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jair tercio
Jair Tercio Cunha Costa, líder religioso e ex-grão-mestre da maçonaria na Bahia, foi condenado a 17 anos e seis meses de prisão sob um regime inicialmente fechado. A decisão da segunda audiência, assinada na última terça-feira (20), aumentou a pena aplicada a Jair, que já havia sido condenado a 13 anos e quatro meses de prisão.
No primeiro julgamento, Jair Tércio foi enquadrado no artigo 217, que inclui o crime de violação de pessoa vulnerável, mas o advogado da vítima solicitou a alteração para o artigo 215, que inclui o crime de importunação sexual. A decisão foi assinada pelo juiz Pedro Augusto Costa.
"É robusta e sólida a prova colhida nos autos, em fase judicial, no sentido de que o ora apelante, Jair Tércio Cunha Costa, efetivamente cometeu o crime de estupro de vulnerável, ou seja, a instrução processual logrou comprovar a justa causa penal do delito previsto no art. 217-A, §1º do CPB, sendo descabido o pedido absolutório, tampouco de desclassificação para o delito previsto no art. 215 do Código Penal. Isto posto, rejeito a pretensão desclassificatória da Defesa", diz a decisão.
De acordo com a decisão, o pedido do Ministério Público para aumentar a pena de prisão para 17 anos e seis meses também foi parcialmente atendido, apenas para modificar a pena imposta ao réu.
Ele foi expulso da maçonaria após as denúncias terem se tornado públicas.
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Pérolas do Dia
Hilton Coelho
"O Guilherme Boulos está precisando de apoio dentro do PSOL. Ele defendeu que o PSOL participasse da federação com o PT e simplesmente 76% do PSOL disse não. Então, se tem alguém que está deslocado dentro do PSOL, não é o companheiro Ronaldo Mansur, é o companheiro Guilherme Boulos".
Disse o deputado estadual Hilton Coelho (PSol) afirmou nesta quinta-feira (24), durante a convenção da federação PSol-Rede, em Salvador, que o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSol), está "deslocado" dentro do partido após a maioria dos filiados rejeitar a proposta de federação com o Partido dos Trabalhadores (PT).