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mastectomia
Uma importante mudança na legislação de saúde foi sancionada, garantindo agora o tratamento fisioterapêutico obrigatório para todos os pacientes submetidos à cirurgia de mastectomia (retirada da mama) devido ao câncer. A medida altera a Lei nº 9.797, de 1999, que até então previa apenas a cirurgia plástica reconstrutiva como direito.
O trecho do Diário Oficial publicado pela Vice-Presidência da República no exercício da Presidência confirma a inclusão da fisioterapia como parte essencial do processo de reabilitação. A nova lei entra em vigor 180 (cento e oitenta) dias após sua publicação oficial.
A alteração legislativa reconhece o papel fundamental da fisioterapia na recuperação pós-cirúrgica. A mastectomia, embora salvadora, frequentemente causa sequelas como o linfedema (inchaço crônico no braço), dor e redução da mobilidade do ombro, afetando a qualidade de vida do paciente.
Com a nova redação do Art. 1º, o direito ao tratamento fisioterapêutico é formalmente estabelecido. "Art. 1º As mulheres que sofrerem mutilação total ou parcial de mama (...) têm direito a cirurgia plástica reconstrutiva, bem como a tratamento fisioterapêutico, quando indicado pelo médico assistente e conforme regulamentação do Ministério da Saúde, para reabilitação e prevenção de complicações pós-tratamento."
Um ponto de destaque na nova lei é a sua abrangência. Embora o câncer de mama seja majoritariamente feminino, a incidência em homens existe. A legislação garante que o benefício não seja exclusivo das mulheres.
O Parágrafo único do novo texto legal determina: "O tratamento fisioterapêutico referido no caput deste artigo também será garantido aos homens submetidos a tratamento de câncer de mama."
Apesar da sanção, a assistência fisioterapêutica não será implementada de imediato. O Artigo 3º estabelece que a lei entra em vigor após 180 dias de sua publicação. Este período é necessário para que o Ministério da Saúde e as redes de saúde estaduais e municipais (principalmente o SUS) organizem e regulamentem a oferta dos serviços de reabilitação, assegurando que o tratamento esteja disponível em todo o território nacional.
Em alusão à campanha ‘Outubro Rosa’, a Secretaria Municipal de Sustentabilidade, Resiliência e Proteção Animal (Secis) promoverá um mutirão de mastectomia – procedimento importante para tratamento de câncer de mama em animais.
A edição do projeto vai contemplar 40 cadelas e/ou gatas para realizar a cirurgia de forma gratuita. Antes do procedimento, o animal vai receber um acompanhamento com consulta, eletrocardiograma, exames de imagem e sangue, castração e revisão do pós-operatório.
A seleção será EXCLUSIVAMENTE online e o interessado deve enviar obrigatoriamente para o e-mail [email protected] com as seguintes informações: imagens de tumor do animal; telefone para contato; foto do RG do tutor e comprovante de residência de Salvador. A pasta receberá e-mails a partir desta quarta-feira (4/10) até o preenchimento das 40 vagas.
A titular da pasta, Marcelle Moraes explica que a ação é inovadora com total preocupação em garantir qualidade de vida, saúde e bem-estar. “O câncer de mama é uma neoplasia que atinge também o mundo animal e o processo de cuidados requer a mesma atenção que os humanos. Estamos muito felizes em colocar uma prática essa ação pioneira no país e que sirva de exemplo para que outras capitais e cidades possam também executar essa ação. Será uma oportunidade de grande valia para tutores salvarem a vida dos seus anjos de quatro patas”.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.