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Artigos

Luiz Fernando Lima
Sobre memória, esquecimento e a hora do voto
Foto: Acervo pessoal

Sobre memória, esquecimento e a hora do voto

Entre tarifaço, derrota da seleção na Copa do Mundo e o amplo alcance do nefasto esquema do Banco Master, a população vai sendo chamada a prestar atenção nas eleições de outubro. Nenhum desses fatos, por mais grave que pareça hoje, chega sozinho até o eleitor na solidão da urna. Será preciso muitos empurrões e repetições.

Multimídia

Diego Castro minimiza divergências entre Michelle e Flávio Bolsonaro: “Acontece nas melhores famílias”

Diego Castro minimiza divergências entre Michelle e Flávio Bolsonaro: “Acontece nas melhores famílias”
Em entrevista ao projeto Prisma nesta segunda-feira (6), o deputado estadual Diego Castro, avaliou o distanciamento político de Michelle Bolsonaro, que saiu da presidência do PL Mulher, em relação ao seu enteado, o pré-candidato, Flávio Bolsonaro (PL), incluindo a recusa de apoio voltada ao eleitorado feminino.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

osklen

Disputa milionária de Caetano Veloso contra Osklen por uso indevido de marca ganha novos capítulos na Justiça
Foto: Instagram

A disputa judicial entre Caetano Veloso e a marca de roupas Osklen ganhou um novo capítulo. De acordo com a coluna de Ancelmo Gois, do jornal 'O Globo', o processo, que envolve um pedido de indenização de cerca de R$ 1,3 milhão por conta do uso de elementos ligados ao movimento Tropicália, voltou à primeira instância após a sentença inicial, que havia sido favorável à marca, ser totalmente anulada.

 

Com a determinação do juiz para a apresentação de novas provas, ambas as partes moveram suas peças no último mês com argumentos de peso.

 

A defesa de Caetano reiterou o pedido de indenização e solicitou que todas as alegações baseadas na decisão anteriormente anulada fossem desconsideradas. Os advogados do baiano ainda pontuaram na tese que a Osklen cometeu violação de imagem e aproveitamento parasitário ao lançar a coleção “Brazilian Soul”.

 

Para a equipe de Caetano, a imagem do cantor e o movimento cultural estão umbilicalmente ligados, tornando impossível a exploração comercial de um sem remeter diretamente ao outro.

 

Já a Osklen, tenta descaracterizar a acusação de uso publicitário indevido, sustentando que Caetano Veloso não comprovou a titularidade exclusiva dos direitos sobre o movimento tropicalista e argumentando que a Tropicália é um patrimônio cultural amplo.

 

A empresa ainda afirma que a postagem que utilizou a imagem do cantor foi um story no Instagram, de natureza orgânica e efêmera. Segundo a Osklen, o conteúdo teve um tom de homenagem, e não o objetivo de funcionar como uma peça publicitária.

 

Atualmente o processo tramita na 1?ª Vara Empresarial da Capital.

Justiça anula decisão e Caetano Veloso volta a vencer processo milionário contra a Osklen
Foto: André Carvalho / BN Hall

Caetano Veloso venceu em segunda instância o processo movido contra a marca de roupas Osklen, por uso indevido de imagem em uma campanha da empresa, no qual o cantor pede uma indenização de R$ 1,3 milhão.

 

De acordo com a coluna de Lauro Jardim, do jornal 'O Globo', a 12ª Câmara de Direito Privado decidiu, de forma unânime, pela anulação da sentença anterior que negava indenização ao artista pelo uso indevido de sua imagem e obra.

 

Segundo a publicação, os desembargadores entenderam que houve cerceamento de defesa na primeira instância, isto é, que Caetano não teve o espaço necessário para apresentar todas as provas e argumentos no processo original.

 

Desta forma, a sentença anterior foi invalidada e o processo retorna à primeira instância para uma nova análise.

 

RELEMBRE O CASO
A ação, que corre na Justiça do Rio de Janeiro, foi movida pela equipe do artista pelo uso indevido de sua imagem e obra na coleção "Brazilian Soul". 

 

A defesa de Caetano sustenta que a grife e seu fundador, Oskar Metsavaht, pegaram "carona" no lançamento da turnê comemorativa do álbum Transa, de 1972, em 2023, utilizando referências diretas ao artista sem autorização.

 

Já a Osklen defende que a Tropicália é um patrimônio cultural coletivo e brasileiro, fruto de diversos intelectuais, e que nenhum artista individual poderia reivindicar "posse" exclusiva sobre o movimento.

Caetano Veloso e Paula Lavigne perdem ação contra Osklen por danos morais; entenda
Foto: Instagram

A 15ª Câmara de Direito Privado do TJ do Rio de Janeiro negou, por unanimidade, o recurso apresentado pela defesa do cantor baiano Caetano Veloso e a empresária Paula Lavigne contra a marca Osklen. As informações são do colunista Ancelmo Gois, do jornal 'O Globo'.

 

De acordo com a publicação, o processo em questão foi a ação movida pelo casal que pedia indenização por danos morais de R$ 100 mil, além de uma retratação pública.

 

A defesa do artista ajuizou uma ação contra a Osklen por uso indevido de imagem e pediu uma indenização. A empresa sugeriu um acordo para doação em nome de Caetano Veloso a uma instituição social. 

 

No entanto, segundo a marca, o músico teria negado a oferta e exigido R$ 500 mil "in cash".

 

Para Caetano e Paula, a expressão utilizada pela empresa sugeria intenção de sonegação fiscal, ferindo sua honra, especialmente pela notoriedade de Caetano. Eles pediam reparação de R$ 50 mil cada e publicação de nota de retratação.

 

O relator do caso, desembargador Alexandre Scisinio, entendeu que o termo “in cash” foi utilizado de forma técnica, significando apenas pagamento imediato e à vista, sem conotação pejorativa, e que não ficou provada a intenção da Osklen de caluniar ou difamar o artista.

 

O primeiro processo movido por Caetano Veloso contra a marca foi em 2023, quando o artista entrou com uma ação pelo suposto uso indevido do movimento Tropicalismo em uma campanha chamada "Brazilian Soul".

 

Além da indenização milionária, o baiano pediu para que a marca retirasse de circulação os produtos que fazem referência a ele e ao movimento, além de exigir a exclusão das publicações que o relacionem a marca nas redes sociais.

Caetano Veloso recorre na Justiça após derrota em processo contra Osklen; entenda caso
Foto: André Carvalho / BN Hall

O cantor Caetano Veloso e a esposa, Paula Lavigne, decidiram recorrer na Justiça após perderem a ação movida contra a Osklen por uso indevido de obras do artista em uma campanha publicitária.

 

O Juiz de Direito Luiz Cláudio Silva Jardim Marinho, da 31ª vara Cível do Rio de Janeiro/RJ, julgou improcedente a ação movida pelo baiano, que chegou a receber uma proposta da marca de um acordo para doação em nome de Caetano Veloso a uma instituição social.

 

De acordo com a coluna de Fábia Oliveira, do site Metrópoles, no recurso que sucedeu à derrota judicial do casal, os dois disseram que o juiz parece não ter entendido os fatos apresentados. 

 

A defesa de Caetano e Paula alega que o grande problema do caso é que a Osklen mentiu em sua manifestação à imprensa, dando a entender que a dupla pretendia sonegar o valor de meio milhão de reais ao sugerir que eles teriam exigido o valor "in cash", agindo de modo difamatório, injurioso e calunioso. 

 

Segundo a publicação, ainda no documento, Caetano Veloso disse que a manifestação da Osklen foi pensada para minar sua credibilidade junto à sociedade pouco tempo após ele a processá-la pela campanha. 

 

O casal volta a pedir R$ 100 mil de indenização, além de uma retratação da marca.

Caetano Veloso perde ação contra Osklen; juiz entendeu que não houve difamação

O Juiz de Direito Luiz Cláudio Silva Jardim Marinho, da 31ª vara Cível do Rio de Janeiro/RJ, julgou improcedente a ação movida pelo cantor Caetano Veloso por suposta difamação contra a Osklen. Caetano e a esposa processaram a marca, alegando que a empresa ao divulgar as tratativas de um acordo, poderia induzir o público a interpretar que havia intenção de ocultar dinheiro. As informações são do Migalhas.

 

Na decisão, o juiz entendeu que a empresa apenas relatou fatos verdadeiros sobre as tratativas entre as partes, sem ofender a honra de Caetano Veloso ou sugerir conduta criminosa.

 

ENTENDA

A ação de difamação ocorreu após um outro caso envolvendo o cantor e a marca. Caetano ajuizou uma ação contra a Osklen por uso indevido de imagem e pediu uma indenização. A empresa sabendo do descontentamento do artista, sugeriu um acordo para doação em nome de Caetano Veloso a uma instituição social. No entanto, segundo a marca, o músico teria negado a oferta e exigido R$ 500 mil "in cash".

 

Caetano e a esposa, Paula Lavigne, ajuizaram nova ação contra a marca alegando que a empresa levantou suspeita de sonegação fiscal ao divulgar, na imprensa, que o cantor teria exigido pagamento em dinheiro para evitar um processo sobre o uso indevido de imagem.

Caetano Veloso acusa juiz de ser parcial em processo contra Osklen por uso indevido de imagem; entenda
Foto: Rafael Strabelli

Os representantes do cantor Caetano Veloso acionaram a Justiça do Rio de Janeiro acusando o juiz  Alexandre de Carvalho, da 1ª Vara Empresarial do TJ do Rio de ser parcial no julgamento da ação movida por eles contra a marca Osklen.

 

De acordo com o colunista Ancelmo Gois, do jornal 'O Globo', os advogados do artista alegam que a decisão que inocentou a Osklen no processo contra a empresa pelo suposto uso indevido do movimento Tropicalismo está "contaminada por convicções e opiniões pessoais, internas e subjetivas do julgador". 

 

Na petição para o pedido de suspeição, o cantor e os advogados listam uma série de sites e páginas seguidas pelo magistrado, classificadas como de "extrema-direita". Os advogados ainda citam que o juiz é seguidor de figuras como Olavo de Carvalho, Jair Bolsonaro e seus três filhos.

 

"O excepto (juiz) atuou verdadeiramente em favor de uma parte (os réus) ao invés de abrir a obrigatória fase probatória para esclarecimentos que, evidentemente, eram necessários a pedido do excipiente (autor), o que induz não apenas a nulidade da sentença, mas revela sua clara e evidente parcialidade".

 

A ação movida por Caetano, que tinha um pedido de indenização de R$ 1,3 milhão, acusa a marca de obter vantagem indevida com a imagem do cantor na campanha de verão chamada "Brazilian Soul", que teria feito referências ao músico e ao Tropicalismo.

 

O juiz decidiu que é "inviável" impedir que pessoas se inspirem no movimento artístico e reforçou que o próprio nome "Tropicália" não foi pensado por Caetano.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
O TCA foi reaberto com o discurso de "mais 'muderno' do Brasil", mas faltou tirar o processo analógico de entrada. Mas foi mais animado do que o Dois de Julho, pelo menos. De tão morno, o povo mal suou a camisa - menos o Ferragamo, claro. Mas o problema maior foi terem quebrado o termômetro da festa. E se Julieta não desceu da sacada, Card pelo menos apareceu. O que, pra ele, já é muito. Mas se tem uma coisa garantida em qualquer evento público com o Soberano é que ele vai mostrar, em algum momento, sua capacidade de descoordenação motora. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Manno Góes

Manno Góes
Foto: Reprodução / Antena 1

"A festa baiana enfrenta hoje a forte concorrência de capitais como São Paulo. Consequentemente, os turistas de fora deixaram de vir com a mesma frequência, e o público atual tem sido sustentado pelo turismo interno, com moradores do interior da Bahia se deslocando para a capital".

 

Disse o músico e compositor Manno Góes analisou o atual cenário cultural da Bahia e fez reflexões sobre os desafios e a estagnação do Carnaval de Salvador, durante entrevista concedida ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador.

Podcast

Vereador Randerson Leal é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira

Vereador Randerson Leal é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira
Foto: Projeto Prisma
O vereador Randerson Leal (PDT) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda-feira. O podcast é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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