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Um homem de 37 anos, investigado pelo crime de furto qualificado contra agricultores do município de Juazeiro, no Sertão do São Francisco, foi preso preventivamente em Brasília em uma operação das polícias da Bahia em conjunto com agentes de Brasília. De acordo com o inquérito policial, o crime ocorrido em dezembro de 2025 teria lesado os produtores rurais da região em mais de R$ 1 milhão.
De acordo com a investigação policial, o suspeito foi localizado na residência onde morava, no Distrito Federal. Durante a ação, os policiais também apreenderam o aparelho celular utilizado pelo investigado para ser submetido a análise e extração de dados que poderão contribuir para o avanço das investigações e a identificação de outros envolvidos.
A prisão faz parte da segunda fase da Operação Magicae Arca, que apura fraude na venda de insumos agrícolas em Juazeiro. As diligências prosseguem com o objetivo de localizar outros envolvidos e desarticular o grupo investigado.
MODUS OPERANDI
O grupo operava oferecendo insumos agrícolas por valores inferiores aos praticados no mercado e tinha pequenos agricultores como alvo principal. Os integrantes realizavam reuniões com os clientes e apresentavam vídeos e fotos dos materiais oferecidos para conferir veracidade ao serviço.
Agentes policiais apontam ainda que os suspeitos exigiam que o pagamento fosse realizado em espécie, com o dinheiro acondicionado em uma caixa. Eles alegavam que os valores seriam encaminhados aos fornecedores. Após o recolhimento do dinheiro, um dos integrantes trocava a caixa que continha os valores por outra preenchida com papel.
O suspeito é o segundo integrante da quadrilha capturado pela Polícia Civil da Bahia (PC-BA). O primeiro investigado foi preso em São Paulo, no dia 5 de agosto. As apurações dos agentes policiais indicam a participação de outros envolvidos no esquema.
O pastor Osório José Lopes Júnior é um dos alvos da investigação da Polícia Civil do Distrito Federal, deflagrada nesta quarta-feira (20), que investiga um grupo suspeito de praticar golpes financeiros no Brasil e no exterior. As informações são do g1.
Ele é alvo de mandado de prisão, mas está foragido. A Polícia Civil aponta que o grupo movimentou R$ 156 milhões em 5 anos, além de criar 40 empresas "fantasmas" e movimentar mais de 800 contas bancárias suspeitas. Os golpes fizeram mais de 50 mil vítimas.
Osório é acusado de aplicar golpes em fiéis de Goianésia, no centro de Goiás, e demais pessoas de vários estados do país, em 2018. À época, ele e outro pastor alegavam que haviam ganhado um título de R$ 1 bilhão, mas precisavam reunir fundos para conseguir recebê-lo.
O líder religioso prometia lucros até dez vezes acima dos valores repassados pelas vítimas e conseguiu cerca de R$ 15 milhões com o golpe. Para uma das vítimas, prometeu repassar mais de R$ 2 quatrilhões, valor que supera as fortunas somadas das dez pessoas mais ricas do mundo.
GOLPE
A tática é semelhante aos supostamente usados por ele no golpe investigado pela operação deflagrada nesta quarta-feira. A Polícia Civil detectou "a promessa de que somente com um depósito de R$ 25 as pessoas poderiam receber de volta nas 'operações' o valor de Um Octilhão de Reais, ou mesmo 'investir' R$2 mil para ganhar 350 bilhões de centilhões de euros'.
Em 2018, o homem chegou a ser preso, mas responde ao processo em liberdade. A sentença ainda não foi proferida pela Justiça. Após ser liberado da prisão, Osório se mudou para São Paulo.
A operação desta manhã foi coordenada pela Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Ordem Tributária, vinculada ao Departamento de Combate a Corrupção e ao Crime Organizado (DOT/DECOR).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.