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luma oliveira
A ex-modelo e atriz brasileira Luma de Oliveira se pronunciou, neste domingo (3), sobre o comentário feito pelo ex-marido, o empresário Eike Batista, com relação a nova geração, citando os próprios filhos. Em entrevista ao podcast da Revista Manchete, Eike se referiu aos filhos como “geração Fru Fru, floquinho de neve”.
Em publicação nas redes sociais, Luma, que é mãe de Thor e Olin Batista, filhos mais velhos do empresário, escreveu: “Infelizmente o tempo que ficou na prisão não o tornou menos arrogante e mais responsável. Depois de ter falido famílias, Eike Batista em recente podcast, desrespeita os filhos publicamente colocando-os na categoria ‘Fru-Fru’ e ‘Floquinho de Neve’. Realmente ouvir até hoje que o pai dele deu o ‘caminho do ouro’, não deve fazer nada bem para o equilíbrio mental dele", afirma.
Ao comentar sobre a prisão, Luma se refere as prisões e restrições de liberdade do empresário após acusações de corrupção e lavagem de dinheiro no ambito da Operação Lava-Jato, a partir de 2017.
Ainda sobre o comentário de Eike, a ex-atriz completa na legenda: “E conseguiu piorar : ‘eu tô vendo uma geração Fru Fru, floquinho de neve, inclusive meus filhos, MENOS OS MENORES’. Continua o discurso dizendo que esses fazem esporte e estudam idiomas. Que ele fica em cima. Provavelmente porque está impedido de viajar para fora do país, aí sobra um tempinho.”
A referência aos filhos mais novos diz respeito à Balder Batista, nascido em 2013, e da caçula Tyra Batista, nascida em 2022, frutos do relacionamento entre o ex-empresário com Flávia Sampaio.
“Quando os meus eram pequenos, Eike passava muito tempo fora, eu levava os meninos para as atividades. A maneira desrespeitosa de falar publicamente de dois rapazes sendo os próprios filhos, diz mais sobre ele do que dos filhos”. diz outro trecho do texto de Luma. Ela relembra ainda que os filhos mais velhos também se tornaram empresários e Olin passou a incluir Eike em seus negócios: “Até porque Thor trabalha há muito tempo independente e o Olin trabalha com o pai. Meus Deus… Lastimável… Não sei onde tudo isso vai parar”, completa.
A ex-modelo brasileira Luma Oliveira surge em uma troca de e-mails de Jeffrey Epstein, condenado por abuso e tráfico sexual nos Estados Unidos. A brasileira é uma das milhares de pessoas públicas citadas nos mais de 3 milhões de documentos do arquivo divulgado pelo Departamento de Justiça dos EUA sobre a investigação que condenou Epstein por comandar uma rede de exploração sexual.
Em agosto de 2012, o nome da brasileira aparece em uma troca de mensagens entre o magnata e o agente de modelos francês Jean-Luc Brunel. A mensagem faz parte do acervo divulgado em 30 de janeiro. Embora o contexto da conversa não fique explícito, Epstein questiona Brunel sobre uma antiga menção à brasileira.
“E a namorada de Eike Batista? Você mencionou isso”, escreveu o empresário. “Eu citei a Luma de Oliveira, ele era ou é casado com ela”, respondeu o francês. Brunel foi preso em 2020 como parte das investigações do caso, que envolvem acusações de estupro, agressão e assédio sexual. Ele foi encontrado morto em sua cela na prisão, em Paris, em 2022.
Na época do envio do e-mail, Luma Oliveira já estava separada de Eike Batista havia oito anos. Os dois mantiveram um relacionamento de 13 anos, entre 1991 e 2004. Não há evidências de encontros ou contato direto entre a brasileira e o empresário americano.
Os documentos também indicam que Epstein demonstrava interesse em modelos brasileiras. Os documentos relatam viagens ao Brasil em que Epstein mantinha contato com pessoas que forneciam garotas para prostituição, inclusive menores de idade.
Em 2016, ele teria negociado a compra de agências de modelos brasileiras para ter “acesso” às mulheres. “Isso envolveria ter acesso a todas as garotas, e você pode decidir o que fazer com elas”, diz um dos e-mails enviados por Ramsey Elkholy, com quem Epstein tratava das negociações.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.