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oscar pistorius
Ex-atleta olímpico e paralímpico, Oscar Pistorius deixou a prisão nesta sexta-feira (5) após conseguir liberdade condicional. Em 2017, ele havia sido condenado a 13 anos e cinco meses de reclusão pelo assassinato da namorada Reeva Steenkamp, em fevereiro de 2013, e já cumpriu metade da pena.
Durante a liberdade condicional, Pistorius ficará sob supervisão do Departamento de Serviço Correcional (DCS) da África do Sul até o final da pena em dezembro de 2029. Ele será monitorado por oficial do DCS e terá de reportar sempre que for procurar empregos ou mudar de casa. Para seguir fora da cadeia, o ex-atleta, de 37 anos, não poderá dar entrevistas e nem consumir álcool ou qualquer substância proibida. Além disso, vai frequentar um programa do DCS sobre violência de gênero e continuar a terapia para controlar a raiva.
Natural em Johannesburgo, na África do Sul, Oscar Pistorius teve má formação congénita e nasceu sem as fíbulas, precisando amputar as duas pernas pouco abaixo dos joelhos aos 11 meses de vida. No atletismo, ele se tornou velocista e se destacou ao conquistar seis ouros, uma prata e um bronze em três Paralimpíadas. O sul-africano se tornou o primeiro biamputado a disputar os Jogos Olímpicos na edição de 2012, em Londres e ganhou o apelido de Blade Runner, corredor lâmina na tradução em português. O atleta se classificou para as semifinais dos 400m rasos e chegou na final do revezamento 4x400m.
RELEMBRE O CASO
A namorada de Pistorius, Reeva Steenkamp, foi assassinada aos 29 anos, no 14 de fevereiro de 2013, Dia dos Namorados em boa parte do mundo, inclusive na África do Sul. O atleta admitiu ter sido o autor dos disparos e alegou ter confundido a mulher, que estava presa no banheiro, com uma pessoa invadindo a casa. No julgamento, ele alegou ter agido em legítima defesa, mas foi condenado a cinco anos de prisão por homicídio culposo, sem intenção de matar, em 2014. Dois anos depois, ele recorreu a um tribunal de apelação, mas teve a pena revisada para seis anos. A procuradoria sul-africana pediu um novo julgamento por considerar a punição "escandalosamente inadequada" e em 2017 a punição foi aumentada para 13 anos e cinco meses.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.