitado o convite e minimizou qualquer atrito com a sigla. "É o partido onde eu iniciei a minha carreira política, em que eu me sinto bastante em casa e me relaciono bem com seus presidentes. Até o dia 5 tudo pode acontecer. Independentemente de qualquer coisa, eu já quero aqui deixar o meu agradecimento ao Progressistas e ao União Brasil, porque as conversas continuam em vários estados do Brasil. Nós vamos estar juntos em diversos palanques, como aqui em São Paulo", disse.
A declaração foi dada após uma reunião de Flávio com 20 vereadores de São Paulo, organizada pelo prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB). O encontro reuniu parlamentares de PL, MDB, União Brasil, PP, Republicanos e Podemos, no comitê de campanha do senador, ao lado do Parque Ibirapuera. O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) também participou.
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) chorou publicamente ao manifestar receio de ser preso e afirmar que a família Bolsonaro sofre perseguição política. As declarações foram dadas durante o lançamento de uma emissora na Flórida (EUA), onde o político reside desde o início de 2025, nesta quinta-feira (30).
Em evento reuniu investigados pela Justiça brasileira, como o blogueiro Allan dos Santos e o ex-deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ), Eduardo relembrou em seu discurso a situação de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e citou o impacto pessoal das investigações.
Eduardo Bolsonaro se emociona ao falar da família durante a inauguração da TLTV pic.twitter.com/Mc8BvrTABY
— Revista Timeline (@RevistaTL) July 30, 2026
"Você vai para uma viagem, chega em um local e não sabe se vai ser preso. A gente se pergunta por que está fazendo tudo isso, podendo deixar os moleques em casa sem ver o pai", declarou, com a voz embargada, antes de ser abraçado por Allan dos Santos.
Além do tom emotivo, o ex-parlamentar usou a palavra para criticar alas da própria direita. Eduardo direcionou ataques ao deputado federal Kim Kataguiri (Missão-SP), que recentemente comentou sobre potenciais rumores envolvendo o pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
"Estão destruindo uma família e os caras não estão nem aí, falando como se fosse a coisa mais natural do mundo, dando risada. Quando voltar ao Brasil, dá vontade de pegar de porrada esses moleques", afirmou.
Após o evento, a escalada de tom continuou nas redes sociais. Eduardo compartilhou uma publicação de Allan dos Santos com ofensas diretas ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), criticando as restrições impostas pela Justiça brasileira a canais e perfis investigados por atos antidemocráticos.
A campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República, anunciou nesta quinta-feira (30) a segunda troca no comando da comunicação desde o início da pré-campanha. O publicitário Duda Lima foi convidado para assumir a área no lugar de Alexandre Oltramari e Eduardo Fischer, que deixam a equipe após pouco mais de um mês à frente da estratégia.
A primeira troca havia ocorrido em maio, quando o publicitário Marcello Lopes, o Marcellão, saiu da campanha. Na ocasião, ele afirmou que a decisão partiu dele próprio e que pretendia se dedicar à sua empresa. Fischer assumiu a função em meio à crise provocada pela divulgação da relação entre Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
Em comunicado divulgado nesta quinta, a equipe de Flávio agradeceu o trabalho de Oltramari e Fischer e afirmou que as contribuições dos dois foram, segundo a nota, "importantíssimas e valiosas" em uma etapa considerada estratégica da campanha. O texto ainda manifestou o desejo de que ambos "continuem colaborando para o aperfeiçoamento de nossa democracia, com toda a sua competência e profissionalismo". A mudança ocorre poucos dias depois da convenção do PL, marcada pela exibição de um vídeo produzido com inteligência artificial que simulava o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Duda Lima, que passa a comandar a comunicação, é publicitário e marqueteiro político e atua há mais de duas décadas em campanhas eleitorais. Ligado ao presidente do PL, Valdemar Costa Neto, ganhou projeção nacional ao comandar a propaganda da campanha de reeleição de Jair Bolsonaro, em 2022, e, dois anos depois, ao liderar a estratégia de comunicação da campanha vitoriosa de Ricardo Nunes (MDB) à Prefeitura de São Paulo.
O novo marqueteiro chegou a anunciar a aposentadoria em 2024, durante entrevista ao programa "Roda Viva", da TV Cultura. "Não assino mais campanha. Eu nunca me vi sendo marqueteiro, as coisas foram acontecendo, mas eu nunca me vi fazendo isso. É uma decisão minha, deu. Assinar campanha eu não vou assinar mais", afirmou na época.
O governador Jerônimo Rodrigues comentou sobre as repercussões jurídicas de uma ação movida pela Procuradoria Geral do Estado (PGE) contra o deputado estadual Leandro de Jesus (PL). Em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, programa da Antena 1 Salvador (100.1), nesta quinta-feira (30), o gestor estadual destacou que uma ação “fora do tom” de um político “estraga toda a categoria”.
“Vocês nunca vão ver um comportamento fora do tom, de forma intencional. A gente tem deslizes, mas nunca vai ver um comportamento que fuja do papel da gente como político, porque cada um de nós que está fora de um comportamento ético, gente estraga toda a categoria”, afirma o governador.
Ele ressalta que, “além de governar e entregar” é necessário manter uma postura ética no exercício dos cargos. “Eu tenho que ter uma pregação de algo que eu acredito. Não fica legal para nós políticos, pular muros, agredir de forma física aos guardas de obras. A oposição tem direito a solicitar visitas e o governador aqui não vai... se fizeram [a solicitação] e não teve [a visita] não foi sob minha orientação", aponta o governador.
A fala de Jerônimo ocorre após o deputado Leandro de Jesus entrar, sem autorização prévia, em um canteiro de obras da Ponte Salvador-Itaparica e da BA-649. Nesta última, o parlamentar registrou a ação e publicou um vídeo arrancando uma placa de inauguração de um dos trechos da rodovia.
Em resposta a ação, a Justiça da Bahia determinou nesta quarta-feira (29) que o deputado estadual Leandro de Jesus (PL) só poderá realizar visitas a canteiros de obras do Governo do Estado mediante agendamento prévio, autorização do órgão responsável ou da concessionária e cumprimento das normas de segurança.
Segundo os autos, Leandro de Jesus teria acessado áreas operacionais sem equipamentos de proteção, acompanhado de assessores e seguranças privados, colocando em risco a segurança dos trabalhadores e o andamento das obras.
Sobre a decisão, que parte do acolhimento de uma denúncia da PGE, o governador do Estado diz que “o deputado e a classe cidadã tem regras para fazer essa fiscalização”.
Jerônimo afirma ainda que “não dá para entender” o comportamento do deputado. “Um ente público eleito pelo povo quebrar, depredar o patrimônio como nós vimos. Uma atitude de quebrar a placa. O que é que tem a ver a placa, o investimento ali, com a atitude dele de fiscalizador do povo? Então, está errado”, destaca.
Por fim, o gestor estadual diz que "ninguém quer cercear o direito e o dever de exercer [a fiscalização], os vereadores e deputados, mas alguns exageram".
Priscila Costa, vereadora de Fortaleza e candidata à reeleição para a Câmara dos Deputados pelo PL do Ceará, afirmou nesta terça-feira (29) que não foi consultada pela cúpula do partido sobre a possibilidade de integrar a chapa presidencial de Flávio Bolsonaro (PL) como vice.
A informação foi revelada pela coluna de Igor Gadelha do portal Metrópoles. Segundo o veículo, Priscila disse não ter tido, até o momento, qualquer conversa sobre o tema e garantiu estar inteiramente dedicada à sua campanha para deputada federal. "Fico feliz quando sou lembrada. Estou completamente focada na minha reeleição como deputada federal pelo Ceará. Esse tem sido meu único alvo, meu compromisso com o meu estado", revela a vereadora.
NOS BASTIDORES
O nome de Priscila passou a circular como possível vice de Flávio Bolsonaro depois que legendas do Centrão sinalizaram neutralidade na disputa presidencial. O PP comunicou ao presidente Lula que sua federação com o União Brasil não tomará partido na eleição, para preservar alianças regionais.
Nos bastidores, a eventual indicação de Priscila Costa é interpretada também como um aceno à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. O gesto viria após Flávio publicar um vídeo pedindo desculpas à madrasta. O senador ainda mantém aberta outra frente para a vice-presidência. Há a possibilidade de convencer o Republicanos a indicar Daniella Marques, ex-presidente da Caixa Econômica Federal, para a posição. A sigla, no entanto, ainda debate se formalizará ou não uma aliança com o PL.
A cantora Fernanda Abreu criticou o uso de sua música,' Rio 40 Graus' em um evento promovido pelo Partido Liberal no Rio de Janeiro.
Em vídeo publicado nas redes sociais, a artista afirmou que não autorizou o uso de sua música para a propaganda política e criticou a associação da obra ao partido.
A canção foi utilizada para divulgar a candidatura de Douglas Ruas ao governo do Rio.
"Tive a péssima surpresa quando abri o Instagram e vi, no perfil do Diário do Porto, a minha música ‘Rio 40 Graus’, de composição minha, de Fausto Fawcett e de Carlos Laufer, sob minha interpretação e de Chico Science, vinculada e associada ao anúncio da candidatura de um candidato do PL. Isso é uma coisa que não existe."
Na ocasião, Abreu ainda reforçou que está tomando providências judiciais para a remoção do conteúdo.
"Já estou tomando as providências. Esse jornal vai ter que retirar imediatamente do ar a minha música. Eu não autorizei, não liberei e jamais autorizarei. Jamais votarei em algum candidato do PL", afirmou.
O governo dos Estados Unidos planeja enviar dois altos funcionários do Departamento de Estado a Brasília com a missão de questionar a integridade do sistema eleitoral brasileiro. A operação foi revelada pelo jornal The Washington Post nesta sexta-feira (24), com base em relatos de autoridades americanas que falaram sob condição de anonimato.
Conforme apurado pelo The Washington Post e repercutido pelo G1, a viagem está prevista para ocorrer poucas semanas antes das eleições presidenciais brasileiras, marcadas para 4 de outubro. A delegação será composta por Riley M. Barnes, secretário-assistente, e Samuel Samson, subsecretário-assistente do Departamento de Estado.
Samson é conhecido por percorrer países promovendo a pauta conservadora e cultivando laços com grupos de direita. A declaração ocorre dias após o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), ter feito ataques à integridade técnica das urnas eletrônicas durante um evento na presença de diplomatas.
Na ocasião, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) disse que as urnas eletrônicas brasileiras têm a mesma origem das urnas da empresa venezuelana Smartmatic e que um relatório da CIA mostra que a empresa estaria envolvida em um plano de fraude do governo venezuelano nas eleições de 2012.
A correlação estabelecida por Flávio foi desmentida em diversas notas técnicas do Tribunal Superior Eleitoral.
TENSÕES DIPLOMÁTICAS
O envio dos emissários representa um agravamento nas relações entre os dois países. The Washington Post aponta que o clima de atrito já envolve divergências em ao menos três frentes: o processo criminal contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar após condenação por tentativa de golpe de Estado; tarifas comerciais impostas pelos EUA a produtos brasileiros; e desentendimentos sobre os limites da liberdade de expressão.
A iniciativa também evidencia uma mudança no comportamento da diplomacia norte-americana. A postura contrasta com o papel exercido pelos EUA nas eleições brasileiras de 2022. Naquele período, o governo americano atuou para reforçar a estabilidade democrática e frear discursos golpistas, respaldando relatórios de inteligência que atestavam a ausência de fraudes no sistema de votação.
O Partido Liberal (PL) lançou, neste sábado (25), a candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República em convenção nacional realizada em São Paulo. O evento começou por volta das 11h e reuniu lideranças do partido e o presidente da Argentina, Javier Milei, entre os oradores previstos.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro não compareceu presencialmente, mas gravou um vídeo exibido durante o evento e foi homenageada com um totem instalado no espaço do PL Mulher. Entre os familiares presentes estava Rogéria Bolsonaro, mãe de Flávio e ex-esposa de Jair Bolsonaro, apresentada no palco durante a abertura.
Segundo o G1, a chegada do senador ao local gerou tumulto. Apoiadores se aglomeraram na entrada, e a equipe de segurança informou que o espaço havia atingido a capacidade máxima de 150 pessoas.
A CHAPA
Flávio ainda não definiu o nome do vice nem fechou alianças com outras legendas. A data limite para essas decisões é 15 de agosto. O senador tem declarado preferência por uma mulher na vaga de vice, mas afirma que a definição depende das negociações de alianças, que também podem ampliar o tempo de propaganda eleitoral no rádio e na TV.
O PP e o União Brasil, reunidos em federação, e o Republicanos têm indicado preferência por neutralidade. Um acordo com o Republicanos poderia levar a economista Daniella Marques à chapa; ela foi presidente da Caixa no governo Bolsonaro e coordena o núcleo econômico da pré-campanha.
No PP, a deputada federal Simone Marquetto, liderança católica de São Paulo, está entre os nomes cogitados. A senadora Tereza Cristina já descartou integrar a chapa.
Sem coligações, o PL, maior partido em número de deputados federais e senadores, pode lançar uma chapa "puro-sangue" com Flávio e um nome da própria legenda.
ELEIÇÕES 2026
Esta é a primeira candidatura presidencial de Flávio, filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Advogado e empresário de 45 anos, senador eleito em 2018, ele acumula quatro mandatos como deputado estadual no Rio de Janeiro. Em 2016, disputou a prefeitura do Rio e terminou em quarto lugar. Em dezembro de 2025, Flávio anunciou que havia sido escolhido pelo pai como representante da família e herdeiro político.
Flávio afirma que, se eleito, trabalhará pela anistia do pai, condenado a 27 anos de prisão por golpe de Estado. Em várias ocasiões, declarou que gostaria de receber a faixa presidencial das mãos de Jair Bolsonaro na cerimônia de posse.
Outros candidatos ainda realizarão suas convenções; Ronaldo Caiado (PSD) neste domingo (26), em São Paulo, com Gilberto Kassab de vice; Romeu Zema (Novo) na segunda-feira (27), em Brasília, sem vice definido; e Lula (PT) no dia 2 de agosto, em São Paulo, com Geraldo Alckmin como vice.
O deputado italiano Angelo Bonelli afirmou, nesta quarta-feira (22), que o paradeiro atual da ex-parlamentar brasileira Carla Zambelli (PL) é desconhecido. Segundo ele, a última aparição pública da ex-deputada ocorreu em uma igreja em Roma, durante um encontro de apoio a ela.
O italiano é o mesmo parlamentar que, no ano passado, informou às autoridades italianas o endereço de Zambelli, episódio que resultou na prisão dela pela Interpol. Segundo informações divulgadas pelo Jornal O Globo, Bonelli cumpriu uma agenda na Câmara Municipal de São Paulo e avaliou sobre o caso.
Na avaliação do deputado, Zambelli estaria aguardando o resultado das eleições presidenciais brasileiras, previstas para outubro deste ano. A hipótese levantada pelo deputado é a de que uma vitória do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) poderia abrir caminho para sua volta ao Brasil.
"Se o Bolsonaro ganhar, pode ser que o governo futuro pense em fazer uma anistia para quem cometeu crime, como a Carla Zambelli", afirmou Bonelli.
O parlamentar também criticou a postura da ex-deputada diante das determinações judiciais brasileiras."Quando uma pessoa foge da Justiça, não é uma postura boa, especialmente quando essa pessoa tem uma responsabilidade pública", disse.
ÚLTIMA APARIÇÃO
A mais recente aparição confirmada de Zambelli ocorreu no dia 11 de julho, quando ela participou de um culto organizado pelo grupo evangélico brasileiro "Patriotas em Roma". No evento, em discurso feito do púlpito, ela orou pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e pelos condenados pelos atos golpistas de terça-feira (8) de janeiro de 2023.
Zambelli também agradeceu publicamente o apoio dos senadores Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Eduardo Girão (Novo-CE), Magno Malta (PL-ES) e Damares Alves (Republicanos-DF), que teriam "cruzado o Oceano Atlântico" para visitá-la enquanto estava detida.
O discurso foi divulgado nas redes sociais pelo perfil do grupo religioso e também por Rita Zambelli, mãe da ex-parlamentar e pré-candidata a deputada federal pelo PL em São Paulo. Ela descreveu o evento como um "Culto em Ação de Graça" dedicado à liberdade de Carla.
SITUAÇÃO JURÍDICA
No final de maio, a Corte de Cassação da Itália, equivalente ao Supremo Tribunal Federal (STF) brasileiro, revogou a decisão que havia autorizado a extradição de Zambelli e concedeu sua liberdade. A decisão ocorreu na mesma semana em que o ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou que o Ministério da Justiça e o Itamaraty adotassem medidas para efetivar o procedimento de extradição.
A defesa de Zambelli sustenta que a decisão da Corte de Cassação abrange os dois processos nos quais a extradição foi solicitada; isso incluiria o pedido vinculado à segunda condenação da ex-parlamentar, por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal.
Ambas as condenações têm origem em processos conduzidos pelo STF. Na primeira delas, relativa à invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Zambelli foi sentenciada a dez anos de prisão.
A ex-deputada deixou o Brasil em maio do ano passado, passando pelos Estados Unidos antes de se instalar na Itália, onde possui cidadania. Dois meses após a chegada ao país europeu, foi presa e declarou querer ser julgada lá. Em dezembro, a Câmara dos Deputados rejeitou a cassação de seu mandato, mas o STF anulou essa votação e decretou diretamente a cassação em razão da condenação à prisão.
Enquanto o processo de extradição tramitava na Itália, Zambelli permaneceu detida na Penitenciária Feminina de Rebibbia, em Roma, por decisão da Justiça italiana, que identificou risco de fuga. O governo brasileiro informou que, caso a extradição seja efetivada, ela ficará recolhida na Penitenciária Feminina do Distrito Federal, conhecida como Colmeia.
O prefeito de Porto Seguro, Jânio Natal (PL), assinou um termo de compromisso com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) para reparar danos causados ao conjunto arquitetônico e paisagístico da cidade. O acordo tem foco no Mercado de Peixes, localizado no Centro do município, onde foram identificadas construções irregulares, feitas em desacordo com o que havia sido autorizado pelo órgão federal.
Segundo documento oficial da superintendência do Iphan na Bahia, as intervenções ilegais ocorreram nas laterais da edificação principal do mercado, situada na Rua Virgílio Damázio.
As obras feriram o projeto aprovado anteriormente e violaram as normas de proteção ao patrimônio histórico, resultando em um auto de infração contra a gestão municipal por danos ao conjunto, que é tombado desde a década de 1970.
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O termo estabelece que a prefeitura tem prazo de até quatro meses para executar todas as obras de reparação necessárias. O período começa a contar a partir da publicação do extrato no Diário Oficial da União. O objetivo é reverter o impacto negativo na paisagem de Porto Seguro, protegida por lei devido ao seu valor histórico, arqueológico e etnográfico.
A assinatura do documento ocorreu em dezembro de 2025 e contou com a participação do superintendente do Iphan na Bahia, Hermano Fabrício Oliveira Guanais e Queiroz, além do coordenador técnico Fellipe Decrescenzo Andrade Amaral. Com a formalização do ajuste, o município se compromete a seguir as orientações técnicas para preservar a integridade da área, um dos marcos da Costa do Descobrimento.
O presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, criticou nesta terça-feira (21) a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de incluir o Brasil no pacote de tarifas norte-americanas. O dirigente classificou a medida como uma "loucura" e defendeu a negociação diplomática entre os dois governos como caminho para reverter as tarifas.
Em entrevista à CNN, Valdemar disse que o Brasil não deveria estar entre os países taxados pelos Estados Unidos e que a medida representa um exagero por parte do governo norte-americano.
"Isso é uma loucura, eu acho que o Trump tá, ele perdeu um pouco o rumo nisso aí, e espero que ele estabeleça uma linha melhor, porque o Brasil sempre foi um grande parceiro dos Estados Unidos", disse Valdemar.
O presidente do PL citou um episódio que, na sua avaliação, ilustra a contradição na postura de Trump. O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro, viajou aos Estados Unidos e se reuniu com o secretário de Estado Marco Rubio e com o próprio Trump. No dia seguinte, o presidente norte-americano anunciou a taxação do Brasil.
"Ele recebe o Flávio, que fez muito bem em receber, e para nossa surpresa, no dia seguinte, ele anuncia que vai taxar o Brasil", afirmou Valdemar.
Apesar das críticas, o dirigente se mostrou otimista com a possibilidade de reversão das tarifas por meio do diálogo. Segundo ele, os brasileiros "não merecem" a taxação, e o problema pode ser resolvido com entendimento entre os dois governos.
Nos últimos dias, aliados do senador Flávio Bolsonaro (PL) passaram a acompanhar os movimentos de Thiago Miranda, publicitário que foi alvo da 10ª fase da Operação Compliance Zero por sua ligação com Daniel Vorcaro.
Segundo informações do jornal O Globo, chegou ao grupo do presidenciável o recado de que Miranda tem sinalizado que, se cair, não irá sozinho e levará autoridades do meio político. Aliados de Flávio temem que o senador seja o destinatário da mensagem do publicitário.
Foi Thiago Miranda quem intermediou a negociação que levou Daniel Vorcaro a aportar R$ 62 milhões no filme Dark Horse, sobre a vida de Jair Bolsonaro. Ele também chegou a intermediar uma reunião do banqueiro com Flávio Bolsonaro no fim de 2024, encontro que acabou não ocorrendo.
O publicitário foi alvo de buscas da Polícia Federal em outra ação envolvendo Vorcaro. Ele é apontado por investigadores como articulador do chamado "Projeto DV", iniciativa que, segundo a corporação, contratava influenciadores digitais para publicar conteúdos favoráveis ao Master e críticos ao Banco Central após a liquidação da instituição.
O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, confirmou nesta terça-feira (21) que não houve acordo para que a senadora Tereza Cristina (PP-MS) seja a vice na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República. A informação foi divulgada pelo próprio dirigente em entrevista à CNN Brasil, após um novo encontro com a parlamentar em Brasília.
"Não houve acordo, ela me disse hoje que é candidata à Presidência do Senado, que ela vai disputar a Presidência do Senado e que esse é o objetivo dela", declarou Valdemar.
A senadora, que foi ministra da Agricultura no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro, tem reafirmado a interlocutores que pretende concorrer à Presidência do Senado Federal em 2027, e avalia que uma participação na campanha presidencial deste ano inviabilizaria esse projeto pessoal.
Com a recusa, o PL segue sem definir o nome que vai compor a chapa de Flávio, que deve ser oficializada durante a convenção nacional do partido, marcada para este sábado (25), em São Paulo. Segundo apurações, o partido também avalia o nome da administradora Daniella Marques, filiada ao Republicanos, embora a indicação dependa do avanço das negociações entre as duas siglas, que ainda têm divergências sobre os palanques estaduais.
Nomes de deputadas do PP que chegaram a ser cotados, como Simone Marquetto (PP-SP) e Clarissa Tercio (PP-PE), perderam força nos bastidores do partido, já que a federação formada por PP e União Brasil deve adotar uma posição de neutralidade na disputa presidencial.
O coordenador da campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN), afirmou que o partido vai tentar fechar uma coligação até o último momento, seja com a federação PP-União Brasil, seja com o Republicanos.
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), encaminhou, nesta segunda-feira (20), as explicações recebidas de presidentes de partidos sobre a influência dos políticos na indicação de emendas parlamentares para a Polícia Federal (PF). A PF será responsável por analisar as manifestações do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e do presidente do PSD, Gilberto Kassab, e adotar as providências cabíveis.
“Considero relevante que tais informações sejam levadas ao conhecimento da Polícia Federal, visando aos atos de investigação cabíveis no âmbito de sua competência, inclusive para que seja possível a melhor análise das práticas existentes”, decidiu o ministro.
A ação é um desdobramento do posicionamento do ministro Flávio Dino que, na semana passada, determinou que 21 partidos enviem ao Supremo explicações sobre a gestão das emendas.
A medida foi determinada após o ministro bloquear R$119 milhões em bens que estão em nome do presidente do PL, no âmbito da Operação Transparência, na qual a PF investiga desvios de emendas.
Na decisão, Dino apontou a suspeita de que Valdemar pode ter feito indicações irregulares de emendas mesmo sem mandato. Valdemar é ex-deputado federal. Após cobrar explicações, Valdemar e Kassab foram os primeiros a enviarem suas manifestações.
Kassab disse que não tem influência sobre a indicação de emendas parlamentares: "Em nenhum momento em todo o período de existência do Partido Social Democrático houve sequer menção sobre a possibilidade de o peticionante exercer influência na destinação de emendas parlamentares", declarou.
Por sua vez, Valdemar disse que não tem cotas em emendas e não faz indicações formais de emendas ou ordena a execução de despesas. "O presidente nacional do Partido Liberal não dispõe de cota, reserva, titularidade, propriedade, cessão ou mecanismo jurídico de alocação de emendas parlamentares. Não apresenta emenda, não pratica a indicação formal, não delibera pela bancada ou pela comissão e não ordena a execução da despesa", afirmou.
Na decisão em que determinou o bloqueio dos bens de Valdemar Costa Neto, Dino ressaltou que o ex-deputado não tem direito à indicação de emendas.
O deputado federal Elmar Nascimento (União-BA) comentou nesta segunda-feira (20) as críticas recebidas pelo atual presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). Para o parlamentar baiano, Motta é um homem trabalhador e não falta boa vontade da parte dele, mas a candidatura costurada com apoio da base governista, de deputados do PT e também da oposição, sobretudo do PL, torna difícil agradar todos os lados em pautas que dividem esses grupos.
Em entrevista ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, Elmar Nascimento afirmou que o ex-presidente da Câmara, Arthur Lira, teve uma condução forte à época e conseguiu algo pouco comum. "O presidente Arthur Lira tava em uma condução muito forte e conseguiu o impensável, apoios da oposição, o PL, até o PT. Quando os dois apoiaram o mesmo candidato, ficou irreversível a candidatura", disse.
Ainda segundo o deputado, reunir apoios de espectros políticos tão diferentes tem um custo. "Quando você tem apoio de múltiplos espectros diferentes é muito difícil conseguir agradar todos. Começa pelas pautas que são divergentes, como a anistia, que afasta o PT ou o PL, e os dois apoiaram ele", completou.
Apesar das críticas, Elmar Nascimento pondera que elas não refletem falta de habilidade de Hugo Motta à frente da Câmara. Para ele, juntar dois lados tão distantes do espectro político em um cenário de forte polarização no país torna praticamente inevitável que o presidente da Casa sofra questionamentos.
Vale lembrar que o próprio Elmar Nascimento tentou ser candidato à presidência da Câmara, mas não conseguiu o apoio da maioria dos partidos e acabou sendo convencido pelo União Brasil a apoiar Hugo Motta. Na ocasião, foi indicado para a segunda vice-presidência da Casa, cargo da Mesa Diretora visto à época como uma espécie de compensação política.
Confira entrevista completa:
A pastora e pré-candidata a deputada estadual pelo PL, Renata Vieira, utilizou suas redes sociais para exibir hematomas e se defender das acusações após a repercussão de um vídeo em que aparece agredindo um entregador de móveis. O caso ocorreu na manhã da última quinta-feira em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais.
Nas imagens gravadas por testemunhas, Renata é vista desferindo tapas no rosto, xingando e arremessando pedras contra o profissional. Em outro momento, ela corre atrás do entregador na tentativa de detê-lo, questionando se ele a havia agredido. Confira abaixo:
De acordo com relatos de um morador local, a discussão teria começado porque o entregador explicou que não conseguiria descarregar um sofá sozinho e precisaria do auxílio de outro funcionário da loja para concluir o serviço, o que a pastora não teria aceitado.
VERSÃO DA PASTORA
A pré-candidata, que conta com mais de 1,1 milhão de seguidores nas redes sociais, alega que a briga foi motivada por intolerância política após o profissional identificá-la como bolsonarista. Em publicação feita neste sábado, gravada em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) na presença de um policial militar, Renata exibiu marcas nas mãos e pernas. Ela afirmou ter sido alvo de "chutes, socos e beliscões" e sugeriu que o entregador teria agido a mando de opositores políticos.
Posteriormente, em postagens no Instagram, a pastora reconheceu que não deveria ter agredido o entregador com tapas, mas reiterou ser a verdadeira vítima no episódio. Sua defesa alegou que está em busca de imagens de câmeras de segurança para comprovar as agressões sofridas por ela.
Veja a versão dela:
Renata também justificou sua reação agressiva, citando que sofre de transtorno de estresse pós-traumático decorrente de episódios de violência doméstica. Após ser criticada nas redes sociais, a pré-candidata desabilitou a aba de comentários de suas postagens. O caso ganha repercussão nas redes, afinal a acusada alega que havia "câmeras escondidas" e ataca supostos "esquerdistas".
"Cada uma das câmeras foi ocultada. Por que será que só as câmeras que eles querem são mostradas, mas os bicudos, os chutes, os socos e os beliscões do agressor não? Lembrem-se, seus esquerdistas doentes, de que NÃO há crime perfeito. Tanto quem mandou quanto quem executou irá pagar as consequências de suas atitudes perante a lei de Deus e dos homens", alega a pastora.
Em nota pública, a assessoria de Renata Vieira classificou como "inaceitável" qualquer hostilidade por posicionamento político: "As autoridades policiais foram imediatamente acionadas, tendo sido registrado o respectivo Boletim de Ocorrência. Em seguida, Renata recebeu atendimento médico para tratamento das lesões sofridas e compareceu ao Instituto Médico Legal (IML), onde realizou exame de corpo de delito", diz o comunicado.
A Polícia Civil de Minas Gerais investiga as circunstâncias do ocorrido para apurar as responsabilidades e a conduta de ambos os envolvidos.
O pré-candidato à Presidência da República e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) declarou que as eleições para o Senado Federal devem resultar na escolha de nomes favoráveis ao impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A declaração foi dada pelo filho de Jair Bolsonaro neste sábado (18) durante o lançamento da pré-candidatura de Maguinha Malta ao Senado Federal, no Espírito Santo.
No evento, também foram oficializadas as pré-candidaturas à Assembleia Legislativa e à Câmara dos Deputados. Em seu discurso, o pré-candidato à Presidência da República destacou: "Não vou abaixar a cabeça para tirano". As informações são do Estadão.
Ele voltou a criticar a decisão do magistrado em proibir provisoriamente visitas ao ex-presidente, Jair Bolsonaro. A decisão também torna inviável a visita do presidente argentino Javier Milei, que a defesa de Bolsonaro pediu para que ocorra no próximo sábado, dia 25. A prisão domiciliar do ex-presidente brasileiro está mantida.
Em seu discurso, o pré-candidato à Presidência da República voltou a focar na pauta de segurança pública. Disse, por exemplo, que os Policiais Federais "voltarão" a ter autonomia e serão "valorizados" a partir de 2027. Ele também repetiu promessa de criar 500 mil novas vagas em presídios se ganhar a eleição
Na pauta econômica, Flávio Bolsonaro falou em redução de impostos para empreendedores, segurança jurídica e também citou que haverá a redução de impostos sobre folha de pagamento de trabalhadores.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece empatado nas intenções de voto em um eventual segundo turno contra o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Isso é o que diz a pesquisa Futura/Apex divulgada nesta terça-feira (16). No levantamento, o petista aparece com 46,3% e Flávio com 46,1%, ambos empatados tecnicamente dentro da margem de erro do levantamento.
Ainda no levantamento, brancos, nulos e eleitores que afirmaram que não votariam em nenhum dos candidatos somam 6,5%, enquanto 1,1% não souberam responder. A pesquisa ouviu 2.000 pessoas em todo o Brasil entre os dias 7 e 11 de julho. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O índice de confiança é de 95%.
O levantamento foi realizado com recursos próprios do instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07294/2026.
OUTROS CENÁRIOS
O instituto também testou outros cenários de segundo turno envolvendo o presidente Lula contra os ex-governadores Ronaldo Caiado e Romeu Zema, além de Renan Santos e Michelle Bolsonaro.
Em um cenário contra Ronaldo Caiado (PSD), Lula aparece com 45,1% das intenções de voto, contra 38,9% do ex-governador de Goiás. Brancos e nulos somam 13,6%, enquanto 2,3% não souberam responder.
Já na simulação de um segundo turno contra o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), o presidente registra 46%, ante 38,1% do adversário. Brancos e nulos chegam a 13,8%, e os indecisos representam 2,1%.
Contra Renan Santos (Missão), Lula acumula 46,4% e o representante do MBL chega a 33,1%. Brancos e nulos somam 17,3% e indecisos, 3,2%.
No confronto entre Lula e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), ambos aparecem empatados tecnicamente, com 46,1% e 44,3%, respectivamente. Brancos e nulos são 8,1%, enquanto indecisos, 1,5%.
Dos R$ 119 milhões em emendas que, segundo a Polícia Federal (PF), foram indicadas pelo presidente do PL, Valdemar Costa Neto, quase R$25 milhões foram enviados a Porto Seguro, município no Extremo Sul do estado, na semana anterior ao limite para envio de recursos federais antes das eleições municipais de 2024.
A legislação veda, com algumas exceções, a transferência de recursos da União a estados e municípios nos três meses que antecedem o pleito. Em 2024, o primeiro turno foi realizado no dia 6 de outubro. Com isso, a janela se fechou no dia 6 de julho.
Segundo uma reportagem do jornal O Globo, a Bahia registrou o segundo maior repasse entre os listados na investigação. O município baiano recebeu R$24,9 milhões no mesmo mês é gerida pelo prefeito Jânio Natal, do PL, disputou a reeleição em Porto Seguro três meses depois e venceu.
Segundo a investigação, as emendas eram indicadas por Valdemar, que não tem mandato como deputado federal, e registradas em nome de deputados "solicitantes" para ganhar aparência de legalidade. Dino determinou o bloqueio de R$119,2 milhões em bens do dirigente e a suspensão da execução de todas as despesas ligadas às emendas.
Em 2025, Valdemar Costa Neto voltou a demonstrar a proximidade com as lideranças do PL no Sul da Bahia ao comparecer a um evento do pré-candidato ao governo, Antonio Carlos Magalhães (ACM) Neto e o prfeito Jânio Natal.
O ex-secretário de Administração Penitenciária e Ressocialização da Bahia (Seap), José Antônio Maia, anunciou nesta sexta-feira (10) sua saída do MDB. Em vídeo publicado nas redes sociais, o advogado informou que protocolou o pedido de desfiliação no Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), oficializando o rompimento com a legenda que integra a base do governador Jerônimo Rodrigues (PT).
Documentos obtidos com exclusividade pelo Bahia Notícias mostram que ele formalizou, horas antes do anúncio, tanto o pedido de desfiliação ao MDB quanto a comunicação à Justiça Eleitoral. O ex-secretário encaminhou comunicado oficial ao diretório estadual do partido informando sua decisão e ressaltando que a medida ocorre em exercício do direito constitucional à livre associação.
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Arquivo Pessoal
O movimento confirma a articulação política antecipada pelo BN, que revelou, em abril deste ano, as investidas de integrantes da oposição para atrair Maia ao grupo oposicionista, com o PL apontado como um dos possíveis destinos partidários. Na gravação, o ex-secretário afirmou que a política deve ser conduzida com diálogo e respeito, apesar das divergências. "A política é feita de congruência, incongruência, harmonia e desarmonia. Ela não é um ringue onde as pessoas se digladiam", declarou.
O advogado generalista esteve à frente da secretaria entre 2022 e 2024, quando deixou o cargo alegando motivos pessoais e foi substituído por José Castro, também indicado pelo MDB. Desde então, seu nome passou a ser citado nos bastidores como possível reforço da oposição baiana para as eleições de 2026, embora ainda não tenha anunciado qual será seu novo partido.
CONFIRA O VÍDEO COMPLETO:
A prisão do ex-prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella (União), afastou de vez a possibilidade da federação PP-União Brasil apoiar a candidatura de Flávio Bolsonaro (PL). Segundo informações obtidas pela jornalista Bela Megale no O Globo apontam que a ação policial contra Canella, pré-candidato ao Senado no Rio de Janeiro e apoiado por Flávio, irritou a cúpula do União Brasil.
Dois fatores teriam sido decisivos. O primeiro deles teria sido a de que o PL teria se mobilizado para rifar de vez Canella da disputa. Desde a prisão de Márcio, surgiram especulações de que ele passaria a concorrer a deputado, e não mais ao Senado.
Os dirigentes do União Brasil culpam correligionários do PL pela especulação e veem essa tentativa como uma estratégia para levar um nome próprio na chapa. As lideranças do União ainda insistem que ele pode ser solto e que haveria caminhos para manter sua candidatura ao Senado.
O segundo fator de irritação foi a falta de gestos de Flávio Bolsonaro após o aliado ser alvo da ação da Polícia Federal. A cúpula do União esperava algum apoio do senador, mesmo que discreto, mas afirmam que nada veio por parte dele.
Canela foi preso na quarta-feira (8) após um fuzil ser encontrado em seu carro. Ele foi um dos alvos da Operação Unha e Carne, deflagrada pela PF para desarticular uma organização criminosa suspeita de usar uma rede de postos de combustíveis na Região Metropolitana do Rio para lavar dinheiro.
A Polícia Federal apreendeu, nesta quarta-feira (8), uma espingarda registrada em nome do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O armamento foi localizado na casa de um homem em Cachoeirinha, no Rio Grande do Sul. O homem teria procurado voluntariamente à Polícia Federal para informar que estava com a arma e demonstrar interesse em entregá-la.
Segundo informações do g1, o armamento era o último da relação de armas vinculadas ao ex-presidente que ainda não havia sido recolhido e agentes da PF se deslocaram até o endereço para recolher o armamento e adotar as medidas cabíveis.
A ação faz parte de uma determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. O ministro entendeu que a permanência de armas na posse de Bolsonaro é uma situação incompatível com a medida de prisão domiciliar. Após solicitar a entrega das armas, Moraes também autorizou buscas na casa do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Nesta quarta, o mandado previa a busca e apreensão de armamentos, munição, acessórios e documentos de registro. Nada foi encontrado. O representante da Suprema Corte destacou que a ação foi motivada por informações desencontradas quanto ao número de armas em nome do ex-presidente.
"Sobrevieram aos autos informações indicando divergência entre o quantitativo de armas de fogo regularmente registradas em nome do apenado e aquelas efetivamente entregues aos órgãos competentes, circunstância que evidencia, em tese, o descumprimento da determinação judicial e recomenda a adoção de providências destinadas à localização e apreensão dos armamentos eventualmente mantidos sob o poder do condenado", afirmou Moraes.
Bolsonaro cumpre atualmente uma pena de 27 anos e 3 meses de prisão. Desde o dia 24 de março deste ano, ele está sob prisão domiciliar humanitária, autorizada por Moraes inicialmente por 90 dias, e, posteriormente, prorrogada.
A Secretaria de Infraestrutura da Bahia (Seinfra) respondeu, por meio de uma nota técnica, ao protesto do deputado estadual do PL, Leandro de Jesus, sobre a inauguração da obra do Sistema Viário da BA-649, entre Ilhéus e Itabuna. Nesta terça-feira (7), o parlamentar etirou a placa de inauguração do local e acusou o governador Jerônimo Rodrigues (PT) de entregar uma obra sem conclusão.
Em vídeo publicado nas redes sociais, o parlamentar afirmou que parte da rodovia permanece interditada e que um dos viadutos ainda não está conectado à pista, impedindo o tráfego completo no local. Para ele, a cerimônia de entrega induziu a população ao erro ao indicar que a obra estaria totalmente concluída.
Em nota, a Seinfra repudiou o ato do deputado, em arrancar as placas da obra e informou que a conclusão da reforma de toda rodovia deve ocorrer em duas etapas. A pasta destacou que a primeira entrega, realizada na última sexta-feira (03), foi referente a 1ª etapa da obra.
Esta primeira etapa, segundo a Seinfra, realizou a implantação dos 18 km da BA-649, a entrega das pontes 01 e 04, a duplicação de 2,3 km do acesso a Itabuna, na BA-963, a na margem esquerda do Rio Cachoeira, além da implantação do trecho de 5,1 km do entroncamento da BA-694 até o acesso a Itabuna, na margem direita do Rio Cachoeira.
O órgão afirmou ainda que a 2ª etapa deve ser inaugurada até o final deste ano com as obras das duas pontes 02, 03 e do viaduto, que já estão em andamento. O posicionamento da Seinfra diz ainda que “para a conclusão da obra do viaduto, a Seinfra está há meses aguardando imissão na posse da área pela justiça para executar o aterro do encontro e alças de ligação com a BA-649 e a BR-415”.
Confira a nota completa da Seinfra:
“A Secretaria de Infraestrutura da Bahia (Seinfra) repudia o ocorrido e informa que a obra do Sistema Viário da BA-649 será entregue em duas etapas. Na 1ª etapa da obra, cuja inauguração ocorreu na última sexta-feira (03), foi entregue a implantação dos 18 km da BA-649, entre Ilhéus e Itabuna, as pontes 01 e 04, a duplicação de 2,3 km do acesso a Itabuna, na BA-963, a na margem esquerda do Rio Cachoeira, e a implantação do trecho de 5,1 km do entroncamento da BA-694 até o acesso a Itabuna, na margem direita do Rio Cachoeira.
Já na 2ª etapa, que deve ser inaugurada até o final deste ano, as obras das pontes 02 , 03 e do viaduto estão em andamento. Para a conclusão da obra do viaduto, a Seinfra está há meses aguardando imissão na posse da área pela justiça para executar o aterro do encontro e alças de ligação com a BA-649 e a BR-415.”
A postura do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro em relação às tarifas dos Estados Unidos contra o Brasil tem exposto profundas contradições políticas dentro da oposição. Nesta terça-feira (7), após reunião em Washington contra as tarifas no USTR com seu irmão, Flávio Bolsonaro (PL). Eduardo responsabiliza o governo Lula, ignorando que houve várias declarações públicas favoráveis ao tarifaço.
Relembre algumas das declarações:
Enquanto seu irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL), participou de audiências com o objetivo de reverter a tarifa comercial de 25% sobre os produtos brasileiros, Eduardo havia apoiado abertamente as sanções econômicas contra o próprio país e agora associa o Partido dos Trabalhadores pelo tarifaço. Confira:
— Eduardo Bolsonaro???????? (@BolsonaroSP) July 7, 2026
DECLARAÇÕES ESQUECIDAS?
Em entrevista concedida à agência de notícias Reuters, Eduardo defendeu abertamente a manutenção e até mesmo a ampliação das barreiras comerciais que afetam as exportações brasileiras. "Então, eu espero mais tarifas, porque as autoridades brasileiras não mudaram seu comportamento", afirma o ex-deputado.
Esta não é a primeira vez que o parlamentar, condenado no STF, se posiciona favoravelmente às medidas protecionistas norte-americanas que prejudicam o mercado nacional. Em um vídeo gravado e publicado por ele mesmo em 25 de novembro de 2025, Eduardo já havia admitido que a aplicação das tarifas comerciais representava "uma boa notícia".
Fotos: Reprodução / @eduardobolsonaro / Canal Uol no Youtube da Reuters
Apesar de defender as restrições que sobrecarregam a economia brasileira, Eduardo Bolsonaro utilizou suas redes sociais nesta terça-feira (7) para blindar a atuação do irmão e atacar o governo federal. "Flávio nem é presidente ainda e já faz mais pelo Brasil do que Lula. Estamos aqui consertando as cagadas que Lula faz", alega em sua publicação.
Veja postagem do ex-deputado:
Em declarações dadas à emissora britânica BBC, Eduardo justificou seu apoio às sanções comerciais que afetam diretamente o setor produtivo brasileiro, transferindo a responsabilidade da crise diplomática e econômica para o Palácio do Planalto e para o Supremo Tribunal Federal (STF).
"O responsável por tudo isso é o Lula, que dá suporte ao regime capitaneado pelo Alexandre de Moraes. E os brasileiros estão entendendo que existe um sacrifício a ser feito", diz. Ao ser questionado sobre as consequências dessas tarifas para a economia do país e o custo político de sua posição para as próximas eleições, Eduardo minimizou os danos.
"Eu não estou preocupado com cálculo eleitoral ou se isso vai aumentar ou diminuir a popularidade. Eu estou preocupado com a liberdade do meu país, e a liberdade vem antes da economia", concluiu à BBC.
De um lado, o senador Flávio Bolsonaro busca construir um palanque moderado, focado na defesa dos interesses comerciais do país, de olho em sua pré-candidatura presidencial. Nas redes sociais, internautas e opositores criticaram a contradição do ex-deputado. Confira algumas postagens:
ridículos. pediram a tarifa e agora tão tentando remendar a parada toda e jogando a culpa em quem tava fazendo política de verdade. implorar piedade depois de fazer merda não é fazer política, é ser subserviente e capacho.
— Robson Kumode (@kumode) July 7, 2026
Será que é o Lula que defende as tarifas???
— Será que ele é? (@Onda_27) July 7, 2026
Curtam esse vídeo do Bananinha e do TARIFLÁVIO elogiando o tarifaço do Trump...https://t.co/AfCXWWguUK
A ex-vereadora Rogéria Bolsonaro, mãe do senador Flávio Bolsonaro (PL), é a primeira suplente na chapa de Márcio Canella (União), ex-prefeito de Belford Roxo, ao Senado Federal. O pré-candidato, apoiado pelo bolsonarismo carioca, é um dos principais alvos da 6ª fase da Operação Unha e Carne, deflagrada pela Polícia Federal nesta terça-feira (7).
Márcio Canella é investigado por suposta participação em um esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado R$7,6 bilhões por meio de uma rede de postos de combustíveis.
O ex-gestor renunciou à prefeitura em abril de 2026 para disputar uma vaga no Legislativo Federal. Ele recebeu o apoio formal do pré-candidato a Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), que foi responsável pelo acordo para a indicação de Rogéria em fevereiro de 2026.
Além do ex-prefeito, que renunciou ao cargo em abril para disputar as eleições, o ex-secretário Marcus Amim também é alvo da investigação. O esquema investigado pela Polícia Federal aponta para a conivência de agentes públicos em movimentações financeiras bilionárias ilícitas. A aliança política entre Canella e o clã Bolsonaro consolidou-se após o rompimento do ex-prefeito com seu antigo aliado, Waguinho, atual prefeito de Belford Roxo.
Na sexta-feira (3), Canella esteve ao lado de Flávio Bolsonaro no 3º Seminário Nacional de Comunicação do PL, onde foi destacado como candidato ao Senado pelo partido. Rogéria Bolsonaro, que também é mãe de Carlos e Eduardo Bolsonaro, exerceu dois mandatos como vereadora no Rio entre 1993 e 2000.
O ex-juíz e atual senador Sérgio Moro (PL) lidera corrida eleitoral pelo governo do Paraná. No levantamento, divulgado pela Paraná Pesquisas nesta terça-feira (7), aparece até 18 pontos à frente do segundo colocado, Requião Filho (PDT), em cenário estimulado. Já na disputa ao Senado, o ex-deputado Deltan Dallagnol (Novo) aparece na liderança.
A pesquisa ouviu 1.500 eleitores em 55 municípios do Paraná. O levantamento atinge um grau de confiança de 95,0% para uma margem estimada de erro de aproximadamente 2,6 pontos percentuais e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o n.º PR-01166/2026 para os cargos de Governador e Senador.
Em cenário espontâneo, quando não são apresentados os nomes dos candidatos, cerca de 63,5% dos eleitores questionados não souberam ou não responderam sobre a disputa pelo governo estadual. Em seguida, 15,4% responderam que votariam no atual senador Sérgio Moro (PL). O deputado federal Requião Filho (PDT) apareceu com 5,3% das respostas, seguido de Ratinho Júnior (PSD), atual governador, e do deputado federal Sandro Alex (PSD).
O ex-prefeito de Curitiba, Rafael Greca, foi citado em 2,7% das respostas. Luiz França e Tony Garcia aparecem com 0,2% e 0,1%, e outros nomes acumulam 0,5% das respostas espontâneas. 4,7% dos entrevistados disseram que não votariam em ninguém ou votariam em branco/nulo.
No cenário estimulado, quando a pesquisa apresenta os nomes dos candidatos, Sérgio Moro segue em vantagem com 39,9% das intenções de voto, seguido por Requião Filho, que aparece com 21,1%. Rafael Greca e Sandro Alex aparecem com 14,5% e 10,4%, respectivamente. Luiz França e Tony Garcia surgem com 1,7% e 1,5% das intenções de voto. Outros 4,7% dos eleitores paranaenses não souberam ou não opinaram, e 6,1% votariam em branco ou nulo.
SENADO
A Paraná Pesquisas ainda realizou um levantamento referente à disputa eleitoral no âmbito do Congresso Nacional, em especial para os candidatos ao Senado.
Em pesquisa espontânea, quase 77% dos eleitores não responderam ou não opinaram sobre em quem votariam para o Senado. O ex-deputado federal e jurista Deltan Dallagnol (Novo) aparece na liderança com 4,2% das intenções de voto. A ex-presidente do PT, Gleisi Hoffmann, surge com 2,8% das respostas, e Alvaro Dias (MDB), ex-governador do Paraná, aparece com 2,1% dos votos. Os entrevistados que disseram votar em branco ou nulo foram 5,7%.
O deputado estadual Diego Castro (PL) declarou que há "zero de chance" de dividir palanque com os ex-governadores Romeu Zema (Minas Gerais) ou Ronaldo Caiado (Goiás) em solo baiano. Em pronunciamento sobre as articulações da oposição (composta por União Brasil, PL e Republicanos), o parlamentar cobrou coerência ideológica e defendeu que as candidaturas presidenciais fora do campo direto de articulação da família Bolsonaro acabam por fragmentar a direita.
"Zero de chance de subir no palanque de Romeu Zema ou Ronaldo Caiado. Meu candidato é Flávio Bolsonaro. Na política, você tem que ter coerência no que defende. Não tem possibilidade nenhuma, e eu acho que qualquer candidatura nacionalmente e na Bahia, fora do Neto, está ajudando o PT. Qualquer uma fora de Flávio [Bolsonaro] está ajudando o PT", reafirma o parlamentar.
Ao comentar a composição das forças de oposição na Bahia, que une partidos como o PL, o União Brasil e o Republicanos, Diego Castro pontuou que o eleitorado conservador local é guiado por valores e que o grupo busca uma convergência tática para fazer frente ao atual governo estadual.
"Nosso público conservador tem princípio. E a gente está aí amadurecendo esses diálogos em um denominador comum para tirar o PT da Bahia", explica, defendendo o alinhamento em torno do nome de ACM Neto (União Brasil) no plano estadual.
"PLANO B DO PT"
O deputado também direcionou duras críticas a Renan Santos, liderança do Movimento Brasil Livre (MBL) e integrante do recém-criado partido Missão, legenda de oposição ao PT e associada aos articuladores do impeachment de Dilma Rousseff. Para Diego Castro, as movimentações de Renan Santos têm o objetivo prático de enfraquecer o campo bolsonarista.
"Eu vejo esse cara do MBL, o Renan Santos. Ele se preocupa, dizendo que quer tirar o PT, mas tem uma preocupação em desgastar Flávio Bolsonaro porque ele é o plano B do PT. Ele quer minar a direita", dispara o deputado estadual.
Confira o momento abaixo:
Em entrevista concedida ao Projeto Prisma do Bahia Notícias nesta segunda-feira (6), o deputado estadual Diego Castro, apontado como um dos principais nomes do Partido Liberal (PL) na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), comentou os recentes atritos públicos no cenário político.
Entre os temas abordados, o parlamentar avaliou o distanciamento político de Michelle Bolsonaro, que saiu da presidência do PL Mulher, em relação ao seu enteado, o pré-candidato, Flávio Bolsonaro (PL), incluindo a recusa de apoio voltada ao eleitorado feminino da direita, o mesmo eleitorado do qual Flávio faz acenos.
"Não tive contato com o Flávio nessa questão. Acontece nas melhores famílias, divergências a gente vai ter sempre. O bom da direita é que tudo é às claras, nada é oculto ou maquiado. Na minha opinião, poderia ter sido resolvido de outra maneira. Não vejo isso como um grande problema, a direita tem autenticidade", pondera.
O deputado adotou uma postura contrária a uma eventual substituição de candidaturas: "Não cabe mais discutir isso". Ao detalhar a relação da direita com o eleitorado feminino, Diego Castro criticou as pautas progressistas e defendeu o modelo de comportamento que considera ideal para as mulheres conservadoras.
"A mulher tem liberdade para decidir o que ela bem entende. Ela não deve ser subjugada como ela é, tirar a essência da mulher feminina, como Deus a fez; não a mulher "moderninha" que a esquerda prega. Esse é o sentimento do eleitorado feminino na direita. Nós repudiamos o feminismo por essas questões", reafirma.
Foto: Eduarda Pinto / Bahia Notícias
O parlamentar também declarou que o movimento feminista busca desconstruir padrões tradicionais e negou que o espectro conservador propague discursos de ódio contra minorias.
"É um movimento que quer criar uma ideia de mulher correta, mas quer combater a heteronormatividade. Não estou fazendo críticas a homossexuais, a gente tem homossexuais no campo da direita. Não odiamos gays, negros ou mulheres; isso sempre foi um a máxima. O fato de a gente combater essa linha de pensamento do adversário é o que reforça uma caminhada".
DISCUSSÃO COM DAMARES
Questionado sobre as recentes declarações envolvendo os influenciadores Oswaldo Eustáquio Filho e Paulo Figueiredo, que protagonizaram discussões nas redes sociais com a senadora Damares Alves (PL), direcionando acusações de cunho pessoal à parlamentar, Diego Castro pediu conciliação interna.
"Não parei para ver, não vi essa divergência. Não potencializo isso, não dou ouvidos a essa situação. Se tem um problema entre eles, eles três devem sentar em uma mesa e conversar. Divergências pessoais acontecem, todos são adultos. É sentar ou fazer uma videochamada, já que todos estão marchando para tirar o governo Lula do poder", pede.
O caso ganhou repercussão nas redes sociais quando a senadora se defendeu de ataques dos influenciadores sobre sua falta de apoio ao partido em evento. Ela respondeu a Paulo Figueredo, apresentando-se da seguinte forma: "Sou aquela mulher que não fica atrás de um computador, mas encara as lutas e demandas em pé, olhando nos olhos dos adversários".
Fotos: YouTube / Valter Campanato / Agência Brasil
Em resposta, o blogueiro e foragido da justiça brasileira acusou a senadora da República de ser amante em um comentário: “Damares, isso é mentira. Na verdade, você é a amante de um pastor casado do Recanto das Emas, em Brasília, e uma das maiores feministas do Brasil”, escreveu.
Confira postagem:
Damares isso é mentira. Na verdade você é a amante de um pastor casado do Recanto das Emas em Brasília e uma das maiores feministas do Brasil. Topa uma live comigo? Seu funcionário Marco Carvalho roubava o gazofilácio da Igreja Batista Filadélfia no Guará.
— Oswaldo Eustáquio (@Tsedekenu) June 28, 2026
O deputado estadual concluiu rechaçando as acusações de preconceito frequentemente imputadas ao seu grupo político. "A direita não é misógina. A esquerda tenta nos rotular, por mais que cada um tenha as suas opiniões. Outros ali são mais sensíveis, mas o jeito de todos é combater essa linha política que está aí", finaliza.
Veja o momento abaixo:
O deputado federal Capitão Alden (PL-BA) criticou nesta segunda-feira (6) as projeções fiscais do governo Lula (PT) e protocolou um requerimento de informação ao Ministério da Fazenda cobrando esclarecimentos sobre as estimativas do Tesouro Nacional e as medidas previstas para garantir o equilíbrio das contas públicas nos próximos anos.
O baiano atua como vice-líder da oposição na Câmara. No protocolo, Alden pede acesso às premissas econômicas, memórias de cálculo e estudos técnicos que embasam os números oficiais, além de informações sobre ações planejadas pelo governo para cumprir as metas fiscais.
No documento, ele cita o relatório do Tesouro Nacional que aponta a necessidade de um esforço fiscal equivalente a cerca de 1,2% do PIB entre 2027 e 2036 para manter o equilíbrio das contas públicas.
“O Congresso Nacional tem o dever constitucional de fiscalizar os atos do Poder Executivo e garantir que qualquer medida com potencial impacto sobre a sociedade esteja fundamentada em critérios técnicos, transparentes e amplamente debatidos”, afirmou.
O deputado defende ainda que a população tenha acesso prévio às medidas que podem ser adotadas para enfrentar os desafios fiscais apontados pelo governo, evitando surpresas para famílias, trabalhadores e setores produtivos.
Segundo ele, a iniciativa reforça o papel fiscalizador do Parlamento e a necessidade de transparência na gestão das contas públicas.
O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL), repercutiram a derrota da Seleção Brasileira nas oitavas de final da Copa do Mundo como um fato político. Por meio de publicações nas redes sociais, os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro associaram a eliminação brasileira do torneio mundial ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Em uma publicação no X, o senador Flávio escreveu que a seleção não conquistou a Copa depois da vitória do PT nas eleições de 2002. Naquele ano, a equipe brasileira conquistou o pentacampeonato mundial durante o governo de Fernando Henrique Cardoso (FHC). Lula foi eleito no mesmo ano e assumiu a Presidência em janeiro de 2003.
Desde que o PT chegou ao poder, em 2002, o Brasil nunca mais ganhou NADA, nem no futebol nem para os brasileiros.
— Flávio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) July 5, 2026
Perdemos Copa, mas vamos ganhar o Brasil! pic.twitter.com/haFenDJgX4
Já o ex-deputado Eduardo Bolsonaro fez duas publicações sobre a derrota da seleção. Em uma delas ele repetiu o que o irmão publicou e lembrou que Bruno Guimarães perdeu uma cobrança de pênalti aos 13 minutos do 1º tempo.
ISSO NÃO É SOBRE FUTEBOL: A SINA DO 13
— Eduardo Bolsonaro???????? (@BolsonaroSP) July 5, 2026
Desde que Lula chegou ao poder o Brasil não ganhou mais nenhuma copa. pic.twitter.com/9vBVuBLXju
Em seguida, o filho “03” de Bolsonaro compartilhou uma foto do pai com a seleção brasileira depois da conquista da Copa América em 2019. “Perdemos a Copa, mas vamos ganhar o país”, disse.
Perdemos a copa,
— Eduardo Bolsonaro???????? (@BolsonaroSP) July 5, 2026
MAS VAMOS GANHAR O PAÍS! pic.twitter.com/uYXFIe1AiW
O pré-candidato ao Senado, João Roma (PL), rebate as declarações de adversários políticos e criticou episódios registrados durante as comemorações do 2 de Julho na capital baiana. O dirigente, presente no evento, acusou o ex-governador e ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), de praticar xenofobia ao afirmar que ele não possuiria "alma baiana" pelo fato de ter nascido em outro estado.
Confira o vídeo:
??João Roma acusou Rui Costa de xenofobia por falar que ele não é daqui.
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) July 3, 2026
Confira ?? pic.twitter.com/EURzkj2Apw
Em suas redes sociais, Roma classificou a declaração de Rui como preconceituosa e ironizou a postura do ex-ministro, apontando uma suposta incoerência interna no grupo governista, mencionando a origem fluminense do senador Jaques Wagner (PT), que é nascido no Rio de Janeiro.
"Cheguei no carro, peguei o celular e vi um show de horrores. O Rui Costa, mais uma vez, destilando ódio, com xenofobia, dizendo que eu não podia ter alma baiana porque não nasci na Bahia. É lamentável mais esse preconceito. Eu fico pensando se ele usa isso também para atacar o seu então coleguinha Jaques Wagner. Todo mundo fica falando aí que os dois estão se odiando ultimamente", diz Roma.
Nome do PL presente no 2 de Julho | Foto: Ednei Cunha / Bahia Notícias
Por sua vez, Wagner respondeu ao adversário pela cadeira do Senado Federal nas eleições de 2026. Jaques Wagner adotou tom moderado, destacando que vive há 5 décadas no estado, e atribuiu o comportamento ao calor do momento do 2 de julho.
"É o calor, até para o que eu diga, é o calor do 2 de julho, todo mundo com a cabeça quente. Eu vivo aqui há 52 anos, não sei quanto tempo Roma está aqui. Mas, na medida em que o cara está legalizado, eleitoralmente ele pode ser candidato. Eu acho que não é por aí, é o calor da disputa eleitoral", responde Wagner.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a corrida presidencial com 46,3% das intenções de voto no primeiro turno, contra 36,6% do senador Flávio Bolsonaro (PL), segundo pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira (1). O levantamento indica ainda que Lula vence todos os cenários de segundo turno testados.
Na sequência do primeiro turno aparecem Renan Santos (Missão), com 7,8%, Ronaldo Caiado (PSD), com 2,9%, e Romeu Zema (Novo), com 2%. Completam o cenário Joaquim Barbosa (DC), com 1%, Aécio Neves (PSDB), com 0,7%, Samara Martins (UP), com 0,6%, Augusto Cury (Avante), com 0,5%, Cabo Daciolo (Mobiliza), com 0,2%, Rui Costa Pimenta (PCO) e Edmilson Costa (PCB), ambos com 0,1%, e Hertz Dias (PSTU), que não pontuou.

Foto: AtlasIntel/Bloomberg/Reprodução
Em segundo turno contra Flávio Bolsonaro, Lula tem 48,8% das intenções de voto contra 42,3% do senador. Em abril, os dois estavam empatados com 48% cada, o que indica que Flávio perdeu 5,7 pontos percentuais desde então. A pesquisa de maio permanece suspensa por determinação do Tribunal Superior Eleitoral.

Foto: AtlasIntel/Bloomberg/Reprodução
Nos demais cenários de segundo turno, Lula tem 48% contra 39% de Caiado, 48,2% contra 38,5% de Zema e sua maior vantagem aparece no teste com Renan Santos, com 49,2% contra 28,9%, diferença de 20,3 pontos percentuais.
A pesquisa também testou nomes que não são pré-candidatos. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro perderia para Lula com 38,9% contra 48,7% do petista. O ex-presidente Jair Bolsonaro, inelegível, teria o melhor resultado entre os testados com 43,1%, mas ainda perderia para Lula, que somaria 48,6%.
O levantamento foi realizado entre 26 e 30 de junho com 4.999 entrevistados, margem de erro de um ponto percentual, nível de confiança de 95% e está registrado no TSE sob o número BR-04582/2026.

Foto: AtlasIntel/Bloomberg/Reprodução
A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (1), a terceira fase da Operação Rent a Car, batizada de Operação Galho Fraco II, que investiga suposto esquema de peculato, lavagem de dinheiro, fraude processual e organização criminosa. As medidas judiciais, autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal, estão sendo cumpridas no Distrito Federal, em Goiás e em Minas Gerais para coleta e preservação de provas.
As investigações apontam indícios de envolvimento de agentes públicos, particulares e pessoas jurídicas supostamente usadas para dar aparência de legalidade à movimentação de recursos públicos. Há também suspeita de tentativas de ocultação ou alteração de provas, o que pode caracterizar fraude processual.
Nas fases anteriores, foram identificadas irregularidades na contratação de empresa de locação de veículos com recursos da Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar, a Ceap. Os deputados Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e Carlos Jordy (PL-RJ) foram alvos de mandados de busca e apreensão. A atual fase aprofunda as apurações sobre a movimentação e a destinação desses recursos.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro anunciou oficialmente, na noite desta terça-feira (30), que deixará a presidência nacional do PL Mulher, a ala feminina do Partido Liberal (PL). Segundo o comunicado, a decisão foi motivada pelo desejo de se dedicar de forma integral aos cuidados de sua família, especificamente do marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e de sua filha.
Michelle comunicou que a decisão foi o resultado de uma reflexão em família. Ela anunciou sua decisão diretamente ao presidente do PL, Valdemar Costa Neto, em uma reunião que aconteceu na tarde de hoje. A decisão ocorre após uma tentativa de estabelecer uma melhor relação com o partido, na sequência do rompimento com Flávio Bolsonaro e da disputa com seus enteados.
Na nota de esclarecimento divulgada, Michelle Bolsonaro fez um balanço de sua trajetória no comando do órgão partidário, destacando a consolidação de lideranças femininas pelo país. "Construímos — juntamente com as nossas presidentes — um grande exército de mulheres de bem que já começaram a transformar o Brasil", diz.
A ex-primeira-dama expressou gratidão especial à vice-presidente do PL Mulher, Priscila Costa, estendendo os agradecimentos a todas as presidentes estaduais e municipais que atuaram na expansão do movimento. Ela também agradeceu a Valdemar Costa Neto pela confiança e pela autonomia concedida durante o período,
Não é a primeira vez que Michelle desiste de um cargo, todavia a decisão caiu na imprensa após longos atritos públicos com seus enteados. Flávio Bolsonaro (PL) confessou e se desculpou com a ex-primeira-dama por meio de suas redes sociais. A imprensa revelou informações de bastidores na capital federal que indicaram que ela seria vaiada em futuras ocasiões por segmentos do PL.
Confira o texto na íntegra:
"Na condição de Presidente do Partido Liberal Mulher, venho por meio desta informar que, após muito refletir com o meu marido sobre o momento em que estamos vivendo em nossa família, reuni-me com o Presidente do Partido Liberal na tarde de hoje e lhe comuniquei a minha decisão de deixar a Presidência do PL Mulher para me dedicar - integralmente - aos cuidados para com o meu marido e minha filha.
Durante o período em que estive à frente do PL Mulher, construímos - juntamente com as nossas presidentes - um grande exército de mulheres de bem que já começaram a transformar o Brasil e a corrigir os rumos da nossa Nação. Conhecendo a força e a capacidade das mulheres brasileiras, tenho certeza de que o nosso movimento crescerá ainda mais e teremos um futuro próspero para os nossos filhos e netos.
Quero agradecer, na pessoa da minha vice-presidente, Priscila Costa - a todas as minhas presidentes estaduais e municipais que, com tanto carinho, empenho e dedicação tornaram possível a expansão de nosso movimento que está edificando o nosso país. Sem vocês, nada disso seria possível.
As sementes foram lançadas e, em breve, vocês colherão os frutos desse trabalho tão lindo que vocês realizaram em favor das famílias de nossa grande Nação.
Peço a Deus que esteja sempre com vocês, inspirando e conduzindo esse trabalho e que as mulheres ocupem, cada vez mais, os lugares que lhes pertencem nas esferas de decisão e de poder. Vocês estarão sempre nas minhas orações como forma de gratidão e de amor por cada uma de vocês.
Agradeço também o Presidente Valdemar pela autonomia que me concedeu e por ter confiado a mim tão nobre desafio.
À minha amada equipe da Nacional, mulheres e homens giants que comigo enfrentaram todos os desafios que surgiram à nossa frente, agradeço do fundo do meu coração. Somente Deus pode recompensá-los por todo bem que fizeram a mim e ao nosso Brasil. Eu amo a vida de cada um de vocês.
Que Deus os abençoe. Que Ele abençoe as nossas famílias. Que Deus abençoe o nosso amado Brasil", termina a nota.
O pré-candidato ao Senado Federal, João Roma (PL), destacou a importância para os festejos do 2 de Julho na Bahia. Em entrevista ao Bahia Notícias, nesta terça-feira (30), o ex-ministro da Cidadania ressaltou o papel histórico e as ações do povo baiano neste processo.
João Roma ressalta legado histórico do 2 de Julho e comenta sobre conduta de candidatos na pré-campanha
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) June 30, 2026
???? Daniel Araújo / Bahia Notícias pic.twitter.com/uEF9YeuxLs
“No próximo 2 de julho estaremos juntos com a população comemorando os feitos do povo baiano e do povo brasileiro da consolidação da nossa independência, que se deu aqui na Bahia com ações valorosas do nosso povo”, disse Roma.
O presidente estadual do PL comentou ainda a necessidade de a população acompanhar com atenção a conduta dos agentes políticos durante a pré-campanha no estado.
“É fundamental que a população tenha a oportunidade de observar realmente a conduta de cada um desses personagens, especialmente nesse momento de pré-campanha, num momento tão crucial no Brasil que serão as eleições do próximo 4 de outubro para que nós possamos, sim, não é, fazer uma mudança na Bahia e no Brasil."
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), receberá nesta terça-feira (30) os advogados do ex-presidente Jair Bolsonaro antes de decidir se mantém ou revoga a prisão domiciliar humanitária.
A audiência foi solicitada pela defesa após a apreensão de uma pistola registrada em nome do ex-presidente e ocorre depois do prazo inicial de 90 dias da medida ter expirado na última quinta-feira.
Na manifestação apresentada ao STF no último sábado, os advogados pediram que Moraes descarte a hipótese de reconhecimento de falta grave pelo episódio da arma e prorrogue a prisão domiciliar.
Segundo a defesa, a pistola havia sido retirada da residência apenas para reparo, após Bolsonaro constatar uma falha mecânica. Em depoimento, o ex-presidente afirmou que não poderia permanecer desarmado porque mora com três mulheres.
A defesa sustenta ainda que nunca houve determinação judicial para apreensão da arma nem comunicação sobre eventual cassação do registro, o que tornaria regular sua permanência na residência.
O conflito interno na família do ex-presidente Jair Bolsonaro continua a movimentar as redes sociais. A persistência do desgaste ocorre mesmo após o pedido público de desculpas feito pelo senador Flávio Bolsonaro (PL) à sua madrasta, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, e dos esforços de Valdemar Costa Neto, presidente do Partido Liberal (PL), para conter a crise gerada pela divulgação de um vídeo de Michelle.
Michelle deixou de seguir os enteados Eduardo Bolsonaro (PL) e Carlos Bolsonaro (PL) no Instagram. Embora ex-deputado cassado Eduardo ainda siga a madrasta na plataforma, ele passou a utilizar seu perfil na rede social X para compartilhar publicações com críticas a ela.
Entre os conteúdos compartilhados por Eduardo, está a defesa feita por sua esposa, Fernanda Bolsonaro, que descreveu o marido, Flávio, como um homem "leve, respeitoso e carinhoso". Eduardo também compartilhou um vídeo gravado pelo ex-deputado Alexandre Ramagem, no qual este acusa Michelle de fazer "birra" por não ter sido indicada como a sucessora de Jair Bolsonaro na disputa pela Presidência da República.
A atual situação marca um distanciamento entre Eduardo e a madrasta, que anteriormente mantinham uma relação próxima. Em janeiro de 2025, ambos viajaram juntos aos Estados Unidos para acompanhar a cerimônia de posse do presidente norte-americano Donald Trump.
Fotos: Reprodução / Redes Sociais
Contudo, em vídeo publicado na última quarta-feira, Michelle mencionou pessoas que estariam agindo contra ela a partir do exterior, declaração interpretada como uma referência direta a Eduardo Bolsonaro. A ex-primeira-dama também atribuiu a esse grupo a responsabilidade por publicações na internet que se referem a ela utilizando seu nome de solteira, Michelle Firmo, omitindo o sobrenome Bolsonaro.
Fotos: Reprodução / Redes Sociais
Com Carlos Bolsonaro, o desentendimento é mais antigo. Em entrevista concedida em março deste ano, Michelle afirmou ter perdoado o vereador pelas divergências passadas, mas descartou a possibilidade de reconciliação, declarando: "Já perdoei, mas não quero conviver".
Em meio ao cenário de tensões, Rogéria Bolsonaro, mãe dos três irmãos, publicou uma mensagem de apoio aos filhos, que foi posteriormente compartilhada por Eduardo, Carlos e Flávio. Vale destacar que Flávio, pivô inicial do desgaste, continua sendo seguido por Michelle nas redes sociais. Na publicação, Rogéria declarou: "Eu sei os homens que criei, dignos e honrados. Venceremos!".
O embate familiar também se refletiu em publicações de cunho religioso nas redes sociais. No fim do dia da última quinta-feira (25), Michelle Bolsonaro compartilhou um trecho da Bíblia que aborda a punição para o "falso testemunho". No dia seguinte, sexta-feira (26), Fernanda Bolsonaro respondeu indiretamente ao publicar um versículo do livro de Provérbios que trata sobre mentiras e discórdia familiar:
"Há seis coisas que o Senhor odeia, e a sétima a sua alma abomina: olhos altivos, língua mentirosa, mãos que derramam sangue inocente, coração que trama projetos perversos, pés que se apressam a correr para o mal, a testemunha falsa que profere mentiras e o que semeia contendas entre irmãos." (Provérbios 6:16–19)
O deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL-MA) é alvo de buscas da Polícia Federal (PF), na manhã desta quinta-feira (25), em uma operação que investiga suspeitas de desvio de emendas. A operação desta quinta foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino.
Segundo o g1, as ações de busca e apreensão ocorrem em endereços ligados ao parlamentar tanto no Distrito Federal quanto no Maranhão. O deputado do PL já tinha sido condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em março por desvio de emendas. Ele está licenciado do mandato na Câmara, onde não ocorrem buscas.
Na ação em que foi condenado, a Procuradoria-Geral da República (PGR) apontou que Maranhãozinho coordenava a destinação das emendas. A PGR citou que ele monitorava a liberação dos recursos e controlava planilhas de pagamento, além de realizar cobranças de propina quando necessário.
A Empresa de Limpeza Urbana de Salvador (Limpurb) informou que nesta segunda-feira (22) o serviço de limpeza urbana na capital baiana foi suspenso como efeito da confirmação da paralisação nacional convocada pelos sindicatos da categoria em todo o país. O movimento acontece em meio a tramitação do Projeto de Lei 4.146/2020, conhecido como PL dos Garis.
Em nota, a Limpurb alega que "permanece acompanhando a negociação entre as entidades patronal e sindical. O órgão orienta que a população de Salvador evite apresentar os resíduos nesta segunda-feira, prezando pela minimização dos impactos sanitários e ambientais na cidade".
O PROJETO
Em março, a Câmara dos Deputados enviou ao Senado o Projeto de Lei 4146/20, que fixa o piso salarial nacional de R$ 3.036 para trabalhadores que atuam em serviços de varrição, de coleta de resíduos em locais públicos, de acondicionamento de lixo e encaminhamento para aterros ou estabelecimentos de reciclagem.
O projeto foi aprovado em dezembro, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça. Como não houve recurso para votação em Plenário, o projeto foi considerado aprovado pela Câmara e agora precisa ser votado pelo Senado. Caso seja aprovado, será submetido ao presidente da República para sanção ou veto.
O vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro André Mendonça, determinou que o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do partido na Câmara, remova de suas redes sociais um vídeo no qual sugere, sem apresentar evidências, que o Partido dos Trabalhadores (PT) recebe financiamento de facções criminosas. A decisão liminar, proferida na sexta-feira (19), atendeu a uma representação da federação Brasil da Esperança, que reúne PT, PV e PCdoB.
Na publicação, o parlamentar afirma que não é verdade que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vá "mandar bombas e mísseis" para comunidades em razão da classificação do Comando Vermelho (CV) e do Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas, medida anunciada recentemente pelo governo americano.
Segundo o deputado, essa informação estaria sendo divulgada por "presidentes de ONGs". Em seguida, ele declara que os EUA vão investigar os recursos dessas facções e que "há grandes suspeitas" de que esses valores financiem campanhas do PT.
Na liminar, Mendonça destacou que a liberdade de expressão é um pilar da democracia, mas não ampara a divulgação de "fatos inverídicos, descontextualizados ou sem lastro mínimo". O ministro afirmou que "a liberdade de expressão não protege, em princípio, a imputação de fato ilícito grave" e ressaltou que "o que se veda, neste momento, não é a discussão pública sobre tais temas, mas a manutenção de conteúdo específico que, em contexto eleitoral, atribui a partido político a suspeita de financiamento por facções criminosas sem indicar base mínima de verificação".
Segundo o magistrado, a imputação de acusação grave sem comprovação mínima tem potencial para comprometer a integridade do debate eleitoral e induzir o eleitorado a erro. A decisão estabeleceu prazo de 24 horas para a exclusão da postagem, sob pena de multa diária. Até as 19h de domingo (21), o vídeo ainda permanecia no perfil do deputado no Instagram.
AÇÕES NO TSE
De acordo com a Folha de S. Paulo, a ação movida pela federação é mais uma entre as mais de 60 representações protocoladas pela campanha do presidente Lula no TSE, a maioria delas por propaganda eleitoral antecipada.
Desse total, 18 ações são direcionadas contra a campanha do deputado Flávio Bolsonaro (PL-RJ), mas também há pedidos contra o presidenciável Romeu Zema (Novo-MG) e outros pré-candidatos bolsonaristas, com destaque para o uso de inteligência artificial em vídeos publicados por adversários.
DEPUTADO ALVO DE OPERAÇÃO
A Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão na sexta-feira (19) contra os deputados federais Sóstenes Cavalcante e Carlos Jordy, ambos do Partido Liberal (PL), na Operação Galho Fraco. O alvo da investigação é um suposto esquema de desvio de recursos públicos provenientes de cotas parlamentares.
Durante as diligências, os agentes apreenderam aproximadamente R$ 400 mil em espécie em um endereço vinculado a Sóstenes, em Brasília. De acordo com os investigadores, o dinheiro estava armazenado dentro de um saco preto, guardado em um armário.
Quatro dias depois de ser condenado a quatro anos e oito meses de prisão em regime semiaberto por coação, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) segue com certidão negativa de antecedentes criminais e sem ordem de prisão expedida no Brasil. O motivo é que, além de ser necessário aguardar a publicação do acórdão pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal, o político ainda tem direito a recursos.
Na tarde deste sábado (20), o sistema da Polícia Federal indicava que não constava condenação criminal julgada definitivamente para o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. O Banco Nacional de Mandados de Prisão também não registrava ordens de prisão pendentes de cumprimento contra ele.
Após o término do julgamento, o acórdão precisa ser publicado. A partir dessa publicação, a defesa tem prazo para apresentar recursos à condenação. Enquanto houver recursos disponíveis, o processo não transita em julgado, ou seja, não termina em definitivo. Em regra, a ordem de prisão só é emitida depois que os últimos recursos são analisados pelo STF, embora essa ordem possa ser antecipada a critério do tribunal.
Eduardo Bolsonaro vive nos Estados Unidos desde o início de 2025. Ele teve o mandato cassado pela Câmara dos Deputados por excesso de faltas e mora atualmente em uma mansão avaliada em R$ 6 milhões em Southlake, no Texas, segundo informações do site The Intercept Brasil.
O presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.
O caso foi parte da 9ª fase da Operação Compliance Zero, que investiga supostas irregularidades envolvendo instituições do sistema financeiro nacional e possíveis crimes de corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro. Em publicação oficial, Roma afirmou:
"Minha posição é a mesma de sempre: toda irregularidade deve ser apurada com seriedade, respeito ao devido processo legal e punição aos responsáveis. A lei não pode ter lado político. A Bahia merece verdade, transparência e respeito", diz o pré-candidato.
O ex-ministro do governo Bolsonaro também relacionou o episódio ao cenário político estadual e fez críticas à gestão petista na Bahia: "Em 2026, os baianos terão a oportunidade de decidir os rumos do nosso estado. Escolham com consciência. O futuro da Bahia está nas mãos de vocês. São 20 anos de PT na Bahia desse mesmo jeito", diz.
Roma reforçou o discurso de mudança política: "A Bahia cansou. O eleitor tem chance real de escolher representantes dignos, tanto para o Senado quanto para o governo. O futuro está na mão de vocês".
Foto: Moreira Mariz / Agência Senado
SENADOR NO MASTER
A operação contra Jaques Wagner (PT) ocorre em meio ao avanço das investigações relacionadas ao chamado Caso Banco Master. Para a Polícia Federal, há apurações sobre uma possível relação entre agentes públicos e integrantes do grupo empresarial ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro, Wagner teria feito lobby em favor do banco Master.
Wagner nega irregularidades e afirma que não recebeu vantagens indevidas. Segundo as decisões judiciais divulgadas pela imprensa nacional, os investigadores apuram supostos benefícios que teriam sido destinados ao senador e pessoas próximas a ele.
O STF autorizou as buscas com base em elementos considerados suficientes para aprofundar as investigações, ressaltando que a medida não representa condenação nem oferecimento de denúncia.
A repercussão do caso alcança diferentes setores da política nacional. Reportagens publicadas nos últimos meses apontaram que o senador Flávio Bolsonaro (PL) também teve seu nome mencionado em desdobramentos das investigações envolvendo Daniel Vorcaro, assim como o senador Ciro Nogueira (PP), que nega qualquer irregularidade.
A operação contra um dos principais líderes do PT no Congresso adiciona novos elementos ao debate político nacional e estadual, especialmente diante das articulações para as eleições de 2026. Aliado histórico do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Jaques Wagner é uma das figuras centrais do grupo político que governa a Bahia.
LEIA TAMBÉM:
- VÍDEO: Após ser alvo da PF, Wagner nega propina do Master e explica dólares e apartamento no Horto Florestal;
- Opinião: Wagner se explica e se complica nas relações pouco apropriadas com Augusto Lima e o caso Master;
- PT da Bahia sai em defesa de Jaques Wagner após operação da PF e diz confiar na conduta do senador.
O vice-líder petista no Senado Federal também pede afastamento de Wagner: "Na condição de investigado, Jaques Wagner deve se afastar da liderança do governo para se dedicar à sua defesa, resguardada a presunção de inocência. A Polícia Federal está fazendo seu trabalho, e quem cometeu irregularidades deve responder por elas", escreve o mineiro Rogério Correia.
Confira abaixo:
O presidente Lula sempre disse: doa a quem doer, a investigação precisa ser feita até o fim! Com as novas informações reveladas pela Operação Compliance não seria diferente.
— Rogério Correia (@RogerioCorreia_) June 18, 2026
Na condição de investigado, Jaques Wagner deve se afastar da liderança do governo para se dedicar a sua…
O assessor parlamentar Alyson Dyego de Oliveira Morais foi morto a tiros e o vereador Cabo Deyvison (PL) ficou baleado na perna após sofrerem um atentado na noite de segunda-feira (15), no município de Mossoró, interior do Rio Grande do Norte. O crime ocorreu em frente à Unidade de Pronto Atendimento (UPA), no momento em que o parlamentar realizava uma transmissão ao vivo nas redes sociais.
Alyson Dyego, que operava a câmera e gravava a live, foi atingido pelas costas e faleceu no local. O vereador, que também atua como policial militar no estado do Ceará, foi atingido por dois disparos na perna, sofrendo uma fratura na tíbia. Uma das balas ficou alojada. Ele recebeu atendimento médico para o Hospital da Polícia Militar em Mossoró, onde segue internado em estado estável.
Confira o momento:
?? Assessor é morto e vereador baleado em atentado no interior do Rio Grande do Norte
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) June 16, 2026
Confira ?? pic.twitter.com/zmIW82Y2wx
Segundo a transmissão gravada ao vivo, o ataque aconteceu por volta das 22h, enquanto o parlamentar aguardava do lado de fora da unidade médica, acompanhando uma mulher e uma criança que haviam sido mordidas por um cachorro, segundo informações divulgadas pela direção da UPA.
De acordo com as investigações preliminares da Polícia Civil, os criminosos efetuaram os disparos de dentro de um automóvel em movimento e fugiram em seguida. O veículo utilizado na ação, um Toyota Corolla, foi localizado e apreendido pelas forças de segurança em uma área de mata na Alameda dos Cajueiros.
No interior do Corolla, os agentes encontraram um carregador de fuzil calibre 5.56 com munições, que a perícia acredita ter sido utilizado no atentado. A Polícia Científica realizou exames periciais no carro para constatar se a estrutura possui blindagem e coletar vestígios que colaborem com a identificação dos autores.
A Polícia Civil trabalha com a premissa de que o vereador Cabo Deyvison era o alvo principal do atentado de criminosos. Uma das principais vertentes investigativas apura se o ataque está relacionado a denúncias recentes feitas pelo parlamentar sobre a atuação de facções criminosas . Contudo, nenhuma outra hipótese foi descartada até o momento.
"Não vamos descartar nenhuma hipótese, vamos tratar todas com seriedade, focando principalmente na autoria. Chegar à autoria e à elucidação é o caminho para especificarmos a motivação com precisão", conta o delegado Márcio Lemos, da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) em entrevista ao G1.
O Secretário de Segurança Pública e Defesa Social do Rio Grande do Norte (Sesed) informou que o caso é tratado como prioridade máxima pelo governo estadual, embora tenha ressaltado que, inicialmente, não há indícios de motivação política.
A Polícia Militar deteve um homem para prestar esclarecimentos na delegacia após denúncias anônimas apontarem que ele teria transportado três suspeitos em direção ao Ceará. Em depoimento, o homem alegou que passava pela região de mata onde o Corolla foi abandonado quando foi abordado pelo trio armado e obrigado a realizar o transporte sob ameaça. As alegações estão sendo verificadas pelas autoridades policiais.
MANIFESTAÇÃO PARLAMENTAR
Em pronunciamento gravado de seu leito hospitalar e publicado nas redes sociais, Cabo Deyvison ressaltou sua trajetória na segurança pública e pediu apoio da comunidade. "São 14 anos como policial militar, sendo cinco deles dedicados à Tropa de Elite e ao Comando de Operações Táticas Rurais (Cotar). Já troquei tiros com assaltantes de banco e nunca havia sido atingido", diz o vereador.
Confira a postagem do caso:
Eleito para seu primeiro mandato em 2024. Ele também lamentou a perda do assessor: "Peço que orem pelo meu irmão que tombou, peço que orem pela minha família, pois eu vou continuar essa luta".
O deputado federal Filipe Barros (PL-PR) atuou em seu mandato e na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara para beneficiar o Banco Master e pressionar o Banco Central e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no período em que o Banco de Brasília (BRB) tentava comprar a instituição de Daniel Vorcaro.
Segundo levantamento da jornalista Malu Gaspar, o deputado apresentou requerimentos, um projeto de lei e convocou uma audiência pública entre novembro de 2024 e setembro de 2025, período que coincide com as tentativas do fundador do Master de conseguir mudanças regulatórias favoráveis ao banco.
A primeira ação foi um projeto de lei semelhante a uma emenda apresentada pelo senador Ciro Nogueira (PP-PI) para aumentar o limite de cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) de R$ 250 mil para R$ 1 milhão. O fundo era a base do modelo de negócios do Master, que prometia taxas de retorno acima das praticadas pelo mercado.
A emenda de Ciro Nogueira havia sido rejeitada pelo senador Plínio Valério (PSDB-AM), relator da PEC 65/2025 na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, que sugeriu a mudança via projeto de lei, como fez Barros depois. O texto não chegou a ser votado.
Em junho de 2025, quando presidia a Comissão de Relações Exteriores, Barros pautou dois requerimentos. Um deles convidava o presidente da CVM, João Pedro Nascimento, para discutir o impacto da estrutura regulatória do mercado de capitais sobre a soberania econômica nacional, em audiência realizada em 8 de julho. O outro convidava o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para tratar de ataques hackers ao sistema do Pix, em um momento em que o BC já havia identificado fraudes nas carteiras de crédito vendidas pelo Master ao BRB. Por se tratar apenas de convite, Galípolo não compareceu à comissão.
Em 3 de setembro de 2025, quando o Banco Central rejeitou a compra do Master pelo BRB, Barros apresentou requerimento questionando o encerramento da liquidação extrajudicial de duas outras instituições financeiras, o Banco Econômico e o Banco Nacional. Os requerimentos eram direcionados à Diretoria de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução (Diorf), comandada por Renato Gomes, que era contrário à venda do Master ao BRB e defendia a liquidação do banco de Vorcaro.
Barros negou qualquer irregularidade em suas ações. Sobre o projeto de lei do FGC, disse ter interesse na regulação do mercado financeiro e de capitais e que passou a estudar o tema por ser contrário ao modelo atual de autonomia do Banco Central. Sobre os requerimentos na Comissão de Relações Exteriores, afirmou que "não é possível dissociar hoje a soberania nacional da econômica" e que o uso de sanções econômicas pelos Estados Unidos seria prova disso.
O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), realizou uma visita ao pai, ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), neste sábado (13), após autorização do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Em vídeo publicado no X após o encontro, o parlamentar lamentou não poder assistir ao jogo do Brasil na casa em que o pai cumpre prisão domiciliar.
"Estou saindo agora da casa do meu pai, mais um dia de visita, dessa vez com a minha esposa, minhas filhas que estavam com saudade aqui do vovô. Está bem o meu pai, firme e forte aqui como sempre, dando todo apoio", afirmou.
"Vamos torcer pelo Brasil hoje. Infelizmente não vou poder assistir o jogo junto com ele, mas ele está aqui na torcida pela seleção e pelo Brasil como todos nós", completou.
Hoje tive um tempinho com meu pai @jairbolsonaro . Tanto ele quanto eu estamos confiantes na vitória da seleção. Meu palpite é 2x1 Brasil, mas se a seleção quiser fazer mais, não vou reclamar. Bora pra cima, Brasil!#FifaWorldCup #CopadoMundo #Brasil pic.twitter.com/cKjWjmpbGU
— Flávio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) June 13, 2026
A visita de Flávio, esposa e filhos foi autorizada por Moraes na última quinta-feira (11). De acordo com o magistrado, apesar de Bolsonaro estar em um regime específico de visitas por conta de seu estado de saúde, a visita das netas "revela-se compatível com as finalidades da prisão domiciliar e com as condições anteriormente fixadas, contribuindo para a manutenção do suporte familiar indispensável ao adequado cumprimento da pena".
O ex-presidente cumpre a pena de 27 anos e três meses de prisão pelo julgamento da trama golpista desde novembro de 2025.
Em ano eleitoral, deputados baianos gastaram quase R$ 3 mi em divulgação parlamentar; veja o ranking
Com o prazo para uso de verbas da Câmara dos Deputados para divulgação de atividade parlamentar encerrado no último sábado (6), o Bahia Notícias levantou os valores gastos pelos deputados federais baianos nos últimos seis meses de 2026.
No total, a bancada baiana gastou quase R$ 3 milhões com recursos públicos do Congresso Nacional para divulgar seus mandatos. Os maiores gastos individuais foram da deputada Roberta Roma (PL), com R$ 179.500, seguida de Alice Portugal (PCdoB), com R$ 152.000, e Neto Carletto (Avante), com R$ 132.000.
O encerramento do prazo se dá pelo Ato da Mesa nº 40/2012, que proíbe o uso da verba para divulgação parlamentar nos 120 dias anteriores às eleições. A única exceção é para parlamentares que não forem candidatos.
Segundo o levantamento feito pelo BN, o partido que mais gastou no total foi o PT, com oito cadeiras na bancada baiana. O grupo desembolsou aproximadamente R$ 496.750, com média de R$ 62.000 por parlamentar. O destaque individual foi Waldenor Pereira, com R$ 97.668.
O PSD, com cinco cadeiras, registrou gasto total de R$ 470.000 e a maior média por parlamentar entre os grandes partidos, de R$ 94.000. Três deputados da bancada ultrapassaram R$ 100.000: Charles Fernandes (R$ 115.600), Paulo Magalhães (R$ 102.800) e Gabriel Nunes (R$ 102.200).
O Republicanos, que teve seis representantes no período por conta da substituição do deputado licenciado Alex Santana pelo deputado Marcelo Nilo, gastou R$ 386.000, com média de R$ 64.300. O presidente estadual da sigla, Márcio Marinho, foi o que mais gastou no grupo, com R$ 95.000.
O PCdoB se destacou pela maior média por parlamentar entre todos os partidos. Com apenas duas cadeiras, o partido registrou média de R$ 138.000, com Alice Portugal gastando R$ 152.000 e Daniel Almeida, R$ 125.000.
No PL, além de Roberta Roma, que lidera o ranking geral, Capital Alden gastou R$ 130.000 e Jonga Bacelar, R$ 107.525.
Já Neto Carletto, único representante do Avante, foi o terceiro maior gasto individual da bancada, com R$ 132.000.
No PSB, Lídice da Mata e Mário Negromonte Jr. somaram R$ 150.000, sendo R$ 82.467 do deputado e R$ 67.000 da ex-prefeita de Salvador. O PP, com três nomes no período, gastou R$ 88.000 no total, média de R$ 29.000 por parlamentar. O PSDB, com Adolfo Vianna, registrou R$ 40.000, e o MDB, com Ricardo Maia, R$ 69.100.
Os dados foram levantados pelo Bahia Notícias no dia 11 de junho e podem ser alterados, já que a prestação de contas dos deputados pode ser apresentada em até 90 dias após o gasto.
Confira o ranking completo:
- Roberta Roma R$ 179.510,00
- Alice Portugal R$ 152.019,50
- Neto Carletto R$ 132.000,00
- Capitão Alden R$ 130.000,00
- Daniel Almeida R$ 124.965,00
- Charles Fernandes R$ 115.600,00
- João Carlos Bacelar R$ 107.525,00
- Paulo Magalhães R$ 102.800,00
- Gabriel Nunes R$ 102.200,00
- Waldenor Pereira R$ 97.668,00
- Márcio Marinho R$ 95.000,00
- Bacelar R$ 91.080,00
- Dal Barreto R$ 90.000,00
- Diego Coronel R$ 89.500,00
- Leo Prates R$ 88.000,00
- Zé Neto R$ 83.929,60
- Joseildo Ramos R$ 83.920,00
- Mário Negromonte Jr. R$ 82.467,98
- Raimundo Costa R$ 81.794,79
- Ivoneide Caetano R$ 80.118,25
- Félix Mendonça Júnior R$ 77.700,00
- Ricardo Maia R$ 69.100,00
- Sérgio Brito R$ 69.000,00
- Lídice da Mata R$ 67.000,00
- Paulo Azi R$ 60.500,00
- Leur Lomanto Júnior R$ 58.714,72
- Valmir Assunção R$ 53.250,00
- Elisangela Araujo R$ 52.000,00
- Rogéria Santos R$ 48.000,00
- Arthur Oliveira Maia R$ 45.554,60
- Alex Santana R$ 41.400,00
- Adolfo Viana R$ 40.000,00
- Claudio Cajado R$ 40.000,00
- João Leão R$ 26.500,00
- Marcelo Nilo R$ 25.000,00
- Afonso Florence R$ 24.000,00
- Jorge Araújo R$ 22.000,00
- Jorge Solla R$ 21.700,00
O senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato à Presidência da República, foi “batizado” com o manto da torcida rubro-negra durante passagem pela Bahia. O presente, do deputado estadual baiano, Diego Castro, foi entregue nesta terça-feira (9), no Bahia Farm Show, feira de tecnologia agrícola no município de Luís Eduardo Magalhães, no oeste do estado.
Na ocasião, o senador carioca recebeu uma camisa personalizada do Esporte Clube Vitória, com o número 22, que representa o Partido Liberal. Ao entregar o presente, o legislador baiano destacou ainda o título de Campeão do Nordeste, obtido pelo Leão de Canabrava no último domingo, sobre o Fortaleza, do Ceará. Flávio agradeceu e posou para fotos com a camisa.
Em publicação nas redes sociais, Diego Castro relembrou ainda que o pai de Flávio, o ex-presidente Jair Bolsonaro também foi presenteado com uma camisa do rubro-negro baiano em 2024. Em passagens pela Bahia, Jair, que é torcedor do Palmeiras, também já chegou posar publicamente com o manto do Vitória.

Foto: Reprodução / Twitter
O deputado estadual Diego Castro (PL) marcou presença nesta terça-feira (09) na 20ª edição da Bahia Farm Show, realizada no município de Luís Eduardo Magalhães, no oeste baiano. Ao avaliar o evento, o parlamentar elogiou a força do agronegócio regional, mas aproveitou o espaço para fazer duras críticas contra a política fiscal do governo do estado e reforçar o posicionamento de seu partido no cenário nacional e estadual.
Confira em vídeo:
Castro exaltou a feira como um vetor de atração nacional. "É uma feira que atrai gente de todo o Brasil", celebrou. No entanto, o deputado contrapôs o sucesso do evento com o que chamou de entraves tributários impostos pela gestão estadual, definindo a Bahia como um "estado voraz tributário".
"A gente tem o maior ICMS do Brasil", critica o parlamentar, lamentando o peso dos impostos sobre a produção local em uma região de tamanha relevância econômica.
No âmbito federal, Diego Castro enalteceu a presença do senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), no evento do oeste baiano. Para o deputado, o senador representa a única via de real apoio ao setor produtivo.
"Olha, representa demais, né? A presença do Flávio aqui, afinal de contas, é o único presidenciável que defende o homem e a mulher do campo, que fique claro", defende Castro.
De acordo com o parlamentar, as propostas de governo da oposição nacional caminham no sentido oposto aos interesses dos produtores. "Se a gente analisar em proposituras aí de anteprojeto de governo, o único que está colocando isso em pauta é o nosso pré-candidato Flávio Bolsonaro. Dos outros lados, a gente vê muito o contrário: a gente vê um ódio ao homem e à mulher do campo, um ódio à produção rural", disparou.
Ao ser questionado sobre o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, que deve visitar a Bahia Farm Show na próxima sexta-feira, dia 12, Diego Castro avaliou a vinda como um momento oportuno para cobranças e debates programáticos.
"Sobre o pré-candidato ACM Neto, que vai estar aqui no dia 12 (sexta-feira), é a oportunidade para ele vir dialogar e apresentar uma proposta diferente dessa que a gente está vendo aí, infelizmente, desse atual governo, que está na contramão de potencializar mais essa potência que nós temos, que é a Bahia Farm Show", comenta.
Ao final, Diego Castro foi questionado sobre a votação e apreciação que devem ocorrer esta semana na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) a respeito da indicação da esposa do deputado federal Mário Negromonte Júnior (PP) para uma vaga de conselheira no Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). O parlamentar revelou ter sido pego de surpresa com a movimentação.
"Olha, eu vi com muita surpresa, né? Eu recebi a notícia pelo grupo de WhatsApp, para vocês terem ideia. Não a conheço, não posso fazer aqui juízo de valor de ruim ou bom", afirmou.
Castro explicou que ainda não teve acesso ao currículo da candidata, mas ressaltou que adotará um critério estritamente técnico para avaliar seu posicionamento.
"Não recebi até o momento nenhuma procura para me apresentar o currículo da candidata. Eu vou procurar me inteirar desse currículo, mas, como eu tenho sempre dito, se for alguém com a capacidade técnica que vá somar ao nosso Tribunal de Contas, eu não tenho nenhum problema em apoiar", completa o deputado.
O deputado estadual Paulo Câmara (PL) marcou presença nesta terça-feira (9) na 20ª edição da Bahia Farm Show, realizada no município de Luís Eduardo Magalhães, no oeste baiano. Em entrevista concedida ao portal Bahia Notícias, o parlamentar avaliou o avanço do setor agropecuário e analisou o cenário de articulação política da oposição, tanto no âmbito estadual quanto no nacional.
Confira em vídeo:
Ao ser questionado sobre a movimentação política no evento (que nesta terça-feira contou com a presença do senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro), Câmara comentou sobre a ausência do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto.
De acordo com o deputado, a ausência pontual foi exclusivamente a um choque de compromissos, adiantando que o aliado estará no local na próxima sexta-feira. Câmara ressaltou que a presença do ex-ministro João Roma (PL) já consolida o alinhamento das forças oposicionistas.
"O Roma está aqui presente, o que encerra qualquer mistério. Ele é o senador da nossa chapa, então, por si só, isso já configura o apoio mútuo. Para mim, a situação é muito natural e clara. O nosso objetivo principal é apresentar à Bahia um novo projeto e um modelo de gestão alternativo, contestando os 20 anos de governos do PT", responde.
Frequente no evento desde 2017, o deputado Câmara parabenizou a organização pelas duas décadas de história e enfatizou a expansão física e comercial da feira. "Estou vendo o progresso e o crescimento. Este ano, tivemos quase 40% de aumento da feira e quase 40% de aumento do espaço físico", celebra.
Ele relembrou o trabalho desenvolvido pela Associação de Agricultores e Irrigantes da Bahia (Aiba) e agradeceu a parceria com o prefeito de Luís Eduardo Magalhães, Junior Maraba (PP).
O parlamentar reforçou a relevância econômica da cidade no cenário nacional, classificando-a como a "capital do agro" e uma referência em gestão pública. Segundo ele, o agronegócio representa cerca de 25% do Produto Interno Bruto (PIB) da Bahia e do Brasil.
"É uma grande referência, sendo a terceira maior feira do agronegócio. No ano passado, movimentou quase R$ 10 bilhões, e a perspectiva para este ano é superar essa marca", afirmou. Ele acrescentou que, como deputado estadual que defende a bandeira do agro, faz questão de acompanhar a modernização do setor, essencial para a geração de emprego e renda no estado.
PL BAIANO
No campo das disputas proporcionais, o deputado demonstrou otimismo quanto ao crescimento do Partido Liberal (PL) na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). O plano da legenda é ampliar substancialmente sua bancada na próxima legislatura.
"O PL está muito bem estruturado, com uma perspectiva de conquistar entre seis e sete cadeiras. É um partido orgânico, que já possui representatividade e trabalha para fortalecer a atuação do presidente João Roma, tanto na montagem da chapa de deputados estaduais quanto federais", explica o parlamentar.
Paulo Câmara concluiu, afirmando que o PL deve ser uma das grandes surpresas do próximo pleito, saltando dos atuais quatro deputados para até sete representantes, grupo no qual ele espera estar inserido para dar continuidade ao seu mandato.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"Claro que existem preferências. Neto tem uma relação com Caiado, que era do União Brasil. Caiado apoia Neto, Zema apoia Neto, Flávio Bolsonaro apoia ACM Neto. Mesmo os que não estão na Bahia veem que a Bahia precisa mudar de rumo".
Disse o ex-ministro da Cidadania no governo Bolsonaro e pré-candidato ao Senado João Roma (PL) ao afirmar que à exceção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), todos os pré-candidatos ao Planalto em 2026 devem apoiar o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato da oposição ao Governo da Bahia, ACM Neto (União).