Artigos
O orçamento de 2026 e as Universidades Federais
Multimídia
André Fraga destaca importância da COP30 e explica papel do Brasil no debate climático global
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
gilson
Faleceu ontem (6), aos 87 anos, o jornalista Gilson Nascimento Reis. O velório aconteceu na manhã desta quarta-feira (7) no Cemitério do Campo Santo.
Nascimento era egresso do Jornal da Bahia e também atuou na Secretaria de Comunicação do Governo da Bahia. Sua morte foi lamentada por colegas da classe. Após seu falecimento, o Sindicato dos Jornalistas da Bahia publicou uma nota de pesar.
CONFIRA A NOTA NA ÍNTEGRA:
O Sindicato dos Jornalistas da Bahia — SINJORBA — expressa o seu grande pesar pelo passamento, ontem (6.01), em Salvador, aos 87 anos, do jornalista Gilson Nascimento Reis, nascido a 13 de abril de 1938.
Poeta, Gilson era dono de um texto de estilo leve e límpido. “Como a própria pessoa que ele era: um sujeito sereno, uma pessoa doce e um ser humano solidário”, rememora o jornalista, publicitário e escritor Marcelinho Simões, que militou no Jornal da Bahia, quando Gilson exerceu a função de chefe dos copidesques, à época dos embates históricos entre o JBa e o governador Antônio Carlos Magalhães —nomeado, em 1970, pela ditadura militar e cuja obsessão era fechar o jornal fundado por João Falcão.
Gilson Nascimento também integrou os quadros da Secretaria de Comunicação do Governo da Bahia, sendo um dos principais auxiliares do então secretário Fernando Vita, jornalista e também egresso da redação do Jornal da Bahia. “Se Gilson era a paz,
Vita era a tempestade, ‘esporreteando’ quando chegava à redação do jornal”, conta, aos risos, Simões.
A cerimônia de adeus ao jornalista Gilson Nascimento ocorre nesta quarta-feira (7.01) no Cemitério do Campo Santo, sala 3, às 10h (o velório se inicia às 7h).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Donald Trump
"Entendo que ela virá na próxima semana e estou ansioso para cumprimentá-la".
Disse o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump ao afirmar que deve se reunir com a líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, na próxima semana, em Washington.