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ozzy osbourne
Torcedor ilustre do Aston Villa, o cantor britânico Ozzy Osbourne faleceu, nesta terça-feira (22), aos 76 anos. Após o anúncio da morte, o clube do coração do artista prestou homenagens e publicou mensagens em solidariedade a família e amigos do astro.
“O Aston Villa Football Club lamenta a notícia do falecimento do astro do rock e torcedor do Villa mundialmente renomado, Ozzy Osbourne. Crescendo em Aston Villa, não muito longe do Villa Park, Ozzy sempre teve uma conexão especial com o clube e a comunidade de onde veio. Os pensamentos de todos no Aston Villa estão com sua esposa Sharon, sua família, amigos e inúmeros fãs neste momento extremamente difícil. Descanse em paz, Ozzy.”, completou.
OZZY E ASTON VILLA
A relação do Príncipe das Trevas com o futebol sempre envolveu o clube de Birmingham. O cantor já revelou que a faixa A.V.H, com as iniciais do clube, é uma homenagem ao Villa.
Fundado em 21 de novembro de 1874, no ano em que o Aston completou 150 anos de fundação, em 2024, o time voltou a disputar a Champions League, depois de mais de quatro décadas. Como forma de comemoração, os Villains lançaram uma camisa especial e realizaram uma campanha com o astro do rock mundial.
Instant classic.
— Aston Villa (@AVFCOfficial) July 23, 2024
UP THE VILLA! ???? pic.twitter.com/cDJTFniFM6
Além disso, antes da primeira partida do Aston Villa pelo principal campeonato da Europa, Ozzy foi homenageado pelos torcedores na arquibancada. Os Leões levantaram um mosaico 3D com o rosto do músico vestindo a camisa da equipe.
Conhecido por liderar o grupo de rock heavy metal Black Sabbath, o artista morreu "cercado de amor", de acordo com o comunicado publicado pela família do cantor. O último show realizado pelo cantor foi no dia 5 de julho, quando se despediu de sua carreira, em Birmingham, sua terra natal, e casa do Aston Villa.
O cantor britânico Ozzy Osbourne morreu, aos 76 anos, nesta terça-feira (21). Conhecido por ser líder do grupo de rock heavy metal Black Sabbath, o artista sofria de Doença de Parkinson.
A notícia foi divulgada em um comunicado pulicado pela família do artista. “É com mais tristeza do que meras palavras podem expressar que temos que informar que nosso amado Ozzy Osbourne faleceu nesta manhã”, informou.
Segundo comunicado, o artista morreu “cercado de amor” e estava acompanhado da família. A última apresentação nos palcos feita pelo cantor foi no dia 5 de julho, onde se despediu de sua carreira, em Birmingham, onde nasceu.
Com origem no latim "cancellare", tendo como sinônimos verbetes como "anulação", "invalidação", "eliminação", "deslegitimação" e "extinção", o cancelamento tem ganhado protagonismo, sobretudo no ambiente virtual. O exemplo mais recente é o da rapper Karol Conká, que saiu do Big Brother Brasil nesta semana, com 99,17% de rejeição, após uma participação cheia de atitudes controversas.
Mal avaliada, quando ainda estava dentro da casa a artista perdeu contratos com patrocinadores, teve participações em festivais (veja aqui) e a exibição de um programa na GNT abortados (saiba mais aqui), além de ver derreter o apoio até de seus fã-clubes. Apesar disso tudo, a busca pelas obras da cantora e compositora cresceu. No Spotify, por exemplo, ela passou de 610.627 ouvintes mensais, em janeiro, para 697.770 até a tarde da terça-feira (23), dia em que ela foi eliminada do jogo, o que corresponde a um aumento de 14,3%.
Assim como o que ocorreu com ela, cresceu nas plataformas de streaming a procura pelas músicas de Marilyn Manson, outro artista que está em maus lençóis por ser alvo de várias acusações de abuso sexual (saiba mais).
Para o especialista em marketing e influência, Fred Furtado, parte do fenômeno pode ser explicado por um dito clássico: “falem mal ou falem bem, mas falem de mim”. “Hoje as redes sociais inflam nomes e nem sempre a gente entende muito o motivo de por que esses nomes se tornam relevantes. Então, essa já é, de cara, uma questão. Eu acho que existe uma coisa que é muita curiosidade para entender quem são as pessoas que estão sendo canceladas ou criticadas”, pondera.
O incremento nas buscas pelas obras dos artistas situados no olho do furacão, entretanto, não significa lucro, necessariamente. “Não dá para a gente ter certeza de que essas buscas geraram mais fãs para Karol. Ela tem um conhecimento por um público que não a conhecia, agora, aquela famosa pergunta de um milhão de dólares, essas pessoas gostaram do que viram? Elas se tornaram fãs ou vão baixar as músicas ou consumir de alguma forma o conteúdo?”, indaga Furtado, que diz preferir ser otimista e acreditar na reconstrução da imagem pós-cancelamento.
“Eu, pessoalmente, sempre gosto de olhar pelo lado bom das coisas. Eu acho que na maioria das vezes pode ser positivo, principalmente porque quem cancela é a internet, e obviamente existem alguns players que começam esse cancelamento. E por viver de cancelar, eles naturalmente cada hora têm um foco, e nunca é o mesmo”, explica o especialista em marketing e influência, lembrando que outros nomes como Felipe Neto e Whindersson Nunes já sofreram com esse fenômeno, mas puderam dar a volta por cima.
Fred destaca ainda que o contexto dificultou um pouco a reação de Karol Conká e a compara com a situação de outro participante do BBB, que escorregou, mas hoje está bem posicionado. “Quando o menino Lucas erra numa semana, se desculpa, é pisoteado, e uma semana depois assume para o Brasil a bissexualidade, ele pega e vai embora da casa. Quer dizer que naquele momento ele pôde contar essa história do olhar dele. A Karol não teve essa chance”, avalia, lembrando que a cantora “pisou em cima” do concorrente em um momento em que ele estava “baleado” e, como não apareceu outra pessoa errando ainda mais, a rapper ficou como derradeiro alvo do público.
Especialista compara situação vivita por Lucas Penteado com a de Karol Conká | Foto: TV Globo
“Karol, especificamente, acho que vai precisar fazer um trabalho psicológico, porque muitas vezes eu acho que o cancelamento acontece de uma maneira natural por uma coisa pontual que você fez, mas você está com todas as armas para agir em prol de você mesmo naquele momento que acontece. Ela não teve essa oportunidade, não sabia o que estava acontecendo”, avalia o especialista, que considera o caso da cantora mais complicado, em comparação com outros cancelamentos.
“No caso dela, a coisa tomou uma proporção muito maior porque ela errou um dia e no dia seguinte. Não foi aquele caso de um famoso que pega e arruma uma briga, que pode ser visto como um lapso, um erro de um cara que tem uma família incrível, que pode ser perdoado. O ruim no caso dela é que ela foi errando dia a dia. Ela ficou tipo 15 dias errando, então pedir desculpas por 15 dias de erros me parece um pouco pesado”, explica Fred, que aponta como estratégia para a recuperação da imagem a parcimônia.
“O artista que é eliminado no momento que é cancelado, acho que pode ser bom pra ele, porque vai ter a chance de ficar recluso. Imagina se a Karol sai hoje do BBB e amanhã tem um show pra fazer, imagina o constrangimento que podia acontecer. Talvez esse tempo até ajude a ficar quieta, se isolar um tempo das redes, pensar bem, se posicionar em momentos específicos. Ela não vai ser vista se ela não quiser. Então acho que isso pode ajudar”, avalia o especialista. “Sempre que você faz uma bobagem, em vez de você querer se posicionar, é bom você colocar a cabeça no travesseiro. Eu, se sou conselheiro, diria que é hora de ficar quieta e torcer para alguém falar outra bobagem, seja no BBB ou não”, acrescenta, indicando ainda a ajuda profissional, tanto para a recuperação da imagem da artista, quanto do ponto de vista psicológico.
Diferente do comportamento agressivo dentro da casa do BBB, desde sua saída Karol Conká tem comparecido aos compromissos contratuais - a exemplo de entrevistas a Ana Maria Braga e ao Multishow -, com uma postura mais serena. Discute-se a possibilidade dela ter sido orientada logo após a eliminação, mas o fato é que a estratégia, que corrobora com a visão do especialista, parece estar funcionando. Isto porque ela segue sendo assunto: tinha 1,5 milhão de seguidores no Instagram antes do reality, subiu a 1,8 milhão ao entrar na casa, caiu a 1,2 milhão nos momentos mais críticos, mas até esta sexta-feira (26) se recuperou e conquistou o mesmo número que tinha antes de participar do Big Brother, 1,5 milhão.
PERIGOS DA EXPOSIÇÃO
Na visão de Furtado, ninguém entra em um reality show, acompanhado por câmeras 24 horas por dia, acreditando que irá cometer erros gritantes, mas para artistas consolidados o perigo vai além das derrapadas, comprometendo algo ainda maior. “Eu não sei o que um artista pensa ao ir ao Big Brother, porque eu não sei o que ele tem a ganhar indo para o BBB. A Juliette, a Sarah, o Gil, eles têm muito a ganhar, eles vão virar celebridades quando saírem do Big Brother”, compara Fred. “O artista, num processo desse de reality, cria um risco para a imagem dele que eu não entendo o que o cara vai fazer lá”, completa.
Reality 'Os Osbournes' | Foto: Reprodução
Para ele, além da possibilidade de serem cancelados por conta de atitudes consideradas ruins pelo público, a exposição dos artistas rompe ainda com a “magia” em torno da profissão. “Existe uma aura em torno de um artista”, pontua, destacando que ao abrir a intimidade e mostrar atividades corriqueiras como o banho ou o almoço, a fantasia é desconstruída. “Eu achava que o Ozzy Osbourne, do Black Sabbath, era o cara que se chegasse num lugar ia derrubar uma casa com um sopro, porque ele era o cara que comia um morcego no palco. Mas a gente viu um velho que não fala direito, não anda direito, não consegue ter influência nem com o próprio filho, que manda nele. Eu fiquei pensando, esse cara não é esse artista que a gente pensou que era”, exemplifica, referindo-se ao reality show “Os Osbournes”, que mostrava a rotina do roqueiro e sua família.
A EXPOSIÇÃO COMPENSA?
Lembrando dos quadros do Big Brother 20, que foi um sucesso e possivelmente estimulou que nomes como Projota e Karol Conká aceitassem entrar este ano, Fred Furtado destaca a diferença entre os participantes. “Você percebe que existiu um perfil no outro BBB, que era dos influencers. Manu Gavassi, por mais que tivesse músicas, e tal, era muito mais conhecida como uma influencer digital. A Rafa Kalimann a mesma coisa. O próprio Babu como ator, não era um ator no padrão de um cara que estava em alta. Ele não estava com a carreira consolidada, tinha uma porrada de filme, mas na época estava desempregado”, pondera. “Karol tinha contrato com a GNT, contrato publicitário com a Avon, músicas muito bem colocadas. Projota a mesma coisa no segmento dele de rap, muito consolidado. Eles eu acho que perdem”, acrescenta.
Por outro lado, ele projeta que para o sertanejo Rodolffo a exposição pode ser positiva, pois seu perfil se encaixa com a proposta do programa e com o público. “Ele tem uma carreira, me parece um cara bacana e reflete o que um sertanejo é mesmo. Então, ele é um cara que possivelmente, se não cometer nenhuma bobagem muito grande, vai sair mais forte do que entrou”, avalia.
Sucesso da última edição estimulou participação de famosos este ano | Foto: TV Globo
Entre “cancelados” e feridos, o especialista acredita ainda que outros famosos voltarão a se arriscar no BBB. “As pessoas dificilmente entram achando que vão se dar mal ou fazer bobagens. Eu acho que vai ter gente com coragem de encarar, porque acho que o ser humano tem uma impressão sobre si diferente do que o outro tem sobre ele. Todo mundo entra e acha que nunca vai errar, que vai conseguir. Tem isso na cabeça de todo mundo, de entrar e pensar: ‘eu não vou ser igual a Karol Conká’. Ninguém acha que vai cometer os erros que os ex-participantes cometeram, mas ela cometeu agora e outros ainda vão cometer”, prevê.
IMPACTO NA SAÚDE MENTAL
Para a psicóloga da Rede Hapvida, Geane Santos, a internet passou a dar a ideia de que o público tem um certo “poder” sobre as figuras públicas. Ela lembra que na sociedade historicamente as pessoas estão acostumadas a julgar as outras, seja a roupa, o cabelo, o estilo, sotaque, ou outras características. Quando se fala de uma pessoa pública, como os artistas, os fãs e seguidores acabam criando um ideal do que aquela pessoa representa, e qualquer atitude fora dessa ideia acaba sendo vista de forma negativa. Isso se agrava com o “poder” permitido pela internet de se “cancelar” alguém por uma atitude errada.
“Infelizmente estamos cada vez mais cruéis. Nos escondendo atrás de uma tela e definindo o que é certo e errado para o outro como se aquele que julga não fosse capaz de se comportar da mesma forma num mesmo contexto”, ponderou a especialista.
Geane ainda ressalta que as pessoas não sabem bem definir limites e confundem a ideia de gostar do trabalho de alguém, com as ideias que ele defende. “Não podemos julgar o outro a ponto de destruir uma carreira. Quando falamos de uma carreira de um cantor que você gosta, a referência é a música, o que ele canta, como canta, o estilo musical e não pela pessoa. Há quem acabe confundindo o gostar do profissional com o gostar do que ele gosta, do jeito que ele fala, o que ele defende. Mas são coisas diferentes”, comentou. Ela ainda ressalta que diante disso os artistas acabam pressionados e tentam dar conta de corresponder ao que a sociedade exige.
A questão comportamental em torno do cancelamento pode ter impactos negativos na saúde mental do “cancelado”. Segundo a psicóloga, a situação pode levar a depressão e crises de ansiedade, por exemplo.
"Uma pessoa que está há muito tempo na mídia, é bem vista, bem querida, e de uma forma brusca acaba sendo tirada desse contexto, pode sim entrar em um episódio de depressão e ansiedade diante da forma e pelo modo como foi excluida daquele meio em que ela se sentia acolhida por pessoas que acreditavam, consideravam e estavam próximas. E com todo esse afastamento, rejeição, perda de contrato, de trabalhos, pode sim levar a problemas psicológicos", explicou.
Para Karol Conká e outros artistas “cancelados”, cabe avaliar o comportamento que foi motivo de cancelamento, recomenda a psicóloga. Geane sinaliza que é importante entender de que ponto e forma se chegou a esse cancelamento e refletir sobre a pessoa que quer ser, e a que está transparecendo para os seguidores.
Além disso é essencial se retratar, pedir desculpar e explicar o contexto em que o fato aconteceu.
Em entrevista virtual ao talk show britânico Loose Women, Ozzy Osbourne (72) comentou a satisfação de ter recebido a primeira dose da vacina contra a Covid-19. "Meu braço estava dolorido ontem, mas estou feliz por ter recebido, sabe?", contou o artista. "Assim que recebi me senti aliviado", acrescentou.
Ao lado do rockstar, sua esposa, Sharon, também falou sobre a doença. Ela, que testou positivo para o novo coronavírus em dezembro de 2020 e chegou a ser hospitalizada, revelou que teve medo e contou sobre as dificuldades enfrentadas na quarentena.
"Não consegui parar de chorar por três dias. Não havia um motivo para isso, simplesmente não conseguia parar, não conseguia sair da cama. Tão deprimida", lembrou. "Outro dia acordo e me sinto muito melhor”, disse.
Os fãs de Post Malone vibraram com uma das faixas de “Hollywood's Bleeding”, novo disco de Post Malone, mas, de acordo com a revista Rolling Stone, demonstraram também desconhecer um dos maiores nomes do rock mundial.
A música em questão é "Take What You Want", parceria entre Malone, o rapper Travis Scott e Ozzy Osbourne. Apesar de elogiarem a canção, os fãs agradeceram ao artista por lhes “apresentar um artista novo”.
Veja os comentários:
Internado há mais de 10 dias por conta de complicações de uma gripe que o levaram a uma grave infecção no trato respiratório superior, Ozzy Osbourne deixou a Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
De acordo com o Rolling Stone Brasil, a informação foi confirmada por Sharon Osbourne, esposa e empresária do artista, durante um talk show apresentado por ela, ao lado de Sheryl Underwood, Carrie Ann Inaba, Eve e Sara Gilbert. "Ele está indo bem", disse Sharon. "Ele deixou a UTI e agora está respirando por conta própria", acrescentou.
Há 37 anos Ozzy Osbourne surpreendeu o público ao morder um morcego, em cima do palco, durante a turnê “Night of the Living Dead”, na cidade de Des Moines, Iowa, nos Estados Unidos. No aniversário da data do incidente que marcou o mundo do rock, o artista resolveu lançar um boneco colecionável do animal. "Hoje marca o 37º aniversário de quando eu mordi a cabeça de um morcego! Celebre com este boneco comemorativo com cabeça removível", divulgou Ozzy, em suas redes sociais. O brinquedo está à venda na internet, pelo valor de 40 dólares (clique aqui).
Today marks the 37th Anniversary since I bit a head off a f*cking bat! Celebrate with this commemorative plush with detachable head.https://t.co/Of23jCDtaa pic.twitter.com/U8ZkmOYOey
— Ozzy Osbourne (@OzzyOsbourne) 20 de janeiro de 2019
Ozzy Osbourne anunciou, nesta segunda-feira (6), que se prepara para realizar a última turnê mundial de sua carreira, que incluirá quatro apresentações no Brasil, em maio de 2018, passando por São Paulo (dia 13), Curitiba (16), Belo Horizonte (18) e Rio de Janeiro (20). “Em sua próxima turnê mundial de despedida, Ozzy Osbourn festejará mais de cinco décadas como intérprete (tanto como artista solo, quanto como vocalista do Black Sabbath, formado em 1968)”, diz comunicado publicado no site oficial do artista, acrescentando que “esta turnê, que espera levar o Ozzy ao redor do mundo, com datas até 2020, marcará o fim da turnê global para o lendário artista, embora ele continue apresentando shows selecionados”. De acordo com o músico, as pessoas continuam lhe perguntando quando se aposentará, e sua resposta é: "Esta será a minha última turnê mundial, mas não posso dizer que não vou fazer shows aqui e ali". Além de shows pelo Brasil, a excursão de despedida contará com apresentações no México, Chile, Argentina, Rússia, Finlândia, Suécia, Reino Unido, República Tcheca, França, Itália, Noruega, Dinamarca, Bélgica, Polônia, Alemanha, Espanha e Portugal (clique aqui e confira a agenda completa).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Cláudio Villas Boas
"Iniciou esse contrato com a celebração do aditivo em 4 de junho de 25 agora, e a previsão contratual é que precisamos iniciar a construção da ponte em um ano após a assinatura desse contrato. Portanto, em junho de 26 iniciaríamos a construção. Logicamente, para isso, algumas etapas precisam ser desenvolvidas antes".
Disse o CEO do consórcio responsável pela ponte Salvador-Itaparica, Cláudio Villas Boas ao indicar que a data para o início da construção está marcada para junho de 2026.