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Pesquisa Ipsos/Ipec divulgada nesta terça-feira (10/3) pelo Bahia Notícias revela que, no plano nacional, 51% dos brasileiros desaprovam a forma como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) governa o país. Já a aprovação ao trabalho do presidente ficou em 43%.
Levantamento realizado pelo Bahia Notícias nas pesquisas mais recentes nos seis estados brasileiros com maior quantidade de eleitores revela que apenas na Bahia a desaprovação do presidente Lula iguala o 51% da média nacional. Nos outros cinco estados a desaprovação é maior, chegando a aumentar ainda mais na região Sul.
Os seis estados pesquisados pelo BN possuem cerca de 91 milhões de eleitores, ou quase 60% do total nacional apto a participar do pleito de outubro deste ano. A verificação da aprovação do presidente Lula se deu em São Paulo (33,6 milhões de eleitores), Minas Gerais (16,1 milhões), Rio de Janeiro (12,6 milhões), Bahia (11,1 milhões), Paraná (8,4 milhões) e Rio Grande do Sul (8,4 milhões).
Em São Paulo, o estado com maior quantidade de eleitores no país, a desaprovação do presidente Lula chegou a 56%, contra 40% de aprovação. A pesquisa Big Time Real Data mostrou ainda que 47% consideram o governo ruim ou péssimo, enquanto apenas 28% classificaram a gestão petista como ótima ou boa.
Confira abaixo os índices de desaprovação e aprovação do governo do presidente Lula nos demais cinco estados com mais eleitores, de acordo com números do levantamento mais recente em cada unidade federativa.
Minas Gerais
Desaprovação 52,4%
Aprovação 43,4%
(Paraná Pesquisas)
Rio de Janeiro
Desaprovação 56%
Aprovação 38%
(Big Time Real Data)
Bahia
Desaprovação 51%
Aprovação 47%
(Quaest)
Paraná
Desaprovação 68%
Aprovação 30%
(Quaest)
Rio Grande do Sul
Desaprovação 66%
Aprovação 33%
(Quaest)
Uma liderança apertada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em cenários de primeiro turno e nas respostas espontâneas, e um empate técnico nas simulações de segundo turno, com alguns institutos apresentando o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à frente por alguns décimos. Esse pode ser lido como o resumo das mais recentes pesquisas que traçaram cenários para as eleições presidenciais de outubro deste ano.
A análise dos quatro mais recentes levantamentos, divulgados nos últimos 11 dias, revela um cenário em que o presidente Lula segue na liderança da disputa, mas já assistindo não apenas a consolidação de Flávio Bolsonaro como seu principal oponente, mas já podendo até mesmo liderar a corrida nas próximas sondagens.
Nesse levantamento, separamos alguns dos resultados das pesquisas AtlasIntel Bloomberg, divulgada em 25/2; da Paraná Pesquisas do dia 27/2; da Real Time Big Data que teve seus números apresentados em 3/3; e da mais recente sondagem do Instituto Datafolha, que saiu neste sábado, 7/3.
Para as disputas de primeiro turno, separamos aquele que cada instituto considerou como seu cenário principal. Os cenários de primeiro turno possuem diversos outros nomes colocados aos entrevistados, mas concentramos o foco na disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro, já consolidamos como os dois principais adversários nestas eleições.
A comparação entre os números das quatro pesquisas revela uma diferença pequena entre cada instituto, e distâncias entre os candidatos que pouco oscilam de uma sondagem a outra. Confira abaixo a comparação entre os números dos quatro institutos para três tipos de simulação (apenas a AtlasIntel não divulgou resultados espontâneos).
Cenário principal de primeiro turno
Datafolha Atlas Paraná RealTime
Lula 39% 45% 39,6% 39%
Flávio 34% 38% 35,3% 32%
Cenário principal de segundo turno
Datafolha Atlas Paraná RealTime
Lula 46% 46,2% 43,8% 42%
Flávio 43% 46,3% 44,4% 41%
Pesquisa espontânea
Datafolha Atlas Paraná RealTime
Lula 25% - 26% 29%
Flávio 12% - 14,8% 19%
A desaprovação à administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva atingiu 52% em fevereiro deste ano. Segundo novo levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, divulgado nesta sexta-feira (27), a aprovação do governo recuou para 45%, uma queda em relação aos 46,4% registrados em janeiro.
O cenário aponta para uma polarização acentuada, com o percentual de brasileiros que consideram a gestão "péssima" (36,2%) superando em quase dez pontos a soma dos que a avaliam como "ótima" (12,8%) ou "boa" (19,8%). O índice de avaliação "regular" manteve-se estável em 22,5%.
O governo mantém sua principal base de sustentação no Nordeste, única região onde a aprovação é amplamente majoritária, chegando a 59,2%. No extremo oposto, o Sul apresenta a maior rejeição, com 62,8% de desaprovação. Nas regiões Norte e Centro-Oeste, a desaprovação é de 56,8%, enquanto no Sudeste atinge 55,1%.
Um dos fatores determinantes para a popularidade presidencial continua sendo o impacto dos programas sociais. Entre os eleitores que recebem o Bolsa Família (ou possuem alguém no domicílio que receba), a aprovação do governo dispara para 64,6%. Já entre os cidadãos que não dependem do benefício, o índice de aprovação cai drasticamente para 40,9%, com uma desaprovação de 56,3%.
No recorte por gênero e idade, o presidente encontra maior eco entre as mulheres (47,0% de aprovação) e entre os eleitores mais jovens (16 a 24 anos, com 49,2%) e idosos (60 anos ou mais, com 51,8%). Por outro lado, a maior resistência ao governo está concentrada na faixa etária de 35 a 44 anos, onde a desaprovação chega a 58,4%.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), aparece na liderança em todos os cenários em que é citado para a eleição estadual de 2026, segundo levantamento divulgado nesta quarta-feira (11) pelo instituto Paraná Pesquisas.
De acordo com a pesquisa, o governador aparece à frente de nomes como o ministro da Fazenda e ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), o vice-presidente da República e ex-governador paulista, Geraldo Alckmin (PSB), e o ministro do Empreendedorismo, Márcio França (PSB).
No primeiro cenário apresentado, Tarcísio registra 51% das intenções de voto, enquanto Fernando Haddad aparece com 27,7%. O deputado federal Kim Kataguiri (União) soma 5,2%, seguido pelo ex-prefeito de Santo André Paulo Serra (PSDB), com 4,2%, e pelo cientista político Felipe D’Avila (Novo), com 1,6%.
No mesmo cenário, votos brancos e nulos totalizam 6,4%, enquanto 3,9% dos entrevistados afirmaram não saber ou não opinar.

Confira abaixo outros cenários:




Além disso, a pesquisa também testou cenários de segundo turno e o atual governador figura na liderança.

Um levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, divulgado nesta segunda-feira (2), mostra que segurança e saúde pública foram consideradas as maiores preocupações dos brasileiros no início de 2026. Quando questionados de forma estimulada sobre o maior problema do Brasil atualmente, 22,2% dos entrevistados citaram a segurança pública como principal questão, seguida de perto pela saúde pública, com 20,1%.
A inflação e o preço dos produtos aparecem em terceiro lugar, com 15,9% das menções, enquanto a educação pública (13,8%) e a geração de emprego e renda (9,4%) completam o topo das demandas sociais mais urgentes na visão da população.

Apenas 0,5% dos entrevistados afirmaram não ver nenhum desses itens como problema. A pesquisa também trouxe dados de análise por gênero. Entre os homens, a segurança pública é a preocupação dominante (25,1%), enquanto para as mulheres a saúde pública lidera (23,7%), com segurança aparecendo em segundo lugar (19,7%).
A faixa etária também influencia a percepção, sendo jovens de 16 a 24 anos destacam mais a segurança (23,9%), seguido por educação pública (19,0%). Já idosos com 60 anos ou mais mostram maior preocupação com segurança (23,9%) e saúde (21,8%). O nível de escolaridade mostra outro lado.
Entre eleitores com ensino superior, segurança pública (25,7%) e educação pública (22,1%) são os temas mais citados.
Já para aqueles com ensino fundamental, saúde pública (24,2%) é a principal demanda, com educação pública recebendo apenas 9,9% das citações. Regionalmente, a segurança pública é o problema mais citado no Sudeste (23,7%) e no Nordeste (22,7%). No Norte e Centro-Oeste, a saúde pública lidera (22,3%), com inflação em alta (19,2%). No Sul, segurança (20,9%) e inflação (19,6%) dividem as primeiras posições.
A pesquisa foi realizada entre os dias 25 e 28 de janeiro e ouviu 2.080 eleitores em 160 municípios em todas as regiões do país, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais para o total da amostra e nível de confiança de 95%.

O Instituto Paraná Pesquisas vai divulgar nesta quinta-feira (29) mais uma simulação sobre a corrida presidencial de 2026. A pesquisa, além de contar simulações de primeiro e segundo turno, ainda avalia a rejeição dos principais presidenciáveis e analisa a aprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A sondagem projetará dois cenários de primeiro turno. Em um deles, os entrevistados escolherão entre Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Ratinho Junior (PSD), Ronaldo Caiado (União), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Aldo Rebelo (DC). No outro, apenas uma mudança: sai Flávio, entra Tarcísio de Freitas (Republicanos).
O instituto também apresentará três cenários de segundo turno, todos com a presença do presidente Lula: contra Flávio Bolsonaro, Tarcísio de Freitas e Ratinho Junior. Os outros dois postulantes a uma candidatura presidencial pelo PSD, Ronaldo Caiado e Eduardo Leite, ficaram de fora das simulações de segundo turno.
No quesito da avaliação pessoal de cada candidato, o Paraná Pesquisas questionou os entrevistados se teriam certeza em votar, se poderiam votar ou não votariam de jeito nenhum nos candidatos Lula, Flávio Bolsonaro, Ratinho Júnior e Tarcísio de Freitas.
Esse levantamento será o primeiro da Paraná Pesquisas em 2026. Em sua última pesquisa do ano passado, o Paraná Pesquisas havia apurado que o presidente Lula aparecia em primeiro lugar em todos os cenários de primeiro turno. Já nas seis simulações de segundo turno, Lula aparece numericamente à frente, mas empatado tecnicamente, pela margem de erro, com Jair Bolsonaro, Flávio Bolsonaro, Tarcísio de Freitas, Michelle Bolsonaro e Ratinho Junior.
Um dado curioso da nova sondagem do Paraná Pesquisas é que nomes que vinham sendo inseridos anteriormente nos levantamentos entre os postulantes a uma candidatura presidencial, como Michelle Bolsonaro (PL), a senadora Tereza Cristina (PP), o ex-governador Ciro Gomes (PSDB), foram deixados de fora das simulações. Até mesmo o presidente do Missão, Renan Santos, que vem tendo o seu nome testado em outras pesquisas, foi deixado de fora nos cenários do Paraná Pesquisas.
O trabalho de campo para a realização do levantamento foi feito pelo Paraná Pesquisas entre o último domingo (25) e esta quarta (28). Foram 2.080 entrevistas, com uma margem de erro de 2,2 pontos percentuais.
A Paraná Pesquisas divulgou, nesta sexta-feira (23), uma pesquisa sobre o cenário eleitoral do estado do Paraná. O levantamento foi realizado entre os dias 18 e 22 de janeiro deste ano.
O instituto analisou a aprovação do governador Ratinho Junior, que já alcança 85,5% de aprovação popular. Do total de entrevistados, 36,5% avaliam a gestão como ótima e 38,3% como boa, enquanto apenas 11,5% desaprovam a administração.
Apesar de Ratinho Junior não poder disputar a reeleição direta, seu nome ainda aparece espontaneamente quando os eleitores são questionados sobre o próximo governador do Estado. Na pesquisa espontânea, 74,2% afirmaram não saber ou preferiram não opinar. Entre os nomes citados, Ratinho Junior aparece com 9,5%, seguido por Sergio Moro (4,5%) e Requião Filho (2,2%).
Nos cenários estimulados, quando uma lista de candidatos é apresentada, o ex-juiz e senador Sergio Moro (União) lidera a disputa. No primeiro cenário testado, Moro registra 41,6% das intenções de voto, à frente de Alvaro Dias (19,7%), Requião Filho (19,5%) e Guto Silva (5,7%). Em outro cenário, com a inclusão do ex-prefeito de Curitiba Rafael Greca, Moro mantém a liderança com 37,8%, enquanto Alvaro Dias e Greca empatam com 17,5%.
As simulações de segundo turno reforçam a vantagem de Sergio Moro. Ele venceria todos os adversários testados, com destaque para a disputa contra Alexandre Curi (56,0% a 28,2%) e contra Requião Filho (55,9% a 33,4%). Mesmo nos cenários mais equilibrados, como diante de Alvaro Dias e Rafael Greca, Moro aparece numericamente à frente.
Em relação à rejeição, Requião Filho lidera com 30,2%, seguido por Sergio Moro, que apresenta 20,2%.
No cenário para o Senado Federal, o grau de indefinição é ainda maior. Na pesquisa espontânea, 82,5% dos eleitores não souberam indicar um nome. Já no cenário estimulado, em que os entrevistados puderam citar até dois candidatos, Alvaro Dias lidera com 47,5%, seguido por Alexandre Curi (36,2%), Cristina Graeml (26,0%) e Filipe Barros (23,0%). Alvaro Dias também aparece como o mais rejeitado para o Senado, com 21,0%.
A pesquisa ouviu 1.300 eleitores em 54 municípios do Paraná, com margem de erro de 2,8 pontos percentuais e nível de confiança de 95%. As entrevistas foram realizadas de forma presencial e individual.
Um levantamento nacional do Instituto Paraná Pesquisas indica que 45,6% do eleitorado aprova a administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 50,9% desaprovam. Outros 3,5% disseram não saber ou preferiram não opinar.
No caso da avaliação do governo, 12,9% classificaram a administração como “ótima” e 19,8% como “boa”. Para 23,1%, o desempenho é “regular”, enquanto 8% consideraram “ruim” e 34,8% “péssimo”; 1,4% não souberam ou não opinaram.

De acordo com a pesquisa, entre homens a aprovação soma 41,4%, enquanto 54,8% desaprovam. Outros 3,7% não souberam responder. Já entre as mulheres o índice de aprovação chega a 49,3%, frente a 47,4% de desaprovação. 3,2% não opinou.
Por faixa etária, os percentuais de aprovação registrados foram: 47,7% (16 a 24 anos), 41,9% (25 a 34), 41,2% (35 a 44), 46,7% (45 a 59) e 50,1% (60 anos ou mais).
Na escolaridade, a aprovação foi indicada por 54,4% entre entrevistados com ensino fundamental, 43,4% no ensino médio e 37,0% no ensino superior.

No recorte sobre participação em celebrações religiosas nos últimos 10 dias, a aprovação é de 50,5% entre quem respondeu “não” e de 40,8% entre quem respondeu “sim”, segundo a tabela do levantamento.
Por religião declarada, a aprovação aparece em 51,1% entre católicos, 33,9% entre evangélicos e 46,8% entre entrevistados que citaram outras religiões.
Regionalmente, a aprovação indicada foi de 42,7% no Norte + Centro-Oeste, 58% no Nordeste, 41,6% no Sudeste e 36,6% no Sul.

A pesquisa foi realizada com 2.038 eleitores em 26 estados e no Distrito Federal, em 163 municípios. O instituto informa nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,2 pontos percentuais para os resultados gerais.
A coleta ocorreu por entrevistas pessoais entre 18 e 22 de dezembro de 2025.
Uma pesquisa nacional realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas, entre os dias 6 e 10 de novembro de 2025, posicionou Flamengo e Corinthians nos dois primeiros lugares entre os clubes mais citados quando os brasileiros são questionados espontaneamente sobre qual time mais odeiam. O Bahia aparece em 11°, registrando 0,7% das menções, índice considerado baixo, mas que o coloca à frente de diversas equipes tradicionais do futebol nacional.
Mesmo com rejeição discreta, o Bahia supera, por exemplo, Sport (0,6%), Vitória (0,6%), Fluminense (0,5%), Santos (0,5%) e Athletico-PR (0,4%). O número, embora reduzido, chama atenção por reforçar que o clube baiano tem presença lembrada no cenário nacional, mesmo quando o tema é rivalidade.
No topo da rejeição o Flamengo tem folga, com 13,5% dos entrevistados que afirmam odiar o Rubro-Negro Carioca, distância enorme em relação a todos os demais clubes e quase o dobro do Corinthians (11,1%). Na sequência, surgem Palmeiras (7,7%), Vasco (4,6%) e São Paulo (2,4%).
Apesar disso, o dado mais relevante da pesquisa é que 42,2% dos brasileiros dizem não odiar nenhum time, enquanto 0,9% afirmam odiar todos. Os demais citam clubes variados, sempre em percentuais baixos, como Internacional (1,3%), Grêmio (1,1%) e Atlético-MG (1,0%).

O levantamento ouviu 2.020 eleitores, distribuídos em 26 estados e no Distrito Federal, abrangendo 164 municípios. O estudo apresenta margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
A pesquisa também revelou diferenças relevantes entre os segmentos da população:
- Por gênero, onde homens rejeitam mais o Flamengo (15,8%) e o Corinthians (13,9%) e mulheres rejeitam mais o Flamengo (11,5%) e demonstram índice maior de “não odeia nenhum time” (49,0%).
- Por faixa etária, onde ovens entre 16 e 24 anos marcam 9,9% de rejeição ao Flamengo e pessoas entre 35 e 44 anos e 45 e 59 anos têm índices acima de 12% de rejeição ao Flamengo. Entre idosos, a rejeição a qualquer time é menor: 47,8% dizem não odiar nenhum.
- Por escolaridade, onde os entrevistados com ensino superior apresentam maior rejeição ao Flamengo (14,0%) e ao Corinthians (9,4%). Já aqueles com ensino fundamental tendem a rejeitar menos — 5,2% citaram o time rubro-negro.
- Por renda, onde o público PEA (população economicamente ativa) rejeita mais o Flamengo (14,1%). O grupo não PEA apresenta maior índice de neutralidade (45,1% não odeiam nenhum time).
- Por região, onde no Norte e Centro-Oeste o Flamengo lidera (16,7%), no Nordeste o Flamengo também domina (19,3%), no Sudeste, o destaque fica para o Corinthians (12,9%) e Flamengo (11,9%). No Sul: Flamengo (10,7%) e Grêmio (6,8%) aparecem entre os mais citados.
A amostra foi selecionada em três etapas de sorteio probabilístico, considerando: municípios, localidades dentro dos municípios, e perfis demográficos (gênero, faixa etária, escolaridade e renda). No mínimo 404 entrevistas foram auditadas pela equipe supervisora. A pesquisa é representativa da população brasileira com 16 anos ou mais.


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera todos os cenários de eventuais segundo turno para as eleições de 2026, de acordo com levantamento divulgado nesta terça-feira (11) pelo Paraná Pesquisas.
O estudo ouviu 2.020 eleitores em 164 municípios, distribuídos pelos 26 estados e o Distrito Federal. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
No primeiro cenário de segundo turno, entre Lula e Jair Bolsonaro (PL), o petista aparece com 43,7%, enquanto o ex-presidente tem 43,1%, configurando um empate técnico. Nesse recorte, 7,6% dos entrevistados votariam em branco ou nulo e 5,6% não souberam opinar.
Em um segundo cenário, Lula enfrentaria Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e venceria com 45% das intenções de voto, contra 38,6% do senador. Outros 10% disseram que votariam nulo, enquanto 6% não souberam responder.
No terceiro cenário, em um embate com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, Lula aparece novamente à frente, com 44,2%, contra 42,1% dela, outro empate técnico. Nesse caso, 7,8% declararam voto nulo e 5,3% não souberam opinar.
Já no quarto cenário, que coloca o presidente frente a frente com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o petista também venceria, com 43%, contra 41,8% do adversário. Nesse cenário, 9,5% afirmaram que votariam em branco e 5,7% não souberam responder.

Levantamento divulgado nesta quarta-feira (29) pela Paraná Pesquisas mostra que 45,8% dos brasileiros acreditam que a situação da segurança pública no país “piorou” durante o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Apenas 17,2% avaliam que o cenário “melhorou”, enquanto 33,9% afirmam não ter percebido mudanças. Outros 3,1% não souberam responder.
O instituto entrevistou 2.020 eleitores entre os dias 21 e 24 de outubro de 2025, em 26 estados e no Distrito Federal. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

Em relação aos mais pobres, 38,1% dos entrevistados disseram acreditar que a situação dessa parcela da população “melhorou” sob o governo Lula. Para 31,3%, o quadro “piorou”, e 27,3% responderam que “permaneceu igual”. Outros 3,3% não souberam opinar.
A pergunta formulada pelo instituto foi: “Com o presidente Lula no governo, a situação dos mais pobres no Brasil, ou seja, aqueles em situação mais vulnerável, melhorou, piorou ou permaneceu igual?”.

EDUCAÇÃO
Na área da educação pública, 34,3% afirmaram que o ensino no país “piorou” sob a atual gestão. Já 29,1% disseram que o setor “melhorou”, e 32,5% acreditam que “permanece igual”. Outros 4,1% não souberam responder.

A questão apresentada aos entrevistados foi: “Com o presidente Lula no governo, a situação da educação pública no Brasil melhorou, piorou ou permaneceu igual?”.
SAÚDE PÚBLICA
No campo da saúde pública, 36,7% consideram que a situação se mantém semelhante à de governos anteriores. Para 33,5%, o quadro “piorou”, e 26,3% avaliaram que “melhorou”. Outros 3,4% não responderam.

SITUAÇÃO FINANCEIRA
Quanto à situação financeira pessoal e familiar, 40% dos entrevistados disseram que não houve alterações durante o terceiro governo Lula. Para 29,7%, as condições “pioraram”, enquanto 27,8% afirmaram que “melhoraram”. Outros 2,6% não souberam responder.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece como líder em todos os cenários eleitorais para 2026, segundo levantamento do Paraná Pesquisas divulgado nesta segunda-feira (27).
A pesquisa entrevistou 2.020 eleitores em 162 municípios brasileiros entre os dias 21 e 24 de outubro, revelando que, apesar da vantagem no primeiro turno, o atual mandatário enfrenta situação de empate técnico com três dos quatro adversários testados em simulações de segundo turno.
O estudo apresenta quatro configurações diferentes para o primeiro turno, nas quais o percentual de Lula varia entre 37% e 37,6%. Na simulação que inclui o ex-presidente Jair Bolsonaro, o petista registra 37% das intenções de voto, contra 31% do ex-mandatário.

O trabalho de campo abrangeu todas as unidades federativas para garantir representatividade nacional dos resultados. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
No primeiro cenário testado, além de Lula (37%) e Bolsonaro (31%), aparecem o ex-governador do Ceará, Ciro Gomes (PSDB), com 7,5%; o governador de Santa Catarina, Ratinho Júnior (PSD), com 6%; o governador mineiro Romeu Zema (Novo), com 4,7%; e o governador goiano Ronaldo Caiado (União Brasil), com 3,2%. Nesta configuração, 4,8% dos entrevistados não souberam responder ou não opinaram, enquanto 5,8% indicaram que não votariam em nenhum dos nomes ou escolheriam a opção branco/nulo.

Na simulação que substitui Jair por Michelle Bolsonaro, Lula mantém 37,3% das intenções de voto, enquanto a ex-primeira-dama alcança 28%. Neste cenário, Ratinho Júnior obtém 8,5%, Ciro Gomes 8,2%, Caiado 4,2% e Zema 2%. Os indecisos somam 5,5%, e 6,2% rejeitam todas as opções apresentadas.

Quando confrontado com o governador paulista Tarcísio de Freitas (Republicanos), o presidente registra sua maior vantagem numérica: 37,4% contra 22,3%. Nesta configuração, Ciro aparece com 9%, seguido por Ratinho Júnior (8,1%), Zema (5,7%) e Caiado (4,1%). Os indecisos representam 5,8% e os votos brancos/nulos totalizam 7,6%.

A diferença mais expressiva ocorre no quarto cenário, onde Lula registra 37,6% e o senador Flávio Bolsonaro (PL) 19,2%. Nesta simulação, Ratinho Júnior atinge seu melhor desempenho com 9,6%, seguido por Ciro Gomes (8,9%), Zema (6,2%) e Caiado (4,8%).
As projeções de segundo turno mostram um quadro mais competitivo. Em um eventual confronto com Jair Bolsonaro, Lula teria 44,9% contra 41,6% do ex-presidente. Contra Michelle Bolsonaro, o atual mandatário registraria 44,7% contra 41,6% da ex-primeira-dama. Na disputa com Tarcísio, Lula aparece com 44,9% contra 40,9%. A maior vantagem seria contra Flávio Bolsonaro, com 46,7% para Lula e 37% para o senador.

Considerando a margem de erro de 2,2 pontos percentuais, configura-se empate técnico nos cenários de segundo turno contra Bolsonaro, Michelle e Tarcísio, já que a diferença entre os candidatos é inferior a 4,4 pontos percentuais, o dobro da margem estabelecida pelo instituto.
A gestão do prefeito Bruno Reis (União) é aprovada por 78% dos eleitores soteropolitanos, conforme levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, em parceria com o Bahia Notícias. Ouvindo 710 pessoas entre os dias 4 e 8 de agosto, a pesquisa aponta que somente 18,7% da população não aprova a administração do prefeito, reeleito em outubro de 2024 – neste cenário, 3,2% não souberam ou não opinaram.
O percentual é semelhante ao registrado nas urnas no último ano, quando ele foi reconduzido ao Palácio Thomé de Souza com 78,67% dos votos dos soteropolitanos. Considerando a margem de erro de 3,8%, a diferença está na oscilação possível para o levantamento.

Na série histórica realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas, o somatório das pessoas que consideram a gestão como boa ou ótima atinge o maior número até aqui, com 59,5%, ante o recorde anterior, registrado em outubro de 2024, quando esse número chegou a 57,7%.

O detalhamento indica que 27,7% consideram a administração ótima, 31,8% boa, 26,5% regular, 4,4% ruim e 7,7% péssima. Não souberam ou não responderam somente 1,8% dos entrevistados.
LEVANTAMENTO POR BAIRROS
O prefeito é aprovado em um percentual ainda maior em bairros considerados populares. Na região de Valéria, esse índice chega 88,9%; no Subúrbio e nas Ilhas a 85,5%; Cabula e Tancredo Neves a 84,4%; e Liberdade e São Caetano a 80,8%.

As regiões do Centro e Brotas registram os menores percentuais de aprovação, com 72,4%, e da Barra e Pituba, com 73,2%.
O grau de confiança do levantamento é de 95%.
O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) segue em busca de melhorar sua popularidade, após enfrentar fortes índices de desaprovação nos primeiros anos de seu terceiro mandato. Segundo levantamento feito pelo Instituto Paraná Pesquisas em parceria com o Bahia Notícias, e divulgado nesta quinta-feira (31), a avaliação dos baianos sobre a gestão de Lula melhorou em relação ao mês de março, mas ainda apresenta números expressivos na classificação negativa.
De acordo com a pesquisa, 41,9% dos entrevistados avaliaram o governo de Lula como "ruim" ou "péssimo", enquanto 34,2% afirmaram que a condução da gestão federal é "boa" ou "ótima". Além disso, 22,5% disseram que a avaliação é "regular" e 1,5% não soube responder.
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Os números apontam uma melhora na avaliação em relação ao mês de março. Naquela ocasião, 43,8% afirmaram que o governo era "ruim" ou "péssimo". Em contrapartida, 29,5% disseram que a gestão era "boa" ou "ótima". No caso, 25,7% avaliaram como "regular" e 1,1% não soube responder.
A aprovação do governo registrou um crescimento expressivo na pesquisa. Saindo de 44% para 49,3%, enquanto a desaprovação diminuiu de 52,6% para 47,3%. Na pesquisa lançada agora em julho, 3,3% não souberam responder.

O levantamento ouviu 1620 eleitores, em 66 municípios, entre os dias 25 e 29 de julho de 2025 e possui intervalo de confiança de 95%, com margem de erro de 2,5%.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) possui uma vantagem significativa na Bahia para sua reeleição, vencendo seus oponentes em todos os cenários, conforme levantamento feito pelo Instituto Paraná Pesquisas em parceria com o Bahia Notícias, e divulgado nesta quinta-feira (31).
O primeiro cenário leva em consideração a candidatura do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), principal nome da oposição, mas que está inelegível para a disputa do pleito. No cenário com seu nome ao Palácio do Planalto, Lula alcançou 44% das intenções de voto, enquanto Bolsonaro atingiu 30,1%. Em terceiro lugar os votos em branco e nulos, com 7,8%.

Quando a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) é apresentada como candidata, a vantagem de Lula cresce para 44,4%. Michelle teria menos votos que Jair Bolsonaro, sendo escolhida por 24,3% dos entrevistados. Na terceira posição, surge o nome de Ciro Gomes (PDT), com 8,6%.
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Um cenário com a candidatura do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), mostra Lula ampliando ainda mais sua diferença para o segundo colocado, recebendo 44,6% dos votos, enquanto o governador chega a 21,7%. Neste cenário, a terceira posição ficou com os votos em branco e nulos, com 10,4%.
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No contexto espontâneo, onde os nomes dos candidatos não são apresentados, Lula mantém a vantagem com 23,5% das intenções de voto. Bolsonaro aparece em segundo com 17,2%, e Tarcísio fecha os três melhores colocados com 2,2%. A maioria dos eleitores se mostra indecisa, chegando a 46,9%.
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O levantamento ouviu 1620 eleitores, em 66 municípios, entre os dias 25 e 29 de julho de 2025 e possui intervalo de confiança de 95%, com margem de erro de 2,5%.
Uma pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas, em parceria com o Bahia Notícias, realizada entre os dias 25 e 29 de julho de 2025, aponta um aumento na desaprovação da administração do governador Jerônimo Rodrigues (PT).
Segundo o levantamento, a maioria dos eleitores baianos desaprova a gestão (51,6%). Já a aprovação da gestão é de 44,9%. Apenas 3,5% dos entrevistados não souberam ou não opinaram.

Comparando esses números com os de março de 2025, é possível observar uma tendência negativa para o governador: a aprovação caiu de 47,4% para 44,9%. Já a desaprovação subiu de 48,7% para 51,6%. O percentual de "não sabe/não opinou" permaneceu estável, passando de 3,9% para 3,5%.
Ao serem questionados sobre a avaliação da administração de Jerônimo, os eleitores responderam da seguinte forma:
Péssima: 32,3%.
Regular: 24,2%.
Boa: 21,2%.
Ótima: 10,8%.
Ruim: 9,9%.
Não sabe/não opinou: 1,7%.
O levantamento ouviu 1620 eleitores, em 66 municípios, entre os dias 25 e 29 de julho de 2025 e possui intervalo de confiança de 95%, com margem de erro de 2,5%.
Uma nova pesquisa realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas, em parceria com o Bahia Notícias, traz os contornos da disputa pelo Legislativo Federal em 2026 na Bahia. Os levantamentos para o Senado indicam a liderança dos ex-governadores Rui Costa (PT) e Jaques Wagner (PT) nos cenários estimulados.
No cenário espontâneo, quando o nome dos candidatos não é apresentado, a maioria dos eleitores baianos ainda demonstra indecisão. O percentual de "Não sabe/não opinou" atinge 87,3%. Entre os nomes citados, Jaques Wagner (1,8%) e Rui Costa (1,4%) aparecem com as maiores menções, seguidos por Otto Alencar (PSD) (1,1%) e ACM Neto (União) (0,9%).

Já no primeiro cenário estimulado, onde os eleitores podiam citar até dois candidatos para Senador, os resultados são os seguintes:
Rui Costa soma 44,5% e é seguido por Jaques Wagner (34,4%) e pelo ex-ministro da Cidadania João Roma (PL), com 23,8%. Na sequência aparecem o senador Angelo Coronel (PSD), com 13,4%; Márcio Marinho (Republicanos), com 7,0%; Adolfo Viana (PSDB) 6%; Marcelo Nilo (Republicanos) 4,8% e Zé Cocá (PP) 4,6%. Entre os que não sabe ou não opinaram a porcentagem soma 6,6. Nenhum/Branco/Nulo: 14,9%.

Com a ausência de Angelo Coronel no segundo cenário estimulado, a distribuição dos votos pulveriza, mas a liderança de Rui Costa e Jaques Wagner permanece:
Rui Costa: 45,7%
Jaques Wagner: 35,7%
João Roma: 24,6%
Márcio Marinho: 8,9%
Adolfo Viana: 7,3%
Marcelo Nilo: 6,4%
Zé Cocá: 4,8%
Não sabe/Não opinou: 7,0%
Nenhum/Branco/Nulo: 15,3%

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O ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, tem 21,4% das intenções de voto para governador da Bahia. É o que afirma a pesquisa feita pelo Instituto Paraná Pesquisas em parceria com o Bahia Notícias e divulgada nesta quinta-feira (31).
No cenário espontâneo, quando o nome dos candidatos não é apresentado aos eleitores, Neto lidera a pesquisa e é seguido pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT), que acumulou 11,4%. Também figuram na lista o ex-governador Rui Costa (PT), com 1,8%; o prefeito de Salvador, Bruno Reis, com 0,6%, Jaques Wagner (PT), com 0,2% e João Roma (PL), com 0,1%. 58,1% não sabe ou decidiu não opinar.

Já na primeira situação estimulada, quando os nomes dos candidatos foram apresentados para os eleitores baianos, ACM Neto chega a 53,5% das intenções de voto. Em segundo lugar figura Jerônimo Rodrigues com 28,1%, seguido por João Roma com 6,1% e Kléber Rosa com 1,3%. 4,6% não sabe ou decidiu não opinar. Os quatro foram candidatos ao governo da Bahia em 2022.

O levantamento também testou outro cenário estimulado, sem a presença de Jerônimo Rodrigues. Nesse caso, ACM Neto soma 53,3% das intenções de voto e é seguido por Rui Costa, com 28%. Na terceira posição aparece João Roma (6,2%) e em último lugar Kléber Rosa (1,4%). Não sabe ou não opinou representa 4,3% deste recorte.

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SEGUNDO TURNO
Um cenário de segundo turno foi levantado pela Paraná Pesquisas colocando ACM Neto e Jerônimo frente a frente. O ex-prefeito de Salvador leva vantagem: lidera com 59,4%, contra 30,8% do atual governador da Bahia. Brancos, nulos e nenhum somam 5,9% e não sabe ou não opinou chegou a 4%.

O levantamento ouviu 1620 eleitores, em 66 municípios, entre os dias 25 e 29 de julho de 2025 e possui intervalo de confiança de 95%, com margem de erro de 2,5%.
A maioria da população brasileira não acredita que até o fim do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) será possível incluir com mais facilidade itens como picanha e cerveja nas compras do mês. É o que mostra levantamento divulgado nesta segunda-feira (30) pelo instituto Paraná Pesquisas.
Segundo os dados, 67,1% dos entrevistados afirmaram não acreditar que a dupla — que foi símbolo de campanha de Lula em 2022 — se tornará mais acessível economicamente até o término do atual mandato presidencial. Por outro lado, 26,3% disseram confiar em uma melhora nas condições econômicas. Outros 6,6% não souberam ou preferiram não responder.

Apesar da maioria ainda demonstrar pessimismo, o índice representa uma leve melhora em relação à pesquisa anterior, realizada em abril. Naquela ocasião, 68,4% dos entrevistados se mostravam descrentes quanto à melhora, enquanto 25,7% demonstravam otimismo. Os que não souberam ou não opinaram eram 5,9%.
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A Paraná Pesquisas também indica que a percepção de grande parte dos brasileiros é de que o preço da picanha está mais alto no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em comparação com o período do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Conforme os dados, 50% dos entrevistados disseram que o preço está mais alto — sendo 33,2% que o consideram “muito mais alto” e 16,8% que o veem “um pouco mais alto”. Outros 21,7% avaliam que os preços permanecem iguais.
Já 17,9% afirmam que a picanha está mais barata atualmente — divididos entre 14,1% que acham “um pouco mais baixa” e 3,8% que apontam como “muito mais baixa”. O percentual de entrevistados que não souberam ou não lembram é de 10,5%.

A pesquisa ouviu 2.020 pessoas entre os dias 18 e 22 de junho, em todos os estados e no Distrito Federal. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
A maioria dos brasileiros afirma ter percebido aumento nos preços dos produtos de supermercado desde o início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). É o que revela levantamento do instituto Paraná Pesquisas, divulgado nesta segunda-feira (30).
Conforme os dados, 71,4% dos entrevistados disseram que os preços subiram; 17,2% afirmaram que os valores permaneceram os mesmos; 9,4% notaram redução; e 2,1% não souberam ou não quiseram responder.

A pesquisa foi realizada entre os dias 18 e 22 de junho, em todos os estados do país e no Distrito Federal. Foram ouvidas 2.020 pessoas, e a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
A percepção de alta nos preços é mais acentuada na Região Sul, com 77,9% dos entrevistados relatando aumento, seguida pelas regiões Sudeste (76,1%), Norte e Centro-Oeste (71,8%) e Nordeste (60,4%).
Entre os gêneros, a diferença é pouco significativa: 71,5% das mulheres disseram perceber aumento, contra 71,2% dos homens.
Quanto aos que afirmaram ter notado redução nos preços, a maior proporção foi registrada no Nordeste (13%), seguido por Norte e Centro-Oeste (10,3%), Sul (8,3%) e Sudeste (7%). Neste grupo, 10,1% das mulheres relataram queda nos preços, ante 8,7% dos homens.
Levantamento divulgado nesta quarta-feira (25) pelo Instituto Paraná Pesquisas aponta que 56,7% dos brasileiros desaprovam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A aprovação da gestão petista é de 39,8%, enquanto 3,5% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder.
Em comparação com o levantamento anterior, realizado em abril, a taxa de desaprovação recuou 0,7 ponto percentual, passando de 57,4% para 56,7%. Já a aprovação teve leve alta de 0,6 ponto percentual, subindo de 39,2% para 39,8%.
Quando questionados sobre a avaliação da administração federal, 37,9% classificaram o governo como “péssimo” e 9,6% como “ruim”. Por outro lado, 16,8% avaliaram como “boa” e 8,8% como “ótima”. Outros 25,8% consideraram a gestão “regular”, enquanto 1,1% não opinaram.

A pesquisa foi realizada entre os dias 18 e 22 de junho de 2025, com 2.020 eleitores entrevistados em 162 municípios distribuídos nos 26 Estados e no Distrito Federal. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais e o grau de confiança é de 95%.
Um levantamento realizado pelo instituto Paraná Pesquisas, divulgado nesta terça-feira (1º), aponta que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) lidera a intenção de voto para a Presidência da República no Distrito Federal, com 40,3%. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece em segundo lugar, com 23,5%. Apesar da liderança na pesquisa, Bolsonaro está inelegível.
O cenário estimulado também aponta Ronaldo Caiado (União) na terceira posição com 11,2%. Ele é seguido por Ciro Gomes (PDT) (8,6%) e Eduardo Leite (PSDB) (2,2%). Não sabe ou não opinou representa 4,3% do levantamento e brancos e nulos 9,5%.

Bolsonaro também lidera as intenções de voto quando no cenário espontâneo, quando o nome dos candidatos não é apresentado aos entrevistados. O ex-presidente soma 18,4% frente aos 12,3% de Lula.

Segundo a pesquisa, o petista também ficaria atrás em eventual disputa contra Michelle Bolsonaro: a ex-primeira dama figura com 31,4% dos votos contra 23,6% de Lula.

LULA E TARCÍSIO
No Distrito Federal, o presidente Lula só aparece empatado com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Lula aparece com 24,3% das intenções de voto, contra 24,1% do ex-ministro de Bolsonaro.

O levantamento ouviu 1.600 eleitores de forma presencial entre os dias 21 e 25 de março no Distrito Federal. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
A gestão do governador Jerônimo Rodrigues (PT) é desaprovada por 48,7% dos eleitores do estado da Bahia. É o que indica levantamento feito pelo Instituto Paraná Pesquisas e divulgado nesta segunda-feira (24). Entre os que aprovam a administração petista, o número chega a 47,4%. Não sabe ou não opinou somam 3,9% na estimulada.
A pesquisa também mostra que 9,8% consideram o governo de Jerônimo “ótimo”, enquanto 23,8% dos consultados a definem como “boa”. A gestão dele é apontada como “regular” por 25,7% das pessoas.

Por outro lado, o governo Jerônimo é classificado como “ruim” por 8,7% e “péssimo” para 30,3% dos entrevistados. Não sabem ou não opinaram representam 1,6%.
O levantamento ouviu 1640 eleitores, em 65 municípios, entre os dias 17 e 20 de março de 2025 e possui intervalo de confiança de 95%, com margem de erro de 2,5%.
ACM Neto, vice-presidente nacional do União Brasil, tem 17,5% das intenções de voto para governador da Bahia. É o que afirma a pesquisa feita pelo Instituto Paraná Pesquisas e divulgada nesta segunda-feira (24).
Em um cenário espontâneo, quando os eleitores foram questionados em quem votariam "se as eleições para Governador do Estado da Bahia fossem hoje", ACM Neto (União) lidera a pesquisa com 17,5% das intenções de votos. Enquanto Jerônimo acumulou apenas 9,1%, Rui Costa teve 1,5%, Bruno Reis 0,7%, João Roma 0,4% e Kléber Rosa 0,1%. 64,7% não sabe ou decidiu não opinar.

Já em uma situação estimulada, quando os nomes dos candidatos foram apresentados para os eleitores, ACM Neto chega a 52% das intenções de voto. Em segundo lugar figura Jerônimo Rodrigues com 27,4%, seguido por João Roma com 8,1% e Kléber Rosa com 1,5%. Esse é o mesmo cenário do primeiro turno de 2022. 4,1% não sabe ou decidiu não opinar.

Em um segundo cenário estimulado, sem a presença do presidente do PL na Bahia, João Roma, ACM Neto permanece na liderança com 56,4% das intenções, seguido por Jerônimo com 30% e por Kleber Rosa com 1,7%. 4,3% não sabe ou decidiu não opinar.

Em uma situação onde ACM Neto disputasse contra Rui Costa (PT), o candidato do União Brasil lideraria com 51,5% dos votos, enquanto o petista tem 27,4%. Em seguida, ficou João Roma com 7,7% e Kléber Rosa com 1,4%. 4,9% não sabe ou decidiu não opinar.

O levantamento ouviu 1640 eleitores, em 65 municípios, entre os dias 17 e 20 de março de 2025 e possui intervalo de confiança de 95%, com margem de erro de 2,5%. (Atualizado às 09h42 para detalhar algumas informações do levantamento)
Um levantamento eleitoral feito pela Paraná Pesquisas divulgado nesta terça-feira (25) aponta o atual governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), na frente da corrida para chefia executiva do estado em quase todos os cenários. As eleições acontecem no mês de outubro de 2026.
Na pesquisa estimulada, em que os candidatos não são listados para o entrevistado, Tarcísio lidera com 15,4%, seguido por Fernando Haddad (PT) com 1,8% e Guilherme Boulos (PSOL) com 1,6%. Chama atenção a proporção de ouvidos que não souberam opinar (71%).

Já no cenário estimulado, em que os candidatos são apresentados, o atual mandatário paulista está na dianteira com 37,8%, logo atrás aparece Geraldo Alckmin (PSB) com 24,7%, e Pablo Marçal (PRTB) com 16,2%.

Os dados da pesquisa foram coletados por meio de entrevistas pessoais com 1.650 eleitores em 86 municípios do estado de São Paulo, realizadas entre os dias 20 e 23 de fevereiro deste ano.
Um levantamento nacional feito pelo Instituto Paraná Pesquisas sobre a investigação do ex-presidente Jair Bolsonaro, indica que 93,6% da população tem conhecimento quanto ao caso envolvendo o ex-militar, investigado por uma tentativa de golpe de Estado.
A pesquisa, realizada entre os dias 07 a 10 de janeiro de 2025, ouviu eleitores dos 26 estados e Distrito Federal em 164 municípios, totalizando 2018 pessoas, e atinge um grau de confiança de 95,0%, com uma margem estimada de erro de 2,2 pontos percentuais para os resultados gerais.
Ao serem questionados diretamente sobre ter conhecimento de que o ex-presidente Jair Bolsonaro está sendo investigado por uma tentativa de golpe de Estado, os eleitores foram maioria com a resposta "Sim, ficou sabendo", totalizando 93,6%, enquanto 6,4% não sabiam da investigação.

Quando questionados se acreditavam que o ex-presidente teria tentado dar um golpe de Estado, os eleitores se dividiram. A pesquisa indica que 45,6% dos entrevistados acreditam que Jair Bolsonaro tentou, enquanto 44,4% afirmam que não.

O levantamento feito pelo Paraná Pesquisas ainda indagou os eleitores sobre o processo contra o ex-presidente ser justo ou não. Para 44,8% dos entrevistados, a investigação é justa. Já 42,6% dos eleitores acreditam que a movimentação contra o militar é injusta.

O perfil da Pesquisa de Opinião Pública Nacional, feita pela Paraná Pesquisas, teve 52,3% pessoas do gênero feminino (1056) e 47,7% pessoas do gênero masculino (962). A maioria dos entrevistados tinha até o ensino médio (1557), sendo apenas 461 eleitores com ensino superior.
A pesquisa entrevistou mais pessoas entre 45 e 59 anos, sendo a minoria eleitoreis entre 16 e 24.
Uma pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas, divulgada nesta quarta-feira (15), avaliou o potencial eleitoral do cantor sertanejo Gustavo Lima e concluiu que mais da metade dos entrevistados (50,6%) não votaria no artista de jeito nenhum.
Por outro lado, apenas 9,4% dos participantes da pesquisa afirmaram que "com certeza votaria nele para Presidente do Brasil". Os que "poderiam votar nele para presidente do Brasil" representam quase um terço dos ouvidos (31,5%).
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Outro índice negativo revelado na pesquisa foi sobre a entrada do músico na política partidária, um pouco mais de 65,5% das mulheres ouvidas são contra o ingresso de Gustavo Lima; entre os homens a rejeição é semelhante, 65,8%. De todos os ouvidos, 27,8% gostam da ideia do intérprete com mandato político.
No espectro das regiões, a rejeição quanto a entrada do artista sertanejo na política é maior no sudeste (73,6%); na região sul, 71,9% dos ouvidos não gostariam que o cantor entrasse na política.
Na região Nordeste, 54,5% dos entrevistados rejeitam a entrada do cantor na política, enquanto 33,4% aprovam o novo desafio dele. Já 12,1% dos ouvidos não souberam opinar.
Levantamento divulgado pelo instituto Paraná Pesquisas nesta segunda-feira (13) aponta empate técnico entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em uma eventual disputa presidencial. No cenário testado, Lula aparece com 34% das intenções de voto, enquanto Bolsonaro, atualmente inelegível, registra 33,9%.
A pesquisa inclui também o nome de Pablo Marçal (PRTB), que anunciou sua pré-candidatura à Presidência em 2026. Marçal obtém 6,1% das intenções de voto.
Em um cenário sem Marçal, Bolsonaro lidera numericamente, com 37,3% contra 34,4% de Lula. No entanto, os dois permanecem empatados dentro da margem de erro, que é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Os números são semelhantes aos do levantamento anterior, realizado em novembro de 2024, quando Bolsonaro registrava 37,6% e Lula, 33,6%.
Com Jair Bolsonaro fora da disputa e Michelle Bolsonaro assumindo uma eventual candidatura, quem lidera é o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele soma 34,5% frente a 20,7% da ex-primeira dama. Na sequência Ciro Gomes tem 12,9%, Pablo Marçal 11,5% e Ronaldo Caiado chega a 6,6%.

Já no cenário espontâneo, quando o nome dos candidatos não é apresentado, o atual presidente aparece na dianteira com 20,1%. Ele é seguido por Bolsonaro que soma 16,7%. Aparecem ainda Tarcísio de Freitas (1,6%); Ciro Gomes (1,2%); Pablo Marçal (0,7%) e Ronaldo Caiado (0,5%). Manifestando seu interesse de disputar em 2026, o sertanejo Gusttavo Lima somou apenas 0,4%.

O levantamento entrevistou 2.018 eleitores em 26 Estados e no Distrito Federal. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, em um intervalo de confiança de 95%.
Confira abaixo outros cenários testados:




Se a eleição presidencial fosse realizada hoje, Jair Bolsonaro (PL), atualmente inelegível, lideraria numericamente com 37,6% das intenções de voto, contra 33,6% do atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A diferença entre os dois é de apenas 4 pontos percentuais, o que, considerando a margem de erro de 2,2 pontos para mais ou para menos, coloca os dois em um cenário de empate técnico. Os dados são de uma pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas, realizada entre 21 e 25 de novembro de 2024.
O levantamento foi realizado após a divulgação de uma investigação da Polícia Federal, que aponta Bolsonaro como um dos supostos organizadores de um golpe de Estado frustrado no final de 2022.
No cenário de 1º turno, além de Bolsonaro e Lula, o ex-candidato Ciro Gomes (PDT) aparece com 7,9% das intenções de voto, seguido por Simone Tebet (MDB) com 7,7% e Ronaldo Caiado (União Brasil), com 3,7%.
A pesquisa foi realizada com 2.014 eleitores, com idade a partir de 16 anos, em todas as 27 unidades da Federação. A margem de erro do estudo é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
A pesquisa também avaliou cenários de 2º turno, considerando confrontos entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-presidente Jair Bolsonaro, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Os resultados desses cenários ficaram dentro da margem de erro da pesquisa, que é de 2,2 pontos percentuais.
Confira abaixo os cenários testados pelo levantamento:










Faltando dois dias para o 2º turno das eleições na capital paulista, um novo levantamento do Instituto Paraná Pesquisas apontou, nesta sexta-feira (25), um crescimento do candidato Guilherme Boulos (Psol) em relação ao último levantamento, alcançando 40,7% das intenções de voto. Contudo, o atual prefeito, Ricardo Nunes (MDB) manteve a liderança com 51,2% dos votos no cenário estimulado.
Na comparação com a última pesquisa da organização, o emedebista obteve uma oscilação negativa de 0,5 pontos percentuais e Boulos uma oscilação positiva de 1,1. A margem de erro onde a variação está dentro é de 2,6 pontos percentuais.
Já na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são revelados aos entrevistados, o cenário se equilibra um pouco mais. Nunes pontuou 38,5% e Boulos chegou aos 32,9%. Dentre os entrevistados, 32,9% dos afirmaram que não sabem em quem votariam, e 5,2% disseram que irão votar em branco, nulo ou em ninguém. Foram ouvidos 1.500 eleitores entre os dias 21 e 24 de outubro.
A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Os brancos, nulos e indecisos somam 8,7%, quantidade similar à da última pesquisa.
Nos índices de rejeição, cerca de 46,3% indicaram que não votariam no deputado do PSOL de jeito nenhum, um percentual de 1,8 pontos a menos que os 48,8% da última semana. Já Nunes manteve um cenário estável, variando de 37,3% para 37,2%.
Cerca de 1.500 eleitores participaram da entrevista presencialmente, entre os dias 18 e 21 de outubro. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob nº. SP-05333/2024.

Faltando cinco dias para o 2º turno das eleições na capital paulista, um novo levantamento do Instituto Paraná Pesquisas apontou, nesta terça-feira (22), que o atual prefeito de São Paulo e candidato à reeleição Ricardo Nunes (MDB) aparece com 51,7% das intenções de voto no quadro estimulado. Na segunda colocação está Guilherme Boulos (PSOL) com 39,6%.
Na comparação com a última pesquisa da organização, o emedebista obteve uma oscilação negativa de 0,6 pontos percentuais e Boulos uma oscilação positiva de 0,4. A margem de erro onde a variação está dentro é de 2,6 pontos percentuais.
Já na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são revelados aos entrevistados, o gestor municipal registrou 38,3% das intenções de voto contra os 31,6% do deputado federal. Cerca de 24,5% dos entrevistados afirmaram que não sabem em quem votariam, e 5,2% disseram que irão votar em branco, nulo ou em ninguém. Foram ouvidos 1.500 eleitores entre os dias 18 e 21 de outubro.
A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. Os brancos, nulos e indecisos somam 8,7%, quantidade similar à da última pesquisa.
Nos índices de rejeição, cerca de 48,1% indicaram que não votariam no deputado do PSOL de jeito nenhum, um percentual de 0,7 pontos a menos que os 48,8% da última semana. Já Nunes subiu no ranking da rejeição, passando de 36,1% para 37,3%.
Cerca de 1.500 eleitores participaram da entrevista presencialmente, entre os dias 18 e 21 de outubro. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob nº. SP-05509/2024.

Foto: Paraná Pesquisas
A primeira pesquisa após a realização do primeiro turno, no último domingo (6), parece validar a aposta do prefeito de São Paulo e candidato à reeleição, Ricardo Nunes (MDB), de não convidar Pablo Marçal para estar em seu palanque no segundo turno. Levantamento do Paraná Pesquisas divulgado nesta quinta-feira (10) revela que Nunes disparou na frente do candidato Guilherme Boulos (Psol), e parece ter contado com a maior parcela de transferência dos votos de Marçal.
De acordo com o Paraná Pesquisas, o prefeito de São Paulo aparece com 52,8% das intenções de voto para o segundo turno, enquanto Guilherme Boulos está com 39,0%. Votos em branco, nulos e em nenhum candidato somam 4,8%. Outros 3,4% não souberam ou não responderam à pesquisa.
Para a realização da pesquisa foram ouvidos 1.200 eleitores entre os dias 7 e 9 de outubro. A margem de erro de acordo com o Paraná Pesquisas é de 2,9 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento, realizado por iniciativa própria do instituto, está registrada na Justiça Eleitoral como SP-08049/2024.
Os números da pesquisa mostram ainda que as últimas previsões do candidato Pablo Marçal podem não se realizar. Na última terça (8), Marçal negou apoio a Ricardo Nunes, criticou lideranças bolsonaristas, como o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o governador do Estado, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou que 45% de seus eleitores são "lulistas" e disse acreditar que o deputado Guilherme Boulos vencerá na capital.
Ricardo Nunes, que apareceu na liderança das intenções de voto, não compareceu nesta quinta ao primeiro debate do segundo turno, promovido pela CBN, O Globo, e Valor. O que era pra ser um debate se tornou uma entrevista de uma hora somente com Guilherme Boulos, que lamentou a falta do adversário.
“Lamentável que Nunes tenha fugido do debate. Já tivemos problemas com cadeira anteriormente, mas nunca tínhamos tido cadeira vazia", disse o candidato do PSOL.
A administração do prefeito Bruno Reis (União) é aprovada por 79,1% eleitores de Salvador, segundo levantamento do Instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta terça-feira (1º), e encomendado pelo Bahia Notícias em parceria com a Antena 1 Salvador e TV Aratu.
A aprovação do gestor municipal apresentou crescimento em relação ao último levantamento realizado em setembro, quando somou 76%. Agora, outros 17,3% desaprovam. Não sabe ou não opinou representa 3,6%.

Os soteropolitanos também avaliaram o trabalho de Bruno Reis. Segundo a pesquisa, 27,8% avaliam a administração como ótima, enquanto para 29,9% é boa e 29,3% acham regular.
Por outro lado, 5,3% avaliam a gestão como ruim e 6,1% classificaram como péssima. Não sabe ou não opinou soma 1,8% no cenário.
A pesquisa ouviu 800 eleitores entre os dias 27 e 30 de setembro e tem margem de erro de 3,5% para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob n.º BA-00014/2024.
Faltando apenas cinco dias para a eleição municipal, realizada no próximo domingo (6), o vice-governador e candidato a prefeito de Salvador Geraldo Júnior (MDB) continua na liderança quando o assunto é rejeição do eleitoral soteropolitano.
Segundo levantamento realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas, em parceria com o Bahia Notícias, Antena 1 Salvador e TV Aratu, o emedebista não receberia votos de 46% dos entrevistados. O número representa um aumento de 7,5% em relação à pesquisa realizada em setembro, quando ele tinha 38,5% de rejeição.

Para 24,5% dos eleitores ouvidos, Kleber Rosa (PSOL) não seria votado de jeito nenhum. Como terceiro mais rejeitado aparece Victor Marinho (PSTU) com 19,5% e Eslane Paixão (UP) chega a 19,1%. Fecham a lista Giovani Damico (16,8%), Silvano Alves (16,6%), e o atual prefeito e candidato à reeleição Bruno Reis (União) figura na última posição entre os rejeitados com 14,8%.

Comparativo de rejeição entre os dois últimos levantamentos realizados pelo Instituto Paraná Pesquisas
A pesquisa ouviu 800 eleitores entre os dias 27 e 30 de setembro e tem margem de erro de 3,5% para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob n.º BA-00014/2024.
Candidato à reeleição, o prefeito Bruno Reis (União) chegou, a menos de uma semana do primeiro turno das eleições 2024, a 74% das intenções de voto em Salvador. O número foi apurado pelo Instituto Paraná Pesquisas entre os dias 27 e 30 de setembro de 2024 e confirma a tendência da eleição na capital baiana ser decidida já no próximo domingo (6).
Bruno Reis cresceu quase 6% nas intenções de voto entre os dois últimos levantamentos realizados pelo Instituto Paraná Pesquisas. Em setembro, o prefeito tinha 68,3%, frente aos 74% da pesquisa divulgada nesta terça-feira (1º). Os adversários oscilaram, dentro da margem de erro de 3,5% para mais ou para menos, e nenhum deles ultrapassou a casa dos dois dígitos de intenções de voto.

Imagem: Arte Bahia Notícias
A diferença do prefeito para o segundo colocado, o vice-governador Geraldo Jr. (MDB) foi ampliada. O emedebista aparece como opção para 7,4% dos eleitores, 10 vezes menos do que o percentual registrado por Bruno Reis. Em setembro, Geraldo Jr. tinha 9,8% e oscilou negativamente, dentro da margem de erro.
O vice-governador empata tecnicamente com o candidato do PSOL, Kleber Rosa, que oscilou positivamente 1% na comparação entre dois levantamentos. Rosa agora é citado por 3,5% dos eleitores, contra 2,5% da pesquisa anterior. Dentre os demais candidatos, apenas Eslane Paixão (UP) registrou mais de 1% das intenções de voto:

Imagem: Arte Bahia Notícias
ESPONTÂNEA
Às vésperas das urnas serem abertas e após boa parte do período de campanha eleitoral, o desconhecimento dos candidatos é bem menor do que o apurado em outras oportunidades. O próprio levantamento espontâneo, quando não são apresentados os nomes dos candidatos, mostra isso, já que os percentuais significativos ficam concentrados entre os nomes colocados no pleito.
Neste cenário, o prefeito Bruno Reis é citado por 48,3% dos eleitores, enquanto o Geraldo Jr. é opção para 2,8%. Kleber Rosa foi lembrado por 1,3% dos entrevistados e Eslane Paixão por 0,1%. Os demais citados somam apenas 0,4%.
Neste cenário, 35,3% não sabe ou não respondeu e 12% indicaram que votaria branco ou nulo.

Imagem: Arte Bahia Notícias
A pesquisa ouviu 800 eleitores entre os dias 27 e 30 de setembro e tem margem de erro de 3,5% para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob n.º BA-00014/2024.
BN/ Antena1/ Aratu/ Paraná Pesquisas: Caetano e Flávio têm índices de rejeição similares em Camaçari
Um levantamento do Instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta segunda-feira (23), sobre o cenário eleitoral em Camaçari, apontou que Luiz Caetano (PT) e Flávio Matos (União) têm índices de rejeição semelhantes no município. Principais candidatos na cidade, figuram com 36,2% e 34,6%, respectivamente.
A pesquisa foi feita em parceria com o Bahia Notícias, Antena 1 Salvador e TV Aratu. Oswaldinho, do MDB, aparece na sequência e não receberia votos de 16,2% dos entrevistados. Cleiton (Novo) tem 14,6% quando o assunto é rejeição; Lazinho (13,7%) e Cleiton Santos (11,8%).
O levantamento também aponta que Caetano (PT) lidera as intenções de voto na disputa com 45,3%. Em seguida, Flávio (União) aparece com 37,2% das intenções de voto.
Atrás dos candidatos estão Oswaldinho (MDB), com 2,1%%, Cleiton (Novo), com 0,7%, Lazinho (PMB), com 0,3%, e Cleiton Santos (PCO), 0,1%. São 9,6% os que votam branco ou nulo e 4,7% estão indecisos.
A pesquisa ouviu 680 eleitores entre os dias 19 e 22 de setembro. O índice de confiança do levantamento, registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o protocolo n.º BA-00288/2024, é de 95%. A margem de erro da pesquisa é de 3,8 pontos porcentuais, para mais ou para menos.
Um levantamento do Paraná Pesquisas divulgado nesta sexta-feira (20), sobre as intenções de voto para a Prefeitura de São Paulo apontou que o atual prefeito Ricardo Nunes (MDB) lidera as intenções de voto na disputa com 26,8% em um empate técnico com o deputado federal Guilherme Boulos (PSOL), com 23,7%. Encostando no parlamentar, o candidato Pablo Marçal aparece com 21% dos votos.
Atrás dos candidatos estão a deputada federal Tabata Amaral (PSB), com 8,3%, o apresentador de TV José Luiz Datena (PSDB), com 7%, e a economista Marina Helena (Novo), com 1,9%. Altino Prazeres (PSTU) e Bebeto Haddad (DC) possuem 0,1%, enquanto João Pimenta (PCO) e Ricardo Senese (UP) não pontuaram. São 6,2% os que votam branco ou nulo e 4,8% estão indecisos.
No quadro espontâneo, quando os nomes dos candidatos não são informados aos eleitores — Nunes lidera com 18,7%, Boulos fica na segunda colocação com 15,4% e Marçal em terceiro lugar com 13,6% dos eleitores, Tabata, 4,6%, Datena, 2,9%, e Marina 0,6%. Ricardo Senese obteve 0,1%. Todos os postulantes aumentaram seus percentuais na espontânea, com exceção de Marçal que antes tinha 14,5%.
A pesquisa ouviu 1.500 eleitores paulistanos entre os dias 16 e 19 de setembro. O índice de confiança do levantamento, registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o protocolo SP-03057/2024, é de 95%.
A margem de erro da pesquisa é de 2,6 pontos porcentuais, para mais ou para menos. Os resultados são relativos ao cenário estimulado, onde os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados.
Vice-presidente e candidata à presidência dos Estados Unidos, a democrata Kamala Harris lidera as intenções de voto para ser a próxima presidente do país, sendo escolhida por 49% dos eleitores, segundo levantamento da Paraná Pesquisas. Vale ressaltar que não há segundo turno no país.
O candidato do partido Republicano, o ex-presidente Donald Trump, foi escolhido por 44% dos eleitores estadunidenses. 7% afirmaram ainda estar indecisos em seu voto para o próximo presidente do país.

A Paraná Pesquisas ouviu 2.581 eleitores acima dos 18 anos entre os dias 12 e 17 de setembro deste ano. Foram entrevistados 380 pessoas do Arizona; 480 de Michigan; 250 de Nevada; 511 da Geórgia; 610 da Pensilvânia e 350 de Wisconsin.
O grau de confiança do estudo é de 95% e a coleta de dados foi realizada pela empresa norte-americana Dynata Data Quality.
COMO FUNCIONA A ELEIÇÃO DOS EUA
Nos Estados Unidos, a eleição presidencial funciona através de um sistema chamado Colégio Eleitoral. A eleição não é decidida diretamente pelo voto popular, mas pelo voto dos delegados que representam os estados. Aqui está um resumo de como o sistema funciona:
Os cidadãos norte-americanos votam nos candidatos presidenciais de sua escolha, no entanto, o resultado direto deste voto não é o que determina o vencedor. Cada estado tem um número de delegados no Colégio Eleitoral, e o voto popular decide quem vai receber os votos desses delegados em cada estado.
O Colégio Eleitoral é composto por 538 delegados. Cada estado tem um número de delegados proporcional à sua população. Por exemplo, a Califórnia, o estado mais populoso, tem 55 delegados, enquanto estados menos populosos, como o Wyoming, têm apenas 3. O Distrito de Colúmbia (Washington, D.C.) também tem 3 delegados.
Em quase todos os estados (exceto Maine e Nebraska), o sistema é de "winner-takes-all" (o vencedor leva todos). Isso significa que o candidato que ganha a maioria dos votos populares em um estado recebe todos os delegados desse estado. Por exemplo, se um candidato ganha 51% dos votos na Flórida, ele recebe todos os 29 votos eleitorais da Flórida.
Para vencer a eleição presidencial, um candidato precisa obter a maioria dos votos do Colégio Eleitoral, o que significa pelo menos 270 votos (mais da metade dos 538 delegados).
Esses dois estados têm um sistema diferente chamado de representação proporcional distrital. Eles dividem seus votos eleitorais: um por cada distrito congressional, e dois votos adicionais vão para o vencedor do voto popular em todo o estado. Isso significa que não é um sistema "winner-takes-all" completo.
É possível que um candidato ganhe o voto popular, mas perca no Colégio Eleitoral, como aconteceu nas eleições de 2000 (George W. Bush vs. Al Gore) e 2016 (Donald Trump vs. Hillary Clinton). Isso ocorre porque o sistema de delegados dá mais peso a estados menores e menos populosos.
Depois que o Colégio Eleitoral vota (geralmente em dezembro), os votos são certificados pelo Congresso em janeiro. O candidato que ganhar 270 votos ou mais no Colégio Eleitoral é declarado presidente.
A corrida pela prefeitura de São Paulo segue com cenário de empate triplo entre Ricardo Nunes (MDB), Guilherme Boulos (PSOL) e Pablo Marçal (PRTB). É o que aponta levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta sexta-feira (13).
Segundo a pesquisa, o atual prefeito da capital paulista, Ricardo Nunes, aparece com 25,1% das intenções de voto. Ele é seguido de perto por Boulos (24,7%) e Pablo Marçal (21%). A disputa tem ainda a deputada federal Tabata Amaral (PSB) com 7,9% e Datena (PSDB) soma 7,1%.

Os demais candidatos somam, juntos, 3,4%. Outros 4,5% não sabem ou não responderam e "nenhum/nulo/branco" representa 6,5% do cenário estimulado.
Quando o cenário espontâneo é apresentado aos eleitores da capital paulista, o atual prefeito também aparece ligeiramente à frente. Nunes soma 16,2%, enquanto Boulos chega a 15,9% e Pablo Marçal tem 14,5%. Tabata Amaral chega a 3,7% e Datena figura com 2,7% das intenções de voto.

O levantamento também testou a preferência do eleitorado em eventual segundo turno entre Guilherme Boulos e Ricardo Nunes. Para 51,1% dos entrevistados a escolha seria Nunes e 33,6% afirmam que votariam em Boulos.

Quando a pesquisa coloca Boulos e Marçal frente a frente, o psolista leva a melhor: soma 43,3% das intenções de voto contra 37,2% do empresário Pablo Marçal.
O instituto também estimulou um terceiro cenário de segundo turno entre Marçal e Nunes. Nesse caso, o atual prefeito aparece com 51,4% das intenções de voto e Marçal chega a 27,3%.

O Paraná Pesquisa ouviu 1.500 eleitores da cidade de São Paulo. As entrevistas foram realizadas presencialmente entre 9 de 12 de setembro. O índice de confiança da pesquisa é de 95%. O registro no TSE é SP-00319/2024.
O levantamento divulgado pelo Instituto Paraná Pesquisas na sexta-feira (6), indica a probabilidade de mais quatro anos de mandato do atual prefeito de Recife, João Campos (PSB).
O candidato lidera as pesquisas de intenção de votos com 77,3%, contra 5,4% de Gilson Machado (PL), 3,9% de Daniel Coelho (PSD), e 1,8% de Dani Portela (PSOL).
Quatro candidatos pontuaram menos de 1% na pesquisa, foram eles Tecio Teles (Novo), com 0,9%, Simone Fontana (PSTU), com 0,4%, Victor Assis (PCO), com 0,3%, e Ludmila Outtes (UP), com 0,1%. A porcentagem chega a ser menor do que as pessoas que escolheram a opção "Nenhum/Branco/Nulo", que marcou 6,1%.
A pesquisa foi feita com 800 eleitores entre os dias 2 e 5 de setembro e foi registrado sob o número PE-04159/2024.
Quando questionados de forma espontânea, ou seja, sem apresentação dos nomes de nenhum dos candidatos, em quem votariam para as Eleições de 2024, João Campos recebeu 60,9% das intenções de voto. Enquanto os outros candidatos marcaram menos de 3% na pesquisa: Gilson Machado (2,5%), Daniel Coelho (0,8%), Dani Portela (0,6%,), Tecio Teles (0,1%) e outros candidatos (0,5%).
Nesta modalidade, 29,3% dos entrevistados disseram não saber o que responder, e 5,4% afirmaram que pretendem votar em branco.
Candidato à reeleição, João Campos teve a atual gestão aprovada por 88,4% dos recifenses, enquanto 8,8% desaprovam e 2,9% não souberam ou não responderam. Para 38,1%, o governo de Campos é ótimo, para 38,5%, é bom, 16,1% avaliaram como regular, enquanto 2,9% acham ruim e 2,5% avaliaram como péssima.
A margem de erro do levantamento feito pelo Paraná Pesquisas é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança chega a 95%.
A maioria dos eleitores de Salvador aprova a administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). É o que mostra um levantamento feito pelo Instituto Paraná Pesquisas, sob encomenda do Bahia Notícias, em parceria com a Antena 1 e a TV Aratu e rádio Salvador FM, e divulgado nesta segunda-feira (2).
De acordo com a pesquisa, 60,5% dos entrevistados aprovam a condução do petista, que está em seu terceiro mandato como chefe do Executivo federal. Por outro lado, 36,3% desaprovam e outros 3,3% não souberam ou não quiseram opinar sobre o assunto.

Os entrevistadores também quiseram saber qual a avaliação dos eleitores de Salvador sobre a gestão federal. Nesse cenário, 46,1% consideram o governo ótimo ou bom - sendo 18,3% ótimo e 27,8% bom. Outros 26,1% consideram a administração do petista como regular. Entre os que desaprovam, 8% julgam como "ruim" e 18,3% como péssima. Não sabe ou não opinou representa 1,6% dos entrevistados.
A pesquisa ouviu 800 eleitores entre os dias 29 de agosto e 1º de setembro, com intervalo de confiança de 95% e margem de erro de 3,5% para mais ou para menos. Cumprindo a legislação vigente, o levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob nº BA-05268/2024.
A aprovação do governo de Jerônimo Rodrigues (PT) apresentou uma leve queda entre os eleitores de Salvador. Segundo levantamento do Instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta segunda-feira (2), e encomendado pelo Bahia Notícias em parceria com a Antena 1 Salvador e TV Aratu., 49,1% dos soteropolitanos aprovam a gestão do petista, enquanto 46,4% desaprovam. Outros 4,5% não sabem ou não opinaram.
A pesquisa também mostra que 8,4% dos entrevistados consideram a administração de Jerônimo "ótima", enquanto 24% dos consultados na capital baiana a definem como "boa". A gestão dele é apontada como "regular" por 33% das pessoas.

Por outro lado, o governo de Jerônimo é classificado como "ruim" por 10,5% e "péssimo" para 22,1% dos entrevistados. Não sabem ou não opinaram representam 2% dos soteropolitanos.
A pesquisa ouviu 800 eleitores entre os dias 29 de agosto e 1º de setembro, com intervalo de confiança de 95% e margem de erro de 3,5% para mais ou para menos. Cumprindo a legislação vigente, o levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob nº BA-05268/2024.
A gestão do prefeito Bruno Reis (União) é aprovada pela maioria dos eleitores de Salvador, de acordo com levantamento do Instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta segunda-feira (2), e encomendado pelo Bahia Notícias em parceria com a Antena 1 Salvador e TV Aratu.
A aprovação do gestor municipal apresentou um leve crescimento em relação ao último levantamento realizado em junho. Agora, 76% dos entrevistados aprovam o governo Bruno Reis na capital baiana e 19,6% desaprovam. Não sabe ou não opinou representa 4,4%.

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Os soteropolitanos também avaliaram o trabalho de Bruno Reis, que está em seu último ano de mandato e vai disputar a reeleição. Segundo a pesquisa, 19,6% avaliam a administração como ótima, enquanto para 32,9% é boa e 32,8% acham regular.
Na outra ponta, 5,4% avaliam a gestão como ruim e 7,4% classificaram como péssima. Não sabe ou não opinou soma 2% no cenário.
A pesquisa ouviu 800 eleitores entre os dias 29 de agosto e 1º de setembro, com intervalo de confiança de 95% e margem de erro de 3,5% para mais ou para menos. Cumprindo a legislação vigente, o levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob nº BA-05268/2024.
O vice-governador Geraldo Jr. (MDB) se mantém na liderança como candidato mais rejeitado na disputa eleitoral para a prefeitura de Salvador. Segundo levantamento realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas, em parceria com o Bahia Notícias, Antena 1 Salvador e TV Aratu, o emedebista não receberia votos de 38,5% dos entrevistados.
Victor Marinho, candidato do PSTU, aparece como o segundo mais rejeitado, com 22,1% de citações, empatado tecnicamente (dentro da margem de erro) com Kleber Rosa (PSOL), que tem 21,3% das citações.

O prefeito de Salvador e candidato à reeleição, Bruno Reis (União) figura na quarta posição quando o quesito é rejeição, com a marca de 17,9% para os 800 entrevistados entre os dias 29 de agosto e 1º de setembro de 2024.
A pesquisa possui intervalo de confiança de 95% e margem de erro de 3,5% para mais ou para menos. Cumprindo a legislação vigente, o levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob nº BA-05268/2024.
Iniciada a campanha eleitoral, o prefeito Bruno Reis (União) mantém o favoritismo para ser reeleito em Salvador. Levantamento realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas entre os dias 29 de agosto e 1º de setembro mostra que o prefeito oscilou positivamente as intenções de voto, enquanto o principal adversário, Geraldo Jr. (MDB) oscilou negativamente e caiu para menos de dois dígitos como preferência entre os eleitores, quando comparado à pesquisa realizada em julho.

A pesquisa contratada pelo Bahia Notícias em parceria com a Antena 1 Salvador e TV Aratu mostra que Bruno Reis chegou a 68,3% das intenções de voto, contra 9,8% de Geraldo Jr. e 2,5% de Kleber Rosa (PSOL). Os números dos candidatos oscilaram dentro da margem de erro de 3,5%, e o vice-governador foi quem teve maior variação - caiu para um percentual abaixo do registrado em junho, quando tinha 11%.
Completam a lista de candidatos Victor Marinho (PSTU), com 1,5%, Eslane Paixão (UP), com 1,5%, Silvano Alves (PCO), com 0,4% e Giovani Damico (PCB), com 0,3%. Nenhum dos nomes ou brancos e nulos somariam 11% e apenas 4,8% preferiram não responder - o menor até aqui e indicando o movimento de reconhecimento das candidaturas a prefeito da capital baiana.
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EVOLUÇÃO
Os números de Bruno Reis e Geraldo Jr. na pesquisa realizada após o início da campanha eleitoral representam os dois extremos desde que ambos passaram a ser apresentados no cenário estimulado como candidatos a prefeito de Salvador. Enquanto o atual ocupante do Palácio Thomé de Souza teve o maior percentual de intenções de voto na comparação com outros quatro levantamentos realizados pelo Instituto Paraná Pesquisas, o vice-governador atingiu o menor número.

As pesquisas anteriores foram realizadas em janeiro, março, junho e julho de 2024, testando ambos juntamente com Kleber Rosa, que manteve índices similares, mas também com o menor percentual agora em setembro. Os demais candidatos não foram utilizados para a comparação.
CENÁRIO ESPONTÂNEO
Quando não são apresentados os nomes dos candidatos, o prefeito Bruno Reis também tem uma larga vantagem com relação aos adversários. Ele é citado por 33,3% dos eleitores, contra 3% de Geraldo Jr. O ex-prefeito de Salvador e aliado do atual gestor, ACM Neto (União), é lembrado pelo mesmo percentual, ainda que não seja candidato em 2024. Kleber Rosa, Victor Marinho e Eslane Paixão não chegam a atingir 1%.

A pesquisa ouviu 800 eleitores entre os dias 29 de agosto e 1º de setembro, com intervalo de confiança de 95% e margem de erro de 3,5% para mais ou para menos. Cumprindo a legislação vigente, o levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob nº BA-05268/2024.
A maioria dos eleitores de Salvador aprova a administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). É o que mostra um levantamento feito pelo Instituto Paraná Pesquisas, em parceria com o consórcio formado pelo Bahia Notícias, TV Aratu e rádio Salvador FM, e divulgado nesta terça-feira (16).
Segundo a pesquisa, 59,8% dos entrevistados aprovam a condução do petista, que está em seu terceiro mandato como chefe do Executivo federal. Por outro lado, 36,5% desaprovam e outros 3,8% não souberam ou não quiseram opinar sobre o assunto.

Os números praticamente não oscilaram em relação ao último levantamento. Em junho, 59,5% do eleitorado da cidade aprovava a gestão, enquanto 37,4% desaprovavam.
Os entrevistadores também quiseram saber qual a avaliação dos eleitores de Salvador sobre a gestão federal. Nesse cenário, 44,2% consideram o governo ótimo ou bom - sendo 19,8% ótimo e 25,1% bom. Outros 24,9% consideram a administração do petista como regular. Entre os que desaprovam, 8,3% julgam como "ruim" e 19,9% como péssima. Não sabe ou não opinou representa 2,1% dos entrevistados.
A pesquisa ouviu 800 eleitores e possui margem de erro de 3,5%, para um intervalo de confiança de 95%. As entrevistas foram realizadas entre os dias 12 e 15 de julho e o registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está sob protocolo nº BA-02875/2024.
Em seu primeiro mandato, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) tem a administração à frente da Bahia aprovada por pouco mais da metade dos eleitores de Salvador. O cenário foi revelado em levantamento feito pelo Instituto Paraná Pesquisas, em parceira com o consórcio formado pelo Bahia Notícias, TV Aratu e rádio Salvador FM. A gestão do petista é aprovada por 50,4%, enquanto 45,1% desaprovam e outros 4,5% não sabem ou não opinaram.
Em relação ao último levantamento realizado em junho, os números representam uma leve retração entre os que aprovam e um aumento entre os que desaprovam o governo petista, dentro da margem de erro.

A pesquisa também mostra que 8,9% dos entrevistados consideram a administração de Jerônimo "ótima", enquanto 25% dos consultados na capital baiana a definem como "boa". O governo dele é apontado como "regular" por 29% das pessoas.
Na outra ponta, a gestão de Jerônimo é classificada como "ruim" por 11,1% e "péssima" para 23,4% dos entrevistados. Não sabem ou não opinaram representam 2,6% dos soteropolitanos.
A pesquisa ouviu 800 eleitores e possui margem de erro de 3,5%, para um intervalo de confiança de 95%. As entrevistas foram realizadas entre os dias 12 e 15 de julho e o registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está sob protocolo nº BA-02875/2024.
A gestão do prefeito Bruno Reis (União) é aprovada pela maioria dos eleitores de Salvador, de acordo com levantamento do Instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta terça-feira (16) e encomendado pelo consórcio formado por Bahia Notícias, TV Aratu e rádio Salvador FM.
A aprovação do gestor municipal apresentou um leve crescimento em relação ao último levantamento realizado em junho. Agora, 75,3% dos entrevistados aprovam o governo Bruno Reis na capital baiana e 19,8% desaprova. Não sabe ou não opinou representa 5%.

Os soteropolitanos também avaliaram de forma positiva o trabalho feito pelo prefeito, que está em seu último ano de mandato e já confirmou sua pré-candidatura à reeleição. De acordo com a pesquisa, 20,5% avaliam a administração como ótima, enquanto para 31,9% é boa e 34% acham regular.
Por outro lado, 5,3% avaliam a gestão como ruim e 7,1% classificaram como péssima. Não sabe ou não opinou soma 1,3% no cenário.
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A pesquisa ouviu 800 eleitores e possui margem de erro de 3,5%, para um intervalo de confiança de 95%. As entrevistas foram realizadas entre os dias 12 e 15 de julho e o registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está sob protocolo nº BA-02875/2024.
O cenário de rejeição dos candidatos a prefeito de Salvador em 2024 manteve quadro de estabilidade nos dois últimos levantamentos registrados pelo Instituto Paraná Pesquisas, em parceria com o consórcio formado por Bahia Notícias, TV Aratu e rádio Salvador FM. Todos os nomes oscilaram negativamente, dentro da margem de erro. No entanto, o vice-governador Geraldo Jr. (MDB) ainda aparece na “liderança” entre os mais rejeitados.
Em junho, Geraldo Jr. era rejeitado por 38% e oscilou para 37,1%. Já Victor Marinho (PSTU) marcava 27,5% e agora chega a 24,8%; Kleber Rosa (PSOL) saiu de 24,6% para 20,4%. O prefeito Bruno Reis (União) segue como o menos rejeitado entre os pesquisados, com 17,9%, frente aos 19,8% de junho.

O levantamento foi realizado entre os dias 12 e 15 de julho e ouviu 800 eleitores. Registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob nº BA-02875/2024, a pesquisa tem margem de erro de 3,5% e intervalo de confiança de 95%.
CORRIDA ELEITORAL
A pesquisa também apontou os cenários estimulado e espontâneo, ambos favoráveis ao prefeito Bruno Reis. De acordo com a pesquisa, Bruno foi o único a crescer, para além da margem de erro, atingindo 67,6% das intenções de votos.
Após oscilações positivas, dentro da margem de erro do levantamento do Instituto Paraná Pesquisas, o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União), rompeu essa marca e atingiu 67,6% das intenções de voto entre os eleitores da capital baiana. No último levantamento, realizado há pouco mais de um mês, Bruno tinha 64% das intenções de voto.
O principal adversário do prefeito, o vice-governador Geraldo Jr. (MDB) oscilou positivamente dentro da margem de erro de 3,5%. O emedebista agora marca 12,5%, frente aos 11% registrados no mês de junho.

O levantamento, contratado por um consórcio formado entre o Bahia Notícias, a TV Aratu e a rádio Salvador FM, ainda mostra uma oscilação negativa de outros dois candidatos: Kleber Rosa (PSOL), que tinha 3,8% e agora marca 3%, e Victor Marinho (PSTU), que tinha 3,3% e agora tem 2,8%.
O número de eleitores que dizem não saber ou que optaram por não responder também oscilou para baixo: eram 6,4% em junho e agora somam 5,8%. O mesmo foi registrado com brancos, nulos ou que não votariam em nenhum dos nomes: 11,6% em junho e 8,4% em julho.
ESPONTÂNEA
O cenário espontâneo, quando não são apresentados os nomes dos candidatos, o prefeito Bruno Reis aparece à frente dos demais citados. O gestor foi lembrado por 28,9% dos eleitores, enquanto o seu antecessor e padrinho político, ACM Neto (União), que não é candidato, por 5,4%.
O vice-governador Geraldo Jr. foi citado por 2,9% e os demais nomes, juntos, chegam a 1,3% de citações. Mais de 50% dos eleitores, nesse tipo de cenário, indicam não saber ou optaram por não responder, enquanto 11,4% indicam que votariam nulo, branco ou em nenhum nome.

A pesquisa ouviu 800 eleitores e possui margem de erro de 3,5%, para um intervalo de confiança de 95%. As entrevistas foram realizadas entre os dias 12 e 15 de julho e o registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está sob protocolo nº BA-02875/2024.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Maíra Cardi
"Vou ter que abrir minha cara inteira".
Disse a influenciadora digital e ex-BBB Maíra Cardi após divulgar que terá que passar por uma cirurgia invasiva no rosto para remover o PMMA aplicado há cerca de 18 anos em um procedimento estético.