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Artigos

Daniela Cháves
Cultura independente à própria sorte
Foto: Divulgação

Cultura independente à própria sorte

Desde março de 2023, a Casa do Improviso se constituiu como um raro exemplo de iniciativa cultural independente em Salvador: um espaço erguido não por políticas públicas estruturantes, mas pela insistência de artistas que decidiram investir, com recursos próprios e redes de afeto, na criação de um território vivo para as artes cênicas.

Multimídia

Deputado Antonio Henrique Jr. destaca alinhamento ideológico com o PV: “A gente veio representar o partido, ajudar a crescer”

Deputado Antonio Henrique Jr. destaca alinhamento ideológico com o PV: “A gente veio representar o partido, ajudar a crescer”
O deputado estadual Antonio Henrique Jr (PV) comentou sobre a migração partidária dos parlamentares eleitos pelo Progressistas na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) após a consolidação da federação PP-União Brasil, na oposição ao governo estadual. Em entrevista ao Projeto Prisma, nesta segunda-feira (27), o deputado afirmou que a decisão de romper com o partido e se manter na base governista foi coletiva.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

geddel vieira lima

Geddel nega envolvimento em propina de R$ 2 milhões por fuga em presídio e chama ex-aliado de “caso psiquiátrico”
Foto: Valter Campanato / Agência Brasil | Reprodução / Redes Sociais

Citado como possível beneficiário de um esquema de propina de R$ 2 milhões para facilitar a fuga de 16 detentos do Conjunto Penal de Eunápolis, em dezembro de 2024, o ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB) reagiu com dureza às acusações. Em resposta ao Bahia Notícias, o ex-deputado federal classificou as afirmações como “irresponsáveis e inconsequentes” e sugeriu que o ex-aliado apontado como elo do esquema sofre de problemas psiquiátricos.

 

A declaração de Geddel ocorre após o BN publicar, neste sábado (18), trechos da delação premiada da ex-diretora da unidade prisional, Joneuma Silva Neres. Segundo o acordo de colaboração, ao qual o BN teve acesso, o esquema teria envolvido o ex-deputado federal Uldurico Júnior (à época no MDB) e seu pai, Uldurico Alves Pinto, como intermediários.

 

ACUSAÇÃO DO MP-BA
De acordo com a delação, Geddel teria pactuado com Uldurico Júnior o recebimento de metade dos R$ 2 milhões pagos pela organização criminosa que planejou a fuga – ou seja, R$ 1 milhão. Em documento oficial, o Ministério Público da Bahia (MP-BA) considerou os indícios suficientes para justificar o avanço das apurações.

 

“Oportunamente, observa-se que o investigado GEDDEL VIEIRA LIMA foi apontado pela colaboradora como possível beneficiário de valores oriundos da fuga do presídio de Eunápolis, ao passo que ULDURICO ALVES PINTO, genitor de ULDURICO JR., foi indicado como intermediário no repasse de vantagens indevidas decorrentes de atos de corrupção. Diante de tais elementos, o aprofundamento das investigações revela-se medida imprescindível”, apontou o MP-BA.

 

A fuga em massa ocorreu em dezembro de 2024, em uma ação que expôs fragilidades no sistema penitenciário do extremo sul baiano. Joneuma Silva Neres, que chefiava o presídio à época, é a principal delatora do esquema e detalhou, em cinco reportagens da série “Duas Rosas”, a suada relação de proximidade com Uldurico Jr. e as tratativas que teriam ocorrido após as eleições municipais de 2024.

 

DEFESA DE GEDDEL
Procurado pelo BN, o ex-ministro apontou a versão dele. Em tom agressivo, atribuiu a delação à falta de credibilidade do ex-aliado e questionou a sanidade mental de Uldurico Júnior.

 

“Irresponsável e inconsequente. Usa o nome de terceiros de forma criminosa. Sempre tratei esse rapaz como quadro do partido e vejo, hoje, o quão inconsequente ele é. O caso dele é psiquiátrico.”

Apesar do suposto acordo para o recebimento de R$ 1 milhão, durante as conversas obtidas pela investigação, não há menções diretas de que o ministro tinha conhecimento da colaboração entre o ex-deputado federal e a facção Primeiro Comando de Eunápolis (PCE).


No dia 21 de dezembro de 2024, Uldurico enviou mensagens a Geddel com o objetivo de atribuir a culpa a terceiros, mais especificamente, no então superintendente de Gestão Prisional da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), Luciano Teixeira. Em uma dessas mensagens, Uldurico afirma expressamente: "Parece que o Luciano está por trás da fuga dos presos de Eunápolis".

 

Uldurico também enviava a Geddel links de matérias jornalísticas encomendadas por ele no site “Gazeta da Bahia” e documentos oficiais de cobrança para sustentar a tese de que a culpa seria da Seap e de sua cúpula.

 

Conforme a delação obtida pela reportagem, o envio das mensagens de Uldurico a Geddel ocorriam de forma coordenada com Joneuma, em uma tentativa de "livrar a culpa" da ex-diretora e de si próprio pela fuga dos detentos.

 

A tentativa de culpar Luciano, no entanto, foi repreendida por Geddel. No dia 22 de dezembro de 2024, ele encaminhou um áudio enfurecido a Uldurico. Na gravação ele afirmou que as reclamações “estavam chatas” e que iria mostrar “as cagadas” feitas por Joneuma no presídio de Eunápolis.

Geraldo Jr. pode não ser o primeiro vice “rifado” em reeleição na Bahia; relembre casos
Foto: Reprodução / Ascom

A definição sobre a composição da chapa governista na Bahia segue sem solução. Com as vagas ao Senado praticamente definidas, com a tentativa de reeleição de Jaques Wagner (PT) e a indicação do ex-governador Rui Costa (PT), e o governador Jerônimo Rodrigues (PT) confirmado como cabeça de chapa, o único posto em aberto é o de vice-governador.

 

A permanência de Geraldo Jr. (MDB) na vaga, no entanto, ainda não está garantida. Nem mesmo a recente visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao estado, na quinta-feira (2), foi suficiente para destravar o impasse, o que mantém em aberto a possibilidade de mudança na composição.

 

Diversos nomes já foram cogitados para substituir Geraldo Jr. Entre eles, o da presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Ivana Bastos (PSD), que teria recusado o convite em mais de uma ocasião. Também surgiu a possibilidade de articulação com o deputado federal Elmar Nascimento (União Brasil), que poderia migrar para a base governista e indicar um nome, nos bastidores, o mais citado é o do deputado estadual Marcinho Oliveira (PRD).

 

Outro nome ventilado é o do presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB) e prefeito de Andaraí, Wilson Cardoso (PSB), apoiado por prefeitos do interior. Também aparecem entre os cotados os deputados estaduais Alex da Piatã (PSD) e o ex-presidente da AL-BA Adolfo Menezes (PSD).

 

Caso seja substituído, Geraldo Jr. não será o primeiro vice a ser retirado de uma chapa durante uma tentativa de reeleição na Bahia. Em 1998, o então vice-governador César Borges assumiu o governo poucos meses antes das eleições e disputou o pleito como titular, sendo reeleito. Naquele momento, não houve indicação de vice em seu primeiro mandato; posteriormente, Otto Alencar (à época no PL, hoje no PSD) ocupou o posto.

 

Situação semelhante ocorreu no governo de Jaques Wagner (PT). No primeiro mandato (2007–2010), o vice foi Edmundo Pereira Santos (PMDB). Já na tentativa de reeleição, Wagner mudou a composição e escolheu Otto Alencar como vice, após o rompimento com o PMDB liderado por Geddel Vieira Lima, que lançou candidatura própria ao governo.

 

O cenário atual ganhou novos contornos após desgaste envolvendo Geraldo Jr., que teria solicitado a aliados, em um grupo de WhatsApp, a divulgação de críticas ao ministro da Casa Civil, Rui Costa. O episódio ampliou as especulações sobre sua possível substituição.

 

Segundo apuração, reuniões internas foram realizadas ao longo da semana para tentar fechar a composição. Na segunda-feira (30), interlocutores chegaram a indicar que o nome de Geraldo Jr. seria mantido, inclusive com sinalizações ao ex-ministro Geddel Vieira Lima. No entanto, o acordo teria sido interrompido após intervenção de Rui Costa, que, segundo relatos, mantém resistência ao nome do vice.

 

Mesmo após novo encontro no Palácio de Ondina, já com a presença de Lula, não houve definição. Com isso, o impasse permanece, e a escolha do vice segue como principal ponto de tensão na formação da chapa governista para 2026.

Em noite movimentada, Jerônimo recebe Geddel e Otto em meio a impasses sobre vice; senador nega tratativas
Foto: Reprodução / Redes Sociais

O governador Jerônimo Rodrigues (PT) se reuniu com o ex-ministro Geddel Vieira Lima, um dos principais caciques do MDB na Bahia, e com o presidente estadual do PSD, senador Otto Alencar, durante a noite desta segunda-feira (30). Os encontros ocorrem em meio a uma possível substituição do vice-governador Geraldo Jr. (MDB) na chapa governista.

 

Ao Bahia Notícias, Otto Alencar afirmou que se reuniu apenas com Jerônimo Rodrigues e negou a presença da presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), Ivana Bastos (PSD), apontada como possível indicação à vice, no encontro. O senador também afirmou que não tratou sobre a chapa majoritária, limitando a reunião a uma conversa sobre questões partidárias do PSD.

 

“Não fui convocado para reunião de urgência. Fui tratar de questões do PSD, de prefeitos do interior. Hoje eu recebi mais de 10 prefeitos em meu gabinete. Também conversamos sobre pessoas que querem chegar e que querem sair do PSD. A vice não foi conversada, não sou eu que estou tratando disso. Eu estou falando a verdade”, disse Otto ao Bahia Notícias.

 

Rumores apontavam que a reunião de Jerônimo com Geddel, e posteriormente com Otto, seria um alinhamento para o anúncio de Ivana como vice na chapa do governo. O secretário de Relações Institucionais (Serin), Adolpho Loyola, também participou das conversas com o emedebista.

 

Procurado pela reportagem sobre o teor do encontro, Geddel se limitou a dizer que "foi uma boa reunião".

 

No início deste mês de março, os senadores Jaques Wagner (PT) e Otto, juntamente com o ministro da Casa Civil, Rui Costa, se reuniram para discutir o nome que poderia substituir Geraldo Jr. Conforme informações obtidas pelo Bahia Notícias, a indicação de Ivana Bastos teria sido unânime entre os caciques. Todavia, ela já teria recusado por preferir permanecer na presidência da AL-BA.

 

(Atualizada às 21h55 para adicionar a fala de Geddel)

José Ronaldo descarta candidatura em 2026 e reafirma compromisso de concluir mandato em Feira de Santana
Foto: Paulo José / Acorda Cidade

O prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (União), reafirmou publicamente que não pretende deixar o cargo para disputar as eleições deste ano. A declaração ocorre em um momento de intensa movimentação nos bastidores da política baiana, motivada por uma reunião entre o gestor e o ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB), realizada na última segunda-feira (20), em Salvador.

 

As especulações sobre uma possível composição de chapa ganharam força após o encontro. No entanto, durante evento de apresentação do balanço das ações da Secretaria de Saúde referentes ao ano de 2025, o prefeito foi enfático ao ser questionado sobre suas pretensões eleitorais e a relação com o ex-ministro da Integração Nacional. As informações foram confirmadas pelo Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias.

 

José Ronaldo fundamentou sua decisão na promessa feita durante o período eleitoral. "No meu horário eleitoral, eu disse que, se fosse eleito, ficaria o mandato inteiro. E eu vou cumprir", diz o prefeito, assegurando que pretende ocupar a cadeira do Executivo municipal até o final de 2028.

 

Embora o encontro com Geddel Vieira Lima tenha sido interpretado por analistas como um movimento de articulação, a postura oficial de José Ronaldo busca encerrar os rumores de uma desincompatibilização precoce. Enquanto o governo federal projeta a saída de diversos ministros para a disputa eleitoral de abril, o cenário em Feira de Santana, segundo o próprio gestor, permanece focado na continuidade administrativa.

VÍDEO: confira momento após agressão sofrida por Geddel Vieira Lima no Ano-Novo em Interlagos
Foto: Reprodução

O ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB) relatou ter sido agredido durante uma festa de Réveillon realizada no condomínio de luxo Interlagos, em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador. Após o ataque, ele caiu e precisou ser auxiliado por um agente de segurança do local.

 

Imagens que circulam nas redes sociais mostram o momento em que Geddel se levanta da mesa e deixa o ambiente acompanhado por familiares, logo após o episódio ocorrido durante a confraternização.

 

Segundo o ex-ministro, a agressão aconteceu enquanto ele estava sentado ao lado da esposa. De acordo com o relato, um homem teria se aproximado por trás e aplicado um golpe conhecido como “mata-leão”, além de proferir ameaças. “A realidade é que eu estava sentado com minha mulher quando uma pessoa se aproximou por trás e me deu uma espécie de mata-leão, dizendo: ‘Você tem que morrer, política tem que morrer’”, afirmou.

 

Geddel informou ainda que registrou boletim de ocorrência e que a administração do condomínio encaminhou às autoridades as imagens captadas pelas câmeras de segurança. O caso será apurado pela polícia.

Geddel se envolve em briga após provocação em condomínio de luxo na RMS
Foto: Reprodução / Redes Sociais

O ex-deputado e ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB) registrou um boletim de ocorrência após se envolver em uma briga dentro do condomínio Interlagos, em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador. O episódio ocorreu na madrugada desta quinta-feira (1°).

 

Segundo o site Informe Baiano, Geddel estava sozinho em uma mesa quando um homem, ainda não identificado, se aproximou e passou a fazer provocações verbais ao político. Diante da situação, o ex-ministro teria reagido de forma imediata, desferindo um soco.

 

A discussão evoluiu em seguida para uma troca de agressões físicas, com os dois envolvidos chegando a cair no chão durante a confusão. Seguranças do condomínio intervieram para separar a briga e evitar que o confronto tomasse maiores proporções.

 

Amigos de Geddel Vieira Lima também ajudaram a conter os ânimos e encerrar o episódio. Após o ocorrido, foi registrado um boletim de ocorrência. A Polícia Civil já colheu o depoimento do ex-ministro, e o caso segue sob apuração.

Márcio Marinho prega cautela por federação com MDB e indica que Republicanos "não abre mão do controle" do grupo
Foto: Divulgação

O movimento de união partidária que tem ficado cada vez mais comum pode colocar duas legendas de direções opostas lado a lado. Com o debate ficando mais afunilado, o MDB e o Republicanos devem formar mais uma federação partidária, porém com um entrave direto na Bahia: o comando do grupo. Apesar do debate, para o deputado federal e presidente estadual dos Republicanos Márcio Marinho o comando fica com quem tiver mais representação parlamentar em Brasília.

 

Em contato com o Bahia Notícias, o deputado reforçou que a federação é “um negócio sério”.  “Você tem vários problemas, além de realidades diferentes nos estados. Não é da noite para o dia que se resolve, apesar das federações serem importantes. Os partidos [MDB e Republicanos] estão se organizando. O Republicanos tem essa conversa com o MDB para federalizar, visando as eleições no estado e nacionais. As conversas estão acontecendo, mas sem martelo batido. O que vai resolver serão as conversas nacionalmente. O Marcos Pereira [presidente nacional dos Republicanos], o Baleia Rossi [presidente nacional do MDB], analisando detalhe por detalhe”, apontou. 

 

Marinho comentou ainda que a união deve ser regida pela regra utilizada por outras federações, tendo a chancela da nacional, o partido com mais deputados federais comanda a federação. “Tenho procurado não falar muito para aguardar a decisão nacional. Vejo matérias sobre quem terá controle e a regra é essa. O partido que tem mais deputado nos estados, detém o controle da federação. Se isso acontecer com o MDB, não vamos abrir não de ter o controle da federação no estado. E com o controle, a nossa tendência é nos mantermos onde nos estamos atualmente”, disse.

 

“Na centro-direita, com os partidos da base de Bruno Reis e ACM Neto. Nosso perfil dos nossos parlamentares tem esse perfil, de centro-direita. Com todos os repeito que temos pelos deputados do MDB, estaremos nos posicionando para ter o controle. Essa federação é importante para todo mundo”, completou Marinho.

 

Ao BN, Marinho ainda deixou o caminho aberto para o diálogo com lideranças do MDB na Bahia, pensando em montar uma federação forte e proveitosa para ambos partidos. “Tenho maior respeito por Lucio [Vieira Lima], Geddel [Vieira Lima], Geraldo [Jr.]. Se dependente de mim, o espaço está sempre aberto. Sou do diálogo. Mas sempre nos posicionando que o partido tem a maioria”, finalizou. 

 

O debate para o desfecho da federação ocorre centrado em Brasília, com as lideranças partidárias ainda tentando equalizar pendências estaduais. Na Bahia, alguns interlocutores do MDB apontam que existe uma convergência de interesses para que as lideranças do partido fiquem com o comando da federação. Apesar disso, o novo grupo político ainda deve passar por algumas mudanças para conseguir contemplar os interesses diversos. 

 

O desfecho da negociação deve ser visto ainda em 2025, com impacto direto na Bahia. 

STF retoma julgamento de Geddel e Lúcio por rachadinha e lavagem de dinheiro após mudança no foro
Foto: Valter Campanato / Agência Brasil

O Supremo Tribunal Federal (STF) voltará a julgar as investigações envolvendo Geddel Vieira Lima, de suspeitas de rachadinha no gabinete de Lúcio Vieira Lima (irmão do ex-parlamentar) na Câmara e outra, suposta lavagem de dinheiro por meio de vendas fictícias de gado e simulação de contratos de aluguel de maquinário agrícola, que haviam sido enviadas para a primeira instância. Após mudança no entendimento da Corte sobre o foro privilegiado, os casos retornam para o STF.

 

Segundo o Globo, em março, os ministros mudaram a extensão do foro privilegiado e estabeleceram que o julgamento de crimes relacionados ao cargo continua na Corte mesmo depois do fim do mandato, por 7 votos a 4. 

 

Antes, casos envolvendo o presidente da República, ministros, senadores e deputados ficavam no STF somente enquanto durasse o mandato ou a autoridade estivesse na função. A nova norma prevê o envio à Corte inclusive de inquéritos ou ações penais iniciadas após o fim do mandato, desde que estejam relacionados ao exercício da função.

 

Além de Geddel, outras figuras terão os processos enviados ao STF novamente. Na lista estão casos envolvendo políticos como o ex-ministro Ricardo Salles, Deltan Dallagnol, ex-deputado, e o presidente do PSD, Gilberto Kassab.

 

Fotos: José Cruz / Marcelo Camargo / Agência Brasil / Zeca Camargo / Câmara dos Deputados 

 

A investigação contra Salles, ex-ministro do Meio Ambiente do governo Bolsonaro, é sobre um suposto favorecimento a madeireiras. O caso havia sido remetido para a Justiça de Altamira, no Pará, após sua saída do cargo. Ele nega irregularidade e, pelas redes sociais, chamou a acusação de “falácia”.

 

Já em relação a Deltan, o STF vai analisar uma queixa-crime feita pelo ministro Flávio Dino em 2023, quando ele ainda não havia sido indicado à Corte, por crimes de calúnia, difamação e racismo. Na ocasião, o ex-procurador afirmou que o então ministro da Justiça fechou acordo com o crime organizado para viabilizar uma visita ao Complexo da Maré, no Rio. 

 

Os ex-ministros de Michel Temer: Gilberto Kassab, que comandou a pasta de Ciência e Tecnologia, e Geddel Vieira Lima, da hoje extinta Secretaria de Governo, também serão julgados pela suprema corte.

Zé Neto não acredita em “constrangimento” após encontro com Geddel: “Pagou o que tinha de pagar”
Foto: Reprodução / Redes Sociais

Angariando apoio político em Feira de Santana, no Centro-norte baiano, durante sua 5ª “cruzada” na tentativa de assumir a prefeitura da cidade, o deputado federal Zé Neto (PT-BA) não vê constrangimento após o encontro, desta segunda-feira (18), com o presidente de honra do MDB baiano, Lúcio Vieira Lima, e Geddel Vieira Lima, correligionários do atual prefeito de Feira, Colbert Martins.

 

Após o encontro, Zé Neto postou uma foto nas redes sociais com os irmãos, com a legenda: "Com Geddel e Lúcio Vieira Lima, direção do MDB Baiano, construindo uma aliança política para 2024, para alavancar um novo projeto de desenvolvimento para nossa Princesa do Sertão". Confira:

 

Em 2019, o Supremo Tribunal Federal (STF) condenou Geddel e Lúcio Vieira Lima por lavagem de dinheiro e associação criminosa, no caso do “Bunker” com R$ 51 milhões encontrados em um apartamento de Salvador, em 2017.

 

Durante entrevista ao Podcast Projeto Prisma, do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (18), Zé Neto afirmou que Geddel respondeu na justiça e que os irmãos, quer queira quer não, têm relevância na política baiana.

 

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“Geddel pagou o preço que tinha de pagar. Respondeu na justiça. A gente não pode polemizar a política e tem que lembrar que, na semana passada, quem estava lá era meu adversário [Zé Ronaldo] e toda a imprensa publicou. Eles [os irmãos Vieira Lima] têm importância política na Bahia. Se teve alguma coisa errada, já teve o processo penal, mas ninguém pode dizer que o MDB e que a família Vieira Lima não teve nenhuma importância no processo político desse Estado e que não foi importante, inclusive, para nossa vitória”, afirmou o deputado federal destacando que ambos se colocaram à disposição para participar do projeto político em Feira. Confira o trecho:

 

Ainda de acordo com Zé Neto, as articulações em Feira de Santana junto ao MDB vêm sendo capitaneadas pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT).

Antônio Brito teria pedido apoio para presidência da Câmara e endosso a Geraldo Jr. seria moeda trocada
Foto: Divulgação

A “rusga” pública entre Geddel Vieira Lima e o processo eleitoral de Salvador em 2024 teve como pano de fundo as conversas que o PSD tem mantido com o MDB sobre a sucessão de Arthur Lira (PP) na Câmara dos Deputados em 2025. Sob olhares desatentos, a repercussão da postagem do emedebista ficou numa improvável retirada da candidatura de Geraldo Jr. (MDB) na corrida pela prefeitura da capital baiana. No entanto, interlocutores que acompanham as conversas do grupo político de Jerônimo Rodrigues (PT) admitem que o alvo era o PSD e Antonio Brito. 

 

Pode parecer desatino, mas a publicação de Geddel começava com uma provocação a uma entrevista em que Otto Alencar reafirmava a candidatura de Brito a prefeito. Apesar dessa insistência do PSD em “jogar para a plateia”, os aliados reconhecem que a prioridade do deputado federal é ser candidato à presidência da Câmara. Por isso, ao se colocar como pré-candidato reiteradas vezes, o parlamentar contribui para adiar a decisão já considerada atrasada de bater o martelo sobre a corrida pelo Palácio Thomé de Souza.

 

Um encontro entre Brito, o presidente do PSD, Gilberto Kassab, e o presidente do MDB, Baleia Rossi, teria sido o ponto de inflexão que resultou no “desabafo” de Geddel. Nessa reunião, os emedebistas ouviram a proposta de apoiar a candidatura de Brito à presidência da Câmara desde agora, retirando as possibilidades do líder do MDB, Isnaldo Bulhões, manter-se na disputa. O acordo não foi firmado, mas a hipótese passou a ser discutida internamente entre os emedebistas e a reação do cacique baiano foi em tom de aviso sobre o “foco duplo” de Brito.

 

A leitura é de que, se o deputado federal deseja ser candidato na Câmara, pode abrir mão de disputar em Salvador para endossar o nome de Geraldo Jr. Porém, ao se manter como um nome possível na capital baiana, Brito inviabiliza as conversas para que o MDB faça um gesto público a favor dele no plano federal - e Salvador seria apenas uma das cidades colocadas em debate nesse contexto.

 

Enquanto isso, o MDB segue apostando na candidatura de Geraldo Jr. a prefeito e pede celeridade, por meio de indiretas e não tão indiretas assim, no processo de escolha. Até aqui, o vice-governador segue ligeiramente à frente nessa disputa pela candidatura unificada do grupo de Jerônimo, mas falta o governador bater o martelo e falar publicamente sobre o assunto.

Jerônimo inicia conversas com PT, PSB e MDB sobre 2024 e agenda reunião do conselho político
Reunião com PT | Fotos: Reprodução/ Instagram @jeronimorodriguesba

O governador Jerônimo Rodrigues (PT) iniciou, nesta segunda-feira (28), uma rodada de conversas com partidos da base aliada sobre 2024. Os primeiros “convocados” foram representantes de PT, PSB e MDB e, por enquanto, há a expectativa de que uma reunião do conselho político seja finalmente convocada para os primeiros dias de setembro.

 

Em publicações nas redes sociais, os presidentes do PT, Éden Valadares, e do PSB, Lídice da Mata, indicaram que o assunto dos encontros com Jerônimo foi a disputa eleitoral do próximo ano. Apesar de terem acontecido no mesmo dia, as conversas foram individualizadas - em um primeiro momento, essa estratégia teria sido traçada pelo governador e pelo entorno dele, formado essencialmente pelo chefe de gabinete, Adolpho Loyola, e pelo secretário de Relações Institucionais, Luiz Caetano.

 

Reunião com Lídice da Mata e Rodrigo Hita, do PSB

 

Enquanto o PT apresentou, na última sexta (25), o nome do deputado estadual Robinson Almeida para disputar a prefeitura da capital baiana, o PSB possui nomes como o da própria Lídice, do vereador Silvio Humberto e do presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), José Trindade.

 

Reunião com Geddel e Lúcio Vieira Lima e Alex Futuca, do MDB

 

Já o MDB, que tem o vice-governador Geraldo Jr. como uma das apostas, não publicou imagens do encontro nas redes sociais. O partido tem adotado uma postura mais discreta nas movimentações políticas que envolvem os irmãos Lúcio e Geddel Vieira Lima, apesar de ambos estarem ativos nos debates sobre as relações entre a sigla e o governo baiano. Coube ao próprio Jerônimo publicar registros da reunião com os emedebistas.

 

CONSELHO POLÍTICO

Esperada desde o mês de junho, a reunião do conselho político da base do governo baiano começa a tomar forma para acontecer no começo de setembro. O deputado federal Bacelar (PV) já havia antecipado a informação durante entrevista ao podcast Projeto Prisma nesta segunda (28) e a movimentação envolvendo PT, PSB e MDB confirma a expectativa.

 

Segundo informações obtidas pelo Bahia Notícias, o dia 2 de setembro foi previamente reservado para um café da manhã com representantes de todos os partidos que compõem a base de apoio a Jerônimo. No entanto, o governador indicou que será mantido o encontro apenas se conseguir finalizar as conversas com todos as legendas ao longo da semana.

 

Dentro as siglas que ainda não teriam tido encontros individualizados com Jerônimo estão o PCdoB, o PSD e o Avante, partidos que possuem pré-candidaturas ou musculatura política para reivindicar espaço na composição tanto na disputa em Salvador quanto em outras cidades-chave na Bahia. O arco de alianças do governo ainda inclui Podemos (que se fundiu com o PSC), Cidadania e PSOL.

 

O PCdoB apresenta o nome da deputada estadual Olívia Santana e o PSD tenta viabilizar um nome, que pode ser do deputado federal Antonio Brito - todavia, o parlamentar estaria mais focado em se tornar viável como candidato à presidência da Câmara dos Deputados.

Novo subsecretário de Segurança Pública da Bahia já conduziu interrogatório de Geddel em caso da JBS
Foto: Reprodução / TBC

A Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) tem um novo "número 2" para o comando da pasta. O governador Jerônimo Rodrigues (PT) decidiu exonerar Hélio Jorge Oliveira Paixão do cargo de subsecretário e escolheu Marcel Ahringsmann de Oliveira para o posto, com nomeação publicada nesta sexta-feira (10). Para o Bahia Notícias, a SSP informou que as mudanças fazem parte da montagem de equipe do novo secretário da pasta, Marcelo Werner.

 

Ahringsmann é delegado de Polícia Federal e já atuou no setor de Investigação e Combate ao Crime Organizado da PF na Bahia. O novo subsecretário da SSP também já foi o responsável por coordenar uma operação em 2016 que investigou Leonardo Américo Silveira de Oliveira, ex-assessor de Geddel Vieira Lima (MDB). Leonardo era subchefe de Assuntos Federativos da Secretaria de Governo.

 

À época, a Operação Vigilante apurou um esquema de desvio de dinheiro destinado ao transporte escolar no município de Malhada de Pedras, no sudoeste da Bahia. Segundo as informações, as investigações identificaram fraudes em licitação, com direcionamento, para contratação de empresa vinculada a gestores municipais; superfaturamento mediante adulteração de quilometragem de linhas percorridas; e cobrança pela prestação de serviço de transporte, em dias sem atividade escolar. Em alguns casos, a quilometragem cobrada era mais do que o dobro da distância real percorrida.

 

Em 8 de junho de 2017, Ahringsmann foi o responsável por conduzir o interrogatório de Geddel na Superintendência Regional do Departamento de Polícia Federal no Estado da Bahia. Na época, o ex-ministro do governo Michel Temer era apontado como um interlocutor político do empresário Joesley Batista, do grupo JBS Friboi, investigado por negócios escusos na administração federal.

 

No interrogatório, o delegado questionou Geddel sobre suas relações com Joesley, com Lúcio Bolonha Funaro, Ricardo Saud e o ex-deputado federal Eduardo Cunha (MDB).

 

Exatos três meses depois, em 8 de setembro de 2017, Geddel acabou preso pela Polícia Federal, após malas contendo R$ 51 milhões em dinheiro vivo foram encontradas em um apartamento utilizado por ele, no bairro da Graça, em Salvador.

Novo titular da Secult, Fábio Mota destaca experiência no Ministério do Turismo 
Foto: Ailma Teixeira / Bahia Notícias

Fábio Mota, que deixa a Secretaria Municipal De Mobilidade (Semob) para ser titular da Cultura e Turismo na gestão do prefeito eleito Bruno Reis, comentou a mudança de pasta e destacou a experiência na área que passará a atuar.

 

“São sete anos à frente da Semob, acho que bati todos os recordes aí nessa área e saio de cabeça erguida com o trabalho realizado. Evidente que essa semana nós vamos fazer a transição, tanto para Fabrizio, que está assumindo a Semob, quanto vou procurar Pablo Barrozo, que é o secretário de Turismo Cultura”, disse nesta segunda-feira (28), durante o evento do anúncio do novo secretariado de Salvador (clique aqui e saiba mais).

 

Sobre o novo desafio com a cultura e o turismo, Mota afirmou ter várias preocupações. “É uma área que não é do meu desconhecimento. Eu já fui secretário nacional de Turismo durante três anos, no Ministério do Turismo, eu conheço um pouco, mas evidentemente que nós temos peculiaridades diferentes na cidade de Salvador”, pontuou, referindo-se ao cargo de secretário nacional de Desenvolvimento de Programas do Turismo, que ocupou durante três anos, no governo da presidente Dilma Rousseff (PT). Ele pediu exoneração em 2013, após o baiano Geddel Vieira Lima - hoje em prisão domiciliar - deixar a presidência de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal (relembre).

 

Durante o evento, Fábio Mota comentou ainda sobre a importância da cultura e do turismo para a capital baiana, classificando as áreas como “os principais vetores econômicos” de Salvador. “Nós temos realmente o setor de serviços como responsável por arrecadação e geração de empregos em nossa cidade. Então nós vamos dialogar com a sociedade civil e com o trade de toda essa área, para fortalecer a segurança das medidas contra o coronavírus, mostrar que Salvador é uma cidade segura, para que nós possamos assim ganhar credibilidade no resto do mundo e no Brasil e nesse período tenebroso de pandemia possamos, assim, começar essa retomada significativa, tanto na cultura, como no turismo”, projetou.

Ex-assessor de Geddel é nomeado para monitorar Lei de Acesso à Informação no Iphan
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ Agência Brasil

Ex-assessor do baiano Geddel Vieira Lima, Marco Antonio Ferreira Delgado foi nomeado, nesta terça-feira (7), para um cargo no Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Conforme levantado pelo Estado de S. Paulo, a nomeação foi feita pela presidente do Iphan, Larissa Peixoto, cuja contratação também foi controversa e contestada na Justiça pela falta de  formação e a experiência profissional para a função. Ainda segundo a publicação, Delgado deverá  exercer as atribuições de Autoridade de Monitoramento da Lei de Acesso à Informação no instituto. 

 

Órgão responsável por políticas públicas voltadas para a preservação do patrimônio brasileiro, o Iphan foi justamente o pivô da queda do político baiano da Secretaria de Governo da gestão de Michel Temer, já que o então  Ministro da Cultura, Marcelo Calero, denunciou as tentativas de interferência de Geddel no órgão, com o objetivo de liberar a obra de um prédio no qual possuía um imóvel, em Salvador (clique aqui e relembre o caso). 


Marco Antonio havia sido nomeado chefe de gabinete do Iphan no fim de maio, mas não chegou a assumir em seguida. Uma fonte do Palácio do Planalto informou que o governo Bolsonaro estava reavaliando a contratação por causa da repercussão negativa (clique aqui e saiba mais).

Calero ironiza nas redes após Joesley apontar Geddel como ‘mensageiro’ de Temer
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ex-ministro da Cultura, Marcelo Calero, ironizou nas redes sociais, após o empresário Joesley Batista afirmar que Geddel Vieira Lima era “o mensageiro” de Michel Temer. No ano passado, Calero pediu demissão do cargo justamente por não acatar pressões do baiano para que o Iphan liberasse a construção de um prédio no qual possui um apartamento, em Salvador (clique aqui). “Entenderam agora as ‘dificuldades operacionais’ a que Temer se referiu quando reclamou que não atendi ao pleito de Geddel?”, ironizou Calero, através do Twitter. De acordo com entrevista  concedida pelo empresário à revista Época,  Geddel era responsável por informar ao presidente os pagamentos feitos para silenciar Eduardo Cunha e o doleiro Lúcio Funaro. "Geddel [era o mensageiro]. De 15 em 15 dias era uma agonia terrível. Sempre querendo saber se estava tudo certo, se ia ter delação, se eu estava cuidando dos dois. O presidente estava preocupado. Quem estava incumbido de manter Eduardo e Lúcio calmos era eu", contou Joesley. "Eu informava o presidente por meio do Geddel. E ele sabia que eu estava pagando o Lúcio e o Eduardo. Quando o Geddel caiu, deixei de ter interlocução com o Planalto por um tempo. Até por precaução", acrescentou. "O Temer é o chefe da Orcrim [sigla para organização criminosa] da Câmara. Temer, Eduardo, Geddel, Henrique [Alves], [Eliseu] Padilha e Moreira [Franco]. É o grupo deles. Quem não está preso está hoje no Planalto. Essa turma é muita perigosa. Não pode brigar com eles", destacou.

 

 

Forte crítico, após sair do governo, Calero comentou ainda a queda do terceiro ministro da Cultura da 'era' Temer:

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Do jeito que tem gente balançando que nem gangorra entre o Cacique e o Soberano, e os outros candidatos ao Senado, vai acabar surgindo o Santinho Frankenstein. Mas outro filme também pode estar em alta em 2026: o "Esquadrão Suicida". Já Elmato parece que não passa dos trailers. Na guerra das IAs, tentaram atacar o Soberano e se bobear deixaram ele foi feliz. Enquanto isso, o Cavalo do Cão vai treinando sua mira. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Fernanda Melchionna

Fernanda Melchionna
Foto: Saulo Cruz/Agência Senado

"A cantilena enfadonha da extrema direita e dos bolsonaristas chega a doer o ouvido. Um juiz, que foi um juiz ladrão, como mostrou a Vaza Jato, vem aqui tentar se mostrar como paladino da moral, como se lutasse contra a corrupção. É muita falta de vergonha na cara daqueles que votaram na PEC da bandidagem na Câmara dos Deputados vir aqui dizer que estão contra os corruptos". 

 

Disse a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS) ao debater com o senador Sérgio Moro (PL-PR) durante a discussão do veto do presidente Lula ao projeto da dosimetria de penas, a deputada do Psol chamou Moro de “juiz ladrão”. 

Podcast

Deputado Adolfo Menezes é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira

Deputado Adolfo Menezes é o entrevistado do Projeto Prisma nesta segunda-feira
Foto: Projeto Prisma
O deputado estadual Adolfo Menezes (PSD) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda-feira (4). O podcast é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias. 

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