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leandro lehart
O cantor de pagode Leandro Lehart, vocalista do Art Popular, lançou um documentário para apresentar sua versão sobre a acusação de estupro pela qual foi condenado em 2022 a 9 anos e 7 meses de prisão.
Intitulado 'Socorro em Silêncio - entre fatos e narrativas', no documentário, o artista nega todas as acusações e apresenta prints como sua defesa, além de relatar o impacto do julgamento em sua vida.
Lehart contesta a versão apresentada pela vítima, com quem se relacionou em 2019.
"Seis versões da mesma história, mas nunca do meu jeito. Uma hora ela fala que saiu de madrugada, outra de manhã. Uma hora estávamos no quarto, outra fora do quarto. Uma hora era o banheiro do quarto, outra, o banheiro da casa. Uma hora ele coloca, a outra empurra, a outra ele golpeia. É a mesma história, mas não acontece do mesmo jeito... Ah, tem uma parte que não fecha também: uma hora eu estou deitado na cama, outra hora eu estou em pé, trancando ela. Ao mesmo tempo. As duas coisas, será que cabe no mesmo tempo e espaço?", questiona.
O pagodeiro também nega ter se relacionado com a mulher e afirma que ela insistiu em um romance com ele.
"Não existia um relacionamento. Existia uma expectativa criada por ela. E, quando percebi isso, me afastei para não alimentar algo que não era real. Mesmo assim, ainda houve contato, de forma distante, sem qualquer tipo de relação."
Segundo o artista, ele foi quem registrou um boletim de ocorrência primeiro, afirmando que estava sendo perseguido pela mulher.
"Ela me ligava, insistia, dizendo que iria tirar a própria vida. Foi quando comecei a ficar com medo. Por isso, registrei um boletim de ocorrência. O primeiro a procurar a Justiça com medo fui eu.”
No final de março, a 13ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu por unanimidade manter a condenação do artista em segunda instância.
O caso ainda cabe recurso no Superior Tribunal de Justiça (SJT).
O cantor Leandro Lehart, líder e vocalista do grupo Art Popular, sofreu uma derrota nos tribunais na ação envolvendo os crimes de estupro e cárcere, que teriam sido cometidos em 2019.
Por unanimidade, a 13ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a condenação do artista em segunda instância, e o pagodeiro teve pena fixada em 9 anos, 7 meses e 6 dias de prisão.
O caso ainda cabe recurso no Superior Tribunal de Justiça (SJT).
SOBRE O CASO
Lehart é acusado de estupro e cárcere privado por uma mulher que alega ter sido agredida sexualmente pelo artista após um encontro. Os dois se conheceram em 2017 e mantiveram relações consensuais, no entanto, no dia do encontro em que relatou ter sido abusada, em 2019, o ato aconteceu de forma não concensual.
A Justiça acolheu a versão da vítima, que teve a identidade revelada em uma entrevista para o 'Fantástico', com base em depoimentos e provas apresentadas durante toda a investigação.
Rita de Cássia Corrêa relatou ter sido submetida a situações degradantes e escatológicas, e contou ter sido trancada no banheiro da casa do artista. A defesa de Lehart alega que a relação entre o cantor e a mulher foi totalmente consensual.
O cantor foi condenado pela primeira vez em 2022. Na época, o pagodeiro conseguiu o direito de responder o processo em liberdade.
O cantor e compositor Leandro Lehart, ex-Art Popular, se pronunciou sobre as acusações de estupro e cárcere privado, que teve a pena de 9 anos mantida pela Justiça pelo caso. Por meio das redes sociais na última quinta-feira (26), Lehart afirmou estar sofrendo com todo processo há quase dois anos. O crime, de acordo com a vítima, aconteceu em 2019.
"Conforme prometido, estou aqui para poder esclarecer alguns fatos e o processo que venho sofrendo há mais ou menos uns dois anos. Estou aqui para abrir o meu coração, falar o que sinto e dar uma satisfação pública para os meus fãs e pessoas em geral. Que a gente possa discutir aqui a partir de agora dentro dos limites do segredo de Justiça, que tenho que respeitar", afirmou.
O pagodeiro diz estar sendo prejudicado com a forma com o que o processo tem sido conduzido e que não consegue acertar a vida e a carreira com a indefinição da Justiça.
"Quero falar da minha acusação. Não existe data. Pode ter acontecido no começo, meio ou final de outubro. Na última decisão, falam até que pode ter acontecido em novembro. Como que se constrói uma defesa sem uma data específica? Tenho agenda de shows, estúdio, minha família, eventos, dias que faço coisas diferentes... Se eu tivesse uma data, poderia trazer testemunhas e construir as minhas defesas de maneira honesta e justa."
Segundo Lehart, foi tirada dele a chance de produzir provas para provar a inocência dele com o fim do inquérito policial. O artista afirmou que sempre ajudou financeiramente a mulher que o acusa de estupro.
"A ONG que atua no caso queria saber as chamadas de Uber do meu celular no mês de outubro. Como o inquérito acabou precipitadamente, eu que tive que produzir as provas. Sabe o que os aplicativos mostraram? Que ela (suposta vítima) voltou duas vezes aqui. Alguém volta à cena de um crime tão horroroso duas vezes depois? Mas do que voltar, continua a conversar comigo no WhatsApp e me pediu ajuda financeira. Curiosamente, isso acaba virando na minha condenação um dinheiro para comprar o silêncio dela. Quem me pedia ajudava financeira era ela e eu ajudava. Assim como ajudo a muita gente. Quando falei que não ia mais ajudar porque a gente estava no meio de uma pandemia, ela fez um boletim de ocorrência."
No vídeo, Leandro ainda diz que a suposta vítima apresentou quatro versões diferentes do que teria acontecido no dia. "É óbvio que a palavra da vítima em crimes sexuais tem que ser levada séria. A palavra da vítima tem muito peso, mas precisa estar coerente com as outras provas".
O cantor afirmou que continuará buscando provar a inocência no caso. "Venho aqui expor a minha verdade e ao máximo que posso. Sou inocente e vou lutar até o fim dos meus dias pela minha inocência".
O cantor e compositor Leandro Lehart, ex-vocalista do grupo Art Popular, teve a pena de 9 anos, 7 meses e 6 dias de prisão em regime fechado, por estupro e cárcere privado, mantida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. A decisão, publicada no dia 16 de setembro, se tornou pública na quarta-feira (18).
Lehart foi condenado pela primeira vez em 2022. Na época, o pagodeiro conseguiu o direito de responder o processo em liberdade. De acordo com a vítima, o crime teria acontecido em 2019 após os dois se conhecerem pela internet.
A mulher relatou ter sido submetida a situações degradantes e escatológicas, e contou no relato ter sido trancada no banheiro da casa do artista. Em entrevista ao Fantástico, a moça falou sobre o trauma após o abuso.
“A minha vida hoje ela é feita de dores psicológicas, físicas, de limitações. Esse monstro que cometeu todas essas atrocidades comigo em uma noite”, contou ela que perdeu o emprego e tentou tirar a própria vida após o episódio.
A defesa de Lehart usou as redes sociais do artista para falar sobre o caso e informou que irá recorrer a decisão.
“Conforme noticiado hoje pela imprensa, em que pese voto do Relator absolvendo Leandro Lehart, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, por maioria, manteve a sentença de primeira instância. Os autos permanecem em segredo de justiça. A defesa segue certa da inocência e recorrerá, confiante de que a verdade será restabelecida, a tempo e modo, pelo Poder Judiciário.”
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Bacelar
"É a melhor que poderia ser construída".
Disse o deputado federal da Bahia, Bacelar (PV) ao avaliar a escolha do grupo governista em manter uma chapa “puro-sangue” para a disputa estadual deste ano. Em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na Rádio Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (25), o parlamentar alega que esta formação é “a melhor chapa que poderia ser construída”.