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natacha horana
A ex-bailarina do Faustão, Natacha Horana, que passou quatro meses detida sob acusação de ter ligação com o PCC (Primeiro Comando da Capital), falou pela primeira vez sobre o assunto.
Em entrevista ao Domingo Espetacular, da Record, a influenciadora digital afirmou ter sido uma vítima de toda situação e garantiu não ser laranja da facção.
"Eu fui injustiçada, eu fui vítima, eu fui calada. Dói muito. Não lavei dinheiro. Não faço parte do crime. Tudo o que é ilícito, eu não faço parte. Eu não sou laranja do PCC."
Segundo a ex-bailarina, a acusação veio após ela se relacionar com Valcedi Alves do Santos, considerado o chefe de número 2 do PCC e antigo braço de Marcola. Natacha afirmou que o dinheiro que era repassado para a mãe não tinha nenhuma ligação com o ex-parceiro.
"Fui humana, agi com o meu coração, mas quando a gente sabe descobre quem é a pessoa, a partir dali não tivemos mais um relacionamento. [...] "Minha mãe recebia dinheiro meu, que eu enviava para ela. Ele (Valdeci) me falava que era empresário e me dava presentes", disse.
A influenciadora ainda disse que irá conseguir provar a inocência na Justiça.
"Natal e ano-novo, que são momentos de felicidade em que você pode estar reunido com sua família... eu estava isolada, sozinha, em um lugar que nem se pode chorar, para não demonstrar fraqueza. [...] Acredito na minha verdade. Acredito que vou provar a minha inocência. A vida nunca falou que iria ser fácil, tenho que encarar os desafios de frente."
A ex-bailarina do Faustão, Natacha Horana, teve a prisão revogada na quinta-feira (27), após quatro meses detida sob suspeita de envolvimento em atividades ilícitas, incluindo lavagem de dinheiro.
De acordo com o portal LeoDias, a Justiça de São Paulo determinou a revogação da prisão após a defesa da modelo entrar com três pedidos de habeas corpus. A equipe judicial de Natacha celebrou a decisão: “O processo continuará em andamento, e a defesa está convicta de que, ao final, ela será absolvida das acusações”, declarou o comunicado.
O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) acusa a modelo de integrar um grupo de familiares e pessoas próximas a Valdeci Alves dos Santos, apontado como um dos chefes do PCC.
Além de Natacha, outras 17 pessoas se tornaram rés na ação, que acusa o grupo criminoso de usar "estratégias sofisticadas" para lavar dinheiro do tráfico, como criação de empresas de fachada, compra e venda de imóveis de luxo, operações financeiras em postos de combustíveis e até aquisição de cavalos de raça.
A soltura de Natacha, no entanto, requer alguns cuidados por parte da ex-bailarina. O alvará foi condicionado ao cumprimento de medidas cautelares que, se descumpridas, podem acarretar uma nova prisão.
Entre as obrigações a serem seguidas estão o comparecimento mensal em juízo e a proibição de saída do país (com a entrega do passaporte). Natacha também está proibida de fazer depósitos em espécie em estabelecimentos financeiros e congêneres, além de ser vedado o uso de criptomoedas ou de quaisquer ativos virtuais.
A ex-bailarina do Domingão do Faustão, Natacha Horana, de 33 anos, entrou com um novo recurso no Superior Tribunal de Justiça (STJ), para tentar reverter a prisão preventiva.
Detida há quase 3 meses sob suspeita de lavagem de dinheiro, enriquecimento ilícito e participação em organização criminosa, a bailarina teve um pedido de habeas corpus rejeitado em dezembro de 2024, este foi o terceiro.
Agora, Natacha apela para o STJ e o pedido está sob análise do ministro Rogério Schietti Cruz. De acordo com o portal Leo Dias, a defesa da ex-bailarina e influenciadora digital não apresentou no novo documento novos fatos que justificassem a reavaliação da decisão.
A denúncia contra a ex-bailarina do Faustão envolve a compra de itens de luxo e viagens caras pagas com dinheiro de organizações criminosas. Ao longo de dez anos, cerca de R$ 15 milhões teriam sido movimentados sem origem comprovada.
A prisão preventiva da digital influencer e ex-bailarina do Faustão, Natacha Horana, foi mantida pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ela é investigada por envolvimento em esquema de lavagem de dinheiro do tráfico de drogas do Primeiro Comando da Capital (PCC).
Natacha Horana foi presa em 14 de novembro do ano passado no âmbito da Operação Argento. A força-tarefa é um desdobramento da Operação Plata, deflagrada em fevereiro de 2023.
A bailarina foi denunciada pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MP-RN) pelos crimes de lavagem de dinheiro, enriquecimento ilícito e participação em organização criminosa.
A decisão do presidente do STJ, ministro Herman Benjamin, confirma determinação de segundo grau do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJ-RN), que ao manter a prisão preventiva e destacou que a influencer, além de manter relação com Valdeci Alves dos Santos – homem apontado como um dos principais líderes do PCC –, apresentou movimentação suspeita da mais de R$ 15 milhões entre 2014 e 2024.
As investigações apontam que o pico de movimentação financeira se deu no ano de 2022, período em que ela estava se relacionando com Valdeci.
Ela também teria recebido valores suspeitos na conta de sua empresa, total de R$ 916.982,83. O maior depositante, conforme a decisão do tribunal, é uma empresa de propriedade da mãe de Ademario Ribeiro da Silva Souza, a Preto Motos Multimarcas. Ademario possui um amplo histórico de crimes cometidos, dentre eles o tráfico de drogas
Além disso, Natacha Horana teria recebido mais de R$ 246 mil de transações advindas de diversos integrantes do “GRUPO PARÁ”, tendo se utilizado não só de sua conta como também da conta bancária de sua mãe para receber valores. Segundo as investigações, ela aparentemente também teria feito uso de contas de terceiros para a triangulação de transações em seu benefício.
Ainda segundo o TJ-RN, a bailarina estava na companhia do suposto líder do PCC quando ele foi recapturado pela polícia e o visitou diversas vezes na prisão, havendo registros de visitas até fevereiro de 2023. Valdeci foi preso novamente após quase oito anos foragido.
No pedido de habeas corpus, a defesa da bailarina alegou que não haveria provas suficientes da autoria e da materialidade dos crimes, não existindo indícios de que os valores recebidos por ela teriam origem ilícita.
Ao manter a prisão preventiva, o ministro Herman Benjamin afirmou que a situação apresentada nos autos não justifica uma intervenção imediata por parte da Presidência do STJ durante o período de plantão.
Segundo ele, o acórdão do TJ-RN apontou que o decreto de prisão preventiva foi baseado em fundamentos concretos, como a necessidade de interromper a atuação do grupo criminoso. O TJ-RN também destacou que, mesmo após a prisão, o suposto líder do PCC teria mantido as operações de lavagem de dinheiro com o auxílio da influencer e de outras pessoas.
“É de suma importância mencionar que, em que pese a paciente seja modelo, bailarina, digital influencer, dentre outras atividades e que, portanto, possui renda lícita advinda de seu labor, não há nos autos nenhuma informação da relação da paciente ou de seu ramo laboral com as pessoas envolvidas no compreendido “Grupo Pará” e com a pessoa de Ademario Ribeiro da Silva Souza ou sua empresa, a PRETO MOTOS MULTIMARCAS, tampouco há notícias de que tais relações são aparentemente lícitas, sendo o único elo aparente entre ela e tais indivíduos a pessoa de Valdeci Alves”, indica a decisão do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte.
O mérito do habeas corpus será analisado pela Sexta Turma do STJ, sob a relatoria do ministro Rogerio Schietti Cruz.
A influenciadora e ex-bailarina do Faustão Natacha Horana, de 33 anos, que foi presa em novembro deste ano em São Paulo, se tornou ré em um processo sobre lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC).
De acordo com a informação divulgada pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte, responsável pela denúncia, outras 17 pessoas também se tornaram rés na ação, dentro das investigações da operação Argento, deflagrada no dia 14 de novembro em quatro estados.
Por meio de nota, o advogado que representa Natacha, Daniel Bialski, não teve o Habeas Corpus (HC) negado. Segundo a defesa, "o Ministro entendeu e escreveu que deveria se aguardar o julgamento que ainda está pendente perante a Corte Estadual. Por isso, não admitiu o HC e grifou que, caso a ilegalidade não seja reconhecida naquela instância, novo pedido poderia ser apresentado".
A prisão da ex-bailarina do 'Domingão do Faustão', Natacha Horana, de 33 anos, fez com que a web resgatasse outra situação envolvendo a bailarina durante a pandemia.
Natacha, que foi detida em São Paulo por suspeita de lavagem de dinheiro, enriquecimento ilícito e de integrar uma organização criminosa, já havia sido presa em Balneário Camboriú por participar de uma festa ilegal em julho de 2020 e ter desacatado as autoridades.
?? Ex-bailarina do Faustão sendo presa por lavagem de dinheiro.
— Joaquin Teixeira (@JoaquinTeixeira) November 21, 2024
Ficou com peninha? LEVA PRA CASA! pic.twitter.com/Qt8PVg5LnW
Desta vez, Natacha teve diversos bens apreendidos e uma quantia em dinheiro. A polícia civil de São Paulo apreendeu quatro celulares, um notebook, duas câmeras fotográficas, dois relógios, um colar, um HD externo e diversos documentos, além de R$ 119.650,00 em espécie e um veículo de luxo, uma Mercedes-Benz C300.
Por meio de nota, a defesa da bailarina afirmou que ela foi presa de forma "abusiva e injustificada" e que ela só está envolvida na investigação por ter conhecido uma das pessoas investigadas.
"Conforme se demonstrou no processo, sua menção e prisão foi um equívoco porque ela jamais praticou qualquer ato ilícito, direto, indireto ou colaborativo. E, diante disso, e principalmente pela inexistência de indícios de seu envolvimento e motivos para a continuidade dessa medida, aguarda-se o exame de pedidos feitos visando o imediato restabelecimento de sua liberdade e dignidade."
Outra grande situação envolvendo Natacha foi o acidente com uma lancha em chamas durante um passeio em Fernando de Noronha (PE). A dançarina contou que alugou o barco e quando estava começando o passeio, a lancha começou a pegar fogo. Ela e duas amigas foram resgatadas e encaminhadas ao hospital por inalarem fumaça.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Cláudio Villas Boas
"Iniciou esse contrato com a celebração do aditivo em 4 de junho de 25 agora, e a previsão contratual é que precisamos iniciar a construção da ponte em um ano após a assinatura desse contrato. Portanto, em junho de 26 iniciaríamos a construção. Logicamente, para isso, algumas etapas precisam ser desenvolvidas antes".
Disse o CEO do consórcio responsável pela ponte Salvador-Itaparica, Cláudio Villas Boas ao indicar que a data para o início da construção está marcada para junho de 2026.