Artigos
E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?
Multimídia
Mansur diz que candidatura feminina no PSOL deve ser decidida pelas mulheres
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
osasco
Um criminoso apontado como um dos maiores assaltantes de banco do Brasil, identificado como Valnei da Silva Rocha, foi preso nesta sexta-feira (28), em Osasco, São Paulo. A ação foi realizada pela Ficco (BA), Ficco (SP) e Polícia Militar (PM-SP) paulista.
Natural da Bahia, o suspeito integra uma facção criminosa fundada em São Paulo e possui dezenas de passagens por ataques a agências bancárias nas regiões Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste.
Segundo informações iniciais da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), ele estaria em Osasco para receber um carregamento de fuzis. O homem tinha dois mandados de prisão em aberto e foi localizado durante uma operação baseada em informações de inteligência.
Um dia depois de a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) adotar uma nova política que impede mulheres trans de disputar a categoria feminina nas principais competições nacionais, Tifanny Abreu se pronunciou pela primeira vez sobre a decisão. A oposta do Osasco criticou a medida, classificou a mudança como um "enorme retrocesso" e garantiu que pretende lutar para permanecer no esporte.
A manifestação aconteceu no último sábado (15), após a derrota do Osasco por 3 sets a 2 para o Pinheiros, na estreia pelo Campeonato Paulista. Tifanny, de 41 anos, está liberada para disputar o Estadual porque a competição começou antes da publicação da nova política da CBV e continuará seguindo as regras que estavam vigentes no início do torneio.
Após a partida, a jogadora destacou que está há dez anos atuando no voleibol feminino e afirmou que a decisão da confederação afeta não apenas sua carreira, mas também o clube, torcedores, patrocinadores e outras pessoas trans.
"O voleibol é minha vida, meu trabalho. A CBV está tirando de mim tudo o que eu tenho, que é o amor pelo voleibol e a profissão que venho exercendo todos esses anos. São 10 anos no voleibol feminino. Não comecei ontem. Isso não afeta somente a mim. Afeta meu clube, a torcida, patrocinadores, as pessoas que se inspiram em mim, o direito de todas as pessoas trans", declarou.
Tifanny também comparou os novos critérios de elegibilidade a antigos métodos utilizados para verificar o sexo de atletas e classificou a mudança como um retrocesso.
"É um enorme retrocesso na luta pelo reconhecimento e inclusão de todas as pessoas no esporte. Voltamos para uma forma vexatória, como se testavam as atletas nos anos 60 e 70. Estamos em 2026. Não podemos ter esse retrocesso jamais."
A oposta afirmou ainda que pretende buscar medidas para contestar a decisão.
"Não vou me calar. E vou tomar todas as medidas possíveis para que minha luta pelo direito, visibilidade, inclusão e prática do esporte não tenham sido em vão. Meus 10 anos não foram em vão e vou lutar por eles e por todos vocês. Obrigado e nos vemos novamente no próximo jogo", completou.
Minutos após a partida, Tifanny Abreu se pronunciou publicamente pela primeira vez. A CBV anunciou a adesão à política de elegibilidade do COI para o naipe feminino, restringindo a participação de atletas trans no vôlei brasileiro ??
— Portal Vôlei Brasil ???????????? (@portal_volei) August 16, 2026
"A CBV está tirando de mim, tudo o que eu… https://t.co/nfF0IuenL6 pic.twitter.com/VQe0oUmAJ1
NOVA REGRA DA CBV
Publicada na última sexta-feira (14), a nova Política sobre a Elegibilidade de Atletas para as Competições da Categoria Feminina no Voleibol revogou a política anterior da CBV para atletas trans. A entidade afirma que a mudança segue as normas adotadas pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) e o cenário regulatório internacional da modalidade.
O regulamento determina que a participação na categoria feminina fica limitada às atletas consideradas de sexo biológico feminino. A identidade de gênero, documentos civis, tratamento hormonal, supressão de testosterona ou realização de cirurgia deixam de ser suficientes para alterar a elegibilidade esportiva.
Para estabelecer essa condição, a CBV adotará a triagem do gene SRY. Atletas com resultado negativo serão consideradas elegíveis para o feminino. Já aquelas com resultado positivo não poderão ocupar vagas da categoria feminina, com exceção de casos específicos de CAIS ou outras condições XY-DSD raras previstas no regulamento.
A política menciona expressamente que atletas transgêneros XY com resultado SRY positivo não serão elegíveis para a categoria feminina, podendo competir na masculina caso cumpram os demais requisitos. Dessa forma, a nova regulamentação representa, na prática, o banimento de mulheres trans nessas condições das competições femininas abrangidas pela CBV.
A exigência passa a valer imediatamente para a Superliga A e B 2026/27, Supercopa do Brasil 2026, Copa Brasil 2027, Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia Adulto 2027 e CBVP Challenger 2027, além das edições seguintes.
A recusa em realizar o teste não configura infração disciplinar, mas, sem a comprovação exigida, a atleta não poderá competir na categoria feminina.
TIFANNY SEGUE APTA NO PAULISTA
A nova regra não retirou Tifanny do Campeonato Paulista de 2026. A Federação Paulista de Voleibol (FPV) decidiu manter as normas existentes quando o Estadual teve início, na sexta-feira (14), antes que a nova política produzisse efeitos sobre a competição.
Com isso, a oposta poderá continuar defendendo o Osasco durante o torneio. Para as próximas competições, entretanto, a federação informou que eventuais alterações serão avaliadas posteriormente.
O Osasco também se manifestou após a publicação da norma. O clube afirmou ter sido surpreendido pela decisão, disse que não participou da elaboração da política e acionou seu departamento jurídico para avaliar os próximos passos. A equipe reiterou apoio à jogadora.
Na estreia do Paulista, Tifanny recebeu apoio das arquibancadas do Ginásio José Liberatti. Torcedores gritaram seu nome e exibiram manifestações de apoio durante a partida contra o Pinheiros.
Tifanny foi muito aplaudida pela torcida do Osasco antes da estreia no Campeonato Paulista contra o Pinheiros.
— ESPN Brasil (@ESPNBrasil) August 16, 2026
Na sexta, a CBV anunciou que vai aderir à política do Comitê Olímpico Internacional e da Federação Internacional que proíbe mulheres trans nas competições.
Mas, a… pic.twitter.com/VINa0lUCBw
QUEM É TIFANNY?
Tifanny atua no voleibol feminino desde 2017 e fez história ao se tornar a primeira mulher trans a disputar a Superliga Feminina. A jogadora defende o Osasco desde 2021 e conquistou, entre outros títulos, a Superliga na temporada 2024/25.
A temporada 2026/27 tende a ser uma das últimas de sua carreira, já que ela indicou anteriormente a proximidade da aposentadoria.
O Dentil Praia Clube conquistou o tricampeonato da Superliga Feminina de vôlei e teve em Adenízia um dos principais nomes da campanha. A central foi eleita a melhor jogadora da competição e também entrou na seleção da temporada 2025/2026 como melhor atleta da posição.
Campeã olímpica, Adenízia se destacou no ataque, no bloqueio e pela liderança em momentos decisivos da trajetória do Praia Clube. Além dela, a equipe campeã teve a norte-americana Payton Caffrey escolhida como uma das ponteiras do time ideal. O técnico Rui Moreira também foi premiado como melhor treinador da competição.
Vice-campeão, o Osasco foi o clube com mais representantes na seleção da Superliga. Jenna Gray foi eleita a melhor levantadora, a argentina Bianca Cugno ficou com o posto de melhor oposta, e Camila Brait recebeu o prêmio de melhor líbero.
O Minas também teve representante no time ideal, com Julia Kudiess escolhida como central. A outra ponteira selecionada foi Simone Lee, do Sesc Flamengo. Já Jaqueline Schmitz, do Maringá, levou o prêmio de Atleta Revelação.
A cerimônia de premiação também marcou homenagens a duas referências do vôlei brasileiro que se despedem das quadras: Camila Brait e Carol Gattaz. Brait encerra a carreira após defender o Osasco, enquanto Gattaz integrou o elenco campeão do Praia Clube, mas atuou pouco na temporada por conta de uma lesão no joelho.
Camila Brait se despediu oficialmente das quadras com a reverência reservada aos grandes nomes do esporte. Na noite desta sexta-feira (24), aos 37 anos, a líbero encerrou a carreira após a eliminação do Osasco na semifinal da Superliga 2025/26, em uma noite marcada pelos aplausos da torcida adversária. A mais de 500km de casa, em um ginásio tomado pelo azul e branco do Minas, a jogadora vestindo laranja foi ovacionada em uma reverência a trajetória de uma das maiores líberos do vôlei brasileiro.
Abraçada pelas companheiras e pelo técnico Luizomar de Moura, a quem chama de pai, Camila se emocionou ao ouvir seu nome ecoar das arquibancadas. Confira a cena abaixo:
— Mídias (@midiasdoqg) April 25, 2026
Ídolo do Osasco, Brait encerra uma trajetória de 18 temporadas pelo clube, onde ultrapassou a marca de 800 jogos e construiu uma história de títulos e identificação. Apenas na temporada 2024/25, conquistou a tríplice coroa com a equipe, subiu novamente ao pódio do Mundial de Clubes e mostrou, em alto nível, por que seguiu como referência na posição até o fim da carreira.
“Nesses 18 anos vestindo a camisa de Osasco, vivi e senti coisas extraordinárias, sentimentos que só o esporte é capaz de proporcionar. Teve dor, momentos difíceis, incertezas, choro, luta... Mas também teve sucesso, vitórias, muita glória, e o principal, eu fui feliz aqui”, escreveu a atleta nas redes sociais.
A aposentadoria já vinha sendo anunciada desde outubro do ano passado, após a conquista inédita da Supercopa do Brasil pelo Osasco. Na ocasião, a jogadora revelou que o título faltante em sua galeria foi decisivo para confirmar a despedida.
Pela Seleção Brasileira, da qual já havia se afastado após a prata nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2021, Camila construiu também uma trajetória vitoriosa, com destaque para a medalha olímpica e o ouro nos Jogos Pan-Americanos de 2015. Reconhecida pela consistência defensiva e técnica refinada, encerra a carreira como um dos maiores nomes da posição no país.
O Osasco disputa neste sábado (28) a final da Copa Brasil com o objetivo de defender o título conquistado em 2025 e, ao mesmo tempo, assumir a liderança isolada no ranking de maiores campeões do torneio. A decisão contra o Minas está marcada para as 21h (de Brasília), no Ginásio Moringão, em Londrina.
A equipe paulista, comandada por Luizomar de Moura, soma quatro títulos da Copa Brasil e divide a primeira posição histórica com o Sesc RJ Flamengo. Um novo triunfo colocará o Osasco sozinho no topo.
Do outro lado, o Minas busca o quarto troféu para igualar a marca do adversário. O último título do clube mineiro foi em 2023, quando venceu o Praia Clube na final.
Para chegar à decisão de 2026, o Osasco eliminou o Sesc RJ Flamengo na semifinal com vitória por 3 sets a 0, parciais de 25/21, 26/24 e 25/17. Já o Minas avançou ao superar o Praia Clube por 3 a 1, após perder o primeiro set (20/25) e vencer os seguintes por 25/16, 25/18 e 25/20.
Ao protagonizarem a final do Sul-Americano de Vôlei Feminino 2026, no último domingo (22), Sesi-Bauru e Osasco conquistaram as vagas para o Mundial de Clubes de Vôlei Feminino 2026. Apesar da classificação dupla, o ouro continental ficou com a equipe de Bauru, após vencer por 3 sets a 0.
A edição de 2026 será realizada em dezembro e contará com oito vagas distribuídas entre diferentes regiões. Sesi-Bauru e Osasco serão os representantes da América do Sul. Europa, Ásia e África completam a lista, além de um lugar reservado para o representante do país-sede, que ainda não foi revelado.
Os clubes brasileiros são os primeiros confirmados para o evento, já que as outras disputas continentais ainda ocorrerão durante o ano de 2026.
COMO FUNCIONA A DISTRIBUIÇÃO DE VAGAS
- América do Sul (CSV): 2 vagas (Sesi-Bauru e Osasco)
- Europa (CEV): 2 vagas (finalistas da Champions League)
- Ásia (AVC): 2 vagas (finalistas do Campeonato Asiático de Clubes)
- África (CAVB): 1 vaga (campeão do Campeonato Africano de Clubes)
- País-Sede: 1 vaga (representante do país que receberá o evento)
O Osasco foi derrotado pelo Conegliano na semifinal do Mundial de Clubes feminino de vôlei. Jogando em casa, a equipe brasileira saiu na frente, mas acabou sofrendo a virada e perdeu por 3 sets a 1, neste sábado (13). As parciais foram de 25/21, 23/25, 16/25 e 17/25.
A equipe paulista venceu o primeiro set, resultado inédito contra o time italiano nesta edição do torneio, mas não conseguiu manter o ritmo diante do Conegliano, atual referência do voleibol mundial.
Com o resultado, o Osasco disputará a medalha de bronze neste domingo (14), às 13h (de Brasília), contra o Praia Clube. Já o Conegliano avançou à final e enfrentará o Scandicci, que garantiu vaga na decisão ao vencer o Praia Clube por 3 sets a 0, com parciais de 25/23, 26/24 e 25/19, mantendo 100% de aproveitamento no Mundial.
A Polícia Militar de São Paulo detalhou o caso do Guarda Civil Municipal que matou o secretário-adjunto de Segurança na cidade de Osasco, na Grande São Paulo. Henrique Marival de Sousa foi preso na noite desta segunda-feira (6), após iniciar um tiroteio dentro da Prefeitura.
Policiais detalham caso de GCM que matou secretário-adjunto em Osasco.
— Metrópoles (@Metropoles) January 6, 2025
?? Leia mais no https://t.co/PFzh0Hztuw
???? Leonardo Amaro/Metrópoles pic.twitter.com/UWK466qzac
O guarda se rendeu após horas de interdição no prédio da Prefeitura. No final da noite, a Polícia Militar confirmou a morte do secretário-adjunto de segurança, Adilson Custódio Moreira, que foi atingido pelos disparos.
Segundo informações divulgadas por servidores da entidade, o suspeito e a vítima possuíam desavenças e um conflito teve início durante uma reunião de rotina da equipe de segurança da cidade, em que estavam presentes líderes da GCM (Guarda Civil Metropolitana) e da equipe da segurança pública.
O secretário-adjunto teria convidado todos os interessados a conversar pessoalmente com ele ao final da reunião e Henrique Marival teria sido o último a entrar na sala. Dentro da sala, que estava trancada, foram ouvidos disparos. O atirador era guarda-civil da 1ª classe de Osasco desde 2015.
O guarda-civil municipal Henrique Marival de Sousa foi preso na noite desta segunda-feira (6), após iniciar um tiroteio dentro da Prefeitura de Osasco, na Grande São Paulo. O guarda se rendeu após horas de interdição no prédio da Prefeitura. No final desta noite, a Polícia Militar confirmou a morte do secretário-adjunto de segurança, Adilson Custódio Moreira, que foi atingido pelos disparos.
Segundo informações divulgadas por servidores da entidade, o suspeito e a vítima possuíam desavenças e um conflito teve início durante uma reunião de rotina da equipe de segurança da cidade, em que estavam presentes líderes da GCM (Guarda Civil Metropolitana) e da equipe da segurança pública.
Conforme informações da Folha de S. Paulo, o secretário-adjunto teria convidado todos os interessados a conversar pessoalmente com ele ao final da reunião e Henrique Marival teria sido o último a entrar na sala. Dentro da sala, que estava trancada, foram ouvidos disparos. O atirador era guarda-civil da 1ª classe de Osasco desde 2015.
Testemunhas da reunião inicial afirmaram que Henrique teria sido demovido do seu cargo na prefeitura nesta segunda e alocado em outra função. Após o ocorrido os corredores foram interditados para os trabalhos das polícias Civil, Militar e GCM, que cercaram o local. Os demais funcionários foram orientados a deixar a prefeitura.
A gestão municipal informou que então os guardas ficaram trancados em uma das salas do prédio e por volta das 18h20, oficiais do Gate (Grupo de Operações Táticas Especiais) iniciaram a negociação com o suspeito. Ele se entregou após duas horas de tratativas.
Adilson já estava morto, constatou o médico presente. Em nota, SSP (Secretaria de Segurança Pública) lamentou a morte do secretário-adjunto de Osasco e informou que o atirador foi levado ao 5º DP da cidade.
"O autor do crime se entregou após negociações do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), da Polícia Militar. Ele será encaminhado ao 5º Distrito Policial da cidade, onde será ouvido e indiciado. Exames periciais foram solicitados e mais informações serão fornecidas após o registro do boletim de ocorrência."
Um médico receitou sorvete e o jogo "Free Fire" para uma criança com sintomas gripais, juntamente com uma lista de remédios como amoxicilina e dipirona. O atendimento ocorreu na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Jardim Conceição, localizada em Osasco, na região metropolitana de São Paulo, na madrugada do dia 18.
Após mostrar a receita para um parente em casa, Priscila da Silva Ramos, mãe do menino de nove anos atendido, percebeu que o médico havia zombado dela e da criança.
Ela questionou: "Como meu filho vai consumir sorvete de chocolate se ele está com a garganta inflamada?". A mãe relatou que a criança apresentava tosse, uma forte gripe, dor de garganta, tonturas e começou a vomitar próximo ao momento em que foi levada ao hospital.
Durante o atendimento, Priscila afirmou que o médico não examinou a criança, apenas perguntou sobre seus sintomas e começou a prescrever vários medicamentos. Ela disse: "Eu conhecia alguns, como a dipirona, mas não conhecia os outros, e ele não me explicou nada".
Sem sair de sua cadeira atrás da mesa, o médico perguntou ao menino se ele preferia sorvete de chocolate ou de morango. Ele escolheu chocolate e, então, o médico incluiu na receita: "sorvete de chocolate duas vezes ao dia, além de jogar Free Fire diariamente".
Conforme noticiou o G1, o médico possui registro ativo no Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), mas não possui uma especialidade registrada. Na receita, ele se identifica como neurologista.
A mãe também mencionou outro problema: a UPA não possui uma farmácia. A distância até uma farmácia gratuita é de aproximadamente 15 minutos a pé. Priscila conseguiu buscar os remédios para o filho no dia seguinte ao ocorrido.
A reportagem questionou o Cremesp, que informou não ter sido oficialmente notificado sobre o caso. O conselho afirmou que, após receber a denúncia, iniciará uma investigação sobre o ocorrido.
Ao ser questionada, a Prefeitura de Osasco divulgou uma nota informando que Gabriel chegou à unidade com um quadro de nasofaringite aguda. Segundo o exame físico descrito no prontuário pelo médico, a criança apresentava um quadro inflamatório agudo, sem sinais graves da doença.
O médico alegou ter prescrito o sorvete para aliviar a dor, pois a ingestão de alimentos gelados tem um efeito anestésico e permitiria que a criança se alimentasse durante a fase aguda da doença.
A prefeitura ainda afirmou que, devido à conduta inadequada com o paciente e seus familiares, bem como à falta de esclarecimentos sobre suas ações, o médico foi desligado dos serviços prestados.
Parte do estacionamento do Osasco Plaza Shopping, localizado no estado de São Paulo, desabou próximo à praça de alimentação do estabelecimento durante a tarde desta quarta-feira (8). Em imagens compartilhadas nas redes sociais, é possível ver que alguns veículos foram destruídos após o desmoronamento da estrutura.

Foto: Redes Sociais
De acordo com O Globo, o Corpo de Bombeiros deslocou oito equipes para o local a fim de prestar atendimento e não existe, ainda, informação sobre feridos. O capitão André Elias confirmou que parte do pavimento do estacionamento caiu próximo à praça de alimentação.
O shopping foi inaugurado em abril de 1995 e é de propriedade da B7 Participações.
Confira imagens:
Hora que o teto caiu. #Osasco pic.twitter.com/2GWBYaGdcj
— Diogo (@Diogo37_) March 8, 2023
Vídeo mostra momento em que carros são engolidos por cratera em shopping. Local já havia sofrido acidente similar em 1996, na praça de alimentação, que deixou 42 mortos. pic.twitter.com/lbsrHBF9Ks
— Jornal O Globo (@JornalOGlobo) March 8, 2023
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.