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A disputa pela prefeitura de Ilhéus já começou, pelo menos nos bastidores. Com grupos bem divididos, a oposição pode ter um velho conhecido da cidade retornando à disputa: Jabes Ribeiro. Secretário-geral do partido na Bahia, Jabes já foi prefeito da cidade por quatro vezes e não descartou concorrer novamente.
"Fui muitas vezes prefeito de Ilhéus, minha relação com Ilhéus, sou domiciliado lá. Estou em Salvador cumprindo uma missão, mas minha cidade é Ilhéus. Essas coisas sempre quando vem eleição surgem. Dentro do grupo político, sem nada definido, não é algo que esteja brigando. Processo natural", indicou ao Bahia Notícias.
Segundo Ribeiro, existe uma realidade complexa em Ilhéus, porém a oposição vem se organizando, pautada no resultado das eleições de 2022. "ACM Neto derrotou Jerônimo com quase 10 mil votos [à frente]. A oposição se uniu e imprimiu uma derrota ao governo. O que significa dizer que há uma questão de viabilidade objetiva. O que sei, esse setor de oposição tem se reunido, o PP com o União Brasil, outros partidos também. É uma fase muita conversa, discussão, análise e debates sobre o projeto da cidade", completou.
Outro nome que tem ganhado força, porém no campo oposto ao de Jabes é o da secretária de educação do estado, Adélia Pinheiro. Para Jabes, Adélia não possui ligação política com a cidade. "Isso acontece em outro campo. E, evidentemente, eu sei o que você sabe. Ela não tem nenhuma ligação política e eleitoral com Ilhéus, é um quadro técnico. Foi reitora da UESC. Não tenho conhecimento de nenhum movimento dela", indicou.
Adélia chegou a ser convidada para se filiar ao PSD, pelo atual prefeito da cidade Marão (PSD). O atual mandatário ainda não definiu o futuro do grupo político e o nome para a sucessão (veja mais).
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"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.