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Um opositor do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi agredido e expulso violentamente na noite deste sábado (22), ao entrar em uma vigília de apoiadores que se formou em frente ao condomínio onde o ex-presidente reside, em Brasília. O incidente ocorreu horas após a decretação da prisão preventiva de Bolsonaro.
O manifestante, identificado como Ismael Lopes, coordenador da Frente Nacional dos Evangélicos, utilizou o momento para proferir críticas à gestão da pandemia de Covid-19. As informações e imagens são do portal Metrópoles, confira em vídeo:
Ao confrontar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que estava presente, Lopes fez uma declaração contundente: "Nós temos orado por justiça nesse país... A gente deseja que sejam julgados e condenados pelo mal que fizeram, como o seu pai, que abriu 700 mil covas na pandemia."
A fala provocou uma reação imediata e agressiva dos presentes. O ex-desembargador e advogado Sebastião Coelho tomou o microfone de Lopes, que foi rapidamente cercado e expulso do local sob gritos de xingamentos, tapas e chutes.
A Polícia Militar precisou intervir na confusão, utilizando gás de pimenta para dispersar o grupo e garantir a segurança do opositor. Segundo relatos, Lopes apresentava dificuldades para abrir os olhos devido ao efeito do gás ao tentar falar com a imprensa.
Jair Bolsonaro foi detido na manhã de sábado (22) por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e está recolhido na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília. Sua prisão foi decretada por descumprimento de medidas cautelares.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.