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nadia taquary
A artista baiana Nádia Taquary está entre os nomes da exposição “Tecendo histórias – arte têxtil latino-americana”, em cartaz até 14 de junho, no Sesc Tijuca. A mostra reúne obras de artistas do Brasil, Argentina, Guatemala e Peru, com entrada gratuita.
Promovida pelo Instituto Artistas Latinas, a exposição apresenta trabalhos de 11 artistas e dois coletivos que exploram técnicas como bordado, tecelagem e costura, em diálogo com saberes tradicionais e questões contemporâneas. A curadoria é assinada por Francela Carrera, com colaboração de Ana Carla Soler e Carolina Rodrigues.
Natural de Valença, no interior da Bahia, Nádia vive e trabalha em Salvador e desenvolve uma pesquisa voltada às cosmologias afro-brasileiras. Em suas obras, utiliza elementos simbólicos e materiais têxteis para tratar de temas como ancestralidade, identidade e memória, com foco no protagonismo do feminino negro.

Obra de Nádia Taquary. Foto: Divulgação
A mostra está organizada em núcleos temáticos que abordam desde mobilização social até espiritualidade, passando por questões de território, corpo e autorrepresentação. Em um desses eixos, dedicado ao sagrado, a artista apresenta trabalhos que dialogam com referências afro-brasileiras e com a dimensão simbólica do corpo.
Segundo a curadora Francela Carrera, a arte têxtil vive um momento de maior visibilidade no circuito contemporâneo. “Antes considerada uma arte menor, hoje ganha força não apenas pela dimensão estética, mas também pelo sentido político que incorporou”, afirmou.
Criado em 2019, o Instituto Artistas Latinas atua na difusão da produção de mulheres na arte contemporânea, promovendo exposições, ações educativas e iniciativas de formação em diferentes países da América Latina.
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Serviço
O QUÊ: Exposição “Balangandas, uma poética da esperança”
QUANDO: Abertura 3 de dezembro, às 19h
ONDE: Museu de Arte da Bahia (Avenida Sete de Setembro, 2340, Corredor da Vitória)
QUANTO: Entrada franca
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Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.