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figas
A expografia intitulada “Figas, mãos ancestrais”, do artista visual Roque Boa Morte, abre suas portas a partir deste domingo (26), no espaço Cronópios, Rua Direita do Santo Antônio Além do Carmo, 179, às 18h. As obras mergulham no universo simbólico de um dos amuletos mais populares do ocidente em busca da atualização do seu significado em mãos afro-atlânticas.
Serão onze fotografias coloridas e uma em preto e branco inéditas, que retratam as figas humanas afrodescendentes adornadas com jóias/signos que contam orikis identificadores de arquétipos das divindades africanas e seus filhos. A curadora e gestora cultural Brasil/México Juci Reis, comenta sua experiência: “Os gestos captados possibilitam uma observância para ir além da representação, insinuando a transposição de potências, a materialização do sentido ritual da figa. Cada imagem é uma mediação litúrgica, um lugar para sentir, então: sinta! Se permita sentir a imagem!”.
O processo de produção das obras, que contou com pesquisa da tradição oral e fontes bibliográficas, documentado em audiovisual e registros escritos, contou com a colaboração de integrantes de duas grandes casas de Candomblé Ketu, uma do Recôncavo, Ilê Axé Ojú Onirê, em Santo Amaro da Purificação onde o fotógrafo nasceu, e outro de Salvador, Ilé Íyá Omi Áse Ìyámase, onde o autor reside; sendo o produto destas incursões objeto de pretensas publicações futuras.
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"Só te agradecer, meu irmão. Vamos mexer com o coração de muita gente e vai ser muito importante para o nosso país, tá? Preciso de vez em quando te falar como as coisas vão andando, tá?".
Disse o ex-secretário especial de Cultura ao comentar com o banqueiro Daniel Vorcaro sobre a articulação do filme biográfico “Dark Horse”, sobre Jair Bolsonaro.