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A Copa do Mundo de 2026 será a maior da história, mas nem mesmo a ampliação de 32 para 48 seleções evitou a ausência de camisas tradicionais no torneio que será disputado nos Estados Unidos, México e Canadá. Depois de um ciclo de Eliminatórias marcado por repescagens, quedas nos pênaltis, campanhas irregulares e impactos extracampo, o Mundial terá uma lista relevante de seleções conhecidas fora da competição.
O caso de maior peso esportivo é o da Itália. Tetracampeã mundial, a Azzurra voltou a fracassar nas Eliminatórias e ficará fora da Copa pela terceira edição consecutiva. Depois de não disputar os Mundiais de 2018 e 2022, a seleção italiana caiu novamente na repescagem europeia, desta vez diante da Bósnia e Herzegovina, após empate por 1 a 1 e derrota por 4 a 1 nos pênaltis. Com o resultado, a Itália se tornou a primeira campeã mundial a ficar fora de três Copas seguidas.
A eliminação amplia uma crise que atravessa gerações. Em 2017, a Itália ficou fora da Copa da Rússia após perder a vaga para a Suécia. Quatro anos depois, para o Mundial do Catar, foi surpreendida pela Macedônia do Norte ainda na semifinal da repescagem. Agora, mesmo com um torneio maior e mais vagas disponíveis, voltou a cair no mata-mata classificatório e verá mais uma Copa pela televisão.
Outra ausência de grande repercussão é a Rússia. Diferentemente das seleções eliminadas em campo, os russos sequer participaram das Eliminatórias. A seleção e os clubes do país seguem suspensos das competições organizadas por Fifa e Uefa desde 2022, após a invasão da Ucrânia. Com isso, a Rússia ficou fora do processo classificatório para 2026 e não teve chance esportiva de buscar vaga no Mundial.
A suspensão russa mantém o futebol do país isolado do circuito competitivo internacional. Em fevereiro de 2026, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, chegou a defender publicamente a revisão da punição, mas a Uefa reiterou que a reintegração depende do fim da guerra na Ucrânia. A ausência da Rússia, portanto, continua sendo um dos principais efeitos políticos no cenário da Copa.
A Ucrânia, por sua vez, ficou fora dentro de campo, mas em um contexto diretamente atravessado pela guerra. A seleção chegou à repescagem europeia, mas foi eliminada pela Suécia na semifinal, após derrota por 3 a 1. Poucas semanas depois, Serhiy Rebrov deixou o comando técnico da equipe, embora tenha permanecido ligado à federação ucraniana em outra função.
A eliminação interrompeu a tentativa ucraniana de voltar ao Mundial depois de duas décadas. A última participação do país em Copas foi em 2006, na Alemanha, quando chegou às quartas de final. Desde então, a seleção acumulou campanhas competitivas, mas sem conseguir transformar boas gerações em uma nova classificação.
Na África, a ausência mais simbólica é a Nigéria. Os Super Eagles, que já foram presença frequente em Copas desde os anos 1990, ficarão fora do Mundial pela segunda edição consecutiva. A seleção terminou a fase de grupos das Eliminatórias Africanas atrás da África do Sul e ainda teve uma segunda chance nos playoffs continentais. Depois de vencer Gabão na semifinal, caiu para a República Democrática do Congo nos pênaltis, após empate por 1 a 1.
A queda nigeriana tira da Copa nomes de peso do futebol europeu, como Victor Osimhen, e reforça o momento instável de uma seleção que, durante décadas, foi uma das principais representantes do continente africano em Mundiais. A Nigéria disputou as Copas de 1994, 1998, 2002, 2010, 2014 e 2018, mas também ficou fora em 2006, 2022 e agora em 2026.
Outra seleção africana tradicional que não estará no torneio é Camarões. Os Leões Indomáveis, presença histórica em Copas e classificados para o Mundial de 2022, também falharam no caminho para 2026. A equipe terminou atrás de Cabo Verde em seu grupo e foi eliminada posteriormente pela própria República Democrática do Congo, que avançou no caminho africano até conquistar vaga.
Na Europa, a Dinamarca aparece entre as ausências de maior peso técnico. A seleção dinamarquesa, que esteve no Catar em 2022 e vinha de ciclos recentes competitivos, foi eliminada pela República Tcheca na final da repescagem europeia. Após empate por 2 a 2, os tchecos venceram por 3 a 1 nos pênaltis e garantiram retorno à Copa depois de 20 anos.
A derrota dinamarquesa também marca o fim de uma sequência de presença em grandes torneios e deixa fora do Mundial jogadores importantes do futebol europeu. A seleção vinha sendo vista nos últimos anos como uma equipe sólida, com bom nível coletivo, mas não conseguiu confirmar o favoritismo na repescagem.
A Polônia também está fora. A seleção de Robert Lewandowski foi eliminada pela Suécia em uma das decisões da repescagem europeia, em derrota por 3 a 2. O resultado tirou do Mundial um dos principais centroavantes da geração e pode ter encerrado as chances do atacante de disputar uma nova Copa.
Outras seleções europeias conhecidas também ficaram pelo caminho, como Sérvia, País de Gales, Hungria, Grécia, Finlândia, Irlanda, Romênia e Eslováquia. A ampliação do torneio aumentou o número de vagas para a Uefa, mas a disputa continental continuou marcada por grupos duros e repescagens de alto risco.
Na América do Sul, quatro seleções ficaram fora: Chile, Peru, Venezuela e Bolívia. O caso chileno chama atenção pelo peso recente da geração bicampeã da Copa América, em 2015 e 2016, mas que voltou a falhar no caminho mundialista. A Roja não disputa uma Copa desde 2014 e completará três edições consecutivas ausente.
A Venezuela, por sua vez, perdeu a chance de disputar a primeira Copa de sua história. Mesmo em um formato ampliado e com maior número de vagas para a América do Sul, a Vinotinto não conseguiu confirmar a classificação direta nem avançar pela repescagem. A Bolívia e o Peru também não conseguiram quebrar seus jejuns.
Na Concacaf, o Mundial terá a presença automática de Estados Unidos, México e Canadá, mas seleções tradicionais da região ficaram fora. Costa Rica, Honduras, Jamaica, Trinidad e Tobago, Guatemala e El Salvador estão entre as ausências mais conhecidas. A Costa Rica, que disputou três das últimas quatro Copas, não repetirá a presença de 2022.
A Jamaica também tinha expectativa de brigar por uma vaga no torneio, especialmente pela ampliação do Mundial e pelo maior número de oportunidades na Concacaf. Ainda assim, a seleção caribenha ficou pelo caminho e verá outras equipes da região ocuparem o espaço aberto pelo novo formato.
Na Ásia, a ausência mais relevante é a China, que novamente não conseguiu transformar investimento e mercado em presença mundialista. A seleção chinesa disputou apenas uma Copa, em 2002, e seguirá fora em 2026. Emirados Árabes Unidos, Omã, Síria, Líbano, Índia, Vietnã e Tailândia também aparecem entre as seleções eliminadas no continente.
A Oceania, por sua vez, terá a Nova Zelândia como representante direta, beneficiada pelo novo formato de distribuição de vagas. Seleções como Ilhas Salomão, Taiti, Fiji, Nova Caledônia, Papua-Nova Guiné, Samoa e Vanuatu ficaram fora da disputa.
Mesmo com 48 participantes, a Copa de 2026 mostra que a expansão não eliminou o peso das Eliminatórias. Para algumas seleções, a ausência veio nos detalhes de uma disputa de pênaltis. Para outras, foi resultado de campanhas abaixo do esperado. No caso da Rússia, a vaga sequer pôde ser buscada em campo.
O novo Mundial terá estreantes, retornos importantes e mais jogos, mas também carregará ausências capazes de moldar a narrativa do torneio antes mesmo da bola rolar. Itália, Rússia, Nigéria, Ucrânia, Dinamarca, Polônia, Camarões e Chile formarão uma espécie de “Copa paralela” de seleções conhecidas que não estarão na maior edição da história.
A Confederação Africana de Futebol (CAF) anunciou nesta quarta-feira (21) a seleção ideal da Copa Africana de Nações 2025. Campeão do torneio, o Senegal foi o país com maior número de atletas na equipe, ao lado do Marrocos, que sediou a competição e terminou com o vice-campeonato. A Nigéria também teve presença significativa, com três nomes escolhidos.
O time eleito pela CAF reúne Bono no gol; Hakimi, Niakhaté, Calvin e Mazraoui na defesa; Idrissa Gueyé, Papa Gueyé e Lookman no meio-campo; e Brahim Díaz, Sadio Mané e Victor Osimhen no ataque.
Entre os marroquinos selecionados estão Bono, Hakimi, Mazraoui e Brahim Díaz, que terminou a competição como artilheiro, com cinco gols. Díaz também foi protagonista na decisão ao desperdiçar um pênalti nos acréscimos da final contra o Senegal.
O Senegal, campeão da edição, emplacou Niakhaté, Idrissa Gueyé, Papa Gueyé e Sadio Mané, eleito o melhor jogador do torneio. Já a Nigéria, que encerrou a CAN na terceira colocação após superar o Egito nos pênaltis, teve Calvin, Lookman e Osimhen entre os escolhidos.
Apesar da eliminação, o Egito segue como o maior vencedor da história da Copa Africana de Nações, com sete títulos, o mais recente conquistado em 2010. O Senegal levantou o troféu pela segunda vez, repetindo o feito de 2021, enquanto o Marrocos voltou a bater na trave e manteve um jejum que já ultrapassa cinco décadas sem títulos continentais.
Mais quatro partidas da terceira e última rodada da fase de grupos da Copa Africana de Nações foram realizadas na última terça-feira (30). Com certa tranquilidade, a Nigéria bateu Uganda por 3 a 1 e se consolidou na liderança do Grupo C do torneio, enquanto Senegal venceu Benim por 3 a 0 e também confirmou a vaga nas oitavas de final.
No Complexo Esportivo de Fès, em Fès, no Marrocos, a Nigéria entrou em campo classificada, mas queria confirmar o primeiro lugar do grupo. No primeiro tempo, Paul Onuachu abriu o placar para os nigerianos. Na segunda etapa, Raphael Onyedika marcou mais dois e ampliou para as Águias Verdes. Rogers Mato diminuiu para Uganda, mas ainda assim, a seleção nigeriana venceu por 3 a 1.
No estádio Ibn-Batouta, em Tanger, no Marrocos, Senegal abriu o placar aos 38’ do primeiro tempo com Abdoulaye Seck. Na segunda etapa, Habib Diallo fez mais um e Cherif Ndiaye fechou a conta de pênalti, 3 a 0 para os senegaleses.
Confira outros resultados da Copa Africana de Nações:
Uganda 1 X 3 Nigéria
Benim 0 X 3 Senegal
Botsuana 0 X 3 RD Congo
Tanzânia 1 X 1 Tunísia
Uma semana após nocautear Jake Paul no “Dia do Julgamento”, nos Estados Unidos, Anthony Joshua se envolveu em um acidente de carro na Nigéria que resultou na morte de duas pessoas. O pugilista inglês, que tem pais nigerianos, estava passando férias no país.
As informações iniciais dizem que o campeão olímpico no boxe estava no banco de trás de um SUV, seguido por outro veículo com seus seguranças, e seu carro colidiu com um caminhão parado em uma rodovia movimentada em Makun, no estado de Ogun.
Enquanto duas pessoas morreram no local, Joshua sofreu apenas ferimentos leves. Segundo as primeiras informações, as vítimas da fatalidade foram dois treinadores e amigos próximos do lutador: Latz, seu personal trainer, e Sina, preparador físico do ex-campeão mundial. No momento, uma investigação é realizada para definir a causa do acidente.
Oluseyi Babaseyi, porta-voz da polícia local, deu uma declaração resumida do caso ao jornal nigeriano “Punch”.
“Duas pessoas morreram, enquanto Joshua e uma outra foram hospitalizados, e estão recebendo tratamento em um hospital que não será divulgado”, relatou.
Quatro jogos, dois do Grupo C e outros dois do Grupo D, fecharam o terceiro dia da primeira rodada da fase de grupos da Copa Africana de Nações nesta terça-feira (23). Pela tarde, Senegal contou com um dia iluminado de Nicolas Jackson para vencer Botsuana por 3 a 0, enquanto a Nigéria venceu a Tanzânia por 2 a 1 no segundo tempo.
No Stade Ibn-Batouta, em Tanger, no Marrocos, Nicolas Jackson abriu o placar para os senegaleses aos 40’ do primeiro tempo. Na segunda etapa, aos 13’, Ismaila Sarr deu o passe para Jackson ampliar para Senegal. No último minuto de jogo, Cherif Ndiaye marcou o terceiro e fechou a conta para os Leões de Teranga.
No Complexo Esportivo de Fès, em Fès, no Marrocos, Semi Ajayi recebeu o cruzamento de Alex Iwobi e subiu mais alto que todo mundo e cabeceou para o fundo das redes aos 36’ do primeiro tempo. Na segunda etapa, Charles M’Mombwa empatou para a Tanzânia, mas um minuto depois Ademola Lookman chutou cruzado de fora da área para colocar as Águias Verdes na frente até o fim.
Confira outros resultados da primeira rodada da Copa Africana de Nações:
RD Congo 1 X 0 Benim
Senegal 3 X 0 Botsuana
Nigéria 2 X 1 Tanzânia
Tunísia 3 X 0 Uganda
A Nigéria apresentou uma queixa formal à Fifa contra a República Democrática do Congo, tentando manter viva a chance de disputar a Copa do Mundo de 2026. A Federação Nigeriana de Futebol alega que até nove jogadores utilizados pelo país vizinho na repescagem das eliminatórias africanas não cumpririam os critérios legais para representar a seleção.
O episódio se refere à final dos playoffs da Confederação Africana de Futebol (CAF), disputada no dia 16 de novembro, quando a República do Congo venceu a Nigéria nos pênaltis por 4 a 3, após empate no tempo normal, e avançou aos playoffs intercontinentais da Fifa. A Seleção Nigeriana contesta a participação de parte do elenco congolesa, apontando que os atletas não teriam cumprido integralmente a legislação local, que não reconhece a dupla nacionalidade.
Segundo a federação nigeriana, entre seis e nove jogadores da RD Congo, em sua maioria nascidos na Europa, mantinham passaportes estrangeiros — principalmente franceses e holandeses — sem a renúncia formal exigida pelo país africano.
"Há muitos jogadores com passaportes europeus. Para nós, isso configura violação do regulamento", afirmou o secretário-geral da NFF, Mohammed Sanusi.
Ele acrescentou que alguns atletas receberam autorização para atuar pela seleção congolesa em prazos curtos demais. "Há jogadores que conseguiram a liberação em apenas três meses. Entendemos isso como irregularidade", completou.
Do ponto de vista da Fifa, os critérios são diferentes: a entidade exige apenas que o jogador possua passaporte válido do país que representa. Com base nessa documentação, os atletas foram liberados para atuar pelo Congo, que segue na disputa por uma das últimas vagas no Mundial.
Sanusi, entretanto, sustenta que a federação acredita ter ocorrido uma fraude no processo. "A Fifa segue seus próprios regulamentos, mas nossa alegação é que houve fraude no processo. Não cabe à Fifa verificar o cumprimento da legislação interna do Congo, e foi exatamente aí que ocorreu o problema", disse.
A Fifa ainda não se pronunciou oficialmente sobre o caso, mas dirigentes da NFF afirmaram à ESPN que a situação está sob investigação. Uma decisão é aguardada antes dos playoffs intercontinentais, previstos para março, quando a RD Congo enfrentará o vencedor do confronto entre Nova Caledônia e Jamaica. O vencedor garantirá vaga na Copa do Mundo de 2026, que será realizada nos Estados Unidos, Canadá e México.
As Eliminatórias para a Copa de 2026 seguem acontecendo ao redor do globo e mais um passo foi dado para algumas seleções nesta quinta-feira (13). Na Europa, a França goleou a Ucrânia por 4 a 0 e garantiu vaga na Copa do Mundo de 2026, enquanto a Nigéria venceu o Gabão por 4 a 1 após a prorrogação nas semifinais dos Playoffs das Eliminatórias Africanas.
No Parque dos Príncipes, os gols só saíram na segunda etapa. Aos 10’, Kylian Mbappé abriu o placar de pênalti. Aos 31’, Michael Olise ampliou e Mbappé fez seu segundo pouco tempo depois. Aos 43 minutos, Hugo Ekitiké recebeu passe do camisa 10 para fechar a goleada por 4 a 0. Com o placar expressivo, os franceses alcançaram o objetivo da classificação direta para o Mundial de 2026.
No Moulay Hassan Stadium, em Rabat, no Marrocos, Nigéria e Gabão empataram em 1 a 1 no tempo regulamentar. Akor Adams abriu o placar para os nigerianos e Mario Lemina empatou para os gaboneses.
Na prorrogação, Chidera Ejuke fez o segundo da seleção nigeriana e Victor Osimhen marcou o terceiro. Na segunda etapa do tempo adicional, o herói nigeriano, Osimhen, balançou as redes mais uma vez e a Nigéria venceu por 4 a 1, se classificando para a final.
Confira os resultados das Eliminatórias Africanas:
Camarões 0X1 Congo
Nigéria 4X1 Gabão
Confira outros resultados das Eliminatórias Europeias:
Inglaterra 2X0 Sérvia
França 4X0 Ucrânia
Irlanda 2X0 Portugal
Noruega 4X1 Estônia
Moldávia 0X2 Itália
Armênia 0X1 Hungria
Azerbaijão 0X2 Islândia
Andorra 0X1 Albânia
O Brasil Feminino venceu a Nigéria pelo placar de 1 a 0 em sua estreia nos Jogos Olímpicos de Paris 2024. Autora do gol, Gabi Nunes falou sobre a emoção de balançar as redes e sacramentar a vitória das brasileiras nesta quinta-feira (25).
A entrevista da Gabi Nunes que abriu o placar da partida diante da Nigéria e tbm garantiu a vitória do Brasil no futebol feminino #Olimpiadas2024 pic.twitter.com/kWCGDo1YFJ
— Allan (@limalblue) July 25, 2024
"Primeiramente porque eu sou um milagre. Quem sabe da minha história, sabe o quanto eu queria estar aqui e viver esse momento. Minha familia e meus amigos sabem. Eu tô muito feliz, queria agradecer a Deus e esse grupo que é tão maravilhoso. Estamos esses dias treinando firme, escutamos o Arthur e ouvimos a proposta, temos muito a melhorar e é claro que é o primeiro jogo. Estou muito feliz de ter ajudado o time", disse, emocionada, a camisa 16.
Gabi agora se prepara junto ao grupo para encarar o Japão neste domingo (28), às 12h (de Brasília). O Parc des Princes será o palco escolhido para o duelo.
Com golaço de Gabi Nunes dentro do Stade de Bordeaux, o Brasil venceu a Nigéria pelo placar de 1 a 0 no primeiro jogo válido pela fase de grupo do futebol feminino nos Jogos Olímpicos de Paris 2024. Com o resultado, as Canarinhas abriram três pontos no Grupo C nesta quinta-feira (25).
Superando o nervosismo, as brasileiras chegaram a sofrer no início da primeira etapa, mas logo mostraram solidez defensiva e imposição no ataque durante grande parte do jogo contra a Seleção Nigeriana.
A Seleção Brasileira Feminina agora volta a campo neste domingo (28), contra o Japão, pela segunda rodada da Fase de Grupos. A partida começa às 12h (horário de Brasília), no Parc des Princes.
PRIMEIRO TEMPO
Com muito nervosismo, o Brasil não começou bem. Com uma série de erros de passe, as brasileiras deram espaço para a Nigéria chegar e emplacar três grandes lances no início da primeira etapa. Aos 15 minutos, Ajibade chegou pela direita e cruzou para Ihezuo sozinha bater de chapa, mas Lorena fez grande defesa. Na sequência, as nigerianas conseguiram chegar bem mais uma vez com uma bomba de fora da área, com a goleira brasileira levando a bola para escanteio.
Nigéria chega novamente com perigo
Aos 16 minutos, Toni Payne cobrou tiro de canto para Demehin cabecear por cima do gol praticamente sem goleira.
É a vez do Brasil chegar
Na primeira grande jogada, Tamires avançou pela esquerda e cruzou bola longa na área até chegar em Portilho, a camisa 18 bateu chapado para a defesa de Nnadozie aos 19 minutos.
Portilho causa perigo novamente
Ludmilla chegou livre pela esquerda aos 20 minutos e cruzou para Gabi Portilho chegar com perigo. A camisa 18 chutou pra fora do gol da Nigéria.
Gol do Brasil, mas não vale!
De pé em pé, o Brasil chegou pela direita com Gabi Portilho aos 35 minutos. A camisa 18 cruzou rasteiro para Marta, que teve calma para finalizar no fundo do gol de Nnadozie. No entanto, o VAR marcou impedimento de Portilho no lance.
Gol do Brasil
O Brasil não precisou de muito tempo para marcar o gol após a anulação do VAR. Aos 36 minutos, Gabi Nunes recebeu bola enfiada na medida de Marta e carimbou um chutaço sem chances para a goleira da Nigéria.

Gabi Nunes foi a autora do primeiro gol do Brasil nas Olimpíadas de Paris 2024 | Foto: Rafael Ribeiro / CBF
SEGUNDO TEMPO
O Brasil voltou para a segunda etapa no mesmo ritmo em que terminou a primeira. Com boa imposição, as Canarinhas chegaram com perigo logo aos sete minutos, com Gabi Portilho recebendo a bola cruzada na direita e chutando para fora do gol de Nnadozie.
Na trave, Marta!
Pela esquerda, Marta cruzou bola muito fechada que acabou dificuldando a defesa da goleira da Nigéria. A bola carimbou a trave e tirou mais uma chance do Brasil de ampliar o placar aos 14 minutos.
Defende, Lorena!
Aijbade iniciou jogada pelo meio aos 26 minutos e mandou uma bomba para Lorena espalmar pra frente.
A rainha dá o troco
Após susto, o Brasil recuperou a bola e atacou com Marta, que recebeu na área, dribolou a defensora e chutou no canto para Nnadozie espalmar na esquerda aos 27 minutos.
FICHA TÉCNICA
Nigéria 0 x 1 Brasil
Jogos Olímpicos de Paris 2024
Local: Stade de Bordeaux, na França
Data: 25/07/2023
Horário: 14h (de Brasília)
Árbitro: Yu-jeong Kim (KOR)
Assistentes: Mi-suk Park (KOR) e Joanna Charaktis (AUS)
VAR: Kate Jacewics (AUS)
Gols: Gabi Nunes (Brasil)
Cartões amarelos: Vitória Yaya (Brasil)
Nigéria: Nnadozie; Alozie, Demehin, Ohale e Nicole Payne (Okeke); Abiodun, Ucheibe, Echegini (Onumonu), Toni Payne (Kanu) e Ajibade; Ihezuo. Técnico: Randy Waldrum.
Brasil: Lorena Leite; Antônia, Rafaelle, Tarciane e Tamires (Yasmim); Vitória Yaya (Ana Vitória), Duda Sampaio e Marta; Ludmila (Jheniffer), Gabi Nunes (Kerolin) e Gabi Portilho. Técnico: Arthur Elias.
A Seleção Brasileira feminina conheceu sua adversária na estreia do torneio de futebol feminino dos Jogos Olímpicos de Paris-2024. Nesta terça-feira (9), a Nigéria ficou no empate sem gols com a África do Sul, no encerramento do torneio Pré-Olímpico, e carimbou o passaporte para a capital francesa. O jogo de ida terminou com a vitória das nigerianas por 1 a 0, em casa.
Integrantes do Grupo C, Brasil e Nigéria estreiam em Paris no dia 25 de julho em Bordeaux. Na segunda rodada, a seleção feminina encara o Japão, no dia 28, em Paris. Por fim, na terceira rodada, o selecionado do técnico Arthur Elias enfrenta a Espanha, atual campeã mundial, novamente Bordeaux, no dia 31.
Mais duas seleções se classificaram para as quartas de final da Copa do Mundo Feminina nesta segunda-feira (7). Inglaterra e Austrália seguem na briga pelo título e avançaram para a próxima fase do torneio.
Durante a madrugada, as inglesas sofreram para eliminar a Nigéria. Após 120 minutos sem gols, com direito a expulsão de Lauren James, destaque do selecionado da Terra da Rainha aos 42 minutos do segundo tempo, as europeias levaram a melhor nos pênaltis e venceram as nigerianas por 4 a 2, em Brisbane. Já a anfitriã Austrália venceu a Dinamarca por 2 a 0, com gols de Foord e Raso, em cada tempo, no Estádio Olímpico de Sidney.

Inglaterra x Nigéria | Foto: Divulgação / Seleção da Inglaterra
Austrália e Inglaterra aguardam a definição das oitavas de final para conhecerem seus próximos adversários. As australianas vão enfrentar o vencedor do confronto entre França e Marrocos, que jogam nesta terça (8), às 8h no horário de Brasília, no Hindmarsh. Já as inglesas pegam o ganhador do embate entre Colômbia e Jamaica, também nesta terça, mas às 5h, no estádio Retangular de Melbourne.
Os jogos de Austrália e Inglaterra nas quartas de final acontecem no próximo sábado (12), respectivamente, a partir das 4h e 7h30 no relógio do Brasil.
Uma das anfitriãs da Copa do Mundo Feminina, a Austrália se classificou às oitavas de final. Na manhã desta segunda-feira (31), as australianas golearam o Canadá e avançaram na primeira colocação do Grupo B. O segundo lugar ficou com a Nigéria.
Jogando no estádio Melbourne Rectangular, a Austrália aplicou 4 a 0 no Canadá. O elástico placar foi construído por Raso, que anotou dois gols, Fowler e Catley. Já Nigéria e Irlanda se enfrentaram no estádio de Brisbane e ficaram no 0 a 0.
A Austrália ficou com a liderança ao somar seis pontos, um a mais do que a Nigéria, que terminou em segundo com cinco. Já o Canadá foi eliminado na terceira posição da chave com quatro pontos, enquanto a Irlanda fechou na lanterna com apenas um ponto conquistado.
A Nigéria venceu a Austrália por 3 a 2, de virada, na manhã desta quinta-feira (27), no estádio de Brisbane. O jogo encerrou a segunda rodada do Grupo B da Copa do Mundo Feminina.
Emily Van Egmond abriu o placar para as anfitriãs aos 46 minutos do primeiro tempo, mas cinco minutos depois, Uchenna Kanu deixou tudo igual. A virada nigeriana veio na etapa final, com Osinachi Ohale, aos 20, e Asisat Oshoala, aos 27. Já aos 55, Alanna Kennedy diminuiu para as australianas.
Com o resultado, as duas vagas de classificação da chave estão abertas para três seleções. A Nigéria somou quatro pontos e assumiu a liderança da chave, ao ultrapassar o Canadá, que tem a mesma pontuação, por ter feito um gol a mais. Com três, a Austrália é a terceira colocada, enquanto a já eliminada Irlanda é a lanterna sem nenhum ponto. Na última rodada, onde os dois jogos acontecem na próxima segunda (31), às 7h no horário de Brasília, canadense e australianas se enfrentam no Melbourne Rectangular, enquanto irlandesas e nigerianas medem forças no estádio de Brisbane.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.