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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou, nesta sexta-feira (17), que está proibindo os veículos de comunicação MSNBC, CNN e Politico de acessar a Casa Branca, alegando que a cobertura deles sobre seu governo é "desonesta" e "tendenciosa."
"Veículos de comunicação não deveriam poder escrever ou divulgar continuamente ficção e mentiras quando estão cobrindo o presidente dos Estados Unidos, o governo Trump ou os Estados Unidos da América", escreveu o presidente na Truth Social.
Trump também prometeu que "outros veículos de Fake News virão em seguida", mas sem detalhar quais.
O governo já havia avançado contra outros veículos de comunicação no mandato do presidente. Em fevereiro de 2025, a Casa Branca proibiu jornalistas da Associated Press de acessar espaços como o Salão Oval e o Air Force One.
Durante transmissão ao vivo na GloboNews nesta sexta-feira (11), os jornalistas Malu Gaspar e Octavio Guedes debateram sobre a extensão das informações disponibilizadas aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para o julgamento do caso Master, agendado para a próxima terça-feira (15).
Confira o momento:
? Clima esquenta após Malu Gaspar questionar Octavio Guedes na GloboNews: "Sou repórter"
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) September 11, 2026
???? Reprodução/ Globo News
Confira ? pic.twitter.com/7oZsQUEnRe
A discussão teve início quando Guedes relatou que magistrados da Corte defendem o acesso à totalidade do material investigativo antes da sessão. Em seguida, Malu Gaspar questionou qual documento específico o colega considerava que ainda deveria se tornar público. “Eu quero entender que tipo de documento o Otávio ainda acha que precisa vir à tona”, pontua a jornalista.
Guedes respondeu que não expressava uma posição pessoal e atribuiu a cobrança diretamente aos ministros ouvidos em sua apuração. “Malu, não sou eu. Estou dizendo que ouvi ministros que alegam que para julgar o caso eles precisam ter conhecimento de todo o material”, afirma. O jornalista reforçou o caráter informativo de sua fala: “Não estou advogando para ninguém. Estou dizendo que os ministros alegam que, para tomarem uma decisão, precisam ter conhecimento do todo e não da parte”.
A liberação das informações referentes ao caso Master ocorreu de maneira parcial. Embora uma parcela dos documentos tenha deixado de estar sob sigilo, outras frentes da apuração seguem protegidas por segredo de Justiça, como as investigações sobre o financiamento do filme “Dark Horse”.
A classificação do Palmeiras para as quartas de final da Libertadores veio acompanhada de mais um dos polêmicos desabafos de Abel Ferreira. Depois da vitória por 1 a 0 sobre o Cerro Porteño, na noite desta quarta-feira (19), no Paraguai, o treinador português criticou a pressão por resultados no futebol e afirmou que o ambiente atual da modalidade está "doente".
A declaração aconteceu em um momento de cobrança sobre o trabalho do técnico. Apesar de ter avançado na principal competição continental, o Palmeiras vinha de uma sequência de resultados negativos e de atuações questionadas, cenário que aumentou a pressão sobre Abel e o elenco.
O treinador direcionou parte das críticas à forma como o futebol passou a tratar o desempenho das equipes, com pouca margem para derrotas ou campanhas que não terminem com um título.
"O futebol está doente. Se não ganha é fraco, se não fica em primeiro não presta. O segundo é uma merd*. Estamos todos obcecados com o sucesso", argumentou.
Abel também questionou a maneira como o trabalho de jogadores e treinadores é avaliado. Para o português, o resultado final acabou se tornando mais importante do que o processo de construção de uma equipe e tudo aquilo que acontece durante uma temporada.
Em outro momento do desabafo, Abel também criticou parte da imprensa e afirmou que determinados discursos acabam contribuindo para aumentar a pressão sobre os profissionais.
Segundo o treinador, existe uma espécie de "intoxicação" no ambiente do futebol quando análises passam a ser baseadas exclusivamente em resultados. Ele defendeu que o trabalho precisa ser avaliado levando em consideração também fatores como preparação, evolução da equipe e capacidade de superar dificuldades.
A manifestação ocorreu justamente após uma vitória importante do Palmeiras. O Verdão havia empatado por 1 a 1 com o Cerro Porteño no jogo de ida, mas venceu por 1 a 0 no Paraguai, com gol de Gustavo Gómez, e garantiu a classificação às quartas de final da Libertadores.
O português também aproveitou a entrevista para valorizar a capacidade de reação do elenco. Abel destacou a necessidade de o Palmeiras continuar trabalhando mesmo diante das críticas e dos momentos de dificuldade.
A ideia foi resumida pelo treinador ao pedir que o clube não deixe de "pedalar", em referência à necessidade de manter esforço e intensidade independentemente dos resultados obtidos em cada partida.
Com a classificação, o Palmeiras agora aguarda a definição do seu próximo adversário na Libertadores, que sairá do confronto entre LDU e Mirassol. O duelo que acontece nesta quinta-feira (20).
A Associação Bahiana de Imprensa (ABI) reuniu diretores, colegas e convidados em seu tradicional almoço de confraternização para celebrar antecipadamente os 96 anos da instituição, cujo aniversário oficial ocorre na segunda-feira (17) no prédio Edifício Ranulfo Oliveira, em Salvador. No encontro, a presidente da entidade, Suely Temporal, proferiu um discurso sobre a trajetória histórica da casa e o papel do jornalismo profissional.
Ela também estabeleceu nas metas operacionais e patrimoniais da gestão, com vistas ao centenário, em 2030. Primeira mulher a presidir a ABI ao longo de quase dez décadas de existência, Suely Temporal destacou que a longevidade da instituição está atrelada à capacidade de preservar seus valores fundamentais enquanto se adapta às transformações do setor.
"Ao longo dessas quase dez décadas, atravessamos períodos democráticos, momentos de autoritarismo, crises políticas, econômicas, profundas transformações sociais e tecnológicas. Em diferentes momentos, a ABI assumiu a responsabilidade de defender a liberdade de imprensa e o direito à informação, que são pilares fundamentais de qualquer sociedade democrática", relata a presidente.
Ao abordar o cenário atual da comunicação, a dirigente ressaltou que a missão histórica da entidade permanece atual, embora os desafios tenham se modificado com o avanço das redes sociais, da inteligência artificial e da disseminação massiva de desinformação e conteúdos sem apuração.
De acordo com Temporal, a postura da ABI diante desses fatores não deve ser o controle ou a censura: "Precisamos de mais liberdade, mais jornalismo profissional, mais educação para a informação e mais responsabilidade na produção e no compartilhamento de conteúdos", defende.
Em ano eleitoral, a liderança da associação no estado lembra da máxima do jornalismo político: "A liberdade de imprensa não pertence à esquerda, à direita ou ao centro. Ela pertence à democracia".
Diante desse cenário, a ABI reitera que essa luta de 95 anos não está esquecida nem recolhida aos arquivos. A trajetória da entidade permanece viva e intensa como símbolo de vigilância e como uma bandeira desfraldada pelos jornalistas para igualar o Brasil às grandes nações mundiais.
No início da semana, o GE repercutiu os bastidores do convívio dos jogadores do Santos. A informação, especificamente, revelou que Neymar, supostamente, foi ríspido em sua cobrança aos companheiros no intervalo do jogo contra a Chapecoense, pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro. Após a vitória por 4 a 2 contra o UCV (Venezuela), pelo jogo de volta dos playoffs da Copa Sul-Americana, o atacante Gabigol desmentiu os boatos.
"Não tem polêmica nenhuma. Não falamos nada, a gente riu de vocês. A gente riu", disse Gabigol, em resposta à imprensa na zona mista.
Outro jogador que também se pronunciou sobre o caso após o jogo da Sul-Americana foi Gabriel Bontempo. Na zona mista da Vila Belmiro, o jovem meio-campista ainda foi mais enfático ao comentar a polêmica, revelando que ficou assustado quando ficou sabendo do boato.
“Fiquei assustado quando vi as coisas que estavam saindo (eventuais ofensas de Neymar). Não houve nada disso. Foi uma cobrança normal, de jogo, mas com todos os jogadores. Em momento nenhum, ele (Neymar) ofendeu alguém. Nem eu, nem o (João) Ananias, nenhum outro. Assustei. Não foi isso que aconteceu", contou ao SBT.
Bontempo citou nominalmente o zagueiro João Ananias porque, de acordo com a matéria publicada, o defensor foi um dos atletas que mais recebeu críticas diretas, o que supostamente justificaria o gol contra que Ananias fez contra a Chapecoense, no segundo tempo, no empate por 2 a 2.
O governo brasileiro rechaçou, nesta quinta-feira (23), a decisão dos Estados Unidos de impor tarifa de 12,5% sobre produtos brasileiros, resultado de uma investigação da chamada Seção 301, que trata de restrições à importação relacionadas ao trabalho forçado. Segundo nota da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, o governo americano teria usado o tema para acusar 59 países e a União Europeia de práticas comerciais desleais, na ausência de base legal interna que sustentasse sua própria política protecionista.
De acordo com a nota, o Ministério do Trabalho e Emprego forneceu ao longo da investigação documentação sobre a legislação brasileira e a atuação das autoridades aduaneiras do país no combate à importação de bens produzidos com trabalho forçado.
O texto ressalta que o Brasil é reconhecido há décadas pela Organização Internacional do Trabalho por seus compromissos no combate a esse tipo de prática, sendo signatário de 66 convenções em vigor no órgão, número bem maior do que as 10 ratificadas pelos Estados Unidos.
A nota destaca ainda que o Brasil ratificou os quatro instrumentos da OIT relacionados ao trabalho forçado, enquanto os americanos ratificaram apenas um deles. Segundo o governo brasileiro, os acordos de livre comércio firmados pelo país e pelo Mercosul, incluindo com Chile, União Europeia e a Associação Europeia de Livre Comércio, preveem compromissos de eliminação do trabalho forçado e compulsório, reforçados por políticas domésticas de fiscalização, prevenção e acolhimento de vítimas resgatadas dessa condição.
Ainda de acordo com a nota, o Brasil tipifica como crime não apenas a submissão ao trabalho forçado, mas também jornadas exaustivas, condições degradantes de trabalho e restrição de locomoção, além de aplicar multas a empresas e indivíduos responsabilizados e manter um cadastro conhecido como Lista Suja de empregadores.
Diante do que classificou como caráter arbitrário e injustificado da nova tarifa, o governo brasileiro afirmou que vai acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade, aprovada por unanimidade pelo Congresso Nacional, e levar o caso ao mecanismo de solução de controvérsias da Organização Mundial do Comércio.
Morreu aos 69 anos nesta segunda-feira (13) o jornalista esportivo Manuel Messias, conhecido por sua atuação na Rádio Sociedade da Bahia, onde construiu uma trajetória de 28 anos. A informação do falecimento foi confirmada pela reportagem do Bahia Notícias.
Com carreira dedicada ao jornalismo esportivo, Manuel era presença constante na programação da emissora e participou ativamente da cobertura e dos debates sobre o futebol baiano, tornando-se uma voz reconhecida entre ouvintes e profissionais da área.
Ao longo dos anos, consolidou sua atuação no rádio esportivo local, contribuindo para a análise de jogos, bastidores e discussões sobre o cenário do futebol na Bahia.
Até o momento, não foram divulgadas informações sobre a causa da morte. O sepultamento será realizado no Cemitério Campo Santo.
Em nota de pesar, a Rádio Sociedade se despediu de Manuel, desejando sentimentos aos familiares e amigos.
Na abertura da sessão plenária do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quinta-feira (26), o ministro Gilmar Mendes ironizou as críticas feitas atualmente ao trabalho da Corte por veículos de imprensa que, segundo ele, há alguns anos exaltavam a operação Lava Jato e o seu principal personagem, o então juiz e hoje senador Sérgio Moro (União-PR).
Gilmar disse que se “um alienígena” pousasse neste momento no Brasil e fosse ler o noticiário, seria estimulado a concluir que todos os problemas do país se restringem ao STF e que a Corte seria a única instituição a merecer aprimoramentos.
“Como todos sabem, e eu não quero constranger ninguém, muitos jornalistas importantes, hoje talvez até promovidos na mídia qualificada, eram ghostwriters de Moro e companhia”, disse Gilmar.
Além de ironizar o que colocou como uma espécie de endeusamento da figura do então juiz da Vara Criminal de Curitiba, Gilmar Mendes afirmou que Moro “precisava mesmo de ghostwriters, já que não sabia se escrevia com G ou com J a palavra tigela”, disse o ministro.
Questionado pela CNN sobre as declarações de Gilmar, o senador Sérgio Moro disse que o ministro quer desviar a atenção dos problemas que envolvem os ministros do STF.
“O ministro Gilmar Mendes quer desviar a atenção da opinião pública da matéria publicada no Economist na qual foi retratado de maneira bem negativa”, afirmou.
Moro disse ainda que Gilmar “devia falar sobre ela [a reportagem] e não sobre bobagens”.
Em uma entrevista concedida na tarde desta terça-feira (4) na Base Naval de Val de Cães, em Belém, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que caso não avancem as negociações entre Brasil e Estados Unidos sobre o tarifaço, ele irá ligar e conversar pessoalmente com Donald Trump. Lula afirmou que falará com o presidente norte-americano ao final da COP30 caso as tratativas não tenham progredido.
Na entrevista, Lula falou sobre o encontro que teve na Malásia com o presidente dos Estados Unidos, e lembrou que Trump determinou aos seus secretários que dessem prosseguimento às conversas e negociações sobre o tarifaço aplicado os produtos brasileiros exportados aos EUA.
“Saí da reunião com o presidente Trump certo de que chegaremos a um acordo. Disse a ele que era muito importante que nossos negociadores começassem a conversar em breve”, explicou.
Lula disse também que o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, estão prontos para uma nova rodada de conversas com os negociadores escalados por Donald Trump para tratar do tema com o Brasil.
Alguns correspondentes estrangeiros questionaram ainda o presidente Lula sobre a tensão entre países da América do Sul e os Estados Unidos da América, como Venezuela e Colômbia. Lula respondeu que a reunião da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos e da União Europeia (Celac-UE) em Santa Marta, na Colômbia, pode servir de ambiente apropriado para receber discussões sobre a situação.
“Só tem sentido a reunião da Celac, neste momento, se a gente for discutir essa questão dos navios de guerra americanos aqui nos mares da América Latina. Tive oportunidade de conversar com o presidente Trump sobre esse assunto, dizendo para ele que a América Latina é uma zona de paz. Aqui não proliferam armas nucleares. Somos uma zona de paz, não precisamos de guerra aqui. O problema que existe na Venezuela é um problema político que deve ser resolvido na política”, ressaltou Lula.
Lula reforçou aos jornalistas estrangeiros que a solução para o embaraço diplomático é o diálogo.
‘Eu pedi ao presidente Trump que ele converse com o ex-presidente Bush para que ele conte o que fizemos em 2003, quando propus a criação de um Grupo de Amigos da Venezuela”, finalizou o presidente.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reagiu, nesta quinta-feira (23), às críticas recebidas após publicar, na véspera, uma mensagem no X (antigo Twitter) sugerindo que os Estados Unidos realizassem ataques a barcos de traficantes no Rio de Janeiro. O congressista afirmou que suas declarações foram “mal interpretadas” e acusou parte da imprensa de “defender traficantes de drogas”.
Em vídeo publicado em seu perfil no Instagram, Flávio disse que a imprensa teria distorcido sua fala.
“Uma parte da imprensa, que já tem má vontade com a gente e adora defender traficante de drogas, inventa que eu estou defendendo que se taque bombas na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro. Eu fico revoltado com essa defesa de traficantes, porque eu sei que é o dinheiro desses caras que é usado para comprar a pistola que vão apontar para a nossa cabeça no sinal de trânsito para ser assaltado no Rio de Janeiro”, afirmou, sem apresentar provas.
Flávio havia compartilhado um post do secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, que relatava operações contra o narcotráfico no mar do Caribe, próximo à Venezuela. Em inglês, o senador escreveu:
“Que inveja! Ouvi dizer que há barcos como este aqui no Rio de Janeiro, na Baía de Guanabara, inundando o Brasil com drogas. Você não gostaria de passar alguns meses aqui nos ajudando a combater essas organizações terroristas?”
A diretoria do Corinthians resolveu multar o zagueiro Cacá na tarde desta quarta-feira (17) por ter xingado membros da imprensa após a partida contra o Críciuma na última terça-feira (16), em confronto válido pela 17ª rodada do Brasileirão.
Sem noção. Sem educação. Sem equilíbrio.
— Vessoni (@Vessoni) July 17, 2024
E estou sendo bonzinho com o Cacá.
???? @YouTimao #Corinthians #Cacá pic.twitter.com/kfPahXiAu3
"Hoje é poucas, nem vou render muito, não. P*** no c* da mídia, e vai, Corinthians", disparou.
Membros da comissão corinthiana ficaram surpreendidos pela forma na qual o zagueiro agiu diante de jornalistas. Em nota, o zagueiro pediu desculpas aos profissionais e mostrou ter se arrependido do ocorrido. Confira abaixo:
Cacá foi peça fundamental na vitória do Alvinegro Paulista em cima do Tricolor Carvoeiro, fazendo um dos gols da partida.
Peça fundamental no time titular, Cacá não sofrerá nenhuma punição esportiva. Os valores da multa não foram divulgados pela diretoria.
O jornalista Marcelo Castro disparou contra os colegas de imprensa durante sua participação no Bargunça Podcast, na noite desta terça-feira (16). O apresentador e repórter do programa Alô Juca da TV Aratu, criticou a cobertura policial feita pelos veículos de comunicação da Bahia.
Ele disse que consegue informações exclusivas por causa de seu bom relacionamento com os agentes de segurança. “Polícia não gosta de jornalista. Desde a ditadura, jornalista bate nos militares porque dá audiência bater. Um policial militar está numa situação que ele pode errar, ele tem milésimos de segundos para decidir se vai ou não atirar. Aí o jornalista massacra o policial por que vai dar audiência, aí vem os direitos humanos, isso e aquilo…”, afirmou o jornalista.

“Não faço matéria sacaneando ninguém. Tem jornalista que quando está na sua frente te bota lá em cima e no primeiro erro seu vai lhe fuder, 90% faz isso aí”, acrescentou.
Durante a entrevista, Marcelo Castro também revelou de onde surgiu o bordão que o tornou conhecido. “Quando entrevisto policiais, para não chamar o nome deles, comecei a chamar eles de Juca, aí pegou. Depois criei o site e agora estamos com o projeto na TV”, contou.
O Bargunça Podcast tem apoio do Bahia Notícias e é patrocinado pelo Boteco do Caranguejo, o Espetto Baiano e a Paramana Gin.
A Federação Bahiana de Futebol alertou na tarde desta terça-feira (23), que os profissionais de imprensa que desejam se credenciar para os jogos do Baianão 2024 devem se atentar ao prazo estipulado. O credenciamento se encerra com dois dias úteis antes da partida, no horáro das 17h.
Para acessar a página de credenciamento, basta acessar o portal da FBF, disponível em: fbf.org.br. Ao acessar, basta clicar em "Credenciamento", escolher a competição, rodada e partida.
Para quem tem interesse, um formulário para cadastro está disponibilizado, e deve contar com dados pessoais, o registro profissional e do veículo de comunicação. A documentação será analisada e o credenciamento ficará sujeito à aprovação ou não por parte da federação.
Os três principais jornais do país – Folha de S.Paulo, O Globo e Estado de S.Paulo – fizeram duras críticas, nesta sexta-feira (12), ao apoio dado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva à iniciativa da África do Sul em denunciar Israel no Tribunal de Haia. Na última quarta (10), Lula endossou a denúncia por “genocídio” feita pela África do Sul na Corte Internacional de Justiça da ONU, além do pedido de investigação de “atos e medidas que possam constituir genocídio ou crimes relacionados”.
O apoio de Lula à ação da África do Sul ocorreu no mesmo dia em que o presidente se reuniu com o embaixador da Palestina em Brasília, Ibrahim Alzeben. Os três jornais, em seus editoriais, taxaram a decisão do presidente brasileiro de “infeliz”, “lastimável”, fruto de “ignorância ou má-fé”, entre outros adjetivos.
O Estadão, por exemplo, afirmou que Lula quer “posar de estadista”, mas, ao decidir endossar formalmente uma acusação “infundada” de genocídio contra Israel, revelaria que lhe falta o básico para governar: “prudência”.
“Pouco importa se esse alinhamento decorre de ignorância, cálculo político ou má-fé do presidente Lula da Silva e dos acólitos que o orientam na condução da política externa. O fato é que o Brasil só tem a perder se imiscuindo dessa forma lamentável numa questão muitíssimo complexa – e para a qual não está devidamente apetrechado para exercer qualquer influência relevante”, afirma o jornal paulista.
Na mesma linha, o jornal carioca “O Globo”, em um editorial com o título “Endosso de Lula é agressão injusta a Israel”, classifica como “lastimável” a decisão do presidente Lula de aderir à petição apresentada pela África do Sul à Corte Internacional de Justiça (CIJ). O Globo defende que ao atender ao pedido do embaixador palestino no Brasil, Lula teria violado a tradição de equilíbrio da diplomacia brasileira, além de ter banalizado uma acusação que, segundo o jornal, fortalece vertente insidiosa do antissemitismo contemporâneo.
“Ainda que a CIJ ordene medidas emergenciais, é difícil haver efeito na guerra. O caso em nada ajudará a luta justa – apoiada pelo Brasil – em favor de um Estado palestino ao lado de Israel. Sua única contribuição, ao associar as palavras “genocídio” a Israel, será avivar o paralelo ofensivo entre nazistas e o Estado judeu, obsessão do antissemitismo contemporâneo. Com o aval de Lula”, conclui O Globo.
O jornal paulista Folha de S.Paulo também fez fortes críticas à decisão da diplomacia do governo Lula, e considera que o Brasil erra ao deixar de tomar uma posição de equidistância em relação ao Oriente Médio. Em seu editorial, a Folha destaca relatório recente da Human Rights Watch que aponta a oscilação de líderes mundiais quando se trata de condenar violações dos direitos humanos.
Segundo a Humans Rights Watch, os líderes tendem a fazer vista grossa quando os perpetradores das violações são governos aliados, assim como carregam nas tintas em casos em que os violadores são adversários. O presidente brasileiro é um dos líderes citados pela organização global como adepto dessa tese.
“O documento em que o endosso foi anunciado não explica por que o Brasil considera estar havendo crime com essa caracterização na Faixa de Gaza. Genocídio é a ação deliberada para exterminar um grupo. Genocidas foram os nazistas contra judeus e outras minorias na 2ª Guerra Mundial, o Império Otomano contra armênios em 1915 e 1916 e hutus contra tutsis em Ruanda em 1994. A reação de Israel ao massacre, estupro e sequestro de civis cometido por terroristas do Hamas merece críticas, mas não justifica o abandono da equidistância tradicionalmente abraçada pelo Brasil”, defende a Folha.
O presidente da CPMI do 8 de janeiro, deputado Arthur Maia (União-BA), no início da reunião desta terça-feira (29), fez esclarecimentos sobre a medida tomada para regulamentar o trabalho da imprensa na comissão. O deputado cancelou a credencial do repórter fotográfico Lula Marques, da EBC, após a divulgação de uma imagem de conversa no WhatsApp do senador Jorge Seif (PL-SC), na última reunião da CPMI.
Por conta da reclamação feita pelo senador de ter tido imagem de sua conversa divulgada em rede social, Maia impediu o acesso do fotógrafo à sala da comissão e impôs novas normas à atuação dos profissionais de imprensa durante as reuniões. Entretanto, o presidente da CPMI recuou na intenção de tomar medidas contra jornalistas que vazassem informações confidenciais de documentos internos da comissão. Arthur Maia destacou que não é responsabilidade da imprensa o vazamento de informações internas.
“Penso que esse trecho da regulamentação elaborada pela Advocacia do Senado extrapola a nossa condição, porque muitas vezes a imprensa publica documentos sob sigilo e eles ganham publicidade e não se sabe a origem. Mas não posso responsabilizar os jornalistas pela exposição. Então estamos excluindo esse trecho do novo regulamento, para que a gente possa tratar dessa questão com a máxima justiça possível”, disse Arthur Maia.
Um outro recuo feito pelo presidente da CPMI se deu após pedido feito pelo deputado Paulo Magalhães (PSD-BA), de reconsideração da posição tomada em relação ao fotógrafo Lula Marques. Paulo Magalhães elogiou o “comportamento irretocável” de Arthur Maia na CPMI, mas disse que a decisão em relação ao fotógrafo extrapolaria seus poderes de presidente.
Diante do pedido feito por Magalhães e outros parlamentares, Arthur Maia afirmou que irá reconsiderar a proibição de acesso ao fotógrafo Lula Marques, caso ele se retrate e não faça novamente fotos de conversas privadas.
“Quero estabelecer aqui o meu respeito pela imprensa, respeito pela liberdade de expressão. Sou comprometido com a democracia, mas não posso admitir que profissionais da imprensa possam avançar sobre a intimidade alheia. Cancelei essa credencial e essa é medida que manteremos, em nome do respeito a privacidade, não só dos deputados mas de todos os brasileiros, não é admissível que alguém possa querer devassar a privacidade de quem quer que seja”, disse o deputado.
Apresentadora da TV Bahia, a jovem escritora Luana Souza é finalista do 16º Troféu Mulher Imprensa.
Há dois anos na Rede Bahia, Luana concorre na categoria Jornalista Revelação. A também comunicóloga tem passagens como repórter e apresentadora do programa Conexão Bahia, do Conversa Preta e do Mosaico Baiano. Além disso, participou do especial São João da Rede Bahia de 2020 e pelo projeto Uma Rede Por Todos.
Luana Souza é natural de Cachoeira, no Recôncavo baiano, e tem experiência não apenas com televisão, mas também com rádio. A jornalista ainda é co-fundadora da Controversas, coletivo de mulheres pesquisadoras da cultura.
Em 2021, Luana recebeu o Prêmio Maria Felipa, representando o jornalismo. É co-autora do livro “Negras Crônicas: Escurecendo os fatos”, co-organizadora e escritora do livro "Controversas: Perspectivas de Mulheres em Cultura e Sociedade" e autora do livro-reportagem “Na contramão do Afeto”.
O Troféu Mulher Imprensa é uma iniciativa da Revista e Portal IMPRENSA e é o único prêmio do Brasil dedicado ao reconhecimento do trabalho jornalístico das mulheres.
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Em 14 de Maio de 1811, circulou o Idade D’Ouro do Brazil, primeiro jornal que existiu na Bahia e segundo no Brasil. Para marcar o 210° aniversário da imprensa no estado, a Associação Bahiana de Imprensa (ABI) e o Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (IGHB) realizam um debate virtual nesta sexta-feira (14), a partir das 15h, no Youtube.
O encontro reunirá jornalistas e pesquisadores para debater a respeito das circunstâncias históricas que determinaram a implantação dos primeiros jornais, além de fazer uma análise do conteúdo das suas edições e os efeitos que a imprensa causou na sociedade colonial da Bahia.
Participam da live o jornalista Leão Serva, descendente em linha direta de Manoel Antonio da Silva Serva, criador do primeiro jornal e pioneiro da indústria gráfico-editorial privada brasileira, fundador e dono da tipografia onde era impresso o Idade D’Ouro do Brazil; o historiador Pablo Magalhães, da Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB); o jornalista Nelson Varón Cadena, diretor de Cultura da ABI. A moderação será do jornalista e pesquisador do IGHB Jorge Ramos.
A Associação Bahiana de Imprensa (ABI) completa 90 anos na segunda-feira (17) e realiza umaa cerimônia para reimplantação do Museu de Imprensa. A cerimônia será transmitida ao vivo, através do Facebook e Youtube.
O museu foi fundado há 43 anos passou por reestruturação completa, ganhou novo espaço e um Laboratório de Conservação e Restauro. Após quase uma década sem área de exposição, uma mostra está sendo montada para marcar a instalação do Museu no térreo do Edifício Ranulfo Oliveira, na Praça da Sé, localizada no Centro Histórico de Salvador. O arquiteto responsável pelo local é Augusto Ávila.
A curadoria do museu é do jornalista e pesquisador Nelson Varón Cadena, autor do livro “Cronologia da Associação Bahiana de Imprensa. 1930-1980”. Atualmente ele assume o papel que em 1975 foi desempenhado pela museóloga Lygia Sampaio, a convite da escritora, folclorista e jornalista Hildegardes Vianna. O prédio da ABI recebe muitos estudantes dos cursos de História e Arquitetura, por causa da edificação moderna estilo Le Corbusier, com uma fachada de janelas contínuas, estruturas em pilotis, cobogós e um terraço com um painel de Mário Cravo Júnior.
A ABI possui livros raros e documentos históricos, um conjunto formado por coleções de revistas especializadas, jornais, fotografias, além das bibliotecas pessoais de jornalistas como Jorge Calmon, João Falcão e Berbert de Castro.
As obras são divididas entre o Museu de Imprensa e a Biblioteca de Comunicação Jorge Calmon e procedem também do acervo de outros personagens centrais para a história da imprensa e do cinema baianos, como o cineasta Walter da Silveira.
As obras são divididas entre o Museu de Imprensa e a Biblioteca de Comunicação Jorge Calmon e procedem também do acervo de outros personagens centrais para a história da imprensa e do cinema baianos, como o cineasta Walter da Silveira.
A preservação desses materiais é responsabilidade da técnica em restauro Marilene Oliveira e a museóloga Renata Ramos, que realiza todas as intervenções referentes à conservação, restauração e tratamento arquivístico da rara documentação sob a tutela da ABI. E isso inclui o material que compõe o acervo da Biblioteca de Comunicação Jorge Calmon, gerida pela bibliotecária da ABI, Valésia Oliveira. O Museu de Imprensa também está realizando um tour virtual através do YouTube.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.