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A poucos dias da final da Copa do Mundo de 2026, a Fifa voltou a ser alvo de críticas por novas ações comerciais ligadas ao torneio. Desta vez, a entidade decidiu permitir que torcedores paguem para acompanhar presencialmente a entrevista coletiva oficial da decisão entre Argentina e Espanha.
O evento está marcado para sexta-feira (17), em Nova York, e será realizado dentro do Fanatics Fest, festival voltado a torcedores no Javits Center. A coletiva reunirá representantes das duas seleções finalistas e também contará com a presença do presidente da Fifa, Gianni Infantino.
Diferentemente do modelo tradicional, em que coletivas oficiais são restritas à imprensa credenciada e profissionais envolvidos na cobertura do torneio, parte do público poderá acompanhar o evento mediante pagamento. O ingresso para o festival custa US$ 80, cerca de R$ 406.
Em comunicado, a organização do Fanatics Fest divulgou a ação como uma oportunidade rara para que torcedores vejam de perto integrantes das duas seleções antes da maior partida do futebol mundial. A final entre Argentina e Espanha será disputada no domingo (19), no MetLife Stadium, em Nova Jersey.
A coletiva da final, no entanto, não será a única atração comercial do evento. O festival também terá participações de ex-jogadores, atletas de outras modalidades e celebridades. O inglês Rio Ferdinand, embaixador da Fifa, participará de sessões de fotos com torcedores por US$ 168,95, aproximadamente R$ 858.
Já uma foto com o ex-jogador de beisebol Alex Rodriguez custará US$ 321, cerca de R$ 1.631. Segundo o jornal britânico The Times, David Beckham também deverá participar de um dos painéis promovidos durante o festival.
A venda de acesso à coletiva reforça a estratégia de monetização adotada pela Fifa durante a Copa de 2026. Ao longo do torneio, a entidade já havia sido criticada pela transformação das pausas para hidratação em janelas comerciais, o que abriu espaço para que emissoras norte-americanas ampliassem a venda de publicidade durante as partidas.
De acordo com a imprensa inglesa, a Fox Sports recuperou mais da metade dos US$ 485 milhões investidos nos direitos de transmissão da Copa apenas com a comercialização desses espaços publicitários.
Outro ponto de desgaste foi o preço dos ingressos para a decisão. Segundo a imprensa americana, o valor médio das entradas para Argentina x Espanha chegou a US$ 11 mil, cerca de R$ 55,9 mil, colocando a final entre os eventos esportivos mais caros já realizados nos Estados Unidos.
A Fifa também pretende comercializar pedaços do gramado utilizado na final. Cada unidade deverá custar US$ 450, aproximadamente R$ 2.286. Caso todas as peças sejam vendidas, a expectativa é de arrecadação próxima de US$ 11 milhões, o equivalente a R$ 55,9 milhões.
A classificação da Argentina para a final da Copa do Mundo de 2026 foi comemorada por torcedores em um bar de Nova Jersey/Nova York, nos Estados Unidos, país que receberá a decisão do torneio no próximo domingo (19), às 16h (horário de Brasília), no MetLife Stadium.
Após a vitória de virada por 2 a 1 sobre a Inglaterra, nesta quarta-feira (15), os argentinos celebraram o resultado com cantos, bandeiras e muita festa.
A seleção argentina garantiu a vaga na decisão com gols de Enzo Fernández e Lautaro Martínez, que saiu do banco de reservas para marcar o gol da vitória. Gordon havia aberto o placar para a Inglaterra.
Na final do torneio, os alvicelestes enfrentam a Espanha, que venceu a França na última terça-feira (14) por 2 a 0, e volta a uma final de Mundial após 16 anos.
A Seleção Brasileira entrou na reta final de preparação para o duelo contra a Noruega, pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. A partida será disputada no próximo domingo (5), às 17h, no horário de Brasília, no MetLife Stadium, em Nova Jersey.
Nesta quinta-feira (2), o elenco comandado por Carlo Ancelotti treinou às 11h, no CT de Columbia Park, também em Nova Jersey. A atividade faz parte da programação montada pela CBF para os dias que antecedem o confronto eliminatório.
Depois do treino, o atacante Endrick será o responsável por conceder entrevista coletiva, às 14h30, no Hotel The Ridge, onde a delegação brasileira está hospedada. O jogador do Real Madrid entrou no intervalo da vitória sobre o Japão, substituindo Lucas Paquetá, que teve lesão muscular confirmada na região posterior da coxa esquerda.
A presença de Endrick na entrevista, no entanto, não indica necessariamente que o atacante será titular contra a Noruega. Com Paquetá em tratamento, Ancelotti ainda avalia alternativas para reorganizar o setor ofensivo e o meio-campo da Seleção.
Na sexta-feira (3), o Brasil volta a treinar às 11h, novamente em Nova Jersey. A programação também prevê uma nova coletiva no período da tarde, às 14h30, mas o jogador que falará com a imprensa ainda não foi definido.
No sábado (4), véspera da partida, Carlo Ancelotti concederá entrevista coletiva no MetLife Stadium ao lado de um atleta. A atividade seguirá o protocolo tradicional da Fifa para jogos de mata-mata, com o reconhecimento do palco do confronto.
Brasil e Noruega se enfrentam pela quinta vez na história. A Seleção Brasileira tenta quebrar um tabu contra os noruegueses, adversário que nunca venceu. Em quatro jogos, foram dois empates e duas derrotas.
A Noruega chega às oitavas embalada pela vitória por 2 a 1 sobre a Costa do Marfim, resultado que colocou a equipe novamente no mata-mata de uma Copa do Mundo após 28 anos. O Brasil avançou depois de superar o Japão, também por 2 a 1, de virada.
Quem vencer no domingo avança às quartas de final e enfrentará o classificado do confronto entre México e Inglaterra.
O Brasil ainda nem entrou em campo pelas oitavas de final, mas Carlo Ancelotti já virou personagem no vestiário da Noruega. Depois da vitória por 2 a 1 sobre a Costa do Marfim, resultado que colocou os noruegueses no mata-mata da Copa do Mundo de 2026, o técnico Stale Solbakken enviou um recado ao técnico da Seleção Brasileira.
Diante dos jogadores, ainda no calor da classificação, o treinador celebrou o feito histórico, exaltou o grupo e encerrou o discurso olhando para o próximo desafio da seleção nórdica: o Brasil.
"E hoje vocês vão aproveitar muito. E, Carlo Ancelotti, vamos atrás de você!", disse Solbakken, sob aplausos e gritos dos atletas.
«You are changing history»????????????
— Fotballandslaget (@nff_landslag) July 1, 2026
And wait…..???? pic.twitter.com/KCzCg9R4eP
A Noruega não chegava ao mata-mata de uma Copa desde 1998, justamente a edição em que derrotou o Brasil por 2 a 1 na fase de grupos. Agora, 28 anos depois, a equipe volta às oitavas embalada e com o retrospecto a favor diante dos brasileiros.
No discurso aos jogadores, Solbakken tratou o resultado como um marco histórico: "O que vocês fizeram não muda apenas a história do futebol norueguês. Muda a história da Noruega. Isso nunca mais vai acontecer. Vocês fizeram isso acontecer."
O técnico também projetou a classificação como início de uma nova fase para a seleção. Para ele, a campanha de 2026 pode tirar a Noruega do papel de visitante ocasional em Copas do Mundo.
"Daqui para frente vamos nos classificar várias vezes. Vez após vez. Esses 28 anos de sofrimento ficaram para trás", disse.
A celebração não ficou restrita ao vestiário. No gramado, os jogadores repetiram a tradicional “remada viking”, comemoração que se tornou símbolo da equipe nesta Copa. Capitão da seleção, Martin Ødegaard comandou a festa ao lado dos companheiros.
O duelo contra o Brasil será disputado no próximo domingo (5), às 17h, no horário de Brasília, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. A partida vale uma vaga nas quartas de final.
A Noruega carrega um dado incômodo para a Seleção Brasileira. Em quatro encontros na história, o Brasil nunca venceu os noruegueses. Foram dois empates e duas derrotas, incluindo o revés na Copa de 1998.
Além da busca pela vaga nas quartas de final da Copa do Mundo de 2026, a Seleção Brasileira terá outra missão no próximo domingo (5): quebrar um tabu histórico contra a Noruega. O adversário das oitavas de final foi definido na última terça-feira (30), após a vitória norueguesa sobre a Costa do Marfim.
Brasil e Noruega se enfrentam às 17h, no horário de Brasília, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. Será o quinto confronto entre as seleções. Nos quatro jogos anteriores, a Seleção Brasileira nunca venceu: foram dois empates e duas derrotas.
O primeiro encontro aconteceu em 1988, em amistoso disputado no Ullevaal Stadion, em Oslo. A partida terminou empatada em 1 a 1. A Noruega abriu o placar com Jan Åge Fjørtoft, e o Brasil buscou o empate com Edmar. A Seleção era comandada por Carlos Alberto Silva e tinha nomes como Taffarel, Ricardo Gomes, Romário, Jorginho, Andrade e Careca.
O segundo duelo veio em 1997, na Inglaterra, em jogo preparatório para a Copa do Mundo do ano seguinte. O Brasil, treinado por Zagallo, perdeu por 4 a 2. Petter Rudi, Tore André Flo, duas vezes, e Egil Østenstad marcaram para os noruegueses. Djalminha e Romário fizeram os gols brasileiros.
Naquela partida, a Seleção também contava com jogadores como Taffarel, Cafu, Roberto Carlos, Dunga e Ronaldo. O amistoso foi disputado no Stephen Lodge, diante de pouco mais de 25 mil torcedores.
O capítulo mais lembrado do retrospecto aconteceu no ano seguinte, na Copa do Mundo de 1998. Brasil e Noruega se encontraram pela fase de grupos, no Stade Vélodrome, em Marselha, na França. A Seleção Brasileira já estava classificada, mas foi derrotada por 2 a 1.
Bebeto abriu o placar para o Brasil no segundo tempo. A Noruega virou nos minutos finais, com gols de Tore André Flo e Kjetil Rekdal, de pênalti. Aquele time brasileiro tinha Taffarel, Cafu, Roberto Carlos, Dunga, Rivaldo e Ronaldo. Mesmo com a derrota, o Brasil terminou na liderança do grupo e avançou até a final daquela Copa.
O último encontro entre as seleções aconteceu em 2006, no primeiro amistoso do Brasil após a eliminação para a França na Copa do Mundo da Alemanha. Já sob o comando de Dunga, a Seleção empatou por 1 a 1 com os noruegueses, novamente no Ullevaal Stadion, em Oslo. Daniel Carvalho marcou para o Brasil, enquanto Morten Gamst Pedersen fez o gol da Noruega.
Agora, 20 anos depois do último duelo, as equipes voltam a ficar frente a frente em um contexto eliminatório. O Brasil chega às oitavas após vencer o Japão por 2 a 1, de virada, na fase de 16 avos de final. A Noruega avançou ao superar a Costa do Marfim pelo mesmo placar.
A seleção norueguesa tem como principais nomes Erling Haaland, autor do gol decisivo contra os marfinenses, e Martin Ødegaard, capitão e referência técnica da equipe.
Veja o retrospecto de Brasil x Noruega abaixo:
- 28/07/1988 - Noruega 1 x 1 Brasil - Amistoso
- 30/05/1997 - Noruega 4 x 2 Brasil - Amistoso
- 23/06/1998 - Brasil 1 x 2 Noruega - Copa do Mundo
- 16/08/2006 - Noruega 1 x 1 Brasil - Amistoso
Após vencer o Japão por 2 a 1, na última segunda-feira (29), no NRG Stadium, em Houston, e garantir vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, a Seleção Brasileira terá uma programação mais leve nos próximos dias.
A equipe comandada por Carlo Ancelotti se reapresentou nesta terça-feira (30), com treino marcado para as 11h, no horário de Brasília, no CT de Columbia Park, em Nova Jersey. A atividade foi aberta à imprensa por 15 minutos.
Depois do almoço, os jogadores receberão folga e só voltam a se apresentar no fim da tarde desta quarta-feira (1º). A pausa acontece após a sequência de jogos da fase de grupos e do primeiro compromisso eliminatório da Seleção no Mundial.
Além da programação, o departamento médico também será acompanhado nos próximos dias. Lucas Paquetá deixou o jogo contra o Japão no segundo tempo, substituído por Endrick, após sentir dores na parte posterior da coxa. O meia fará exames de imagem nesta quarta-feira para avaliar a gravidade do problema.
Casemiro também saiu de campo com incômodo, mas, de acordo com o médico da Seleção Brasileira, Rodrigo Lasmar, o volante não apresenta nenhum problema que preocupe a comissão técnica.
Outro nome monitorado é Raphinha. O atacante, que se machucou na partida contra o Haiti, segue em tratamento intensivo e será reavaliado nesta quarta-feira. A análise vai indicar se ele terá condições de ficar à disposição para o jogo das oitavas de final.
O próximo compromisso do Brasil será no domingo (5), às 17h, no horário de Brasília, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. A Seleção enfrentará o vencedor do confronto entre Costa do Marfim e Noruega, buscando uma vaga nas quartas de final da Copa do Mundo.
O Brasil avançou às oitavas depois de uma vitória de virada sobre o Japão. A equipe saiu atrás no placar, mas reagiu no segundo tempo com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli.
A Alemanha sofreu mais uma baixa na Copa do Mundo de 2026. A Federação Alemã de Futebol confirmou, nesta segunda-feira (22), que o zagueiro Nico Schlotterbeck ficará afastado por “vários meses” por causa de uma lesão e não terá condições de seguir atuando no torneio.
Apesar do problema físico, o defensor permanecerá com a delegação alemã nos Estados Unidos por enquanto, segundo a DFB.
A situação complica os planos do técnico Julian Nagelsmann. Como o prazo da Fifa para alterações no elenco já terminou, a Alemanha não poderá convocar um substituto para Schlotterbeck e terá que seguir na competição com uma opção a menos no grupo.
Esta é a segunda perda alemã por lesão no ciclo imediato da Copa. Antes do início do Mundial, o atacante Lennart Karl, de 18 anos, do Bayern de Munique, sofreu um problema físico e foi cortado. Como a competição ainda não havia começado, Nagelsmann conseguiu chamar Assan Ouedraogo para a vaga.
A ausência do zagueiro é considerada importante para a seleção alemã. Além de ser peça relevante na saída de bola, ele era o único defensor canhoto entre as principais opções do elenco. Após a eliminação precoce da Alemanha na Copa de 2022, a segunda participação de Schlotterbeck em Mundiais também termina antes do esperado.
Para o jogo contra o Equador, na quinta-feira, às 17h, pelo horário de Brasília, no MetLife Stadium, a tendência é que Antonio Rüdiger assuma a vaga na defesa. Waldemar Anton, companheiro de Schlotterbeck no Borussia Dortmund, e Malick Thiaw também estão à disposição de Nagelsmann.
A derrota de Senegal por 3 a 1 para a França, na estreia da Copa do Mundo de 2026, não foi o único assunto abordado pelo capitão Kalidou Koulibaly após a partida disputada no MetLife Stadium, em Nova Jersey. O experiente zagueiro aproveitou a zona mista para lamentar a ausência de parte da torcida senegalesa no estádio em razão das restrições migratórias impostas pelos Estados Unidos.
Em dezembro do ano passado, o governo norte-americano implementou limitações parciais de viagem para cidadãos de alguns países, entre eles Senegal, Costa do Marfim, Haiti e Irã, todos representados no Mundial. Embora atletas, dirigentes e familiares próximos tenham recebido exceções, muitos torcedores ficaram impossibilitados de viajar para acompanhar suas seleções.
Koulibaly afirmou que a federação senegalesa tentou viabilizar a presença de familiares e apoiadores, mas reconheceu que muitos não conseguiram entrar no país.
"A federação fez o possível para que nossos pais ou familiares próximos pudessem estar conosco. Mas é verdade que alguns torcedores não puderam viajar para os Estados Unidos. Acho que cada equipe pode ter seus representantes, então não entendo por que pessoas da África não podem ter os seus", declarou.
O defensor, que construiu carreira de destaque no futebol europeu com passagens por Napoli e Chelsea, evitou aprofundar o debate político, mas reforçou que o futebol deve ser um espaço acessível para todos os povos.
"Não quero falar de política. Só quero falar de futebol, aproveitar o futebol. Acho que o futebol é para todos. Espero que a situação fique bem, mas o mais importante é que temos de jogar pelo nosso povo", completou.
Apesar das dificuldades, Senegal contou com apoio de integrantes da comunidade senegalesa residente nos Estados Unidos. Torcedores vindos principalmente de Nova York, onde há uma significativa diáspora do país africano, marcaram presença nas arquibancadas e tentaram transformar o MetLife Stadium em uma extensão de Dakar durante a estreia da equipe no Mundial.
Dentro de campo, porém, o apoio não foi suficiente para evitar a derrota para a França. Agora, os senegaleses buscam recuperação na próxima rodada para seguir vivos na briga por uma vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo. O próximo confronto será contra a Noruega, de Erling Haaland, na próxima segunda-feira (22).
A Seleção Brasileira vive a expectativa pelo retorno de Neymar aos treinamentos nesta semana. O camisa 10 se recupera de uma lesão muscular de grau 2 na panturrilha e completa, nesta quarta-feira (17), um mês da pancada sofrida durante a partida contra o Coritiba, pelo Campeonato Brasileiro.
Informações de Leonardo Baran, correspondente do Bahia Notícias, nos Estados Unidos, apontam que há uma cautela por parte da comissão técnica em relação à utilização do jogador. Neymar só será relacionado e, eventualmente, entrará em campo se estiver 100% apto e com condições físicas para atuar. Caso apresente evolução nos próximos dias, existe uma pequena possibilidade de que o atacante dispute alguns minutos da partida contra o Haiti, pela segunda rodada da fase de grupos da Copa do Mundo, nesta sexta-feira (19), pelo Grupo C.
Para que isso aconteça, Neymar precisa ao menos voltar a treinar com bola até esta terça-feira (16). A comissão técnica entende que o retorno deve ocorrer de forma gradual, sem antecipar etapas da recuperação.
Na última semana, Neymar foi submetido a uma ressonância magnética. O exame apontou boa evolução no tratamento, dentro dos parâmetros esperados. A expectativa é de que um novo diagnóstico seja feito nesta segunda-feira (15), para avaliar a atual condição do jogador.
Após o empate em 1 a 1 contra o Marrocos, no último sábado (13), no MetLife Stadium, a Seleção Brasileira realizou um treino regenerativo às 10h30 para os atletas que iniciaram a partida. Os demais jogadores fizeram atividades na academia do Hotel The Ridge, onde a delegação está hospedada.
Nesta segunda-feira (15), o grupo fará treino no CT de Columbia Park, com os 15 minutos iniciais abertos à imprensa. A programação da Seleção Brasileira para o restante da semana ainda não foi divulgada pela CBF.
O gramado do MetLife Stadium voltou a ser tema entre os jogadores da Seleção Brasileira após o empate em 1 a 1 com Marrocos, neste sábado (13), pela estreia da Copa do Mundo de 2026. Desta vez, quem comentou sobre as condições do campo foi o volante Casemiro.
Na zona mista, o camisa 5 admitiu que o piso dificultou o jogo da equipe brasileira, principalmente por ser diferente dos gramados aos quais os atletas estão acostumados no futebol europeu. Apesar disso, evitou utilizar o campo como justificativa para o resultado.
"É difícil, né? A gente já sabia que é um gramado que não estamos acostumados. Acaba dificultando até mesmo nós que queremos jogar e estamos acostumados com o gramado do futebol europeu. Mas não vamos ficar colocando culpa no gramado ou nisso. Poderia melhorar? Poderia melhorar muito, mas fazer o quê? É bom falar, mas tem outras coisas que precisam melhorar também", afirmou.
Titular na estreia, Casemiro deixou a partida no intervalo e foi substituído por Fabinho, mudança que coincidiu com a melhora do Brasil na segunda etapa. Questionado sobre o motivo da saída, o volante indicou que a decisão da comissão técnica passou pelo cartão amarelo recebido ainda no primeiro tempo.
"Acho que foi por cartão amarelo. Da mesma forma que o Ibañez saiu. Mas o mais importante é que no segundo tempo fizemos um pouco melhor. Tivemos oportunidades e acho que esse é o caminho", avaliou.
Agora, a Seleção Brasileira terá uma semana de preparação antes de voltar a campo pela segunda rodada do Grupo C. O próximo compromisso será diante do Haiti, na sexta-feira (19), às 21h30 (horário de Brasília), no Lincoln Financial Field, na Filadélfia.
Após o tropeço na estreia, uma vitória passa a ser fundamental para encaminhar a classificação brasileira às oitavas de final da Copa do Mundo.
O gramado do MetLife Stadium foi alvo de críticas por parte de alguns jogadores da Seleção Brasileira após o empate em 1 a 1 com Marrocos, neste sábado (13), pela estreia da Copa do Mundo de 2026. Depois de Vinícius Júnior comentar sobre as condições do campo, foi a vez de Danilo abordar o tema na zona mista do estádio, em Nova Jersey.
Apesar da crítica, o defensor fez uma avaliação menos dura e afirmou que o campo apresentou condições melhores do que as normalmente encontradas nos Estados Unidos.
"A gente já sabia. O gramado é o que é nos Estados Unidos. A gente está cansado de jogar aqui, mas sinceramente eu acho que estava até bastante bom para aquilo que é o padrão", afirmou.
Utilizado no segundo tempo por Carlo Ancelotti, Danilo também analisou o desempenho da Seleção Brasileira e atribuiu parte das dificuldades à ansiedade da equipe durante alguns momentos da partida. Segundo o jogador, o Brasil perdeu organização tática e acabou cedendo espaços para Marrocos, mas conseguiu crescer após corrigir problemas de posicionamento.
"Acho que a gente precisava ser um pouco mais tranquilo e um pouco mais consciente das nossas forças. Em determinado momento fomos ansiosos demais, perdemos um pouco de posição e, consequentemente, perdemos duelos. As distâncias não estavam boas. A partir do momento que conseguimos corrigir isso, melhoramos. Crescemos durante o jogo e em confiança, e aí sim ficou melhor para nós", avaliou.
Danilo entrou no intervalo na vaga de Ibañez e participou da melhora defensiva da equipe brasileira. Ao lado de Fabinho, que substituiu Casemiro, ajudou a dar mais equilíbrio ao sistema de marcação e reduziu os espaços encontrados pelos marroquinos na etapa final.
Após o empate na estreia, o Brasil volta a campo na próxima sexta-feira (19), quando enfrenta o Haiti, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, às 21h30 (horário de Brasília), pela segunda rodada do Grupo C da Copa do Mundo.
Autor do gol que garantiu o empate da Seleção Brasileira diante de Marrocos, Vinícius Júnior avaliou que o peso da estreia influenciou o desempenho da equipe no empate por 1 a 1, neste sábado (13), no MetLife Stadium, pela primeira rodada da Copa do Mundo de 2026.
Em entrevista na zona mista após a partida, o atacante afirmou que o Brasil encontrou dificuldades para se adaptar ao adversário e às condições do jogo, mas valorizou a reação da equipe após sair atrás no placar.
"O peso da estreia, sem dúvidas, é o que fez a gente jogar dessa maneira. Acredito que temos pontos positivos. Depois de tomar o gol conseguimos reagir muito rápido, onde fizemos o gol e depois controlamos mais o jogo. Isso é Copa do Mundo, não vai ter jogo fácil. O Marrocos era um adversário que tínhamos que nos adaptar muito bem durante a partida", afirmou.
Vini também destacou que espera uma competição marcada por confrontos equilibrados e por equipes tentando diminuir o ritmo das partidas.
"No final é isso, os adversários vão ser difíceis, onde eles vão querer tranquilizar muito o jogo e ficar parando. O campo não ajuda muito, mas temos que nos adaptar porque isso é Copa do Mundo", completou.
Questionado sobre sua atuação, o atacante reconheceu que ainda está longe do nível que costuma apresentar no Real Madrid. Apesar de ter marcado o gol brasileiro, ele acredita que pode contribuir mais ofensivamente ao longo do torneio.
"Acredito que eu posso melhorar muito ainda. Consegui fazer o gol, mas não tive 100% da minha melhor parte técnica. Acredito que posso melhorar mais nisso e ajudar mais o Brasil na parte do ataque", avaliou.
"Na defesa consegui ajudar muito também, onde todo mundo fez um trabalho impecável. Como falei, a gente tem que melhorar porque vamos precisar melhorar para ganhar a competição" , completou.
Outro assunto abordado por Vinícius foi o estado do gramado do MetLife Stadium. Segundo o jogador, o calor e as condições do campo dificultaram a circulação rápida da bola.
"Por conta do tempo, com o calor, a grama acaba secando muito rápido. O jogo fica muito travado. A gente não consegue ter ritmo de jogo. Isso dificulta porque a gente quer jogar e mover a bola de um lado a outro."
Mesmo com a reclamação, o atacante admitiu que a Seleção precisará se adaptar às condições encontradas durante o Mundial.
"Vamos ter que nos adaptar porque acredito que vai ser assim em toda a competição. Vamos melhorar, evoluir e conseguir grandes vitórias."
Vini Jr também falou sobre Carlo Ancelotti e destacou a relação construída com o treinador ao longo dos anos. Para ele, seu ex-professor no Real Madrid foi o único entre os treinadores em que foi treinado no Brasil que lhe deu o status de craque do time.
"Sem dúvidas. É sempre muito fácil falar dele. É um cara que me conhece como ninguém. Sempre me faz adaptar o mais rápido possível à minha equipe. Me dá a importância que eu preciso e mereço. Se Deus quiser, posso fazer muito mais por ele", completou.
O próximo compromisso da Seleção Brasileira será diante do Haiti, na próxima sexta-feira (19), às 21h30 (horário de Brasília), no Lincoln Financial Field, na Filadélfia.
A poucas horas da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026, Dunga voltou ao palco de uma Copa para falar sobre pressão, responsabilidade e a obrigação de vestir a camisa amarela e verde. No MetLife Stadium, em Nova Jersey, onde o Brasil enfrenta Marrocos neste sábado (13), o capitão do tetracampeonato mundial de 1994 afirmou que a equipe comandada por Carlo Ancelotti precisa entrar em campo consciente do peso da própria história.
Para o ex-volante, a pressão de uma Copa do Mundo não deve ser encarada como problema, mas sim como privilégio.
"É uma pressão boa. Jogar em estádio cheio e com o mundo todo te olhando. Existe uma responsabilidade muito grande de representar a Seleção Brasileira. Nós temos a mentalidade de que temos que ser campeões", afirmou.
Dunga também saiu em defesa do trabalho de Carlo Ancelotti. Segundo ele, o treinador italiano teve tempo suficiente para conhecer os jogadores e agora será avaliado pelos resultados apresentados dentro de campo.
"Já teve um trabalho para conhecer os jogadores e agora é colocar em campo. Quem sabe quem está dando resposta ou quem pode suprir as necessidades da seleção é o Ancelotti. Muitas vezes a gente fala baseado no que acha, mas temos que cobrar em cima daquilo que ele propôs para a equipe", destacou.
Um dos temas da entrevista foi Neymar. O camisa 10 ainda se recupera de uma lesão muscular na panturrilha e deve desfalcar o Brasil na estreia diante dos marroquinos. Mesmo assim, Dunga considerou natural a aposta da comissão técnica no principal jogador brasileiro da geração, comparando às convocações de Ronaldo e Rivaldo, em 2002.
"O Neymar tecnicamente é indiscutível. A decisão de convocar ou não passa pela comissão técnica, pelos médicos e preparadores físicos. Em 2002 também existiam dúvidas sobre Ronaldo e Rivaldo, e a comissão técnica apostou neles. A cobrança depois acontece em cima dessa escolha", analisou.
Acostumado aos bastidores de Copas do Mundo, Dunga também explicou como lidava com a ansiedade nos dias que antecediam uma estreia. Segundo ele, o diferencial dos grandes jogadores não está apenas na técnica.
"Os jogadores querem jogar logo, não querem ficar esperando. Eu ficava pensando no adversário, nas informações que recebíamos e naquilo que o treinador pedia. Mentalizava tudo para colocar em prática quando chegasse ao campo. Mas existe algo que vai além do futebol: coragem e personalidade. Não adianta o cara ser bom. Tem que ter coragem para executar aquilo que sabe fazer", afirmou, ao Bahia Notícias.
O Brasil estreia na Copa do Mundo às 19h (de Brasília), pelo Grupo C da competição. Depois, a equipe de Carlo Ancelotti encara Haiti e Escócia na sequência da fase de grupos.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) demonstrou confiança na campanha da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026. Em transmissão ao vivo realizada nesta sexta-feira (12), pelas redes sociais, o chefe do Executivo afirmou que a equipe comandada por Carlo Ancelotti reúne condições para fazer um grande torneio, desde que os jogadores tenham consciência da responsabilidade que carregam ao vestir a camisa do Brasil.
"O Brasil tem todas as condições. Os jogadores precisam estar compenetrados da responsabilidade que têm", declarou Lula.
Segundo o presidente, os atletas representam não apenas a si próprios, mas também milhões de brasileiros que enxergam no futebol uma fonte de inspiração.
"Eles não jogam apenas por eles. Jogam por milhões de jovens brasileiros que nasceram pobres e não tiveram as oportunidades que eles tiveram", acrescentou.
Lula ainda afirmou que acredita em uma campanha positiva da Seleção caso os jogadores demonstrem comprometimento dentro de campo.
"Se eles jogarem com o coração na ponta da chuteira e pelo povo brasileiro, tenho certeza de que faremos uma grande Copa", disse.
A declaração foi feita na véspera da estreia brasileira no Mundial. O Brasil enfrenta Marrocos neste sábado (13), às 19h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.
Na última quarta-feira (10), durante agenda oficial em Brasília, o presidente já havia comentado sobre a expectativa para o primeiro compromisso da Seleção na competição. Ao ser questionado sobre um possível resultado, Lula afirmou que qualquer vitória seria suficiente.
"Eu quero que o Brasil ganhe. Se ganhar de meio a zero, já está bom. Mas eu acho que o Brasil vai ganhar, tá?", afirmou na ocasião.
A Seleção Brasileira integra o Grupo C da Copa do Mundo de 2026, ao lado de Marrocos, Haiti e Escócia. Esta é a primeira edição do torneio realizada simultaneamente em três países: Estados Unidos, México e Canadá.
Além das confirmadas 48 Seleções, a Copa do Mundo de 2026 começa com novidades em relação às regras de arbitragem, que devem ser adotadas posteriormente em outras competições de futebol.
Entre as principais mudanças está a ampliação do uso do árbitro de vídeo. O VAR, que antes se limitava a lances de gol, pênalti, cartão vermelho direto e erro de identificação de jogador, passará a atuar em novas situações.
A partir da Copa, o árbitro de vídeo também poderá corrigir a aplicação incorreta de um segundo cartão amarelo. Além disso, poderá intervir em marcações equivocadas de escanteio quando o lance deveria ter sido tiro de meta.
As mudanças também buscam reduzir a cera e aumentar o tempo de bola rolando durante as partidas. Para isso, algumas reposições passarão a ter contagem visível feita pelo árbitro.
No arremesso lateral, o jogador terá cinco segundos para realizar a cobrança. Caso ultrapasse o limite, a posse será revertida para a equipe adversária. O mesmo prazo valerá para o tiro de meta. Se a equipe demorar mais de cinco segundos, será marcado escanteio para o adversário.
As substituições também terão limite de tempo. O jogador substituído terá dez segundos para deixar o campo, exceto em caso de lesão que impeça claramente a saída rápida. Se a regra não for cumprida, o atleta sairá normalmente, mas o substituto só poderá entrar após 60 segundos, deixando a equipe temporariamente com um jogador a menos.
Outra mudança envolve atendimentos médicos. Jogadores que precisarem de assistência dentro de campo terão que sair e aguardar um minuto para retornar, também deixando o time com um a menos durante esse período.
A Copa ainda terá uma regra específica para evitar pausas estratégicas durante atendimentos a goleiros. Enquanto o arqueiro estiver recebendo atendimento médico, os demais jogadores não poderão se aproximar do banco de reservas.
O Mundial também estreia novas punições disciplinares. Jogadores que cobrirem a boca com a mão, o braço ou a camisa durante discussões com adversários poderão receber cartão vermelho.
A mesma punição poderá ser aplicada a jogadores ou membros da comissão técnica que abandonarem o campo em sinal de protesto contra decisões da arbitragem.
As novas regras serão observadas já na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026, que começa nesta quinta-feira (11) com México e África do Sul fazendo o jogo de abertura, no Estádio Azteca. A estreia da Seleção Brasileira será no sábado (13), contra Marrocos, às 19h, pelo horário de Brasília, no MetLife Stadium, em Nova Jersey.
Adversária da Seleção Brasileira no Grupo C, a Seleção de Marrocos terá dois desfalques confirmados para a disputa da Copa do Mundo de 2026. A comissão técnica marroquina confirmou os cortes do zagueiro Nayef Aguerd e do atacante Abde Ezzalzouli.
Peça-chave na campanha histórica do Mundial de 2022, Aguerd, que atualmente defende o Olympique de Marseille, tratava uma lesão na virilha desde março. Havia a expectativa de que o defensor se recuperasse a tempo do torneio, o que acabou não acontecendo. Para o seu lugar, foi convocado Marwane Saadane, zagueiro do Al-Fateh, da Arábia Saudita.
Já Ezzalzouli se lesionou no último amistoso preparatório antes da Copa, disputado contra a Noruega no último domingo (7). O ponta-esquerda do Real Betis, considerado uma das principais armas ofensivas da equipe, foi diagnosticado com uma entorse no joelho direito. Para substituí-lo, o técnico chamou Amine Sbai, atacante do Angers, da França.
Curiosamente, Marrocos estreia contra um Brasil que também enfrenta problemas médicos de última hora. No último sábado (6), a Amarelinha perdeu o lateral-direito Wesley, cortado por conta de uma lesão muscular na coxa.
Como o técnico Carlo Ancelotti optou por convocar o volante Éderson (Atalanta) para a vaga aberta, a tendência é que o zagueiro Ibañez ou o experiente Danilo sejam deslocados para suprir a ausência do lateral da Roma no time titular.
O confronto entre brasileiros e marroquinos acontece neste sábado (13), às 19h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, pela primeira rodada do Grupo C. No mesmo dia, Haiti e Escócia completam a primeira rodada da chave. As duas seleções se enfrentam às 22h, também pelo horário de Brasília.
A Seleção Brasileira já está nos Estados Unidos para a reta final de preparação para a Copa do Mundo de 2026. A delegação desembarcou no Aeroporto Internacional de Newark Liberty por volta das 9h, pelo horário de Brasília, nesta terça-feira, de acordo com informações divulgadas pela CBF.
Após a chegada ao país, jogadores e comissão técnica seguiram para o hotel The Ridge, em Basking Ridge, Nova Jersey, onde a Seleção ficará concentrada durante este período de preparação.
Ainda nesta terça, o elenco comandado por Carlo Ancelotti realizará o primeiro treino em solo norte-americano. A atividade será fechada à imprensa e está marcada para as 17h, pelo horário de Brasília, no CT do Red Bull.
A programação completa dos próximos dias será divulgada pela CBF ao longo da semana. O período nos Estados Unidos servirá para os últimos ajustes antes da estreia brasileira no Mundial.
Antes de iniciar a caminhada na Copa do Mundo, o Brasil ainda fará um último amistoso preparatório. A Seleção enfrenta o Egito neste sábado (6), às 19h, pelo horário de Brasília, no Huntington Bank Field, em Cleveland.
A estreia brasileira no Mundial está marcada para o dia 13 de junho, contra Marrocos, pelo Grupo C. A partida será disputada às 19h, também no horário de Brasília, no MetLife Stadium, em East Rutherford, Nova Jersey.
A política de ingressos da Copa do Mundo de 2026 entrou na mira das autoridades dos Estados Unidos. Os estados de Nova York e Nova Jersey anunciaram, nesta quarta-feira, a abertura de uma investigação para apurar se a Fifa explorou torcedores com preços considerados “impossivelmente altos” para partidas do Mundial. A informação foi divulgada pela AFP nesta quarta-feira (27).
Promotores dos dois estados informaram que irão analisar as práticas adotadas pela entidade na venda de ingressos para o torneio, que será disputado nos Estados Unidos, México e Canadá a partir do próximo mês.
A investigação também vai apurar se torcedores foram induzidos ao erro durante o processo de compra, especialmente em relação à localização dos assentos adquiridos.
"Reportagens recentes indicam que os torcedores podem ter sido induzidos ao erro sobre a localização dos assentos que compraram e que as declarações públicas da Fifa, assim como o processo de venda de ingressos, podem ter contribuído para os aumentos exorbitantes de preços", afirmaram os procuradores-gerais em comunicado.
A discussão sobre os valores cobrados pela Fifa ganhou força nos últimos meses, especialmente por causa dos preços de jogos de maior apelo, incluindo partidas da fase final. A entidade é criticada por supostamente praticar valores acima do esperado para um evento global de grande alcance popular.
A Fifa, por outro lado, tem defendido sua política comercial. O presidente da entidade, Gianni Infantino, afirmou que os preços refletem uma demanda “demencial” pelos ingressos da Copa.
Em dezembro, a entidade criou uma categoria de entradas a US$ 60, cerca de R$ 300, voltada a clubes oficiais de torcedores. No entanto, segundo a Football Supporters Europe (FSE), essa cota estava praticamente esgotada antes mesmo da abertura das vendas ao público geral.
A investigação ocorre em dois estados diretamente ligados ao torneio. Nova Jersey receberá jogos no MetLife Stadium, palco também da final da Copa do Mundo de 2026. Já Nova York integra a região metropolitana associada à sede da decisão.
A Copa do Mundo de 2026 será a maior da história, com 48 seleções e 104 partidas. O torneio começa em junho e terá jogos distribuídos entre cidades dos três países-sede.
A Seleção Brasileira inicia nesta quarta-feira (27) a preparação para o amistoso contra o Panamá, último compromisso em solo nacional antes da viagem para os Estados Unidos, onde o grupo ficará concentrado durante a Copa do Mundo de 2026. A partida será disputada no domingo (31), às 18h30, no Maracanã.
O duelo servirá como despedida do Brasil diante da torcida brasileira antes do Mundial. Depois do jogo no Rio de Janeiro, a equipe comandada por Carlo Ancelotti ainda fará mais um amistoso preparatório, contra o Egito, em Cleveland, já em território norte-americano.
Contra o Panamá, a Seleção Brasileira carrega um retrospecto amplamente favorável. As duas equipes se enfrentaram cinco vezes na história, com quatro vitórias do Brasil e um empate. A Amarelinha nunca foi derrotada pelo adversário.
Ao todo, o Brasil marcou 17 gols nos confrontos, média de 3,4 por partida, e sofreu apenas um, média de 0,2 gol por jogo.
RETROSPECTO
O primeiro encontro aconteceu em 1952, pelo Campeonato Panamericano. Na ocasião, o Brasil venceu por 5 a 0, com gols de Baltazar, Julinho Botelho, Rodrigues Tatu e Pinga.
Quase cinco décadas depois, em 2001, as seleções voltaram a se enfrentar em amistoso internacional. O Brasil repetiu o placar de 5 a 0, com gols de Euller, Alex, Juninho Paulista, Edílson e Roberto Carlos.
Em 2014, durante a preparação para a Copa do Mundo no Brasil, a Seleção venceu novamente por goleada. Neymar, Hulk, Willian e Daniel Alves marcaram no triunfo por 4 a 0.
Dois anos depois, em 2016, o único confronto com mando panamenho terminou com nova vitória brasileira. Jonas e Gabriel Barbosa fizeram os gols do 2 a 0.
O jogo mais recente entre as seleções aconteceu em 2019. Na ocasião, Brasil e Panamá empataram por 1 a 1. Lucas Paquetá marcou para a Seleção Brasileira, enquanto Adolfo Machado deixou tudo igual para os panamenhos.
CAMINHO ATÉ A COPA
Depois dos amistosos contra Panamá e Egito, o Brasil volta as atenções para a estreia na Copa do Mundo. A Seleção está no Grupo C e fará o primeiro jogo no dia 13 de junho, contra Marrocos, no MetLife Stadium, nos Estados Unidos.
Na sequência da fase de grupos, a equipe brasileira enfrenta o Haiti, no Lincoln Financial Field, e encerra a primeira fase contra a Escócia, no Hard Rock Stadium.
A polêmica sobre o preço dos ingressos da Copa do Mundo de 2026 ganhou novo capítulo com uma defesa pública de Gianni Infantino na última quinta-feira (7), durante participação na Conferência Global do Instituto Milken, em Beverly Hills.
O presidente da Fifa voltou a justificar a política de valores adotada pela entidade em meio à repercussão de entradas milionárias anunciadas para partidas do torneio, especialmente para a final no MetLife Stadium, nos Estados Unidos.
Em abril, quatro ingressos localizados atrás do gol para a decisão chegaram a ser anunciados por cerca de 2,3 milhões de dólares cada em plataforma de revenda. A situação ampliou as críticas de torcedores sobre a acessibilidade ao Mundial, que será disputado entre Estados Unidos, México e Canadá.
"Se alguém comprar um ingresso por US$ 2 milhões, eu mesmo levarei um cachorro-quente e uma Coca-Cola para garantir que essa pessoa tenha uma ótima experiência", ironizou o italiano.
Infantino afirmou que a Fifa precisa levar em conta o funcionamento do mercado norte-americano, onde a revenda de ingressos é permitida em boa parte dos eventos esportivos e culturais.
"Nos Estados Unidos, a revenda de ingressos é permitida. Se vendermos barato demais, os ingressos acabam revendidos por preços ainda maiores", afirmou.
Segundo o dirigente, aproximadamente 25% dos ingressos da fase de grupos poderão ser comprados por menos de US$ 300, valor equivalente a cerca de R$ 1,7 mil. Para Infantino, os preços oficiais da entidade estão em linha com grandes eventos esportivos realizados nos Estados Unidos.
"Isso é comparável ao preço de jogos universitários aqui nos Estados Unidos. E estamos falando de uma Copa do Mundo", acrescentou.
A discussão também chegou ao Canadá. A Fifa alterou sua plataforma oficial para impedir que ingressos de partidas em Toronto sejam revendidos acima do valor original, em cumprimento a uma nova legislação aprovada na província de Ontário. Com a mudança, entradas para jogos na cidade canadense só poderão ser revendidas pelo preço de face na plataforma da entidade.
A restrição vale para Toronto, mas não se aplica automaticamente às demais sedes da Copa do Mundo. Nos outros locais, a possibilidade de revenda acima do valor original dependerá das leis vigentes em cada jurisdição.
A Copa do Mundo de 2026 será realizada entre 11 de junho e 19 de julho, com final marcada para o MetLife Stadium, em Nova Jersey. O torneio será o primeiro com 48 seleções e terá 104 partidas.
Torcedores que pretendem acompanhar partidas da Copa do Mundo FIFA de 2026 no MetLife Stadium, nos Estados Unidos, terão que pagar uma tarifa significativamente mais alta para utilizar o transporte ferroviário entre Nova York e East Rutherford, em Nova Jersey.
De acordo com as informações divulgadas pelo comitê organizador local e a agência de transportes, a passagem especial de ida e volta custará US$ 150 — valor cerca de 12 vezes superior à tarifa normalmente cobrada no trajeto regular até o complexo esportivo.
A medida foi anunciada como forma de custear a operação extraordinária necessária para atender à demanda durante o torneio. Segundo a direção da New Jersey Transit, o esquema especial de mobilidade deverá gerar um gasto aproximado de US$ 48 milhões.
O presidente da agência, Kris Kolluri, afirmou que a cobrança diferenciada busca evitar que passageiros do sistema público arquem com despesas relacionadas ao evento esportivo.Segundo ele, a proposta é transferir o custo adicional diretamente aos torcedores que utilizarão o serviço durante os jogos.
"Ninguém entre as pessoas com quem conversei considera justo que os usuários honestos e sensatos de Nova Jersey arquem com esse custo por anos. São os torcedores que comparecem ao jogo que deveriam assumir esse ônus",contou.
Para cada partida realizada no estádio, serão disponibilizados cerca de 40 mil bilhetes ferroviários exclusivos para deslocamento até a arena, localizada a aproximadamente 30 quilômetros de Manhattan. O tempo médio da viagem é estimado em cerca de 30 minutos.
Além do transporte por trilhos, a organização também anunciou uma alternativa complementar por ônibus fretados. Nesse caso, as passagens de ida e volta custarão US$ 80.
Ao todo, o MetLife Stadium deve receber oito partidas da Copa do Mundo, incluindo a final marcada para 19 de julho de 2026. A arena tem capacidade para aproximadamente 78 mil espectadores.
A governadora de Nova Jersey, Mikie Sherrill, fez duras críticas à FIFA após o anúncio de aumento expressivo nas tarifas de trem durante a Copa do Mundo FIFA 2026. Segundo informações do jornal The Athletic, o trajeto entre a Penn Station, em Nova York, e o MetLife Stadium poderá ultrapassar US$ 100 (cerca de R$ 500) ida e volta em dias de jogos.
Atualmente, o mesmo percurso custa cerca de US$ 12,90 (R$ 65), o que representa uma elevação de aproximadamente 775% no valor da tarifa.
Diante do cenário, Sherrill afirmou que a entidade máxima do futebol não contribui financeiramente para os custos logísticos do evento, mesmo com receitas bilionárias.
"Herdamos um acordo em que a Fifa não contribui com um único dólar para o transporte durante a Copa do Mundo. Com isso, a New Jersey Transit fica com uma conta de US$ 48 milhões para transportar com segurança 40.000 torcedores. A Fifa está faturando US$ 11 bilhões com esta Copa do Mundo e cobrando até US$ 10 mil dólares por um único ingresso para a final", declarou.
A governadora também criticou o impacto da medida para a população local e afirmou que pretende evitar que os custos sejam repassados aos usuários do sistema.
"Não vou deixar os passageiros de Nova Jersey com essa conta pelos próximos anos. Isso não é justo. A Fifa deveria pagar pelas viagens, mas se não o fizer, não vou deixar que os passageiros de Nova Jersey sejam lesados", completou.
Além das críticas, Sherrill defendeu que a FIFA participe do financiamento do transporte público durante o torneio, considerando o volume de torcedores esperado e a pressão sobre a infraestrutura local.
O MetLife Stadium, localizado em Nova Jersey, será um dos principais palcos da Copa do Mundo, incluindo jogos decisivos, o que deve intensificar a demanda por transporte entre o estado e Nova York durante o período do torneio.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Dino
"Na ocasião, afirmou, ainda, que outros presidentes de partido também indicam emendas parlamentares".
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Disse o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino ao determinar que presidentes de todos os partidos com representação no Congresso Nacional dêem mais informações sobre como funciona o direcionamento de emendas parlamentares para municípios. A solicitação foi enviada a dirigentes de 21 partidos nesta quarta-feira (15).