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A Polícia Civil da Bahia realiza, nesta sexta-feira (31), o "Dia D" da 4ª fase da Operação Nacional Mulher Segura 2026. Ao longo do dia, equipes policiais cumprem mandados judiciais em diversos bairros de Salvador, com o objetivo de fortalecer o combate à violência de gênero e ampliar a rede de proteção às vítimas.
As ações desta etapa da operação ocorrem desde o dia 1º de julho. Sob a coordenação do Departamento de Proteção à Mulher, Cidadania e Pessoas Vulneráveis (DPMCV) e com o apoio do Departamento de Polícia do Interior (Depin), a força-tarefa não se restringe apenas à repressão. Durante o mês, as unidades promoveram atividades investigativas, atendimento especializado às vítimas e campanhas de conscientização em várias regiões do estado.
Para a diretora do DPMCV, delegada Juliana Fontes, os resultados alcançados refletem o trabalho contínuo da corporação no enfrentamento da violência contra a mulher. "Mais do que os números, cada resultado representa uma mulher protegida, uma investigação fortalecida e um agressor responsabilizado", destaca a delegada. Ela reforça ainda que "a operação reafirma a importância de uma atuação permanente, integrada e humanizada para romper o ciclo da violência e garantir mais segurança às mulheres baianas".
As diligências para localizar os investigados por crimes de violência doméstica e familiar seguem em andamento ao longo de toda a sexta-feira na capital baiana.
A 7ª edição da Operação Força Total registrou 37 prisões em flagrante nesta quinta-feira (23) na Bahia. A ação realizada pela Polícia Militar obteve ainda 21 armas de fogo apreendidas e oito mandados de prisão cumpridos.
Segundo a PM, entre as principais ocorrências desta última edição, destacam-se a descoberta, no Complexo do Nordeste de Amaralina, em Salvador, de uma galeria pluvial utilizada como rota de fuga por integrantes de grupos criminosos; a apreensão de um fuzil calibre 5,56, uma pistola, carregadores, munições, rádios comunicadores e drogas durante ação da CIPE Mata Atlântica, em Porto Seguro; a retirada de circulação de uma carabina calibre 9 mm, em São Félix; o cumprimento de mandados de prisão em Seabra e Alagoinhas; além de relevantes apreensões de armas e entorpecentes em Ilhéus, Ribeira do Pombal, Esplanada, Mascote, Teodoro Sampaio e Seabra.
De acordo com a PM, as prisões ocorridas nesta quinta fizeram o estado alcançar 254 capturas em situação de flagrância. Já as armas apreendidas totalizaram a 160 armamentos retirados de circulação nas sete edições realizadas neste ano.
A Polícia Civil da Bahia prendeu, nesta segunda-feira (20), uma mulher de 34 anos investigada pelo homicídio do comerciante Márcio Ribeiro Silveira, de 47 anos, e por tentativa de homicídio qualificado. Ela foi presa no bairro Mandacaru, em Jequié, território do Médio Rio de Contas da Bahia.
Conforme as investigações dos policiais civis, o homicídio ocorreu no dia 28 de março deste ano, quando, após uma discussão no estabelecimento comercial da vítima, a investigada lançou um solvente altamente inflamável sobre ele e, em seguida, ateou fogo utilizando um isqueiro. A vítima foi socorrida e encaminhada para atendimento médico, mas não resistiu aos ferimentos, falecendo em maio deste ano.
Já o segundo crime foi registrado no dia 24 de junho deste ano, quando, conforme apurado, a suspeita teria tentado matar o atual companheiro, um homem de 57 anos. Segundo as investigações preliminares, a vítima foi atingida por golpes de arma branca na cabeça e nos braços, sendo socorrida e sobrevivendo às lesões.
Após o cumprimento do mandado de prisão preventiva, a suspeita foi conduzida à unidade policial, onde passou pelos procedimentos legais cabíveis, permanecendo custodiada à disposição da Justiça. A ação foi realizada por equipes do Núcleo de Homicídios de Jequié e faz parte de mais uma fase da Operação VITA, iniciativa da Polícia Civil voltada ao enfrentamento dos crimes violentos letais intencionais em Jequié e região.
Três policiais militares foram presos na manhã desta sexta-feira, 17, investigados pela participação nos homicídios de Mateus Daniel Chagas da Silva e do adolescente Kaíque Reis dos Santos, ocorridas em 28 de setembro de 2025 no bairro de São Marcos, em Salvador.
As prisões ocorreram durante a ‘Operação Vinculum’, deflagrada pelo Ministério Público da Bahia, em conjunto com a Secretaria de Segurança de Pública (SSP) e Polícia Militar. Os seis policiais são investigados por crimes de homicídios qualificados e fraude processual.
A ação decorre de investigação do Grupo de Atuação Especial Operacional de Segurança Pública (Geosp), do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), da Corregedoria da PM e da Força Correcional Especial Integrada da SSP (Force).
Foram cumpridas, além dos três mandados de prisão temporária, busca e apreensão em Salvador e Lauro de Freitas, em residências e locais funcionais dos seis policiais militares investigados. As ordens judiciais foram expedidas pelo 2º Juízo da 2ª Vara do Tribunal do Júri de Salvador.
O objetivo é coletar provas complementares à investigação que aponta para execução das vítimas e alteração à cena do crime, contrariando a versão dos policiais de que as mortes decorreram de intenso confronto armado
O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União) respondeu os questionamentos sobre uma possível instalação de Comissão Especial de Inquérito (CEI) na Câmara Municipal para investigar o esquema de fraudes em contratos na Secretaria de Manutenção da capital baiana.
?? Bruno Reis rechaça possível instalação de CEI na CMS e critica falta de "credibilidade" da oposição
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) July 16, 2026
Confira ?? pic.twitter.com/7Nx02RQ3b7
Em entrevista à imprensa nesta quinta-feira (16), o gestor municipal questionou a credibilidade da postura de membros do grupo opositor da CMS, acusando-os de silêncio e omissão diante de secretários estaduais que também foram alvo de investigações.
“A oposição da Câmara não tem credibilidade porque não faz uma referência aos problemas que envolvem o Estado. Eles têm vários secretários investigados no Governo do Estado, mas não tomam nenhuma providência e não falam nada”, criticou Reis.
O prefeito disse também que a prefeitura já vinha agindo administrativa e judicialmente contra as empresas investigadas devido à "prestação de péssimos serviços", antes mesmo da operação vir a público.
“Já adotamos as medidas. Essas empresas prestaram péssimos serviços. A prefeitura já estava, seja administrativamente, seja judicialmente, impedindo que elas fossem contratadas pelo poder público. Agradeço ao Ministério Público pela operação. Se for identificada qualquer irregularidade, qualquer desvio de recursos públicos, depois do contraditório e da ampla defesa, quem tiver responsabilidade que assuma as suas responsabilidades”, afirmou.
O administrador municipal apontou ainda que a Procuradoria do Município solicitou à Justiça a ampliação dos efeitos da decisão para permitir a rescisão imediata de todos os contratos com as empresas envolvidas, além do bloqueio de qualquer pagamento pendente e a abertura de sindicância interna.
“Ontem a nossa procuradoria esteve despachando com a juíza, pedindo a ela que ampliasse os efeitos para automaticamente rescindir os contratos e suspender qualquer eventual pagamento que esteja tramitando de alguma fatura, medição, ou qualquer nota fiscal que esteja pendente de pagamento. A prefeitura não irá pagar mais qualquer recurso, irá rescindir os contratos e irá instaurar sindicância para apurar a responsabilidade. Uma postura completamente diferente da que os nossos aliados praticam quando identificam irregularidades nos seus governos."
Durante o lançamento do novo programa Empreenda Salvador, realizado nesta quinta-feira no Mercado São Miguel, o prefeito Bruno Reis (UNIÃO) falou sobre a operação do Ministério Público da Bahia (MP-BA) que resultou no afastamento do seu ex-secretário, Luciano Sandes, por suspeitas de fraude e corrupção. Visivelmente desconfortável e gaguejando ao abordar o tema, o gestor municipal buscou eximir a prefeitura de culpa e aproveitou a ocasião para atacar o governo estadual.
Em sua fala, o gestor afirmou que a gestão municipal não tinha conhecimento do esquema milionário que, segundo as investigações, operava há cerca de dez anos na administração. Ele também buscou adotar uma postura de colaboração com os órgãos de controle.
"O Ministério Público pode apurar a qualquer hora. Já disse a vocês que agradeço ao Ministério Público por ter identificado as irregularidades que a Prefeitura desconhecia, e as providências serão tomadas. Então, isso tem a ver com gestão", declarou o prefeito.
FOCO NAS ELEIÇÕES
Apesar das denúncias envolvendo o secretariado de sua própria gestão, Bruno Reis rapidamente desviou o foco da crise institucional para a disputa eleitoral marcada para o dia 4 de outubro. Na tentativa de contrastar sua atitude com a dos adversários políticos, o prefeito proferiu críticas diretas ao Partido dos Trabalhadores (PT), que comanda o Governo do Estado.
Segundo o prefeito, a população saberá diferenciar quem "toma decisões firmes" de quem "passa a mão na cabeça" de aliados.
"As pessoas sabem quem performa, quem entrega, quem dá resultado, quem não está com maquiagem, com falsas promessas. Sabem, quando tem problemas como esse, quem toma decisões firmes e rigorosas e quem passa a mão na cabeça, acoberta, protege e dá uma postura completamente diferente da que é praticada pelo Governo do Estado", atacou.
Reis reforçou o discurso de fadiga do eleitorado com o grupo político adversário: "Acho que o que vai definir a eleição, volto a dizer, é um sentimento de mudança. As pessoas cansaram, 20 anos já é tempo demais, o PT teve todo o tempo e as pessoas não conseguem mais e não vão mais esperar."
Questionado pela imprensa ao final do pronunciamento se havia mantido algum contato com Luciano Sandes após a deflagração da operação pelo Gaeco, o prefeito foi categorico. "Não", respondeu, indicando um distanciamento imediato do ex-aliado que ocupava papel central na Secretaria de Articulação Comunitária e Prefeituras-Bairro.
A Polícia Civil da Bahia deflagrou, na manhã desta quarta-feira (15), a Operação Parking, que resultou no cumprimento de um mandado de prisão temporária e oito mandados de busca e apreensão contra investigados por integrar um grupo criminoso responsável por uma série de roubos a transeuntes no bairro do Rio Vermelho, em Salvador. As medidas judiciais foram cumpridas no bairro Nordeste de Amaralina.
O suspeito preso, um homem de 24 anos, é apontado pelas investigações como um dos responsáveis pelos assaltos praticados pelo grupo criminoso. As investigações seguem em andamento para localizar os demais integrantes da associação criminosa.
As investigações conduzidas pela 7ª Delegacia Territorial (DT/Rio Vermelho) apontam que os suspeitos atuavam de forma organizada, abordando vítimas em vias públicas, principalmente pessoas idosas e turistas, para subtrair objetos de valor, como aparelhos celulares, correntes e relógios. Conforme as apurações, os crimes eram praticados mediante grave ameaça, com os investigados armados e empregando violência contra as vítimas.
Esta é a quarta fase da Operação Parking, que também teve como objetivo reunir novos elementos de prova para fortalecer as investigações e contribuir para o completo esclarecimento dos crimes apurados.
A Operação Parking foi realizada por equipes do Departamento de Polícia Metropolitana (DEPOM), por meio da 7ª Delegacia Territorial (DT/Rio Vermelho), com apoio da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (CORE).
O prefeito de Salvador, Bruno Reis (UNIÃO), anunciou nesta terça-feira (14) que Claudia Cavalcanti assumirá o comando da Secretaria Municipal de Articulação Comunitária e Prefeituras-Bairro (SACPB). A nomeação ocorre um dia após o afastamento judicial do então titular da pasta, Luciano Sandes, alvo de uma operação do Ministério Público da Bahia (MP-BA) que investiga fraudes em licitações, superfaturamento e pagamento de propina na administração municipal.
Deflagrada na segunda-feira (13) pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), a operação busca desarticular uma suposta organização criminosa estruturada que, segundo as investigações, atuava há cerca de dez anos na prefeitura. O prejuízo estimado aos cofres públicos chega a R$ 38,3 milhões.
De acordo com o MP-BA, Luciano Sandes exercia um papel central no núcleo de agentes públicos do esquema, facilitando a entrada e permanência de empresas do grupo investigado em contratos do município. Diante das suspeitas, a juíza Martha Carneiro Terrin e Souza determinou o afastamento cautelar de Sandes do cargo público, medida que foi confirmada pela prefeitura de Salvador.
Para recompor a liderança da pasta, o prefeito optou por uma solução técnica e de continuidade. Advogada e publicitária, Claudia Cavalcanti integra os quadros da Prefeitura de Salvador há 11 anos e ocupava o cargo de subsecretária da SACPB desde 2025. Na pasta, coordenou iniciativas de atendimento direto à população, como o Prefeitura-Bairro Vai Até Você e o Viver Salvador nos Bairros, voltados à descentralização dos serviços municipais.
Ao longo de sua trajetória na administração municipal, Claudia também foi gerente do programa Morar Melhor, diretora de Proteção Social Especial da Secretaria de Promoção Social, Combate à Pobreza, Esportes e Lazer (Sempre) e assessora especial da Secretaria de Governo (Segov).
Cláudia Nascimento Cavalcanti é graduada em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda, pós-graduada em Direito Processual e do Trabalho, além de bacharel em Direito.
O secretário municipal de Articulação Comunitária e Prefeituras-Bairro, Luciano Sandes, um dos principais alvos da Operação do Ministério Público, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), publicou uma mensagem bíblica logo após a divulgação da ação. Na manhã desta terça-feira (14), o secretário apareceu em seu perfil no Instagram com um post dedicado a pedir sabedoria e esperança ao decorrer do dia.
“Senhor, guia minhas escolhas neste novo dia. Dá-me sabedoria, paciência, equilíbrio e serenidade para enfrentar os desafios, mantendo meu coração firme e cheio de esperança”, diz a mensagem publicada por Sandes.

A ação que teve Sandes como alvo, visa uma operação para desarticular um suposto esquema de fraudes em licitações, superfaturamento de contratos e pagamento de vantagens indevidas (propina) na Prefeitura de Salvador. Além de Luciano, entre os alvos estão o empresário Lázaro de Carvalho Nunes, apontado como líder do núcleo empresarial investigado, e o vereador e pré-candidato por uma cadeira na AL-BA (Assembleia Legislativa da Bahia) George Gordinho da Favela (PP).
A investigação apura um suposto esquema de fraudes em licitações, corrupção, peculato e lavagem de dinheiro que teria causado prejuízo estimado em R$ 38,3 milhões aos cofres públicos.
Em nota enviada ao BN, a Prefeitura de Salvador informou que cumprirá a determinação judicial e colaborará com as investigações conduzidas pelo MP-BA. A administração municipal também comunicou que abrirá um procedimento administrativo para apurar a existência de eventual dano ao erário relacionado aos fatos investigados.
A Justiça determinou também o afastamento de Sandes e do edil. Na decisão, a juíza Martha Carneiro Terrin e Souza entendeu que a permanência dos dois agentes públicos em suas funções poderia comprometer o andamento das investigações. Segundo a magistrada, ambos exerceriam influência sobre procedimentos administrativos e agentes públicos, o que representaria risco à produção de provas e à instrução criminal.
Além do afastamento, George Gordinho da Favela teve o mandato suspenso, os bens tornados indisponíveis e está proibido de manter contato com os demais investigados. O pedido de prisão preventiva, no entanto, foi negado por considerar suficientes as demais medidas cautelares.
As Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado (FICCOs) realizam, nesta quarta-feira (8), uma série de operações em 14 estados contra acusados de integrar organizações criminosas e de crimes como tráfico de drogas e de armas, lavagem de dinheiro e outros delitos.
Ao todo, agentes cumprem 179 mandados de busca e apreensão, 93 mandados de prisão e outras medidas cautelares determinadas pelo Poder Judiciário. A ação é realizada simultaneamente em 14 estados.
ILHÉUS (BA)
Operação Rebojo – Estão sendo cumpridos um mandado de prisão preventiva, dois mandados de busca e apreensão e medida de busca e apreensão de adolescente no município de Ubaitaba, em investigação relacionada à atuação de organização criminosa.
MACAPÁ (AP)
Operação Zip Lock – Estão sendo cumpridos dois mandados de busca e apreensão em endereços localizados nos estados do Amapá e do Pará, além de outras medidas cautelares autorizadas pela Justiça, em investigação relacionada ao tráfico de drogas e à atuação de organização criminosa.
RIO BRANCO (AC)
Operação Ruptura: 2ª fase – Está sendo cumprido um mandado de busca e apreensão em Rio Branco/AC, em investigação relacionada à atuação de organização criminosa e ao tráfico de drogas.
MANAUS (AM)
Operação Torre 8 – Estão sendo cumpridos dois mandados de busca e apreensão em Manaus/AM, em investigação sobre tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.
FORTALEZA (CE)
Operação Conexão Amazônia – Estão sendo cumpridos 16 mandados de busca e apreensão nos estados do Ceará, Pernambuco, Pará e Amazonas, além de medidas de sequestro de bens e bloqueio patrimonial, em investigação relacionada ao tráfico interestadual de drogas e à lavagem de dinheiro.
GOIÂNIA (GO)
Operação Blend – Estão sendo cumpridos sete mandados de busca e apreensão nos estados de Goiás, Mato Grosso e São Paulo, em investigação sobre fornecimento e distribuição de insumos químicos utilizados na adulteração de entorpecentes.
SÃO LUÍS (MA)
Operação Thálassa – Estão sendo cumpridos dois mandados de prisão preventiva e dois mandados de busca e apreensão, em investigação relacionada à atuação de organização criminosa.
CAMPO GRANDE (MS)
Operação Mandamus – Estão sendo cumpridos três mandados de prisão preventiva em Campo Grande, em investigação relacionada ao tráfico de drogas e à atuação de organização criminosa.
BELO HORIZONTE (MG)
Operação Borak – Estão sendo cumpridos dez mandados de prisão e 17 mandados de busca e apreensão em Belo Horizonte, em investigação sobre organização criminosa relacionada ao tráfico de drogas, homicídios e posse ou porte ilegal de arma de fogo.
UBERABA (MG)
Operação Conexão – Estão sendo cumpridos dois mandados de prisão e três mandados de busca e apreensão nas cidades de Uberaba e Uberlândia, em investigação sobre organização criminosa relacionada ao tráfico de drogas.
BELÉM (PA)
Operação Coalizão: COP VIII – Estão sendo cumpridos 32 mandados de prisão preventiva e 32 mandados de busca e apreensão em investigação relacionada à atuação de organização criminosa.
JOÃO PESSOA (PB)
Operação Consigliere – Estão sendo cumpridos 46 mandados de busca e apreensão e 13 mandados de prisão preventiva na Paraíba, em Mato Grosso do Sul e em São Paulo, em investigação sobre organização criminosa, tráfico de drogas e lavagem de capitais.
TERESINA (PI)
Operação Contenção – Estão sendo cumpridos três mandados de busca e apreensão e oito mandados de prisão temporária nos municípios de Luís Correia e Parnaíba, em investigação relacionada à atuação de organização criminosa, tráfico de drogas e homicídios.
NATAL (RN)
Operação Matriarca – Estão sendo cumpridos cinco mandados de prisão preventiva e sete mandados de busca e apreensão em Natal, além de medidas de bloqueio e sequestro de bens, em investigação sobre organização criminosa relacionada ao tráfico de drogas e à lavagem de dinheiro.
MOSSORÓ (RN)
Operação Busting – Estão sendo cumpridos 19 mandados de busca e apreensão nos municípios de Mossoró, Upanema, Areia Branca e Serra do Mel, em investigação relacionada à atuação de organização criminosa.
SANTOS (SP)
Operação Desatrela – Estão sendo cumpridos sete mandados de prisão temporária e 10 mandados de busca e apreensão no estado de São Paulo, além de medidas de sequestro de bens e valores, em investigação sobre associação criminosa voltada ao roubo de cargas e caminhões.
CAMPINAS (SP)
Operação Argenti Lardum – Estão sendo cumpridos dez mandados de prisão temporária e dez mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e Paraná, além de medidas de bloqueio e sequestro de bens, em investigação sobre organização criminosa relacionada a furtos, roubos e receptação de cargas.
A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nesta terça-feira (7), a Operação Teia da Usura no município de Ponto Novo, no sudoeste da Bahia. Ao todo, a ação cumpriu cinco mandados de busca e apreensão domiciliar contra membros de uma mesma família investigados por extorsão majorada, ameaça, lesão corporal e associação criminosa. Durante as diligências, um jovem de 19 anos foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo.
Durante a operação, as equipes apreenderam R$ 1.064.431,00 em espécie, um revólver calibre .38, uma pistola calibre 6.35, munições, cinco aparelhos celulares, um veículo, além de notas promissórias e cheques. De acordo com a Polícia Civil, todo o material apreendido será submetido à perícia técnica para subsidiar o andamento do inquérito policial.
Foto: Reprodução / Ascom / PC-BA
As investigações apontam que o grupo familiar atuava na concessão de empréstimos informais com cobrança de juros abusivos. Para exigir o pagamento das parcelas, os suspeitos utilizavam violência física, ameaças de morte e constrangimento contra as vítimas, que também eram obrigadas a transferir a propriedade de patrimônios como terrenos e veículos para quitar os débitos.
Essa operação foi planejada e executada por equipes da 19ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (COORPIN), sediada em Senhor do Bonfim. O suspeito detido foi conduzido à unidade policial, onde passou pelas formalidades legais e permanece à disposição do Poder Judiciário.
Os dez advogados presos durante a Operação Sintonia de Gravata tinham cargos e funções diferentes em facções criminosas na Bahia, a exemplo do Comando Vermelho (CV), Bonde do Maluco (BDM) e o Terceiro Comando Puro (TCP). A investigação revelou que advogados utilizavam indevidamente suas prerrogativas profissionais para atuar como mensageiros, facilitando a comunicação entre lideranças presas em unidades de segurança máxima e membros externos.
Segundo denúncia obtida pelo Bahia Notícias, nesta segunda-feira (6), os profissionais presos tinham condutas individuais, que extrapolavam a assistência jurídica para abranger a gestão financeira, logística de armas e tráfico de drogas. Os cargos deles iam desde a gestão de armamentos, como a contabilidade de facções e até o transporte e tráfico de drogas.
Os profissionais ainda realizavam engrenagens de gestão entre os chefes do tráfico presos, sendo representante deles, que estavam em Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) e os membros em liberdade.
De acordo com o documento acessado pela reportagem, os profissionais presos tinham papéis e funções diversas na organização criminosa. Veja como funcionava a estrutura e os cargos que cada um dos advogados tinham nas facções:
- Maria Mariana Batista de Oliveira (CV): A advogada assumiu o papel de intermediária do Comando Vermelho após a prisão de outro advogado. Suas condutas incluíram levar recados escritos para o traficante Fábio Panda sobre o acondicionamento de cocaína em "pinos", distribuição e preços de venda. Ela também foi responsável por mediar conflitos interpessoais para José Lucas Silva Rocha e informar Victor de Freitas sobre sua ascensão ao comando da facção, transmitindo ordens deste para a compra de munições e distribuição de armas pesadas, como uma Carabina Taurus.
- Fernanda Oliveira Borges (TCP): O advogado atuava em prol do Terceiro Comando Puro. Ela foi flagrada retirando cartas de dentro de suas roupas para o interno Marlos Araújo. Além disso, ela ainda foi apontada por realizar condutas envolvendo a transmissão de ordens para cobranças de dívidas mediante ameaça de morte. Fernanda chegou a receber ordens para realizar aquisição de metralhadoras e munições 9mm. Além disso, há indícios de que ela própria teria transportado entorpecentes (crack/"óleo") para o grupo criminoso. Ela foi responsável por gerir pagamentos e informações para o preso Manoel Luiz, conhecido como Honda.
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Joanderson Almeida dos Santos (BDM): Último preso na operação, o defensor atuava como integrante do Bonde do Maluco, tendo o cargo de assessor contábil e de gestão. Joanderson apresentava extratos de receitas e fluxos financeiros da venda de drogas para o traficante Leandro, conhecido como Leo Gringo. Suas condutas incluíram a coordenação da compra de veículos e imóveis para a facção, além de discutir estratégias de lavagem de dinheiro através da emissão de notas fiscais falsas.
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Izabela da Silva de Oliveira (BDM): A defensora, além de mensageira, acumulava a função de operadora financeira do Bonde do Maluco. Mantinha alto grau de intimidade com o líder Averaldo Ferreira, realizando pessoalmente transferências via Pix para outros comparsas por ordem dele. Também transmitia informações sobre o tráfico de drogas na região da Barra, em Salvador.
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Tamires Félix Alves da Silva (BDM): A advogada era interlocutora entre núcleos distintos da ORCRIM, prestando serviços para lideranças como "Colorido" e "Arco-Íris". Suas condutas envolveram a leitura de resumos financeiros mensais (superando R$ 116 mil) para o criminoso Décio Douglas e a negociação de dívidas relacionadas ao fornecimento de cocaína ("pó").
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Ícaro Cardoso Viana (BDM): O advogado utilizava sua credencial para viabilizar a transmissão de ordens estratégicas do preso Gledson Bonfim, incluindo instruções para que parentes do preso buscassem pistolas e realizassem a entrega de entorpecentes. Também geria a prestação de contas do faturamento do tráfico e a reposição de estoques de maconha ("chá").
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Raíza Araújo da Silva (CV): A advogada atuava a mando de uma liderança de alto status hierárquico (referida como "04") para prestar apoio pessoal e colher informações sobre a conjuntura de forças dentro do sistema prisional para o Comando Vermelho. Servia como canal para que presos em RDD solicitassem benefícios, como visitas íntimas, diretamente à cúpula da facção.
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Luã Santos da Costa (BDM): Era responsável por utilizar suas prerrogativas para levar papéis com instruções sobre preços de remessas de drogas ("tipo exportação", "flor") para o interno Wesley Willian. Também fazia a gestão de armamentos, tratando da responsabilidade sobre pistolas deixadas com terceiros.
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Luan Mascarenhas de Souza (CV): Realizava "falsos atendimentos jurídicos" para Francileno de Jesus Nunes, entregando cartas e anotando comandos sobre a alocação de armas de fogo ("peças") e a regularização de veículos para uso da facção.
O delegado da Polícia Federal Michel Brasil Saliba morreu nesta sexta-feira (3), um dia após ser baleado durante uma operação contra lavagem de dinheiro em Passo Fundo, no Rio Grande do Sul. Segundo as primeiras informações, os disparos foram efetuados por um policial militar, que foi preso em flagrante.
Além de Saliba, um agente da Polícia Federal também foi atingido. Ele recebeu atendimento médico e teve alta. De acordo com a corporação, o policial militar não era alvo da operação, mas estava em um dos endereços onde seria cumprido um mandado de busca e apreensão.
O delegado foi atingido por dois disparos que, segundo as informações iniciais, atravessaram o colete balístico. Natural de Bagé (RS), Michel Brasil Saliba ingressou na Polícia Federal em setembro de 2023, na Superintendência Regional de Roraima, e, desde 24 de abril deste ano, chefiava a Delegacia da Polícia Federal em Chuí (RS).
Em razão da morte do delegado, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, decretou luto oficial de três dias e acompanhará os atos fúnebres em Bagé, cidade natal de Saliba.
Batizada de Operação EZQ 25:17, a ação tinha como objetivo desarticular um sistema financeiro paralelo utilizado para sustentar um esquema de contrabando de mercadorias provenientes de Miami, nos Estados Unidos.
Ao todo, foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão, além de 56 ordens de sequestro de imóveis e medidas de bloqueio de contas bancárias de 38 pessoas físicas e jurídicas investigadas. Segundo a Polícia Federal, os valores bloqueados podem chegar a R$ 28 milhões. As medidas foram autorizadas pela 11ª Vara Federal de Porto Alegre.
A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta sexta-feira (3), a Operação Exchange. O objetivo da ação é desarticular uma organização criminosa especializada na lavagem de dinheiro proveniente do tráfico internacional de drogas. Entre os alvos da ofensiva está Stella Stefanie Nunes Henrique de Oliveira, brasileira que foi alvo de sanções econômicas do governo dos Estados Unidos por ligação com a facção Primeiro Comando da Capital (PCC).
A Justiça Federal determinou o bloqueio de até R$ 10,4 bilhões em bens, valores e criptoativos dos investigados. Ao todo, foram expedidos 11 mandados de prisão temporária, dos quais sete foram cumpridos até o momento, e 13 mandados de busca e apreensão em diferentes endereços.
O empresário Victor Henrique de Oliveira Shimada, apontado como parceiro de Stella e também sancionado por Washington, é considerado foragido pela polícia.
De acordo com as investigações da Polícia Federal, obtidas pelo jornal O Globo, os suspeitos utilizavam uma complexa rede financeira para ocultar a origem dos recursos. O fluxo incluía transferências ilícitas de criptoativos, transporte de dinheiro em espécie, transações bancárias de alto valor e repasses sucessivos entre diversas contas.
Para tentar despistar as autoridades de controle, os investigados utilizavam codinomes. Shimada era identificado nas comunicações como "o Japa", enquanto Stella utilizava o apelido de "Lara Croft". Segundo o inquérito, Stella atuava como secretária e intermediária de Shimada, sendo responsável por organizar a coleta de grandes quantias de dinheiro vivo e fornecer suporte logístico.
Shimada, por sua vez, operava como o elo financeiro direto com traficantes de drogas. De acordo com o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, Victor Shimada é sócio da empresa Victory Trading Intermediação de Negócios Cobranças e Tecnologia Ltda, no Brasil, e da Avenidas Flutuantes Unipessoal Lda, sediada em Portugal.
O governo americano o acusa de lavar mais de US$ 30 milhões (cerca de R$ 156 milhões) de recursos ilícitos utilizando criptomoedas para transferir os valores de volta ao Brasil em benefício de uma rede de lavagem de dinheiro associada ao PCC na Flórida.
No Brasil, Shimada é investigado pela Polícia Civil de São Paulo e pelo Ministério Público por suspeita de participação em fraudes financeiras relacionadas ao caso VaideBet, que apura o desvio de recursos do contrato de patrocínio entre o Corinthians e a casa de apostas.
A denúncia aponta que a empresa de Shimada movimentou valores com a Wave Intermediações, firma que estaria ligada a operadores financeiros mencionados em delações sobre o crime organizado. A investigação brasileira, no entanto, não afirma de forma categórica que Shimada seja integrante do PCC, mas o descreve como parte de um fluxo financeiro que se conecta a pessoas investigadas.
Além dos crimes financeiros, Shimada responde a quatro processos na esfera comum por ameaça, violência doméstica, injúria e lesão corporal dolosa. Ele chegou a cumprir um breve período de prisão domiciliar em janeiro de 2025 devido a uma ação judicial envolvendo o Banco Votorantim (BV).
Em nota enviada pela defesa de Victor Shimada, o advogado Yuri Cruz declarou que ainda não teve acesso aos documentos oficiais que embasaram as sanções americanas ou a nova operação. No entanto, o defensor ressaltou que Shimada nega veementemente qualquer envolvimento com facções criminosas ou com a prática de lavagem de dinheiro, manifestando confiança de que os fatos serão devidamente esclarecidos pela Justiça.
Stella Stefanie, que atuava como secretária nas empresas e não possuía antecedentes criminais registrados no Brasil antes da operação desta sexta-feira, ainda não teve manifestação de defesa divulgada.
Em relação à prisão domiciliar anterior de Shimada, o banco BV informou que identificou movimentações irregulares em seus serviços de tecnologia de pagamento em agosto de 2024. A instituição comunicou imediatamente as autoridades e colaborou de forma ativa como assistente de acusação no processo penal que apurou as irregularidades.
Um advogado e outras seis pessoas foram presas na Operação “Sintonia de Gravata”, na manhã desta sexta-feira (3), na Bahia. A ação é voltada para combater a atuação de facções criminosas em presídios baianos.
Segundo a TV Bahia, a operação que teve o advogado preso ocorre em Salvador, Serrinha, Camçari, Lauro de Freitas, Barreiras e Feira de Santana. A ação visa desarticular e bloquear o grupo que teria relação e associação com suspeitos de tráfico de drogas. A iniciativa visa bloquear a execução de crimes de detentos do presidio e de pessoas fora dessas unidades que auxiliam as ações criminosas.
De acordo com a reportagem, o advogado e os outros presos estariam facilitando a entrada de itens e também do acesso a armas em presídios. A investigação apura a atuação de grupos envolvidos com tráfico de drogas, circulação de armas de fogo e a comunicação entre integrantes presos e pessoas em liberdade. Também estão sendo adotadas medidas de bloqueio de bens e ativos financeiros dos investigados.
A operação integra uma mobilização nacional coordenada pelo Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC), do Ministério Público brasileiro, e mobilizou mais de 100 profissionais entre promotores de Justiça, servidores e forças de segurança.
Em operação deflagrada em Santa Inês, município do Vale do Jiquiriçá, os agentes da Polícia Civil prenderam um homem de 21 anos, um dos suspeitos de executar a tiros o jovem Luiz Flávio Bispo, de 23 anos. A ação também realizou buscas e apreensões e buscava prender outro possível suspeito do crime ocorrido em maio.
Além de cumprir o mandado de prisão, a operação policial apreendeu vestuários utilizados no crime, como balaclavas, luvas e um casaco. Em outro endereço, associado a um menor de 17 anos suspeito de participar do crime, foi apreendido um celular que será submetido à perícia.
Em um terceiro imóvel alvo da operação, vinculado a um homem de 25 anos que também possui mandado de prisão preventiva em aberto, nenhum material ilícito foi encontrado. O investigado não foi localizado pelos agentes policiais e é considerado foragido da Justiça.
O homem preso foi encaminhado à unidade policial e permanece custodiado à disposição do Poder Judiciário. Os materiais apreendidos serão periciados, e as diligências continuam para localizar o investigado foragido e identificar todos os envolvidos na organização criminosa.
O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas de Santa Catarina deflagrou nesta quarta-feira a Operação Coluna Sul, considerada a maior da história da força-tarefa. São cumpridas 320 ordens judiciais contra um núcleo do Primeiro Comando da Capital (PCC) investigado por tráfico de drogas, homicídios, associação para o tráfico e porte ilegal de armas. Durante o cumprimento dos mandados no Paraná, houve confronto e um integrante do PCC morreu após atirar contra os agentes com uma pistola equipada com seletor de rajada.
As ordens incluem 151 mandados de prisão temporária e 169 de busca e apreensão, expedidas pela Vara Estadual de Organizações Criminosas de Santa Catarina. Os alvos estão distribuídos em seis estados: Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais.
A operação mobilizou mais de 650 agentes, cerca de 200 viaturas e dois helicópteros. Em Santa Catarina, foram montadas cinco bases operacionais para coordenar o cumprimento simultâneo das ordens. A ação conta com apoio dos Gaecos e das forças policiais dos demais estados envolvidos.
Segundo o Ministério Público de Santa Catarina, a investigação é um desdobramento da Operação Maserati e busca desarticular a estrutura do PCC responsável por coordenar atividades criminosas na região Sul e em outros estados. Integrantes da organização mantinham uma rede de comando que atuava tanto dentro quanto fora do sistema prisional.
O nome Coluna Sul faz referência à denominação usada pelo PCC para sua estrutura de atuação nos estados do Sul e em parte do Centro-Oeste, considerada estratégica para a expansão da organização.
A Polícia Militar da Bahia vai intensificar as ações de segurança e combate ao crime, nesta terça-feira (30), durante a 6ª edição da Operação Força Total. A iniciativa é considerada uma das principais estratégias operacionais da Corporação voltadas ao fortalecimento do policiamento ostensivo em todo o estado.
A ação concentra o máximo da capacidade operacional da PMBA em uma grande mobilização planejada para potencializar a prevenção criminal, ampliar a capacidade de resposta das unidades e intensificar a presença policial em áreas definidas a partir de critérios técnicos.
As edições da Força Total na Bahia visa também aperfeiçoar o emprego do efetivo, integrar recursos operacionais e fortalecer a atuação ostensiva. Na edição passada, foram apreendidas 16 armas de fogo, registradas 31 ocorrências relacionadas ao tráfico de drogas, realizadas 37 prisões em flagrante, cumpridos 12 mandados de prisão, além da recuperação de 11 veículos e da condução de 87 pessoas às unidades policiais.
Entre os principais resultados da operação está a apreensão de um fuzil Colt M4 calibre 5,56, localizado no bairro de Fazenda Grande III, em Salvador. Com o suspeito também foram encontrados três carregadores, sendo um do tipo caracol, além de 98 munições do mesmo calibre.
Na capital, as ações também resultaram na apreensão de uma pistola calibre .380 com numeração suprimida e de porções de maconha, cocaína, haxixe e K9 durante intervenção policial realizada na região do Alto do Coqueirinho. Ainda em Salvador, policiais localizaram e retiraram equipamentos de monitoramento clandestino utilizados por traficantes para acompanhar a movimentação das forças de segurança na região da Praia do Canta Galo.
Alvo da operação Compliance Zero, senador Jaques Wagner (PT) criticou a condução da investigação da Polícia Federal (PF) e a apreensão em seu apartamento localizado em Brasília. Em entrevista à Folha de S.Paulo, o parlamentar afirmou que houve “espetacularização” durante a operação.
O senador criticou a exposição da investigação e questionou a divulgação de imagens da operação. Wagner chamou de “patacoada” a fotografia de valores apreendidos sobre uma cama com o símbolo da Polícia Federal.
“Para que aquela patacoada de dinheiro em cima da cama com o escudo da PF? Esse processo era comum na Lava Jato”, afirmou.
Segundo o parlamentar, a crítica não é contra a investigação, mas contra a forma como o caso foi divulgado. “Eu não estou pedindo que não me investiguem, só estou dizendo para não fazer a patacoada que fazem. Aquela foto foi para tudo que é capa de jornal. Eu acho que isso é condenação a priori”, disse.
Em referência à investigação da empresa de sua nora, que recebeu 3,5 milhões do Banco Master, o senador disse que a Polícia Federal estaria construindo uma tese contra ele. “Acham que a empresa foi construída para me servir e vão correr atrás de provar essa tese. Não vão provar”, declarou.
Wagner também rebateu a ideia de que o caso teria origem na Bahia e citou o Banco Central ao falar sobre o Banco Master. “Nada começou na Bahia. Quem visualizou o Banco Master foi Roberto Campos Neto e seu Banco Central”, afirmou.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve se reunir nesta quarta-feira (24) com o senador Jaques Wagner (PT) para tratar da permanência do parlamentar na liderança do governo no Senado. As informações são do portal Metrópoles.
O encontro acontece após Wagner ser alvo da 9ª fase da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal (PF), que investiga supostas irregularidades envolvendo o Banco Master. A operação foi deflagrada na última quinta-feira (18).
Desde a ação, o senador permanece na Bahia e ainda não retornou a Brasília. A expectativa é de que ele viaje para a capital federal nesta quarta-feira para a conversa com Lula, que deve cumprir agenda sem compromissos públicos.
Nos bastidores, integrantes do governo avaliam que Wagner pode deixar a liderança como forma de reduzir desgastes políticos. A possibilidade também é vista como uma tentativa de evitar impactos na articulação para a campanha de reeleição de Lula em 2026.
Aliados do Planalto e do Partido dos Trabalhadores defendem a saída do senador do posto, argumentando que a permanência poderia gerar desgaste ao governo em meio às investigações.
Wagner, porém, resiste à ideia de deixar a função. Segundo aliados, ele pretende construir uma decisão em conjunto com Lula e busca evitar que uma eventual saída seja interpretada como admissão de culpa, já que ele não é réu no caso.
O senador também avalia a possibilidade de se licenciar da liderança, alegando necessidade de concentrar esforços na própria defesa e na preparação para a disputa eleitoral de 2026, quando pretende concorrer à reeleição ao Senado.
Agentes da Polícia Civil da Bahia desarticularam um esquema de exploração ilegal de jogos de azar durante a Operação Cartela Marcada, atuante em Guanambi, na região do Sertão Produtivo. A ação, deflagrada nesta segunda-feira (22), resultou na apreensão de R$ 10.317 em espécie, mais de 1.500 cartelas de bingo e materiais utilizados na atividade clandestina.
Durante as diligências, os policiais flagraram a realização de um evento que oferecia prêmio principal de R$ 10 mil e reunia aproximadamente 120 participantes. As apurações indicaram que a atividade funcionava de forma organizada, com eventos semanais e premiações de diversos valores. Pessoas ouvidas durante a ação relataram frequentar regularmente o local, indicando que a prática era desenvolvida há longo período.
A operação foi conduzida por equipes da Delegacia Territorial de Guanambi, após investigação que identificou a exploração habitual de bingos clandestinos em um imóvel localizado no bairro Lagoinha. Durante os procedimentos policiais, o responsável pelo estabelecimento admitiu explorar a atividade há cerca de dois anos e afirmou receber percentual sobre os valores arrecadados em cada evento.
A inteligência apontou que o homem já havia sido autuado anteriormente pela mesma contravenção penal no mesmo endereço, reforçando os indícios de habitualidade da prática ilícita. Todo o material apreendido foi encaminhado para as providências legais cabíveis.
A PF (Polícia Federal) deflagrou, na manhã desta terça-feira (23), a Operação Miragem, com o objetivo de desarticular um complexo esquema fraudulento voltado à prática de crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, no âmbito da gestão de instituição financeira Digimais, do grupo do bispo Edir Macedo.
Mais de 50 policiais federais cumprem nove mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal em São Paulo. A decisão judicial também autorizou o afastamento do sigilo bancário e fiscal dos investigados, além do sequestro e bloqueio de bens no valor de até R$ 670.348.945,70.
Durante as investigações, a Polícia Federal teve acesso a relatórios produzidos pelo Banco Central do Brasil que apontaram graves irregularidades na condução dos negócios pelos administradores da instituição financeira.
As apurações indicam que o esquema envolveria a manipulação sistemática de balanços e resultados contábeis, com o objetivo de ocultar a real situação econômico-financeira da instituição e aparentar solvência perante os órgãos de controle. A prática teria permitido ainda a supervalorização de ativos e a geração artificial de receitas no montante de centenas de milhões de reais.
Também são investigadas operações financeiras supostamente ilegais realizadas em benefício da empresa controladora do banco, além da possível falsificação e manipulação de informações inseridas em sistemas oficiais de registro do órgão regulador.
Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de gestão fraudulenta, inserção de dados falsos em demonstrativos contábeis e realização de operações de crédito vedadas, previstos na Lei nº 7.492/1986, que define os crimes contra o Sistema Financeiro Nacional.
Em atualização
A Polícia Federal (PF) prendeu neste fim de semana vários integrantes do Comando Vermelho (CV) com atuação no Rio de Janeiro e em outras regiões do país.
Eles fazem parte do núcleo responsável pela “movimentação, ocultação e dissimulação de recursos ilícitos utilizados para financiar a aquisição de armas de fogo de uso restrito e compra de drogas no exterior para abastecer a facção no Rio e em outros estados".
Dois dos investigados, um deles uma mulher, foram localizados no Suriname, em ação de cooperação internacional, detidos pelas autoridades locais e posteriormente deportados para o Brasil, onde foram presos em Belém, no Pará.
O homem chegou a movimentar mais de R$ 150 milhões durante o período da investigação. Ele atuava na região de fronteira e os recursos eram destinados à aquisição de armamentos e drogas.
A mulher, por sua vez, é apontada como operadora logística e financeira, com histórico de deslocamentos ao Suriname em períodos compatíveis com movimentações suspeitas do dinheiro ilícito.
Outros dois investigados foram presos em território nacional, sendo um no Rio de Janeiro. Ele atuava como operador financeiro da facção, “suspeito de utilizar contas pessoais e empresariais para pulverizar recursos ilícitos e viabilizar pagamentos a fornecedores”.
O segundo, em Tabatinga, no Amazonas, região de tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru, responsável por empresa utilizada no fluxo financeiro da organização na região amazônica, “especialmente em pagamentos vinculados à logística transnacional de drogas e armas”.
A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Ilhéus (FICCO/Ilhéus) deflagrou, na manhã desta sexta-feira (19), a Operação Três Coqueiros, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa com atuação em Maraú e municípios vizinhos. A operação integra o conjunto de ações desenvolvidas pelas forças de segurança pública para enfrentamento da criminalidade violenta no município de Maraú e região, especialmente dos delitos relacionados ao tráfico de drogas, homicídios e circulação ilegal de armas de fogo.
A investigação teve origem a partir da análise de elementos probatórios obtidos em apurações anteriores e permitiu identificar uma estrutura criminosa organizada, hierarquizada e estável, vinculada a facção criminosa com atuação na região. As apurações revelaram a participação dos investigados em atividades relacionadas ao tráfico de drogas, homicídios, comércio ilegal de armas de fogo e organização criminosa.
Segundo as investigações, os integrantes do grupo exerciam funções específicas dentro da estrutura da facção, atuando na coordenação do tráfico de entorpecentes, aquisição e distribuição de armamentos, gestão financeira das atividades ilícitas e planejamento de ações violentas voltadas à manutenção do domínio territorial e ao enfrentamento de grupos rivais. Ao todo, estão sendo cumpridos 29 mandados judiciais, sendo 13 mandados de busca e apreensão e 16 mandados de prisão temporária, expedidos pela Vara Criminal da Comarca de Itacaré/BA.
Dentre as ordens de prisão, cinco são destinadas a investigados que já se encontram custodiados em unidades prisionais. As medidas estão sendo executadas nos municípios de Maraú e Barra Grande, Igrapiúna, Ilhéus, Ubaitaba e Valença, na Bahia, além do município de Santa Teresa, no Estado do Espírito Santo.
Um homem de 33 anos foi preso em flagrante durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão durante a Operação Em Chamas, em um imóvel localizado no bairro Itapicuru, no município de Cruz das Almas. O suspeito foi detido e acusado pelos crimes de fabricação e armazenamento irregular de artefato explosivo ou incendiário nesta quinta-feira (18).
A operação é deflagrada pela Polícia Civil da Bahia com o objetivo de combater a fabricação, a comercialização e o armazenamento clandestino de artefatos explosivos, buscando prevenir acidentes e garantir a segurança da população durante os festejos juninos.
A ação foi realizada por policiais civis da Delegacia Territorial de Cruz das Almas, após reiteradas denúncias e investigações apontarem que o imóvel era utilizado para atividades relacionadas à fabricação e ao armazenamento irregular de espadas, fogos de artifício de alta periculosidade.
Durante o cumprimento da ordem judicial, as equipes localizaram e apreenderam 216 espadas prontas para utilização e comercialização, além de cinco quilos de barro utilizado na confecção dos artefatos e diversos bambus cortados, materiais comumente empregados na fabricação desse tipo de artefato explosivo artesanal.
O homem foi preso em flagrante em razão dos materiais ilícitos encontrados durante a diligência. O conduzido foi apresentado à unidade policial, onde permanece custodiado à disposição da Justiça. Todo o material apreendido foi encaminhado para perícia.
Uma ação da Polícia Militar realizada em Feira de Santana, no Portal do Sertão, identificou irregularidades, como interceptações, no fornecimento de energia elétrica em quatro dos cinco imóveis comerciais e residenciais investigados. A ação ocorreu na terça-feira (16), nos bairros Cidade Nova e Centro e no distrito de Humildes.
A ação fez parte da Operação Curto-circuito, que investigava denúncias da Neoenergia Coelba e tinha como objetivo acompanhar a fiscalização de locais apontados como redutos de fraude e furto de energia elétrica na Princesinha do Sertão.
Segundo a Neoenergia Coelba, o prejuízo estimado é de aproximadamente 530 mil kWh de energia. A distribuidora informou ainda que a quantidade de energia desviada seria suficiente para abastecer cerca de 6 mil residências durante um mês. O roubo do montante pode ter causado um prejuízo acima de R$ 400 mil para os consumidores lesados e para a distribuidora.
Segundo o site Acorda Cidade, parceiro regional do Bahia Notícias, a Polícia Civil deteve um casal durante a ação e o encaminhou à Central de Flagrantes. A dupla foi liberada após prestar depoimento. Os agentes policiais continuarão com as investigações para descobrir a autoria e o paradeiro dos infratores.
A Polícia Federal, com o apoio da Polícia Militar da Bahia e da Polícia Militar de Pernambuco, deflagrou nesta terça-feira (16/6), a Operação Farol da Caatinga, visando o tráfico ilícito de drogas, na cidade de Senhor do Bonfim/BA e região. Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão (sendo quatro em Senhor do Bonfim/BA, um em Juazeiro/BA e um em Belém do São Francisco/PE), além do cumprimento de cinco mandados de prisão, dos quais quatro foram efetivamente cumpridos.
A operação teve início com a erradicação de plantio de maconha, em 2025, às margens da BR 407, localizada entre os municípios de Ponto Novo/BA e Filadélfia/BA, quando 90 mil pés de maconha foram erradicados e apreendidos aparelhos celulares, anotações e drogas, sendo um traficante preso em flagrante.
Com a análise do material, foram identificados outros coautores e partícipes, inclusive financiadores e gerentes de plantios ilícitos na região, cujas prisões preventivas foram deferidas pela Justiça Estadual da Bahia. Durante as buscas, foram apreendidos armas, drogas, valores e veículos, além da lavratura de dois autos de prisão em flagrante delito por posse ilegal de arma de fogo.
O nome da operação, “Farol da Caatinga”, faz referência ao local da erradicação do cultivo ilícito de maconha, às margens da BR 407, e a grande quantidade de comprimidos de “arrebites” apreendidos (mais de 8 mil comprimidos), usados por caminhoneiros, principalmente, e aos faróis dos caminhões, que iluminam a rodovia e a caatinga, trazendo a luz da Justiça para a região.
A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nesta quinta-feira (11), mais uma fase da Operação Mobile 360º no município de Teixeira de Freitas. O foco principal da ação é combater crimes patrimoniais, reprimindo diretamente o furto, o roubo e a receptação de aparelhos celulares na região.
Nesta etapa, as equipes da Delegacia Territorial (DT/Teixeira de Freitas) intensificaram as investigações e a fiscalização em estabelecimentos comerciais que compram, vendem e realizam a manutenção de telefones. O alvo principal foram comércios ligados a ocorrências registradas entre 2025 e 2026.
Durante as diligências realizadas no centro da cidade, os policiais cumpriram um mandado de busca e apreensão expedido pela Comarca local.
Os responsáveis pelos estabelecimentos acompanharam todos os procedimentos da polícia e diversos aparelhos novos e seminovos foram recolhidos temporariamente. Os telefones passarão por análise e, caso alguma irregularidade seja constatada, as medidas cabíveis serão tomadas.
A iniciativa busca desarticular a cadeia de receptação de celulares subtraídos, impedir a circulação de produtos de origem ilícita e possibilitar a restituição dos bens aos seus legítimos proprietários.
Uma operação policial em Lima, capital do Peru, chamou a atenção pelo método adotado para capturar um suspeito de tráfico de drogas. Agentes da Polícia Nacional Peruana participaram da ação vestidos como mascotes da Copa do Mundo.
@policiaperu ???? #Lima | La inteligencia policial también salva familias ?????????????? La Policía Nacional del Perú ejecutó una operación estratégica que permitió la captura de presuntos integrantes de una banda criminal dedicada a la venta de droga. Con planificación, inteligencia operativa y una táctica sorpresiva, nuestros agentes lograron intervenir en una zona donde la criminalidad creía tener ventaja. Durante la acción policial se incautaron sustancias ilícitas y elementos de convicción que fortalecerán las investigaciones correspondientes. Este resultado demuestra que la PNP no improvisa: investiga, planifica y actúa con eficacia para proteger a la sociedad peruana. Porque detrás de cada intervención hay un objetivo superior: devolver tranquilidad a las calles, proteger a nuestras familias y reafirmar la confianza del Perú en su Policía. ? Inteligencia, estrategia y acción al servicio de tu seguridad. Tu seguridad es nuestra prioridad!!! #PolicíaNacionalDelPerú #PNP #Lima #SeguridadCiudadana ? sonido original - Policía Perú
Imagens divulgadas pelas autoridades mostram dois policiais fantasiados de Maple e Clutch, mascotes do Canadá e dos Estados Unidos no Mundial. Durante a operação, os agentes utilizam um aríete para romper um portão metálico antes de entrar no imóvel alvo da investigação.
Após a invasão, o suspeito foi detido e algemado. Segundo a polícia, também foram apreendidos armamentos e entorpecentes encontrados no local.
O coronel da Polícia Nacional Peruana, Carlos Fredy Alcantara Obregón, explicou que a estratégia foi planejada com base em informações obtidas durante a investigação.
"Graças ao trabalho de inteligência do nosso time, nós descobrimos que a pessoa que íamos prender era um fã ardoroso de futebol, respirando a Copa do Mundo. Então, disfarçamos nossos oficiais como mascotes da Copa do Mundo para abordá-lo sem causar suspeitas", declarou Obregón.
O uso de fantasias em operações não é novidade para a corporação. Em outras ações realizadas nos últimos anos, policiais já se disfarçaram de capivaras durante o Dia dos Namorados e de super-heróis em operações realizadas no período de Halloween.
A unidade responsável pela ação atua principalmente no combate ao "micro-tráfico" de drogas e a delitos de menor potencial ofensivo na capital peruana.
Uma ação integrada da Polícia Civil e a Polícia Militar da Bahia cumpriu seis mandados de prisão temporária contra investigados por homicídios e tráfico de drogas em Porto Seguro, na região da Costa do Descobrimento. A ‘Operação Horizonte Vigiado’ também cumpriu seis mandados de busca e apreensão e confiscou uma motocicleta com indícios de adulteração.
A operação é resultado da investigação que apura a atuação de integrantes de organização criminosa suspeitos da prática de homicídios e tráfico de drogas na região.As investigações tiveram início na Delegacia Territorial de Porto Seguro, que reuniu elementos probatórios sobre a atuação dos suspeitos.
Durante a ação, um homemm foi preso em flagrante por tráfico de drogas após ser encontrado em posse de entorpecentes. A ação integra mobilização do Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (Gncoc), do Ministério Público brasileiro, que tem como finalidade combater facções em todo o país.
Participaram da operação equipes do Gaeco, da Polícia Civil e da Polícia Militar, que atuaram de forma coordenada no cumprimento das ordens judiciais
Uma blogueira, um servidor público e outro homem foram presos preventivamente pela Polícia Civil da Bahia nesta quarta-feira (10) após investigações apontarem o envolvimento dos três em um grupo criminoso responsável por tráfico de drogas e homicídios no Extremo Sul da Bahia. Os suspeitos identificados como Cassiano Dias Brito, de 29 anos, Verônica Silva Cardoso Gama, de 38 anos, e Rafael Nunes Di Lauro Dias, de 23, foram presos em Teixeira de Freitas.
A ação é fruto da Operação Magnum, que investiga um homicídio decorrente de um confronto entre facções na região. Segundo o G1 Bahia, os investigados teriam ligação direta com os criminosos em disputa. Por isso, a polícia solicitou os mandados de prisão temporária contra o trio. Uma quarta pessoa também foi presa em flagrante pelo crime de tráfico de drogas, mas não teve o nome divulgado.
OS SUSPEITOS
Segundo apuração do G1, o servidor público Cassiano Brito atuava na Secretaria de Meio Ambiente do município de Teixeira de Freitas. O advogado do servidor informou que recebeu com surpresa a presença do nome de Cassiano no âmbito da operação da Polícia Civil e que, até o momento, não teve acesso aos autos do processo e o servidor não foi ouvido durante o curso da investigação policial.
Já a blogueira Verônica Gama é conhecida na região pela atuação na área de marketing digital e se apresenta nas redes sociais como jornalista e gestora de uma página de notícias locais. Em um dos perfis, ela acumula mais de 20 mil seguidores. AO G1, a defesa de Verônica afirmou também não entender a decisão da Polícia Civil e que a mulher se limita ao consumo de drogas, não comercializando-as.
Com o objetivo de desarticular um esquema criminoso voltado à comercialização irregular de substâncias divulgadas como canetas emagrecedoras, a Polícia Civil da Bahia, por meio do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), deflagrou, nesta quarta-feira (10), a Operação Prize.
A ação cumpriu seis mandados de busca e apreensão em bairros de Lauro de Freitas, Camaçari e Feira de Santana. As diligências foram realizadas pela Coordenação de Operações do DEIC, unidade responsável pela investigação.
As apurações têm como foco o comércio ilegal de medicamentos supostamente adulterados e de procedência desconhecida, popularmente conhecidos como canetas emagrecedoras. A investigação também apura a prática de lavagem de dinheiro por meio de rifas digitais.
Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidas seringas com material fracionado e pronto para a comercialização, ampolas contendo substâncias utilizadas na manipulação dos medicamentos supostamente adulterados, canetas emagrecedoras e aparelhos celulares.
Participaram da operação cerca de 30 policiais civis, por meio de equipes do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos (DRFRV) e da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) de Salvador e Feira de Santana. A ação contou, ainda, com o apoio da Corregedoria da Polícia Militar.
A Polícia Civil da Bahia apreendeu cerca de 7 mil unidades de fogos de artifício nas cidades de Luís Eduardo Magalhães, Serrinha, Valença, Barreiras e Itabuna, durante ações da Operação Em Chamas, ocorridas nesta terça-feira (9). A ação tem como objetivo combater o comércio e o armazenamento clandestino de material irregular no período junino.
Além das fiscalizações, os agentes realizaram ações educativas junto aos proprietários e responsáveis pelos estabelecimentos comerciais vistoriados,além de orientar comerciantes sobre as normas de comercialização, armazenamento e transporte de fogos de artifício.
A operação atua nos 417 municípios da Bahia e conta com o apoio de outros órgãos, como a Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), o Instituto Baiano de Metrologia e Qualidade (Ibametro), o Corpo de Bombeiros Militar da Bahia (CBM), o Exército Brasileiro, o Conselho Regional de Química (CRQ) e o Departamento de Polícia Técnica (DPT).
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta segunda-feira (8), a Operação Gemini, que investiga um suposto esquema de venda de decisões judiciais e lavagem de dinheiro com possíveis ramificações no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). As informações são da jornalista Mirelle Pinheiro, do portal Metrópoles.
Entre os alvos da operação estão o desembargador afastado Dirceu dos Santos e o deputado estadual Faissal Calil (PL). Foram cumpridos mandados de busca e apreensão, além de determinações para quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático dos investigados.
Segundo a Polícia Federal, as apurações apontam para a existência de uma estrutura voltada à negociação de decisões judiciais e à ocultação de recursos financeiros obtidos de forma ilícita.
De acordo com os investigadores, os envolvidos poderão responder pelos crimes de corrupção passiva, advocacia administrativa e lavagem de dinheiro, a depender do avanço das investigações.
A operação ocorre poucos meses após Dirceu dos Santos ter sido afastado do cargo pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O magistrado já era alvo de outro procedimento que apura suspeitas de nepotismo cruzado e possível recebimento de vantagens indevidas em troca de decisões judiciais.
Um levantamento realizado pelo CNJ identificou que o desembargador movimentou cerca de R$ 14,6 milhões em patrimônio nos últimos cinco anos. Conforme os investigadores, os valores seriam incompatíveis com os rendimentos oficialmente declarados pelo magistrado.
Nesta terça-feira (9), o CNJ deve analisar a abertura de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra Dirceu dos Santos e decidir se o afastamento cautelar será mantido.
A Operação Gemini também acontece dias após o avanço de outra investigação conduzida no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF), relacionada à suspeita de venda de decisões judiciais em tribunais superiores. Na ocasião, a Procuradoria-Geral da República (PGR) apontou indícios de um esquema que incluiria vazamento de informações sigilosas e acesso antecipado a minutas de decisões.
Em nota, a Polícia Federal informou apenas que a operação tem como objetivo aprofundar as investigações sobre a possível comercialização de decisões judiciais e o fluxo financeiro ligado aos fatos apurados.
A Polícia Civil da Bahia deflagrou, na manhã desta segunda-feira (8), em Salvador, mais uma fase da Operação Mobile 360º. A ação tem como objetivo fiscalizar estabelecimentos comerciais que atuam na venda de aparelhos celulares e acessórios correlatos, visando identificar e coibir a comercialização de produtos falsificados, bem como de celulares oriundos de furto, roubo ou receptação.
As diligências decorrem de denúncias recebidas e de investigações conduzidas pela Delegacia de Defesa do Consumidor (DECON), unidade integrante do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC). As ações de inteligência indicaram a possível prática de venda de aparelhos sem procedência comprovada, acessórios falsificados e mercadorias introduzidas irregularmente nos estabelecimentos.
Participam da operação equipes da DECON, da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos em Coletivos (DERRC), da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR), da Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia (Sefaz), da Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), da Diretoria de Ações de Proteção e Defesa do Consumidor de Salvador (Codecon), da Polícia Militar da Bahia (PMBA) e da Receita Federal do Brasil.
A Polícia Civil da Bahia recuperou sete caprinos que haviam sido subtraídos na zona rural do município de Conceição do Coité, na quarta-feira (3). A ação faz parte da Operação Campo Seguro, que reúne uma série de medidas voltadas ao fortalecimento da segurança no campo, com foco no combate aos crimes de furto e roubo de animais, especialmente ovinos e caprinos, importante fonte de renda para pequenos produtores da região.
As investigações da Delegacia Territorial (DT/Conceição do Coité) tiveram início após o registro de boletins de ocorrência nos quais as vítimas relataram sucessivos furtos em suas propriedades rurais. Segundo os registros, os crimes vinham ocorrendo de forma recorrente nos últimos seis meses.
Durante o aprofundamento das investigações, equipes da DT e da 15ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Serrinha) realizaram diligências para localizar suspeitos envolvidos nas práticas criminosas. Em uma das ações, ao comparecerem a uma propriedade rural para o cumprimento de intimações, os policiais identificaram animais com características compatíveis com as descritas pelas vítimas.
Com a autorização do proprietário, foi realizada a conferência do rebanho, ocasião em que sete caprinos foram prontamente reconhecidos por uma das vítimas como sendo de sua propriedade. As características previamente informadas foram confirmadas no local.
Questionado pelos investigadores, o homem declarou ter recolhido os animais, alegando que eles estavam soltos e invadindo sua propriedade, causando prejuízos ao consumir sua plantação de palma.
Com a nova recuperação, a Operação Campo Seguro já contabiliza 11 caprinos recuperados. Os animais foram restituídos ao legítimo proprietário, enquanto as informações obtidas durante a diligência serão utilizadas para dar continuidade às apurações, com o objetivo de identificar outros possíveis envolvidos e localizar os demais animais subtraídos.
A Operação Contenção, deflagrada pela Polícia Civil nesta segunda-feira (1º) e terça-feira (2), resultou no cumprimento de oito mandados de prisão, sete temporários e um preventivo, nos municípios de Serrinha e Feira de Santana. Os alvos da ação têm entre 43 e 19 anos e são investigados por vários homicídios ocorridos este ano nos dois municípios.
Em Serrinha, foram cumpridos seis mandados nos bairros CSU e Centro, além do Conjunto Penal. Também foram executados seis mandados de busca e apreensão, que resultaram na apreensão de aparelhos celulares. Durante as diligências, foi possível avançar nas investigações e na identificação de autores, mandantes e participantes das condutas criminosas.
A Operação Contenção foi realizada pela Polícia Civil da Bahia, por meio da Delegacia Territorial (DT/Serrinha), com o apoio do Grupo de Apoio Tático e Técnico à Investigação (Gatti/Sisal) e do Núcleo de Inteligência da 15ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Serrinha).
As diligências também integraram a Operação Malhas da Lei, atualmente em andamento, que tem por objetivo o cumprimento de diversos mandados de prisão em todo o estado.
Polícia Federal e Ministério Público Federal (MPF) deflagraram, nesta quarta-feira (3) a Operação Chancelas, com o objetivo de combater crimes relacionados a fraudes registrais e grilagem de terras da União no município de Maraú, no litoral sul baiano e região.
As investigações tiveram início a partir de denúncias de irregularidades em registros imobiliários envolvendo áreas classificadas como terrenos de marinha e seus acrescidos, bens de propriedade da União. Apurou-se que tais áreas vinham sendo indevidamente registradas como propriedades particulares, mediante a utilização de expedientes fraudulentos no âmbito de cartório de registro de imóveis.
No curso da investigação, foram identificados indícios da utilização de georreferenciamentos irregulares, omissão deliberada da titularidade da União nas matrículas e sucessivos desmembramentos de imóveis, com o objetivo de ampliar artificialmente áreas e conferir aparência de legalidade à ocupação e exploração econômica de terras públicas.
As apurações indicam que os registros fraudulentos viabilizaram a comercialização de áreas da União, inclusive em regiões de praia e de uso comum do povo, causando prejuízos ao patrimônio público federal.
Também foram identificados indícios de atuação conjunta entre agentes públicos e particulares, com utilização dos registros para obtenção de vantagens econômicas, incluindo a venda de imóveis e tentativas de regularização perante órgãos federais com base em informações irregulares.
Na data de hoje, estão sendo cumpridos 6 seis mandados de busca e apreensão nos municípios de Maraú, Camamú e Cairú expedidos pela Justiça Federal, com o objetivo de colher provas relacionadas aos fatos investigados, incluindo documentos físicos e dados armazenados em dispositivos eletrônicos.
Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de falsidade ideológica, uso de documento falso, invasão de terras da União, estelionato, além de outras infrações penais eventualmente identificadas no curso das investigações.
A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (02), a Operação Registro Frágil 2, que investiga fraudes postais envolvendo funcionários terceirizados dos Correios. A ação que contou com o apoio da Polícia Militar cumpriu quatro mandados de busca e apreensão em Salvador, além do bloqueio de bens dos investigados.
Segundo as investigações da PF, o esquema criminoso realizava a simulação de envios de objetos de alto valor, como jóias e eletrônicos. Após o suposto encaminhamento dessas encomendas, os envolvidos no crime registravam, fraudulentamente, o extravio das cargas junto aos Correios, com o objetivo de obter indenizações indevidas da estatal.
As apurações indicaram que parte dos envolvidos identificados são funcionários terceirizados da empresa pública, que teriam se utilizado de suas funções para viabilizar as fraudes. De acordo com a polícia, a segunda fase da operação foi desencadeada após a análise do material apreendido na etapa anterior, o que possibilitou a identificação de novos envolvidos no esquema.
Após encontrar esses elementos, o juíz da 17ª Vara Criminal da Seção Judiciária da Bahia expediu quatro mandados de busca e apreensão, na capital Salvador, além de determinar o bloqueio de bens dos investigados.
As medidas têm o objetivo de aprofundar as investigações, coletar novas provas e assegurar o eventual ressarcimento dos prejuízos causados à estatal.
A Operação Marineford, deflagrada nesta sexta-feira (29), resultou no cumprimento de sete prisões e oito mandados de busca e apreensão nas cidades de Vera Cruz e Salvador. A ação integrada entre as Polícias Civil e Militar teve como alvo um grupo criminoso investigado por tráfico de drogas e crimes contra a vida, com atuação na capital baiana e na Ilha de Itaparica.
Em Salvador, no bairro de Dom Avelar, equipes da Polícia Civil localizaram um dos principais alvos da operação, identificado como Urias Lucas Costa de Lima, de 27 anos. Ao perceber a aproximação policial, o investigado reagiu à abordagem, houve confronto e ele foi atingido. O homem chegou a ser socorrido para uma unidade de saúde, mas não resistiu aos ferimentos.
Segundo as apurações, Urias Lucas Costa de Lima morava em Salvador e seguia diariamente para a Ilha de Itaparica. Ele era apontado como um dos líderes do tráfico de drogas em Vera Cruz, sendo responsável pela atuação criminosa nas localidades de Barra Grande e Praia do Sol. O investigado possuía registros por crimes de homicídio, tráfico de drogas, posse irregular de arma de fogo e histórico de confronto armado com forças de segurança.
Em Vera Cruz, sete prisões foram realizadas durante as diligências. No primeiro imóvel alvo da operação, além do investigado com mandado de prisão, outras três pessoas foram encontradas com drogas, sendo todas autuadas em flagrante. Em outro endereço, mais um investigado foi localizado. Já no terceiro imóvel, o alvo do mandado judicial foi encontrado acompanhado de outra pessoa, sendo ambos presos em flagrante após a localização de entorpecentes no local.
Durante as diligências, foram apreendidos sete aparelhos celulares, equipamentos eletrônicos, armas de fogo, munições, 285 porções de cocaína, 210 de maconha e crack, além de dinheiro em espécie e balanças de precisão. Todo o material será encaminhado para perícia e contribuirá para o aprofundamento das investigações.
As investigações apontam que o grupo criminoso possui estrutura organizada e divisão de funções, atuando de forma articulada no abastecimento de entorpecentes e armamentos destinados a integrantes envolvidos em ações criminosas nas regiões investigadas.
A ofensiva das forças de segurança é realizada pela Polícia Civil da Bahia, por meio do Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (DENARC), com apoio da 24ª Delegacia Territorial (DT/Vera Cruz), unidade vinculada ao Departamento de Polícia Metropolitana (DEPOM), de forma integrada com a Polícia Militar da Bahia, através do 23º Batalhão da Polícia Militar (23º BPM/Vera Cruz).
O Ministério Público da Bahia denunciou 28 pessoas por integrarem organização criminosa de tráfico de drogas com atuação no extremo sul baiano e em outros estados do País. A denúncia foi oferecida à Justiça na última terça-feira, dia 26, pela unidade sul Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco Sul) e Promotoria de Justiça de Belmonte. A acusação decorre de um trabalho realizado em conjunto com a Polícia Civil, por meio da 23ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin), em mais uma fase da ‘Operação Vento do Norte’.
Entre os denunciados está Paulo Silva de Oliveira, conhecido como “Paulinho Chiclete”, presidente da Câmara de Vereadores de Guaratinga. Conforme a denúncia, ele exerceria papel de apoio logístico ao grupo criminoso, auxiliando no armazenamento e transporte de entorpecentes, além de monitorar movimentações policiais na região. Ele está preso desde abril deste ano por posse ilegal de arma de fogo.
O grupo investigado atuava de forma estruturada e hierarquizada em municípios como Eunápolis, Porto Seguro, Belmonte, Guaratinga, Itagimirim, Itabela, Itapebi e Santa Cruz Cabrália, além de manter articulações interestaduais com integrantes instalados no Complexo da Rocinha, no Rio de Janeiro. Os denunciados integrariam uma organização criminosa com atuação ligada ao tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, aquisição de armamentos de grosso calibre, domínio territorial armado e intimidação coletiva.
As investigações identificaram ainda uma divisão de funções entre núcleo de liderança, braço armado, operadores financeiros, logística e apoio político. A organização criminosa mantinha estrutura armada com utilização de fuzis, munições de uso restrito, granadas, drones e equipamentos de comunicação para enfrentamento de facções rivais e monitoramento policial. O trabalho de investigação envolveu a análise de interceptações telefônicas e telemáticas, relatórios de inteligência, apreensões de armas e drogas, registros financeiros, fotografias e conteúdos extraídos de aparelhos celulares.
A Polícia Civil da Bahia realizou, nesta terça-feira (26), uma nova etapa da Operação Júpiter, cumprindo mandados judiciais contra integrantes de uma organização criminosa investigada por tráfico de drogas, homicídios e comércio ilegal de armas de fogo. A atuação da quadrilha se concentrava na zona norte e rural do município de Ilhéus, no Litoral Sul da Bahia.
Além de Ilhéus, as investigações mapearam atuações do grupo nos distritos de Sambaituba, Juerana, Lagoa Encantada, Aritaguá, São João e outras áreas limítrofes. O modus operandi do grupo consiste em utilizar imóveis como pontos de apoio para armazenamento de drogas, ocultação de armas e suporte às ações criminosas.
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As diligências prenderam 3 homens em Ilhéus e cumpriram mais um mandado de prisão contra um suspeito de 28 anos que cumpria pena no sistema prisional do Estado do Rio de Janeiro. O homem era apontado como uma das lideranças da organização criminosa investigada.
SALDO DA OPERAÇÃO
No cumprimento de mandado de busca e apreensão em um dos imóveis alvos da operação, os policiais apreenderam pinos de cocaína, balança de precisão, embalagens para acondicionamento de drogas, sementes utilizadas para cultivo de maconha, dinheiro em espécie e cinco aparelhos celulares.
O suspeito responsável pelo imóvel foi preso em flagrante por tráfico de drogas. Outros materiais de interesse investigativo também foram arrecadados durante as investigações e serão analisados no âmbito da continuidade das investigações.
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As investigações seguem para identificação de outros integrantes da organização criminosa e aprofundamento das apurações.
A Polícia Civil cumpriu, nesta terça-feira (26), 6 mandados de prisão na capital baiana, em Catu e no município de Serrinha. A ação buscou desarticular um grupo envolvido em extorsão mediante sequestro. Entre os capturados está um ex-integrante do baralho do crime da Secretaria de Segurança Pública.
De acordo com a Polícia Civil, a quadrilha estava envolvida em um caso de extorsão mediante sequestro de um ex-político da capital baiana, no final de janeiro deste ano. Ao todo, a polícia capturou 5 criminosos. Um dos indivíduos resistiu à abordagem e foi baleado ao entrar em confronto com a polícia.
O jovem chegou a ser socorrido por uma equipe médica e levado ao hospital local, em Catu, no Agreste Baiano, mas não resistiu. Os agentes apreenderam a arma usada pelo homem. Já em Salvador, uma mulher de 20 anos, principal suspeita de intermediar as extorsões entre os investigados e a vítima, foi localizada no bairro Engenho Velho de Brotas portando 52 pinos de cocaína, 35 pedras de crack e R$ 287 em espécie.
As diligências também capturaram Demilson Sales das Neves, de 36 anos, ex-integrante do Baralho do Crime da SSP, apontado como mentor da ação criminosa. Atendido pelo nome de “Tutuca”, o homem representava o 10 de ouros no baralho do crime da segurança pública até ser capturado no Rio de Janeiro em 2024.
O homem também possui histórico de extorsão contra comerciantes da região de Pernambués, outro sequestro ocorrido em um centro comercial de Salvador, que teve três mulheres como vítimas, e chegou a praticar extorsão dentro da cadeia em que cumpria pena no Rio de Janeiro. Ele e os outros capturados na Operação Lex Última estão à disposição da justiça.
A Prefeitura de Salvador anunciou a exoneração das servidores suspeitas de envolvimento em um squema de desvio de dinheiro que foram alvo de mandados de busca e apreensão nesta terça-feira (26). Um dos alvos foi a ex-vereadora Léo Kret, que atuava como diretora de políticas para pessoas LGBTQIA+ da Secretária Municipal de Reparação (Semur), desde abril de 2025
"A Prefeitura de Salvador informa que, seguindo a recomendação do órgão ministerial, as servidoras citadas serão exoneradas. A gestão municipal salienta que colabora com a apuração para que todos os fatos sejam esclarecidos", afirmou a gestão em comunicado.
A OPERAÇÃO
O Ministério Público da Bahia (MP-BA) deflagrou na manhã desta terça-feira (26) a ‘Operação Sponsor’, com o objetivo de investigar suspeitas de peculato, fraudes em processos licitatórios e desvios de recursos públicos originalmente destinados a entidades carnavalescas e organizadores de Paradas LGBTI+ em Salvador.
Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão em um órgão público, uma associação e endereços ligados a cinco pessoas físicas, incluindo servidores do município de Salvador. A Justiça também determinou o afastamento do presidente e do diretor-geral da associação investigada, além de duas servidoras municipais.
A Polícia Civil da Bahia prendeu quatro pessoas investigadas pela prática de extorsão mediante sequestro, em Salvador. A ação faz parte da 3ª fase da Operação Lex Última, deflagrada na manhã desta terça-feira (26). As ordens judiciais foram executadas em Salvador, Serrinha, Lauro de Freitas e Catu.
As apurações do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), conduzidas pela Delegacia Especializada Antissequestro (DAS), indicam que os presos nesta terça, fazem parte do grupo que atuou diretamente no sequestro realizado no mês de janeiro.
Segundo a Polícia Civil , pelo menos quatro homens e uma mulher participaram da ação delituosa, cuja dinâmica envolveu planejamento estruturado, divisão de funções e atuação articulada dos investigados.
Entre os alvos alcançados está um homem apontado como mentor das ações criminosas e ex-integrante do Baralho do Crime da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), onde figurava na carta de 10 de Ouros. Durante as apurações da 3ª fase da Lex Última, ele foi identificado como liderança criminosa com atuação na região de Pernambués, sendo investigado por envolvimento com tráfico de drogas, homicídios, extorsões e sequestros.
Ao todo, são cumpridos seis mandados de prisão preventiva e 11 mandados de busca e apreensão domiciliar, nos municípios de Salvador, Serrinha, Lauro de Freitas e Catu.
Durante as diligências realizadas no município de Catu, houve a morte de um homem, por intervenção legal de agente de segurança pública.
A Polícia Civil da Bahia prendeu nesta sexta-feira (22) 13 investigados por tráfico de drogas, comércio ilegal de armas de fogo, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Também foram cumpridos 25 mandados de busca e apreensão. As ações fazem parte da Operação Naufragium, voltada para o combate ao tráfico de drogas.
As investigações apontam que o grupo criminoso utilizava as redes sociais e grupos de mensagens para comercializar entorpecentes com alto grau de pureza e elevado valor agregado, destinados principalmente a consumidores de classe média e alta. A droga também era vendida para lideranças de organizações criminosas, destinada ao uso pessoal desses integrantes. De acordo com as apurações, o grupo movimentava aproximadamente R$ 500 mil por semana com o tráfico de drogas.
Dos 13 presos, 11 foram localizados em Salvador, uma blogueira no município de São Borja, no Rio Grande do Sul, e um investigado no estado de Sergipe, na cidade de Nossa Senhora do Socorro. Dos 13 presos, cinco também foram autuados em flagrante por tráfico de drogas durante as diligências, após serem encontrados em posse de entorpecentes e materiais relacionados à comercialização ilícita.
Entre os alvos da operação está uma mulher apontada como atual liderança do grupo criminoso. Segundo as investigações, ela assumiu a função após a prisão do companheiro, identificado como líder da organização criminosa, capturado em dezembro de 2025 durante outra operação policial relacionada ao tráfico de drogas. A investigada foi localizada e presa no bairro de Vila Canária, em Salvador.
Outro destaque da operação foi a prisão de um casal no bairro do Cabula. Conforme as investigações, os dois utilizavam um apartamento como estrutura logística para armazenamento, preparo e distribuição de drogas sintéticas e maconha do tipo “Wolf”.
No imóvel, os policiais localizaram grande quantidade de entorpecentes, embalagens personalizadas, drogas acondicionadas a vácuo, selos identificadores, adesivos com marcas, tabelas de preços, brindes de colecionador, além de caixas prontas para envio por transportadoras e agências dos Correios.
As apurações indicam que o casal comercializava drogas para diversos estados do país e mantinha uma rede de clientes de alto poder aquisitivo. Durante as buscas, também foram encontrados cadernos contendo nomes de compradores, detalhamento de pedidos, quantidades comercializadas e endereços de entrega.
A Justiça autorizou o bloqueio de bens de até R$ 15 milhões vinculados aos investigados. Durante a operação, foram apreendidas drogas, aparelhos celulares, veículos e dispositivos eletrônicos que serão submetidos à análise pericial e poderão contribuir para o aprofundamento das investigações.
A Operação Naufragium mobilizou 150 policiais e foi realizada pelo Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (DENARC), por meio da 2ª Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (2ª DTE/Central).
A operação ainda teve o apoio das Polícias Civis dos estados de São Paulo (PCSP), Sergipe (PCSE), por meio do Centro de Operações Policiais Especiais (COPE), e Rio Grande do Sul (PCRS
A Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN), vinculada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), iniciou, nesta semana a 11ª fase da Operação Mute, que acontece em todas as unidades federativas e segue nesta quinta-feira (21), no Conjunto Penal de Jequié. O objetivo principal é a retirada de aparelhos celulares e outros itens ilícitos do interior das unidades prisionais.
Na Bahia, a ação teve início nesta terça-feira (19), no Conjunto Penal de Paulo Afonso, com a atuação de cerca de 40 policiais penais estaduais em ações de revista estrutural e varredura operacional na unidade.
A Operação integra o programa Brasil contra o Crime Organizado, lançado pelo Governo Federal na última semana, que prevê investimento superior a R$ 11 bilhões para o fortalecimento da segurança pública em todo o país.
As ações contam com o emprego de tecnologias e equipamentos especializados, como bloqueadores de sinal, scanners corporais, aparelhos de raio-X, drones, sistemas eletrônicos de fiscalização e georradar, utilizados na identificação de estruturas ocultas e possíveis rotas de fuga.
As operações integram a estratégia nacional de fortalecimento do sistema prisional brasileiro, com foco no aumento do controle estatal nas unidades prisionais e na redução da influência das organizações criminosas dentro e fora dos presídios.
Desde o início da operação, em 2023, os resultados das 10 fases foram retirados 7.966 aparelhos celulares de dentro das unidades prisionais em todo o país. Ao todo, mais de 38 mil policiais penais participaram das operações e mais de 37 mil celas foram revistadas.
Na Bahia, a 1ª fase da Operação Mute estadual foi realizada nos dias 23 e 24 de abril, na Penitenciária Lemos Brito (PLB), em Salvador, sob coordenação da Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap), com atuação conjunta de 50 policiais penais estaduais e policiais penais federais, reforçando o protagonismo da Polícia Penal baiana nas ações de enfrentamento ao crime organizado dentro do sistema prisional.
A Polícia Civil da Bahia cumpriu, nesta quarta-feira (20), dez mandados de prisão e 16 mandados de busca e apreensão durante a Operação Junco, deflagrada com o objetivo de desarticular um grupo criminoso investigado por tráfico de drogas e crimes relacionados no Subúrbio Ferroviário de Salvador.
Foram presos oito investigados em Salvador, nos bairros de Plataforma e Massaranduba. Outros dois mandados de prisão foram cumpridos nos municípios de Simões Filho e Senhor do Bonfim, contra investigados que estavam foragidos da capital e foram localizados no interior do estado.
Durante as diligências, foram apreendidos aparelhos celulares e documentos que irão subsidiar o aprofundamento das investigações. As apurações apontam que os suspeitos integravam uma organização criminosa com atuação estruturada no tráfico de drogas, desempenhando funções distintas dentro do grupo, como olheiros, gerentes e responsáveis pela logística do comércio ilegal de entorpecentes.
Segundo as investigações, os suspeitos possuíam ligação com Danilo José de Jesus da Silva, conhecido como “Haroldo”, morto em setembro de 2024, durante confronto com equipes da Polícia Civil em um condomínio localizado em Barra do Jacuípe, município de Camaçari.
A Polícia Civil da Bahia prendeu 3 pessoas suspeitas de participar de um roubo de carga de medicamentos de uma distribuidora situada às margens da BR-324, em Feira de Santana, no Portal do Sertão. Entre os envolvidos está um homem apontado como mandante do crime. O cumprimento de mandato faz parte da nova fase da Operação Cefaleia, executada nesta quarta (13).
Segundo o Blog do Marcos Frahm, parceiro regional do Bahia Notícias, o crime ocorreu em março deste ano, quando quatro homens armados invadiram a empresa, renderam o vigilante e roubaram aproximadamente 1,5 milhão de comprimidos de analgésicos, avaliados em cerca de R$ 1,15 milhão.
As investigações policiais também alcançaram uma farmácia localizada no bairro Jardim Cruzeiro, onde foi cumprido um mandado de busca e apreensão. O proprietário do estabelecimento foi autuado em flagrante pelo crime de receptação qualificada.
A investigação teve origem no encontro de parte da carga roubada pelas autoridades locais. Foi apurado que os suspeitos roubaram um caminhão de alimentos de um supermercado para transportar os medicamentos. Após a ação, os criminosos incendiaram o veículo em um terreno ao lado da BR-116.
Ao todo, a Polícia Civil já recuperou R$ 788 mil em ativos financeiros. Também foi emitida ordem judicial de bloqueio das contas bancárias dos acusados.
Três pessoas foram presas na manhã desta quarta-feira (13) durante a Operação Cefaleia, que teve como objetivo retirar do convívio social investigados por envolvimento em um roubo milionário de medicamentos ocorrido em Feira de Santana. Entre as prisões preventivas, estava um homem apontado pelas investigações como mandante do crime, que teve como alvo uma distribuidora de medicamentos situada às margens da BR-324.
O crime ocorreu em março deste ano, quando quatro homens armados invadiram a empresa, renderam o vigilante e roubaram aproximadamente 1,5 milhão de comprimidos de analgésicos, avaliados em cerca de R$ 1,15 milhão.
As investigações conduzidas pela Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR/Feira de Santana), unidade do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), também alcançaram uma farmácia localizada no bairro Jardim Cruzeiro, onde foi cumprido um mandado de busca e apreensão. No local, foi constatada a aquisição de parte da carga ilícita. O proprietário do estabelecimento foi autuado em flagrante pelo crime de receptação qualificada.
A investigação teve início após a localização de uma carga de alimentos abandonada em um terreno baldio no bairro Gabriela. Com o trabalho integrado do Núcleo de Inteligência da DRFR, os investigadores identificaram que, na mesma data, havia sido registrado o roubo a uma distribuidora de medicamentos, o que permitiu relacionar os dois casos.
Durante as diligências, foi apurado que os suspeitos não tinham, inicialmente, um veículo adequado para transportar a carga roubada. Por isso, eles teriam roubado um caminhão pertencente a um supermercado. Para utilizar o veículo, parte da carga de alimentos foi descartada no terreno baldio. O caminhão foi então utilizado no transporte dos medicamentos roubados. Após a ação criminosa, o veículo foi incendiado às margens da BR-116.
Durante o cumprimento dos mandados de busca, em uma das residências ligadas a um dos suspeitos, foram apreendidos 15 mil tubos de pólvora negra e 550 caixas de fogos de artifício. Ao todo, a Polícia Civil já recuperou R$ 788 mil em ativos financeiros, considerando mercadorias recuperadas, veículos e bens apreendidos. Também foi emitida ordem judicial de bloqueio das contas bancárias dos acusados.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"Claro que existem preferências. Neto tem uma relação com Caiado, que era do União Brasil. Caiado apoia Neto, Zema apoia Neto, Flávio Bolsonaro apoia ACM Neto. Mesmo os que não estão na Bahia veem que a Bahia precisa mudar de rumo".
Disse o ex-ministro da Cidadania no governo Bolsonaro e pré-candidato ao Senado João Roma (PL) ao afirmar que à exceção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), todos os pré-candidatos ao Planalto em 2026 devem apoiar o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato da oposição ao Governo da Bahia, ACM Neto (União).