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jair tercio
Jair Tercio Cunha Costa, líder religioso e ex-grão-mestre da maçonaria na Bahia, foi condenado a 17 anos e seis meses de prisão sob um regime inicialmente fechado. A decisão da segunda audiência, assinada na última terça-feira (20), aumentou a pena aplicada a Jair, que já havia sido condenado a 13 anos e quatro meses de prisão.
No primeiro julgamento, Jair Tércio foi enquadrado no artigo 217, que inclui o crime de violação de pessoa vulnerável, mas o advogado da vítima solicitou a alteração para o artigo 215, que inclui o crime de importunação sexual. A decisão foi assinada pelo juiz Pedro Augusto Costa.
"É robusta e sólida a prova colhida nos autos, em fase judicial, no sentido de que o ora apelante, Jair Tércio Cunha Costa, efetivamente cometeu o crime de estupro de vulnerável, ou seja, a instrução processual logrou comprovar a justa causa penal do delito previsto no art. 217-A, §1º do CPB, sendo descabido o pedido absolutório, tampouco de desclassificação para o delito previsto no art. 215 do Código Penal. Isto posto, rejeito a pretensão desclassificatória da Defesa", diz a decisão.
De acordo com a decisão, o pedido do Ministério Público para aumentar a pena de prisão para 17 anos e seis meses também foi parcialmente atendido, apenas para modificar a pena imposta ao réu.
Ele foi expulso da maçonaria após as denúncias terem se tornado públicas.
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Pérolas do Dia
Papa Leão XIV
“A Santa Sé já conversou com os bispos alemães. A Santa Sé deixou claro que não concordamos com a bênção formalizada de casais — neste caso, casais homossexuais — ou de casais em situações irregulares, além do que foi especificamente permitido pelo Papa Francisco, ao dizer que todas as pessoas recebam a bênção”.
Disse o Papa Leão ao manter o posicionamento da Igreja Católica contra a formalização de bênção a casais homoafetivos, nesta quinta-feira (23). O momento ocorreu durante entrevista à imprensa em um voo de retorno ao Vaticano, após viagem do religioso à Guiné Equatorial, na África.