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operacao garca dourada
Uma pessoa foi presa e dois mandados de busca e apreensão foram cumpridos na manhã desta segunda-feira (26) em uma ação contra mineração ilegal de ouro em Nordestina, na região sisaleira. Denominada Lixiviação, a operação é um desdobramento de outra, Operação Garça Dourada, inicialmente deflagrada em 6 de junho do ano passado e continuada em outros meses.
Na ocasião, os policiais constaram que os suspeitos praticaram há anos a extração ilegal de ouro, evoluindo para construção de laboratórios. Nesses locais, recebiam e refinavam “rejeitos” de moagens executadas por garimpeiros ilegais, através de química industrial.
Para isso, extraíam o ouro pelo procedimento da lixiviação, usando grande quantidade de Cianeto de Sódio. Segundo a Polícia Federal (PF), o cianeto de sódio e o cianeto de potássio, substâncias altamente tóxicas, têm a compra e uso controlados pelo Ministério do Exército, devido ao impacto na saúde humana e no meio ambiente.
Ainda segundo a PF, mesmo após o cumprimento de mandados judiciais em locais administrados pelos investigados, eles permaneceram praticando a mineração ilegal e enviando remessa de ouro para outros estados, em forma de barra ou já transformados em joias.
Os investigados vão responder pelos crimes de usurpação de bens da União, associação criminosa, posse de artefatos explosivos, extração ilegal de recursos minerais, uso/armazenamento ilícito de substância tóxica, perigosa e nociva e lavagem de dinheiro. As penas, somadas, podem chegar a 29 anos de reclusão.
Cerca de 20 policiais federais cumprem os mandados, que foram expedidos pela 2ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária de Bahia.
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Pérolas do Dia
Capitão Alden
"Eu acho que chega a ser inocência demais você pensar assim. A pesquisa que foi feita indica que, a cada 10 votos que ACM Neto teve na última eleição, a cada 10 votantes, cerca de 7 a 8 teriam votado em Lula”, contextualiza. “Então, na cabeça deles, se eles apoiarem, por exemplo, o Flávio Bolsonaro, esse votantes ou aqueles que votaram e Lula poderiam não votar neles, mas chega a ser inocência você dizer ‘olhe, é certo que eu vou apoiar Flávio no segundo turno".
Disse o deputado federal da Bahia, Capitão Alden (PL) ao avaliar como “inocência” a hesitação do pré-candidato ao governo da Bahia, Antônio Carlos Magalhães (ACM) Neto (União), em declarar apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na disputa pela Presidência da República.