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O Projeto Afro-Moda em Rede, uma capacitação que habilitando jovens negras a atuar como empreendedoras digitais no segmento de moda, abriu inscrições para o segundo ciclo de formação e segue até o dia 16 de março.
Podem participar da seleção adolescentes e jovens mulheres com idade entre 16 e 24 anos, residentes em Salvador, que estejam cursando ou que já tenham concluído o ensino médio. As interessadas devem se inscrever através do link https://bit.ly/selecaoafromoda.
Os conteúdos da capacitação abordam temas sobre autoestima e empoderamento feminino, moda, planejamento financeiro, marketing, plano de negócios, fotografia digital, e-commerce, dentre outros.
As aulas são ministradas por profissionais de nível técnico e superior de diversas áreas do conhecimento, além de personalidades que atuam no campo da moda. As alunas ainda recebem materiais de apoio para utilizar durante a formação, a exemplo de um chip com pacote de dados para acesso à internet.
"O curso é incrível e está abrindo minha mente, meus olhos, permitindo que eu me conheça mais e me torne uma profissional melhor. É muito importante ver mulheres pretas ensinando e aprendendo. Isso é revolucionário", destaca Daiara Santos, participante da iniciativa.
O Projeto Afro-Moda em Rede é desenvolvido pelo Parque Social, através do edital da Fundação Banco do Brasil de fomento ao empreendedorismo e à emancipação social feminina em comunidades de baixa renda de Salvador, para a produção e gestão de conteúdos em mídias sociais, com foco no mercado da moda afro.
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Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"A entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar a aprovação da medida provisória 1357/2026, que revogou a chamada “taxa das blusinhas”. Segundo Alban, a medida representa um retrocesso econômico, cria uma condição de desigualdade para o setor produtivo brasileiro e pode colocar em risco mais de 100 mil empregos.