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melissa vargas
A oposta Melissa Vargas foi eleita a melhor jogadora (MVP) da Liga das Nações Feminina de Vôlei (VNL) 2026. O prêmio foi anunciado neste domingo (26), após a vitória da Turquia por 3 sets a 1 sobre o Brasil na final do torneio.
Principal destaque da decisão, a atleta marcou 33 pontos na conquista do bicampeonato turco, sendo 27 de ataque, três de saque e três de bloqueio. Com a atuação, Vargas conquistou o segundo prêmio de MVP da carreira na VNL, repetindo o feito alcançado em 2023, quando liderou a Turquia ao primeiro título da história da competição.
Nascida em Cuba, Melissa Vargas passou a defender a seleção turca após ser suspensa de representar seu país de origem. Em 2016, depois de sofrer uma grave lesão no ombro, a família da jogadora retirou a atleta da seleção cubana por discordar do tratamento determinado pela federação. A decisão foi considerada um ato de indisciplina, resultando em um banimento de quatro anos das competições internacionais.
Durante o período de suspensão, Vargas se transferiu para o Fenerbahçe, da Turquia, onde se consolidou como uma das principais opostas do vôlei mundial. O desempenho despertou o interesse da federação turca, que concedeu a cidadania à atleta em 2021. Após cumprir o período de carência exigido pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB), ela estreou pela seleção da Turquia em 2023.
Apesar do vice-campeonato brasileiro, a central Julia Kudiess foi reconhecida como a melhor bloqueadora da VNL 2026. Mesmo desfalcando a seleção na fase final após romper o ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho esquerdo, a atleta encerrou a competição com 42 pontos de bloqueio.
A Seleção Brasileira já conhece a adversária na grande decisão da Liga das Nações Feminina de Vôlei (VNL). Na manhã deste sábado (25), a Turquia confirmou a classificação ao derrotar a China, dona da casa, por 3 sets a 0, em Macau.
As turcas venceram com parciais de 25/21, 25/15 e 25/20 e enfrentarão o Brasil neste domingo (26), às 8h30, pelo horário de Brasília.
Diferentemente da Seleção Brasileira, que busca o primeiro troféu da competição, a Turquia já conquistou a Liga das Nações. O título veio em 2023, quando as europeias superaram a própria China por 3 sets a 1, com parciais de 25/22, 22/25, 25/19 e 25/16.
O Brasil garantiu lugar na final ao vencer a Itália por 3 sets a 2, também neste sábado, após uma virada na semifinal. A equipe comandada por José Roberto Guimarães chega à decisão com retrospecto recente favorável diante das turcas.
A Seleção Brasileira venceu os últimos três confrontos entre as equipes. Em 2024, fez 3 sets a 0 na fase preliminar da VNL e voltou a superar a Turquia por 3 sets a 1 na disputa da medalha de bronze dos Jogos Olímpicos de Paris.
No ano passado, as seleções se reencontraram pela Liga das Nações, com novo triunfo brasileiro por 3 sets a 1.
Na semifinal contra a China, a Turquia apresentou superioridade ofensiva e marcou 54 pontos de ataque, contra 36 das adversárias. A equipe europeia também anotou cinco pontos de saque.
A oposta Melissa Vargas foi a maior pontuadora do confronto, com 23 pontos, sendo 21 de ataque. A ponteira Ilkin Aydin também teve participação importante na classificação, com 15 pontos.
Desde a criação da Liga das Nações, em 2018, o Brasil disputou quatro finais e terminou com a medalha de prata em todas elas. Neste domingo, a Seleção terá nova oportunidade de conquistar o título inédito.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.