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Faleceu ontem (6), aos 87 anos, o jornalista Gilson Nascimento Reis. O velório aconteceu na manhã desta quarta-feira (7) no Cemitério do Campo Santo.
Nascimento era egresso do Jornal da Bahia e também atuou na Secretaria de Comunicação do Governo da Bahia. Sua morte foi lamentada por colegas da classe. Após seu falecimento, o Sindicato dos Jornalistas da Bahia publicou uma nota de pesar.
CONFIRA A NOTA NA ÍNTEGRA:
O Sindicato dos Jornalistas da Bahia — SINJORBA — expressa o seu grande pesar pelo passamento, ontem (6.01), em Salvador, aos 87 anos, do jornalista Gilson Nascimento Reis, nascido a 13 de abril de 1938.
Poeta, Gilson era dono de um texto de estilo leve e límpido. “Como a própria pessoa que ele era: um sujeito sereno, uma pessoa doce e um ser humano solidário”, rememora o jornalista, publicitário e escritor Marcelinho Simões, que militou no Jornal da Bahia, quando Gilson exerceu a função de chefe dos copidesques, à época dos embates históricos entre o JBa e o governador Antônio Carlos Magalhães —nomeado, em 1970, pela ditadura militar e cuja obsessão era fechar o jornal fundado por João Falcão.
Gilson Nascimento também integrou os quadros da Secretaria de Comunicação do Governo da Bahia, sendo um dos principais auxiliares do então secretário Fernando Vita, jornalista e também egresso da redação do Jornal da Bahia. “Se Gilson era a paz,
Vita era a tempestade, ‘esporreteando’ quando chegava à redação do jornal”, conta, aos risos, Simões.
A cerimônia de adeus ao jornalista Gilson Nascimento ocorre nesta quarta-feira (7.01) no Cemitério do Campo Santo, sala 3, às 10h (o velório se inicia às 7h).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.