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Artigos

Nelson Cadena
 A mãe da gula
Foto: Acervo pessoal

A mãe da gula

Andei revisitando os sete pecados capitais, os que o Papa Gregório I publicitou, dizem que inspirado nos oito pensamentos malignos que o monge Evágrio Póntico listou no século IV do cristianismo. Não com a intenção de corrigir meus erros, levar uma vida virtuosa. Já passei dessa fase. Alguns me parecem pecados, apenas no dia seguinte. Sei que o arrependimento é um ato de generosidade do tipo não vou pecar mais, juro! Pelo menos nesta semana. Na próxima, talvez, a depender da oportunidade. 

Multimídia

Deputado Adolfo Menezes critica gastos com cachês de artistas em festas no interior da Bahia

Deputado Adolfo Menezes critica gastos com cachês de artistas em festas no interior da Bahia
O deputado estadual Adolfo Menezes opinou sobre o uso de emendas parlamentares e a contratação de grandes atrações em cidades do interior da Bahia. Em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda-feira (4), o deputado afirmou ser contra o pagamento de altos valores em dinheiro em cidades pequenas. Na ocasião, ele citou como exemplo shows de cantores como Gustavo Lima e Wesley Safadão, que cobram valores superiores a R$ 1 milhão.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

pl

VÍDEO: Líder do PL na Câmara trata Jorge Messias com carinho e irrita internautas e influenciadores de direita
Foto: Lula Marques/ Agência Brasil

Gerou fortes críticas nas redes sociais, principalmente no X, o abraço afetuoso e carinhoso dado pelo líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), no advogado-geral da União, Jorge Messias. Sóstenes falou com Messias durante a sabatina que está sendo realizada nesta quarta-feira (29) na Comissão de Constituição e Justiça do Senado. 

 

Jorge Messias declarou, na sabatina, ser cristão, evangélico, contra o aborto, mas que compreende a laicidade do Estado e defenderá acima de tudo a Constituição. A posição de Messias o aproxima do líder do PL, que é pastor da Assembleia de Deus e uma das principais lideranças da bancada evangélica no Congresso Nacional. 

 

Nas redes sociais, entretanto, as críticas a Sóstenes são de que Messias seria "petista" antes de ser evangélico, e portanto não mereceria o "afeto" de Sóstenes.

 

"É um lobo em pele de cordeiro. Não merece nenhum deferência da bancada evangélica e nem das lideranças de direita", comentaram internautas.

 

"Com uma oposição dessas, Lula nem precisa de aliados", disse um outro internauta aborrecido com o gesto de Sóstenes.

Com expectativa de Congresso mais bolsonarista, direita quer reforma do Judiciário só em 2027
Foto: Gustavo Moreno / STF

A bancada mais a direita no Congresso Nacional quer adiar uma tentativa de reforma do Poder Judiciário a partir da proposta levantada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino. O adiamento ocorre mediante a expectativa de ter maioria no Congresso a partir de 2027 e, desta forma, ter mais força na discussão no ano que vem. 

 

Segundo bolsonaristas, Dino e o PT usam a pauta neste momento para distanciar o governo Lula da corte e da crise do Banco Master. Em público, a direita tem afirmado que rejeita uma reforma do Judiciário neste momento porque não acredita num processo capitaneado pelo próprio STF e encampado pelo PT. 

 

À Folha de S. Paulo, o líder da oposição na Câmara, Cabo Gilberto Silva (PL-PB) afirmou que "Não vamos apoiar”. “Os ministros não respeitam a Constituição, porque respeitariam esse código de conduta?", questionou. O mesmo posicionamento é divulgado pelo líder do PL na Casa, Sóstenes Cavalcante (RJ). O parlamentar criticou diversos pontos da proposta de Dino e defendeu que a iniciativa, com adesão de parte da base do presidente Lula (PT), dificilmente se concretizaria este ano. 

 

A proposta de reforma defendida por Dino tem 15 pontos. Alguns visam a mudar questões técnicas como a demora na análise de processos, enquanto outras entram em discussões espinhosas como o fim da aposentadoria compulsória e a tipificação de certos crimes quando cometidos por juízes e outros integrantes do Judiciário.

 

Segundo a bancada oposicionista, apoiar a proposta de Dino só fortaleceria o governo no seu discurso e poderia ajudar uma reforma nos moldes defendidos pela base governista em convergência com o ministro. 

 

Para Sóstenes, a proposta de Dino é vaga e imprecisa quando trata de temas técnicos e da Justiça Eleitoral. "O próprio STF está contra um Código de Ética no STF, como sugerido pelo ministro Fachin", afirmou Sóstenes à Folha. O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse em rede social que uma mudança é "necessária", mas afirmou que a "convergência entre o artigo do ministro Flávio Dino e a defesa da reforma do Judiciário pelo PT levanta dúvidas legítimas".

 

Já na ala petista, a proposta de Dino tem ressonância. O partido tem defendido uma reforma do Judiciário após o escândalo da fraude do Master revelar relações de ministros do STF e seus familiares com o banco. Em abril, o presidente do partido, Edinho Silva, afirmou: "Fulanizar é muito fácil. As pessoas são falíveis. O importante é ter instituições fortes". Ele defendeu que "deveríamos estar debatendo reforma do Poder Judiciário para que as falhas deixem de acontecer".

 

O assunto será discutido no congresso do PT, que começou nesta semana e segue até domingo (26). A expectativa é que a defesa de uma reforma do Judiciário seja citada na tese final do partido, uma espécie de carta com diretrizes que devem ser defendidas pela legenda.

Ex-Seap na gestão de Jerônimo Rodrigues é procurado pela oposição e PL pode ser destino; entenda
Foto: Reprodução / Instagram

O ex-secretário de Administração Penitenciária e Ressocialização da Bahia (Seap), José Antônio Maia, tem sido alvo de ofensivas políticas nos bastidores. Maia teria sido convidado por integrantes da cúpula do Partido Liberal (PL) para integrar a base de oposição no estado, com vistas à disputa eleitoral de outubro, segundo informações recebidas pelo Bahia Notícias.

 

Maia é ligado ao MDB na Bahia, sigla comandada pelos irmãos Geddel e Lúcio Vieira Lima, que atualmente integra a base de apoio do governador Jerônimo Rodrigues (PT).

 

O MDB ocupa espaços relevantes na estrutura do governo estadual, incluindo a própria Seap, além de cargos na Junta Comercial (Juceb), na Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento (SIHS) e na Companhia de Engenharia Hídrica e de Saneamento da Bahia (CERB), vinculada à SIHS.

 

Advogado de formação, José Antônio Maia deixou o comando da Seap em abril de 2024. Ele foi substituído por José Castro, também ligado ao MDB baiano. Maia esteve à frente da pasta desde abril de 2022.

 

À época da saída, informações de bastidor indicavam que o pedido de exoneração ocorreu por motivos pessoais, com a intenção de retomar as atividades no escritório de advocacia da família. Com experiência na área jurídica, Maia atuou como profissional liberal em tribunais estaduais, regionais federais, superiores como o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Tribunal Superior do Trabalho (TST) —, além do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Roma projeta ampliação da bancada do PL na Bahia e vê com naturalidade disputas internas na formação da chapa
Foto: Liz Barretto / Bahia Notícias

O ex-ministro da Cidadania e presidente do PL na Bahia, João Roma, afirmou que o processo de montagem da chapa proporcional do partido para as eleições de outubro tem sido marcado por disputas internas por espaço, cenário que, segundo ele, é característico da dinâmica partidária.

 

Em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, na manhã desta quinta-feira (23), Roma indicou que a concorrência entre os próprios integrantes da sigla gera desconfortos, mas está associada à forma como cada candidato conduz seu mandato e busca apoio eleitoral.

 

 

Durante o bate-papo, ele projetou o saldo do partido na eleição para as Casas legislativas: eleger quatro deputados federais e pelo menos seis estaduais. “Sempre dá confusão, a política e especialmente a partidária ela requer, pressupõe a disputa por espaços, cada um tem a sua forma de exercer o mandato e a forma de pedir seu voto. Isso cria um desconforto, uma certa competitividade. O PL é o maior partido do Brasil, detém quase 20% de todo tempo de rádio e TV de todo Brasil”, afirmou.

 

“Aqui na Bahia temos 39 cadeiras de deputado federal e na última eleição apenas três foram ocupados por deputados do PL. Nessa eleição devemos chegar a quatro cadeiras para deputado federal”, emendou.

 

O dirigente também mencionou a composição da chapa estadual e a chegada de novos quadros ao partido, a exemplo de nomes já com mandatos.

 

“Na Assembleia Legislativa tivemos a chegada de alguns parlamentares como Samuel Júnior, deputado na casa de 100 mil votos, e o deputado Paulo Câmara, que ficou como suplente na última eleição mas é um deputado muito atuante, eu conheço ele desde quando foi candidato pela primeira vez a vereador em Salvador”, declarou.

 

“E outros nomes que vieram, vamos ter uma chapa muito forte, acredito que devemos fazer pelo menos seis deputados estaduais com a vinda desses nomes. E isso cria desconforto, algumas inseguranças, mas é fundamental para um partido que quer crescer e ocupar uma posição no estado da Bahia. Mas isso é positivo, mostra uma procura pelo PL”, concluiu.

CCJ aprova relatório de Paulo Azi pelo fim da jornada 6x1 e mérito da proposta será discutido em comissão especial
Foto: Bruno Spada / Câmara dos Deputados

De forma simbólica, foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, nesta quarta-feira (22), o relatório do deputado Paulo Azi (União-BA) favorável aos projetos que tramitam em conjunto para reduzir a jornada de trabalho 6x1. A partir de agora, o projeto terá o seu mérito discutido em uma comissão especial, que deve ser anunciada pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), ainda nesta quarta. 

 

O presidente da CCJ, Leur Lomanto Jr. (União-BA), havia convocado para a reunião desta quarta apenas a discussão do relatório do deputado Paulo Azi. Durante a reunião, a grande maioria dos parlamentares que se manifestaram sobre a proposta falaram a favor da redução da jornada de trabalho. 

 

Os partidos que mais se manifestaram sobre o projeto foram o PT, o Psol, a Rede e o PCdoB. Deputadas como a ex-ministra Marina Silva (Rede-SP) fizeram contundentes defesas sobre a redução da jornada, chamada por ela de desumana e anacrônica.

 

Falaram contra o projeto os deputados Lucas Redecker (PSD-RS), Kim Kataguiri (Missão-SP) e Fausto Pinato (PP-SP). O teor dos discursos contrários fizeram referência a uma eventual perda de empregos, de competitividade e fechamento de postos de trabalho após a aprovação do projeto. 

 

O líder do PL, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) disse que o partido é favorável a modernizar a legislação trabalhista e atuar em favor dos trabalhadores, mas, segundo ele, a discussão deveria se dar com “maior responsabilidade”. O deputado do PL afirmou que o mérito deveria ser discutido com calma e sem açodamento, para não "quebrar setores da economia" e gerar desemprego.

 

Na CCJ, os membros da comissão aprovaram a admissibilidade da proposta. O deputado Paulo Azi apresentou parecer indicando que não há impedimento constitucional para a tramitação das propostas que tramitam em conjunto, a PEC 8/2025, da deputada Erika Hilton (Psol-SP) e a PEC 221/19, do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG). 

 

A PEC 8/25, da deputada Erika Hilton, prevê a adoção de uma carga semanal de quatro dias de trabalho e três de descanso. O texto acaba com a escala 6x1 (seis dias de trabalho e um de descanso) e limita a duração do trabalho normal a 36 horas semanais.

 

Já a PEC 221/19, do deputado Reginaldo Lopes, prevê a redução da carga horária semanal para 36 horas ao longo de um período de transição de dez anos.

 

Em seu parecer, o deputado Paulo Azi destacou que, durante audiências públicas realizadas pela CCJ, representantes do governo, das centrais sindicais e do setor produtivo apresentaram posições divergentes sobre eventuais impactos da mudança. Entre os argumentos favoráveis, foram citados ganhos de saúde, qualidade de vida e produtividade. 

 

Já os empresários e representantes do setor produtivo alertaram para possível aumento de custos, pressão sobre preços e risco de demissões, sobretudo em pequenos negócios caso a mudança na jornada seja implantada no país.

 

Ao final da votação, o presidente da CCJ, Leur Lomanto, elogiou o trabalho feito pelo deputado Paulo Azi sobre os projetos que tramitam em conjunto. Leur fez um apelo público para que o presidente da Câmara, Hugo Motta, escolha Azi como relator da proposta também na comissão especial.

Fim da escala 6x1: Entenda diferenças entre PEC em votação na CCJ da Câmara e PL em urgência enviado pelo governo
Foto: Tânia Rego / Agência Brasil

A Câmara dos Deputados vive um impasse em torno do fim da escala 6x1. De um lado, tramita uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que já recebeu parecer favorável na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e aguarda apreciação do colegiado. De outro, o governo federal decidiu encaminhar um projeto de lei (PL) sobre o mesmo tema, em regime de urgência.

 

A estratégia levanta dúvidas sobre os impactos práticos de cada medida e os riscos de uma possível rejeição da proposta constitucional.

 

Caso a PEC seja rejeitada, ela só poderá ser reapresentada na próxima sessão legislativa, a partir de fevereiro do ano que vem. Já o PL, por ser uma norma infraconstitucional, não enfrenta a mesma restrição, mas também não tem o mesmo peso jurídico. Por isso, o Bahia Notícias entrou em contato com o professor de Direito Constitucional Geovane Peixoto para esclarecer os aspectos técnicos e constitucionais da questão.

 

Segundo o especialista, a rejeição da PEC não impede que a mesma matéria tramite como projeto de lei, desde que o conteúdo não seja materialmente constitucional, ou seja, matéria que deve ser tratada por meio de PEC.

 

"Se a matéria em tese for objeto de direito e for materialmente constitucional, há um problema, pois haveria uma invasão do poder constituinte derivado ao tentar transformar matéria constitucional em legal", explicou Peixoto.

 

Nesse caso, a lei poderia sofrer controle de constitucionalidade. O professor também esclareceu que a tramitação da PEC e do PL ocorre de forma separada, sem que uma interfira na outra. "Não vai ter nenhum tipo de impacto sobre o projeto de lei. Eles têm tramitação separada. Agora, obviamente, se ambos forem aprovados, será necessária uma análise posterior da compatibilidade constitucional do projeto de lei em relação à PEC", afirmou.

 

Sobre o regime de urgência do PL, Peixoto destacou que ele confere mais celeridade, mas não necessariamente trava a pauta da Câmara. "A ideia não é travar a pauta. O que teríamos é uma tramitação mais célere diante da urgência da matéria. Em verdade, a urgência está muito ligada ao interesse do governo na matéria, não propriamente à existência de uma urgência efetiva", disse, acrescentando que esse tipo de expediente é comum, como no caso de medidas provisórias.

 

Do ponto de vista prático, o professor explicou que aprovar o fim da escala 6x1 por PEC confere à medida hierarquia superior às demais normas, impactando a interpretação de outros diplomas legais. Já a aprovação por meio de PL resulta em uma norma infraconstitucional, que se coloca ao lado das demais leis, podendo haver divergências interpretativas.

 

"Do ponto de vista do fim do regime, entendo que tanto pode ser por via constitucional como por via legal. Mas constitucionalizar a matéria tem um peso maior", concluiu Peixoto.

PT tentou impedir, mas maioria na Câmara aprovou projeto que determina prisão federal para quem matar policiais
Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil

Na sessão deliberativa realizada nesta quinta-feira (16), foi aprovado pela Câmara dos Deputados o PL 5391/2020, que determina a transferência, para presídios federais, de acusados e condenados por homicídio de policiais, agentes penitenciários e outros agentes de segurança. Como já havia sido aprovado também pelo Senado, o projeto segue agora para sanção presidencial.

 

Durante a análise da proposta, de autoria do deputado Carlos Jordy (PL-RJ), a bancada do PT tentou adiar a votação, alegando que não havia acordo firmado sobre a matéria. O líder do PT, Pedro Uczai (SC), apresentou inicialmente um requerimento para retirada de pauta, que foi derrotado pela maioria, e logo depois entrou com outro requerimento, para adiamento da discussão, igualmente rejeitado.

 

Parlamentares da oposição afirmaram que partidos como o PT e o Psol sempre tentar obstruir a votação de projetos que dificultam a vida de criminosos. O autor do projeto, Carlos Jordy, disse que acha que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai querer vetar o projeto, o que, para ele, será um “prato cheio” para a oposição a campanha eleitoral.

 

“É impressionante: quando nós temos aqui projetos que envolvam a vida de policiais, o fortalecimento da segurança pública, projetos como este, que estabelece que assassinos de policiais e de outros operadores da segurança pública cumpram pena em presídio federal, em regime disciplinar diferenciado, nós temos o governo contra, a esquerda contra. Nós já estamos sabendo que, evidentemente, o governo vai querer vetar esse projeto. Será um prato cheio para nós. É inacreditável!”, disse Jordy.

 

Apesar da tentativa de obstrução do PT e outros partidos de esquerda, as mudanças feitas pelo Senado no projeto foram aprovadas. Segundo o texto do PL 5391/2020, presos provisórios ou condenados pelo homicídio de policiais federais, rodoviários, ferroviários, civis, militares ou penais (e também de bombeiros, agentes e autoridades das Forças Armadas ou da Força Nacional de Segurança Pública) devem ser recolhidos preferencialmente em estabelecimentos penais federais. A mesma regra vale para quem matar cônjuge, companheiro ou parente consanguíneo até terceiro grau desses agentes de segurança. 

 

Além disso, os presos provisórios e condenados por esse tipo de crime deverão ser submetidos ao regime disciplinar diferenciado (RDD), no qual as celas são individuais; as visitas são quinzenais, monitoradas e sem contato físico; a correspondência é fiscalizada; a saída da cela é limitada a duas horas por dia; e as audiências judiciais são por videoconferência. O mesmo regime deve ser imposto a quem tiver reincidido na prática de crimes com violência, com grave ameaça ou hediondos.

 

Pela lei, um preso só pode ser submetido ao RDD por até dois anos, mas o regime pode ser aplicado mais de uma vez, pelo mesmo período, se houver faltas ou crimes que justifiquem. O PL 5.391/2020 impõe que, enquanto estiver no regime diferenciado, o preso não poderá progredir de regime nem obter livramento condicional.

 

No Senado, foi aprovada uma emenda do senador Sérgio Moro (PL-PR) para que todos os presos de estabelecimentos penais federais participem das audiências por videoconferência, salvo por impossibilidade técnica, e não apenas em caso de homicídio contra profissionais de segurança ou militares. O objetivo foi o de dar economia processual, celeridade e maior segurança à sociedade, ao evitar o transporte do preso entre a prisão e o local da audiência, como justificou Sérgio Moro.

 

Outra emenda aprovada no Senado diferencia com maior clareza os conceitos de reincidência e reiteração delitiva. Reincidência é quando o criminoso volta a praticar um delito havendo sido anteriormente condenado por outro (de igual natureza ou não). Já a reiteração delitiva é a prática repetida de crimes.

Câmara inicia eleição para ministro do TCU e PL ainda pode retirar candidatura de deputada para apoiar Elmar Nascimento
Foto: Edu Mota, de Brasília / Bahia Notícias

A eleição do futuro ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) movimenta corredores e gabinetes da Câmara dos Deputados na tarde desta terça-feira (14). Enquanto nos corredores militantes de diversos candidatos fazem campanha entregando panfletos e broches, nos bastidores, intensas negociações envolvem inclusive o Palácio do Planalto e o pré-candidato a presidente, Flávio Bolsonaro (PL-RJ). 

 

No início da tarde desta terça, eram sete os candidatos à vaga aberta pelo ministro Aroldo Cedraz, que se aposentou aos 75 anos. Entretanto, é possível que a lista seja reduzida em alguns nomes, como Adriana Ventura (Novo-SP).

 

Outras articulações de bastidores dão conta de que o PL podia retirar a candidatura da deputada Soraya Santos (RJ) para apoiar Elmar Nascimento (União-BA). 

 

Essa movimentação em torno de uma candidatura única da oposição para enfrentar o favorito, Odair Cunha (PT-MG), contou com a participação do senador Flávio Bolsonaro. 

 

Até o início da ordem do dia, as 18h30 desta terça, entretanto, a deputada Soraya seguia inscrita como candidata. Ela defende que o TCU precisa ter novamente uma ministra mulher. 

 

Ao Bahia Notícias, o deputado Danilo Forte (União-CE), era um dos poucos candidatos a fazer corpo a corpo no plenário em busca de votos. O deputado confirmou a movimentação em torno do nome de Elmar, mas disse que seguirá como candidato até o fim. 

 

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), é o principal fiador da candidatura do deputado Odair Cunha, e participou ativamente das negociações para garantir a vitória do parlamentar petista. No plenário, projeções da bancada governista são de que Odair receberá cerca de 200 votos.

Datafolha: Lula e Flávio Bolsonaro registram empate técnico no 2° turno, ambos com alta rejeição
Foto: Reprodução / Agência Brasil e Senado

 

O senador Flávio Bolsonaro (PL) reverteu a vantagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e registrou 46% das intenções de voto no 2° turno, frente a 45% de Lula, figurando um empate técnico. Isso é o que aponta a pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (11). Essa é a primeira vez que Flávio ultrapassa o petista númericamente.

 

A distância entre Lula e Ronaldo Caiado (PSD) ou Romeu Zema (Novo), o atual presidente registra 45% dos votos frente a 42% dos opositores, também figurando um empate técnico em ambos os cenários. A pesquisa ouviu 2.004 eleitores em 137 cidades entre os dias 07 e 09 de abril e está registrada sob o código BR-03770/2026 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 

 

Em comparação ao levantamento do Datafolha de março, Caiado foi o pré-candidato que mais avançou nas pesquisas, saindo de 36% dos votos para 42%. Flávio Bolsonaro saiu de 43% para 46% e Romeu Zema foi avaliado pela primeira vez. 

 

Analisando o cenário do primeiro turno, Lula soma 45% das intenções em votos válidos - resultado produzido a partir da exclusão dos votos nulos e brancos -, enquanto os quatro adversários citados marcam, juntos, 55%. Segundo a Justiça Eleitoral, é preciso ter, no mínimo, 50% mais um dos votos válidos para a vitória no 1° turno. 

 

Na medição espontânea de votos, quando não são apresentados os nomes dos candidatos, Lula é citado por 26% dos entrevistados, Flávio Bolsonaro é a resposta de 16% dos eleitores e Jair Bolsonaro e Ronaldo Caiado aparecem empatados com 2%. Outras respostas somadas são 5%. 7% disseram que vão votar branco, nulo ou nenhum, 1% disseram que não votam e 42% não souberam responder. 

 

REJEIÇÃO
No que diz respeito à rejeição, Lula e Flávio Bolsonaro também lideram na disputa. Segundo a pesquisa, 48% dos eleitores declararam que não votam em Lula e 46% dizem não votar no senador. 

 

O Datafolha ainda avalia que ambos são os nomes mais conhecidos da disputa: 99% dos entrevistados disseram conhecer Lula e 93% disseram conhecer Flávio Bolsonaro. 

 

Já Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) registram uma rejeição e popularidade similares. Zema, que é governador de Minas Gerais, registra 17% de rejeição, e 56% dos eleitores dizem não o conhecer. No caso de Caiado, governador de Goiás, obteve 16% das respostas de rejeição e 54% dos eleitores disseram que não sabem quem ele é.

Otto Alencar aponta que Coronel “sempre foi bolsonarista” após senador revelar voto em Flávio Bolsonaro
Foto: Bahia Notícias no Ar / Agência Senado

O senador Otto Alencar (PSB-BA), presidente da Comissão de Constituição e Justiça, afirmou que o senador Angelo Coronel (Republicanos) é "bolsonarista desde 2019" após Coronel declarar apoio a Flavio Bolsonaro (PL) à presidência.

 

Em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na rádio Antena 1, o parlamentar declarou seu apoio ao "amigo pessoal", candidato do PL, e afirmou que o apoio ao candidato do PL não impacta o cenario nacional e que “ninguém consegue mudar a cabeça de ninguém na hora do voto para presidente”. 

 

À coluna Milena Teixeira, do jornal Metrópoles, Otto afirmou não se surpreender com a posiçao de Coronel. “Ele [Coronel] é bolsonarista desde 2019. Ele é isso aí”, afirmou. 

 

Ex-aliado da base petista no estado, Coronel se afastou do partido no fim de 2025 após ficar de fora da chapa “puro-sangue”, formada por Rui Costa, Jacques Wagner e Jerônimo Rodrigues. A relação com Otto também foi rompida neste período, após Coronel ser acusado de tentar trair Alencar. 

 

À rádio Antena 1 Bahia, Coronel ainda afirmou possuir uma relação pessoal com Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência da República nas eleições de outubro. “Eu, por ser meu amigo pessoal, meu colega de Senado, não vou deixar de votar num amigo para votar em outro que não tenho nenhuma relação”, declarou. 

STF nega recurso de Claudia Oliveira contra mandato de Jânio Natal

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou, nesta terça-feira (7), um recurso da deputada estadual Cláudia Oliveira (PSD) em uma Ação de Impugnação da candidatura do prefeito de Porto Seguro, Jânio Natal (PL). O recurso argumenta que o gestor municipal reeleito estaria inelegível nas eleições de 2024, “pois seria sua terceira eleição consecutiva em localidades próximas, retratando a hipótese conhecida como ‘prefeito itinerante’”. 


Em resposta ao recurso da parlamentar, o ministro Alexandre de Moraes destacou que o argumento não se confirma, já que, em sua eleição à gestão municipal de Belmonte, município vizinho a Porto Seguro, em 2016, Jânio Natal não assumiu o mandato, tendo passado o cargo de prefeito para o vice-prefeito eleito, seu irmão Janival Andrade Borges. 


“Conforme evidencia a parte grifada, proíbe-se a assunção de um terceiro mandato, após o exercício de outros dois. No presente caso, é incontroverso que o ora recorrido não exerceu o mandato para o qual se elegeu em 2016. O cenário, portanto, não é vedado pela jurisprudência do SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL”, destaca o ministro, no documento oficial, ao qual o Bahia Notícias teve acesso. 


A tese de inelegibilidade em razão do parentesco entre os prefeitos também foi rejeitada no Supremo. “Conforme assentado pelo TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL, a posse do irmão do recorrido em município diverso não se amolda à hipótese vedada pelo dispositivo constitucional”, diz o posicionamento de Moraes, sustentando que o artigo 14, § 7º, da Constituição Federal assentou que a inelegibilidade reflexa ou em razão de parentesco é restrita ao território de jurisdição do titular. 


O trâmite judicial entre Jânio Natal e Cláudia Oliveira teve início no Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA), em duas instâncias, sendo enviado ao Tribunal Superior Eleitoral, também por suas instâncias, antes de ser acolhido no Supremo. 

 

A deputada federal Claúdia Oliveira foi eleita prefeita de Porto Seguro, município na Costa do Descobrimento, em 2016. Em 2024, concorreu novamente ao cargo pela coligação intitulada "O Futuro em Nossas Mãos", formada pelo PSD, PSB, Solidariedade, Mobiliza, Pode, PP, PRTB. 

Aliados descartam Aroldo Cedraz como suplente de João Roma e indicam que ex-ministro não deve disputar eleições
Foto: Reprodução / Instagram

Aliados do ex-ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Aroldo Cedraz, descartam a possibilidade de ele assumir a primeira suplência de João Roma (PL) na disputa pelo Senado na chapa encabeçada por ACM Neto (União) nas eleições deste ano.

 

Segundo interlocutores próximos ao ex-ministro do TCU, que procuraram o Bahia Notícias sob condição de anonimato, Cedraz não deve aceitar a vaga na suplência, apesar de recentes especulações. As mesmas fontes indicam ainda que o ex-deputado federal já teria sinalizado que não pretende disputar cargos eletivos em outubro, mesmo após ter se filiado ao Partido Liberal (PL).

 

Um encontro recente entre João Roma e Aroldo Cedraz teria ocorrido, porém, sem ter o tema sendo tratado. O debate ainda estaria "na estaca 0" e não teria sido citado durante a conversa entre ambos. 

 

A filiação de Cedraz ocorreu no dia 17 de março. Na ocasião, o anúncio foi feito pelo presidente nacional da legenda, Valdemar Costa Neto, que afirmou que a chegada do ex-ministro tinha como objetivo ampliar e fortalecer o partido na Bahia.

 

O ato de filiação também reuniu o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto, além do senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL).

 

 

OUTRA SUPLÊNCIA EM DEBATE

Um grupo de oposição vem apresentando divergências quanto a suplência do senador Angelo Coronel (Republicanos) para a disputa eleitoral deste ano. Apesar do pré-candidato ao governador ACM Neto (União) ter anunciado que o ex-deputado federal Marcelo Guimarães Filho (Podemos) será o primeiro suplente do congressista, Coronel tem adotado uma postura mais conservadora e evitado cravar o nome que ocupará o posto.

 

Em entrevista ao Bahia Notícias, o senador informou à reportagem que Guimarães Filho assumiu a presidência estadual do Podemos, fazendo parte de uma articulação com ACM Neto. Até o último dia da janela partidária, ele esteve filiado ao Democracia Cristã (DC) e presidia o diretório do partido na Bahia desde janeiro deste ano. 

Bisneto de Juscelino Kubitschek troca PSD pelo PL para disputar vaga de deputado no Distrito Federal
Foto: Divulgação PL

O ex-secretário de Juventude do governo do Distrito Federal André Kubitschek, bisneto do ex-presidente Juscelino Kubitschek, se filiou nesta sexta-feira (3) ao PL, com intenção de se candidatar a deputado distrital pelo Distrito Federal. André estava no PSD, que em Brasília é presidido por seu pai, o ex-senador Paulo Octavio.

 

Filho de Anna Christina Kubitschek Pereira, neta de JK, o pré-candidato contou com a presença da governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), na sua solenidade de filiação. Também estavam presentes o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, o líder do PL na Câmara, deputado federal Sóstenes Cavalcante (RJ), e a presidente regional do partido, deputada federal Bia Kicis (DF). 

 

Após se filiar, o bisneto de Juscelino Kubitschek afirmou que ingressa no PL por acreditar que o partido pode transformar o Brasil em um “celeiro de oportunidades”. 

 

“Preservando valores fundamentais como a família, a transparência, o bom senso, o trabalho, o equilíbrio fiscal e principalmente o respeito absoluto à nossa Constituição. Então, contem comigo nessa caminhada para solidificar e resgatar a confiança no nosso país”, declarou André.

 

A mudança de partido ocorreu em meio a divergências com o PSD sobre a disputa pelo governo do Distrito Federal. O pré-candidato a deputado distrital apoia a reeleição de Celina Leão, enquanto o PSD, presidido por Gilberto Kassab, filiou o ex-governador José Roberto Arruda, que pode ser lançado ao cargo, embora esteja inelegível por condenação por improbidade administrativa.

 

Também na disputa nacional, o bisneto do ex-presidente JK possuía divergências com o partido. André Kubitschek apoia o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para presidente, enquanto o PSD anunciou o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado, como o seu nome na disputa. 

 

André Kubitschek, de 32 anos, é conselheiro no museu Memorial JK e concorreu a deputado federal em 2022. Foi o primeiro titular da Secretaria da Juventude do Distrito Federal, criada em 2025 pelo governador Ibaneis Rocha. 
 

PL anuncia filiação dos deputados Samuel Jr. e Paulo Câmara
Foto: Reprodução / AL-BA

O Partido Liberal da Bahia anunciou, nesta sexta-feira (3), último dia do prazo para a migração partidária antes das eleições, a filiação dos deputados estaduais Samuel Júnior e Paulo Câmara, ex-representantes do Republicanos e PSDB na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), respectivamente. 

 

Em nota publicada nas redes sociais, o presidente estadual do partido, João Roma (PL), comemorou a adição dos parlamentares ao grupo. “Dois quadros relevantes na política, que passarão a compor a bancada do partido junto à Assembleia Legislativa do Estado da Bahia - ALBA, fortalecendo ainda mais a representatividade e a defesa das diretrizes do nosso estatuto”, diz a nota oficial. 

 

 

Ambos os legisladores são pré-candidatos à reeleição. Com o fim da “dança das cadeiras” no Legislativo, o PL agora conta com cinco cadeiras na AL-BA, incluindo os deputados Leandro de Jesus, Diego Castro e Raimundinho da JR.

Flávio Bolsonaro diz Pix é patrimônio brasileiro e que “sonho do Lula é taxar” sistema de pagamentos
Foto: Lula Marques / Agência Brasil

O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) respondeu às acusações do Partido dos Trabalhadores (PT) após a divulgação de um relatório da Casa Branca que critica o sistema de pagamentos instantâneos brasileiro, o Pix. Em publicação na rede social X, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou que “o Pix já é um patrimônio brasileiro, um legado muito importante criado pelo presidente Jair Messias Bolsonaro. Mas até isso o PT tenta roubar”.

 

O partido tem acusado Flávio de atuar para ajudar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a enfraquecer o Pix. Em vídeo divulgado no X, o senador rebateu: “Com Bolsonaro, o Pix é sem taxa, sem imposto. Mas o sonho do PT e do Lula é taxar o seu Pix. Eles tentaram no passado taxar o Pix, e não deu certo”. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sempre negou a intenção de tributar o Pix.

 

Nas redes sociais, o PT publicou nesta quinta-feira (2/4) que “Donald Trump, com o apoio de Flávio Bolsonaro, ameaça um dos maiores avanços recentes do país, um sistema que facilitou a vida de milhões de brasileiros e virou referência no mundo. Não é só sobre tecnologia. É sobre soberania”.

 

O relatório do governo norte-americano, divulgado na quarta-feira (1º/4), classificou o Pix como uma “desvantagem” para empresas dos EUA de cartão de crédito, como Visa e Mastercard.

 

O documento afirma: “O Banco Central do Brasil criou, é proprietário, opera e regula o Pix, uma plataforma de pagamentos instantâneos. Representantes do setor nos Estados Unidos têm manifestado preocupação de que o Banco Central favoreça o Pix, o que colocaria em desvantagem fornecedores norte-americanos de serviços de pagamento eletrônico. Além disso, o Banco Central exige que instituições financeiras com mais de 500 mil contas adotem o uso do Pix”.

 

Tanto integrantes do governo quanto a militância petista foram orientados a defender o sistema brasileiro, destacando que o Pix foi criado pelo Brasil e que há interferência externa em assuntos internos.

 

Nesta quinta-feira (2), o presidente Lula comentou o assunto em Salvador: “Os Estados Unidos fizeram um relatório essa semana sobre o Pix, e disseram que o Pix distorce o comércio internacional, porque o Pix acho que cria problema para a moeda deles. O Pix é do Brasil, e ninguém vai fazer a gente mudar o Pix, pelo serviço que ele está prestando à sociedade brasileira”.

Suplência de João Roma ao Senado ainda depende de debate "bolsonarista" e aval nacional do PL; entenda
Foto: Reprodução / Redes Sociais

Mesmo com as “cabeças” da chapa oposicionista confirmadas para fazer oposição ao atual grupo político do governo do estado, ainda há ajustes a serem feitos na composição. Uma das discussões que ainda está sendo feita - ainda sem resolução - é o nome que irá ocupar as suplências do pré-candidato ao Senado, João Roma (PL). 

 

De acordo com informações obtidas pelo Bahia Notícias, a decisão deve passar por meio da executiva nacional do Partido Liberal, liderada por Valdemar Costa Neto. O dirigente tem olhado “com carinho” para a Bahia por ser considerado um estado essencial para Flávio Bolsonaro (PL) na corrida presidencial, visto que a região é considerada “lulista”.

 

As negociações dependem primeiramente de um “debate bolsonarista” dentro do diretório estadual do PL, o qual possui o próprio João Roma como presidente. Assim, a tendência é que a suplência do pré-candidato à Casa Alta também seja ocupada por um membro do partido. Após a escolha do nome, a definição ainda dependeria do “aval” da direção nacional.

 

Uma fonte da reportagem apontou que o ex-ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), Aroldo Cedraz, é um dos nomes cotados para o posto. Ele deixou o TCU este ano e anunciou sua filiação ao PL no dia 18 de março, em cerimônia que contou com a presença de Flávio Bolsonaro, Valdemar Costa Neto, João Roma e do pré-candidato ao governo do estado, ACM Neto (União).

 

Aroldo foi eleito deputado federal em 1991, permanecendo no cargo até 2007, quando renunciou para assumir a cadeira de ministro do TCU. Enquanto parlamentar, ele foi filiado ao PFL, legenda associada ao ex-senador e ex-governador Antônio Carlos Magalhães (1927-2007).

 

Em coletiva de imprensa nesta segunda-feira (30), Roma afirmou que irá "buscar nomes que irão agregar" no grupo de ACM Neto na disputa pelo governo do estado. Sem estipular prazos para anúncios dos suplentes, o presidente do PL na Bahia também relembrou que as convenções partidárias devem acontecer no final de julho.

 

"As convenções se darão no final de julho deste ano. Nós tivemos uma antecipação de mais de três meses do anúncio de uma chapa, uma chapa consistente, uma chapa que agrega forças maiúsculas para transformar de fato o país. E, naturalmente, não só por todo um agrupamento de lideranças, de candidaturas a deputados federais e estaduais, mas também na complementação dessa chapa através dos suplentes de senadores. Também devemos observar pessoas que possam agregar nessa caminhada", afirmou Roma.

 

CHAPA CONFIRMADA
ACM Neto confirmou a chapa oposicionista nesta segunda-feira (30) em lançamento realizado na cidade de Feira de Santana. Além de Roma, a composição conta com o candidato à reeleição, Angelo Coronel (Republicanos), e o candidato a vice-governador, o ex-prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP).

 

O evento ocorreu às 18h, no Teatro da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), e contou com diversas lideranças da oposição, entre elas, o prefeito de Feira de Santana, Zé Ronaldo (União).

 

SUPLENTE DE CORONEL
Apesar da indefinição sobre Roma, a suplência de Coronel já possui um indicativo. O ex-deputado federal Marcelo Nilo (Republicanos) já anunciou que fará a indicação do primeiro suplente do senador, que poderá ser o nome dele próprio.

 

O acordo veio após Nilo desistir de lançar uma candidatura avulsa ao Senado após a chegada de Coronel ao grupo de oposição, “rifando-o” da composição.

 

“Conversamos no último domingo durante quatro horas e eles me fizeram apelo pela unidade do nosso grupo para derrotarmos o PT. [...] Irei indicar o suplente de senador do nosso candidato, Ângelo Coronel. Aceitei por diversos motivos, mas o principal é defender a Bahia, derrotar o PT”, disse Marcelo Nilo em anúncio de desistência.

PL dispara em novas adesões de deputados, União é o que mais perde; Confira mudanças da janela partidária
Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

O período da janela partidária, que autoriza que parlamentares possam trocar de siglas sem sofrerem processos de perda de mandato, começou no dia 5 de março e está programado para terminar em 4 de abril. Até o início deste sábado (28), 23 dias após o início do prazo, apenas 20 trocas de legenda foram oficializadas na Secretaria-Geral da Câmara. 

 

Nas redes sociais, partidos anunciam crescimento de bancada e novas filiações, mas elas ainda não foram consignadas na Mesa Diretora. O PL, por exemplo, afirma que já estaria com um número entre 105 e 110 deputados, mas até o momento apenas sete parlamentares tiveram seus nomes oficializados no sistema da Câmara.

 

Nas trocas efetivadas até o momento, o PL é o partido que mais teve novas adesões de deputados federais. O partido não chegou a perder nenhum dos seus atuais membros. 

 

Já o que mais perdeu parlamentares nestas três semanas de janela partidária foi o União Brasil. O partido perdeu seis deputados e não ganhou nenhum, e de acordo com movimentações anunciadas nas redes sociais, a legenda pode ser afetadas por mais sete ou oito saídas.

 

Na bancada da Bahia, até esta sexta apenas dois deputados mudaram oficialmente de partido: Diego Coronel foi do PSD para o Republicanos e Raimundo Costa saiu do Podemos e ingressou no PSD.

 

Confira abaixo quem mais teve deputados ingressando em suas fileiras, quem mais perdeu parlamentares para outros partidos e o saldo total. 

 

                         Entraram        Saíram    Saldo

PL                            7                   x           +7
PSD                         3                   3            0
Podemos               2                   1           +1
Republicanos       2                  4           -2
PSDB                       2                   1           +1
PP                             1                   1             0
Missão                    1                  x            +1
MDB                         1                  3             -2
Solidariedade       1                  x            +1
União Brasil           x                 6            -6
PRD                          x                  1             -1


Com as mudanças atuais, as bancadas partidárias possuem até o momento o seguinte tamanho:
 

PL - 94 deputados

PT - 68 deputados

União Brasil - 51 deputados

PP - 49 deputados

PSD - 47 deputados

Republicanos - 42 deputados

MDB - 40 deputados

Podemos - 17 deputados

PDT - 17 deputados

PSB - 16 deputados

PSDB - 16 deputados

Psol - 11 deputados

PCdoB - 9 deputados

Avante - 8 deputados

Solidariedade - 6 deputados

Novo - 5 deputados

Cidadania - 4 deputados

PRD - 4 deputados

PV - 4 deputados

Rede - 4 deputados 

Missão - 1 deputado
 

Flávio Bolsonaro promete criar Ministério da Segurança Pública se for eleito presidente
Foto: Reprodução/Tv Senado

O senador Flávio Bolsonaro afirmou que pretende criar um Ministério da Segurança Pública caso seja eleito presidente da República nas eleições de outubro.

 

Atualmente, a área está vinculada ao Ministério da Justiça, tanto na gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro quanto no governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

 

A proposta foi mencionada em um vídeo das redes sociais do parlamentar, no qual o deputado federal Guilherme Derrite comenta o projeto de lei “Antifacção”, relatado por ele na Câmara e que deve ser sancionado por Lula.

 

Na gravação, Flávio classificou a proposta como um “divisor de águas” para o enfrentamento da criminalidade no país e demonstrou preocupação com possíveis vetos presidenciais.

 

O senador também afirmou que recebeu sugestões de Derrite para a área de segurança pública e reforçou o compromisso de criar uma pasta exclusiva para o tema, caso vença a eleição.

Janela partidária entra na reta final com apenas sete mudanças, longe do recorde de 84 trocas de siglas em 2022
Foto: Montagem Agência Câmara

Faltando apenas 12 dias para o encerramento do período da janela partidária, em que deputados federais podem trocar de partido para concorrer às eleições sem risco de perder o mandato, as movimentações ainda são pequenas, bem diferente do cenário observado em 2022, quando houve um recorde de mudanças de parlamentares, com 84 trocas de sigla. 

 

Neste ano de 2026, a janela partidária foi iniciada em 05 de março, e deve seguir até o dia 4 de abril. Até o momento, apenas sete mudanças foram oficializadas na Secretaria-Geral da Mesa Diretora da Câmara. Foram as seguintes as mudanças de partido:

 

Kim Kataguiri (SP), do União para o Missão
Magda Mofatto (GO), do PRD para o PL
Nicoletti (RR), do União para o PL
Sargento Fahur (PR), do PSD para o PL
Saullo Vianna (AM), do União para o MDB
Vicentinho Júnior (TO), do PP para o PSDB
Vitor Lippi (SP), do PSDB para o PSB 

 

As mudanças atuais mostram o PL como o principal beneficiário das trocas partidárias. O partido, que já era a maior bancada na Câmara, recebeu três novos deputados. 

 

Na janela de 2022, o PL também foi o maior beneficiado com as mudanças de partido. Na ocasião, o partido do então presidente Jair Bolsonaro ganhou 38 novos deputados, saindo de uma bancada de 43 para 81 parlamentares. 

 

Os outros partidos que mais ganharam deputados naquele ano de 2022 foram o Republicanos, com 16 novas adesões, e o PP, com dez parlamentares filiados. Apenas dois baianos mudaram de partido naquela janela: Alex Santana saiu do PDT para o Republicanos, e Marcelo Nilo saiu do PSB também para o Republicanos.

 

Do lado das perdas, o União Brasil até esta segunda-feira (23) é o partido que mais perdeu cadeiras, com três desfiliações. Em 2022, o União também foi o partido que mais perdeu parlamentares durante o período da janela. 

 

Entre os dias 3 de março e 1º de abril de 2022, o União Brasil perdeu 35 deputados. O partido, que até o início da janela tinha a maior bancada da Câmara, com 81 deputados, iniciou o mês de abril com apenas 46 parlamentares. 

 

Nos próximos dias, novas mudanças devem ser registradas no sistema da Câmara. Uma delas deve ser a saída do deputado baiano Leo Prates do PDT e entrada no Republicanos. O ato de filiação está marcado para a próxima quinta (26), no Centro de Cultura da Câmara de Vereadores, em Salvador.
 

Em Brasília, filiação de Aroldo Cedraz ao PL marca encontro de ACM Neto com Flávio Bolsonaro e Valdemar
Foto: Reprodução / Instagram / Valdemar Costa Neto

De olho na composição partidária para a eleição de outubro, o PL anunciou nesta terça-feira (17) a filiação de Aroldo Cedraz, ex-deputado federal e ex-ministro do TCU. O anúncio foi feito pelo presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, que afirmou que a chegada de Cedraz tem o objetivo de ampliar e fortalecer a sigla na Bahia.

 

O encontro que oficializou a filiação também marcou um encontro entre o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União), com o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL). O presidente do PL na Bahia, João Roma, esteve na reunião.

 

STF forma maioria para condenar três deputados do PL por desvios de emendas parlamentares
Foto: Câmara dos Deputados

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal decidiu, nesta terça-feira (17), condenar os deputados Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA) e Bosco Costa (PL-SE), acusados de desviar emendas parlamentares.

 

O relator do caso, o ministro Cristiano Zanin, votou pela condenação dos réus por corrupção passiva, ao entender que houve solicitação de vantagem indevida em troca da destinação de verbas públicas. O voto foi acompanhado pelos ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia e Flávio Dino.

 

Por outro lado, Zanin afastou a acusação de organização criminosa por insuficiência de provas.

 

A ação trata do desvio de emendas destinadas a projetos de saúde pública no município de São José de Ribamar. Segundo a denúncia, os parlamentares teriam exigido cerca de R$ 1,6 milhão em propina do então prefeito da cidade, José Eudes, em troca da liberação dos recursos. O gestor denunciou o esquema.

 

Além dos três deputados, outras cinco pessoas respondiam ao processo: Thalles Andrade Costa, João Batista Magalhães, Adones Gomes Martins, Abraão Nunes Martins Neto e Antônio José Silva Rocha.

 

Thalles Andrade Costa foi o único totalmente absolvido. Ele respondia apenas pela acusação de participação em organização criminosa, mas o relator entendeu que não havia provas suficientes para sustentar a imputação.

União Brasil lidera perdas e PL registra maior ganho de deputados na janela partidária até o momento
Foto: Divulgação

A janela partidária de 2026 começou há uma semana e, desde a última segunda-feira (9), seis deputados federais já oficializaram trocas de legenda junto à Câmara dos Deputados. O período em que os parlamentares podem mudar de sigla para concorrer às eleições sem perder o mandato atual termina no próximo dia 3 de abril.

 

Até o momento, o Partido Liberal (PL) foi o partido que mais recebeu novos parlamentares na Casa, enquanto o União Brasil registrou o maior número de baixas, com três cada.

 

Chegaram ao partido do ex-presidente Jair Bolsonaro os deputados Magda Mofatto (GO), que deixou o Partido da Renovação Democrática, Nicoletti (RR), que saiu do União Brasil, e Sargento Fahur (PR), que deixou o Partido Social Democrático (PSD).

 

Já Kim Kataguiri (SP) deixou o União Brasil para se filiar ao Missão, tornando-se o primeiro e único parlamentar da sigla, que teve o registro aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em novembro do ano passado. Quem também deixou a legenda presidida por Antonio Rueda foi Saullo Vianna (AM), que migrou para o Movimento Democrático Brasileiro.

 

Outro deputado que trocou de sigla foi Vicentinho Júnior (TO), que deixou o Progressistas (PP) para se filiar ao Partido da Social Democracia Brasileira. As informações são de Lauro Jardim, do Globo. 

Erika Hilton vence obstrução do PL e se transforma na primeira mulher trans a presidir a Comissão da Mulher na Câmara
Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

Apesar de uma forte mobilização contrária e protestos de parlamentares do PL e de ideologia conservadora, a deputada Erika Hilton, do Psol de São Paulo, foi eleita presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara. O mandato da deputada vai até o final de janeiro do ano que vem. 

 

Pela divisão de comissões entre partidos e blocos, coube ao Psol a indicação para a Comissão dos Direitos da Mulher. A Comissão foi uma das últimas a ter seu comando decidido, por conta da forte oposição do PL ao nome de Erika Hilton. 

 

O líder do PL, o deputado Sóstenes Cavacalnte (RJ), foi um dos que protestou contra a eleição de Erika Hilton.

 

“Deveria haver uma regra que restringisse o comando dessa comissão a quem é mulher biologicamente”, defendeu Sóstenes. 

 

Por conta da obstrução do PL, foram necessários dois turnos de votação para eleger Hilton. No primeiro turno da eleição, apesar de a votação ocorrer com chapa única, a deputada não alcançou o número necessário para ser confirmada no cargo, pois foram registrados dez votos favoráveis e 12 em branco, o que impediu a eleição naquele momento. 

 

Como os votos em branco não atingiram a maioria absoluta, que seria de 13, a então presidente da comissão, Célia Xakriabá (PSol-MG), abriu um segundo turno. Na nova votação, em que bastava maioria simples, Erika Hilton foi eleita com 11 votos favoráveis e dez em branco.

 

Após assumir o cargo, a deputada Erika Hilton afirmou que pretende concentrar o trabalho da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na construção de políticas públicas voltadas à proteção e à dignidade das mulheres. A deputada minimizou as críticas à sua eleição e disse que o foco da comissão deve ser o enfrentamento de problemas estruturais que afetam as mulheres no país.

 

“Eu estou preocupada mais em que nós vamos trabalhar em prol da dignidade das mulheres. Precisamos enfrentar o feminicídio, a cultura do estupro, a violência doméstica e facilitar legislações que salvem a vida das mulheres”, afirmou.

 

A deputada acrescentou que pretende transformar a comissão em um espaço de acolhimento e debate sobre propostas legislativas relacionadas à pauta feminina. Segundo ela, o objetivo é evitar disputas políticas que, em sua avaliação, desviem o foco das políticas públicas.

 

“Eu quero fazer da comissão um espaço de escuta e acolhimento das mulheres, mas também de discussão de legislações que tratem da vida das mulheres”, disse. 

 

“Está decidido por maioria: fui eleita a primeira travesti, mulher trans, presidenta da Comissão das Mulheres, criando um marco histórico. Vamos trabalhar por todas as mulheres, pelas meninas, pelas mulheres trans, pelas mulheres cis, pelas mães e por todas as dignidades das mulheres”, concluiu a deputada.

 

Diversas deputadas presentes durante a votação defenderam a eleição de Erika Hilton para o cargo, e celebraram o que chamaram de avanço da Câmara na luta por maior diversidade. Foi o caso da deputada federal Talíria Petrone (Psol-RJ). 

 

“A presidência da Comissão da Mulher nas mãos da Erika Hilton é uma vitória histórica. É o reconhecimento de uma trajetória de luta e da necessidade de ampliar as vozes que defendem os direitos das mulheres no Congresso”, declarou a parlamentar.

 

Também do PSOL, a deputada Célia Xakriabá (MG), que presidia anteriormente o colegiado, celebrou a continuidade da condução da comissão por uma parlamentar comprometida com a pauta feminista e de direitos humanos. Segundo ela, a eleição de Hilton "representa a força das mulheres diversas que ocupam a política e seguem lutando contra a violência, o racismo e o machismo".

 

Deputadas de oposição lamentaram a eleição de Erika Hilton e afirmaram que a comissão deveria ser presidida por uma mulher cisgênero. Elas também criticaram o que chamaram de "ideologização" da comissão.

 

"Não podemos concordar com a entrega desta comissão, que deveria zelar pela dignidade da mulher, da vida e da família, a uma pauta que desvirtua a própria essência feminina", disse Chris Tonietto (PL-RJ).

Senador apresenta projeto que obriga plataformas a remover discurso de ódio contra mulher
Foto: Reprodução / Redes sociais

O senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) protocolou um Projeto de Lei (PL) que obriga as plataformas digitais a retirar conteúdos com discurso de ódio e incentivo à violência de gênero nas redes sociais. O foco do projeto é a criação da Política Nacional de Combate ao Discurso de Ódio contra a Mulher na Internet.

 

Conforme o texto, os provedores seriam obrigados a realizar a retirada dos conteúdos em até 180 dias, sob pena de multa de até 10% do faturamento do grupo. O sistema de detecção deve contar com ferramentas de IA (Inteligência Artificial) e revisão humana especializada.

 

Outra demanda do projeto é a desmonetização de canais que disseminem ódio por até cinco anos, considerando usuários sancionados administrativa ou judicialmente por violência contra a mulher.

 

Randolfe Rodrigues ainda estabeleceu no texto uma espécie de "Botão do Pânico Virtual", que poderá ser acionado a qualquer momento pela mulher em situação de risco iminente.

 

O projeto foi nomeado como "Lei Ivone e Tainara", duas mulheres assassinadas nos últimos meses e ainda define a Autoridade Central, órgão a ser criado pelo Poder Executivo para centralizar denúncias de discurso de ódio nas plataformas.

Aliados apontam estratégia para Cláudio Castro disputar Senado em 2026 mesmo com possível condenação no TSE
Foto: Rafael Campos / GovRJ

Aliados do governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), avaliam alternativas jurídicas para que ele possa disputar uma vaga no Senado nas eleições de 2026, mesmo diante da possibilidade de condenação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

 

Segundo interlocutores do grupo político do governador, uma das estratégias seria recorrer à Justiça para obter uma decisão liminar que permita a candidatura e até o exercício do mandato enquanto o processo ainda estiver em análise.

 

Como referência, aliados citam o caso do ex-presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). O parlamentar disputou as eleições de 2018 e 2022 amparado por uma decisão provisória da Justiça de Alagoas, apesar de estar inelegível após condenação relacionada a um suposto esquema de desvio de votos na Assembleia Legislativa do estado.

 

As informações são do Metrópoles.

Deputado Vitor Azevedo deixa PL e confirma filiação ao Avante na Bahia
Foto: Divulgação / Ascom

O deputado estadual Vitor Azevedo confirmou que deixará o Partido Liberal (PL) para se filiar ao Avante. A mudança deve ocorrer nesta segunda-feira (9).

 

Eleito em 2022 para o primeiro mandato na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), o parlamentar pretende disputar a reeleição em 2026. Segundo ele, as conversas com o Avante vinham ocorrendo há meses, embora também tenha dialogado com outras siglas antes de definir a mudança partidária.

 

De acordo com Vitor, a decisão foi influenciada pela posição política que passou a adotar desde o segundo turno das eleições de 2022, quando declarou apoio ao governador Jerônimo Rodrigues (PT), mesmo tendo sido eleito pelo PL.

 

"Primeiro porque, apesar de ter sido eleito pelo PL, eu apoiei o governador Jerônimo nas eleições de 2022 e participo da base de apoio do Executivo durante todo o meu mandato. Nada mais justo do que procurar abrigo num partido da base", afirmou.

 

O deputado também destacou as conversas com o presidente do Avante na Bahia, Ronaldo Carletto, e com o deputado federal Neto Carletto, ambos filiados à legenda.

 

"Resolvi me engajar nesse projeto com eles. Ronaldo Carletto tem conduzido muito bem o partido, que saiu das urnas em 2024 com mais de 60 prefeitos, dando um verdadeiro salto e se consolidando como um dos maiores partidos da Bahia. É um político sério e comprometido com a Bahia e o Brasil", declarou.

‘Operação higienizou mais de 115 vagabundos’, diz Cláudio Castro sobre ação policial nos complexos da Penha e do Alemão
Foto: Lula Marques / Agência Brasil

O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), definiu a megaoperação realizada nos complexos da Penha e do Alemão em 2025 como uma ação que “higienizou mais de 115 vagabundos”. A declaração foi feita nesta segunda-feira (2), durante cerimônia do programa Segurança Presente, em meio a um discurso de balanço de gestão na área de segurança pública. 

 

A operação em questão deixou mais de 100 mortos em outubro do ano passado e foi considerada uma das mais violentas da história. “Nosso maior legado é que o Rio de Janeiro hoje tem lado. As pesquisas de opinião mostraram que 90% das pessoas que moram lá (na Penha e o Alemão) foram favoráveis à operação policial que higienizou mais de 115 vagabundos. Se pudesse ter sido mais, teria sido. Pelo menos foram 115 a menos subjugando a população”, disse o governador.

 

Segundo informações do O Globo, ao longo do discurso, Castro sustentou que a ação teria retirado criminosos que, segundo ele, impunham barricadas, restringiam a circulação de moradores e controlavam a rotina das comunidades.

 

“Se o Estado se acovarda, quem ocupa é o crime. E quando o crime ocupa, ele cobra taxa, ele impõe silêncio, ele decide quem vive e quem morre. A nossa obrigação é não permitir que o medo vire regra. Segurança pública não é espetáculo, é garantia de liberdade para quem acorda às cinco da manhã e quer apenas trabalhar”, afirmou Castro.

 

A fala ocorreu durante a entrega de 140 viaturas e 100 bicicletas elétricas às 59 bases do Segurança Presente no estado. Em seu balanço da segurança pública, ele apontou ainda que realizou investimentos anuais de R$ 16 bilhões na segurança pública e mencionou reajustes salariais que teriam se aproximado de 40% para as forças de segurança. 

 

Em tom político, Castro ainda associou a gestão ao seu partido político, ao dizer que a gestão “tem lado” e que estaria alinhado a uma agenda iniciada em 2018, em referência ao ex-presidente Jair Bolsonaro, além de sugerir que espera deixar um estado “muito melhor” do que o recebido em 2019 e que o legado construído não se perderá no próximo ciclo, caso seu candidato ao governo, o deputado estadual Douglas Ruas (PL), seja eleito.

Presidente do PL diz que comparação com Janja favorece Michelle
Foto: Colagem

O presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, declarou, em jantar promovido pela Esfera Brasil, na última segunda-feira (27), que a comparação entre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e a atual primeira-dama Rosângela Lula da Silva, conhecida como Janja, favorece a aliada do PL.

 

“Michelle fala bem, tem boa aparência, tem bom comportamento. A comparação dela com a Janja ajuda muito ela”, afirmou Valdemar, durante o evento realizado em São Paulo, segundo o jornal O Globo.

 

Michelle Bolsonaro é apontada como possível candidata ao Senado pelo Distrito Federal nas próximas eleições.

Coronel comenta encontro com Valdemar Costa Neto e projeta eleição de 5 deputados federais
Foto: Aline Gama / Bahia Notícias

O senador Angelo Coronel (PSD) comentou sobre o encontro que teve com o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, durante o Carnaval e afirmou que a reunião se tratou de “atualização de fofocas”. Em entrevista coletiva nesta sexta-feira (27), o congressista também evitou cravar seu futuro partidário, mas projetou eleger cinco deputados federais e seis estaduais.

 

Coronel participou de um almoço com lideranças do PL no dia 14 de fevereiro e, dentre os presentes, estavam o prefeito de Porto Seguro, Jânio Natal, e o presidente do diretório estadual do partido, João Roma. No entanto, o senador evitou falar sobre a possibilidade de uma discussão sobre uma possível filiação ao PL.

 

“Valdemar é um amigo das antigas, veio aqui na Bahia, me chamou para almoçar. Fui almoçar na casa do prefeito Jânio para ele [Valdemar] me atualizar sobre as fofocas da política do Planalto”, disse Coronel.

 

Questionado sobre seu futuro político e o acompanhamento de aliados após o rompimento com a base do governador Jerônimo Rodrigues (PT), Coronel evitou cravar seu futuro, mas afirmou que ele e todos os seus seguidores irão se filiar a uma única sigla.

 

“Todo mundo junto e misturado. Todos os meus amigos que me acompanham, vamos todos ingressar em um único partido. Esperamos com isso fazer uns seis estaduais e uns cinco federais. O prefeito tem a liberdade de não precisar se expor ‘trazendo’, o importante é que, quando abrir as urnas, o voto estará lá depositado”, avaliou Coronel.

Anotações de Flávio Bolsonaro revelam estratégia do PL para Bahia citando João Roma e observação sobre ACM Neto
Foto: Kevin Lima/Metrópoles

Um documento com anotações atribuídas ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência, indica negociações e estratégias do Partido Liberal (PL) para a construção de palanques nas disputas pelos governos estaduais e pelo Senado.

 

No arquivo, intitulado “situação nos estados”, a Bahia aparece com dois nomes: o ex-ministro do governo Bolsonaro e pré-candidato ao Senado João Roma (PL), apontado como participante direto do grupo, e o pré-candidato ao governo ACM Neto (União Brasil), com a observação: “conversar primeiro [depois] tratamos de palanque”, em referência ao neto de Antonio Carlos Magalhães.

 

Na mesma foto, é possivél ver o nome de Ciro Gomes para governo do Ceará e trazendo uma anotação dando a entender que deve ser o nome do PL por ter um integrante do partido na chapa, além de outros nomes para compor o Senado do Estado.  

 

Em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, também há registros. Em uma das páginas, Flávio escreve que é preciso “ligar para o Tarcísio”, em menção ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

 

O documento traz ainda questionamentos sobre a possível chapa de reeleição de Tarcísio. O presidente da Assembleia Legislativa paulista, André do Prado (PL), é citado como possível candidato a vice-governador. “André do Prado vice?”, diz a anotação.

 

Na disputa pelo Senado em São Paulo, o deputado Guilherme Derrite (PP) aparece como o único nome destacado. A segunda vaga da chapa ligada ao PL não teria definição. Também são mencionados como possibilidades Renato Bolsonaro, o deputado Mário Frias, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, o vice-prefeito da capital Coronel Mello Araújo e o deputado Marco Feliciano.

 

Flávio indicou que o PL pode lançar até 11 candidatos aos governos estaduais. O partido também trabalha para ampliar sua bancada no Senado, atendendo a um pedido do ex-presidente Jair Bolsonaro, que avalia o fortalecimento da Casa como estratégico.

 

“Ontem, eu tive várias reuniões para falar de vários estados e anotava no papel. Em algum momento, algum coleguinha de vocês tirou foto das minhas anotações, mas não eram opiniões minhas, mas sugestões de pessoas”, afirmou o senador.

 

O documento também aponta indefinição em Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral. Há registro de que o vice-governador Mateus Simões (PSD), indicado pelo governador Romeu Zema (Novo) como possível sucessor, “puxa” Flávio “para baixo”. A anotação indica avaliação semelhante caso os senadores Cleitinho (Republicanos) ou Rodrigo Pacheco (PSD) disputem o governo estadual.

 

Apesar disso, há sinalização de que o PL ainda trabalha para lançar candidatura própria em Minas Gerais.

Alexandre Aleluia deve assumir liderança da CCJ na Câmara Municipal de Salvador
Foto: Divulgação

O vereador Alexandre Aleluia (PL) deve ser o escolhido para liderar a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Municipal de Salvador (CMS). Atualmente, o Legislativo soteropolitano possui 12 comissões, sendo a CCJ a única obrigatória, por onde transitam todos os projetos que dão entrada na Câmara. As comissões são mecanismos de avaliação e debate de propostas enviadas à Câmara pelo Executivo ou pelos próprios parlamentares. 

 

A informação sobre a liderança foi confirmada pelo Bahia Notícias nesta terça-feira (24), após a definição da formação das comissões por meio do Diário Oficial do Legislativo (DOL). A discussão sobre a mudança na presidência do colegiado teve início antes mesmo do Carnaval. Segundo fontes ligadas à CMS, a disputa pelo cargo esteve dividida por muito tempo entre Aleluia, que até o momento atuava como o presidente do Conselho de Ética da Câmara, e o vereador Paulo Magalhães (União), decano da Câmara e ex-presidente da CCJ. 

 

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A disputa passa, principalmente, pelo apoio do próprio União Brasil, que até 2024, possuía “cadeira cativa” na presidência da CCJ, devido à força da bancada, que segue sendo a maior da Casa. O cenário mudou, ainda que parcialmente, no último ano quando o vereador Sidninho (PP) chegou à cobiçada liderança frente à tentativa de Duda Sanches.  

 

Ao BN, interlocutores apontam que a mudança é motivada por divergências frente à liderança anterior. Com o espaço vago, Aleluia buscou os colegas para pleitear uma indicação. 

 

Apesar das negociações, a oficialização da presidência e vice-presidência da CCJ ocorrerá nesta quarta-feira (25), após votação entre os pares na Câmara Municipal de Salvador. 

Delegado do caso Orelha anuncia pré-candidatura a deputado pelo PL
Foto: Reprodução

O delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC), Ulisses Gabriel, confirmou pré-candidatura a deputado estadual pelo PL e anunciou que deixará o comando da corporação para disputar uma vaga na Assembleia Legislativa. Ele, no entanto, não informou a data exata da saída.

 

Em publicação nas redes sociais, o delegado afirmou que passará a se dedicar a “mais uma nova missão” e que cumprirá o prazo de desincompatibilização previsto na Lei Eleitoral, que exige afastamento do cargo ao menos seis meses antes do pleito.

 

O nome de Ulisses Gabriel ganhou projeção nacional em janeiro, após a morte do cão comunitário Orelha, na Praia Brava, em Florianópolis. O caso gerou comoção e ampla repercussão nas redes sociais. O delegado também adotou o cachorro Caramelo, outro animal vítima de maus-tratos na mesma região.

 

Durante a investigação do caso Orelha, ele usou as redes sociais para rebater críticas à condução do inquérito, atribuindo questionamentos a supostas “motivações escusas”, além de fazer críticas à esquerda.

 

No Instagram, Ulisses Gabriel destacou a relação com o governador Jorginho Mello (PL), a quem creditou investimentos na corporação. Ele listou operações realizadas, mandados de prisão cumpridos e melhorias na frota e na infraestrutura da Polícia Civil durante sua gestão.

 

“Depois de 22 anos como servidor de carreira, 19 anos como delegado de polícia e 3 anos e 2 meses como delegado-geral, escolhido pelo governador Jorginho, vou me dedicar a uma nova empreitada, agora como pré-candidato a deputado estadual pelo PL, devendo me desincompatibilizar no prazo da Lei Eleitoral”, escreveu.

Leandro de Jesus é indicado para a Comissão de Segurança Pública da AL-BA e deve presidir colegiado
Foto: Gabriel Lopes / Bahia Notícias

O deputado estadual Leandro Jesus (PL) foi indicado para ser integrante da Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), substituindo o atual presidente do colegiado, Diego Castro (PL). A indicação foi oficializada por meio de ofício enviado pelo líder da oposição na Casa, Tiago Correia (PSDB), nesta sexta-feira (20).

 

“Cumprimentando-a cordialmente, eu, deputado Tiago Correia, na condição de líder da Bancada da Minoria nesta Casa Legislativa, venho na forma regimental, fazer a indicação do deputado Leandro de Jesus como membro titular da Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública, em substituição ao deputado Diego Castro”, diz o ofício enviado à AL-BA.

 

Procurado pelo Bahia Notícias, Leandro de Jesus informou que há um acordo para que ele assuma a presidência da Comissão, cargo que era de seu correligionário, Diego Castro. Todavia, ele pregou cautela e afirmou que o comando do colegiado só será firmado quando ocorrer a reinstalação das comissões neste ano.

 

“O acordo que nós temos com a bancada de oposição é que, de fato, além de ir para a Comissão de Segurança Pública e Direitos Humanos, eu também vou assumir a presidência. Então, esse é o acordo firmado, mas claro que isso vai se consolidar na reunião de instalação da Comissão. Entretanto, já é o acordo firmado, inclusive com o acordo feito com o nosso líder da minoria, o Tiago Correa”, afirmou o deputado.

 

Diego Castro assumiu a presidência da Comissão em fevereiro do ano passado, após substituir o ex-deputado e atual vice-prefeito de Feira de Santana, Pablo Roberto (PSDB).

ACM Neto fala sobre aliança com PL e João Roma, mas evita palanque antecipado com Flávio Bolsonaro
Foto: Fernando Duarte / Bahia Notícias

O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União), afirmou que a construção da aliança com o PL e o ex-ministro João Roma está em fase “madura” e equilibrada. Por outro lado, Neto disse que neste momento, o foco é consolidar a união política na Bahia, e não discutir apoio à presidência da República.

 

A declaração ocorre em meio a especulações sobre um possível alinhamento automático ao nome de Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual palanque nacional.

 

Em entrevista ao Bahia Notícias neste domingo (15) de carnaval, ACM Neto declarou que a aproximação entre os grupos políticos parte de uma leitura comum sobre as eleições de 2022. Ele afirmou que a divisão da oposição naquele ano favoreceu o PT no estado. “Há uma consciência de que, divididos, quem perdeu foi a Bahia”, sinalizou o ex-prefeito ao BN.

 

Questionado sobre a possibilidade de João Roma condicionar a aliança estadual ao apoio a uma candidatura presidencial específica, ACM Neto se mostrou direto.

 

De acordo com ele, nem o PL, nem o União Brasil, nem a federação partidária trataram oficialmente da questão nacional. A definição sobre palanque presidencial, segundo ACM Neto, será debatida “no momento certo”, com diálogo e bom senso.

 

O ex-prefeito ressaltou que, neste estágio, o esforço está concentrado em “amalgamar” e consolidar a aliança política na Bahia. Só após essa etapa, a discussão sobre o cenário nacional deverá avançar.

 

Nos bastidores, a movimentação é vista como parte da estratégia para reorganizar a oposição baiana e fortalecer o campo político liderado por ACM Neto, mantendo em aberto as definições sobre apoio à corrida presidencial.

“Acho que vai migrar para outro partido, que não o PL”, diz Bruno Reis sobre encontro de Coronel com Valdemar Costa Neto
Foto: Valter Pontes / PMS

O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União), comentou sobre o encontro do senador Angelo Coronel (PSD) com lideranças do PL no sábado (14), o que alimentou rumores de uma possível filiação do congressista à sigla do ex-presidente Jair Bolsonaro. Em entrevista coletiva neste domingo (15), o gestor afirmou que esteve com Valdemar Costa Neto recentemente e informou Coronel não deve migrar para o PL.

 

O encontro do senador no sábado, além de Valdemar, também contou com a presença do presidente estadual do PL, o pré-candidato ao Senado, João Roma, o prefeito de Porto Seguro, Jânio Natal (PL), além de lideranças do Partido Liberal no Rio de Janeiro. Contudo, segundo Bruno Reis, o almoço se tratou de uma celebração da chegada de Coronel ao grupo de oposição.

 

“Meu amigo de Valdemar, que é um amigo nosso, que esteve inclusive comigo essa semana na prefeitura, não pôde vir para cá porque estava se recuperando de uma cirurgia que ele fez. Jânio me disse que Valdemar estaria lá, que Coronel ia, que o João Roma ia, que iam outros líderes políticos da Bahia. É óbvio que ali estavam celebrando a chegada de Coronel a nosso grupo, mas eu acho que Coronel vai migrar para outro partido que não o PL”, disse Bruno Reis.

 

O encontro do senador foi registrado nas redes sociais. Ele busca um novo partido após anunciar que deixaria o PSD para assegurar sua candidatura à reeleição ao Senado nas eleições deste ano. Na quinta-feira (12), Coronel confirmou que irá ser integrante da chapa do pré-candidato ao governo do estado, ACM Neto (União), principal nome da oposição na Bahia.

 

No momento, na chapa Neto, o PL já ocupa uma das vagas para o Senado, com João Roma se colocando no posto. Atualmente, o grupo enfrenta um imbróglio envolvendo o Republicanos, que alega ter prerrogativa para lançar o nome da segunda cadeira e já afirmou que “não abre mão” do espaço.

 

O Bahia Notícias entrou em contato com João Roma para saber se uma possível filiação de Coronel ao PL foi discutida, mas a reportagem, até o momento, ainda não foi respondida.

Em busca de novo partido, Angelo Coronel se encontra com João Roma e Valdemar Costa Neto
Foto: Reprodução / Redes Sociais

O senador Angelo Coronel (PSD) participou de um almoço com lideranças do Partido Liberal, incluindo o presidente nacional da legenda, Valdemar Costa Neto. O encontro ocorreu no sábado (14) e também contou com a presença do líder da executiva estadual, o ex-deputado federal João Roma, e do prefeito de Porto Seguro, Jânio Natal (PL).

 

O encontro foi registrado nas redes sociais, que busca um novo partido após anunciar que deixaria o PSD para assegurar sua candidatura à reeleição ao Senado nas eleições deste ano. Na quinta-feira (12), Coronel confirmou que irá ser integrante da chapa do pré-candidato ao governo do estado, ACM Neto (União), principal nome da oposição na Bahia.

 

“Almoço hoje na Bahia com o prefeito de Porto Seguro, Jânio Natal, o presidente do PL da Bahia, João Roma, e o senador Angelo Coronel. Sempre muito bom estar com vocês”, escreveu Valdemar Costa Neto em publicação.

 

Confira:
 

Também estiveram presentes, o vice-presidente da Câmara Federal, deputado Altineu Côrtes (PL-RJ), o vereador do Rio de Janeiro, Marcos Dias (PL) e o ex-prefeito de Irecê, Luizinho Sobral (PL).

 

O Bahia Notícias entrou em contato com João Roma para saber se uma possível filiação de Coronel ao PL foi discutida, mas a reportagem, até o momento, ainda não foi respondida.

Disputa no PL catarinense escala e Carlos Bolsonaro insinua que Michelle mede forças com ele por motivação financeira
Foto: Reprodução Youtube

Em meio a uma disputa pela indicação para candidatura ao Senado dentro do PL de Santa Catarina, uma postagem do ex-vereador Carlos Bolsonaro na rede X está sendo entendida como uma indireta à ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro teria ficado incomodado com o apoio dado por Michelle à deputada Carol de Toni (PL-SC), que deve sair do partido para concorrer ao Senado por outra legenda.

 

“Estaremos com você, Caroline de Toni”, disse Michelle Bolsonaro em suas redes sociais, dando a entender que o PL Mulher, que ela preside, seguiria apoiando a deputada. Após esse posicionamento, Carlos Bolsonaro fez a postagem em que inclusive insinua algum tipo de interesse financeiro por parte da ex-primeira-dama. 

 

“Insisto: o objetivo não é medir forças com os filhos de Jair Bolsonaro, mas com ele mesmo. De tão surreal, eu não acreditaria se não conhecesse. Hoje, eu já creio que há outras verdinhas coincidências no tabuleiro”, afirmou o ex-vereador, resgatando postagem de janeiro em que, sem citar nomes, falava sobre o objetivo de Michelle em medir forças com o marido.

 

Ainda não houve anúncio oficial, mas parlamentares do PL confirmaram à imprensa que o partido definiu nesta semana a chapa em Santa Catarina, com o governador Jorginho Mello (PL) candidato à reeleição e os candidatos ao Senado, Carlos e o senador Esperidião Amin (PP-SC). Essa decisão já teria sido comunicada pelo presidente do PL, Valdemar Costa Neto, à deputada Carol de Toni. 

 

Nessa reunião, a deputada teria dito a Valdemar que vai deixar o PL para viabilizar sua candidatura ao Senado por outro partido. A deputada se vale de pesquisas recentes para argumentar que ela tem fortes chances de conquistar uma cadeira para o Senado nas eleições de outubro.

 

Pesquisa Real Time Big Data divulgada no mês de dezembro do ano passado mostra a deputada do PL em boa colocação em todos os cenários apresentados. Em um cenário com Carlos Bolsonaro, ela aparece na segunda posição com 22%, e no outro, com Esperidião Amin e sem Carlos, ela lidera a simulação com 24%.

 

O terceiro cenário, que apresenta os nomes de Carlos, Bolsonaro, Esperidião Amin e outros pretendentes, Carol de Toni fica em segundo lugar, com 18%. Amin, defendido pelo PL, fica em terceiro lugar com 14%.
 

Michelle Bolsonaro critica esquerda após descarga elétrica em ato de Nikolas Ferreira
Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro criticou, nesta segunda-feira (26), a esquerda por, segundo ela, ter comemorado a descarga elétrica que atingiu manifestantes no último domingo (25), durante a “Caminhada pela Liberdade”, organizada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG).

 

Em publicação nos stories do Instagram, Michelle afirmou que a esquerda “fala tanto em amor, mas se alimenta do ódio e da perseguição”. Ela também disse ter visto “uma mulher que se diz pastora” fazer uma oração contrária às pessoas que participaram do ato.

 

“Triste, incoerente e profundamente contraditório. ‘Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois tudo o que o homem semear, isso também colherá’ (Gálatas 6:7)”, escreveu a ex-primeira-dama.

 

A descarga elétrica atingiu 72 manifestantes que aguardavam o encerramento da caminhada. Desses, 27 já receberam alta médica, segundo informações divulgadas após o incidente.

 

O ato teve como pauta protestos contra as prisões relacionadas aos atos de 8 de Janeiro e a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Alexandre Aleluia reafirma mudança de partido e garante que diálogo com PL “vai amadurecer”
Foto: Paulo Dourado / Bahia Notícias

 

O vereador de Salvador, Alexandre Aleluia (PL), reafirmou sua intenção de migrar de partido e concorrer ao cargo de deputado federal pelo Novo, legenda liderada por seu pai, José Carlos Aleluia, na Bahia. Em entrevista neste sábado (24), em Salvador, durante evento ao lado do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), Aleluia destacou que quer “contribuir com Brasília”. 

 

“Sou pré-candidato a deputado federal, tenho vontade realmente de contribuir, poder contribuir em Brasília e agora eu quero ser candidato pelo partido novo. Então, para isso eu preciso migrar para o partido, mas afirmo que a minha vontade é total”, afirma. 

 

Segundo ele, os desafios para a mudança é garantir um entendimento junto ao Partido Liberal. “É o entendimento. Tem um tempo ainda, a gente tem até o final de março para fazer essa migração. O entendimento com o meu partido atual, que é o PL. Mas eu acredito que isso irá amadurecer até o final de março”, conclui.

Vereador antecipa elaboração de novos projetos para regulamentar kits de praia e caixas de som em Salvador 
Foto: Jefferson Peixoto / PMS

O vereador de Salvador, Alexandre Aleluia (PL), alegou que deve apresentar novos dispositivos legais na tentativa de regulamentar a colocação de kits de praia e a utilização de caixas de som nas faixas de areia da capital baiana. Em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, programa da Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (16), o legislador conta que o tema dos projetos partiu da recepção popular ao seu projeto de lei anterior, sancionado pelo prefeito Bruno Reis este mês.

 

A lei 9.928/2026 proíbe a colocação antecipada de kits de praia na faixa de areia do Porto da Barra sem a solicitação prévia dos usuários. O texto considera os kits de praia, como as cadeiras, mesas, guarda-sóis e demais equipamentos disponibilizados pela Secretaria de Ordem Pública (Semop) aos comerciantes ambulantes. A proibição, mediante o texto, é válida apenas na Praia do Porto da Barra, em local delimitado como “toda a faixa de areia situada entre o Monumento ao Marco de Fundação da Cidade de Salvador e o Farol da Barra”.

 

À Antena 1, Aleluia revela que “a cobrança [popular] foi muito boa”. “A cobrança das pessoas foi tão boa que elas queriam [ampliar o projeto] para a cidade toda", aponta o vereador. Segundo ele, a própria ideia da formulação da legislação se baseia nos apontamentos de eleitores e cidadãos soteropolitanos. 

 


Foto: Reprodução / YouTube

 

"Antes de olhar para o caso específico da lei, eu vejo que o Nordeste, a Bahia e, aliás, no Brasil todo, não pode pautar o turismo sobre a extorsão. E isso tem acontecido. Não dá para gente esconder o que tem acontecido", explica. E continua: "E a extorsão tem acontecido na nossa cidade, não só com os turistas, tanto com os cidadãos baianos e soteropolitanos se sentindo extorquidos, na praia, por exemplo". 

 

O vereador cita que os principais relatos dos munícipes e turistas envolve aumentos de preço nos kits ou limitação do uso da praia. "Primeiro que, às vezes, o preço aumenta. A pessoa é obrigada a sair da faixa de areia porque não quer sentar em uma determinada cadeira e isso é nada mais nada menos que extorsão, isso é tirar a liberdade das pessoas e o meu objetivo é retomar a liberdade das pessoas de curtir a praia", detalha. 

 

O vereador aponta ainda que as cobranças para ampliação da legislação estariam vindo de alguns grupos de locais específicos, como Stella Maris, Itapuã, Boa Viagem e São Tomé de Paripe. Em resposta aos pedidos, Aleluia diz que "dei entrada em um projeto novo nesta semana, estendendo realmente para todas as praias da cidade, que é uma prática do bom senso". 

 

O legislador soteropolitano garante ainda que a proposta não visa interferir na dinâmica de mercado ou nos lucros dos comerciantes. "A gente não está contra o permissionário, não está contra o empreendedor, a gente está contra tirar a liberdades das pessoas", afirma. 

 

Ele aponta que, no mesmo contexto, as caixas de som devem ser inseridas na nova proposta ou, até mesmo, ser alvo de uma terceira legislação. "E também com um detalhe também, vedando ou restringindo as questões das caixas de som, que também é algo que eu tenho recebido muitas reclamações por ter tocado nesse assunto 'praia'. Porque as caixas [de som] hoje tem afastado as famílias das praias, tanto por conta do volume - a tecnologia está fazendo com que as caixas cada vez menores tenham sons mais densos - e também às vezes a gente vê um conteúdo inapropriado para crianças", contextualiza. 

 

Ele conclui dizendo que as crianças e famílias devem ser as mais beneficiadas nesse sentido. “Eu estou querendo colocar uns dispositivos [legais] em relação às crianças, que até blinde os debates sobre isso, porque tem que respeitar a criança", aponta. 

Raimundinho da JR crava permanência no PL e desconversa sobre saída na base de Jerônimo: “Muito cedo”
Foto: Nilson Tellys / Bahia Notícias

O deputado estadual Raimundinho da JR afirmou que “não tem previsão” para deixar o PL e reforçou sua candidatura à Câmara dos Deputados na eleição deste ano. Atualmente na base do governador Jerônimo Rodrigues (PT) na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), o parlamentar afirmou que ainda é “muito cedo” para decidir se permanecerá aliado ao petista e indicou que “todo diálogo é plausível”.

 

“Nós estamos aí para disputar mais uma eleição, eu acho que todo o diálogo é plausível desde o ponto que haja entendimento de ambas as partes, eu estou nessa pegada mais uma vez buscando a cadeira agora da Câmara Federal. É muito cedo para dar essa resposta [sobre a saída do governo]. Também não tenho previsão de sair do PL, continuarei lá. O diálogo sempre prevalece, a gente está conversando, está dialogando, tudo começa depois do Carnaval”, disse Raimundinho.

 

Em março de 2025, ao podcast Projeto Prisma, o presidente estadual do Solidariedade, deputado estadual Luciano Araújo, afirmou que Raimundinho da JR, se filiaria ao seu partido na abertura da janela partidária neste ano. O acordo tratava também, inclusive, a candidatura do parlamentar atualmente ligado ao PL à Câmara dos Deputados.

 

“O deputado Raimundinho é uma figura amiga e tenha a certeza que ele tem confirmado isso, não só para mim, mas até para a imprensa ele já confirmou, que virá para o Solidariedade. Claro que ele tem que seguir as regras eleitorais, as leis eleitorais e aguardar esta oportunidade da janela eleitoral. Com certeza Raimundinho será um filiado do Solidariedade e é um pré-candidato a deputado federal do nosso partido”, disse Luciano Araújo.

Moraes nega transferência imediata de Bolsonaro para hospital após lesão na cabeça
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, negou um pedido de remoção imediata do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) da sede da Polícia Federal, onde cumpre pena, para um hospital depois que ele bateu a cabeça durante a madrugada.

 

Em decisão publicada nesta terça-feira (6), o ministro citou que o médico da Polícia Federal constatou apenas ferimentos leves no ex-presidente e não identificou a necessidade de encaminhá-lo a um hospital, sendo indicada apenas observação.

 

"Dessa maneira, não há nenhuma necessidade de remoção imediata do custodiado para o hospital, conforme claramente consta na nota da Polícia Federal. A defesa, entretanto, aconselhada pelo médico particular do custodiado, tem direito a realização de exames, desde que previamente agendados e com indicação específica e comprovada necessidade", disse o ministro em sua decisão.

 

Na decisão, Moraes determinou que seja juntado o laudo médico da PF decorrente do atendimento de Bolsonaro e que a defesa "indique quais os exames que entende necessários para que se verifique a possibilidade de realização no sistema penitenciário".

 

Após a negativa de remoção imediata, os advogados voltaram a pedir que Bolsonaro faça exames em ambiente hospitalar, e juntaram um pedido de Brasil Ramos Caiado, um dos médicos do ex-presidente. No pedido, o médico apontou um quadro clínico compatível com "traumatismo craniano, síncope noturna associada a queda, crise convulsiva a esclarecer, oscilação transitória de memória e lesão cortante em região temporal direita".

 

Foi recomendada a realização de tomografia computadorizada do crânio, ressonância magnética e eletroencefalograma. Moraes ainda não se manifestou sobre essa solicitação.

Com larga vantagem, Capitão Alden foi o campeão de produtividade da bancada baiana em 2025; confira o ranking
Foto: Edu Mota / Brasília

Os deputados e deputadas da bancada da Bahia apresentaram, durante todo o ano de 2025, mais de seis mil proposições, e o atual vice-líder da Oposição, Capitão Alden (PL), foi o grande campeão de produtividade entre todos os 39 parlamentares do Estado. Alden apresentou um total de 1146 proposições em 2025, muito à frente da segunda colocada no ranking, a deputada Rogéria Santos (Republicanos), que tem o registro de 662 matérias. 

 

No ano passado, Capitão Alden havia ficado na segunda posição, com 325 proposições, e Rogéria Santos, que agora ficou em segundo, foi a campeã do ranking de 2024, com 716 matérias registradas em seu nome. Em média, no ano de 2025, os deputados baianos apresentaram uma média de 165,2 proposições, bem maior do que a mediana de 2024, que foi de 61,5 por parlamentar. 

 

O levantamento do Bahia Notícias se baseia na contagem das proposições apresentadas, feita com a soma de projetos de lei, propostas de emendas constitucionais, projetos de lei complementar, projetos de decreto legislativo, requerimentos diversos e emendas de Plenário. Também entram na contabilidade da produtividade parlamentar os destaques para votação em separado e até pedidos para criação de comissões parlamentares de inquérito e de frentes parlamentares. 

 

O campeão da produtividade de 2025, Capitão Alden, tem 45 anos de idade e está em seu primeiro mandato como deputado federal pelo PL. Antes de ingressar na Câmara, Alden, que é capitão da Polícia Militar da Bahia, foi deputado estadual, exercendo mandato na Assembleia Legislativa entre os anos de 2019 e 2025. 

 

Na Câmara dos Deputados, Capitao Alden já foi vice-líder do PL e da Minoria, e neste ano assumiu o posto de vice-líder da bancada de Oposição. Alden integrou como titular a Comissão Externa sobre a Transposição do Rio São Francisco, a Comissão de Educação, a Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado, além de duas comissões especiais: uma sobre competências federativas em segurança pública (PEC 018/25) e outra sobre o Fundo Nacional da Igualdade Racial (PEC 027/24).

 

Além de Capitão Alden e Rogéria Santos, o ranking da produtividade da bancada tem na terceira posição o deputado Antonio Brito, líder do PSD. Brito apresentou um total de 383 proposições durante o ano passado. 

 

A lista dos dez que alcançaram maior produtividade em 2025, além de Alden, Rogéria e Brito, inclui os seguintes deputados: Lídice da Mata (PSB), Jorge Solla (PT), Alice Portugal (PCdoB), Léo Prates (PDT), Adolfo Viana (PSDB), Daniel Almeida (PCdoB) e Márcio Marinho (Republicanos). 

 

Confira abaixo como ficou o ranking de produtividade da bancada baiana em 2025: 

 

1 - Capitão Alden (PL) - 1146 proposições
2 - Rogéria Santos (Republicanos) - 662
3 - Antonio Brito (PSD) - 383
4 - Lídice da Mata (PSB) - 332
5 - Jorge Solla (PT) - 319
6 - Alice Portugal (PCdoB) - 287
7 - Leo Prates (PDT) - 270
8 - Adolfo Viana (PSDB) - 230
9 - Daniel Almeida (PCdoB) - 223
10 - Márcio Marinho (Republicanos) - 178
11 - Diego Coronel (PSD) - 171
12 - Waldenor Pereira (PT) - 170
13 - Bacelar (PV) - 139 
14 - Zé Neto (PT) - 133
15 - Otto Alencar Filho (PSD) - 125
16 - Pastor Sargento Isidório (Avante) - 122
17 - Roberta Roma (PL) - 121
18 - Valmir Assunção (PT) - 117 
19 - Neto Carletto (Avante) - 116
20 - Joseildo Ramos (PT) - 100
21 - Paulo Magalhães (PSD) - 87
22 - Claudio Cajado (PP) - 83
23 - João Carlos Bacelar (PL) - 82
24 - Charles Fernandes (PSD) - 80
25 - Raimundo Costa (Podemos) - 76
26 - José Rocha (União Brasil) - 73
27 - Ivoneide Caetano (PT) - 70
28 - Josias Gomes (PT) - 70
29 - Ricardo Maia (MDB) - 64
30 - Arthur Maia (União Brasil) - 55
31 - Gabriel Nunes (PSD) - 54
32 - Leur Lomanto Jr (União Brasil) - 52
33 - Félix Mendonça Junior (PDT) - 47 
34 - João Leão (PP) - 44
35 - Mário Negromonte Jr. (PP) - 43
36 - Paulo Azi (União Brasil) - 43
37 - Alex Santana (Republicanos) - 37
38 - Dal Barreto (União Brasil) - 23
39 - Elmar Nascimento (União Brasil) - 20

 

Entre os partidos, graças ao forte desempenho do deputado Capitão Alden, o PL foi o partido com a maior média de proposições entre todas as bancadas que possuem deputados federais do estado da Bahia. O PL, a maior sigla de oposição ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, teve uma média de 633,5 proposições por membro baiano da sua bancada. 

 

Confira abaixo o ranking de produtividade média das bancadas de deputados da Bahia dentro dos partidos:

 

1 - PL - 633,5
2 - PSB - 332
3 - Republicanos - 292,3
4 - PCdoB - 255
5 - PSDB - 230
6 - PDT - 158,5
7 - PSD - 150
8 - PT - 139,8
9 - PV - 139
10 - Avante - 119
11 - Podemos - 76
12 - MDB - 64
13 - PP - 56,6
14 - União Brasil - 44,3

 

Em relação aos discursos, o grande campeão de participações na tribuna da Câmara foi o deputado Charles Fernandes (PSD), com 115 pronunciamentos registrados. Fernandes costuma presidir muitas das sessões não deliberativas durante todo o ano, e é um dos deputados mais presentes no plenário da Câmara. 

 

Após Charles Fernandes, os que mais se pronunciaram durante o ano de 2025 foram Jorge Solla (PT), com 88 discursos, e Lídice da Mata, com 58. Do lado dos que menos apareceram na tribuna estão os deputados Alex Santana (Republicanos), Dal Barreto (União Brasil) e Felix Mendonça Jr (PDT), que não tiveram registros de pronunciamentos no plenário durante todo o ano.  

 

Veja abaixo o ranking dos 15 parlamentares baianos mais ativos na tribuna da Câmara durante o ano de 2025:

 

1 - Charles Fernandes (PSD) - 115
2 - Jorge Solla (PT) - 88
3 - Lídice da Mata (PSB) - 58
4 - Alice Portugal (PCdoB) - 57
5 - Zé Neto (PT) - 42
6 - Joseildo Ramos (PT) - 41
7 - Valmir Assunção (PT) - 39
8 - Pastor Sargento Isidório (Avante) - 38
9 - Capitão Alden (PL) - 37
10 - Gabriel Nunes (PSD) - 37
11 - Ricardo Maia (MDB) - 36
12 - Paulo Magalhães (PSD) - 35
13 - Waldenor Pereira (PT) - 34
14 - Daniel Almeida (PCdoB) - 31
15 - Neto Carletto (Avante) - 30

 

Flávio Bolsonaro se reúne com dono do BTG Pactual em São Paulo
Fotos: Divulgação | Wilson Dias / Agência Brasil

O senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato as eleições presidenciais de 2026, se reuniu com o empresário André Esteves, dono do BTG Pactual, para uma conversa na própria mansão do administrador, em São Paulo. Segundo informações do O Globo, o encontro aconteceu na última quarta-feira (17). 

 

Informações apontam que o primogênito de Jair Bolsonaro ainda deve cumprir novas agendas com banqueiros e gestores ainda esta semana. As reuniões, marcadas por aliados, buscam dar tração a campanha de Flávio no âmbito da Faria Lima, onde a maioria preferiria que Tarcísio de Freitas fosse o candidato.

 

Segundo o jornalista Lauro Jardim, após o encontro com André Esteves, parte do mercado financeiro já levam o filho de Jair Bolsonaro mais a sério.

Em evento em Porto Seguro, Valdemar Costa Neto crava candidatura de Flávio Bolsonaro e firma apoio a ACM Neto na Bahia
Foto: Rebeca Menezes / Bahia Notícias

O presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, confirmou que Flávio Bolsonaro deve manter sua candidatura para as eleições presidenciais de 2026 e, na Bahia, o grupo vinculado ao ex-presidente Jair Bolsonaro deve ser unir em torno da candidatura do ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil, Antonio Carlos Magalhães (ACM) Neto. A declaração foi dada em evento do partido em Porto Seguro, no Extremo Sul da Bahia, nesta segunda-feira (22). 

 

“Vamos estar juntos de um jeito ou de outro, porque nós queremos estar com os melhores e aqui na Bahia, nós vamos com o ACM Neto”, afirma o presidente do PL, que garantiu que “o candidato nosso é o Flávio Bolsonaro, vamos seguir em frente e vamos ganhar essa eleição”.

 

Ao firmar Flávio como herdeiro de Jair nas próximas eleições, o presidente do PL negou, por sua vez, que haja resistência do campo da direita com o nome do primogênito do ex-presidente. “Não, todos estão dispostos para o Flávio Bolsonaro. Anunciado, de repente, sem o conhecimento dos outros partidos, gerou um mal-estar, mas isso já passou, nós vamos contornar. O Flávio é o nosso candidato, vai crescer e nós vamos ganhar as eleições. Nós temos muita coisa pela frente, muito trabalho para fazer e vamos fazer o melhor para que o Flávio ganhe as eleições”, ressalta.

 

Durante o anúncio do apoio, Costa Neto relembrou o governo e a influência do ex-senador Antonio Carlos Magalhães (ACM) na Bahia. “Há 30 anos, eu era líder do partido e viajava muito o Brasil. Chegava no interior da Bahia, cedia água, luz e orelhão, naquele tempo. Você ia ao interior de Pernambuco, era um lixo, o interior do Ceará era um lixo, porque o Antônio Carlos Magalhães, muito inteligente, ele elegia 30, 35 deputados federais dele e levava para Brasília, mandava para o partido, que era um grande partido, e nomeava a gente qualificada para ser ministro e para trabalhar”, relembra. 

 

Com o repertório do avô, o líder do PL elogia o pré-candidato ao governo da Bahia e o compara com o ex-presidente Jair Bolsonaro: “Veja bem, o neto seguiu o exemplo do avô. Escolheu o Bruno Reis para prefeito de Salvador. Ele foi um grande prefeito. O ACM é um grande prefeito, mas ele escolheu uma pessoa séria e com habilidade para substituir. Por que o Bolsonaro foi bem? Porque só põe gente séria no governo e colheu muito resultado, só que pegou dois anos de pandemia. Isso foi uma desgraça no Brasil e no mundo”, completa. (A reportagem foi atualizada às 18h23, para adicionar um novo pronunciamento de Valdemar Costa Neto.)

VÍDEO: ACM Neto reforça apoio a João Roma para disputa ao Senado em 2026
Foto: Rebeca Menezes / Bahia Notícias

O ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, reforçou publicamente apoio ao nome de João Roma (PL) para a disputa ao Senado Federal nas eleições de 2026. A declaração foi feita durante um encontro da oposição realizado nesta segunda-feira (22), no Hotel Solar Imperador, em Porto Seguro, no extremo sul da Bahia.

 

Ao comentar a formação da chapa majoritária da oposição no estado, Neto defende a importância da unidade entre os partidos do campo conservador e de centro-direita. “Se depender de mim, um dos nomes a concorrer ao Senado Federal está aqui do lado, o presidente do PL em nosso estado”, afirma, apontando para João Roma.

 

A fala consolida uma reaproximação política entre as lideranças, que estiveram em campos distintos em disputas anteriores, mas agora articulam uma frente comum para enfrentar o grupo governista na Bahia. Confira momento em vídeo:

 

Roma, ex-ministro e ex-candidato ao governo estadual, desponta como o principal nome do Partido Liberal no estado. O evento foi marcado pelos questionamentos do prefeito Jânio natal (PL) para as figuras e durante as respostas ACM neto reforçou seu apoio, endossado pelo presidente nacional do partido, Valdemar Costa Neto. 

VÍDEO: ACM Neto confirma a candidatura ao governo da Bahia e diz que apoiará qualquer um contra Lula em 2026
Foto: Rebeca Menezes / Bahia Notícias

Com lideranças regionais e locais da oposição em evento realizado nesta segunda-feira (22), no Hotel Solar Imperador, em Porto Seguro, no extremo sul da Bahia, o cenário político para as eleições de 2026 ganhou novos contornos. O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), cravou sua candidatura ao governo da Bahia e ainda se colocou contrário a Lula em qualquer cenário no segundo turno. 

 

Questionado sobre um eventual embate presidencial entre Lula — que pode disputar um quarto mandato — e um nome da oposição, como Flávio Bolsonaro (PL) ou outro representante da direita, Neto foi direto. “Ficarei contra o PT”, confirma ACM Neto.

 

Confira momento em vídeo:

 

A afirmação reforça o alinhamento de ACM Neto com o campo oposicionista ao governo federal e sinaliza que o União Brasil na Bahia deve caminhar junto com forças de direita e centro-direita no pleito nacional com uma aliança entre o Partido Liberal (PL).

 

O discurso também busca consolidar uma narrativa unificada da oposição no estado, tanto no plano estadual quanto federal.

“Vou vetar, e se quiserem, derrubem meu veto”, diz Lula sobre PL da Dosimetria
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmou que irá vetar o Projeto de Lei da Dosimetria, que reduz as penas de condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. A declaração foi feita nesta sexta-feira (19), durante uma cerimônia em São Paulo. Segundo o petista, caso o Congresso discorde da decisão, poderá derrubar o veto presidencial.

 

“Com todo o respeito aos congressistas que votaram a lei da redução da pena, vou vetar e, se quiserem, que derrubem o meu veto”, afirmou Lula.

 

Sem citar diretamente o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Lula declarou que, em uma democracia, “vence quem tem mais voto” e ressaltou que, apesar de ter perdido três eleições, nunca tentou “tomar o poder de assalto”.

 

“Eles têm que aprender que, na democracia, vence quem tem mais voto. Eu perdi três eleições e nunca tentei tomar o poder de assalto”, disse o presidente.

 

O projeto aprovado pelo Congresso beneficia diretamente Bolsonaro, que é réu em ações relacionadas aos ataques às sedes dos Três Poderes. O texto encaminhado para sanção presidencial propõe a aplicação do chamado concurso formal, mecanismo pelo qual apenas a pena do crime mais grave é considerada, com acréscimo de uma fração que pode variar de um sexto até metade do tempo total da condenação.

Hugo Motta diz que Judiciário cumpre papel em operações contra deputados do PL
Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta sexta-feira (19) que o Judiciário “está cumprindo o seu papel” ao autorizar operações contra parlamentares. A declaração foi feita após a deflagração de uma ação da Polícia Federal que teve como alvos o líder do PL na Casa, Sóstenes Cavalcante (RJ), e o deputado Carlos Jordy (PL-RJ).

 

Segundo Motta, a Câmara não irá “proteger aquilo que não é correto”, mas destacou que eventuais excessos devem ser tratados por meio do diálogo institucional entre os Poderes.

 

O presidente da Casa relatou ainda que recebeu uma ligação do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Passos Rodrigues, informando sobre a operação, mas evitou fazer qualquer avaliação sobre o mérito da investigação.

 

“Eu não vou fazer pré-julgamento. Não sei ainda a motivação nem qual foi a busca. Apenas recebi a ligação do diretor-geral da Polícia Federal. Pelo que me foi dito, parece ser uma investigação sobre questão de gabinete, mas não sei a fundo e, por isso, não quero fazer pré-julgamento”, afirmou durante um café da manhã com jornalistas.

 

Motta voltou a defender a atuação do Judiciário, ressaltando que a Câmara não pode se omitir diante de investigações contra parlamentares, embora tenha reforçado a necessidade de diálogo em caso de abusos.

 

“A Câmara não tem compromisso em proteger aquilo que não é correto. Ninguém fica feliz quando um colega é alvo de ação do Judiciário, mas ele está cumprindo o seu papel e não vamos defender o que não se pode defender. Se houver algum exagero, caberá à presidência dialogar com o Supremo, com equilíbrio e serenidade, para evitar possíveis abusos”, declarou.

Moraes nega novo recurso de Bolsonaro contra condenação por trama golpista
Foto: Tânia Rego / Agência Brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou o novo recurso apresentado pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro nesta sexta-feira (19), contra a condenação a 27 anos e três meses de prisão na ação penal da trama golpista.

 

No mês passado, os advogados entraram com uma solicitação de embargos infringentes para tentar derrubar a decisão do ministro, que negou já outro recurso da defesa, os embargos de declaração. As informações são da Agência Brasil. 

 

Em resposta, Moraes considerou o recurso protelatório e reafirmou que ex-presidente não tem direito aos embargos infringente e determinou a execução da condenação de Bolsonaro e mais seis réus do Núcleo 1 da trama golpista. 

 

“Desde a definição pelo plenário do STF, esse entendimento – exigência de dois votos absolutórios próprios para o cabimento dos embargos infringentes das decisões das turmas – vem sendo aplicado em todas as ações penais, inclusive nas relacionadas aos crimes de atentado às instituições democráticas e à tentativa de golpe de Estado, que culminaram nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023”, decidiu o ministro.

 

Segundo a Agência Brasil, para conseguir que o caso fosse julgado novamente, Bolsonaro precisava obter pelo menos dois votos pela absolvição, ou seja, placar mínimo de 3 votos a 2 no julgamento realizado no dia 11 de setembro e que condenou os acusados. No entanto, o placar pela condenação foi de 4 votos a 1.

 

Bolsonaro está preso na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília, onde cumpre pena definitiva pela condenação.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Entre a cama de gato que armaram para o Molusco no Senado e recados ao pé do ouvido, o Galego virou protagonista de crise e emendou missão internacional com timing cirúrgico. No meio de tudo isso, o Correria ainda prefere título do passado, enquanto o Pernambucano vem tentando captar os “sinais”. Teve ainda o sincericídio de Elmato e o Mauricinho da Terceira Idade que já trocou a disputa pelo doce sossego do céu de brigadeiro do TCM. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Jaques Wagner

Jaques Wagner
Foto: Bahia Notícias

"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso". 

 

Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.

Podcast

Deputado Adolfo Menezes é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira

Deputado Adolfo Menezes é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira
Foto: Projeto Prisma
O deputado estadual Adolfo Menezes (PSD) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda-feira (4). O podcast é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias. 

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