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grupo penha
Policiais civis de Cachoeira, no Recôncavo, apuram um suposto monitoramento ilegal contra um terreiro de candomblé. Os membros da entidade religiosa Ilê Axé Icimimó Agunjí Didê acusam que o crime parte de funcionários de uma empresa [Grupo Penha], que já teriam provocado destruição do local em 2020. O terreiro já é reconhecido como patrimônio imaterial da Bahia desde 2014 e do Brasil, a partir de 2016.
Segundo o G1, ainda não foi identificado nenhum suspeito pelos atos. A polícia informou que as partes envolvidas devem ser intimadas para prestar esclarecimentos. Ainda segundo informações, há três anos, funcionários da empresa citada teriam usado armas para intimidar os candomblecistas. Eles também teriam derrubado cercas. A empresa, em resposta, disse que as denúncias eram falsas.
À época, imagens registradas no local mostraram agdás – tipo de pratos de barro usados nos cultos – destruídos. Além disso, o Ibá de Exu – que são as ferramentas do orixá – sumiram durante a destruição.
O Grupo Penha não respondeu às ligações do site para se posicionar em relação à denúncia de monitoramento ilegal do terreiro. O templo religioso é vizinho à empresa desde 2005, quando o Grupo Penha se instalou na localidade.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.