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Um terremoto de magnitude preliminar 7,1 atingiu a província de Kumamoto, no sul do Japão, nesta terça-feira (28). O tremor levou as autoridades japonesas a emitir alertas de emergência para sete prefeituras e um aviso de tsunami, segundo a Agência Meteorológica do Japão (AMJ).
#Sismo: de Magnitud de 6.8 a 5 km E de Uto, #Japon????????.
— ESPECIGEST (@ESPECIGEST) July 28, 2026
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??07:27:15 (UTC)
?????Imágenes de cómo se vivió el sismo.#EG #Georiesgos #Temblor #Terremoto #hoy #urgente #earthquake #quake #Jishin #SePreventivo #SeResiliente pic.twitter.com/daHbBPzZQe
Conforme o G1, a agência emitiu alerta de tsunami para ondas de até 1 metro (3,28 pés) na região afetada. O governo japonês decretou estado de emergência para as prefeituras de Kumamoto, Nagasaki, Kagoshima, Fukuoka, Saga, Oita e Miyazaki, todas localizadas na ilha de Kyushu.
Apesar da extensão dos alertas, nenhuma anormalidade foi registrada nas usinas nucleares do país, conforme informou o órgão regulador nuclear japonês.
O Centro de Alerta de Tsunamis do Pacífico dos Estados Unidos descartou risco de tsunami para o Havaí e para a Samoa Americana em decorrência do tremor.
A ousada candidatura de Keisuke Honda para assumir a seleção japonesa já provocou os primeiros desdobramentos nos bastidores do futebol do país. Eliminado pelo Brasil nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, na última segunda-feira (29), em Houston, o Japão ainda não iniciou oficialmente o debate sobre o próximo ciclo, mas a manifestação pública do ex-craque foi suficiente para colocá-lo no centro das atenções.
Horas após Honda declarar que aceitaria comandar a equipe nacional, a Federação Japonesa de Futebol se pronunciou pela primeira vez sobre o assunto. Sem alimentar especulações sobre uma possível saída de Hajime Moriyasu, o diretor técnico Masakuni Yamamoto fez questão de destacar a coragem do ex-meia ao se colocar à disposição para um dos cargos mais importantes do esporte japonês.
A resposta foi cautelosa, mas deixou evidente o respeito que Honda mantém dentro da estrutura da seleção. Para Yamamoto, o simples fato de um dos maiores nomes da história recente do futebol japonês demonstrar interesse em liderar o projeto esportivo do país já é algo a ser valorizado.
"Acredito que entusiasmo e determinação são muito importantes. Levamos muito a sério o que ele disse. Sinceramente, acredito que Honda seja uma pessoa muito talentosa. É positivo para o futebol japonês que ele tenha esse tipo de aspiração", afirmou.
Apesar dos elogios, a federação evitou transformar a declaração em qualquer tipo de sinalização para o futuro imediato. O dirigente reforçou que decisões sobre o comando técnico serão tomadas apenas após uma avaliação mais ampla do planejamento para os próximos anos.
"A próxima Copa do Mundo, a Copa da Ásia e a nomeação do treinador serão analisadas passo a passo, sob diversos aspectos. Não posso dar uma resposta definitiva neste momento, mas considero Honda um talento que espero ver perseguindo esse objetivo no futuro", completou.
A repercussão começou após uma publicação feita pelo próprio Honda na rede social X. Sem rodeios, o ex-jogador sugeriu que poderia assumir a seleção por apenas uma temporada e atrelar sua permanência ao resultado da próxima Copa da Ásia.
"Se a renovação do Moriyasu por um ano for apenas uma solução temporária porque vocês ainda não encontraram outro treinador, então me deem essa oportunidade. Se perdermos a Copa da Ásia, podem me demitir sem discussão. Estou pronto para esse desafio", escreveu.
A declaração ganhou ainda mais destaque por acontecer poucos dias após a eliminação japonesa para o Brasil no Mundial. Embora Moriyasu siga no cargo, a discussão sobre os próximos passos da seleção já começou, e o nome de Honda passou a integrar esse debate.
Aos 40 anos, o ex-meia ainda não possui uma carreira consolidada como treinador, apesar de ter sido um dos principais símbolos da geração que ajudou a elevar o patamar do futebol japonês no cenário internacional.
Apesar de não ter entrado em campo na derrota do Japão por 2 a 1 para o Brasil na última segunda-feira (29), o atacante Kento Shiogai virou o centro das atenções no confronto pelos 16 avos de final da Copa do Mundo. Antes de a bola rolar, declarações do jovem jogador minimizando o atual momento da Seleção Brasileira viralizaram na internet. Após o apito final, além de ter que lidar com atletas brasileiros tirando satisfação, Shiogai usou a ironia para rebater os ataques que recebeu nas redes sociais: "Eles devem ter muito tempo livre".
O atleta de 21 anos, que atua no Wolfsburg, da Alemanha, acabou sofrendo uma enxurrada de comentários hostis. Em entrevista ao portal Chunichi Sports, o japonês reconheceu o tamanho do impacto que suas falas ganharam durante o Mundial, mas fez pouco caso da reação dos torcedores.
“O impacto da Copa na minha vida? Basta olhar o meu Instagram”, ironizou Shiogai, emendando que os brasileiros têm o direito de se manifestar após o resultado. “Tudo bem. Eles devem ter muito tempo livre. Nós perdemos, então eles têm o direito de dizer o que quiserem, e eu não vou me retratar agora. Isso ainda não acabou. Acho que nunca mais serei tão criticado na minha vida, mas realmente não vou deixar as coisas terminarem assim”, concluiu o jogador, projetando uma volta por cima em um próximo Mundial.
RELEMBRE O CASO
A polêmica começou na véspera do jogo, quando jornalistas perguntaram a Shiogai qual era a primeira imagem que lhe vinha à cabeça ao pensar no futebol brasileiro. O atacante respondeu imediatamente o nome de Neymar, mas questionou o status atual da equipe canarinho.
“Antigamente o Brasil era forte, mas e agora? Tenho a imagem de que a França é forte, a Argentina também. Sobre o Brasil, não tenho ouvido falar muito ultimamente”, disparou na ocasião.
A resposta dentro de campo veio com a vitória brasileira de virada, por 2 a 1, nos minutos finais. Logo após o encerramento do jogo, ficou claro que as declarações do jovem não caíram bem no vestiário do Brasil: o atacante Matheus Cunha foi flagrado pela transmissão provocando o banco de reservas japonês ao exibir os cinco dedos da mão, uma referência direta ao pentacampeonato mundial.
A Seleção Brasileira ganhou uma preocupação para a sequência da Copa do Mundo de 2026. O meia Lucas Paquetá teve confirmada uma lesão muscular na região posterior da coxa esquerda após deixar a vitória por 2 a 1 sobre o Japão, na última segunda-feira (29), no NRG Stadium, em Houston.
O jogador foi substituído no intervalo da partida por Endrick. Inicialmente, a mudança poderia ser interpretada como uma opção tática de Carlo Ancelotti, mas Paquetá deixou o gramado com sinais de incômodo e passou por exames de imagem nesta terça-feira (30), que confirmaram o problema muscular.
Apesar de ter conseguido caminhar ao passar pela zona mista após a classificação brasileira, o meia virou dúvida para o próximo compromisso da Seleção. O Brasil aguarda o vencedor do confronto entre Costa do Marfim e Noruega para saber quem enfrentará nas oitavas de final.
Paquetá é uma das peças utilizadas por Ancelotti na articulação do meio-campo brasileiro. A ausência do jogador, caso seja confirmada, obrigará a comissão técnica a avaliar alternativas para a formação da equipe no próximo jogo eliminatório.
Internamente, a Seleção adota cautela. O curto intervalo entre partidas pesa na avaliação do departamento médico, que acompanhará diariamente a resposta do atleta ao tratamento.
A tendência é que Paquetá siga um protocolo intensivo de recuperação nos próximos dias. A presença do meia nas oitavas dependerá da evolução clínica e da liberação da equipe médica.
O caso aumenta a atenção sobre o estado físico do elenco brasileiro nesta fase da competição. O Brasil chega às oitavas após uma sequência de quatro jogos no Mundial, com três vitórias e um empate.
Confira o boletim médico divulgado pela CBF:
"O atleta Lucas Paquetá passou, nesta terça-feira, por exame de imagem que confirmou lesão muscular na região posterior da coxa esquerda. O jogador seguirá um protocolo de tratamento intensivo, acompanhado pela equipe médica da Seleção Brasileira, visando sua recuperação e retorno às atividades no menor tempo possível."
A vitória do Brasil por 2 a 1 sobre o Japão, na última segunda-feira (29), pela fase de 16 avos de final da Copa do Mundo de 2026, rendeu uma comemoração inusitada nas redes sociais. Após a classificação brasileira, viralizou um vídeo criado com inteligência artificial que mostra Carlo Ancelotti dançando ao som de “Ariga Tchan”, música do grupo baiano É o Tchan.
CLASSIFICADOS, DANÇA ANCELOTTI pic.twitter.com/75UYouM6oS
— desimpedidos (@desimpedidos) June 29, 2026
A montagem circulou entre torcedores depois da virada da Seleção Brasileira no NRG Stadium, em Houston. No vídeo, uma versão digital do treinador italiano aparece dançando a canção, em referência ao adversário japonês e à vitória que colocou o Brasil nas oitavas de final do Mundial.
O meme ganhou força justamente pelo trocadilho entre “arigatô”, expressão japonesa usada para agradecer, e o nome do grupo É o Tchan, um dos maiores símbolos da música baiana dos anos 1990. A brincadeira também se espalhou por causa do contraste com o perfil de Ancelotti, conhecido por uma postura mais discreta à beira do campo.
Dentro de campo, o Brasil precisou buscar a virada após sair atrás no placar. O Japão abriu o marcador, mas a equipe comandada por Ancelotti reagiu no segundo tempo e venceu por 2 a 1, garantindo vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo.
Nas redes sociais, a atuação da Seleção e o roteiro da partida renderam uma série de brincadeiras. O vídeo de Ancelotti dançando “Ariga Tchan” se tornou uma das publicações mais compartilhadas após a classificação, ao lado de memes sobre o susto brasileiro no primeiro tempo e o alívio com a virada.
A presença de uma música baiana no meme também chamou atenção de torcedores nordestinos. “Ariga Tchan” foi lançada pelo É o Tchan e mistura o estilo característico do grupo com referências sonoras e visuais ligadas ao Japão, o que ajudou a publicação a ganhar contexto após o duelo da Seleção contra os japoneses.
Com a vitória, o Brasil eliminou o Japão e avançou para as oitavas de final. O próximo adversário da Seleção sairá do confronto entre Costa do Marfim e Noruega, marcado para esta terça-feira (30), às 14h, no horário de Brasília.
A partida das oitavas será disputada no domingo (5), às 17h, no MetLife Stadium, em Nova Jersey.
Após vencer o Japão por 2 a 1, na última segunda-feira (29), no NRG Stadium, em Houston, e garantir vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, a Seleção Brasileira terá uma programação mais leve nos próximos dias.
A equipe comandada por Carlo Ancelotti se reapresentou nesta terça-feira (30), com treino marcado para as 11h, no horário de Brasília, no CT de Columbia Park, em Nova Jersey. A atividade foi aberta à imprensa por 15 minutos.
Depois do almoço, os jogadores receberão folga e só voltam a se apresentar no fim da tarde desta quarta-feira (1º). A pausa acontece após a sequência de jogos da fase de grupos e do primeiro compromisso eliminatório da Seleção no Mundial.
Além da programação, o departamento médico também será acompanhado nos próximos dias. Lucas Paquetá deixou o jogo contra o Japão no segundo tempo, substituído por Endrick, após sentir dores na parte posterior da coxa. O meia fará exames de imagem nesta quarta-feira para avaliar a gravidade do problema.
Casemiro também saiu de campo com incômodo, mas, de acordo com o médico da Seleção Brasileira, Rodrigo Lasmar, o volante não apresenta nenhum problema que preocupe a comissão técnica.
Outro nome monitorado é Raphinha. O atacante, que se machucou na partida contra o Haiti, segue em tratamento intensivo e será reavaliado nesta quarta-feira. A análise vai indicar se ele terá condições de ficar à disposição para o jogo das oitavas de final.
O próximo compromisso do Brasil será no domingo (5), às 17h, no horário de Brasília, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. A Seleção enfrentará o vencedor do confronto entre Costa do Marfim e Noruega, buscando uma vaga nas quartas de final da Copa do Mundo.
O Brasil avançou às oitavas depois de uma vitória de virada sobre o Japão. A equipe saiu atrás no placar, mas reagiu no segundo tempo com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli.
O gol de Casemiro na vitória da Seleção Brasileira sobre o Japão, nesta segunda-feira (29), foi celebrado intensamente pelos adeptos e, de forma especial, pela sua família na bancada em Houston, no Texas. A esposa do meio-campista, Anna Mariana Casemiro, compartilhou nas redes sociais a reação emocionante dos familiares ao verem o camisa 5 balançar as redes.
Através dos stories do Instagram, Anna Mariana partilhou imagens diretamente do Estádio nos Estados Unidos. O momento mais marcante do vídeo mostra a filha do casal, Sara, de 10 anos, a chorar de emoção logo após o golo de cabeça do pai, que garantiu o empate provisório do Brasil.
Veja abaixo:
O lance do gol brasileiro teve início com Vini Jr., que acionou Gabriel Magalhães pelo lado esquerdo. O defesa-central cruzou a bola para a área, e Casemiro, livre de marcação, cabeceou para vencer o goleiro japonês, deixando o marcador em 1 a 1.
Durante a comemoração, o médio chamou a atenção ao reproduzir o gesto do “six seven”, um meme que viralizou entre o público jovem e tem sido adotado por diversos atletas ao longo desta edição do Campeonato do Mundo.
A reviravolta do Brasil consolidou-se na etapa final da partida. Já nos descontos, Gabriel Martinelli marcou o segundo gol, garantindo a vitória por 2 a 1 e assegurando a classificação antecipada da Seleção Brasileira para os oitavos de final do Mundial.
Um trecho da novela “Chiquititas”, exibida pelo SBT em 2014, viralizou nas redes sociais após a vitória de virada do Brasil sobre o Japão, por 2 a 1, nesta segunda-feira (29), pela Copa do Mundo de 2026. A cena chamou atenção dos internautas pela semelhança com detalhes da partida que garantiu a Seleção Brasileira nas oitavas de final.
Na trama, as crianças do orfanato Raio de Luz se organizam para acompanhar um jogo entre Brasil e Japão, mas acabam perdendo parte da transmissão. Depois, descobrem pelo narrador que a Seleção venceu os japoneses por 2 a 1, também de virada. Confira abaixo:
A coincidência foi além do placar. Assim como aconteceu na partida real, o Japão saiu na frente, e o Brasil conseguiu marcar o gol da vitória nos minutos finais. O lance decisivo da Seleção Brasileira nesta segunda foi marcado por Gabriel Martinelli, já nos acréscimos.
O episódio voltou a repercutir após publicação da Netflix Brasil nas redes sociais. “SIM, CHIQUITITAS SEMPRE SOUBE. 2x1 de virada”, escreveu o perfil ao compartilhar o trecho da novela.
Dentro de campo, o Brasil saiu atrás no placar após gol de Kaishu Sano, aos 29 minutos do primeiro tempo. Na etapa final, Casemiro empatou de cabeça, aos 11 minutos, e Martinelli garantiu a virada brasileira nos acréscimos.
Com o resultado, a Seleção Brasileira avançou às oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O próximo adversário será Costa do Marfim ou Noruega, em confronto marcado para o domingo (5).
A Seleção Brasileira venceu o Japão por 2 a 1, de virada, na tarde desta segunda-feira (29), no NRG Stadium, em Houston, pela fase 16 avos de final da Copa do Mundo. O gol de empate, marcado por Casemiro, veio após o cruzamento do zagueiro Gabriel Magalhães, que comentou que a equipe precisava ter paciência para reverter o placar e assim foi feito na segunda etapa.
“Eu acho que a equipe está de parabéns pela forma como nos colocamos dentro de campo hoje. Obviamente, a gente enfrentou uma grande equipe, mas ali no primeiro tempo acabamos sofrendo um gol, mas sabíamos que tínhamos a possibilidade de virar o jogo, né? Então, era só a gente ter um pouco de calma ali na no terço final, e foi o que aconteceu. Depois disso, conseguimos fazer os dois gols da classificação”, analisou.
Agora a equipe de Carlo Ancelotti assistirá de camarote o jogo entre Costa do Marfim e Noruega, nesta terça-feira (30), às 14h (horário de Brasília), no AT&T Stadium, em Dallas, nos Estados Unidos.
Deste confronto, sai o adversário do Brasil nas oitavas de final. No próximo domingo (5), às 17h (horário de Brasília), a Seleção Brasileira enfrentará marfinenses ou noruegueses, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos, por uma vaga nas quartas de final da Copa do Mundo.
Autor do gol que iniciou a reação da Seleção Brasileira na vitória por 2 a 1 sobre o Japão, nesta segunda-feira (29), pelos 16 avos de final da Copa do Mundo 2026, Casemiro destacou a força mental da equipe para buscar a virada após sair atrás no placar.
Na zona mista, o volante afirmou que o principal mérito do Brasil foi manter a tranquilidade diante da forte marcação japonesa, que atuou com as linhas baixas durante boa parte da partida.
"Foi um jogo mental. O Japão fez o gol e ficou com um bloco muito baixo. A gente precisava ter paciência para movimentar a bola, abrir espaços na linha de cinco deles. A equipe está de parabéns por esse aspecto mental, por essa tranquilidade. Sabíamos que a oportunidade ia chegar", afirmou.
Casemiro também dividiu os méritos do gol de empate com Gabriel Magalhães, responsável pelo cruzamento para a cabeçada do volante.
"O mérito não é só meu. O Gabi colocou a bola perfeita para eu cabecear. Quando se marca, marcam todos, quando se sofre, sofrem todos", disse.
Questionado sobre o nervosismo durante a pressão brasileira, Casemiro explicou que a "tranquilidade" citada por ele não significava ausência de emoção, mas sim a capacidade de manter a posse de bola e circular o jogo até encontrar espaços.
"É claro que é um turbilhão de emoções dentro de campo. Mas essa paciência no futebol é rodar a bola de um lado para o outro, fazer a linha deles se movimentar. Conseguimos criar oportunidades e pressionar o tempo todo."
O volante também tranquilizou a torcida após deixar o gramado com dores. Segundo ele, o problema não preocupa. "Estou bem. Só senti um pouquinho de dor no abdômen, acho que foi uma cãibra, mas não é nada demais."
O gol de Casemiro contra o Japão, nesta segunda-feira (29), o colocou em uma lista importante. O volante agora está entre os jogadores mais velhos a balançar as redes pela Seleção Brasileira em Copas do Mundo.
Com 34 anos, 4 meses e 6 dias, o camisa 5 só fica atrás de Bebeto, que marcou com 34 anos, 4 meses e 18 dias na Copa do Mundo de 1998. Casemiro superou nomes como Thiago Silva, Nilton Santos e Garrincha. Com a entrada do volante, Sócrates deixou o top 5 histórico.
CONFIRA O RANKING DOS MAIS VELHOS A MARCAREM PELA SELEÇÃO EM COPAS:
- Bebeto: 34 anos, 4 meses e 18 dias (Brasil 3 x 2 Dinamarca – 1998)
- Casemiro: 34 anos, 4 meses e 6 dias (Brasil 2 x 1 Japão – 2026)
- Thiago Silva: 33 anos, 9 meses e 3 dias (Brasil 2 x 0 Sérvia – 2018)
- Nilton Santos: 33 anos e 24 dias (Brasil 3 x 0 Áustria – 1958)
- Garrincha: 32 anos, 8 meses e 14 dias (Brasil 2 x 0 Bulgária – 1966)
No calor da emoção ao garantir a classificação para as oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 nos minutos finais, o atacante Matheus Cunha alfinetou os japoneses após a vitória de virada do Brasil sobre o Japão por 2 a 1, na tarde desta segunda-feira (29).
A transmissão oficial da partida flagrou o camisa 9 em direção aos adversários dizendo: “Nós temos cinco! Respeita! Vocês são pequenos!”. Confira o momento abaixo:
Agora, a equipe comandada por Carlo Ancelotti assiste de camarote ao duelo entre Costa do Marfim e Noruega, partida válida também pela fase de 16 avos de final, que acontecerá nesta terça-feira (30), às 14h (horário de Brasília), no AT&T Stadium, em Dallas.
O vencedor deste confronto enfrentará a Seleção Brasileira nas oitavas de final. A partida decisiva será realizada no próximo domingo (5), às 17h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.
A Seleção Brasileira garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo ao vencer o Japão por 2 a 1, de virada, nesta segunda-feira (29). Após a partida, o técnico Carlo Ancelotti reconheceu as dificuldades enfrentadas pela equipe, sobretudo no primeiro tempo, e atribuiu parte dos problemas ao plano de jogo inicial.
"O que deu errado hoje foi o planejamento do primeiro tempo, que era infiltrar por dentro, não funcionou. Muito pela qualidade do Japão. Depois, mudamos para ter mais força na área e cruzamos mais", analisou.
O treinador também afirmou que o sofrimento durante a partida faz parte do futebol e destacou que manteve a confiança mesmo antes do gol da virada, marcado por Gabriel Martinelli.
"Não, eu sofri menos. Estava confiante. O time estava jogando bem. Depois do gol, tivemos dificuldades pela força do rival. É um time respeitável, muito bem organizado e perigoso. Os jogadores são fortes fisicamente. O time jogou. Não foi um time perdido como no primeiro tempo contra o Marrocos", declarou.
Ancelotti ainda explicou a opção por Martinelli durante o segundo tempo e ressaltou o impacto do atacante no desempenho ofensivo da equipe.
"Era para ter um jogador mais descansado. Ele tem muita intensidade. Ele ajudou muito a equipe marcando gol. Com ele, o Vini jogou mais aperto e foi muito perigoso", comentou.
Classificado, o Brasil agora aguarda o vencedor do confronto entre Costa do Marfim e Noruega, que será disputado nesta terça-feira (30). O duelo pelas oitavas de final está marcado para domingo, 5 de julho, às 17h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.
Brasil vira nos acréscimos com Martinelli, elimina o Japão e avança para as oitavas da Copa do Mundo
Brasil e Japão se enfrentaram na tarde desta segunda-feira (29), no NRG Stadium, em Houston, nos Estados Unidos, pela fase 16 avos de final. Em um primeiro tempo de poucos espaços, os japoneses foram mais efetivos e abriram o placar aos 28 minutos com Kaishu Sano, que ficou com a bola depois do passe errado de Danilo. O meia avançou pelo centro e bateu rasteiro de fora da área sem dar chances para Alisson.
Na segunda etapa, a Seleção Brasileira voltou com ímpeto para empatar o jogo. Com muita pressão e empurrando o Japão para trás, Casemiro deu um cabeceio certeiro para empatar aos nove minutos. Com mais volume e mais inspiração, o Brasil seguiu no ataque e criando jogadas de perigo. Tanto tentou que, nos acréscimos, Bruno Guimarães achou Gabriel Martinelli na área, que dominou e fez o gol da classificação.
Com o resultado de 2 a 1, a Seleção Brasileira segue viva e avança para a fase de oitavas de final. Agora o Brasil aguarda o vencedor do jogo entre Costa do Marfim e Noruega, disputado nesta terça-feira (30).
Em outubro de 2025, o Japão venceu o Brasil em um amistoso internacional. Naquele dia, a Seleção Brasileira fez 2 a 0, mas em uma remontada no segundo tempo, os japoneses aproveitaram as falhas da Canarinho e viraram para 3 a 2. Desta vez, foi o contrário, a Canarinho que venceu de virada.
Agora a equipe de Carlo Ancelotti assiste de camarote ao jogo entre Costa do Marfim e Noruega, partida também da fase 16 avos de final, que acontecerá nesta terça-feira (30), às 14h (horário de Brasília), no AT&T Stadium, em Dallas.
O vencedor deste confronto enfrenta a Seleção Brasileira nas oitavas de final. A partida vai ser realizada no próximo domingo (5), às 17h (horário de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, nos Estados Unidos.
O JOGO
Aos 12 minutos, Casemiro encontrou Matheus Cunha depois de um ótimo passe rasteiro pela faixa central do campo. O atacante dominou, girou bem e ajeitou para bater no cantinho de perna esquerda. O goleiro Suzuki teve de se esticar todo para jogar para o escanteio.
Boa chegada
Agora em jogada de escanteio, aos 13 minutos, a Seleção Brasileira fez uma boa jogada ensaiada onde Guimarães recebeu passe de Paquetá por dentro. O camisa 8 finalizou, mas a bola foi para fora.
Gol do Japão
Depois de recuperar a bola, Bruno Guimarães lançou para Danilo, que avançou livre pela direita, mas passou errado e Sano, que havia sofrido um amarelo duvidoso, tomou a posse, correu pelo meio e chutou bem de fora da área. Não deu outra: gol do Japão aos 28 minutos.
Brasil sem saídas
Depois do gol japonês, a Seleção Brasileira continuou mais com a posse, mas muito por conta do nervosismo, errou bastante nos três terços do campo. Casemiro foi o jogador que mais se destacou negativamente com uma sucessão de falhas. Aos 32’, Vini chutou de fora, mas Suzuki fez uma defesa tranquila. Aos 37’, Matheus Cunha também tentou de fora da área, mas o arqueiro fez nova defesa sem sustos.

Matheus Cunha e Kamada disputando a bola | Foto: Rafael Ribeiro/CBF
SEGUNDO TEMPO
Rayan deu um belo cruzamento para Douglas Santos na segunda trave, o lateral ajeitou, e Casemiro cabeceou na pequena área. Tomiyasu tira em cima da linha. O Brasil ficou muito próximo do empate aos oito minutos.
GOOOOOOOL DO BRASIIIL
Aos nove minutos, Vinícius Júnior tocou para o zagueiro Gabriel Magalhães, que fez um baita cruzamento para área. A bola encontrou Casemiro, que cabeceou para o fundo das redes, empatando para o Brasil.
Quase veio a virada com um golaço
Depois de receber um belo lançamento, Vini Jr. dominou já dando uma caneta no defensor e avançou pelo corredor esquerdo. Ele entrou na área, deu dois cortes e driblou mais um zagueiro. Na sequência, ele chutou de trivela, mas o goleiro Suzuki tirou a bola na ponta dos dedos aos 12 minutos.
FICHA TÉCNICA
Brasil 2x1 Japão
16 avos de final da Copa do Mundo
Local: NRG Stadium, em Houston, no Texas (EUA);
Data: 29/06/2026 (segunda-feira);
Horário: 14h (horário de Brasília);
Árbitro principal: Maurizio Mariani (ITA);
Assistentes: Daniele Bindoni (ITA) e Alberto Tegoni (ITA);
VAR: Não divulgado;
Onde assistir: SBT (TV aberta), Globo (TV aberta), Sportv (TV fechada), Cazé TV (Youtube) e GE TV (Youtube);
Gols: Sano aos 28’ do 1º tempo; Casemiro aos 9' e Martinelli aos 48' do 2º tempo
Cartões: Sano, Kamada e Junnosuke Suzuki [Japão] / Casemiro, Danilo [Brasil]
Brasil: Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro (Fabinho), Bruno Guimarães, Lucas Paquetá (Endrick) e Matheus Cunha; Rayan e Vinícius Júnior. Técnico: Carlo Ancelotti.
Japão: Suzuki; Taniguchi, Doan (Sugawara) e Maeda; Nakamura (Junnosuke Suzuki), Junya Ito, Kamada (Tanaka), Ueda e Hiroki Ito; Takehiro e Kaishu. Técnico: Hajime Moriyasu.
O torcedor de Salvador aposta em uma vitória controlada do Brasil contra o Japão, pela fase de 16 avos de final da Copa do Mundo. É o que aponta a 4ª rodada da pesquisa Hexatômetro, realizada pela Duplamente Inteligência de Mercado em parceria com o Bahia Notícias.
Segundo o levantamento, 41,5% dos entrevistados projetam um placar considerado pragmático, como 1 a 0 ou 2 a 0 para a Seleção Brasileira. Esse tipo de palpite lidera entre os soteropolitanos antes do início do mata-mata.
A possibilidade de uma vitória mais larga, por 3 a 0 ou mais, foi citada por 36% dos entrevistados. Já 18,5% apostam em empate, por 1 a 1 ou 0 a 0. Outros placares somam 4%.
O recorte por classe social mostra diferenças na expectativa. Entre as classes A e B, 78,3% apostam em placares mais contidos, como 1 a 0 ou 2 a 0. Já nas classes D e E, 46,7% projetam uma vitória por 3 a 0 ou mais.
A pesquisa ouviu 400 pessoas em Salvador nesta segunda-feira (29), antes do jogo Brasil x Japão, em Houston. A margem de erro é de cinco pontos percentuais, com 95% de confiança.
O Brasil está escalado para enfrentar o Japão, logo mais, às 14h, no horário de Brasília, pela fase de 16 avos de final da Copa do Mundo de 2026. A partida será disputada no NRG Stadium, em Houston, nos Estados Unidos.
Pela primeira vez desde que assumiu o comando da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti repetirá uma escalação. O treinador italiano manteve a mesma equipe que venceu a Escócia por 3 a 0, na última rodada do Grupo C.
Com isso, o Brasil vai a campo com Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro, Bruno Guimarães, Lucas Paquetá e Matheus Cunha; Rayan e Vinícius Jr.
Do outro lado, o Japão, comandado por Hajime Moriyasu, também está definido para o confronto eliminatório. A seleção japonesa começa a partida com Suzuki; Taniguchi, Doan e Maeda; Nakamura, Junya Ito, Kamada, Ueda e Hiroki Ito; Takehiro e Kaishu.
O duelo desta segunda-feira (29) será o segundo entre Brasil e Japão na história das Copas do Mundo. O primeiro aconteceu em 2006, na Alemanha, quando a Seleção Brasileira venceu por 4 a 1, ainda pela fase de grupos.
Quem avançar no confronto desta segunda segue para as oitavas de final da Copa do Mundo e aguarda o confronto entre Costa do Marfim e Noruega. Em caso de empate no tempo normal, a partida terá prorrogação e, se necessário, disputa por pênaltis.
Confira abaixo as escalações divulgadas pelas Seleções:


O torcedor de Salvador projeta o jogo entre Brasil e Japão, pela fase de 16-avos de finais da Copa do Mundo, que acontece nesta segunda-feira (29), em Houston, com sentimento predominante de recuperação em relação à Seleção Brasileira. É o que aponta a 4ª rodada da pesquisa Hexatômetro, realizada pela Duplamente Inteligência de Mercado nesta semana em parceria com o Bahia Notícias.
De acordo com o levantamento, 48,5% dos entrevistados afirmaram sentir alívio ou recuperação antes da partida eliminatória. O índice aparece após a vitória do Brasil sobre a Escócia, resultado que ajudou a reduzir o ceticismo registrado nas rodadas anteriores.
A confiança moderada foi citada por 31% dos entrevistados. Outros 15,5% disseram manter ceticismo tático em relação à Seleção Brasileira, enquanto 5% afirmaram estar indiferentes ao momento da equipe.
Segundo o relatório, o sentimento de alívio aparece com maior concentração nas classes C, D e E. Já o ceticismo tático tem maior presença entre entrevistados das classes A e B.
A pesquisa ouviu 400 moradores de Salvador nesta segunda-feira, antes do jogo Brasil x Japão. A margem de erro é de cinco pontos percentuais, com 95% de confiança.
A TV Globo lidera a preferência dos torcedores de Salvador para acompanhar o jogo entre Brasil e Japão, pelas oitavas de final da Copa do Mundo. É o que aponta a 4ª rodada da pesquisa Hexatômetro, realizada pela Duplamente Inteligência de Mercado nesta semana, em parceria com o Bahia Notícias.
Segundo o levantamento, 59,5% dos entrevistados pretendem assistir à partida pela TV Globo, em sinal aberto. A CazéTV, transmitida pelo YouTube e pela Twitch, aparece em segundo lugar, com 21,5% da preferência geral.
A pesquisa mostra, porém, uma diferença importante no recorte por idade. Entre os jovens de 16 a 34 anos, a CazéTV alcança 43,3% da preferência e aparece como principal plataforma desse público.
O SBT foi citado por 14% dos entrevistados, enquanto Sportv e canais fechados somam 5%. De acordo com o levantamento, a Globo tem maior força entre pessoas acima de 35 anos, mulheres e entrevistados das classes C, D e E. Já os canais fechados aparecem mais concentrados nas classes A e B1.
A pesquisa ouviu 400 pessoas em Salvador nesta segunda-feira (29), antes do confronto eliminatório entre Brasil e Japão, no NRG Stadium, em Houston, às 14h (de Brasília) pela fase de 16-avos de finais. A margem de erro é de cinco pontos percentuais, com 95% de confiança.
A maioria dos torcedores de Salvador pretende assistir ao jogo entre Brasil e Japão, pela fase de 16-avos de final da Copa do Mundo, em casa. É o que aponta a 4ª rodada da pesquisa Hexatômetro, realizada pela Duplamente Inteligência de Mercado em parceria com o Bahia Notícias.
Segundo o levantamento, 61% dos entrevistados disseram que vão acompanhar a partida no ambiente doméstico. A escolha aparece como principal opção em meio à rotina de dia útil e ao horário de circulação na cidade.
Os barzinhos e espetinhos de bairro foram citados por 24% dos entrevistados. Já as grandes festas e arenas privadas aparecem com 15% da preferência.
O recorte por gênero mostra uma diferença no comportamento do público. Entre as mulheres, 67,8% afirmaram que vão assistir à partida em casa. Entre os homens, há maior presença nos bares e espetinhos, opção citada por 34,4% do público masculino.
A pesquisa ouviu 400 pessoas em Salvador nesta segunda-feira (29), antes do jogo eliminatório entre Brasil e Japão, em Houston. A margem de erro é de cinco pontos percentuais, com 95% de confiança.
O Japão terá um desfalque importante para enfrentar o Brasil nesta segunda-feira (29), pela fase de 16 avos de final da Copa do Mundo de 2026. Takefusa Kubo, um dos principais nomes da seleção japonesa, está oficialmente fora da partida marcada para as 14h, no horário de Brasília, no NRG Stadium, em Houston, nos Estados Unidos.
O meia-atacante da Real Sociedad ainda se recupera de uma lesão no joelho esquerdo sofrida na estreia japonesa no Mundial, no empate por 2 a 2 contra a Holanda. Desde então, Kubo não voltou a atuar e ficou fora dos jogos contra Tunísia e Suécia, pela sequência do Grupo F.
A ausência foi confirmada pelo técnico Hajime Moriyasu. De acordo com o treinador, o jogador ainda não reúne condições de ser utilizado contra a Seleção Brasileira.
"Desejamos sinceramente que ele se recupere rapidamente, e ele também", afirmou Moriyasu.
Na preparação para o confronto, Kubo seguiu trabalhando separado do restante do elenco. Durante a atividade em Houston, nos 15 minutos liberados para a imprensa, o jogador realizou apenas exercícios individuais e apresentou limitações em movimentos de agilidade.
A baixa ocorre no primeiro jogo eliminatório do Japão nesta Copa. Revelado pelo Barcelona e consolidado como um dos destaques da Real Sociedad, Kubo é considerado uma das principais referências técnicas da equipe japonesa, principalmente pela capacidade de criação no último terço do campo.
Mesmo sem o camisa 10, Moriyasu demonstrou confiança no grupo. O Japão avançou ao mata-mata sem Kubo nas duas últimas rodadas da fase de grupos, após golear a Tunísia por 4 a 0 e empatar com a Suécia por 1 a 1.
O treinador também citou o crescimento recente da seleção japonesa e relembrou a vitória por 3 a 2 sobre o Brasil em amistoso disputado em 2025. O resultado foi o primeiro triunfo do Japão sobre a Seleção Brasileira na história.
A partida desta segunda-feira terá caráter eliminatório. Quem vencer avança às oitavas de final da Copa do Mundo. Em caso de empate no tempo normal, o confronto seguirá para a prorrogação e, se necessário, para a disputa por pênaltis.
O Brasil chegou ao mata-mata como líder do Grupo C, após empate com Marrocos e vitórias sobre Haiti e Escócia. Já o Japão terminou em segundo no Grupo F, atrás da Holanda.
Após o Canadá se consagrar como o primeiro classificado para as oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, ocorre nesta segunda-feira (29) o segundo dia de mata-mata da competição. A Seleção Brasileira puxa a fila das decisões logo no primeiro horário, às 14h, enfrentando o Japão no NRG Stadium, em Houston, nos Estados Unidos.
Mais tarde, às 17h30, a Alemanha entra em campo para medir forças contra o Paraguai, em um duelo eletrizante no Estádio de Boston. Fechando o dia de grandes confrontos, a Holanda enfrenta a seleção de Marrocos às 22h, no Estádio de Monterrey, em território mexicano.
CONFIRA OS HORÁRIOS E ONDE ASSISTIR AOS JOGOS DESTA SEGUNDA-FEIRA (29)
14h - Brasil x Japão
Local: NRG Stadium, Houston (EUA)
Transmissão: TV Globo, SporTV, Globoplay, geTV, SBT, NSports e CazéTV
17h30 - Alemanha x Paraguai
Local: Estádio de Boston, Boston (EUA)
Transmissão: TV Globo, SporTV, Globoplay, geTV, SBT, NSports e CazéTV
22h - Holanda x Marrocos
Local: Estádio BBVA, Monterrey (México)
Transmissão: CazéTV
RESULTADOS DESTE DOMINGO (28)
África do Sul 0 x 1 Canadá (Oitavas de final)
Na segunda fase da Copa, Brasil e Japão se enfrentam nesta segunda-feira (29), às 14h (de Brasília), no NRG Stadium, em Houston, nos Estados Unidos, em duelo válido pelos 16 avos de final da Copa do Mundo.
Quem avançar garantirá vaga nas oitavas de final e enfrentará o vencedor do confronto entre Costa do Marfim e Noruega, disputado na terça-feira (30), às 14h.
A Seleção Brasileira chega à fase eliminatória sem derrotas e na liderança do Grupo C, com sete pontos. Na campanha da primeira fase, empatou por 1 a 1 com Marrocos e venceu Haiti e Escócia, ambos por 3 a 0.
O Japão também mantém a invencibilidade no torneio. A equipe terminou na segunda colocação do Grupo F, com cinco pontos, após empatar por 2 a 2 com a Holanda e por 1 a 1 com a Suécia, além de golear a Tunísia por 4 a 0.
Caso a igualdade do placar permaneça ao fim dos 90 minutos, a partida será disputada na prorrogação, com dois tempos de 15 minutos. Persistindo o empate, a vaga será decidida na disputa por pênaltis.
Para o confronto, o técnico Carlo Ancelotti deve manter a escalação utilizada na vitória sobre a Escócia. O único desfalque brasileiro é Raphinha, que segue em recuperação de uma lesão muscular.
Pelo lado japonês, o treinador Hajime Moriyasu não confirmou a formação inicial, mas a tendência é que preserve a base da equipe que atuou durante a fase de grupos.
FICHA TÉCNICA
Brasil x Japão
16 avos de final da Copa do Mundo
Local: NRG Stadium, em Houston, no Texas (EUA);
Data: 29/06/2026 (segunda-feira);
Horário: 14h (horário de Brasília);
Árbitro principal: Maurizio Mariani (ITA);
Assistentes: Daniele Bindoni (ITA) e Alberto Tegoni (ITA);
VAR: Não divulgado;
Onde assistir: SBT (TV aberta), Globo (TV aberta), Sportv (TV fechada), Cazé TV (Youtube) e GE TV (Youtube);
Brasil: Alisson; Danilo, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro, Bruno Guimarães, Lucas Paquetá; Rayan, Matheus Cunha e Vinicius Júnior. Técnico: Carlo Ancelotti.
Japão: Zion Suzuki; Takehiro Tomiyasu, Shogo Taniguchi (Ko Itakura) e Hiroki Ito; Keito Nakamura, Ao Tanaka, Kaishu Sano e Ritsu Doan; Daizen Maeda e Daichi Kamada; Ayase Ueda. Técnico: Hajime Moriyasu.
Às vésperas do confronto contra o Brasil pela Copa do Mundo, o atacante Kento Shiogai revelou qual foi o primeiro nome que lhe veio à mente ao ser questionado sobre a seleção brasileira. Em entrevista à imprensa japonesa, o jogador respondeu de forma imediata: "Neymar".
Segundo Shiogai, o camisa 10 do Santos é a principal referência quando pensa na equipe brasileira, embora tenha reconhecido a força do elenco comandado por Carlo Ancelotti.
"Eles continuam sendo uma seleção muito forte. Dá até para pensar: 'esse confronto já nos 16 avos de final?'. Mas queremos derrotar o Brasil aqui e pegar embalo para a sequência do torneio", afirmou.
Ao comentar as equipes que mais o impressionaram nesta edição da Copa do Mundo, o atacante destacou França e Argentina e fez uma observação sobre o momento da Seleção Brasileira. "A França passa a impressão de ser muito forte. E também a Argentina. Do Brasil, ultimamente, não se ouve falar tanto", avaliou.
Mesmo diante de uma das seleções mais tradicionais do futebol mundial, Shiogai afirmou que o Japão chega confiante para o confronto e busca avançar na competição com uma vitória sobre a Canarinho.
O tão esperado confronto entre Brasil e Japão vai acontecer na próxima segunda-feira (29), às 14h (horário de Brasília), no NRG Stadium, em Houston, nos Estados Unidos, pela fase 16 avos de final da Copa do Mundo.
A Seleção Brasileira realizou nesta sexta-feira (26) o primeiro treinamento voltado para o confronto contra o Japão, válido pela segunda fase da Copa do Mundo. A atividade, comandada pelo técnico Carlo Ancelotti, ocorreu após a folga concedida ao elenco na quinta-feira (25).
??Sem oito titulares, Seleção Brasileira inicia preparação para duelo contra o Japão na Copa do Mundo
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) June 26, 2026
Confira?? pic.twitter.com/Z9L6JGou1N
Como parte do planejamento da comissão técnica, a maior parte dos jogadores que iniciou a vitória sobre a Escócia permaneceu em trabalho regenerativo. Apenas Vini Jr., Rayan e Douglas Santos, entre os titulares da última partida, participaram das atividades no gramado.
Não foram a campo o goleiro Alisson, o lateral Danilo, os zagueiros Marquinhos e Gabriel Magalhães, além dos meio-campistas Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá e do atacante Matheus Cunha. A ausência faz parte do controle de carga física adotado nas 48 horas seguintes aos jogos e não representa preocupação para a sequência da competição.
Antes do início do treino, o atacante Igor Thiago foi homenageado pelos companheiros com um tradicional corredor polonês em comemoração ao seu aniversário.
O Brasil chega ao mata-mata após empatar com o Marrocos na estreia e vencer Haiti e Escócia por 3 a 0 nas duas rodadas seguintes.
O confronto diante do Japão está marcado para a próxima segunda-feira (29), às 14h (de Brasília), no NRG Stadium, em Houston, e vale uma vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo. Caso passe da seleção japonesa, a Canarinho enfrenta Costa do Marfim ou Noruega, que se enfrentam na terça-feira (30), às 14h (horário de Brasília).
Brasil e Japão voltarão a se enfrentar em uma Copa do Mundo. O duelo da próxima segunda-feira (29), às 14h, no horário de Brasília, em Houston, será o segundo entre as seleções na história do torneio e o primeiro em uma fase eliminatória.
O confronto será válido pelos 16 avos de final da Copa do Mundo FIFA 2026, edição que marca a estreia do formato com 48 seleções. O Brasil avançou como líder do Grupo C, enquanto o Japão terminou em segundo lugar no Grupo F.
A única partida anterior entre brasileiros e japoneses em Mundiais aconteceu há 20 anos, na Copa de 2006, disputada na Alemanha. O jogo foi realizado no dia 22 de junho, pela terceira rodada da fase de grupos, no estádio de Dortmund, atual Signal Iduna Park, casa do Borussia Dortmund, diante de 65 mil torcedores.
Naquela ocasião, o Brasil já estava classificado para as oitavas de final. Por isso, o técnico Carlos Alberto Parreira promoveu mudanças na equipe titular e deu oportunidade a jogadores que vinham com menos minutos. Cicinho, Gilberto, Juninho Pernambucano e Robinho começaram jogando. Cafu, Roberto Carlos, Zé Roberto e Adriano ficaram no banco.
Mesmo com as alterações, a Seleção Brasileira venceu por 4 a 1. O Japão abriu o placar aos 34 minutos, com Keiji Tamada. O empate veio ainda no primeiro tempo, com Ronaldo, aos 45 minutos. Na etapa final, Juninho Pernambucano, Gilberto e novamente Ronaldo completaram o placar.
O Brasil iniciou aquela partida com Dida; Cicinho, Lúcio, Juan e Gilberto; Gilberto Silva, Juninho Pernambucano, Kaká e Ronaldinho Gaúcho; Robinho e Ronaldo. Durante o jogo, entraram Rogério Ceni, Ricardinho e Zé Roberto.

Foto: Divulgação / CBF
A vitória sobre o Japão fechou a campanha brasileira na fase de grupos com 100% de aproveitamento. Na sequência, o Brasil venceu Gana por 3 a 0 nas oitavas de final, em jogo no qual Ronaldo se tornou o maior artilheiro da história das Copas até aquele momento. A eliminação veio nas quartas, com derrota por 1 a 0 para a França, de Zinedine Zidane.
No retrospecto geral entre as seleções, Brasil e Japão já se enfrentaram 14 vezes. São 11 vitórias brasileiras, dois empates e uma vitória japonesa. O primeiro triunfo do Japão sobre a Seleção ocorreu em 2025, em amistoso internacional, quando os japoneses venceram de virada por 3 a 2.
Em competições oficiais, foram quatro encontros: três pela Copa das Confederações e um pela Copa do Mundo. Nesse recorte, o Brasil soma duas vitórias e dois empates.
Agora, as seleções voltam a se encontrar em um cenário diferente. Em 2006, o duelo aconteceu na fase de grupos, com o Brasil já classificado. Em 2026, a partida será eliminatória: quem vencer segue na Copa, quem perder deixa a competição.
O jogo entre Brasil e Japão será disputado no NRG Stadium, em Houston, nos Estados Unidos. A Seleção Brasileira chega ao mata-mata após empate com Marrocos e vitórias sobre Haiti e Escócia.
A Seleção Brasileira conheceu na noite desta quinta-feira (25), seu adversário na fase de 16-avos de final da Copa do Mundo de 2026. Os comandados de Carlo Ancelotti encaram o Japão em jogo único, na próxima segunda-feira (29), às 14h.
Os samurais azuis ficaram apenas no empate frente à Suécia e terminaram em segundo lugar do Grupo F, com cinco pontos. A Holanda, que terminou em primeiro, com sete pontos conquistados ao vencer a Tunísia também nesta quinta (25), enfrenta o Marrocos.
Essa será a segunda vez que Brasil e Japão se enfrentam em Copas do Mundo. A primeira aconteceu em 2006, quando a Seleção venceu por 4 a 1, com gols de Ronaldo (2), Juninho Pernambucano e Gilberto. Tamada marcou para o Japão.
Em outubro de 2025 os asiáticos venceram a Seleção pela primeira vez na história em um amistoso em Tóquio por 3 a 2.
Confira o retrospecto geral do confronto:
- 14 jogos
- 11 vitórias do Brasil
- 2 empates
- 1 vitória do Japão
Em competições oficiais são quatro jogos: três em Copas das Confederações e um em Copa do Mundo. Foram dois empates e duas vitórias do Brasil.
A Copa do Mundo de 2026 teve mais um dia completo no último sábado (20). Após a goleada dos Países Baixos sobre a Suécia por 5 a 1 e a vitória da Alemanha sobre a Costa do Marfim por 2 a 1, Equador e Curaçao empataram por 0 a 0, enquanto o Japão venceu a Tunísia por 4 a 0 com gols de Kamada, dois de Ueda e Ito.
No duelo entre equatorianos e curaçaenses, o grande destaque foi o goleiro Eloy Room, que fez 15 defesas e estabeleceu um recorde em jogos de 90 minutos de Copa do Mundo, garantindo também o primeiro ponto de Curaçao, estreante na competição.
Com o resultado, o Equador ocupa a terceira posição do grupo E, com um ponto, e precisa vencer a já classificada Alemanha na última rodada para seguir no mata-mata. O confronto decisivo será na quinta-feira (25), às 17h (de Brasília), no MetLife Stadium, em Nova Jersey. No mesmo horário, Curaçao enfrenta a Costa do Marfim, na Filadélfia, também sonhando com a classificação.
Já no Grupo F, o Japão chegou aos quatro pontos e se igualou aos Países Baixos, na liderança. Suécia, com três e Tunísia, com zero, completam a chave.
Poucas expressões conseguiram atravessar fronteiras estaduais e ganhar o Brasil com tanta força quanto o tradicional "lá ele". Nascida na Bahia e usada como resposta imediata para frases de duplo sentido, a expressão se transformou em um fenômeno nacional nos últimos anos, aparecendo em programas de televisão, redes sociais e até em campanhas publicitárias.
Mas quem pensa que o "lá ele" é um patrimônio exclusivamente baiano talvez precise olhar com mais atenção para a Copa do Mundo de 2026.
Alguns jogadores espalhados pelos gramados dos Estados Unidos, México e Canadá, carregam nomes que, ao menos para os ouvidos brasileiros — especialmente os baianos — podem despertar reações automáticas e arrancar algumas risadas.
Pensando nesse contexto, o Bahia Notícias reuniu alguns dos principais candidatos ao prêmio informal de nome mais perigoso da Copa e montou a "Seleção do Lá Ele" pra você se divertir. Confira alguns dos nomes famosos abaixo:
Sugawara (Japão)
Conhecido pela intensidade e pela capacidade de apoiar o ataque, o lateral-direito da seleção japonesa atua atualmente pelo Southampton FC, da Inglaterra. Aos 25 anos, é um dos principais nomes da renovação do Japão e ganhou espaço após se destacar pelo AZ Alkmaar, dos Países Baixos.

Foto: Divulgação / Southampton
Jeremy Doku (Bélgica)
Velocidade, habilidade e capacidade de quebrar linhas fazem dele uma peça importante da seleção comandada por Domenico Tedesco. Doku é um dos principais dribladores do futebol europeu, atuando com a camisa do Manchester City. Revelado pelo Anderlecht, ele chega à Copa como uma das armas ofensivas da Bélgica.

Foto: Divulgação / Manchester City
Khuliso Mudau (África do Sul)
O lateral-direito sul-africano defende o Mamelodi Sundowns, equipe que domina o futebol de seu país há várias temporadas e deu seu cartão postal disputando a Copa do Mundo de Clubes, em 2025. Experiente, Khuliso é presença constante na seleção e um dos líderes do elenco.

Apesar do duplo sentido, Khuliso Mudau utiliza apenas o segundo nome atrás do seu uniforme | Foto: Reprodução / Globo
Bilal El Khannouss (Marrocos)
Uma das maiores promessas do futebol marroquino, Bilal El Khannouss atua pelo Stuttgart, da Alemanha. Aos 21 anos, já disputou Copa do Mundo, Copa Africana de Nações e se consolidou como um dos principais articuladores da seleção marroquina.

Bilal utiliza apenas o segundo nome, El Khannouss, atrás do seu uniforme | Foto: Divulgação
Sherel Floranus (Curaçao)
O defensor de Curaçao joga atualmente no PEC Zwolle e é um dos atletas mais experientes da seleção caribenha. Floranus carrega passagens por clubes da Holanda e da Rússia.

Foto: Divulgação
Ali Maamar (Marrocos)
Companheiro de seleção de Bilal El Khannouss, Ali Maamar atua no futebol belga, pelo Anderlecht, e integra a nova geração marroquina. Jovem, versátil e com projeção para os próximos ciclos da seleção africana.

Foto: Instagram / @maamar.ali
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve se encontrar com a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, em reunião paralela à 52ª cúpula do G7 que ocorre na cidade de Évian-les-Bains, na França, a partir desta segunda-feira (15). Informações da Folha de S. Paulo apontam que os líderes devem tratar do início das negociações de um acordo entre o país asiático e o Mercosul.
À reportagem, membros do Itamaraty afirmaram que há disposição das autoridades japonesas nesse sentido. A Embaixada do Japão em Brasília declarou que pondera as diferentes opiniões em relação a um possível acordo e que vai "continuar considerando como fortalecer a relação com o Mercosul enquanto leva em consideração esses pontos de vista".
A reunião será a primeira de Lula com Takaichi, que foi eleita em outubro do ano passado, tornando-se a primeira mulher a ocupar o cargo na história do país. A última vez que o brasileiro se encontrou com uma autoridade japonesa foi em março de 2025, quando fez uma visita de Estado a Tóquio e se reuniu com o então premiê Shigeru Ishiba.
Além disso, essa será a décima participação do brasileiro no encontro das sete maiores economias do mundo (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, Itália, Japão, Reino Unido e França).
Na oportunidade, Lula também deve se encontrar com o presidente da França, Emmanuel Macron, e tentar conseguir uma reunião com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Com o americano, Lula deve tentar impedir a implementação de novas tarifas contra o Brasil. Uma delas, de 12,5%, pode ser aplicada em decorrência de suposta prática comercial desleal, e a outra, de 25%, por suposto trabalho forçado. Ambas foram anunciadas em maio após investigação do governo americano.
A Suécia iniciou sua caminhada na Copa do Mundo de 2026 com uma goleada. Neste domingo (14), a Seleção Sueca goleou a Tunísia por 5 a 1 no Estádio El Gigante de Acero, em Monterrey, no México, e assumiu a liderança isolada do Grupo F.
O principal personagem da partida foi o volante Yasin Ayari. Filho de tunisiano e dono de dupla nacionalidade, o jogador marcou dois gols diante do país de origem de seu pai e optou por não comemorar o primeiro deles.

Foto: X / @brfootball
A equipe sueca abriu o placar logo aos sete minutos. Isak recebeu lançamento longo, a defesa tunisiana afastou parcialmente e a bola sobrou para Gyökeres, que driblou o goleiro antes de finalizar. Após corte quase em cima da linha, Ayari aproveitou o rebote e marcou o primeiro gol do confronto.
A superioridade sueca continuou durante a primeira etapa. Aos 29 minutos, Isak recebeu passe de Gyökeres, avançou em velocidade e finalizou rasteiro para ampliar a vantagem.
A Tunísia conseguiu diminuir antes do intervalo. Aos 42 minutos, Hannibal cruzou para o zagueiro Rekik cabecear para as redes e recolocar os africanos na partida.
Qualquer expectativa de reação tunisiana, porém, durou pouco. Aos 14 minutos do segundo tempo, o capitão Skhiri perdeu a posse de bola para Isak, que iniciou a jogada do terceiro gol. Gyökeres recebeu e finalizou na saída do goleiro para ampliar o marcador.
Com a vantagem construída, a Suécia passou a controlar a posse de bola e encontrou espaços para transformar a vitória em goleada. Aos 41 minutos, Svanberg marcou o quarto gol após revisão do VAR, que corrigiu a marcação inicial de impedimento.
Já nos acréscimos, Ayari voltou a aparecer. O volante finalizou colocado e fechou o placar em 5 a 1, consolidando a melhor atuação individual da primeira rodada do Grupo G.
Além dos dois gols de Ayari, Isak e Gyökeres, craques de Liverpool e Arsenal, respectivamente, também tiveram participação decisiva no resultado, contribuindo diretamente para quatro dos cinco gols suecos.
Com a vitória, a Suécia assume a liderança do grupo com três pontos. Holanda e Japão aparecem logo atrás, ambos com um ponto após empatarem por 1 a 1 na estreia. A Tunísia ocupa a última posição da chave.
Veja abaixo a classificação do Grupo F, com dados do Sofascore:
Um terremoto de magnitude 7,5 atingiu a costa nordeste do Japão na manhã desta segunda-feira (20). Horas após o tremor, por volta das 16h52 (horário de Brasília), ondas de até 80 centímetros foram registradas. No primeiro momento, autoridades chegaram a emitir alertas de evacuação em áreas costeiras devido ao risco de tsunami.
Não há relatos imediatos de mortes ou danos de grande proporção, segundo o porta-voz do governo, Minoru Kihara. Diversas cidades portuárias, incluindo Otsuchi e Kamaishi já iniciaram a retirada de moradores. Em algumas regiões, serviços de trem foram suspensos e rodovias chegaram a ser interditadas por precaução.
Autoridades alertam para a possibilidade de novos tremores nas próximas semanas. O abalo também foi sentido com intensidade na capital, Tóquio, onde a infraestrutura moderna ajuda a reduzir riscos, mas não elimina os impactos.
O terremoto foi considerado raso, o que aumenta seu potencial destrutivo ao provocar fortes vibrações na superfície. Segundo especialistas, o epicentro ocorreu no Oceano Pacífico, a cerca de 10 quilômetros de profundidade.
Apesar da gravidade do evento, não há registro de problemas nas usinas nucleares das áreas afetadas. As empresas responsáveis informaram que não foram identificadas anormalidades nas instalações.
A ampliação da Copa do Mundo de 2026, que será realizada em Estados Unidos, México e Canadá, marca uma inflexão importante para seleções da Ásia e da Oceania. Com o aumento de 32 para 48 participantes, as confederações Confederação Asiática de Futebol e Confederação de Futebol da Oceania passam a ter maior representatividade, alterando o peso competitivo de regiões historicamente periféricas no cenário mundial.
A AFC, que tradicionalmente contava com quatro ou cinco vagas, passa a ter oito classificações diretas, além de uma possibilidade adicional via repescagem intercontinental. Já a OFC, que nunca teve vaga direta garantida, assegura pela primeira vez um representante automático, além de também disputar a repescagem. A mudança reduz a dependência de confrontos eliminatórios contra seleções de outros continentes — historicamente um obstáculo para equipes da Oceania — e amplia o leque competitivo asiático.
No contexto das Eliminatórias, a Ásia confirmou um grupo diversificado de seleções para 2026. Entre elas, nomes tradicionais como Japão, Coreia do Sul, Irã e Arábia Saudita mantêm protagonismo, enquanto outras equipes consolidam crescimento recente, como Austrália — integrante da AFC desde 2006 — e Catar, que busca continuidade após sediar o Mundial de 2022.
O Japão chega como uma das seleções mais organizadas do continente, com forte presença de jogadores em ligas europeias e campanhas consistentes nas últimas Copas — disputou todas desde 1998, tendo alcançado as oitavas de final em quatro ocasiões, incluindo 2022. A Coreia do Sul, semifinalista em 2002, segue como potência regional e presença frequente — estará em sua 11ª participação consecutiva. O Irã, dominante nas Eliminatórias asiáticas, tenta superar a barreira histórica da fase de grupos, enquanto a Arábia Saudita busca repetir feitos como a vitória sobre a Argentina em 2022.
A Austrália, por sua vez, mantém regularidade desde que migrou para a AFC, tendo disputado as últimas cinco Copas (a mais recente em 2022, quando chegou às oitavas). Já o Catar vive um momento de reconstrução, após campanha abaixo das expectativas como anfitrião em 2022, sua estreia em Mundiais.
Outras seleções asiáticas aparecem como possíveis estreantes ou retornos relevantes, reflexo direto do aumento de vagas. Países como Uzbequistão e Jordânia, historicamente competitivos em nível continental, entram no ciclo com chances reais de classificação inédita, algo raro no formato anterior.
Na Oceania, a Nova Zelândia desponta como principal beneficiada. Tradicional dominante regional, a equipe disputou apenas duas Copas (1982 e 2010) e, até então, dependia de repescagens contra seleções mais fortes. Com a vaga direta assegurada à OFC, os neozelandeses chegam como favoritos naturais à classificação e podem retornar ao Mundial após 16 anos.

Jogadores da Nova Zelândia comemorando gol | Foto: Reprodução/Instagram (@nzallwhites)
O histórico de Ásia e Oceania em Copas do Mundo ainda é limitado quando comparado a Europa e América do Sul, mas registra avanços pontuais. A melhor campanha asiática segue sendo o quarto lugar da Coreia do Sul em 2002. Além disso, Japão e Coreia do Sul acumularam presenças frequentes em oitavas de final, enquanto seleções como Arábia Saudita (1994) e Austrália (2006 e 2022) também alcançaram essa fase.
Já a Oceania tem participação muito mais restrita: além da Nova Zelândia, apenas a Austrália — antes de migrar para a AFC — representou a região, com destaque para 2006, quando chegou às oitavas. Em termos históricos, nenhuma seleção da OFC venceu uma partida em fase eliminatória de Copa.
No cenário de 2026, algumas marcas podem ser quebradas. A Ásia pode atingir seu maior número de seleções em oitavas de final em uma mesma edição, impulsionada pelo aumento de vagas e pelo novo formato que permite a classificação de terceiros colocados. Há também a possibilidade de estreias inéditas e de ampliação do número de participações consecutivas de seleções como Japão e Coreia do Sul. Pela Oceania, a expectativa é de encerrar o longo jejum sem vitórias em Copas, caso a Nova Zelândia avance de fase.
O novo formato do torneio — com 12 grupos de quatro seleções — altera a dinâmica competitiva. Para equipes asiáticas e da Oceania, a possibilidade de avançar como uma das melhores terceiras colocadas reduz a pressão por campanhas quase perfeitas na fase inicial, algo que historicamente limitava essas seleções.
Na repescagem intercontinental, o ciclo para 2026 também evidenciou evolução. Seleções asiáticas tiveram desempenho competitivo contra adversários de outras confederações, refletindo maior equilíbrio técnico global. A presença ampliada nesses playoffs reforça o crescimento estrutural da AFC. Já a OFC, embora ainda enfrente limitações, ganha relevância ao participar de forma mais consistente do processo classificatório.
Para além do futebol, Ásia e Oceania carregam enorme diversidade cultural, que também se reflete no estilo de jogo. A Ásia reúne tradições milenares, com sociedades que valorizam disciplina, coletividade e organização — características frequentemente observadas em campo. Já a Oceania, composta por nações insulares e forte influência indígena e colonial, apresenta uma identidade esportiva marcada por intensidade física e resiliência.
A leitura do atual ciclo de preparação para a Copa de 2026 reforça que Japão e Coreia do Sul não apenas mantêm protagonismo asiático, mas chegam com gerações tecnicamente mais qualificadas e internacionalizadas — sobretudo pela presença massiva de jogadores em ligas europeias.
No caso japonês, o momento é considerado um dos mais promissores de sua história recente. A base da equipe que vem sendo utilizada ao longo das Eliminatórias e amistosos internacionais é formada por atletas que atuam em alto nível no futebol europeu, o que tem elevado o patamar competitivo da seleção. Nomes como Takefusa Kubo, destaque na Espanha, Kaoru Mitoma (ainda que eventualmente ausente por lesões), Daichi Kamada e Takumi Minamino formam a espinha dorsal ofensiva, combinando velocidade, mobilidade e capacidade de jogo entrelinhas.
No meio-campo, a seleção japonesa se estrutura a partir de Wataru Endo, que atua como elemento de equilíbrio e liderança tática — peça recorrente nas escalações do ciclo — ao lado de jogadores como Ao Tanaka. Já no setor defensivo, nomes como Ko Itakura e Takehiro Tomiyasu (quando disponível) sustentam uma linha defensiva mais sólida e adaptada ao ritmo europeu.
O ataque também apresenta variedade de opções, com Ayase Ueda, Daizen Maeda e Ritsu Doan frequentemente utilizados no ciclo recente. Esse conjunto de jogadores evidencia um Japão mais versátil taticamente, capaz de alternar entre posse de bola e transições rápidas — característica que se refletiu em resultados relevantes em amistosos contra seleções campeãs mundiais ao longo do ciclo, reforçando sua competitividade internacional.
De acordo com convocações recentes, a base da equipe tem sido relativamente estável, com presença recorrente de atletas que atuam em ligas como Premier League (Inglaterra), Bundesliga (Alemanha), La Liga (Espanha) e Ligue 1 (França), algo que diferencia essa geração de ciclos anteriores e amplia a experiência internacional do elenco.

Time titular da seleção japonesa antes de amistoso | Foto: Reprodução/Instagram (@japanfootballassociation)
Já a Coreia do Sul mantém uma estrutura mais consolidada em torno de lideranças técnicas e de um núcleo ofensivo bem definido. O principal nome segue sendo Son Heung-min, capitão e referência histórica da seleção, além de ser o jogador com mais partidas pela equipe nacional e um dos maiores artilheiros de sua história. Mesmo em um momento de questionamentos sobre desempenho, o próprio comando técnico reforça sua centralidade no grupo, tratando-o como “o coração da equipe” no atual ciclo.
Ao redor de Son, a Coreia do Sul construiu uma base ofensiva que aparece com frequência nas convocações, com nomes como Hwang Hee-chan, Lee Kang-in e Cho Gue-sung, além de opções mais jovens que vêm sendo integradas progressivamente ao elenco. Jogadores como Oh Hyeon-gyu e Yang Min-hyeok representam essa renovação ofensiva, aparecendo com regularidade em listas recentes.
No meio-campo, a equipe sul-coreana mantém um perfil dinâmico, com atletas que combinam intensidade física e capacidade de transição, enquanto a defesa ainda busca maior estabilidade — ponto que tem sido trabalhado ao longo dos amistosos preparatórios.
Assim, tanto Japão quanto Coreia do Sul chegam ao ciclo final pré-Copa com estruturas consolidadas, mas com características distintas: os japoneses apoiados em uma geração amplamente inserida no futebol europeu e em evolução coletiva, enquanto os sul-coreanos mantêm uma espinha dorsal mais experiente, liderada por Son, ao mesmo tempo em que promovem renovação gradual. Em comum, ambas refletem o avanço técnico do futebol asiático e chegam a 2026 com potencial real de protagonismo maior do que em edições anteriores.
Assim, a Copa de 2026 se desenha como a mais inclusiva da história para esses continentes. Mais do que ampliar números, o novo formato cria condições para que Ásia e Oceania deixem de ser coadjuvantes ocasionais e passem a ocupar, de forma mais consistente, espaços competitivos no cenário global do futebol.
Emmanuel Macron, o presidente da França, e a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, se reuniram nesta quarta-feira (1º), em Tóquio. No encontro, Takaichi imitou o golpe 'Kamehameha', de Dragon Ball, e Macron repetiu o gesto.
Durante o golpe famoso no anime, o personagem estende os braços para frente e lança um feixe de energia.
O momento aconteceu no final da coletiva de imprensa que sucedeu a reunião, centrada na cooperação internacional entre os dois países. Os líderes discutiram sobre defesa e tecnologia.
O encontro teve como destaque a assinatura de uma declaração conjunta para fortalecer a parceria entre França e Japão.
O Japão deu, nesta segunda-feira (22), o último passo para permitir a retomada das operações da maior usina nuclear do mundo, após aprovação em votação regional, segundo informações da Reuters. Com a decisão, o país avança no retorno à energia nuclear quase 15 anos depois do desastre de Fukushima.
O complexo de Kashiwazaki-Kariwa, localizado a cerca de 220 quilômetros ao noroeste de Tóquio, estava entre os 54 reatores desligados após o terremoto e tsunami de 2011, que resultaram no pior acidente nuclear desde Chernobyl. Desde então, o Japão reativou 14 dos 33 reatores considerados operacionais, em uma estratégia para reduzir a dependência de combustíveis fósseis importados.
A usina será a primeira a voltar a funcionar sob a gestão da Tokyo Electric Power Co. (Tepco), empresa responsável pela central de Fukushima Daiichi. A votação confirmou o apoio dos parlamentares regionais ao governador de Niigata, Hideyo Hanazumi, favorável à reativação, abrindo caminho para o retorno das atividades no complexo.
“Este é um marco, mas não é o fim”, afirmou Hanazumi após a decisão, ressaltando que a segurança da população seguirá como prioridade. O debate, no entanto, evidenciou divisões entre parlamentares e moradores da região, com críticas de que a medida não reflete a vontade da população local.
Do lado de fora da assembleia, cerca de 300 manifestantes protestaram contra a retomada da usina, temendo novos riscos nucleares. Pesquisas recentes indicam que a maioria dos moradores da província de Niigata ainda demonstra desconfiança quanto às condições de segurança e à capacidade da Tepco de operar a instalação.
Segundo a emissora pública NHK, a empresa avalia reativar o primeiro dos sete reatores já em janeiro. Com capacidade total de 8,2 gigawatts, a usina de Kashiwazaki-Kariwa tem potencial para abastecer milhões de residências. A Tepco afirma estar comprometida em evitar a repetição de um acidente como o de Fukushima.
A Seleção Brasileira bateu, nesta terça-feira (2), a equipe do Japão, pelo placar de 6 a 1. As brasileiras avançaram para a semifinal da Copa do Mundo de futsal feminino e vai enfrentar a Espanha na próxima fase da competição.
A artilheira da equipe no Mundial, Emilly foi autora de três gols durante a partida contra as japonesas. Já o restante da goleada levou o nome de Ana Luiza, Débora Vanin e Luana. No antigo formato do torneio mundial, a Seleção garantiu o título de todas as edições, entre 2010 e 2015.
O duelo que vale vaga na finalíssima está marcado para a próxima sexta-feira (5), a partir das 9h30. Já a disputa definitiva pelo troféu acontecerá no domingo (7), às 6h.
O zagueiro Fabrício Bruno reconheceu os erros cometidos na derrota da seleção brasileira por 3 a 2 para o Japão, nesta terça-feira (14), em Tóquio. O defensor teve participação direta nos dois primeiros gols japoneses e assumiu a responsabilidade pelo resultado.
“Um lance de infelicidade minha. Gostaria de pedir desculpas. Ressaltar que não me define como jogador. Toda a minha carreira até aqui, sempre passei por dificuldade. O pé de apoio ficou longe, acabei ficando sem força. Erro meu. Assumo responsabilidade e peço desculpa ao torcedor brasileiro”, declarou o jogador.
O Brasil abriu vantagem com gols de Paulo Henrique e Martinelli, mas viu o Japão reagir no segundo tempo. Aos seis minutos, Fabrício Bruno errou na saída de bola, e Minamino descontou. Pouco depois, um desvio do próprio zagueiro em chute de Nakamura resultou no empate. Ueda marcou o gol da virada.
Apesar do revés, Fabrício Bruno afirmou que recebeu apoio dos companheiros e agradeceu o suporte emocional da família.
“Filtrar o momento, sentir a dor, mas manter cabeça erguida para seguir em frente. Sou grato a todos que me ajudaram, o pessoal do vestiário que me deu confiança nesse momento difícil. O jogador nunca está disposto a falar. Hoje foi meu dia. Pedir desculpa e seguir adiante”, disse.
O zagueiro ainda se emocionou ao mencionar a mensagem de incentivo enviada pela esposa logo após o jogo.
“Quem me acompanha desde lá de trás sabe tudo o que passei para estar aqui hoje. Minha família, minha esposa, meus filhos, meu pai, minha mãe, meu irmão... São pessoas que estão sempre no meu dia a dia dando força e confiança. Quando chego ao vestiário, a primeira mensagem que pego é da minha esposa me dando confiança e, acima de tudo, me jogando para cima (Fabrício chora). Aconteceu”, concluiu.
O técnico Carlo Ancelotti tratou com serenidade a derrota da Seleção Brasileira por 3 a 2 para o Japão, em amistoso realizado nesta terça-feira (14), no Estádio de Tóquio. Durante a coletiva após a partida, o treinador destacou que o revés faz parte do processo de formação da equipe e reforçou que o momento ainda é de testes e aprendizado.
"Falamos ontem que esta e a próxima Data Fifa são períodos de teste. Vamos seguir fazendo testes até novembro. Não muda a nossa ideia do que temos que fazer, obviamente. Essa noite foi uma boa aula, porque existem coisas que precisamos aprender depois do jogo de hoje, sobretudo na segunda parte", afirmou o italiano.
Para Ancelotti, a oscilação vista na partida — um bom primeiro tempo seguido de uma queda acentuada na segunda etapa — é parte natural do crescimento do grupo. O técnico evitou dramatizar o resultado e ressaltou a importância de manter o equilíbrio emocional.
"A equipe jogou muito bem contra a Coreia. Jogou bem a primeira parte (contra o Japão) e jogou muito mal a segunda parte. É um processo. É melhor agora do que na Copa do Mundo. Temos que ter equilíbrio. Acredito que a equipe não teve uma boa reação depois do primeiro erro", avaliou.
Questionado sobre os erros individuais cometidos durante a partida, o treinador minimizou qualquer impacto em relação à disputa por vagas no elenco para 2026.
"Os erros individuais não afetam a presença dos jogadores na equipe. O que temos que fazer é trabalhar a reação da equipe, que depois do primeiro erro não foi boa. Perdemos um pouco de equilíbrio no campo, perdemos atitude, pensamento positivo... Creio que, como disse, foi uma boa aula para o futuro", completou.
Apesar do tom de tranquilidade, Ancelotti admitiu que a derrota incomoda o grupo, ainda que o contexto seja de testes e observações.
"Quando a equipe perde, ficamos incômodos. Isso é normal. Todo mundo ficou incomodado nesse sentido. Ninguém gosta de perder — nem eu, nem os jogadores. Temos que aprender com essa derrota, como todas no futebol", concluiu o técnico.
Com o revés, Carlo Ancelotti chegou à sua segunda derrota dentro de seis jogos disputados desde a sua chegada. Números esses que se somam a três vitórias e um empate.
Assista a entrevista coletiva de Ancelotti completa na íntegra clicando no vídeo abaixo:
Capitão da Seleção Brasileira, Casemiro foi direto ao ponto após a derrota por 3 a 2 para o Japão, nesta terça-feira (14), no Estádio de Tóquio. O volante lamentou a queda de rendimento da equipe e transformou o revés em um alerta para o grupo que se prepara para a Copa do Mundo de 2026.
"Se você dorme por 45 minutos, pode custar uma Copa do Mundo, pode custar uma Copa América, uma medalha, um sonho de quatro anos [...] Fica o aprendizado!", afirmou o jogador em entrevista à TV Globo.
O Brasil fez um bom início de partida, chegou a abrir o placar, mas acabou superado após falhas defensivas e desatenções na segunda etapa. Para Casemiro, a lição é clara: o alto nível exige concentração total durante os 90 minutos.
"Nesse alto nível, tem que ser mantido o maior equilíbrio. Sabemos que rolou um ânimo a mais. Queria fechar a preparação com chave de ouro hoje. Talvez jogamos uma preparação excelente que nós fizemos fora em 45 minutos. Que sirva de aprendizado", completou.
O volante destacou que, apesar da frustração com o resultado, a derrota pode ter um papel importante no amadurecimento da equipe comandada por Carlo Ancelotti.
"A Copa do Mundo está aí. É em alto nível, independente que seja o Japão ou contra quem for. Quarenta e cinco minutos podem custar um sonho de infância", finalizou o capitão.
A Seleção volta a campo apenas em novembro, na última Data Fifa do ano. Apesar do revés, Casemiro é um dos nomes com um pé no próximo mundial. Pilar no meio de campo ao lado de Bruno Guimarães, o camisa cinco foi autor de uma das assistências da goleada do Brasil por 5 a 0 contra a Coreia do Sul na última sexta-feira (10).
A Seleção Brasileira encerrou sua temporada de amistosos no continente asiático com um tropeço. Jogando no Estádio de Tóquio, nesta terça-feira (14), a equipe comandada por Carlo Ancelotti foi derrotada pelo Japão por 3 a 2, resultado que freou o embalo do último compromisso.
Os gols brasileiros foram marcados por Paulo Henrique, estreante da noite, e Gabriel Martinelli. Do lado japonês, Minamino, Fabrício Bruno (contra) e Ueda garantiram a vitória dos donos da casa.
O revés representou a segunda derrota da Seleção em seis jogos sob o comando de Ancelotti. Além disso, o duelo entrou para a história: foi a primeira vitória do Japão sobre o Brasil. Agora, o retrospecto geral entre as equipes é de 11 vitórias brasileiras, dois empates e uma derrota em 14 confrontos.
A Seleção volta a campo apenas em novembro, na última Data Fifa do ano. A previsão é que os amistosos sejam realizados na Europa, com Londres e Paris entre as cidades cotadas para receber as partidas. O primeiro adversário deve ser a Tunísia, já classificada para a Copa do Mundo de 2026, enquanto Senegal e Gana surgem como possíveis rivais para o segundo e último compromisso de 2025.
O JOGO
O Brasil foi responsável pelo primeiro lance de perigo da partida. Aos nove minutos, Beraldo afastou uma bola da defesa brasileira que acabou sobrando para o ataque. Vinícius Júnior não alcançou o passe, e a defesa japonesa recuperou, mas Watanabe cortou mal. Martinelli aproveitou a bobeada, arrancou para dentro da área e finalizou para o lado direito do gol de Suzuki, mas a bola saiu pela linha de fundo.
Japão quase abre o placar
Em bela jogada individual, Doan driblou Carlos Augusto e Martinelli na marcação dobrada pela direita e acionou Minamino. O camisa 8 cruzou para Ueda livre e sem goleiro, que chegou a tocar na bola, mas furou o chute aos 21 minutos.
GOLAÇOOOO DO BRASIL!!!!
Em uma linda jogada trabalhada do Brasil, Lucas Paquetá tocou para Bruno Guimarães, que encontrou Paulo Henrique com um belo passe em profundidade. O lateral do Vasco finalizou de três dedos no canto direito de Suzuki e abriu o placar para a Seleção Brasileira no minuto 25.
GOOOOOLLL DO BRASIL!!!
Jogando pela esquerda aos 31 minutos, Carlos Augusto acionou Lucas Paquetá no meio de campo, que protegeu a bola e tocou por cima de toda a defesa japonesa para Gabriel Martinelli, livre, só dominar e chutar para o fundo da rede.
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Estreante da noite, Paulo Henrique foi boa surpresa na primeira etapa, abrindo o placar do confronto | Foto: Divulgação/Fifa
SEGUNDO TEMPO
A Seleção Brasileira começou o segundo tempo em um ritmo mais baixo do que encerrou a primeira etapa. E foi assim que o Japão, que já vinha criando boas oportunidades, conseguiu diminuir o placar. Aos seis minutos, Fabrício Bruno errou um passe na saída de bola e entregou nos pés de Minamino, que dominou dentro da área e finalizou com frieza no canto direito de Hugo Souza.
Casemiro chega com perigo
Pelo meio, Paquetá achou Casemiro infiltrado pela direita, que chutou cruzado e forte para Suzuki defender aos 16 minutos.
Japão empata a partida
Ainda aos 16, Ito cruzou para Nakamura no segundo pau, que chutou de primeira para Fabrício Bruno cortar errado e marcar contra a meta brasileira.
Gol do Brasil, mas não valeu
Luiz Henrique recebeu pelo lado direito aos 21 minutos, disparou contra o marcador japonês e cruzou para trás até a bola chegar em Matheus Henrique. O camisa 21 chutou chapado de primeira, a bola resvalou em Joelinton e morreu na parte superior do gol. A arbitragem, no entanto, marcou impedimento de Luiz no início da jogada.
Japão vira o placar
Comandando mais uma ofensiva japonesa, Ito alçou bola na área do Brasil e Ueda, livre, cabeçeou para virar o confronto aos 25 minutos.
Hugo Souza quase entrega a paçoca
Em mais uma pressão japonesa, desta vez aos 41 minutos, Tanaka arriscou de fora da área e Hugo Souza não conseguiu encaixar, quase deixando a bola entrar.
FICHA TÉCNICA
Japão 3 x 2 Brasil
Amistosos Internacionais
Local: Estádio de Tóquio, Tóquio, Japão
Data: 14/10/2025
Horário: 7h30 (horário de Brasília)
Árbitro: KIM Jong Hyeok (KOR)
Assistentes: PARK Kyunyong (KOR) e JANG Jongpil (KOR)
VAR: Não informado
Transmissão: Globo, GE TV, SporTV
Gols: Minamino, Fabrício Bruno, [contra], Ueda (Japão) / Paulo Henrique, Gabriel Martinelli (Brasil)
Cartões amarelos: Doan (Japão) / Estêvão (Brasil)
Japão: Zion Suzuki; Shogo Taniguchi, Tsuyoshi Watanabe e Junnosuke Suzuki; Daichi Kamada (Ogawa), Kaishu Sano, Ritsu Doan (Mochizuki) e Keito Nakamura (Soma); Takefusa Kubo (Ito), Takumi Minamino (Tanaka) e Ayase Ueda. Técnico: Hajime Moriyasu.
Brasil: Hugo Souza; Paulo Henrique, Fabrício Bruno, Lucas Beraldo e Carlos Augusto (Caio Henrique); Casemiro, Bruno Guimarães (Joelinton) e Lucas Paquetá (Richarlison); Luiz Henrique (Estêvão), Vini Júnior (Rodrygo) e Gabriel Martinelli (Matheus Cunha). Técnico: Carlo Ancelotti
Dando fim à temporada de amistosos na Ásia, o Brasil encara o Japão na manhã desta terça-feira (14), no Estádio de Tóquio. Com embate marcado para logo mais, às 07h30 (de Brasília), os treinadores já definiram suas equipes.
Os donos da casa, escalados pelo técnico Hajime Moriyasu vão a campo formados com Zion Suzuki; Shogo Taniguchi, Tsuyoshi Watanabe e Junnosuke Suzuki; Daichi Kamada, Kaishu Sano, Ritsu Doan e Keito Nakamura; Takefusa Kubo, Takumi Minamino e Ayase Ueda.
Já a Seleção Brasileira, vem com grande parte da equipe alterada em relação ao duelo anterior, conta a Coreia do Sul. Sendo assim, Carlo Ancelotti montou o time com Hugo Souza; Paulo Henrique, Fabrício Bruno, Lucas Beraldo e Carlos Augusto; Casemiro, Bruno Guimarães e Paquetá; Luiz Henrique, Vinícius Júnior e Gabriel Martinelli.
Confira abaixo as escalações divulgadas pelos clubes:

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Encerrando o calendário de amistosos no continente asiático, a Seleção Brasileira encara o Japão na manhã desta terça-feira (14), no Estádio de Tóquio. O embate tem horário marcado para às 07h30 (de Brasília).
Em alta, o Brasil vem de uma convincente vitória por 5 a 0 sobre a Coreia do Sul em amistoso realizado na última sexta-feira (10) e ampliou a vantagem no confronto para oito vitórias em nove jogos. Sobretudo, também chegou à terceira vitória em cinco jogos sob o comando de Carlo Ancelotti, que deve alterar toda a base da equipe, promovendo, em especial, Hugo Souza como titular, como havia prometido.
"Creio que (Hugo Souza) vai jogar o segundo jogo. Se estiver bem, o Hugo vai jogar. Queremos vê-lo atuar com a camisa da seleção. É uma camisa que pesa. Toda a comissão tem muita confiança nesses goleiros, e acho que vão jogar muito bem", avaliou Ancelotti.
"É uma avaliação que faz a comissão técnica. Ele é bom nos pênaltis, mas é bom goleiro também. Tem caráter, trabalha bem. A primeira coisa que eu gosto, que Taffarel também (gosta), é ser bom com as mãos antes dos pés", observou.

Foto: Rafael Ribeiro/CBF
Diante deste cenário, a provável escalação da equipe verde e amarela deixará o 4-2-4 e será montada num 4-3-3, composto por Hugo Souza; Paulo Henrique, Fabrício Bruno, Lucas Beraldo e Carlos Augusto; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Luiz Henrique, Vini Júnior e Gabriel Martinelli.

Montagem: Thiago Tolentino/Bahia Notícias
Após o encerramento da atual Data-Fifa, a agenda da Seleção ainda reserva dois amistosos antes do ano acabar, especificamente em novembro, durante a última Data Fifa de 2025. A previsão é de que os confrontos aconteçam na Europa, com Londres e Paris cotadas para receber duelos contra seleções africanas — detalhes burocráticos e de agenda ainda estão sendo ajustados pela CBF.
JAPÃO
A Seleção Japonesa vem de três jogos sem vencer, com dois empates e uma derrota nos últimos três amistosos, mas numa sequência de quatro vitórias consecutivas nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026.
Ao todo, foram seis gols sofridos e 17 feitos dentro deste recorte de sete jogos. O que configura um bom momento, apesar da recente oscilação.
Para o duelo, o técnico Hajime Moriyasu conta com a ausência de Kaoru Mitoma, do Brighton, cortado por lesão, e deve levar a campo uma equipe formada por Osako; Hashioka, Taniguchi, Seko, Nagatomo; Tanaka, Sano; Kubo, Kamada, Minamino; Maeda.
FICHA TÉCNICA
Japão x Brasil
Amistosos Internacionais
Local: Estádio de Tóquio, Tóquio, Japão
Data: 14/10/2025
Horário: 7h30 (horário de Brasília)
Árbitro: KIM Jong Hyeok (KOR)
Assistentes: PARK Kyunyong (KOR) e JANG Jongpil (KOR)
VAR: Não informado
Transmissão: Globo, GE TV, SporTV
Japão: Osako; Hashioka, Taniguchi, Seko, Nagatomo; Tanaka, Sano; Kubo, Kamada, Minamino; Maeda.. Técnico: Hajime Moriyasu.
Brasil: Hugo Souza; Paulo Henrique, Fabrício Bruno, Lucas Beraldo e Carlos Augusto; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Luiz Henrique, Vini Júnior e Gabriel Martinelli. Técnico: Carlo Ancelotti.
A Seleção Brasileira já tem definidos seus próximos compromissos fora das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026. Em outubro, o time comandado por Carlo Ancelotti viaja à Ásia para enfrentar Coreia do Sul e Japão em dois amistosos preparatórios.
O primeiro jogo será no dia 10, às 8h (de Brasília), em Seul, diante dos sul-coreanos. Quatro dias depois, em 14 de outubro, a Amarelinha encara os japoneses em Tóquio, às 7h30.
De acordo com o coordenador executivo geral das Seleções Masculinas, Rodrigo Caetano, o objetivo é proporcionar à equipe diferentes experiências de jogo no caminho até o Mundial de Estados Unidos, México e Canadá.
"O Brasil já enfrentou Japão e Coreia em outros Mundiais, e é um futebol diferente, com uma escola diferente, jogadores que correm o tempo todo e uma marcação que é quase uma perseguição por todo o campo. É muito importante para os nossos atletas enfrentar essas adversidades antes da Copa e já estarmos preparados para o que pode vir em 2026", destacou.
Caetano adiantou ainda que o plano da CBF é diversificar os adversários nos próximos compromissos: "Depois dos amistosos com Coreia e Japão, nossa ideia é jogar contra seleções africanas em novembro e europeias de nível A em março e junho de 2026. Isso faz parte de um planejamento da Seleção Brasileira visando à Copa do Mundo, aprovado pela comissão técnica e pelo presidente Samir Xaud, no entendimento de que neste momento a prioridade é técnica. Entendemos que enfrentar diferentes escolas mundiais vai trazer experiência e enfrentamento que poderemos ter na Copa", afirmou.
Antes de viajar para a Ásia, porém, a Seleção ainda cumpre seus últimos compromissos nas Eliminatórias neste ano. No dia 4 de setembro, enfrenta o Chile, às 21h30, no Maracanã, e em 9 de setembro encara a Bolívia, às 20h30, no Estádio Municipal de El Alto, a mais de 4 mil metros de altitude.
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Confira a lista de convocados para a próxima Data-Fifa:
GOLEIROS
Alisson (Liverpool)
Bento (Al-Nassr)
Hugo Souza (Corinthians)
DEFENSORES
Alexsandro Ribeiro (Lille)
Alex Sandro (Flamengo)
Caio Henrique (Monaco)
Douglas Santos (Zenit)
Fabrício Bruno (Cruzeiro)
Gabriel Magalhães (Arsenal)
Marquinhos (PSG)
Vanderson (Monaco)
Wesley (Roma)
MEIO-CAMPISTAS
Andrey Santos (Chelsea)
Bruno Guimarães (Newcastle)
Casemiro (Manchester United)
Joelinton (Newcastle)
Lucas Paquetá (West Ham)
ATACANTES
Estêvão (Chelsea)
Gabriel Martinelli (Arsenal)
João Pedro (Chelsea)
Kaio Jorge (Cruzeiro)
Luiz Henrique (Zenit)
Matheus Cunha (Manchester United)
Raphinha (Barcelona)
Richarlison (Tottenham)
Dirigentes do boxe japonês anunciaram, nesta terça-feira (12), a adoção de novas regras de segurança para proteger atletas, após a morte dos pugilistas Shigetoshi Kotari (super-pena) e Hiromasa Urakawa (peso-leve), ambos de 28 anos.
As medidas foram definidas em uma reunião de emergência entre a Associação Japonesa de Boxe Profissional (JPBA), a Comissão Japonesa de Boxe (JBC) e donos de academias. Entre as mudanças estão:
- Testes de urina para avaliar a desidratação;
- Regras mais rígidas contra a perda rápida de peso;
- Obrigatoriedade de ambulâncias em todas as lutas, mesmo as que não sejam de campeonato mundial;
- Parceria com hospitais especializados para cirurgias de emergência;
- Definição de um período mínimo antes das lutas para interrupção dos treinos de sparring.
A causa exata das mortes ainda está sendo investigada, mas a Associação Mundial de Boxe aponta que a desidratação causada pela perda de peso rápida pode aumentar o risco de sangramento cerebral.
Kotari e Urakawa sofreram lesões graves em combates separados no Korakuen Hall, em Tóquio, no dia 2 de agosto, e morreram dias após passarem por cirurgias cerebrais.
O presidente da JPBA, Shoji Kobayashi, classificou as mortes como “realmente lamentáveis” e afirmou que o objetivo agora é “chegar a zero acidentes”.
Como resposta imediata, a JBC também reduziu de 12 para 10 rounds todas as disputas de título da Federação de Boxe Oriental e do Pacífico (OPBF).
Ainda este mês, um comitê de investigação vai apurar as causas das mortes e atualizar os protocolos de prevenção. A JBC e a JPBA também promoverão uma reunião de segurança com médicos e representantes do boxe amador.
A Confederação Brasileira de Futebol está próximo de fechar as datas dos primeiros amistosos visando a Copa do Mundo de 2026. De acordo com o ge, a entidade possui um acordo com as federações da Coreia do Sul e do Japão para as partidas na Data Fifa de outubro.
A programação da CBF prevê que o duelo entre a Seleção brasileira e a Coreia do Sul será no dia 10 de outubro, em Seul, e logo em seguida visite o Japão, no dia 14.
Antes da convocação final para a Copa dos Estados Unidos, Canadá e México, os brasileiros devem disputar seis amistosos. Até então, a entidade também planeja partidas contra seleções africanas na Data Fifa de novembro, e contra os europeus em março.
Como preparação pré-Copa, ainda há uma janela de amistosos em junho de 2026. Na ocasião, o Brasil vai disputar mais duas partidas, dependendo da avaliação da comissão técnica.
O distrito de Severo-Kurilsk, localizado no extremo sul da Península de Kamchatka, no leste da Rússia, decretou estado de emergência após ser atingido por ondas provocadas por um tsunami. A informação foi divulgada pela agência estatal russa TASS.
O tsunami ocorreu após um terremoto de magnitude 8,8 atingir a costa da península. De acordo com relatos da agência e imagens divulgadas nas redes sociais, as ondas arrastaram contêineres e deslocaram embarcações que estavam atracadas no porto local.
Segundo os serviços regionais de emergência, quase 300 pessoas foram retiradas da área portuária de forma preventiva. As informações foram repassadas à agência estatal RIA News.
Um terremoto de magnitude 8,8 atingiu a península de Kamchatka, na Rússia, na noite desta terça-feira (29), pelo horário de Brasília. O fenômeno é o mais intenso registrado no mundo desde 2011, ano do desastre nuclear de Fukushima, no Japão. O tremor provocou um tsunami que gerou ondas entre 3 e 4 metros de altura em regiões do litoral russo e japonês.
Tsunami atinge Japão após terremoto de magnitude 8,8 pic.twitter.com/4mCUfXyQM4
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) July 30, 2025
A informação foi confirmada pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), que inicialmente registrou magnitude 8,0, revisada posteriormente para 8,7 e, por fim, para 8,8. O epicentro foi localizado a aproximadamente 125 km a leste da cidade de Petropávlovsk-Kamtchatski, com profundidade de 19,3 km.
Pouco mais de 30 minutos após o abalo principal, outro terremoto, de magnitude 6,9, foi registrado a cerca de 48 km de distância e a 10 km de profundidade.
O governo russo informou que moradores da região de Sakhalin estão sendo evacuados. O governador de Kamchatka, Vladimir Solodov, afirmou: “O terremoto de hoje foi grave e o mais forte em décadas de tremores”. Ele acrescentou que, segundo informações preliminares, não houve feridos, embora um jardim de infância tenha sido danificado.
A cidade de Severo-Kurilsk, que abriga cerca de 2 mil habitantes, também foi atingida. O governador de Sakhalin, Valery Limarenko, declarou que “uma ordem para retirada de pessoas foi declarada” após a ocorrência de inundações. Imagens publicadas nas redes sociais mostram danos no porto da cidade.
No Japão, sirenes foram acionadas em diversas cidades costeiras, e serviços de trem foram suspensos. Às 23h (horário de Brasília), autoridades japonesas informaram que não havia feridos no país e que nenhuma usina nuclear havia registrado irregularidades. Ainda assim, trabalhadores envolvidos na remoção de resíduos radioativos na antiga usina de Fukushima foram retirados da área como medida preventiva.
O governo do Japão e o estado americano do Havaí emitiram ordens de retirada de moradores em áreas costeiras. O Sistema de Alerta de Tsunami dos EUA emitiu alertas para “ondas perigosas de tsunami” ao longo da costa oeste dos Estados Unidos, Japão, Rússia, Alasca, Canadá, Havaí e Equador. Outros países e territórios também estão sob alerta, incluindo Indonésia, Filipinas, México, Guam e ilhas da Micronésia.
Em publicação na Truth Social, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou: “Devido a um enorme terremoto no Oceano Pacífico, um alerta de tsunami está valendo para todos os habitantes do Havaí. FORÇA, E FIQUEM SEGUROS!”.
A península de Kamchatka, assim como o extremo oriente da Rússia, está localizada no chamado Círculo de Fogo do Pacífico, zona de intensa atividade sísmica e vulcânica.
A Seleção Brasileira feminina de vôlei enfrenta o Japão neste sábado (26), às 15h, em busca de uma vaga na final da Liga das Nações. A partida será transmitida ao vivo pelo Sportv2.
O Brasil chega embalado após a vitória por 3 sets a 0 sobre a Alemanha nas quartas de final, com parciais de 25/19, 26/24 e 25/14. No segundo set, mais equilibrado, destaque para os bloqueios da central Diana e as defesas da líbero Marcelle. As maiores pontuadoras da equipe foram Rosamaria, com 13 pontos, e Gabi, com 12.
As duas seleções já se enfrentaram na terceira semana da competição, quando o time brasileiro venceu por 3 a 0. Na fase classificatória, a equipe comandada por José Roberto Guimarães somou 11 vitórias e apenas uma derrota.
A outra semifinal será disputada às 11h, entre Itália e Polônia, e definirá o segundo finalista da competição.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) comentou sobre a situação do Brasil após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, impor um tarifaço de 50% sobre os produtos brasileiros. Em entrevista à CNN nesta quinta-feira (10), o congressista comparou o caso com o que foi enfrentado pelo Japão no fim da Segunda Guerra Mundial, quando o país foi atingido por duas bombas atômicas.
“Se você olhar para a Segunda Guerra Mundial, o que é que os Estados Unidos fez [sic] com o Japão? Lança uma bomba atômica para Hiroshima, para demonstrar força. Qual foi a reação do Japão naquela época? Falou: ‘Olha, nós aqui somos patriotas, isso é uma interferência dos Estados Unidos no nosso país, vamos resistir, fora ianques!’ Qual foi a consequência três dias depois? Uma segunda bomba atômica, em Nagasaki! Para aí depois, sim, haver, no dia 16 de agosto de 1945, portanto duas semanas depois da primeira bomba, uma rendição formal por parte do Japão!”, disse Flávio Bolsonaro.
“Então essa situação tem que ser encarada como uma negociação de guerra, sim, onde nós não estamos em condições normais. Nós não estamos em condições de exigir nada por parte do governo Trump. Ele vai fazer o que ele quiser independente da nossa vontade”, concluiu.
Durante a entrevista, o senador alegou que o Brasil não tem “poder de barganha” para negociar com Trump. Como solução, Eduardo sugeriu que seja adotada a anistia no país.
??Flávio Bolsonaro faz alusão com Hiroshima e Nagasaki e diz que Brasil não tem “poder de barganha” contra Trump
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) July 11, 2025
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Cabe a nós termos a responsabilidade de evitar que caiam duas bombas atômicas no Brasil, para depois anunciar que vamos fazer anistia”, disse o senador.
A princesa Kako de Akishino, do Japão, desembarcou no Brasil para participar de uma sessão no Congresso Nacional, marcada para esta quarta-feira (11). Além do evento, sua agenda inclui uma série de homenagens que celebram os 130 anos do Tratado de Amizade, Comércio e Navegação entre Brasil e Japão. Entre os compromissos do dia, está um almoço, às 13h, no Palácio Itamaraty, com menu assinado pelo Grupo Soho.
Em conversa com o BN Hall, a sócia-diretora do Grupo Soho, Karine Queiroz, relatou que o convite para o evento surgiu por meio do Itamaraty. Ainda conforme a empresária, foi solicitado que os pratos, criados pelo chef Marcelo Fugita, unissem a cultura do Brasil e do Japão.
“Fizemos, para a ocasião, um sashimi que tem caju no meio. Depois, um filé com shimeji, que tem a farofa representando o Nordeste. Um dos motivos de termos sido escolhidos para o almoço é o fato de o conceito da fusão entre Brasil e Japão na gastronomia estar presente, e a nossa comida consegue trazer essa fusão”, declarou Queiroz.
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A Seleção Brasileira Feminina manteve a boa fase e venceu mais uma vez o Japão, desta vez no placar 2 a 1, em amistoso disputado na noite da última segunda-feira (2), no Estádio Cícero de Souza Marques, em Bragança Paulista (SP). A vitória veio de virada e foi sacramentada com um gol da estreante Jhonson, de apenas 19 anos, no fim do jogo.
No primeiro amistoso entre as seleções, realizado na última sexta-feira (30), o Brasil, mais dominante, venceu por 3 a 1, na Neo Química Arena, em São Paulo.
Durante o confronto, a estratégia das asiáticas surtiu efeito no início do segundo tempo. Logo aos 40 segundos, a atacante Seike aproveitou uma falha da defesa brasileira para abrir o placar e colocar o Japão em vantagem.
Apesar do susto, a Seleção Brasileira não se abateu e rapidamente reagiu. O empate veio aos 8 minutos, após cobrança de escanteio feita por Duda Sampaio. A zagueira japonesa Ishikawa, pressionada, acabou desviando contra a própria meta e deixou tudo igual.

Apesar de ter sofrigo um gol relâmpago, o Brasil não deixou se abater e empatou sete minutos depois | Foto: Lívia Villas Boas/CBF
Com o jogo controlado após o empate, o Brasil passou a pressionar em busca da virada, e criou diversas oportunidades até que, nos minutos finais, a jovem Jhonson, em sua estreia com a camisa da seleção principal, recebeu passe de Kerolin e marcou o gol da vitória.
Desde fevereiro de 2023, o Japão não perdia duas vezes seguidas. A Seleção Brasileira Feminina, vive grande fase e atualmente acumula vitórias nos últimos 12 meses sobre as principais potências do futebol mundial, como França, Espanha, Estados Unidos, Austrália e, agora, novamente, o Japão.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"Claro que existem preferências. Neto tem uma relação com Caiado, que era do União Brasil. Caiado apoia Neto, Zema apoia Neto, Flávio Bolsonaro apoia ACM Neto. Mesmo os que não estão na Bahia veem que a Bahia precisa mudar de rumo".
Disse o ex-ministro da Cidadania no governo Bolsonaro e pré-candidato ao Senado João Roma (PL) ao afirmar que à exceção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), todos os pré-candidatos ao Planalto em 2026 devem apoiar o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato da oposição ao Governo da Bahia, ACM Neto (União).