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Clientes do Will Bank devem receber antecipadamente o pagamento de até R$ 1 mil, anunciou o Fundo Garantidor de Créditos (FGC). A medida será feita diretamente pelo aplicativo da instituição bancária e pode beneficiar cerca de 6 milhões de pessoas.
O FGC é uma entidade privada sem fins lucrativos que protege depositantes e investidores, devolvendo até R$ 250 mil por CPF/CNPJ e por instituição financeira em caso de falência ou intervenção do banco.
O valor a ser antecipado corresponde a aproximadamente R$ 200 milhões e beneficiará correntistas principalmente de baixa renda, o público-alvo da instituição. Além da antecipação, há R$ 25 milhões de saldos em contas de pagamento, que também serão liberados no aplicativo do Will Bank.
A instituição, que integrava o conglomerado do Banco Master, teve a liquidação decretada pelo Banco Central (BC) em janeiro. Como a consolidação da lista completa de credores ainda não foi finalizada, o Fundo Garantidor de Créditos decidiu antecipar o pagamento para clientes com valores de até R$ 1 mil cobertos pela garantia.
Quem tem valores acima de R$ 1 mil ou investiu por meio de plataformas de investimentos deverá aguardar e pedir o ressarcimento pelo aplicativo do próprio FGC, após a conclusão da lista dos credores.
O FGC também atualizou o balanço da liberação dos recursos das liquidações do Banco Master, da Master Investimento e do Letsbank. Até o momento, foram pagos R$ 37 bilhões em garantias a credores do conglomerado ao qual o Will Bank pertencia, o equivalente a 91% do total previsto. Ainda há cerca de 9% de investidores que não iniciaram o pedido de ressarcimento
Dias Toffoli determinou nesta quinta-feira (12) que a Polícia Federal (PF) envie os dados de todos os celulares apreendidos e periciados na investigação. A medida do ministro, relator do caso Master, acontece depois da entrega da perícia dos celulares de Daniel Vorcaro, dono da instituição financeira.
Segundo a coluna de Julia Dualibi no G1, a decisão define que a PF deve encaminhar, na íntegra, o conteúdo de todos os aparelhos e mídias apreendidas, os laudos periciais, incluindo dados telemáticos, informáticos e telefônicos. Segundo as investigações, o nome de Toffoli foi citado em mensagens contidas no aparelho.
Ao enviar o documento ao Supremo, a PF citou a possibilidade de suspeição, ato em que um juiz desiste de conduzir uma investigação por entender que há algum impedimento que ponha em jogo a sua imparcialidade. O ministro negou qualquer relação com o empresário.
Um vídeo mostra o momento em que o homem começa a recolher notas de dinheiro jogada pela janela foi divulgado pela Polícia Federal nesta quarta-feira (11). As notas foram jogadas por um suspeito de envolvimento no esquema envolvendo a RioPrevidência e o banco Master.
?? Investigado na operação que visa banco Master joga dinheiro pela janela
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) February 11, 2026
Confira ?? pic.twitter.com/M81hxf6ooD
O episódio aconteceu no âmbito da 3ª fase da Operação Barco de Papel.
Mais uma fase da operação que investiga crimes contra o sistema financeiro envolvendo o Banco Master e a RioPrevidência foi deflagrada nesta quarta-feira (11). O objetivo da terceira fase é localizar e recuperar os bens, valores e objetos retirados do apartamento do principal alvo da operação deflagrada em 23 de janeiro.
A Operação Barco de Papel cumpriu dois mandados de busca e apreensão em endereços vinculados aos investigados nos municípios de Balneário Camboriú/SC e Itapema/SC.
A polícia analisa irregularidades na aquisição de letras financeiras emitidas pelo Banco Master, recentemente liquidado pelo Banco Central. A RioPrevidência teria investido aproximadamente R$ 970 milhões na instituição financeira.
Os mandados foram expedidos pela 6ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, com base em indícios de obstrução de investigações e ocultação de provas.
Assim que a equipe chegou para realizar as buscas no imóvel localizado em Balneário Camboriú, um dos ocupantes do apartamento chegou a jogar uma mala contendo dinheiro em espécie da janela do apartamento. Além do montante recuperado, os policiais apreenderam dois veículos de luxo e dois smartphones.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta quinta-feira (29), que o empresário e dono do liquidado Banco Master, Daniel Vorcaro, enganou investidores.
“Tem muita gente que foi envolvida de boa-fé. Imaginava que ali tratava-se de um grande empresário, um banqueiro emergente. O cara levou muita gente no bico. Quem agiu de má-fé tem de responder”, disse o chefe da equipe econômica em entrevista ao programa Acorda, Metrópoles.
Na ocasião, Haddad descreveu a iniciativa do Banco Central de abrir um procedimento para verificar irregularidades na atuação no caso Master como um bom exemplo a ser seguido.
Em meio à crise de confiança no Supremo Tribunal Federal (STF) após envolvimento de ministros com pessoas ligadas ao banco Master, o ministro defendeu o atual presidente da instituição, Edson Fachin.
“Nós não podemos temer o autossaneamento de uma instituição, em nenhuma hipótese. Eu acredito que a instituição está nas mãos de uma pessoa correta, que é o Fachin”, afirmou.
Banco Master teria contratado Guido Mantega por R$ 1 milhão ao mês após articulação de Jaques Wagner
O Banco Master contratou o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega para atuar como assessor, por indicação do líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA). A remuneração acertada teria sido de R$ 1 milhão por mês, segundo apuração da coluna de Andreza Matais, do portal Metrópoles.
A contratação ocorre em contraste com declarações recentes do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Durante evento em Maceió (AL), na sexta-feira (23), Lula fez duras críticas ao Master — sem citar o banco nominalmente — ao acusar o controlador da instituição, Daniel Vorcaro, de promover um “golpe de mais de R$ 40 bilhões” e cobrar “falta de vergonha na cara” de quem o defende. O discurso destoou das ligações mantidas anteriormente entre integrantes do núcleo petista e o grupo financeiro.
Mantega só chegou ao Master após a intervenção direta de Jaques Wagner. Antes disso, o governo havia recuado da indicação do ex-ministro para o Conselho de Administração da Vale, após questionamentos do mercado. Apesar de privatizada, a mineradora ainda sofre influência do governo federal por meio de concessões públicas e de investimentos realizados por fundos de pensão de estatais. Interlocutores do mercado chegaram a classificar a indicação de Mantega como uma interferência indevida do presidente Lula na empresa.
No Banco Master, a principal missão de Mantega era facilitar a venda da instituição controlada por Vorcaro ao BRB. Ele prestou serviços de consultoria até poucas semanas antes de o Banco Central decretar a liquidação do Master, em novembro do ano passado. Os valores pagos ao ex-ministro teriam alcançado ao menos R$ 11 milhões.
Dentro do banco, a relação política mais próxima de Jaques Wagner era com Augusto Lima, sócio de Vorcaro e ex-CEO da instituição. Lima também mantém amizade com o ministro da Casa Civil, Rui Costa, e esteve presente no palanque do evento em que Lula fez as críticas ao banco, reforçando os vínculos entre os envolvidos.
Em meio a essas articulações, Mantega esteve ao menos quatro vezes no Palácio do Planalto em 2024, sempre recebido pelo chefe de gabinete de Lula, Marcola. As visitas ocorreram nos dias 22 de janeiro, 1º de abril, 29 de outubro e 4 de dezembro, no 3º andar do prédio. As agendas oficiais registraram apenas a expressão “encaminhamento de pauta”, sem detalhamento.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, autorizou, nesta quarta-feira (14), a realização de novas diligências da Polícia Federal na residência do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. A decisão atende a um novo pedido da PF, após o magistrado reconsiderar parcialmente um indeferimento anterior.
No despacho, Toffoli afirmou que mudou de entendimento diante de novos argumentos apresentados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e pela Polícia Federal. Segundo o ministro, surgiram indícios da prática de novos ilícitos supostamente cometidos pelo investigado, o que justificaria a ampliação das medidas.
“Diante da evidência da prática de novos ilícitos, supostamente cometidos pelo investigado”, conforme apontado pela Polícia Federal, “mostra-se necessária a colheita de elementos probatórios complementares”, destacou o magistrado.
Toffoli afirmou ainda que, “diante das ponderações da Autoridade Policial e da Procuradoria-Geral da República, reconsidero, em parte, a decisão combatida para deferir novas diligências na residência do investigado Daniel Bueno Vorcaro”.
As novas buscas têm como objetivo reunir provas adicionais no âmbito das investigações em andamento conduzidas pela Polícia Federal.
Além de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, a Polícia Federal (PF) faz buscas em endereços ligados ao empresário baiano Nelson Tanure e a João Carlos Mansur nesta quarta-feira (14). Ambos são alvos da segunda fase da operação Compliance Zero.
Agentes da PF cumprem, por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), 42 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Os bens e valores bloqueados superam R$ 5,7 bilhões.
Conhecido por investir e comandar projetos de reestruturação de empresas em crise, Tanure atua em setores diversos da economia. Dentre seus investimentos, estão desde empresas de mídia a área de infraestrutura e até empresas de petróleo.
Já Mansur tem passagens por grandes empresas, como PwC, Monsanto, Trump Realty Brazil e Wtorre, além de ser fundador da Reag Investimentos, criada em 2012.
Mesmo solicitando a inspeção em documentos no Banco Central, o ministro do TCU Jonathan de Jesus sinalizou que não deve suspender a liquidação do banco Master.
Segundo especialistas do mercado financeiro, a inspeção pode acabar dando munição ao dono da instituição, Daniel Vorcaro, para pedir indenização e descongelamento de seus bens na Justiça.
Para eles, Jonathan de Jesus indicou em seu despacho levar em contza que a liquidação pode ser irreversível, mas destacando a autonomia regulatória do BC no setor financeiro. Mesmo assim, o ministro determinou a análise dos documentos para se assegurar de todos os procedimentos adotados.
O Banco Central decidiu entrar com recurso para questionar a decisão monocrática do ministro Jonathan de Jesus de determinar a inspeção e foi apoiado pelo setor financeiro. Até a análise do recurso, os técnicos do tribunal não poderão acessar os documentos da liquidação dentro do Banco Central.
O empresário Daniel Vorcaro teria ações na Venezuela e já teria investido cerca de US$ 150 milhões em poços de extração de petróleo nos últimos anos. Desde 2024, ele menciona a investidores e aliados seu envolvimento com a exploração petrolífera venezuelana. Agora, com a instabilidade na região após a captura de Maduro, o investimento de Vorcaro pode sofrer desvalorizações.
Apesar de deter algumas das maiores reservas de petróleo do mundo, o país latinoamericano enfrenta também sérios embargos internacionais, hiperinflação, instabilidade jurídica e incertezas políticas constantes.
Dono do banco Master, que está em processo de liquidação judicial, Vorcaro é conhecido por investimentos arriscados em setores como financeiro, imobiliário, de saúde e varejo. Atualmente, a previsão de especialistas é de que o setor petrolífero venezuelano deve ser impactado e linhas de negociação com o mercado árabe possam ser iniciadas.
O Banco Central (BC) contestou a decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) de inspecionar o órgão para investigar a liquidação do Banco Master. A instituição entrou com recurso para contestar a decisão monocrática do ministro Jhonatan de Jesus, relator do caso.
A inspeção foi autorizada pelo presidente do TCU, ministro Vital do Rêgo e tem o objetivo de avaliar as provas que levaram à decisão de liquidar o Master. O recurso apresentado pelo BC argumenta que decisões desta natureza devem ser tomadas de forma coletiva, através das Câmaras do tribunal, e não de maneira individual.
O Banco Central solicita que a proposta de inspeção seja submetida à Primeira Câmara do TCU. Dentre as decisões do órgão, estão julgamentos de contas, imputação de débitos e multas, análise de atos de admissão e aposentadoria, e fiscalização de obras e contratos.
Ontem (5), entidades do setor financeiro divulgaram uma carta em defesa da independência do Banco Central e afirmaram depositar plena confiança nas decisões técnicas da instituição monetária. Entre as organizações que assinaram o manifesto, estão a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a Associação Brasileira de Bancos (ABBC), a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs).
A Associação Nacional dos Auditores do Banco Central também se manifestou, e destacou que a ação cria um precedente que fragiliza os fundamentos da supervisão bancária e afeta a confiança na estabilidade do sistema financeiro.
O ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Jhonatan e Jesus deve acatar uma recomendação da área técnica da Corte e autorizar a realização de uma inspeção no Banco Central (BC). A apuração terá como foco os procedimentos adotados pelo órgão regulador em relação ao Banco Master.
O encaminhamento ocorre após técnicos do TCU apontarem falhas na documentação enviada pelo Banco Central. A nota técnica de 18 páginas remetida ao tribunal no último dia 29 não trouxe os documentos referentes à fiscalização realizada no Master. Conforme revelou o colunista Lauro Jardim, o BC alegou que esses materiais só poderiam ser analisados presencialmente, em um “local seguro”, na sede da instituição.
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O documento foi assinado por Ailton de Aquino, diretor de Fiscalização, e Renato Gomes, diretor de Reorganização do Sistema Financeiro. No texto, os dirigentes detalham as medidas adotadas até a liquidação extrajudicial do banco, ocorrida em 18 de novembro, além de apontarem novas irregularidades identificadas durante o processo de fiscalização.
A manifestação do Banco Central foi apresentada em resposta a um pedido feito pelo ministro Jhonatan e Jesus em 18 de dezembro. Na ocasião, ele solicitou os fundamentos que embasaram a decisão de liquidar extrajudicialmente o banco controlado pelo empresário Daniel Vorcaro.
O Ministério Público Federal (MPF) pediu à desembargadora federal Solange Salgado da Silva a reconsideração da decisão que revogou a prisão do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e de outros quatro executivos ligados à instituição financeira, na sexta-feira (28).
O procurador regional da República, Felício de Araújo Pontes Júnior, solicitou o restabelecimento da prisão dos cinco investigados na Operação Compliance Zero, que apura uma suposta fraude bilionária em carteiras de crédito negociadas pelo Banco Master. Os sócios da instituição haviam permanecido presos por 12 dias.
No pedido apresentado no sábado (29/11), o procurador apontou “altíssima probabilidade de fuga e de violação da ordem pública, além de possível destruição de provas, ocultação de recursos e bens ainda não apreendidos”.
Apontado pela Polícia Federal, o grupo nega qualquer tentativa de fuga.
Após revogar a prisão preventiva, a desembargadora determinou o cumprimento de medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica.
Segundo o procurador, porém, as medidas não seriam suficientes no caso concreto, porque os investigados teriam acesso “a sofisticados meios logísticos, financeiros e tecnológicos”.
“Os elementos dos autos revelam que a continuidade delitiva pode ser facilmente mantida por meios telemáticos e por intermédio de terceiros, apesar de quaisquer restrições formais; que a fuga do país pode ser executada em curtíssimo lapso temporal, à margem dos canais migratórios oficiais; e que a destruição de provas e a combinação de versões podem ser realizadas por meio de uma rede de laranjas, empregados, consultores e demais colaboradores que não se encontram submetidos a qualquer monitoramento”, afirmou o representante do MPF.
No último sábado (17), a Piscina Olímpica da Bahia, localizada na Avenida Bonocô, foi palco do Campeonato Baiano Máster de Inverno de Natação. A competição recebeu 220 atletas e registrou uma impressionante quebra de 36 recordes.
O grande destaque da competição foi o nadador José Luiz Sanches Jr., representante do Yacht Clube da Bahia (YCB), que conquistou os recordes Sul-Americano e Brasileiro na prova dos 50 metros livres, na categoria 40+. Sanches Jr. demonstrou um desempenho singular, deixando sua marca na história do esporte.
Além do recorde estabelecido por José Luiz Sanches Jr., outros 34 recordes foram quebrados por atletas com 25 anos ou mais, no âmbito estadual. As conquistas tornam o evento um marco significativo para as competições baianas da categoria Máster.
Esta etapa do Campeonato Baiano contou a realização de 16 provas, que se estenderam por aproximadamente 5 horas. Para tornar a tarde de competições ainda mais animada, o evento teve uma apresentação temática especial de São João, além da distribuição de diversos brindes para os participantes.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ivete Sangalo
"Tá tudo bem, tá, gente? Eu tomei um susto grande porque eu desmaiei, mas tá tudo bem, estou bem assistida. Mamãe tomou uma queda, virei criança de novo".
Disse a cantora Ivete Sangalo ao se pronunciar sobre seu estado de saúde nesta quarta-feira (25). A cantora afirmou que teve um quadro severo de infecção intestinal e, posteriormente, uma crise de diarreia. Por conta disso, ela teve uma desidratação e desmaiou.