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Segundo informações da Agência Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva conversou por telefone com o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan. A conversa, que aconteceu nesta quarta-feira (21), teve como um dos principais assuntos a situação da Faixa de Gaza e o convite feito pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para a criação de um Conselho de Paz para a região.
Brasil e Turquia estão entre os mais de 50 países convidados pelo presidente norte-americano para fazerem parte do Conselho. O governo brasileiro ainda não deu uma resposta sobre o convite, e a avaliação do Itamaraty é que ainda há muitas dúvidas sobre os objetivos da iniciativa, e que o Brasil pode enfrentar consequências diplomáticas tanto se aceitar quanto se recusar a participar do grupo.
Já a Turquia, junto com outros sete países árabes e de maioria islâmica, anunciaram a adesão ao Conselho da Paz para a guerra na Faixa de Gaza. O grupo de países árabes e de maioria islâmica que decidiram integrar o Conselho são a Turquia, a Jordânia, os Emirados Árabes Unidos, a Indonésia, o Paquistão, a Arábia Saudita, o Catar e o Egito.
A adesão turca e desses países ao Conselho foi mencionada por Erdogan na conversa com Lula. De acordo com o Palácio do Planalto, os dois chefes de Estado trocaram impressões sobre Gaza e os esforços internacionais em favor da paz na região.
A conversa entre os presidentes do Brasil e da Turquia também girou sobre temas como a agenda climática e a ampliação das relações econômicas entre ambos países. A Agência Brasil informou que Erdogan parabenizou Lula pela condução das presidências do G20 e da COP-30.
No tema climático, Erdogan afirmou ter interesse em contar com a experiência do Brasil na organização da COP-31, que será realizada em novembro, na Turquia. O líder turco citou ainda a disposição de empresas de seu país em investir no Brasil, com foco em projetos de infraestrutura.
Outro ponto da conversa se deu em torno do tema da agenda bilateral entre Brasil e Turquia. Os presidentes defenderam a ampliação e a diversificação do intercâmbio comercial, que superou US$ 5,5 bilhões em 2025. Eles concordaram em estimular reuniões entre representantes do setor privado.
Lena Headey, intérprete de Cersei Lannister em “Game of Thrones”, comentou o desfecho de sua personagem no penúltimo episódio da série, exibido neste domingo (12).
Enquanto muitos fãs questionaram a forma em que ela se despediu da história – a rainha morre abraçada com o irmão gêmeo e amante Jamie Lannister, nos escombros da Fortaleza Vermelha, após Daenerys Targaryen destruir Porto Real -, a artista avalia as cenas como coerentes.
“Ela começa a temporada final presa em uma teia que ela fez, como é comum para Cersei. Ela está desesperadamente infeliz e tudo que aconteceu se torna ainda mais real para ela. Ela começa a perder o controle da situação. Ela destruiu todas boas alianças, conexões, o amor da vida dela – ela sempre foi destinada a ser sozinha. E até o último minuto, como sempre, ela está em negação com o que está acontecendo”, disse a atriz, em entrevista ao Entertainment Weekly. “Quanto mais falamos sobre isso, mais parecia o fim perfeito para ela”, acrescentou. “Eles vieram ao mundo juntos e agora eles o deixam juntos”, destacou, afirmando ainda que a morte nos braços do irmão “talvez seja a primeira vez que Cersei esteve em paz”.
Lena Headey comentou ainda a relação de Jamie com Brienne. “Eu acho que o importante é que Jaime teve a chance de liberdade [com Brienne] e finalmente se libertou da Cersei, que eu acho que o público vai ficar entusiasmado. Acho que a maior surpresa é que ele voltou para ela. Cersei percebe exatamente como ela o ama e o quanto ele a ama. É a conexão mais autêntica que ela já teve. Em última análise, eles pertencem juntos”, disse a atriz.
“É o que me levanta da cama todo dia, o meu medo de morrer”. Com estas palavras a atriz Marisa Orth iniciou sua participação no quadro “Pensando Alto”, publicado nesta terça-feira (12), na Folha de S. Paulo. “Mas tenho mais medo de outras coisas, mortes em vida. Perda de tempo, paralisação, desperdício energético e espiritual”, contextualizou a artista, acrescentando que lhe incomoda não aproveitar a vida e os bons sentimentos, como a paz. “Estou realmente tentando ver o que é aproveitar. Porque, graças a Deus, eu tive conhecimento já de um monte de partes boas da vida”, diz Marisa, explicando que, por conta de seu momento de vida, é obrigada a buscar outros tipos de paz e alegria que não sejam tão fáceis. “Que não esteja numa propaganda, que não esteja num bar, no puteiro. Desculpa fazer esse discurso religioso, mas é isso. Mas eu acho que tem mais a ver com a filosofia, com o desapego mesmo. Eu tô tentando!”, diz. No vídeo, a atriz comentou ainda a sua relação com o tempo e o feminismo (clique aqui e confira o vídeo completo).

Foto: Jamile Amine / Bahia Notícias

Clima é de paz no Festival da Primavera 2005 | Foto: Ailma Teixeira
Antes da apresentação do Nova Saga, os acordes do minitrio, posicionado bem em frente ao mar da praia do Jardim de Alah, embalaram o público a partir de meio dia, com a cantora Mônica Sangalo, que agitou com um repertório bem eclético. Na platéia, uns curtiam a praia, outros preferiam a agitação em frente ao palco. No repertório, samba, axé, tango e MPB. O evento contou ainda com as bandas Toco Y Me Vou e O Mundo.
Ato Ecumênico pela Paz
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Difícil".
Disse o senador Jaques Wagner (PT), um dos nomes que deve integrar a chapa majoritária ao avaliar o cenário atual em que existe a possibilidade do grupo ligado ao governo Jerônimo Rodrigues (PT) aceitar uma candidatura independente de um partido aliado à gestão estadual, no caso do senador Angelo Coronel (PSD).