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morte de duas pessoas
Novas imagens de câmeras de segurança detalham a tragédia ocorrida na noite desta sexta-feira (16), em frente a um restaurante de luxo na Avenida Copacabana, em São Paulo. O médico Carlos Alberto Azevedo Silva Filho foi capturado logo após balear e matar os colegas, Luís Roberto Pellegrini Gomes, de 43 anos, e Vinicius Dos Santos Oliveira, de 35.
No interior do estabelecimento, o vídeo mostra Carlos Alberto chegando e cumprimentando as vítimas com um aperto de mão, gesto que rapidamente evolui para uma discussão acalorada. Durante o embate, o agressor desfere um tapa em um dos médicos. Em resposta, o outro colega reage com socos para repelir a agressão.
Confira as imagens obtidas pelo portal Metrópoles:
??VÍDEO: Câmera registra momento que médico mata dois colegas a tiros em São Paulo
— BN Municípios (@BNMunicipios) January 17, 2026
????Saiba mais: https://t.co/FinkIPT59k
Confira aqui: ?????? pic.twitter.com/ICdxyrBcyK
Momentos depois, uma câmera posicionada na área externa registrou o desfecho: enquanto as vítimas caminhavam pelo estacionamento, Carlos Alberto aproximou-se por trás e efetuou os disparos fatais.
Um detalhe crucial revelado pela investigação é que a Guarda Civil Municipal (GCM) esteve no local minutos antes dos tiros. Acionados por denúncias de um homem armado, os agentes revistaram o suspeito, mas não encontraram nada. Na ocasião, Carlos Alberto alegou que iria embora após ter sido agredido.
No entanto, testemunhas afirmam que, logo após a saída dos guardas, uma mulher teria entregue a arma ao médico, permitindo que ele executasse o crime.
O atirador foi preso em flagrante e teve sua prisão convertida em preventiva. A polícia agora busca identificar a mulher que entregou o revólver ao médico e entender o que motivou o desentendimento inicial entre os profissionais de saúde.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Otto Alencar
"A única observação feita pelo senador foi que, historicamente, as chamadas chapas ‘puro-sangue’ não obtiveram êxito eleitoral".
Disse o senador Otto Alencar (PSD) ao criticar a possibilidade de formação de uma “chapa puro-sangue” do PT na Bahia e fez referência ao histórico eleitoral desse tipo de composição, citando as eleições de 2006, quando uma chapa majoritária ligada ao carlismo acabou derrotada.