Artigos
E se o maior erro das previsões eleitorais não estiver nas pesquisas, mas na forma como interpretamos o eleitor indeciso?
Multimídia
Mansur diz que candidatura feminina no PSOL deve ser decidida pelas mulheres
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
lillyscan
A farmacêutica Eli Lilly do Brasil lançou o LillyScan (scan.lilly.com/br), para apurar a veracidade do Mounjaro. A ferramenta de verificação on-line ajuda pacientes a confirmarem se o produto é falsificado ou não. De acordo com O GLOBO, a plataforma pode ser acessada através de um QR Code localizado na embalagem do produto (ao lado do número do lote e da data de validade).
O instrumento vai determinar se o número de série segue os padrões dos medicamentos fabricados pela Lilly e vendidos oficialmente no país.
“A saúde e a segurança do paciente são a principal prioridade da Lilly, e o LillyScan é mais uma iniciativa para combater produtos irregulares que representam um risco real à saúde das pessoas”, explicou o diretor Médico Sênior da Lilly Brasil, Luiz André Magno, por meio de comunicado.
Segundo a entidade, é necessário que o QR Code esteja claramente impresso e legível para permitir a verificação na ferramenta. Uma falsificação pode ser identificada se o código estiver borrado ou ilegível, ou caso não conste um QR Code.
O Mounjaro fabricado pela Lilly no Brasil é a única tirzepatida aprovada pela Anvisa para comercialização.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.