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O Espaço Cultural do Saguão Josaphat Marinho, na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) recebe, entre os dias 21 e 29 de setembro, a exposição “Horizontes da Memória”, que reúne obras das artistas Rita Moscone e Angélica Moreira. A mostram propõe um diálogo entre as paisagens criadas pelas duas, a partir de suas diferentes experiências e formas de perceber o mundo.
A aproximação entre as artistas surgiu das afinidades na maneira de encontrar inspiração e transformar vivências em pintura. “O encontro com a Angélica foi algo que pareceu programado. De repente e rapidamente conheci alguém com tantas afinidades que, logo, estávamos criando o horizontes da memória”, declarou Rita em conversa com o BN Hall.

Foto: Divulgação
Os trabalhos apresentados na exposição refletem parte das referências que orientam a produção de Rita. Daltônica, a artista relata uma relação particular com as cores e destaca a presença do amarelo em suas obras. “O amarelo em todos os tons fica muito aparente para mim. Talvez por isso a minha preferência e quase fixação em pores do sol”, afirma.
A contemplação também ocupa espaço em seu processo criativo. “Gosto de observar o momento em que o caos se transforma em poesia: Quando a luz encontra a matéria, o vento encontra o mar e a intensidade da vida se revela em cada forma”, explica. Entre suas obras estão “SP depois da chuva”, pautada na frieza do concreto, e “A hora azul”, voltada à luz e ao calor do litoral soteropolitano.

Foto: Divulgação
Já Angélica Moreira desenvolve seu trabalho artístico a partir de experiências na literatura e na terapia integrativa. Autora dos livros “Depois da Chuva” e “Conversa de Quintal”, a baiana afirma que sua relação com a arte começou na infância, quando acompanhava a avó durante o processo de pintura. “Hoje literatura, terapia e artes visuais se encontram em minha trajetória de maneira natural”, afirma.
A artista consolidou sua formação artística formal em 2025, sob a orientação de Chico Maia.
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Dois quadros dos pintores Pablo Picasso e Piet Mondrian, roubados em 2012 da Galeria Nacional da Grécia, foram recuperados nesta segunda-feira (28). De acordo com informações do jornal O Globo, o suspeito do crime, um homem de 49 anos, foi preso após as autoridades encontrarem as obras na zona rural de Keratea, a cerca de 45 km da capital, Atenas.
Segundo a publicação, o crime se deu em janeiro de 2012, em uma ação que durou apenas sete minutos. Na ocasião, os ladrões invadiram a galeria, levando a pintura "Cabeça de Mulher", de Picasso, datada de 1939; e “Moinho”, obra de Mondrian de 1905. Durante o roubo, um esboço do italiano Guglielmo Caccia, mais conhecido como Moncalvo, também foi subtraído, mas acabou sendo danificado e descartado pelos criminosos.
“Hoje é um dia especial, um dia de muita alegria e emoção”, disse a ministra da Cultura, Lina Mendoni, em entrevista coletiva após a ação policial responsável por recuperar os quadros.
Acompanhando o presidente Jair Bolsonaro em viagem aos Estados Unidos, a primeira-dama Michelle publicou em suas redes sociais uma série de fotos da visita que o casal fez ao ateliê do artista pernambucano Romero Britto, em Miami.
“Ontem tivemos a alegria de ser recebidos pelo artista Romero Britto em seu ateliê. Fomos surpreendidos pelos lindos quadros que ele fez em nossa homenagem. Meu carinhoso agradecimento ao Romero e a sua equipe pela calorosa recepção. Viva o Recife, viva o Brasil”, escreveu Michelle, em referência a obras que já haviam sido anunciadas em homenagem ao presidente e sua família (clique aqui).
Devido a grande procura no mês de agosto, a exposição Frida 112 será estendida até o dia 30 de outubro em Salvador. Reunindo pinturas, fotografias, esculturas, grafites e cerâmicas, cerca de 51 artistas plásticos criaram obras em referência a artista mexicana Frida Kahlo. O projeto, que é promovido pela ME Ateliê da Fotografia, tem a curadoria de Mario Edson.
“Recebemos diversos pedidos e recomendações de pessoas que viram a exposição, se interessaram e quiseram colaborar. A ideia é levar esse projeto como uma experiência que junte os artistas e assim agregar diferentes estilos de arte que nos unam”, disse o responsável pela exposição.
O ME Ateliê de Fotografia fica localizado na Ladeira do Boqueirão, no bairro do Santo Antônio Além do Carmo. A exposição fica aberta ao público de sexta à domingo, das 15h às 20h. É necessário, no entanto, agendamento prévio para quem desejar realizar visitas guiadas, sejam elas individuais ou em grupo.
SERVIÇO:
O QUE: Exposição Frida 112
QUANDO: De sexta a domingo, das 15h às 20h, até o dia 30 de outubro
ONDE: ME Ateliê de Fotografia, Ladeira do Boqueirão, Santo Antônio Além do Carmo.
Com mais de 40 anos de carreira consolidada no Brasil, o artista plástico baiano Bel Borba tem trabalhado intensamente fora do país. De passagem pela Europa, desde novembro de 2016, ele esteve na Alemanha, onde faz itinerância com a exposição “Os Filhos do Brasil”; na Espanha, com a mostra em bronze “Regênesis”; e hoje integra um grupo de artistas multiétnico que se prepara para uma residência em Veneza, na Itália. Em entrevista ao Bahia Notícias, Bel Borba detalhou os trabalhos que tem desenvolvido no exterior e falou sobre as diferenças culturais do público e do mercado na Europa e no Brasil, destacando a importância da arte como atrativo do turismo. “Eu acho que na administração pública não se coloca ainda na ponta do lápis o que o investimento em arte pode gerar”, comentou o baiano. “Eu não estou dizendo que os administradores sejam obtusos, mas eu não vi ainda nenhum administrador público que dissesse: vamos investir em arte, para que seja um atrativo de peso para engordar o nosso repertório para oferecer ao turista. Eu conheço russos, gente do mundo inteiro que vão à Bahia por causa de Jorge Amado”, acrescentou Bel Borba, ressaltando a necessidade não apenas de comprar as obras, mas também de fazer a manutenção. Ele comentou também sobre o abandono do espaço dedicado a Mario Cravo Jr. no Parque Metropolitano de Pituaçu e destacou a relevância do artista, a quem considera o maior e mais importante da Bahia. “Às vezes a gente sente a impressão de que os caras não sabem o valor dos artistas que nós temos aí na Bahia”, disse Bel Borba, ressaltando ainda que “toda homenagem que se fizer a Mario hoje é pouca, porque ele merece muito mais”. Confira a entrevista completa na coluna Cultura.
De acordo com a Glamurama, os desenhos incluem um autorretrato do pintor acompanhado de sua musa, Elena Gala, e do escritor surrealista René Crevel. As 42 páginas do caderno também reúnem críticas, despesas cotidianas e comentários sobre técnicas artísticas. O diário integra uma coleção privada que terá outros 500 itens leiloados no evento, como obras de Joan Miró, René Magritte, André Breton, Max Ernst, Roland Penrose e Pablo Picasso. A expectativa de arrecadação é cerca de R$ 16 milhões de reais.
De acordo com a Glamurama, os desenhos incluem um autorretrato do pintor acompanhado de sua musa, Elena Gala, e do escritor surrealista René Crevel. As 42 páginas do caderno também reúnem críticas, despesas cotidianas e comentários sobre técnicas artísticas. O diário integra uma coleção privada que terá outros 500 itens leiloados no evento, como obras de Joan Miró, René Magritte, André Breton, Max Ernst, Roland Penrose e Pablo Picasso. A expectativa de arrecadação é cerca de R$ 16 milhões de reais.
Exposição “24 anos na história do Museu de Arte da Bahia”
Na conversa, Botero não se esquivou da pergunta sobre a polêmica decisão de deixar de patrocinar o tradicional prêmio a jovens artistas, que levava seu nome na Colômbia. “Sei que essa foi uma decisão polêmica, mas o júri havia dado o prêmio máximo a um vídeo, que era talvez o primeiro que aquele artista havia feito na vida. Não gostei das obras, nada me interessou, então achei que já não valeria mais a pena patrocinar esse tipo de coisa”, explicou.
Latino, colombiano, o artista considera que a arte não deve ser identificada por regiões, já que é algo universal. “Gostaria de estar nos leilões com os artistas do resto do mundo, já que tenho obras espalhadas por todo o planeta. Arte é universal, não deve estar identificada por regiões. Ser classificado como latino é ocupar uma categoria inferior, e não me considero inferior a ninguém”, disse ao opinar sobre como lida com o sucesso comercial.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.