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jogo do vitoria
O Vila Nova tem bons números no Onésio Brasileiro Alvarenga na Série B de 2023. O estádio será palco do duelo contra o Vitória na próxima segunda-feira (10), às 20h, pela 16ª rodada da competição. Como mandante, a equipe treinada por Claudinei Oliveira ainda não foi derrotada.
Em sete jogos disputados em seus domínios, o Tigre acumula cinco vitórias e dois empates, com oito gols marcados e apenas um sofrido. O aproveitamento é de 80,95%, o segundo melhor da Série B. Apenas o Sport, que tem 100%, está melhor como mandante.
O Vila também se destaca por sua forte defesa. Ninguém na Série B sofreu menos gols do que o clube goiano nas 15 primeiras rodadas. A equipe foi vazada cinco vezes e não viu o adversário balançar as redes mais de uma vez em nenhuma partida.
"Temos sido bem consistentes na defesa. Acho que esse é o nosso segredo. Essa consistência defensiva, mas sem deixar de atacar o adversário. Esperamos que não aconteça oscilação. Que possamos manter o bom rendimento. No momento que houver oscilação, que tenhamos equilíbrio para reencontrar o caminho, não ter desconfiança e possamos seguir nosso caminho rumo ao objetivo maior, que é o acesso", disse Claudinei Oliveira, em entrevista coletiva nesta sexta-feira (7).
Com esse bom aproveitamento, o Tigre tentará quebrar um tabu histórico na segunda. Afinal, não vence o Vitória em Goiânia desde 1979. A partir de então, foram quatro jogos, com três vitórias rubro-negras e um empate.
"O Vitória é uma equipe muito qualificada. Está com um alto poder de investimento. Na janela agora, investiu pesado nas contratações. É uma equipe que mudou muito desde o início do campeonato. Não acompanhei tantos jogos, vi alguns, mas sei que é um equipe com jogo aéreo muito forte. Pode ser que mudem uma ou duas peças. Estamos estudando a equipe, sabendo que podem mudar um pouco. Temos que tomar cuidado para não sermos surpreendidos dentro de casa", concluiu Claudinei.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Manno Góes
"A festa baiana enfrenta hoje a forte concorrência de capitais como São Paulo. Consequentemente, os turistas de fora deixaram de vir com a mesma frequência, e o público atual tem sido sustentado pelo turismo interno, com moradores do interior da Bahia se deslocando para a capital".
Disse o músico e compositor Manno Góes analisou o atual cenário cultural da Bahia e fez reflexões sobre os desafios e a estagnação do Carnaval de Salvador, durante entrevista concedida ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador.