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operacao merenda digna
O empresário Robson Santiago foi alvo da Polícia Federal na manhã desta quinta-feira (21), durante a Operação Merenda Digna, em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). A ação apura supostas irregularidades em contratos relacionados ao fornecimento de merenda escolar em Ilhéus, no Sul da Bahia.
As diligências da PF ocorreram no Condomínio Praia de Jauá, localizado no bairro Nascente do Rio Capivara. Segundo informações obtidas pelo Bahia Notícias, o empresário foi preso por porte ilegal de uma arma encontrada no imóvel.
MERENDA DIGNA
Ao todo, são cumpridos 14 mandados de busca e apreensão em órgãos públicos, residências de servidores e empresários, além das sedes de empresas investigadas. Além de Ilhéus e Camaçari, as diligências ocorrem em Itagimirim, na Costa do Descobrimento; e em Lauro de Freitas, também na RMS.
Segundo a PF, as investigações tiveram início em 2025 e apuram supostas irregularidades em uma contratação emergencial para fornecimento de gêneros alimentícios destinados à merenda escolar. O contrato investigado tem valor aproximado de R$15,5 milhões.
Um empresário, ainda não identificado, foi alvo de mandado de busca da Polícia Federal (PF) em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), na manhã desta quinta-feira (21). Segundo o CN1, parceiro do Bahia Notícias, a diligência ocorreu no Condomínio Praia de Jauá, localizado no bairro Nascente do Rio Capivara.
A ação faz parte dos desdobramentos de uma operação [Merenda Digna] que apura supostas irregularidades em contratos relacionados ao fornecimento de merenda escolar em Ilhéus, no Sul da Bahia. O alvo da diligência seria um empresário do setor de alimentação com atuação comercial no município.
De acordo com as informações obtidas, o investigado não foi localizado no imóvel durante a chegada dos agentes federais. Ainda conforme a apuração, a residência alvo da ação estaria atualmente alugada a terceiros. O morador apresentou contrato de locação aos policiais e afirmou não ter conhecimento sobre os fatos investigados pela operação.
Ao todo, são cumpridos 14 mandados de busca e apreensão em órgãos públicos, residências de servidores e empresários, além das sedes de empresas investigadas. Além de Ilhéus e Camaçari, as diligências ocorrem em Itagimirim, na Costa do Descobrimento; e em Lauro de Freitas, também na RMS.
Segundo a PF, as investigações tiveram início em 2025 e apuram supostas irregularidades em uma contratação emergencial para fornecimento de gêneros alimentícios destinados à merenda escolar. O contrato investigado tem valor aproximado de R$ 15,5 milhões.
As apurações apontam indícios de direcionamento na contratação, possível conluio entre empresas participantes e sobrepreço estimado em mais de R$ 1,7 milhão.
De acordo com os investigadores, diversos itens adquiridos pelo Município de Ilhéus teriam sido contratados por valores superiores aos praticados no mercado varejista, embora compras em larga escala normalmente resultem em preços menores.
A prefeitura de Ilhéus, no Litoral Sul, divulgou nota nesta quinta-feira (21) para se posicionar sobre a Operação Merenda Digna, deflagrada pela Polícia Federal (PF) com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU). A ação apura supostas irregularidades na aplicação de recursos destinados à merenda escolar no município.
No comunicado, a administração municipal afirma que a atual gestão atua com base nos princípios da transparência, legalidade e responsabilidade na aplicação dos recursos públicos.
Segundo a prefeitura, a alimentação escolar é tratada como prioridade e segue os controles exigidos pelos órgãos de fiscalização. A gestão municipal informou ainda que a investigação teve origem em uma denúncia apresentada à 1ª Vara Criminal de Ilhéus e declarou entender que a acusação tem motivação política.
“A referida operação teve origem em uma denúncia formalizada na 1ª Vara Criminal de Ilhéus. A Prefeitura, ao tomar conhecimento do feito, manifesta que referida denúncia possui, claramente, cunho político, utilizando-se do aparato investigativo contra uma gestão séria e comprometida com a população”, afirmou a gestão na nota.
A administração municipal disse ainda que desde o primeiro momento colabora integralmente com as investigações, fornecendo todos os documentos, informações e esclarecimentos solicitados pelas autoridades competentes. “Essa colaboração continuará sendo prestada de forma irrestrita, certa de que, ao final do processo, a verdade prevalecerá”, acrescentou.
A prefeitura afirmou também que “os documentos oficiais da administração vão comprovar, de forma inequívoca, que a denúncia não possui qualquer fundamento. Todo o processo licitatório, a execução dos contratos e a prestação de contas referentes à merenda escolar seguem estritamente a legislação vigente e os ditames dos órgãos de controle interno e externo”, informou.
Ao final, a administração de Ilhéus pontuou que “confia plenamente na Justiça e acredita que, após a devida apuração, ficará demonstrada a lisura de todos os atos praticados. Ao denunciante, restará a lei no sentido punitivo, mas também a que resguarda a honra de uma administração séria, honesta e comprometida com as crianças e jovens da rede municipal de ensino. Temos compromisso com a verdade, transparência e legalidade”, finalizou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Dizer que somos povo de Deus".
Disse o governador da Bahia e candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues ao rebater críticas de cunho religioso de opositores e pediu ajuda de aliados para atrair lideranças políticas e o eleitorado evangélico para a campanha petista. A fala, registrada em uma reunião com os caciques e os prefeitos da base aliada, na última quarta-feira (19) em Salvador, cita a prefeita reeleita de Cachoeira, no Recôncavo baiano, Eliana Gonzaga.