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Artigos

Nilson Araújo
O novo perfil do corretor de imóveis e os caminhos para um mercado cada vez mais profissional
Foto: Divulgação

O novo perfil do corretor de imóveis e os caminhos para um mercado cada vez mais profissional

Em agosto, quando celebramos o Dia Nacional do Corretor de Imóveis (dia 27), é importante olhar para além da data comemorativa e refletir sobre as transformações que vêm moldando a profissão e o próprio mercado imobiliário. O corretor de hoje já não é apenas o profissional responsável por aproximar comprador e vendedor. Ele precisa estar preparado para interpretar dados, compreender tendências, utilizar novas tecnologias, produzir conteúdo, construir relacionamentos e, sobretudo, oferecer uma experiência cada vez mais qualificada ao cliente.

Multimídia

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes

Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Durante entrevista ao podcast Projeto Prisma, do projeto Vota BN, nesta segunda-feira (24), o senador Angelo Coronel (Republicanos) afirmou que o Senado Federal não pode atuar como um "puxadinho" do Poder Executivo e declarou que não pretende exercer um mandato "chapa-branca" para o governo de plantão.

Entrevistas

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra

Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
Nesta segunda-feira (10), a ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, esteve em Salvador para participar do Colóquio Internacional Cultura, Relações Exteriores, Desenvolvimento e Reparação. O evento, que acontece nas cidades de Salvador e Cachoeira, integra as celebrações pelos 25 anos de fundação do FENEBA e desdobra as discussões iniciadas no 9º Congresso Panafricano, sediado em Lomé, no Togo.

paulo isidorio

Ex-jogadores aprovam projeto da Arena Barradão e destacam modernização do Vitória: “O ambiente hostil é a torcida”
Foto: Igor Barreto/Bahia Notícias

O episódio especial de número 100 do podcast BN na Bola, reuniu dois nomes marcantes da história do Esporte Clube Vitória, os ex-meio-campistas Kleiton Domingues e Paulo Isidoro. Durante a edição comemorativa, os convidados comentaram o projeto da Nova Arena Barradão e defenderam a modernização do estádio rubro-negro sem perder a identidade do clube.


Revelado nas divisões de base do Vitória, Paulo Isidoro afirmou que a transformação do Barradão é necessária para acompanhar a evolução do futebol brasileiro. “O futebol tem que se modernizar. Um clube centenário como o Vitória, com uma torcida tão grande e presente, não pode ficar para trás. Eu até achava que essa conscientização iria demorar mais, mas espero que a arena venha rápido. O torcedor merece conforto, merece assistir aos jogos sem ficar tomando chuva. Isso vai aumentar ainda mais o entusiasmo da torcida para apoiar o time”, declarou.


O ex-jogador também destacou que a nova estrutura pode fortalecer a relação entre clube e torcida. “A arena é muito bem-vinda. Vai melhorar a experiência de quem vai ao estádio e fazer com que o torcedor tenha ainda mais vontade de estar presente. Acho que isso ajuda o clube de várias formas”, completou.


Kleiton Domingues, campeão da Copa do Nordeste pelo Leão, avaliou que a essência do Barradão será mantida mesmo com a modernização. “O ambiente quem faz é a torcida. O ambiente hostil não é a estrutura do estádio, é o torcedor. A torcida do Vitória vai continuar transformando o Barradão em um lugar difícil para os adversários, só que agora com muito mais conforto e comodidade”, afirmou.


O ex-meio-campista também lembrou das melhorias já realizadas no estádio ao longo dos anos, principalmente na qualidade do gramado. “Já houve uma mudança muito grande da minha época para cá. A troca do gramado foi algo muito evidente e hoje o campo já se aproxima bastante do padrão das arenas modernas. Para os jogadores isso praticamente não muda mais. O ganho maior será para a torcida”, analisou.


Durante o programa, o setorista do Vitória no Bahia Notícias, Hugo Araújo, destacou que o projeto busca preservar características tradicionais do estádio, especialmente o setor da torcida organizada. “Existe uma preocupação em manter esse sentimento raiz do Vitória. Atrás do gol, onde fica a TUI, não haverá cadeiras. Será mantida a arquibancada justamente para preservar esse clima mais pulsante da torcida”, explicou.


Em tom descontraído, Paulo Isidoro aproveitou para pedir um espaço reservado para ex-atletas na futura arena. “A gente, como ex-atleta, já deixa registrado que quer nosso cantinho lá, nosso lugar garantido para assistir aos jogos sem confusão”, brincou.

 

ARENA BARRADÃO
O projeto da Nova Arena Barradão prevê a transformação do atual Estádio Manoel Barradas em um complexo multiuso moderno, com investimento estimado entre R$ 405 milhões e R$ 460 milhões. A proposta inclui ampliação da capacidade para mais de 40 mil torcedores em jogos, novos camarotes, rooftop panorâmico, restaurantes com vista para o campo, museu, lojas e áreas de entretenimento. A obra será executada em etapas para permitir que o Vitória continue mandando seus jogos no estádio durante as intervenções.

 

 

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Paulo Isidoro relembra bastidores no Bahia e medo de rebaixamento: "Iam dizer que entreguei"
Foto: Igor Barreto/Bahia Notícias

Em entrevista ao podcast BN na Bola, na noite desta terça-feira (26), o ex-jogador Paulo Isidoro abriu o jogo sobre a sua passagem pelo Bahia em 2009. Criado na base do Vitória e muito identificado com o Rubro-Negro, o ex-atleta revelou os bastidores de sua chegada ao Esquadrão, principalmente sobre o peso psicológico para evitar um rebaixamento à Série C.

 

Próximo do fim da carreira e após sofrer uma grave lesão no joelho, Isidoro tentou retornar ao Vitória para fazer sua recuperação, mas as portas não se abriram. Foi quando surgiu a oportunidade de usar a estrutura no rival.

 

"Nunca desrespeitei o Bahia e eles me abriram as portas para fazer a recuperação. Fiquei lá alguns meses. Só que o time passava por uma crise enorme na Série B", relembrou Isidoro.

 

Aos 36 anos, o meia foi convidado pelo então técnico Paulo Comelli para participar de um treino coletivo. Segundo Isidório, mesmo sem ritmo, o jogador se destacou. A curiosidade é que, logo após o treino, Comelli foi demitido, dando lugar a Sérgio Guedes. Na apresentação do novo comandante, a diretoria sequer havia avisado que Isidoro estava ali. 

 

Ao saber do bom desempenho do veterano, Guedes foi direto: "Só quero saber se você quer jogar". "Eu disse que sim, claro. O contrato saiu na quarta, assinei na quinta e joguei no sábado", contou o ex-atleta, que fechou sua passagem pelo clube com 5 gols em 16 jogos.

 

FANTASMA DO REBAIXAMENTO
Após a chegada do técnico Paulo Bonamigo, Isidoro perdeu espaço temporariamente devido ao desgaste físico, mas recuperou a titularidade em um jogo decisivo contra a Ponte Preta, iniciando uma sequência de gols que ajudou a afastar o Bahia do Z-4.

 

De acordo com o ex-atleta, o maior temor de Paulo Isidoro era o tamanho da cobrança que sofreria na cidade caso o Tricolor caísse, justamente por sua forte ligação com o Vitória. A partir daquele momento, ele assumiu o papel de cobrar o elenco nos bastidores.

 

"A gente pegava no pé dos caras: 'Não vão para a noite. Se o time for para o rebaixamento, vocês vão embora e a gente vai ficar morando aqui'. Eu ia carregar esse peso para o resto da vida. Iam dizer que eu entreguei porque era do Vitória", desabafou.

 

Com a ajuda de atletas experientes como o volante Hernani, o grupo se conscientizou e o Bahia se livrou do descenso com uma rodada de antecedência.

 

Com a permanência garantida, o técnico Paulo Bonamigo garantiu a Isidoro que ele seria o primeiro a renovar o contrato para a temporada seguinte. No entanto, o futebol mudou os planos rapidamente. Bonamigo aceitou uma proposta do mundo árabe, e a diretoria do Bahia fechou com Renato Gaúcho para 2010. Sem espaço nos planos da nova comissão técnica, a renovação de Isidoro acabou não acontecendo, encerrando ali sua trajetória no Fazendão.

 

 

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Em especial do BN na Bola, Paulo Isidoro exalta evolução da torcida do Vitória: “Da Série C para cá está diferente”
Foto: Igor Barreto/Bahia Notícias

A grande fase do Vitória dentro de campo segue impulsionada pelo fenômeno das arquibancadas. Em entrevista especial no episódio de número 100 do podcast BN na Bola, na noite desta terça-feira (26), o ex-jogador Paulo Isidoro relembrou sua trajetória no clube e analisou o atual momento do Leão da Barra, destacando a transformação no perfil e no engajamento da torcida rubro-negra nos últimos anos.

 

Segundo o ex-meia, o comportamento das arquibancadas mudou de patamar após o histórico acesso da Série.

 

“A torcida do Vitória sempre compareceu em peso quando o time estava bem, mas é inegável que da Série C para cá está diferente. É muita diferença mesmo. Você vai ao Barradão e vê jovens, crianças, muitas mulheres torcendo. Isso é muito bom para o crescimento do clube. O engajamento mudou positivamente”, afirmou Isidoro.

 

Para o ídolo rubro-negro, a sintonia entre o elenco e a torcida tem sido o grande trunfo para intimidar os adversários e garantir pontos cruciais no Campeonato Brasileiro, especialmente após o recente vitória por 2 a 0 contra o Internacional, no último sábado (23).

 

“Os jogadores atuam com segurança e chamando o torcedor. Todo time que vem jogar no Barradão hoje já vem com aquele receio, sabendo que vai encontrar dificuldades. O campeonato está muito equilibrado e a tabela muito próxima do 4º ao 17º colocado, não dá para bobear. O torcedor precisa entender que a campanha que o Vitória está fazendo é espetacular. Jogando bem ou mal, está vencendo e se mantendo firme”, analisou o ex-jogador, elogiando também a evolução individual de atletas como Renê e Eric.

 

Isidoro relembrou que, em sua época de atleta profissional, as cobranças existiam, mas exalta a maturidade do torcedor atual durante os 90 minutos. “Existe a crítica, mas no momento do jogo a torcida joga junto, é realmente o 12º jogador. A atmosfera de alegria do Barradão está diferente. Para quem torce contra, a sensação é de que o bicho vai pegar”.

 

Atualmente com 52 anos, Paulo Isidoro foi formado nas divisões de base do Vitória e foi um dos grandes nomes do histórico elenco vice-campeão brasileiro em 1993. Dono de uma carreira vitoriosa, o ex-meia também conquistou o Campeonato Brasileiro pelo Palmeiras, além da Copa do Brasil e da Recopa Sul-Americana pelo Cruzeiro. No fim de sua trajetória nos gramados, em 2009, vestiu a camisa do rival Bahia.

 

 

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Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Tenho pra mim que os propagandistas estão tontos com as "mudernidades". É tanto celular gravando o tempo inteiro, IA, implante capilar e trend, que tá faltando proposta e política. O problema é que mesmo quem faz política tá enfrentando outro bicho: o ciúme. Mas tem amizades que se provam com o tempo. O Galego que o diga... Saiba mais!

Pérolas do Dia

Paulo Henrique Rodrigues

Paulo Henrique Rodrigues
Foto: Daniel Araújo / Antena 1 Salvador

"O Brasil demorou para fazer políticas para entender que essa grande qualidade artística do nosso povo, um povo criativo, preparado intelectualmente e artisticamente, culturalmente muito rico, poderia significar renda, emprego, geração de uma indústria cultural ou criativa". 

 

Disse o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Henrique Rodrigues Pereira ao ressaltar o impacto da economia criativa e a necessidade de estruturar o setor no país. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, o ministro fez um balanço sobre a relação entre cultura e negócios, reconhecendo que o Brasil tardou a transformar seu potencial em força econômica.

Podcast

Vota BN: Projeto Prisma entrevista o pré-candidato ao Senado Federal Angelo Coronel (Republicanos) nesta segunda

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A sabatina faz parte da série especial "Vota BN", dedicada a entrevistar os principais candidatos ao Senado e ao Governo do Estado.

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