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nilda spencer
Ricardo Spencer faleceu nesta segunda-feira (20), em São Paulo. A informação foi confirmada por um familiar ao portal G1, porém, a causa da morte não foi divulgada. O diretor tinha se mudado há pouco tempo do Rio de Janeiro para São Paulo e se preparava para iniciar as filmagens de uma série inédita para uma plataforma de streaming.
Ricardo era neto de Nilda Spencer, atriz soteropolitana considerada uma referência do teatro baiano, tendo atuado também em filmes como "Dona Flor e Seus Dois Maridos" de 1976 e "Eu, Tu, Eles" de 2000. Ricardo cresceu ao redor de todas as formas de arte e, ainda criança, desenvolveu uma paixão pelo cinema quando visitava as videolocadoras. Ele se formou em Artes e se especializou em Estética do Cinema pela Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), nos Estados Unidos.
Ao longo de sua carreira, Ricardo construiu uma trajetória em que desempenhou os papéis de diretor e roteirista. O cineasta é natural de Salvador e foi responsável por dirigir séries da TV Globo e videoclipes de grandes artistas da música nacional e internacional, sendo indicado ao Emmy Internacional por "Segunda Chamada". Ricardo ganhou destaque ao dirigir videoclipes para grandes artistas, tendo trabalhado com Rita Lee, Pitty, Criolo, Sandy, Emicida, Johnny Hooker, Liniker, Cachorro Grande, Vanguart, além da cantora norueguesa Aurora e da banda norte-americana Sebadoh.
Nos últimos anos de sua carreira, Ricardo esteve na equipe de direção da TV Globo e dirigiu trabalhos como "Mister Brau", "Shippados", "Segunda Chamada", "Todas as Mulheres do Mundo", "Amor e Sorte", "Cine Holliúdy" e "Vermelho Sangue". O cineasta também integrou a equipe de direção da novela "Segundo Sol", ambientada na Bahia.
Seu trabalho em "Segunda Chamada" recebeu o prêmio de melhor série do ano da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) e também foi indicado ao International Emmy Awards de 2021.
Neste sábado (24), a artista baiana Padmateo apresenta a performance “De como me tornei invisível pra caber em meu espírito”, no palco virtual do Café-teatro Nilda Spencer, às 17h, no canal do YouTube do espaço. A performance aborda a invisibilidade nos tempos atuais e conta com uma videoarte inédita como parte da programação.
Construído a partir de pesquisas e métodos do invisível no campo da arte e relacionadas diretamente à identificação da artista com gênero não-binário, o videoarte inédito convida à uma reflexão sobre a invisibilidade, sendo uma experimentação íntima sobre processos desidentitários, sumiço e testemunha. Na obra, em uma dimensão pós humana, uma criatura precisa tornar-se invisível para sobreviver.
A obra conta com concepção, roteiro e performance de Padmateo, direção de fotografia de Alex Oliveira, trilha sonora de Ramon Gonçalves, edição e finalização de Mário Oliveira e operação de drone da Cláudio Filmes.
Padmateo é jequié-cosmopolitana, artista visual, cênica, performera, crítica e mediadora cultural. Atualmente é bacharelanda em Artes Plásticas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Dentre suas pesquisas estão alguns temas e abordagens como a intervenção urbana, as práticas invisíveis e suas manifestações, o gênero e as próprias relações do sistema e mercado da imagem/arte. Seu mais recente trabalho foi “Acerto de Contas”, uma galeria fluvial ao longo do Rio de Contas, na cidade de Jequié-BA, com instalações, dentro e fora do rio.
Após a exibição da performance, a artista Padmateo participa de um bate-papo, aberto à participação do público, conduzido pelo produtor cultural Ugo Mello, um dos coordenadores do projeto.
SERVIÇO
O QUÊ: Performance “De como me tornei invisível pra caber em meu espírito”, de Padmateo
QUANDO: 24 de julho, às 17h
ONDE: Canal do YouTube do Café-teatro Nilda Spencer
VALOR: Gratuito
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"Foi um descanso pra ela".
Disse a empresária Flora Gil, madrasta de Preta Gil, ao comentar sobre sobre a artista nesta segunda-feira (20), data em que marca 1 ano da morte da cantora em decorrência de complicações do câncer.