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O Osasco disputa neste sábado (28) a final da Copa Brasil com o objetivo de defender o título conquistado em 2025 e, ao mesmo tempo, assumir a liderança isolada no ranking de maiores campeões do torneio. A decisão contra o Minas está marcada para as 21h (de Brasília), no Ginásio Moringão, em Londrina.
A equipe paulista, comandada por Luizomar de Moura, soma quatro títulos da Copa Brasil e divide a primeira posição histórica com o Sesc RJ Flamengo. Um novo triunfo colocará o Osasco sozinho no topo.
Do outro lado, o Minas busca o quarto troféu para igualar a marca do adversário. O último título do clube mineiro foi em 2023, quando venceu o Praia Clube na final.
Para chegar à decisão de 2026, o Osasco eliminou o Sesc RJ Flamengo na semifinal com vitória por 3 sets a 0, parciais de 25/21, 26/24 e 25/17. Já o Minas avançou ao superar o Praia Clube por 3 a 1, após perder o primeiro set (20/25) e vencer os seguintes por 25/16, 25/18 e 25/20.
Ao protagonizarem a final do Sul-Americano de Vôlei Feminino 2026, no último domingo (22), Sesi-Bauru e Osasco conquistaram as vagas para o Mundial de Clubes de Vôlei Feminino 2026. Apesar da classificação dupla, o ouro continental ficou com a equipe de Bauru, após vencer por 3 sets a 0.
A edição de 2026 será realizada em dezembro e contará com oito vagas distribuídas entre diferentes regiões. Sesi-Bauru e Osasco serão os representantes da América do Sul. Europa, Ásia e África completam a lista, além de um lugar reservado para o representante do país-sede, que ainda não foi revelado.
Os clubes brasileiros são os primeiros confirmados para o evento, já que as outras disputas continentais ainda ocorrerão durante o ano de 2026.
COMO FUNCIONA A DISTRIBUIÇÃO DE VAGAS
- América do Sul (CSV): 2 vagas (Sesi-Bauru e Osasco)
- Europa (CEV): 2 vagas (finalistas da Champions League)
- Ásia (AVC): 2 vagas (finalistas do Campeonato Asiático de Clubes)
- África (CAVB): 1 vaga (campeão do Campeonato Africano de Clubes)
- País-Sede: 1 vaga (representante do país que receberá o evento)
O Osasco foi derrotado pelo Conegliano na semifinal do Mundial de Clubes feminino de vôlei. Jogando em casa, a equipe brasileira saiu na frente, mas acabou sofrendo a virada e perdeu por 3 sets a 1, neste sábado (13). As parciais foram de 25/21, 23/25, 16/25 e 17/25.
A equipe paulista venceu o primeiro set, resultado inédito contra o time italiano nesta edição do torneio, mas não conseguiu manter o ritmo diante do Conegliano, atual referência do voleibol mundial.
Com o resultado, o Osasco disputará a medalha de bronze neste domingo (14), às 13h (de Brasília), contra o Praia Clube. Já o Conegliano avançou à final e enfrentará o Scandicci, que garantiu vaga na decisão ao vencer o Praia Clube por 3 sets a 0, com parciais de 25/23, 26/24 e 25/19, mantendo 100% de aproveitamento no Mundial.
A Polícia Militar de São Paulo detalhou o caso do Guarda Civil Municipal que matou o secretário-adjunto de Segurança na cidade de Osasco, na Grande São Paulo. Henrique Marival de Sousa foi preso na noite desta segunda-feira (6), após iniciar um tiroteio dentro da Prefeitura.
Policiais detalham caso de GCM que matou secretário-adjunto em Osasco.
— Metrópoles (@Metropoles) January 6, 2025
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O guarda se rendeu após horas de interdição no prédio da Prefeitura. No final da noite, a Polícia Militar confirmou a morte do secretário-adjunto de segurança, Adilson Custódio Moreira, que foi atingido pelos disparos.
Segundo informações divulgadas por servidores da entidade, o suspeito e a vítima possuíam desavenças e um conflito teve início durante uma reunião de rotina da equipe de segurança da cidade, em que estavam presentes líderes da GCM (Guarda Civil Metropolitana) e da equipe da segurança pública.
O secretário-adjunto teria convidado todos os interessados a conversar pessoalmente com ele ao final da reunião e Henrique Marival teria sido o último a entrar na sala. Dentro da sala, que estava trancada, foram ouvidos disparos. O atirador era guarda-civil da 1ª classe de Osasco desde 2015.
O guarda-civil municipal Henrique Marival de Sousa foi preso na noite desta segunda-feira (6), após iniciar um tiroteio dentro da Prefeitura de Osasco, na Grande São Paulo. O guarda se rendeu após horas de interdição no prédio da Prefeitura. No final desta noite, a Polícia Militar confirmou a morte do secretário-adjunto de segurança, Adilson Custódio Moreira, que foi atingido pelos disparos.
Segundo informações divulgadas por servidores da entidade, o suspeito e a vítima possuíam desavenças e um conflito teve início durante uma reunião de rotina da equipe de segurança da cidade, em que estavam presentes líderes da GCM (Guarda Civil Metropolitana) e da equipe da segurança pública.
Conforme informações da Folha de S. Paulo, o secretário-adjunto teria convidado todos os interessados a conversar pessoalmente com ele ao final da reunião e Henrique Marival teria sido o último a entrar na sala. Dentro da sala, que estava trancada, foram ouvidos disparos. O atirador era guarda-civil da 1ª classe de Osasco desde 2015.
Testemunhas da reunião inicial afirmaram que Henrique teria sido demovido do seu cargo na prefeitura nesta segunda e alocado em outra função. Após o ocorrido os corredores foram interditados para os trabalhos das polícias Civil, Militar e GCM, que cercaram o local. Os demais funcionários foram orientados a deixar a prefeitura.
A gestão municipal informou que então os guardas ficaram trancados em uma das salas do prédio e por volta das 18h20, oficiais do Gate (Grupo de Operações Táticas Especiais) iniciaram a negociação com o suspeito. Ele se entregou após duas horas de tratativas.
Adilson já estava morto, constatou o médico presente. Em nota, SSP (Secretaria de Segurança Pública) lamentou a morte do secretário-adjunto de Osasco e informou que o atirador foi levado ao 5º DP da cidade.
"O autor do crime se entregou após negociações do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate), da Polícia Militar. Ele será encaminhado ao 5º Distrito Policial da cidade, onde será ouvido e indiciado. Exames periciais foram solicitados e mais informações serão fornecidas após o registro do boletim de ocorrência."
Um médico receitou sorvete e o jogo "Free Fire" para uma criança com sintomas gripais, juntamente com uma lista de remédios como amoxicilina e dipirona. O atendimento ocorreu na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Jardim Conceição, localizada em Osasco, na região metropolitana de São Paulo, na madrugada do dia 18.
Após mostrar a receita para um parente em casa, Priscila da Silva Ramos, mãe do menino de nove anos atendido, percebeu que o médico havia zombado dela e da criança.
Ela questionou: "Como meu filho vai consumir sorvete de chocolate se ele está com a garganta inflamada?". A mãe relatou que a criança apresentava tosse, uma forte gripe, dor de garganta, tonturas e começou a vomitar próximo ao momento em que foi levada ao hospital.
Durante o atendimento, Priscila afirmou que o médico não examinou a criança, apenas perguntou sobre seus sintomas e começou a prescrever vários medicamentos. Ela disse: "Eu conhecia alguns, como a dipirona, mas não conhecia os outros, e ele não me explicou nada".
Sem sair de sua cadeira atrás da mesa, o médico perguntou ao menino se ele preferia sorvete de chocolate ou de morango. Ele escolheu chocolate e, então, o médico incluiu na receita: "sorvete de chocolate duas vezes ao dia, além de jogar Free Fire diariamente".
Conforme noticiou o G1, o médico possui registro ativo no Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), mas não possui uma especialidade registrada. Na receita, ele se identifica como neurologista.
A mãe também mencionou outro problema: a UPA não possui uma farmácia. A distância até uma farmácia gratuita é de aproximadamente 15 minutos a pé. Priscila conseguiu buscar os remédios para o filho no dia seguinte ao ocorrido.
A reportagem questionou o Cremesp, que informou não ter sido oficialmente notificado sobre o caso. O conselho afirmou que, após receber a denúncia, iniciará uma investigação sobre o ocorrido.
Ao ser questionada, a Prefeitura de Osasco divulgou uma nota informando que Gabriel chegou à unidade com um quadro de nasofaringite aguda. Segundo o exame físico descrito no prontuário pelo médico, a criança apresentava um quadro inflamatório agudo, sem sinais graves da doença.
O médico alegou ter prescrito o sorvete para aliviar a dor, pois a ingestão de alimentos gelados tem um efeito anestésico e permitiria que a criança se alimentasse durante a fase aguda da doença.
A prefeitura ainda afirmou que, devido à conduta inadequada com o paciente e seus familiares, bem como à falta de esclarecimentos sobre suas ações, o médico foi desligado dos serviços prestados.
Parte do estacionamento do Osasco Plaza Shopping, localizado no estado de São Paulo, desabou próximo à praça de alimentação do estabelecimento durante a tarde desta quarta-feira (8). Em imagens compartilhadas nas redes sociais, é possível ver que alguns veículos foram destruídos após o desmoronamento da estrutura.

Foto: Redes Sociais
De acordo com O Globo, o Corpo de Bombeiros deslocou oito equipes para o local a fim de prestar atendimento e não existe, ainda, informação sobre feridos. O capitão André Elias confirmou que parte do pavimento do estacionamento caiu próximo à praça de alimentação.
O shopping foi inaugurado em abril de 1995 e é de propriedade da B7 Participações.
Confira imagens:
Hora que o teto caiu. #Osasco pic.twitter.com/2GWBYaGdcj
— Diogo (@Diogo37_) March 8, 2023
Vídeo mostra momento em que carros são engolidos por cratera em shopping. Local já havia sofrido acidente similar em 1996, na praça de alimentação, que deixou 42 mortos. pic.twitter.com/lbsrHBF9Ks
— Jornal O Globo (@JornalOGlobo) March 8, 2023
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.