Artigos
O mar como indústria: uma oportunidade para a Bahia
Multimídia
"Lula vai ganhar essa eleição porque virou na rede social e ocupou as ruas", afirma Luiz Caetano
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
masterchef profissionais
A chef baiana Ieda de Matos, natural de Utinga, na Chapada Diamantina, está entre os 18 participantes da 6ª temporada do “MasterChef Profissionais”. A nova edição do reality estreia nesta terça-feira (6), às 22h30, na Band, e terá prêmio de R$ 300 mil para o vencedor.
Aos 42 anos, Ieda integra o grupo de nove estreantes da temporada, que também reúne outros nove participantes que já passaram pela franquia. Formada em Gastronomia, ela levou para a carreira profissional referências da culinária nordestina e memórias da infância vivida na zona rural da Chapada. Criada em uma família de 13 irmãos, cresceu acompanhando a mãe e as tias no preparo de alimentos com ingredientes cultivados no próprio quintal ou encontrados na região.
As experiências da infância se tornaram parte da trajetória profissional da chef. Antes de abrir o próprio restaurante, Ieda trabalhou com a produção e venda de salgados e, em 2013, criou o food truck Bocapiu, dedicado à culinária nordestina. Em busca de formação e novas experiências, também passou por estágios na Bélgica e em Londres.
Em 2017, abriu com a família a Casa de Ieda, no bairro de Pinheiros, em São Paulo, onde colocou no cardápio pratos ligados à culinária da Chapada Diamantina, como arroz de garimpeiro, pirão de inhame, galinha de parida, godó e preparos à base de mandioca. O restaurante também serve aluá, bebida de origem indígena, e receitas que destacam influências indígenas e africanas na alimentação brasileira.
A atuação da chef também ultrapassou os limites do restaurante. Em 2025, Ieda esteve no Palácio Itamaraty, em Brasília, para um jantar oferecido aos presidentes do Brasil e de Portugal. Ao lado da chef baiana Ana Célia, do Zanzibar, ela preparou um menu inspirado nas cozinhas baiana e sertaneja, com ingredientes de diferentes biomas brasileiros.
Siga o @bnhall_ no Instagram e fique de olho nas principais notícias.
A chef baiana Luciana Berry, ex-participante do Masterchef Profissionais em Londres (clique aqui e saiba mais), desembarcará em Salvador em abril, para participar de um bate-papo sobre sua trajetória profissional e a atuação na divulgação da gastronomia brasileira na Europa.
“Eu vou falar como na carreira de chef eu passei a divulgar a cultura e gastronomia brasileira, sobre as minhas viagens pela Europa nas maiores feiras de gastronomia do mundo, como a Sirha em Lyon, Berlin, na maior feira de frutas do mundo, em Madrid”, explica Luciana, “Vou falar também das mulheres no mercado de trabalho e as dificuldades que passamos na carreira de chef”, acrescenta.
O encontro acontece na Universidade Católica do Salvador (Ucsal), no dia 11 de abril, a partir das 19h, no auditório térreo do Campus Pituaçu.
O chef de cozinha Rafael Gomes desbancou Willian Peters, conquistou o paladar de Paola Carosella, Erick Jacquin e Henrique Fogaça, e venceu a terceira edição do Masterchef Profissionais. A final do reality gastronômico foi exibida nesta terça-feira (11), na Band.
O menu vencedor foi batizado pelo campeão como “Sem Fronteiras”, com o objetivo de mostrar a influência das gastronomias do mundo inteiro em sua cozinha. De entrada, Rafael preparou um fricassé de cogumelos com ovo poché, trufa e creme de grana padano e um carpaccio de vieira com rabanete melancia e creme de caviar. Os pratos principais foram uma lasanha aberta de cavaquinha com abobrinha e emulsão de tucupi e um pato laqueado com mel com molho de cenoura e cevadinha. A sobremesa foi uma tangerina e espuma de mel de cacau com bolo de castanha do Pará e mousseline de açafrão, além de um cremoso de chocolate branco com sorbet de maracujá.
"Foi um desafio enorme largar meu restaurante e voltar ao meu país, para usar produtos que eu não tenho costume e não conhecia. É duro receber críticas quando você está trabalhando e já tem a sua identidade, mas eu só tenho a agradecer aos jurados. Eu vi que se, todas as vezes que eu entrasse atrás da bancada, eu não desse 100%, eu não iria chegar longe", afirmou o chef fluminense, que leva para casa o troféu do Masterchef Profissionais; R$ 200 mil; uma cozinha completa com coifa, cooktop, fornos, panelas de aço inox, um kit chef de facas e eletroportáteis; R$ 1 mil em compras por mês no supermercado patrocinado, além de R$ 6 mil acumulados durante o programa.
Menos de um mês da final do Masterchef 2018 para amadores, que sagrou a gaúcha Maria Antônia como campeã, o programa anuncia a terceira edição de sua versão voltada para cozinheiros profissionais. A competição começa a ser exibida no dia 21 de agosto, às 22h30, e segue às terças-feiras, na Band. No Discovery Home & Health, o Masterchef Profissionais irá ao ar às sextas-feiras, às 20h30, a partir de 24 de agosto, com reapresentação aos domingos, às 18h50. "É a primeira vez que faremos embates com os profissionais. Vamos separá-los por habilidades: culinária italiana, regional, vegetariana, confeitaria, etc. Com isso o programa ganha um alto nível de competitividade logo no começo", afirma Patricio Díaz, diretor do programa. "Tenho prestado muita atenção aos detalhes e falado mais com cada um, eu tomo esse trabalho de julgar profissionais com uma enorme responsabilidade", diz a chef Paola Carosella, que mais uma vez será jurada do programa, ao lado de Erick Jacquin e Henrique Fogaça.
Os 14 cozinheiros que passarem pelos embates enfrentarão ao longo da temporada desafios de todos os tipos, a exemplo da maior prova da história do MasterChef Brasil, com 350 pessoas no jogo das estrelas da NBB. O vencedor do programa leva o troféu, o prêmio de R$ 200 mil e uma cozinha completa equipada com coifa, cooktop, fornos, panelas de aço inox, um kit chef de facas, além dos eletroportáteis do patrocinador. O ganhador ganha e o vice-campeão levam ainda mil reais em compras por um ano no cartão do supermercado patrocinador.
O mineiro Pablo Ozaen superou o paulista Francisco Pinheiro na final da segunda edição do MasterChef Profissionais Brasil, exibida nesta terça-feira (5), na Band. Na decisão, o desafio era montar um menu de seis passos que conquistasse os jurados Henrique Fogaça, Paola Carosella e Erick Jacquin. O campeão apresentou de entrada uma receita de fígado de frango e consommé de ameixa preta e outra de creme de agrião, mexilhão e flores comestíveis. Já para os pratos principais, as apostas foram: truta de castanha, pupunha, ovas de salmão e pancs e língua com cenourinhas orgânicas glaceadas e pistache. Para finalizar o menu, Pablo serviu de sobremesa sorvete de goiabada, creme de goiabada com gergelim, crumble de castanha do Pará, queijo canastra e requeijão, e também uma receita de espuma de doce de leite, telha de café e sorvete de pão na chapa. Com a vitória, além do troféu MasterChef Profissionais, ele ganhou uma conta bancária com R$ 200 mil; uma viagem aos Emirados Árabes, com hospedagem e direito a um acompanhante; um kit de produtos de uma marca de panelas patrocinadora; além de R$ 1 mil por mês em compras no supermercado patrocinador.
A final da segunda edição do Masterchef Profissionais Brasil, que será exibida nesta terça-feira (5), na Band, será marcada por uma disputa entre tarimbados cozinheiros. De um lado Francisco Pinheiro, que aos 43 anos de idade e 27 de cozinha, é o mais experiente da competição, tendo conquistado uma estrela Michelin. Do outro lado, o mineiro Pablo Oazen (37), que já trabalhou com o jurado Erick Jacquin em um restaurante de São Paulo. Formado em Turismo e Hotelaria, apaixonou-se por gastronomia após estagiar na cozinha de um hotel em Portugal. O técnico Pablo passou também por restaurantes estrelados da França, Espanha e Portugal, além de ter trabalhado como consultor, chef de eventos e professor universitário de gastronomia.

O jurado inglês não aprovou o caruru / Foto: Reprodução BBC

Prato que garantiu a permanência da chef baiana na competição / Foto: Reprodução

Luciana passou na repescagem e segue para segunda etapa da semifinal / Foto: Reprodução
A Chef Luciana Berry (34), nascida em Salvador e criada em Vitória da Conquista, ganhou os jurados da sétima edição do Masterchef Profissionais, em Londres, com temperos bem baianos. Ela, que preparou pratos como moqueca de lagosta, pato defumado com purê de aipim e farofa de feijão tropeiro, conseguiu surpreender o júri e está entre os 12 melhores cozinheiros selecionados para a semifinal da competição exibida na BBC do Reino Unido.

Luciana conquistou Monica Galetti e Gregg Wallace, jurada do Masterchef e crítico gastronómico
Luciana cursava engenharia elétrica no Brasil, quando resolveu visitar a Inglaterra, e acabou ficando por lá, onde vive há 10 anos, com o marido inglês e um filho de três anos. O interesse pela gastronomia veio de algo muito comum aos brasileiros expatriados: a saudade. “Quando vim, sentia tanta saudade que dizia: ‘vou ter que cozinhar, senão vai doer’. Meus pais tinham restaurante, minha mãe cozinha muito bem, então comecei a pedir receitas para ela, que me ensinava as coisas”, conta a baiana, que para se sustentar trabalhava como gerente de restaurante, ambiente propicio para se aproximar mais da cozinha. Ela tomou ainda mais gosto pela comida e começou a cozinhar para amigos, que a indicavam para outros amigos, e então, o hobby virou negócio. “Várias pessoas começaram a me chamar para fazer festas. Com o tempo ficou tão grande que tive que montar uma empresa em 2010”, lembra Luciana, que até então era autodidata, mas quis “dar mais um grau” e ingressou na Le Cordon Bleu, uma das mais conceituadas escolas de culinária do mundo. Ali ela aprimorou as técnicas francesas, que usa hoje, até mesmo no Masterchef, para dar um ar gourmet a pratos tradicionais brasileiros.

Um dos pratos preparados pela brasileira no programa foi uma empada de amígdalas
Com o tempo, Luciana ganhou mais clientes e chegou a conquistar até mesmo a nobreza britânica. “Cozinhei uma vez para o príncipe Edward, filho da rainha. Tive que mandar uma lista de ingredientes para o palácio e lá eles avaliaram para ver se estaria dentro da dieta. Eu queria fazer uma moqueca, mas acabaram vetando o dendê, então eu fiz tipo um ensopadinho. Foi um processo para cozinhar, tive que deixar passaporte, placa do carro. Preparei tudo na casa de um amigo dele, enquanto carros da Scotland Yard (polícia britânica) ficavam ao redor, para impedir que qualquer pessoa não autorizada ultrapassasse o bloqueio feito a 1km do local onde o príncipe estava”, lembra a baiana, que mesmo com tamanha pressão, disse que o Masterchef Profissionais é ainda mais tenso. “Nossa, o Masterchef é mais arrepiante. Para o príncipe eu já sabia o que ia fazer, já estava confiante, faço moqueca de olhos fechados. Já na competição a gente não sabe o que vai ter que cozinhar. É um teste para os nervos, pra você ficar balançada”, conta Luciana, que chegou a ser alertada pelos jurados, por tremer demais e correr o risco de ser traída pelo nervosismo. A dificuldade vem do formato do programa, que prevê provas de alta pressão, onde os participantes têm um tempo limitado para cozinhar produtos que só são revelados quando as câmeras são ligadas. Já na primeira prova, Luciana teve uma hora para preparar um prato assinatura, decidiu pela moqueca de lagosta e conseguiu impressionar os jurados; depois ela passou por um teste de habilidade, recebeu um molusco estranho, semelhante a uma lula gigante, e teve que prepará-lo em 15 minutos. Mais uma vez conseguiu convencer os avaliadores.

O clima é tenso na cozinha do Masterchef Profissionais
Na terceira etapa veio uma prova ainda mais complicada, os competidores receberam amígdalas e tinham 1h para cozinhar. Apesar de baiana, Luciana não aprecia muito algumas exoticidades e comparou a iguaria à buchada, “Detesto essas coisas, chegou a embrulhar o estômago”, revelou. Mas como uma boa Chef, mesmo a contragosto, já havia provado o prato quando precisou cozinhar para um cliente. Ela aproveitou a experiência para bolar uma estratégia. “Sabia que vários nunca tinham mexido com o produto, todo mundo ia fritar porque é a maneira mais fácil de fazer qualquer coisa. Ai tive a brilhante ideia de fazer uma empada. Os jurados disseram que eu não iria conseguir fazer em tempo, mas eu decidi encarar o desafio. Fiz a empada com tanta manteiga, mais que o normal mesmo, para derreter na boca. Fiz o recheio também com fígado de galinha, vinho e maçã e um molho de carne, espinafre e champignon selvagem. Deu certo, o jurado ficou impressionado e disse que a massa derretia na boca igual a sorvete”, contou a Chef baiana, que na última etapa realizada nesta quinta-feira (27), conseguiu seguir a diante depois de prova em que precisou cozinhar com ingredientes do lixo, como banana podre, cabeça de peixe, bochecha de peixe, espinha e ossos. O próximo desafio acontece na terça-feira (2), mas Luciana, uma das 3 mulheres entre os primeiros 40 selecionados na primeira etapa, tem buscado coragem e apostado em uma fórmula arriscada para seguir na competição. “Estou me arriscando muito colocando muita comida brasileira que sei que eles não estão acostumados e tem um paladar diferente, mas meu propósito maior é mostrar nossa culinária e cultura”, explica a Chef, que pretende quebrar preconceitos. “Estou cansada do pessoal achar que culinária brasileira é churrascaria e feijão preto. A gente que vem da Bahia, por exemplo, sabe que tem tanto ingrediente maravilhoso. Quero mostrar o máximo possível a comida brasileira, o tempero baiano. Na minha cozinha vem minha cultura dentro”, diz Luciana, que além dos pratos mais exóticos para o paladar britânico, tem se destacado também pela alegria.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Sandro Filho
"Não é flerte, não é namoro, não é casamento. É só uma decisão de um cidadão e agora um deputado eleito acreditando que um candidato a presidente é melhor do que o outro para trazer investimentos tanto para o meu estado quanto para o meu país".
Disse o deputado federal eleito Sandro Filho (PP) rechaçou a caracterização de que sua movimentação política represente um "flerte", "namoro" ou "casamento" com o bolsonarismo.